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GDF reforça saúde e educação com nomeações e obras durante o período eleitoral

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Durante o período eleitoral, as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) não pararam. No intervalo de 4 de julho a 23 de outubro, a rede pública de ensino teve 2.681 professores nomeados e a Saúde convocou 278 médicos. Obras em hospitais, unidades de pronto atendimento e creches seguiram em diferentes regiões administrativas. As ações ainda incluem um concurso com 10.604 vagas na Educação, a expansão da rede de urgência e emergência na Saúde e a publicação de recursos para cirurgias ortopédicas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Mais professores e preparação de novo concurso Na Educação, a nomeação de 2.681 professores, publicada em 2 de setembro, alcançou 28 especialidades do concurso de 2022. Desse total, 2.560 são da área de atividades, cujo cadastro de reserva foi integralmente convocado. As demais nomeações contemplaram disciplinas e áreas como língua portuguesa, matemática, ciências naturais, educação física, informática e Libras. Um novo concurso para a Secretaria de Educação prevê 10.604 oportunidades: 2.650 vagas imediatas e 7.954 para cadastro de reserva. A seleção abrangerá professores, pedagogos-orientadores educacionais, gestores e analistas em políticas públicas e gestão educacional. A escolha do Instituto Quadrix como banca organizadora foi divulgada em 15 de outubro. Na Saúde, a convocação de 278 médicos, em 11 de setembro, abriu caminho para novas contratações temporárias | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A educação pública precisa de profissionais concursados”, afirmou a governadora Celina Leão. A ampliação da estrutura escolar inclui o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) em construção na Cidade Nova, antiga Vila DVO, em Santa Maria. O contrato para concluir a obra é de R$ 4,745 milhões, e a unidade terá capacidade para atender 188 crianças em tempo integral. O projeto prevê dez salas de aula, distribuídas em dois blocos, além de espaços administrativos e de apoio. Será a oitava creche desse modelo na região. Médicos e unidades mais perto de casa     Na Saúde, a convocação de 278 médicos, em 11 de setembro, abriu caminho para novas contratações temporárias. A lista inclui 200 generalistas, 43 médicos de família e comunidade, 34 ginecologistas e um oncologista. A convocação prevê a atuação dos profissionais de família e comunidade nas unidades básicas de saúde (UBSs); a distribuição dos demais considera as necessidades da rede. A expansão da rede de urgência e emergência também passou pelos canteiros de obras. Em Taguatinga Sul, a primeira unidade de pronto atendimento (UPA) da região administrativa tem investimento de R$ 17,47 milhões e previsão de mais de 60 leitos, funcionamento durante 24 horas e tomógrafo próprio. No Sol Nascente, outra UPA está em construção, com investimento estimado em R$ 16,9 milhões. O projeto prevê 65 leitos, dos quais 33 para adultos e 32 para crianças, além de consultórios, salas de estabilização, laboratório, farmácia e diagnóstico por imagem. “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa”, afirmou Celina Leão durante visita à obra. Na Estrutural, a construção da UBS 3 tem investimento de R$ 11,3 milhões. A unidade poderá abrigar até quatro equipes de saúde da família, com serviços de vacinação, curativos, saúde bucal e farmácia, entre outros atendimentos. Para a dona de casa Nariane Pinheiro, moradora da região desde o fim dos anos 1990, a proximidade faz diferença para quem depende de transporte ou tem dificuldade de locomoção. “Existem crianças que precisam de atendimento, idosos que não têm condições de ir andando, pegar um ônibus e se deslocar para outra UBS”, relatou. Com a nova estrutura, disse ela, “será possível ir andando e chegar até o local”. Obras em hospitais e recursos para cirurgias Nos hospitais, as intervenções alcançaram tanto áreas de atendimento quanto estruturas necessárias ao funcionamento das unidades. No Hospital Regional do Gama, o conjunto de reformas tem investimento projetado superior a R$ 2 milhões e inclui a unidade de terapia intensiva (UTI), urologia, radiologia, cozinha, refeitório e o núcleo responsável pelo armazenamento e pela distribuição de vacinas na região. A UTI recebeu nova cobertura e adequações internas. O hospital também passou por intervenções para receber um tomógrafo, com capacidade anunciada para oferecer mais 900 exames por mês à rede pública. Em Brazlândia, a reforma e ampliação do pronto-socorro entrou em nova etapa, com a contratação de serviços remanescentes, entre eles a construção da subestação elétrica. O orçamento global da obra é de R$ 20,2 milhões. O projeto inclui espaços para cirurgia ambulatorial, um novo bloco de internação da clínica cirúrgica e adequações em setores como laboratório, odontologia e agência transfusional. A execução por etapas permite manter os serviços de saúde durante as intervenções. Além das obras, o governo anunciou, em 6 de outubro, a destinação de R$ 50 milhões no orçamento para cirurgias ortopédicas eletivas, aquelas que podem ser agendadas. A estimativa apresentada foi de mais de três mil procedimentos para pacientes que aguardam atendimento. Na mesma reunião, a governadora autorizou o pagamento de R$ 46 milhões a hospitais privados credenciados à rede pública. Ao tratar das filas, Celina Leão ressaltou que o objetivo é reduzir o intervalo entre a indicação e a cirurgia. “A gente não pode falar em zerar a fila. Eu zero hoje e amanhã tem consulta, então outra pessoa volta para a fila. Mas o tempo de espera tem que ser razoável”, afirmou.

