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GDF na Sua Porta chega a Arniqueira com a assinatura de 15 ordens de serviço e investimentos de R$ 31 milhões

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A 19ª edição do programa GDF na Sua Porta teve início em Arniqueira nesta segunda-feira (28/9). A estrutura montada em frente à administração regional da cidade atende a população das 9h às 16h até sexta (2/10). A governadora Celina Leão assinou 15 ordens de serviço (OSs) para a manutenção da infraestrutura da região, com investimento total de cerca de R$ 31 milhões em recursos próprios do Governo do Distrito Federal (GDF). Entre as principais benfeitorias, estão duas grandes obras estruturantes: a implantação de 41,4 quilômetros de rede de esgoto, com investimento de R$ 14,3 milhões; e a instalação de tubulações de drenagem pluvial entre o Parque do Areal e a Chácara 24, orçada em R$ 7,9 milhões. As medidas buscam conter alagamentos no período de chuvas e regularizar o saneamento básico local. Celina Leão anunciou várias obras em Arniqueira, mas destacou duas: o esgoto sanitário e a drenagem pluvial | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao assinar os documentos, a governadora destacou a importância de restaurar os espaços comunitários da cidade. “São parquinhos quebrados, quadras abandonadas que dão sensação de abandono. O GDF na Sua Porta veio para solucionar esses problemas. Vamos reformar todas as quadras poliesportivas, os PECs [pontos de encontro comunitário] estavam caindo aos pedaços, com equipamentos depreciados. A gente vai fazer toda a troca, a manutenção do que precisa. Mas tem duas grandes obras aqui que são muito importantes: a obra do esgoto e a obra de drenagem. Fizemos um pedaço da obra no ano passado e este ano estamos concluindo com o GDF na Sua Porta", destacou Celina Leão.   O pacote de obras inclui, ainda, a reforma de cinco quadras poliesportivas, a manutenção de seis PECs e a recuperação de seis parquinhos infantis. A lista contempla também a implantação e restauração de calçadas, serviços de poda de árvores, roçagem, iluminação em LED e reparo asfáltico. Atendimento à comunidade     Além de benfeitorias urbanas, a estrutura montada na cidade oferece diversos serviços públicos à comunidade, como a castração de animais de estimação. Moradora da região, Maria de Fátima Gomes, de 72 anos, esteve no local no primeiro horário para garantir o atendimento de seu pet. “Se eu tivesse que fazer por fora, custaria uns R$ 700. E aqui ficou muito pertinho da minha casa, é uma coisa muito boa”, celebrou a aposentada. O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. O programa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Antes de Arniqueira, a iniciativa esteve no Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, São Sebastião, Recanto das Emas, Estrutural, Sobradinho, Sobradinho II, Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga, Guará, Santa Maria, Brazlândia, Gama e Ponte Alta. Ao todo, a governadora assinou 412 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço até o momento Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho e Sobradinho II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20 Santa Maria: 18 Brazlândia: 16 Gama e Ponte Alta: 27 Arniqueira: 15 Total: 412 ordens de serviço Ordens de serviço assinadas em Arniqueira; Manutenção de seis PECs: R$ 172 mil; Manutenção de seis parquinhos em novo modelo: R$ 210 mil;  Implantação e reforma de 1 km de calçadas no Setor Habitacional Arniqueira – SHA Q8 Conjunto 13: R$ 500 mil; Implantação e reforma de 1 km de calçadas no Setor Habitacional Arniqueira – SHA Q8 Área Especial 9 e Q9, Rua 100: R$ 500 mil; Reforma de cinco quadras poliesportivas: R$ 2 milhões; Implantação de sete novos pontos do programa De Cara Nova: R$ 140 mil; Realização de 450 ações de poda de árvores: R$ 300 mil; Realização de roçagem geral: R$ 150 mil; Reparo asfáltico sem fresagem em cerca de 2 km de vias no Setor Habitacional Arniqueira – SHA Conjunto 5, na descida do Condomínio JK: R$ 1,8 milhão; Reparo asfáltico sem fresagem em cerca de 1,4 km de vias no Setor Habitacional Arniqueira – SHA Conjunto 2, Chácara 44: R$ 1,3 milhão; Reparo asfáltico sem fresagem em cerca de 1,1 km de vias, contemplando a Rua 212, QS 7,  e do Setor Habitacional Arniqueira – SHA, nos seguintes endereços: Conjunto 4, Via Porto Cristal; e Conjunto 5, Chácara 122: R$ 1 milhão; Implantação de iluminação na Praça Vila Areal, em frente à QS 6 e via adjacente: R$ 48 mil; Instalação de iluminação nas QS 10 e 11, localizadas na Avenida Principal do Areal: R$ 598 mil; Implantação de drenagem pluvial entre o Parque do Areal e a Chácara 24: R$ 7,9 milhões; Implantação de 41,4 km do sistema de esgoto sanitário das quadras 6, 7, 8 e 9: R$ 14,3 milhões.  

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GDF retoma licitação das obras de infraestrutura do Pôr do Sol após liberação do TCDF

A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (25), a reabertura do processo licitatório para a contratação de empresa responsável pela execução das obras de infraestrutura urbana do Setor Habitacional Pôr do Sol. A retomada do processo marca o fim de um período de suspensão determinado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que havia solicitado ajustes no edital e no termo de referência. Projeção da obra: com recursos já garantidos, meta é concluir a licitação para que os serviços comecem logo | Imagens: Divulgação/SODF As obras, financiadas com recursos do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), têm valor estimado de R$ 80,6 milhões. “Os recursos para a execução da obra estão garantidos”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “Nossa meta é concluir a licitação o quanto antes para que possamos iniciar as obras ainda neste período de estiagem”. Previsões  Divisão: primeiro lote selecionado tem cerca de 57 hectares  A empresa contratada será responsável pela execução do primeiro lote das obras em uma área de 57,45 hectares. O projeto inclui pavimentação asfáltica, implantação de meios-fios, calçadas e sinalização horizontal e vertical, além de sistema de drenagem completo com bacias de detenção e dispositivos dissipadores. A licitação está aberta a concorrentes originários de todos os países elegíveis do Fonplata e será conduzida nos termos da Política para Aquisição de Bens, Obras e Serviços em Operações Financiadas pelo organismo internacional. A entrega das propostas poderá ser feita a partir desta segunda-feira, com abertura prevista para 2 de julho. A obra será executada em dois lotes. O projeto prevê a pavimentação de 150 vias urbanas, o que representa 27 quilômetros de novo pavimento. Além disso, o conjunto de obras inclui 22 quilômetros de redes de drenagem pluvial, 5 quilômetros de ciclovias e a construção de 93 mil metros quadrados de calçadas em concreto, oferecendo mais segurança e acessibilidade a pedestres e ciclistas.    *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Equipes reparam afundamento de solo em rua do Setor O, em Ceilândia

Uma cratera que se abriu no Setor O, nas proximidades da BR-070, em Ceilândia, já foi consertada pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Após a identificação do problema, uma vistoria técnica foi feita no local para levantamento das necessidades dos serviços e definição das ações emergenciais. Com o reparo concluído, equipes, num segundo momento, também atuou na tubulação da via | Foto: Divulgação/Administração Regional do Plano Piloto A ocorrência estava relacionada a falhas na tubulação da rede de águas pluviais, o que provocou o afundamento do solo. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) executou o reparo da tubulação, garantindo a recuperação adequada da estrutura subterrânea. [LEIA_TAMBEM]O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, ressalta que a parceria entre os órgãos do GDF foi essencial para a solução do problema. “Assim que a situação foi identificada, mobilizamos os órgãos competentes para uma resposta rápida e eficiente”, lembrou. “Foi feita toda a vistoria técnica, o reparo da tubulação e a recomposição do solo com qualidade, garantindo segurança para a população e para quem trafega pela via”. Melhorias Por meio da Novacap, o GDF publicou, recentemente, um aviso de licitação que prevê a contratação de empresa especializada para a elaboração do projeto executivo de engenharia voltado à adequação e ampliação do sistema de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de aproximadamente R$ 14 milhões, com o objetivo de ampliar a capacidade de captação e melhorar o escoamento das águas pluviais em pontos críticos da cidade, minimizando os impactos causados pelas fortes chuvas.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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GDF apresenta projeto de infraestrutura que vai transformar o Pôr do Sol