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quinta-feira no Plano Piloto e em Taguatinga

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 32 endereços distintos no Plano Piloto e em Taguatinga. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (2), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Pessoas em situação de rua que vivem nessas regiões foram consultadas previamente, para mapeamento do público que será atendido e suas demandas | Foto: Divulgação/Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para a quinta-feira (2): 1. L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; 2. 601 Norte; 3. SGAN 606, via L3 próximo à cerca dos módulos C, D e E; 4. SGAN 607, área verde; 5. SGAN 608, via L3, atrás do IDP; 6. L3 Norte, altura da 611;  7. Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; 8. Ao lado do Clube da Aeronáutica; 9. Ao lado do posto Melhor;  10. Via L4 Norte, próximo a via N1 Leste; 11. Rua DFL, Casa 1.    Pontos de ação em Taguatinga: 1. Imediações do Centro Pop; 2. Área verde em frente ao pronto socorro do Hospital Regional de Taguatinga; 3. QNC, muro lateral do HRT, próximo à entrada do Banco de Leite Humano e à Promotoria de Justiça de Taguatinga; 4. QNC/QNF 01, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra e próximo ao Senai;   5. QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local; 6. QNH Área Especial 178; 7. QNM 36, Setor M Norte; 8. QNM 34/36, em frente ao supermercado Bom Preço; 9. QNL 13, Bloco H; 10. QNL 04, Bloco D, próximo ao edifício Braz Viana; 11. Ponto de captação de água, córrego cortado, margem da Avenida Elmo Serejo; 12. CNB 03, marquise do Templo Budista; 13. Biblioteca Pública na Avenida Comercial; 14. C12, atrás do lote 13; 15. Quadra C7, marquise das Casas Bahia;  16. Quadra C5, marquise do Lote 6; 17. Quadra C3, marquise da Caixa Econômica; 18. Setor Hoteleiro; 19. Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13; 20. QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga; 21. CSG 13, atrás do atacadista Super Adega.    *Com informações da DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quinta-feira (25) no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 8 endereços distintos do Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (25), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.  Durante a semana, as secretarias realizaram atendimentos prévios e mapearam o público que será atendido | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 4. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 5. SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a mesquita; 6. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 7. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 8.  SHCNW 302, interior da torre abandonada. *Com informações da DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta segunda-feira no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 12 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta segunda-feira (22), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante toda a semana, as secretarias fizeram atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para esta segunda-feira (22): 1. Proximidades da Torre de TV; 2. Torre de TV, subsolo; 3.  Setor Comercial Sul; 4. SHCS CLS 102 bloco A, ao lado da Drogasil; 5. CLS 303, atrás do Bloco D (loja Pepe Tintas); 6. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 7. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 8. SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil; 9. Centro POP 903 Sul; 10. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 11. Entre as quadras 202/203, próximo ao campo de terra e estacionamento da estação de metrô; 12. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão.  *Com informações do DF Legal