Agência Brasília · (11) 26-06-2025 - GDF APRESENTA PROJETO DE INFRAESTRUTURA QUE VAI TRANSFORMAR O PÔR DO SOL A população do Pôr do Sol conheceu os detalhes de um dos mais aguardados projetos de infraestrutura urbana do Distrito Federal. Em um encontro direto com a comunidade, técnicos da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF)  apresentaram o escopo do empreendimento que promete requalificar completamente a região, levando pavimentação, drenagem, mobilidade ativa e dignidade para milhares de moradores. Projeto prevê a pavimentação de 150 vias urbanas na cidade, tanto com asfalto quanto com blocos intertravados | Fotos: Divulgação/SODF  A obra será executada em dois lotes, com licitação do primeiro previsto para o mês de julho. O edital do segundo lote tem a previsão de ser publicado em outubro, mês em que também está programado o início das intervenções, logo após a conclusão do processo licitatório. No total, o projeto prevê a pavimentação de 150 vias urbanas, o que representa 27 quilômetros de novo pavimento. O tipo de revestimento será definido de acordo com a largura das vias: ruas com mais de seis metros receberão asfalto, enquanto as vias mais estreitas serão contempladas com blocos intertravados, garantindo resistência e melhor drenagem superficial. Grandes obras O secretário Valter Casimiro participou de reunião com a comunidade do Pôr do Sol, durante apresentação de projeto de infraestrutura urbana para a região Além disso, o conjunto de obras inclui 22 quilômetros de redes de drenagem pluvial, 5 quilômetros de ciclovias e a construção de 93 mil metros quadrados de calçadas em concreto, oferecendo mais segurança e acessibilidade para pedestres e ciclistas. Durante a apresentação, o subsecretário de Projetos, Carlos Maciel, e o secretário de Obras, Valter Casimiro, responderam a diversas perguntas dos moradores e esclareceram pontos técnicos e operacionais do projeto. “O governador Ibaneis Rocha foi claro: as obras no Pôr do Sol têm que começar ainda este ano”, lembrou o titular da SODF. “É uma determinação dele e é um compromisso nosso. Estamos trabalhando com empenho para cumprir essa ordem.” Líderes comunitários também se manifestaram, reforçando a importância do momento para a região. Mais que uma prestação de contas, o encontro foi a confirmação de que o Pôr do Sol entrou, de vez, no mapa das grandes obras de infraestrutura do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura  

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Obras na Quadra 1 do Paranoá vão ampliar capacidade de drenagem pluvial na região

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou os trabalhos de drenagem pluvial na Quadra 1 do Paranoá, ao lado do Estádio JK e da Escola Técnica Leste Sérgio Damasceno. A intervenção tem como objetivo captar as águas das chuvas e acabar com os alagamentos e as erosões que afetam a região durante o período chuvoso. Conduzida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a obra está na fase inicial, com a instalação de uma rede de escoamento de aproximadamente 200 metros de extensão. “Primeiro, estamos colocando a tubulação e, a cada 50 metros, fazemos um poço de visita — conhecido popularmente como bueiro — que armazena a água e a direciona para uma bacia. De lá, ela escoa até o Lago Paranoá”, explica o supervisor da área de água pluvial da Novacap, Paulo César da Conceição. A obra, solicitada pela Administração Regional do Paranoá, recebeu um investimento de R$ 698.462,62. A rede de escoamento terá cerca de 200 metros de extensão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Do total de extensão da rede, 45 metros serão compostos por tubos com diâmetro de 1 mil milímetros, o que garante maior capacidade de vazão e reduz a força da água. “O tubo de 800 mm desemboca no de 1.000 mm para dar vazão ao volume que vem com mais intensidade. Isso evita que a água transborde nos poços de visita”, completa Paulo César.   Para a execução do serviço, estão sendo utilizados uma escavadeira, uma retroescavadeira e uma pá mecânica. Segundo o supervisor, essa é a segunda etapa da obra de captação. “A primeira foi a instalação de meios-fios e, agora, vamos fazer as bocas de lobo com meio-fio vazado, que vai captar toda essa água”, afirma. A instalação das manilhas é feita em dois turnos: das 10h às 12h e das 13h às 16h. Expectativa dos usuários Kátia Câmara Barreto: "Que a gente possa olhar a chuva como uma dádiva, para fazer bem aos nossos jardins e não como algo que vai danificar o nosso bem público" [LEIA_TAMBEM]A benfeitoria vai trazer mais qualidade para os usuários do Estádio JK, tanto para o time de futebol Capital, que treina no local, quanto para a torcida. “A expectativa é de que, com as obras, não haja mais alagamentos e deslizamentos com as chuvas, nem erosões que comprometam a qualidade durante as partidas de futebol”, anseia o supervisor de futebol do Capital, Pedro Mendes. “A instalação dessas bocas de lobos vai ajudar muito a gente aqui”, acrescenta. Para a vice-diretora da Escola Técnica Leste Sérgio Damasceno, Kátia Câmara Barreto, a expectativa é de que as chuvas não sejam mais um motivo de preocupação para os professores e alunos.  “A gente espera que a obra resolva o nosso problema com as águas da chuva, que descem como um rio para dentro da escola e danificam o nosso patrimônio. Que a gente possa olhar a chuva como uma dádiva, para fazer bem aos nossos jardins e não como algo que vai danificar o nosso bem público”, espera Kátia.

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Contratada empresa para readequação do sistema de drenagem de Samambaia

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) anunciou a assinatura de contrato para a elaboração do projeto de readequação do reservatório de detenção e lançamento, além do plano de segurança do sistema de drenagem pluvial urbana da Área de Desenvolvimento Econômico Samambaia Oeste. O contrato, no valor de R$ 90.589,75, prevê uma série de etapas técnicas, incluindo levantamento topográfico, sondagens de percussão e à trado, mobilização e desmobilização de equipamentos, ensaios laboratoriais, avaliação e análise geotécnica de taludes instáveis, ensaios de estabilidade de talude, além do desenvolvimento do projeto executivo de drenagem pluvial urbana. Também estão contempladas atividades de coordenação, orçamento e emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). O projeto na Área de Desenvolvimento Econômico Samambaia Oeste será importante para a prevenção de inundações na região | Foto: Divulgação/Novacap De acordo com o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz, o projeto é uma iniciativa crucial para a gestão de águas pluviais na região. “Estamos empenhados em garantir um sistema de drenagem eficiente e seguro, fundamental para minimizar eventuais inundações e promover o desenvolvimento urbano para a Área de Desenvolvimento Econômico de Samambaia Oeste”, destacou o diretor. Saiba mais Um reservatório de detenção, também conhecido como bacia de detenção ou piscinão, é uma estrutura artificial que acumula temporariamente águas pluviais e residuais, evitando inundações. A sondagem a trado e a percussão são processos de análise geotécnica que visam verificar análises do subsolo para a engenharia, realização de obras da construção civil, construção e desenvolvimento de estradas, entre outras ações de engenharia. *Com informações da Novacap

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Drenar DF recebe visita técnica de gestores do governo

As obras do Drenar DF, maior programa de escoamento e captação de águas pluviais do Distrito Federal, já estão em fase final. De um total de 7,7 km de túneis projetados, 7,5 km foram executados. O objetivo dos túneis é facilitar o escoamento da água e reforçar a proteção dos anéis de aço corrugado que estruturam as galerias. Liderados pela governadora em exercício, Celina Leão, nesta quarta-feira (13), representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) estiveram em um dos locais onde os serviços estão sendo executados para acompanhar o andamento dos trabalhos. Localizada dentro do Parque Urbano Internacional da Paz, a bacia de contenção às margens da L4 Norte terá a função de reduzir a pressão do volume de água que desemboca no Lago Paranoá e permitir que tanto a terra quanto o lixo arrastados pelas enxurradas possam decantar no fundo da lagoa, viabilizando a requalificação das águas pluviais captadas. Celina Leão reforça que as obras do Drenar DF são de difícil execução, mas de grande necessidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O Governo Ibaneis Rocha tomou a decisão, junto com a Terracap, de fazer essa obra. Uma obra difícil de ser feita, porque é toda subterrânea e interna, mas uma obra tão necessária. Quando chove, principalmente na Asa Norte, é visível o problema que nós temos. É um governo que tem compromisso com o cidadão, compromisso de cuidar de vidas”, destacou a governadora em exercício. Atualmente, os trabalhos se concentram na escavação de 126 metros de solo rígido entre a bacia e a via L2 Norte, e na escavação de 5 metros próximo ao Autódromo de Brasília. José Humberto Pires de Araújo: “Esse pequeno pedaço que falta é exatamente onde está a maior dificuldade da escavação, já que se trata de um solo bastante rígido” “Nós temos acompanhado os trabalhos todos os meses. Estamos com quase toda a obra concluída. Esse pequeno pedaço que falta é exatamente onde está a maior dificuldade da escavação, já que se trata de um solo bastante rígido. Mas as empresas estão trabalhando para vencer essa etapa e entregar a obra”, pontuou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. Segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Izidio Santos Junior, houve um aumento no efetivo da obra para finalizar os serviços o mais breve possível. “Nós temos um desafio nessa fase final porque o solo que necessita de escavação se assemelha a uma rocha. Mas estamos trabalhando para finalizar essa obra no menor tempo possível e entregar o Drenar para a população. Nesse trecho especificamente, nós abrimos mais frente de serviço. Sem esse aumento de efetivo, essa obra demoraria mais”, complementou. Etapas 306 unidades de entrada de bocas de lobo são previstas no Drenar DF O Drenar DF prevê a instalação de 306 unidades de entrada de bocas de lobo. Desse total, cerca de 190 já foram finalizadas. Todos esses pontos serão um reforço à rede de captação de águas já existente. Dos 107 poços de visita (PVs) projetados, todos tiveram a escavação e montagem concluídas. As entradas de acesso à rede têm profundidade média de 11,32 metros, e algumas chegam a 21,3 metros de altura – o equivalente a um prédio de seis andares. O programa é executado em etapas. A primeira abrange as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), passando pelas quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da Via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. A Terracap está com o projeto pronto para a segunda etapa, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16. Parque Internacional da Paz O parque que hospeda a lagoa ficará localizado no Setor de Embaixadas Norte, em frente ao Iate Clube, próximo à via L4. Com 5 mil m² de área livre, o espaço contará com esculturas e 249 árvores e arbustos, entre espécies para sombreamento, como magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas, e frutíferas, a exemplo da aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira. O projeto, desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e seguindo exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ainda inclui uma ciclovia de 1,1 km de extensão contornando o parque.  

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Drenagem pluvial na Avenida das Mangueiras, no Cruzeiro, é iniciada

A Avenida das Mangueiras, uma das principais vias do Cruzeiro, está passando por uma série de reformas. A obra de drenagem pluvial foi iniciada nesta semana. A intervenção visa melhorar o escoamento das águas, especialmente em períodos de chuvas intensas, garantindo mais segurança para todos. O trabalho está sendo realizado por uma empresa contratada pela Novacap. A Avenida das Mangueiras foi recapeada recentemente | Foto: Divulgação/ Administração do Cruzeiro Além disso, recentemente a avenida foi recapeada, após 45 dias de obras, atendendo a uma demanda antiga da população. Com investimento de R$ 3,5 milhões, uma empresa terceirizada pela Novacap executou o serviço. Houve também a sinalização das faixas, cuja frente de trabalho foi realizada entre o Departamento de Trânsito (Detran) e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). “Passar pela avenida e ver todos esses serviços que foram feitos recentemente e, agora, a drenagem, nos deixa mais tranquilos, pois sabemos que os moradores têm visto o esforço do GDF para deixar o Cruzeiro um lugar mais seguro”, ressalta o administrador do Cruzeiro, Gustavo Aires. *Com informações da Administração do Cruzeiro

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Novo sistema de drenagem pluvial é instalado na QI 10 do Lago Norte 

O Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu, nesta semana, a instalação de um sistema de drenagem de águas pluviais nos conjuntos 1 e 2 da QI 10 do Lago Norte. O objetivo da obra, que teve investimento de R$ 1,5 milhão, é mitigar o impacto das chuvas, reduzindo o risco de alagamentos no local. Com o trabalho concluído, águas pluviais vão escoar sem alagar a região | Foto: Divulgação/Novacap Ao todo, a nova rede tem quase 1 km de extensão. Os trabalhos foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e duraram 45 dias, tendo sido concluídos na última segunda-feira (21). Além da construção do sistema, foi feito o recapeamento das vias, utilizando 105 toneladas de massa asfáltica. “A obra trará melhorias no escoamento das águas pluviais no conjunto e evitará os alagamentos”, afirmou o chefe da Divisão de Obras da Novacap, Mário César Faustino. Já o administrador regional do Lago Norte, Marcelo Ferreira, apontou que a instalação da rede atende a uma reivindicação antiga dos moradores. Segundo ele, a administração, em parceria com a prefeitura comunitária, mapeou os principais pontos de alagamento da região para executar os trabalhos.  Benefícios “Desde a fundação do Lago Norte, tem algumas quadras que não contam com drenagem de águas pluviais, e é importante para tirar os alagamentos”, pontuou o gestor. “Na época de chuva, todos os anos, entrava água na casa das pessoas. [Essa obra] foi um ganho para a população.” 49,3 mm de chuva foram aferidos pelo Inmet entre segunda (21) e quarta (23); número é quase a metade do que choveu durante todo o mês de outubro no ano passado E, de acordo com os moradores, o trabalho já apresentou os resultados esperados. Apesar da intensa chuva que caiu sobre o DF nos últimos dias, não houve registro de alagamento no local. “Foi de grande valia, tendo em vista os problemas de alagamento que existiam nos nossos conjuntos”, apontou o advogado Luiz Philipe Resende, morador da QI 10 há 44 anos. “Tem uma vizinha do fim da rua que, em fevereiro de 2023, teve a casa literalmente inundada. Nesta semana, já tivemos um primeiro teste — e foi um ‘senhor’ teste — e não tivemos problema nenhum”. Chuvas Entre segunda (21) e quarta-feira (23), a estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Plano Piloto registrou 49,3 mm de chuva. O valor é quase metade do aferido em todo o mês de outubro do ano passado — quando foram contabilizados 108,9 mm. O DF segue em alerta de perigo potencial para chuvas intensas. A previsão é de que as precipitações continuem ao longo da semana, com possibilidade de trovoadas e de rajadas moderadas de vento.