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Ação acolhe população em situação de rua nesta quarta-feira (17) no Plano Piloto e em Samambaia 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 54 endereços distintos no Plano Piloto e em Samambaia. A ação está prevista para ter início às 9h desta quarta-feira (17), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Além da oferta de serviços, operação oferece ajuda para aluguel, vagas em abrigos, programas de qualificação profissional e o cadastro para unidades habitacionais | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto nesta quarta-feira (17): 1. Setor Comercial Sul; 2. Buraco do Rato; 3. Eixo Rodoviário Sul (Eixão); 4. Entre as quadras 202/203, próximo ao campo de terra e estacionamento da estação do metrô; 5. SQS 303/304, área verde; 6. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 7. Centro POP 903 Sul; 8. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 a 905 e 702 a 705; 9.  Entre o Complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 10. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 11. Epia, em frente a Primetek, canteiro central; 12. Rodoviária Interestadual  13. Mata entre Abin e a Rodoviária; 14. Epia, em frente a concessionária Jeep, canteiro central e por trás da parada de ônibus.     Pontos de ação em Samambaia:  1. QD 201, próximo ao 37º GBM, grade do quartel dos bombeiros; 2. QD 201, em frente ao Condomínio Ilha de Páscoa; 3. QD 201, atrás do Supermercado Tático; 4. Quadra 202, Conjunto 2 e 5 e ao lado do metrô; 5. QR 102, em frente a estação de metrô; 6. Quadra 302, Centro Urbano; 7. Q 301, no muro do Estádio Rorizão; 8. QN 501, Conjunto 14, em frente à Avenida Principal; 9. QN 511, próximo ao Conjunto C; 10. QR 313, Conjuntos 12, 13, 23 e Loja 02; 11. QN 313, próximo ao Conjunto C, Lote 1; 12. QN 513, Área Especial 1; 13. QR 521, Praça do Cidadão; 14. QN 325, atrás do Conjunto B; 15. Quadra 127 e 225; 16. QR 425, no Balão - Primeira Avenida; 17. QR 423, próximo ao Conjunto 3, Lote 22 18. QN 419, próximo ao Creas; 19. QR 411, Conjunto D; 20. QS 409, atrás do Caic Helena Reis; 21. QN/QR 405, QN 403, Conjuntos F, G, 5; 22. QN 401, Conjunto I, próximo ao Colégio CCI; 23. QN 410, próximo ao Conjunto 01; 24. QR 608, obras da ciclovia; 25. QR 610, obras da ciclovia; 26. QN 402, em frente à Igreja Casa do Pai; 27. QI 416, área pública em frente ao conjunto 1; 28. QN 210 Conjunto D, Lote 2, em frente à Clínica Amor Saúde; 29. QR 210, em frente ao Conjunto 15, Área Pública Rede Fumas; 30. QS 116, Conjunto 6, próximo ao Centro Clínico de Samambaia; 31. QN 320, Conjunto 1; 32. QN 320, Conjunto 7, em frente ao Lote 04; 33. QR 516, conjuntos 13 e 23; 34. QR 512, próximo ao conjunto 9; 35. QR 510, Conjunto 4; 36. QS 512, atrás da escola e posto de saúde; 37. QR 310, conjuntos 11, 13 e 09; 38. QS 431, em frente ao conjunto E; 39. QR 433, Conjunto 01, Casa 15; 40. QR 833, próximo ao conjunto 04. *Com informações do DF Legal

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Tem ação de acolhimento da população em situação de rua nesta 3ª no Plano Piloto e em Planaltina