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GDF estabelece visitas técnicas periódicas para acompanhar obras do Drenar DF

As obras do Drenar DF, o maior programa de escoamento e captação de águas pluviais do Plano Piloto, seguem avançando para que os trabalhos possam ser finalizados antes do início das chuvas. Para garantir o controle do andamento dos serviços, gestores do Governo do Distrito Federal (GDF) farão visitas técnicas periódicas. O objetivo é manter um controle do cronograma dos cinco lotes que compõem o projeto executado por empresas contratadas pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), com investimento de aproximadamente R$ 180 milhões. “Estamos com números muito bons de uma obra, que é bastante complexa e inovadora, um sistema realmente muito moderno” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo “Faremos visitas técnicas do GDF mês a mês. Vamos estar aqui para acompanhar o andamento da obra e o material de atualização de cada etapa. Estamos com números muito bons de uma obra, que é bastante complexa e inovadora, um sistema realmente muito moderno”, destacou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, que conduziu a visita técnica desta segunda-feira (12). Ao todo, a estrutura será composta por 7,68 km de túneis, dos quais 6,7 km já foram escavados e 4,9 km já foram concretados para facilitar o escoamento da água e reforçar a proteção dos anéis de aço corrugado que estruturam os túneis. Além disso, dos 107 poços de visita (PVs) previstos, 103 estão concluídos, totalizando 1.053,13 metros. Gestores do Governo do Distrito Federal (GDF) farão visitas técnicas periódicas às obras do Drenar DF. O objetivo é manter um controle do cronograma dos cinco lotes que compõem o projeto executado por empresas contratadas pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), com investimento de aproximadamente R$ 180 milhões | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A escavação vertical está praticamente toda concluída, que são os postos de visita. A parte de túneis já ultrapassa a marca de 6,6 mil metros. Temos etapas praticamente concluídas e outras três que ficarão prontas nos próximos meses”, revelou o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço. De acordo com ele, os serviços também estão na reta final na parte da bacia de detenção. “A bacia está com as partes de escavação e de grama concluídas, terminando a parte de concreto. Ela já vai estar operacional em setembro. Pode ser que as primeiras chuvas já possam cair na bacia”, acrescentou. Outra etapa importante da obra é a Praça Internacional da Paz, um espaço de 5 mil m² com calçadas, estacionamentos e mais de 200 árvores que compõem o parque homônimo, localizado no Setor de Embaixadas Norte, em frente ao Iate Clube, próximo à via L4, ao redor da bacia de detenção do Drenar DF. O espaço será dedicado ao lazer, desporto e contemplação do brasiliense, além de um novo ponto turístico para o Distrito Federal. “O parque conta com 3 mil metros em pedra portuguesa e 2 mil metros com outro tipo de piso, mais calçada e cerca de 200 mudas de árvores que serão plantadas. A parte de pedra portuguesa e pavimento está concluída. Depois faremos a plantação da grama e das árvores. A praça é um novo local bucólico para as pessoas virem se divertir”, complementou. Projeto em etapas A primeira etapa do Drenar DF abrange desde as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) passando pelas quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. A primeira etapa do Drenar DF abrange desde as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) passando pelas quadras 902, 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte Está sendo construída uma rede nova e duplicada a capacidade do sistema existente, além disso a bacia foi criada para que a água das chuvas possa perder energia, decantar e diminuir a velocidade antes de ser lançada no Lago Paranoá. O objetivo é resolver os problemas de alagamentos e enxurradas no início da Asa Norte. Segundo o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, a obra segue para a etapa final: “Todas as etapas estão avançando para a finalização. Temos contratos onde o serviço está praticamente pronto. Queremos que nesse próximo período de chuvas já estejamos com a lagoa em operação para que a gente possa acabar com esses problemas que existem, principalmente, no início da Asa Norte”. O presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), Afonso Assad, participou da visita técnica e se mostrou empolgado com o andamento das obras. “Está quase tudo pronto. Falta um ou outro trecho, mas é uma obra que deixa a gente encantado, porque é uma obra fundamental para Brasília não só pelo tamanho dela, mas pelo benefício que traz para a cidade”, disse. A Terracap já tem um projeto pronto para a segunda etapa, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 na Asa Norte. Ele está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras finais 15 e 16. “A Terracap está se preparando para essa segunda etapa. Queremos licitar tão logo seja resolvida a viabilidade de caixa. Tem esse outro pedaço no final da Asa Norte que está sendo analisado. Ficaria essa região Norte toda com o problema resolvido”, destacou o secretário de Governo.

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Conplan aprova novo parcelamento em Santa Maria

O parcelamento do solo denominado Trio BR-040, localizado em Santa Maria, foi aprovado nesta quinta-feira (6), pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Próximo à BR-040, o parcelamento tem 10 mil m², com dois lotes, um para a criação de um comércio de grande porte e outro destinado a uma área institucional pública. A partir da publicação, o proprietário da área terá o prazo de 180 dias para dar entrada com o pedido de registro dos lotes em cartório | Imagem: Divulgação/Seduh Local também contará com área destinada a espaço livre de uso público (Elup), de 500,10 m², e outra destinada a um dispositivo de drenagem pluvial, contendo 103,60 m². “O que podemos destacar no projeto é que, embora seja uma área pequena, o pessoal que está no comando do empreendimento teve o cuidado de buscar o amparo da legislação, do Conplan, para fazer a coisa na legalidade”, comentou o relator do processo e conselheiro representante da Associação Pró-moradia dos Trabalhadores dos Correios (Habitect), Eleozito Rezende. Próximos passos A partir de agora, os empreendedores responsáveis deverão apresentar o projeto executivo para a análise da Seduh. Depois, poderá ser encaminhado para aprovação por decreto e publicado no DODF. A partir da publicação, o proprietário da área terá o prazo de 180 dias para dar entrada com o pedido de registro dos lotes em cartório. O processo antecede a adoção das medidas para implementar a infraestrutura do local. *Com informações da Seduh  

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Estrutural recebe serviço de limpeza e inspeção da rede pluvial

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem dado sequência ao trabalho de limpeza, desobstrução e inspeção das redes de drenagem pluvial. A Cidade Estrutural recebeu os equipamentos esta semana, com passagem pelo Anel Viário e pelo Setor de Chácaras Cabeceira do Valo. O trabalho é feito pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em parceria com a Administração Regional do SCIA/Estrutural. Nesta fase, a empresa enviou cinco caminhões de hidrojateamento para a região, com aproximadamente duas toneladas de capacidade. A Cidade Estrutural recebeu os equipamentos esta semana, com passagem pelo Anel Viário e pelo Setor de Chácaras Cabeceira do Valo | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Estamos falando de uma das tecnologias mais avançadas no mundo para esse serviço. Além de maior precisão e mais rapidez, preserva a saúde dos trabalhadores. Essa técnica vai dar fluidez no serviço e ampliar a capacidade de atuação dos equipes”, explica o presidente da Novacap, Fernando Leite. Nos dois primeiros meses deste ano, 18 mil toneladas de resíduos foram retiradas de galerias pluviais em todo o Distrito Federal. Além de desobstruir as redes de escoamento de água da chuva, o sistema do governo minimiza o problema dos alagamentos, incômodo recorrente dos moradores da Estrutural. Sendo assim, a passagem da tecnologia pela cidade atende a um pleito da população. Nos dois primeiros meses deste ano, 18 mil toneladas de resíduos foram retiradas de galerias pluviais em todo o Distrito Federal. Além de desobstruir as redes de escoamento de água da chuva, o sistema do governo minimiza o problema dos alagamentos, incômodo recorrente dos moradores da Estrutural A administração regional, por sua vez, contribui com o serviço de manutenção diária, a partir da limpeza e recuperação de bocas de lobo e galerias, com instalação de tampas e contenção de alagamentos, conforme demanda da comunidade. Serviços que se complementam e evitam que a região tenha alagamentos e enchentes. Mais proteção Segundo o administrador da cidade, Alceu Prestes de Mattos, cerca de 30 toneladas de entulhos são recolhidas todos os dias das bocas de lobo. Isso sem contar os detritos removidos regularmente pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). São garrafas de plástico, latas, roupas, restos de construção e até objetos maiores, como colchões e televisões, que vão parar nos bueiros. “O resultado é o entupimento das redes, e temos que fazer uma manutenção diária, o ano inteiro. Seja época de chuva ou não”, explica. A administração, junto a outros órgãos do GDF, está criando mecanismos para intensificar a fiscalização e aplicar sanções ao descarte irregular de inservíveis. “Enquanto a gente não conscientizar o brasileiro que a cidade é deles e eles têm que nos ajudar a cuidar, a gente não vai resolver o problema”, alerta Mattos. O trabalho é feito pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em parceria com a Administração Regional do SCIA/Estrutural A diretora pedagógica da Creche Renascer, Taís de Oliveira, 38 anos, acompanha esse trabalho e avalia que o serviço é fundamental para a saúde e segurança dos moradores da região administrativa. A instituição de ensino, localizada no bairro Setor Leste, fica ao lado de uma boca de lobo restaurada nesta quinta-feira (21). A preocupação é com o risco de doenças por conta das poças de água, que acabam se formando com as redes de escoamento bloqueadas, e eventuais acidentes. “Essa manutenção é importante, porque a tampa da boca de lobo estava quebrada, aqui em cima da calçada. Os pais vêm buscar as crianças bem aqui, os alunos poderiam se machucar”, relata. A pedagoga também salientou a rapidez no atendimento à população. “Eu achei a agilidade do serviço muito boa. A gente encaminhou o ofício segunda-feira e hoje, quinta-feira, o serviço já está sendo concluído”, frisa.

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Anunciada licitação para obras de pavimentação e drenagem em Santa Maria

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) lançou aviso de licitação eletrônica com vistas à seleção de empresa de engenharia especializada para projeto de pavimentação asfáltica e sistemas de drenagem pluvial na região da QR 119, em Santa Maria. A iniciativa conta com valor máximo estimado de R$ 5.767.967,28. O objetivo faz parte de um esforço para atender às necessidades de infraestrutura da comunidade local. O aviso foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de segunda-feira (11). Essa ação é uma resposta direta às solicitações feitas por órgãos estatais e por entidades representativas da comunidade, bem como movimentos sociais. O foco é beneficiar diretamente 704 famílias que residem na área e são beneficiárias do programa habitacional do Governo. Obra vai minimizar os impactos decorrentes da ausência de pavimentação e de um sistema de drenagem adequado, condições que afetam a comunidade durante o período chuvoso e de seca | Foto: Divulgação/ Novacap “Esta obra é a materialização do compromisso da Novacap com o bem-estar e a qualidade de vida da nossa população”, disse o presidente da Novacap, Fernando Leite. A iniciativa não visa somente suprir uma demanda antiga por melhorias na infraestrutura urbana da região, mas também se alinha com os esforços contínuos do Governo do Distrito Federal (GDF) para promover a qualidade de vida de seus cidadãos. A expectativa da Novacap é minimizar os impactos decorrentes da ausência de pavimentação e de um sistema de drenagem adequado, condições que afetam a comunidade durante o período chuvoso e de seca. Procedimento licitatório O processo de licitação está programado para ocorrer em 2 de abril de 2024, às 9h, seguindo o critério de menor preço em modo de disputa fechado. Interessados podem acessar o edital e seus anexos para mais detalhes nos sites oficiais www.licitacoes-e.com.br e www.novacap.df.gov.br, garantindo, assim, transparência e ampla participação no processo licitatório. Para mais informações, basta entrar em contato com o Departamento de Compras da Novacap, pelos telefones 3403-2321 e 3403-2322 ou pelo e-mail dilic@novacap.df.gov.br. *Com informações da Novacap

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Obra de drenagem pluvial do Lago Sul terá investimento de R$ 19 milhões

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) anunciou, com a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de sexta-feira (16), a abertura de processo licitatório com o objetivo a contratação de uma empresa de engenharia especializada em implementar projeto de drenagem pluvial nas Quadras SHIS QI e QL 28, conjunto 8 e na Avenida das Copaíbas, localizadas no Lago Sul. Com um valor estimado de R$ 19.163.830,52, a iniciativa ressalta a importância de se investir em infraestrutura nas cidades. A drenagem pluvial urbana é um componente vital da infraestrutura das regiões, essencial para prevenir inundações, reduzir erosões, melhorar a capacidade de captação de água e assegurar que as áreas urbanas possam lidar com a chuva de maneira eficaz. Além de diminuir os riscos de inundações, o projeto evidencia o compromisso do GDF com a sustentabilidade urbana e a resiliência climática | Fotos: Kiko Paz/ Novacap O Lago Sul é uma das regiões mais consolidadas do Distrito Federal, conhecida pelas amplas avenidas e pela proximidade com várias instituições diplomáticas. Contudo, mesmo áreas tão desenvolvidas não estão imunes aos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pelo aumento da frequência de chuvas intensas, tornando a atualização e expansão da infraestrutura de drenagem mais importante do que nunca. A licitação, marcada para o dia 11 de março de 2024, é mais uma das ações contínuas de melhorias realizadas pela Novacap, considerando a gestão das águas pluviais na capital federal, uma pauta primordial. O projeto não apenas visa diminuir os riscos de inundações em uma área estratégica da cidade, mas também demonstra um compromisso com a sustentabilidade urbana e a resiliência climática. Com a infraestrutura de drenagem bem projetada, há menos impacto das chuvas intensas, protegendo tanto a economia local quanto o bem-estar da população Especialistas da Diretoria de Urbanização da Novacap apontam que uma infraestrutura de drenagem bem projetada e mantida pode significativamente reduzir o impacto das chuvas intensas, protegendo tanto a economia local quanto o bem-estar da população. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Novacap, por meio deste procedimento licitatório, convida as empresas de engenharia a participar do processo, garantindo que o projeto seja executado com a máxima eficiência e qualidade. Com informações e documentos disponíveis nos sites oficiais para consulta e download, a transparência e o acesso à informação são assegurados, permitindo que a sociedade acompanhe de perto este importante passo em direção a uma capital mais segura e sustentável. *Com informações da Novacap

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Sistema mecanizado vai acelerar e limpar redes inteiras de drenagem