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 25 endereços distintos no Plano Piloto e em Planaltina. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (16), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante a ação de acolhimento, as pessoas  em situação de rua receberão oferta de diversos em áreas, como saúde, assistência social e orientação sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizarão abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Eixo Rodoviário Norte (Eixão); 2. SQN 116, entrada da quadra; 3. Entre o Eixo W e o Eixão (em frente 115/116 Norte); 4. Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; 5. DF-004, em frente Deck Norte; 6. SQN 416 bloco M/Via L2; 7. SQN 216, ao lado do bloco A e B; 8. L3 Norte, altura da 611 e adjacências; Pontos de ação em Planaltina:  1. Ao lado do Cemitério — SOF Conjunto C/D Lote 344; 2. Próximo ao Setor de Oficinas; 3. Ao lado da via oposta — SOF Quadra 1 Conjunto 1B, Jardim Roriz; 4. Área Pública em frente à Quadra 7 SRL, Jardim Roriz; 5. Quadra 6, Conjunto 6H, SRN-A — Jardim Roriz, ao lado da Escola Classe 13; 6. Próximo à Quadra 7 do Jardim Roriz, última entrada; 7. SRN Jardim Roriz, próximo à Quadra 1, Conjunto 2I; 8. Próximo ao viaduto da BR-020; 9. Parque Ecológico Sucupira; 10. Próximo ao Hipermercado Dia a Dia; 11. Próximo ao muro do Parque de Serviço — SOF; 12. Atrás da antiga garagem da Piracicabana; 13. Próximo ao Comper; 14. Restaurante Comunitário de Planaltina; 15. Próximo às entrequadras 10/20, Buritis II; 16. Próximo ao Centro de Ensino Especial 1; 17. Quadra 2, Conjunto 2I, Lote 48. *Com informações da DF Legal

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Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano

O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias.  O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano  “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF.  Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde.  O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”.   Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária.  "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda"   Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade.  Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata.  Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa.  Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais  Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional.  "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”  Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões.  O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".

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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema

Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo.  A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho.  [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de  9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Cultura popular e tecnologia chegam à Estrutural com o projeto Filhos da Terra

O projeto Filhos da Terra — Circuito de Educação Patrimonial segue sua programação no Distrito Federal e realiza, nos dias 14 e 15, uma série de atividades no CEF 2, na Cidade Estrutural. A iniciativa promove ações que integram cultura popular, tecnologia e educação patrimonial, com foco em estudantes de 10 a 15 anos do ensino fundamental I e II da rede pública. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF) e apoio do Instituto Neoenergia e da Neoenergia Brasília, o projeto prevê alcançar cerca de 2,5 mil estudantes em três regiões administrativas. O projeto Filhos da Terra proporciona o diálogo entre a educação e a tecnologia | Foto: Divulgação/Secec-DF “O projeto Filhos da Terra representa exatamente o que a secretaria acredita: que a cultura pode dialogar com a educação e a tecnologia para fortalecer o sentimento de pertencimento das novas gerações. Ao levar experiências de educação patrimonial para estudantes da rede pública, especialmente em cidades como a Estrutural, ampliamos o acesso à cultura e valorizamos as manifestações populares brasileiras como parte fundamental da nossa identidade coletiva”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A proposta pedagógica combina atividades presenciais e recursos digitais para aproximar os jovens do patrimônio imaterial brasileiro. A programação reúne apresentações de cultura popular, conversas, vivências interativas e experiências com jogos digitais educativos que abordam manifestações como o maracatu e a congada. Atividades culturais também farão parte do projeto Na quinta-feira (14), as atividades serão realizadas das 9h30 às 14h, com apresentação cultural do Grupo de Capoeira da Mestra Monica, que leva ao público expressões tradicionais como capoeira, maculelê e sambadeiras, promovendo o contato direto com manifestações culturais brasileiras e fortalecendo a valorização das identidades locais. Já na sexta-feira (15), a programação segue no período da tarde com conversas e atividades de jogos digitais, incentivando o diálogo, a troca de experiências e a interação dos estudantes com conteúdos educativos de forma dinâmica e participativa. Um dos destaques do projeto é a atividade Game On, que utiliza estratégias de gamificação para estimular o engajamento dos estudantes. Por meio de jogos digitais, os participantes exploram elementos simbólicos, personagens e narrativas de tradições populares brasileiras em uma experiência lúdica e educativa. O projeto também contempla a formação de professores e educadores Além das ações com os estudantes, o projeto contempla a formação de professores e educadores, com acesso a videoaulas que apresentam a metodologia e as trilhas de conhecimento propostas. Como suporte pedagógico, as escolas recebem exemplares da coleção Cadernos de Cultura, que reúne registros de manifestações tradicionais brasileiras e pode ser utilizada em atividades em sala de aula. Durante as atividades, são disponibilizados tablets com acesso à internet para garantir a participação dos estudantes nas experiências digitais. Os participantes também recebem materiais educativos, incluindo conteúdos sobre o uso consciente da energia, ampliando o alcance das ações para além do ambiente escolar. O projeto é idealizado pelo fotojornalista e produtor cultural Eraldo Peres, que há quase uma década desenvolve iniciativas voltadas à documentação e valorização das culturas populares brasileiras. O Filhos da Terra já foi reconhecido nacionalmente, tendo sido finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Definida comissão julgadora do programa Jovem Senador 2026 no DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) constituiu a comissão julgadora para selecionar as redações na etapa distrital do programa Jovem Senador 2026. As três melhores redações do Distrito Federal serão escolhidas até o dia 29 de maio e seguirão para a etapa nacional, coordenada pelo Senado Federal. A comissão é composta por três servidores da Diretoria de Ensino Médio (Diem) e da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb). A equipe foi formada em conformidade com o regulamento do programa, com os seguintes representantes: · Augusto Perdigão Barros · Carina de Aquino Calheiros · Leandro Pereira Mendes Os jovens senadores de 2025 viveram a experiência de acompanhar de perto a rotina do Senado Federal durante uma semana | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Neste ano, os estudantes devem produzir redações com o tema “Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”. Na etapa regional, foi encaminhada à Diem uma redação representando cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). Dessas, três serão selecionadas para a etapa nacional. É vedada a participação de estudantes que tenham sido jovens senadores em edições anteriores ou que sejam parentes até segundo grau, em linha reta, colateral ou por afinidade, de senador, de secretário de Educação do seu estado ou do Distrito Federal, ou de integrantes da equipe organizadora do programa Jovem Senador no Senado Federal, de coordenadores estaduais do programa e de membros das comissões julgadoras das escolas, das regionais de ensino, das secretarias de Educação e do Senado Federal. [LEIA_TAMBEM]As próximas datas do programa são: · Anúncio da escolha do jovem senador representante do DF pelo Senado Federal: até o dia 12 de junho; · Resultado nacional pelo Senado Federal: até o dia 26 de junho. Ao fim da etapa nacional, os autores das 27 redações selecionadas — um de cada unidade da federação — e seus professores orientadores terão a oportunidade de passar uma semana no Senado Federal, de 17 a 21 de agosto, e vivenciar de perto o ambiente legislativo. Em cada etapa, serão observados os critérios de avaliação previstos no regulamento do programa. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Construção de escola pública em Arniqueira ampliará oferta de vagas na região