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu um passo significativo na modernização dos serviços de limpeza e desobstrução de galerias de águas pluviais, que, a partir desta semana, passam a contar com a utilização de tecnologia de videoinspeção robotizada para diagnósticos precisos no sistema de drenagem pluvial. A incorporação dos robôs aos serviços executados pelas equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha, nesta terça-feira (30), e soma um investimento de quase R$ 45 milhões junto a outros equipamentos, como caminhões capazes de sugar os resíduos e lavar e higienizar os bueiros. Ibaneis Rocha: “O novo sistema melhora a qualidade da captação de águas no DF, diminuindo os alagamentos, de modo que a gente possa ter a cidade limpa” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ao falar dos equipamentos, o governador lembrou que, com a tecnologia, a limpeza poderá ser feita em poucos minutos e o trabalho braçal de uma grande rede de drenagem espalhada pelo DF será evitado. Ele também acrescentou que esse trabalho complementa-se ao de grande porte feito pelo Drenar DF no Plano Piloto e em outras regiões. “Nós temos mais de 100 mil bueiros que vinham passando por um processo de desobstrução manual. Esse novo sistema permite a limpeza de forma muito mais rápida. Isso melhora a qualidade da captação de águas no DF, diminuindo os alagamentos, de modo que a gente possa ter a cidade limpa, todos os bueiros limpos e, assim, sofrer cada vez menos durante o período de chuvas”, destacou Ibaneis Rocha. A videoinspeção robotizada é uma técnica que utiliza equipamentos capazes de coletar imagens de alta resolução em todo o ambiente da tubulação, permitindo a análise minuciosa da situação dos trechos examinados Para efeito de comparação, o equipamento faz o trabalho executado por 80 a 100 homens de forma manual, por dia. Um trabalho feito manualmente em 1h30 é executado completamente pelo serviço mecanizado em um tempo de 10 a 12 minutos. Além disso, diferentemente do trabalho braçal, que é superficial, os equipamentos limpam e higienizam galerias pluviais inteiras. E o que vem a obstruir a rede é identificado pelo robô, que faz um trabalho semelhante ao de um exame de endoscopia. Alta resolução A videoinspeção robotizada é uma técnica que utiliza equipamentos capazes de coletar imagens de alta resolução em todo o ambiente da tubulação, permitindo a análise minuciosa da situação dos trechos examinados. Esse método permite identificar, no interior da rede, eventuais problemas de vazamentos e obstruções, viabilizando a manutenção otimizada das tubulações e reduzindo grandes impactos na mobilidade urbana da área. Durante a fase de testes dos equipamentos em Ceilândia, foi encontrado todo tipo de material na rede de drenagem, a exemplo de placas de carro, fraldas, pedaços de madeira, calotas de carro, pedaços de sofá, entre outros que prejudicam o escoamento das águas pluviais. Em 2023, por exemplo, foram desobstruídas 31.372 redes pluviais, o que poderá ser feito de forma acelerada pelos equipamentos. Também foram limpas 9.949 bocas de lobo, sendo que 2.591 delas foram repostas ou consertadas. Amanda Cardoso: “Essa limpeza vai ajudar muito a comunidade de Ceilândia, principalmente quem anda a pé” A vendedora Amanda Cardoso, 44 anos, trabalha há 3 anos na região e conta que em alguns locais, quando chove, alaga muito e dificulta o trânsito dos pedestres. “Nas ruas abaixo sempre tem alagamento. Quando desço para pegar ônibus a água chega a bater no meu joelho. Essa limpeza vai ajudar muito a comunidade de Ceilândia, principalmente quem anda a pé”, comemora. O serviço é de responsabilidade da Novacap, que também fará o trabalho de cadastrar todas as redes de drenagem do DF e repor as tampas danificadas. Segundo o presidente da companhia, Fernando Leite, a limpeza mecanizada trará muitos ganhos e agilidade. “Nós temos um problema sério, porque toda a operação até então era manual. Nós contamos com turmas próprias, pequenas, e com o apoio dos reeducandos. Agora, (a limpeza) vai ser mecanizada e robotizada. Então, vem o equipamento na frente, limpa a boca de lobo, na sequência faz um jateamento dentro da rede de drenagem e deixa ela totalmente limpa. O robô vem por último para detectar qualquer tipo de problema dentro da rede. Se a rede está quebrada, está trincada, obstruída por um objeto grande”, detalha Fernando Leite. Serviços ampliados O investimento empenhado pelo GDF também contempla a utilização de caminhões desobstruidores. Os veículos estão equipados com tecnologia de ponta capaz de realizar a desobstrução mecânica das redes de drenagem pluvial por sucção a vácuo e hidrojateamento – uma das tecnologias mais avançadas na limpeza de tubulações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Caminhões pipa com capacidade para 10 mil litros vão dar suporte aos desobstruidores nas operações de limpeza. Além disso, conforme anunciado pelo presidente da Novacap, os recursos serão alocados utilizados na reposição de acessórios danificados nas bocas de lobo e poços de visita (PVs). Para se ter ideia do impacto do investimento, em uma situação convencional, a limpeza da rede de águas pluviais era limitada à ponta do sistema, abrangendo apenas os PVs e pequenos trechos de tubulações. Agora, o uso simultâneo dos caminhões e dos robôs permitirá a limpeza total das galerias, abrangendo desde o primeiro ponto de captação até o lançamento final.

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Investimento de R$ 800 milhões em bacias amplia drenagem das cidades do DF

[Olho texto=”Os reservatórios são construídos atendendo a regulação e os normativos da Adasa e da Novacap” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O Governo do Distrito Federal (GDF) tem realizado grandes investimentos na ampliação do sistema de drenagem pluvial do DF. Nos últimos quatro anos, foram investidos R$ 799,7 milhões em obras de infraestrutura e na construção de 35 bacias de contenção espalhadas pelas regiões administrativas (RAs). Sem falar nos R$ 174 milhões investidos na construção da nova rede de escoamento do Drenar-DF, na Asa Norte, a maior obra do tipo já realizada na capital. Os reservatórios, integrantes do sistema de drenagem pluvial, amortecem a vazão das águas das chuvas antes de chegarem aos córregos, minimizando os riscos de erosão, enchentes e alagamentos. “As bacias recebem no fim toda a captação das bocas de lobo. Elas têm a finalidade de acumular os resíduos para limpeza da água e lançar no corpo hídrico de maneira mais leve. Isso impede que o córrego receba muita água no final das redes de drenagem”, explica o engenheiro civil e técnico da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), Márcio Francisco Costa. A pasta é a responsável pela construção dos 35 reservatórios. Os reservatórios amortecem a vazão das águas das chuvas antes de chegarem aos córregos, minimizando os riscos de erosão, enchentes e alagamentos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A maioria das obras está em Vicente Pires, que recebeu 14 lagos e 40 dissipadores, dispositivos para reduzir a força da água captada pela rede de escoamento. Os investimentos na Região Administrativa passam dos R$ 340 milhões. “Na cidade tem várias redes de lançamento e vários pontos de escoamento no Córrego Vicente Pires. É um conjunto de bacias para retenção e amortecimento da água, preservando o córrego e reduzindo os alagamentos antes frequentes da região”, diz Costa. Benefícios Depois das obras de drenagem e infraestrutura, os moradores de Vicente Pires já não sentem o medo que durante décadas vivenciavam quando fortes e prolongadas tempestades caíam na cidade. O autônomo Claudimar Alves Lima, 53 anos, mora a poucos metros da bacia de contenção na Rua 3B, e relembra a situação vivida antes das melhorias executadas na rede de drenagem. “As pessoas que moravam aqui viviam com a mala na cabeça, indo para uma região mais alta. Era um sofrimento quando não tinha a rede de captação e nem a pavimentação, fazíamos valas nas ruas para desviar o percurso da água”, conta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Morando na cidade há quase 20 anos, ele acredita que, com os reservatórios, as cenas de alagamentos frequentes em toda a cidade diminuíram de maneira considerável, pois direcionou a rede de água pluviais. “Toda a água das ruas 12, 10, 5 e 3, descia para cá e com a força destruía tudo, os muros e portões. Com a construção da rede de drenagem e da bacia melhorou muito. Só penso que poderia melhorar um pouco mais se aumentassem a vazão do reservatório”, completa. A segunda cidade a receber o maior número de bacias é o Sol Nascente. Na RA são oito lagoas e seis lançamentos diretos. O investimento total é de R$ 300 milhões. “É uma grande área que está passando por um processo de urbanização, foram implantadas bacias e estamos construindo novas também”, completa o engenheiro Márcio Francisco Costa, da Secretaria de Obras. Ainda estão em construção os seguintes reservatórios: – Duas lagoas no interior do Parque do Cortado, que receberá toda a drenagem da Avenida Hélio Prates, em Taguatinga, com investimento de R$ 42 milhões; – Duas bacias na região dos setores de Garagem e Concessionárias e Veículos (SGCV) e de Oficinas Sul (SOF Sul), o investimento é de R$ 40 milhões; – Um reservatório no centro de Taguatinga, com aporte de R$ 3 milhões; – Uma bacia na Vila Telebrasília, com fomento de R$ 50 milhões; – Outras sete lagoas tiveram suas obras concluídas, e receberam aportes de R$ 24,7 milhões, na DF-290, no Setor de Inflamáveis, no Parque da Cidade e no Setor Habitacional Bernardo Sayão, no Guará. Regulação e manutenção Os reservatórios são construídos atendendo a regulação e os normativos da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O convênio entre os órgãos atende a Lei Distrital nº 4.285/2008, que prevê um acordo entre ambas para fixar as obrigações de cada instituição na política de drenagem pluvial do DF. A Novacap, que é a responsável por coletar a água da chuva e drená-la em galerias e esgotos pluviais, opera e mantém a prestação do serviço público. Além disso, é cabe à companhia analisar os projetos de drenagem em áreas públicas e privadas e verificar se atendem às exigências da Adasa. Também é de incumbência do órgão a limpeza periódica das 84 bacias de detenção em operação no DF e dos demais dispositivos como redes, bocas de lobo e poços de visita do sistema público de captação pluvial. Atualmente, outros órgãos também executam obras de drenagem, como a Terracap. A companhia imobiliária é a responsável pela escavação da bacia de contenção do Drenar DF, localizada no Setor de Embaixadas Norte. A estrutura ficará responsável por reduzir o volume de água que desemboca no Lago Paranoá, evitando o assoreamento do lago. Com a escavação praticamente concluída, os serviços agora se expandiram para o plantio de mudas de árvores, com o apoio da Novacap.

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Adasa: Ano de realizações e parcerias pela sustentabilidade hídrica no DF

“Chegamos ao final de 2023 com muitos motivos para celebrar conquistas e desafios vencidos. Abrimos o ano com campanhas em prol da preservação e do uso responsável dos recursos hídricos, entre elas ações alusivas ao Dia Mundial da Água. Lançamos uma ferramenta online que permite visualizar dados de chuvas intensas registrados em áreas urbanas do DF, o Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas (Simcurb). Celebramos o contrato de concessão com a Novacap, que tornou Brasília a primeira capital do país a institucionalizar a prestação dos serviços públicos de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. Assinamos novo acordo de cooperação técnica com outras 13 instituições governamentais para continuidade do Programa Produtor de Água no Pipiripau, uma iniciativa reconhecida nacional e internacionalmente. Realizamos o primeiro estudo gravimétrico, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a empresa Valor Ambiental, que permitiu identificar os percentuais dos diferentes componentes presentes em mil toneladas de resíduos sólidos recebidos na Unidade de Recebimento de Entulhos (URE), localizada na Estrutural. Adasa disponibilizou Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas. A rede do Simcurb é composta por 62 estações instaladas em prédios públicos e privados localizados nas 33 regiões administrativas  | Foto: Divulgação/Adasa Fomos premiados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) com um selo padrão ouro e dois selos padrão prata em reconhecimento à adoção de boas práticas regulatórias na elaboração de atos normativos infralegais. Alcançamos mais uma vez 100% do Índice de Transparência do Distrito Federal (ITA) e conquistamos o selo ouro no âmbito do prêmio Alto Nível, por atender recomendações realizadas por meio de auditorias da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). Por fim, apoiamos a assinatura do acordo de cooperação voltado para a implantação de ações que englobam a adequação de canais rudimentares de irrigação e construção de tanques lonados na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, no DF.” *Raimundo da Silva Ribeiro Neto, diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)

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Robôs vão auxiliar na manutenção das redes de drenagem do DF

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela extensa rede de drenagem pluvial urbana do Distrito Federal, trabalha para manter essas estruturas em ótimas condições de uso. Nesse foco, a companhia anunciou a procura, por meio de licitação pública, por serviços especializados em videoinspeção robotizada, uma técnica avançada para identificar obstruções e danos estruturais nas redes de drenagem. De acordo com o presidente da Novacap, Fernando Leite, essa tecnologia de videoinspeção permite uma análise detalhada das redes de drenagem. “Com essa tecnologia, vamos identificar rapidamente os pontos de obstrução ou danos. Assim, podemos agir de forma mais assertiva, evitando problemas maiores e garantindo a segurança e o bem-estar da população”, pontua o gestor. “A modernização desse serviço vai oferecer melhores condições de trabalho às equipes que desempenham diretamente e diariamente essa ação”, destaca. A videoinspeção também auxiliará na detecção de ligações irregulares de esgoto | Foto: Kiko Paes/Novacap [Olho texto=”“Com essa tecnologia, vamos identificar rapidamente os pontos de obstrução ou danos. Assim, podemos agir de forma mais assertiva, evitando problemas maiores e garantindo a segurança e o bem-estar da população”” assinatura=”Fernando Leite, presidente da Novacap” esquerda_direita_centro=”direita”] Além de identificar obstruções, a videoinspeção também auxiliará na detecção de ligações irregulares de esgoto, contribuindo para a qualidade da água nos corpos hídricos e prolongando a vida útil dos sistemas de drenagem. É importante lembrar que o descarte inadequado de objetos e detritos nas ruas tem sido uma causa significativa de entupimentos, diminuindo a eficiência do sistema de drenagem e aumentando o risco de inundações e alagamentos. Para enfrentar esse desafio, a Novacap optou por uma solução tecnológica que permite inspecionar detalhadamente as condições internas das tubulações, viabilizando intervenções precisas e tempestivas. O acordo alinha-se também ao Contrato de Concessão nº 1/2023, firmado entre Adasa e Novacap, delegando a prestação do serviço público de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas à companhia. Com a crescente demanda registrada pela Ouvidoria-Geral do Distrito Federal e outras administrações regionais, a Novacap reforça seu compromisso com a manutenção eficiente e estratégica da infraestrutura urbana. O contrato tem duração de um ano, com início dos serviços previsto para até cinco dias após a emissão da ordem de serviço, assegurando ação rápida e eficaz na manutenção das redes de drenagem do Distrito Federal. *Com informações da Novacap

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Mais de R$ 218 milhões levam infraestrutura viária para a zona rural