Na terça-feira (17), a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, visitou a obra do Centro Educacional (CED) Arniqueira. A unidade de ensino está sendo construída em um terreno com mais de 7 mil m², com área total edificada superior a 5 mil m². A unidade contará com dois pavimentos, acessíveis por rampas e escadas, e terá capacidade para atender 657 estudantes por turno, ampliando significativamente a oferta de vagas na região. A estrutura inclui 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, laboratório, espaços de apoio pedagógico, além de ambientes administrativos. O projeto contempla, ainda, cozinha industrial, refeitório, pátio coberto, quadra poliesportiva coberta com vestiários, bicicletário, guarita, estacionamento e demais equipamentos necessários ao funcionamento escolar. Com investimento de R$ 13 milhões, a obra teve início em novembro de 2023. A execução está sob a responsabilidade de empresa privada contratada, com fiscalização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e recursos provenientes da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Em construção, o Centro Educacional (CED) Arniqueira terá 18 salas de aula, com capacidade para receber 657 estudantes por turno | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Reforço na educação Durante a visita, a secretária destacou o conjunto de ações planejadas para ampliar a oferta de vagas escolares na região. “Aqui em Arniqueira, nós temos essa entrega e também um Centro de Educação da Primeira Infância. Além disso, há três projetos de novas construções em andamento em Águas Claras, que é muito próxima. São várias escolas sendo entregues e planejadas para essa região, que segue em crescimento e demanda novas unidades”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A gestora ressaltou ainda que os estudos em andamento consideram o perfil e as necessidades específicas da população local. “Temos áreas já destinadas a equipamentos públicos e estamos avaliando a melhor utilização desses espaços. A depender da demanda, podem ser implantadas diferentes tipologias de unidades, como centros de línguas ou novas escolas. Tudo isso está sendo planejado para atender Arniqueira, Areal e Águas Claras de forma integrada”, completou Hélvia. A Secretaria de Educação (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (SIAE), já realiza a licitação do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) da Praça Tiziu, em Águas Claras. Além dessa obra, uma Escola Classe (EC) está prevista para a Avenida Parque Águas Claras, e um Centro Educacional (CED) é planejado para as proximidades da Praça Perdiz. Ambos estão em fase de atualização da documentação para a abertura das licitações. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "São várias escolas sendo entregues e planejadas para essa região, que segue em crescimento e demanda novas unidades" Novas obras e integração urbana Para a administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, a entrega da unidade representa um marco para a comunidade. “Esse é o maior equipamento público que estamos recebendo na região. Vai beneficiar diretamente toda a região administrativa, que hoje não conta com uma escola desse porte”, destacou. Telma Rufino ressaltou ainda a importância da integração viária para garantir acesso aos novos serviços. “Está sendo construída uma via que vai ligar diferentes pontos da região e facilitar o deslocamento até esses equipamentos públicos. Além disso, há previsão de terminal rodoviário, unidade de saúde e outros serviços essenciais”, acrescentou. O secretário-executivo de Obras, Erinaldo Sales, reforçou que os investimentos são resultado de um esforço conjunto entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. “É um trabalho integrado entre Administração Regional, Secretaria de Obras e Infraestrutura e Secretaria de Educação para garantir infraestrutura completa a uma cidade que cresce rapidamente”, pontuou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Um hospital, a Escola Técnica e duas unidades básicas de saúde novinhos em folha para Brazlândia