Arte: Agência Brasília [Olho texto=”“Toda semana a gente se reúne para ver o que foi feito e criar o cronograma da semana seguinte. Eu não tenho dúvidas de que esse trabalho coordenado tem trazido enormes resultados à população rural do DF. A nossa dinâmica de atuação mudou para melhor”” assinatura=”Pedro Paulo Barbosa Gama, subsecretário de Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Seagri-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Em cinco anos – de 2019 a 2023 – pelo menos 110 quilômetros de estradas que eram de terra em 16 cidades receberam serviços de drenagem de águas pluviais e foram pavimentados com massa asfáltica. Um investimento de R$ 218,4 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF). Paranoá é uma das cidades (ver mapa) contempladas no planejamento de vias rurais, revisto semanalmente pelas equipes da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e do programa GDF Presente, oportunidade em que é feita uma avaliação dos resultados e das ações futuras. “Toda semana a gente se reúne para ver o que foi feito e criar o cronograma da semana seguinte. Eu não tenho dúvidas de que esse trabalho coordenado tem trazido enormes resultados à população rural do DF. A nossa dinâmica de atuação mudou para melhor”, avalia o subsecretário de Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Seagri, Pedro Paulo Barbosa Gama. Pedro Paulo informa que o trabalho continua a ser feito de forma colaborativa com os órgãos do GDF. “Estamos nos incorporando às ações do GDF Presente. Agora, nossa atuação é de forma conjunta e coordenada. A gente segue o calendário de ação do GDF Presente e realiza o trabalho em conjunto com eles”, explica o subsecretário. Ronaldo Vieira dos Santos: “Com o asfalto, a mercadoria chega limpa ao cliente. Antes de o pavimento chegar aqui, o caminhão quebrava todos os dias, o consumo de combustível era maior e a mercadoria ainda chegava toda suja por conta da poeira” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O produtor agrícola do Núcleo Rural Jardim II (no Paranoá) Ronaldo Vieira dos Santos, 41 anos, já passou por momentos difíceis para levar os seus artigos ao consumidor final por meio da DF-285. Essa realidade mudou depois de o GDF investir R$ 20,6 milhões na pavimentação de 13,5 quilômetros da rodovia. “Com o asfalto, a mercadoria chega limpa ao cliente. Antes de o pavimento chegar aqui, o caminhão quebrava todos os dias, o consumo de combustível era maior e a mercadoria ainda chegava toda suja por conta da poeira. Hoje, a gente colhe, coloca no caminhão e não precisa nem de lona, porque chega tudo limpo”, relata o agricultor, que produz em média 20 mil caixas de hortaliças por ano, vendidas na Ceasa-DF para garantir o sustento de sua família. Caminho das Escolas O Caminho das Escolas funciona desde 2019 no Distrito Federal e faz parte das ações desempenhadas pelas equipes do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). O objetivo é investir na pavimentação de vias próximas às escolas e garantir o acesso diário e a permanência dos estudantes que moram em áreas rurais nas escolas públicas de educação básica. Desde que foi criado, o programa asfaltou vias de acesso de mais de 11 escolas públicas em zonas rurais do DF, como Paranoá, Sobradinho, Planaltina, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Taquari e Jardim Botânico. São quase 30 quilômetros de acessos pavimentados que demandaram investimento da ordem de R$ 26 milhões e mudaram as perspectivas de quem precisa de uma condução para chegar à escola. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Estou aqui há 26 anos e posso dizer que a realidade anterior ao asfalto era bastante precária”, garante Fernanda de Paiva, uma das professoras da Escola Classe Estância Pipiripau, em Planaltina. “No período de chuva, a pista virava um atoleiro. Muitos professores precisavam deixar o carro no Acampamento 8 de Março e seguir para cá nos ônibus escolares, porque carro pequeno não conseguia passar. Às vezes, até o ônibus atolava. Agora, os alunos chegam à escola com mais disponibilidade para aprender. E nós, com mais vontade de ensinar”, ressalta. Sair de casa para estudar também não era uma tarefa fácil para a pequena Sophia Marcelino, que é aluna da mesma escola. Juntamente com seus colegas, a menina de 10 anos enfrentava uma verdadeira corrida de obstáculos, com chuva, sol, poeira, lama e longas distâncias. “Agora, dá para dormir no ônibus e até para estudar, é muito tranquilo”, comemora. “Fora que a ida até minha casa, no Arapoanga, ficou mais rápida. Antes, eu demorava uns 50 minutos. Hoje, é só meia hora.” A estudante Yasmin Gomes, 9 anos, não gosta nem de lembrar da estrada de terra que enfrentava para chegar à escola do Pipiripau. “O caminho era bem difícil. Quando o ônibus passava levantando terra, não tinha jeito… Ficava tudo sujo. A gente precisava sentar no banco todo empoeirado”, conta. “Agora está maravilhoso. A gente chega até mais rápido à escola”. [Olho texto=”“Nós temos cerca de 800 km de vias não pavimentadas de jurisdição do DER. Nessas rodovias, fazemos a conservação rotineiramente, por meio de patrolamento e revestimento primário”” assinatura=”Cristiano Cavalcante, superintendente de Obras do DER-DF ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] No cronograma do DER-DF, existe a previsão de mais unidades escolares a serem contempladas pelo projeto: três em Ceilândia (Córrego das Corujas, Laje da Jiboia e Incra 9) e outras três em Brazlândia (Escola Classe Bucanhão, São José e Incra 7). Nos locais onde não é possível receber o pavimento asfáltico, as equipes atuam da mesma forma, com a conservação de estradas rurais para garantir o acesso seguro da comunidade escolar até a unidade educacional. “Nós temos cerca de 800 quilômetros de vias não pavimentadas de jurisdição do DER. Nessas rodovias, nós fazemos a conservação rotineiramente, por meio de patrolamento e revestimento primário”, pontua o superintendente de Obras do órgão, Cristiano Cavalcante. “As escolas que ficam às margens dessas vias são beneficiadas, porque melhoramos o acesso dos alunos e professores. A atuação do departamento é rotineira. Os nossos cinco distritos fazem vistorias constantes e monitoram de onde devemos deslocar equipamento e mão de obra para conservar as vias não pavimentadas”, destaca Cavalcante. Ainda segundo ele, a pavimentação de estradas rurais é feita de maneira gradativa e exige um planejamento operacional específico. “A gente quer que todas essas vias tenham asfalto. Mas há inúmeros fatores com que precisamos lidar. Nós não podemos fazer tudo de uma vez, para não prejudicar o usuário. Tem a questão técnica e operacional. Então, nós traçamos as regiões prioritárias para receber o pavimento, e as outras vão recebendo nossos cuidados até que sejam contempladas com o asfalto”, detalha o superintendente. Arte: Agência Brasília

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Licitação vai contratar obras de infraestrutura no Recanto das Emas

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) abriu licitação pública para contratar serviços de implantação de infraestrutura de pavimentação e drenagem pluvial do Polo Logístico e do Centro Urbano Parque das Bênçãos, localizados no Recanto das Emas. [Olho texto=”As obras incluem bocas de lobo tipo meio-fio vazado, meio-fio, poços de visita, condutos de ligação, dissipadores de energia, bacias de detenção, pavimentação, calçadas e sinalizações verticais e horizontais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O certame é presencial e está marcado para  9 de novembro, às 10h. O critério de julgamento é o menor preço, ou seja, será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. O credenciamento do representante e a entrega dos envelopes devem ser feitos até a mesma data, às 9h. A licitação é referente a dois dos quatro trechos do setor. Entre outros serviços, as obras incluem bocas de lobo tipo meio-fio vazado, meio-fio, poços de visita, condutos de ligação, dissipadores de energia, bacias de detenção, pavimentação, calçadas e sinalizações verticais e horizontais. As empresas interessadas em participar da concorrência já podem fazer o download do edital por meio do site da Terracap, na seção Licitações Compras/Serviços. Para acessar o edital e os demais documentos referentes à licitação presencial nº 20/2023, basta clicar neste link. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O parcelamento está localizado na Região Administrativa do Recanto das Emas, entre a BR-060, a DF-251 e o Córrego Estiva. O projeto compreende uma área de 160,54 ha, com 97 lotes ao todo. No Polo Logístico, não há nenhum lote exclusivamente residencial. No entanto, há 12 lotes que são mistos livres, que podem ter qualquer uso, inclusive acomodar apenas prédios de apartamentos, sem comércio obrigatório. Ainda no projeto, outros 16 lotes podem ter apartamentos, mas possuem obrigatoriedade de ter comércio no térreo. Além desses, há 55 lotes que podem ter comércio, serviços, indústrias e/ou vocação institucional; dois lotes institucionais; um lote de posto de combustível  e 11 lotes para equipamento público comunitário. Serviço Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, no número (61) 3350-2222, ou via chat online, disponível no portal da Agência. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Terracap

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