  Fundada em 1933, Brazlândia construiu uma identidade cultural sólida e, a partir de 2019, passou a integrar o cronograma de grandes obras do Governo do Distrito Federal (GDF). A realidade marcada por uma infraestrutura defasada deu lugar a rodovias reformadas e equipamentos públicos modernos. Com investimento de R$ 11 milhões, a reconstrução asfáltica de 7,6 quilômetros da DF-180, no trecho do Garrafão, beneficia diariamente 30 mil motoristas. O serviço de pavimentação e recapeamento também ocorreu em vias estratégicas como DF-001, DF-435 e DF-451, facilitando o acesso entre a cidade e as regiões vizinhas. Os avanços são vistos diretamente no bem-estar do cidadão. Na área urbana, a construção de mais de 11 mil metros de calçadas garante segurança ao pedestre, enquanto a reforma da Rodoviária de Brazlândia leva conforto aos passageiros após cinco décadas sem intervenções estruturais. Na saúde, o Hospital Regional Brazlândia (HRBr) recebeu mais de R$ 20 milhões para obras na maternidade e no pronto socorro. O GDF também construiu as unidades básicas de saúde do Incra 8 e da Chapadinhas, o que fortaleceu a atenção primária e ampliou o acesso da população a serviços públicos de saúde. Igualmente a educação foi beneficiada. Com a inauguração da primeira Escola Técnica da cidade, Brazlândia se consolida como um polo de oportunidades para a população.  

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Servidoras da educação pública do DF ocupam dois terços dos cargos de liderança na rede

No Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo (8), histórias de dedicação ajudam a mostrar a força da presença feminina na rede pública de ensino do Distrito Federal. Na Secretaria de Educação (SEEDF), mulheres são maioria entre os profissionais e também ocupam grande parte dos cargos de liderança. Conheça histórias de profissionais como Josicleide da Silva, que contribui diariamente para o cuidado com o ambiente escolar, e da supervisora pedagógica Fernanda Lopes Fernandes, que há mais de duas décadas atua na formação de estudantes. Organização e limpeza A pernambucana Josicleide chegou a Brasília ainda criança, com apenas 3 anos, acompanhando a família em busca de melhores oportunidades. Ela construiu sua vida no Distrito Federal, onde estudou em escola pública e criou o filho, atualmente com 29 anos. Hoje com 47 anos, Josicleide atua como auxiliar de serviços gerais na Escola Classe (EC) 314 Sul e destaca o orgulho que sente em contribuir para o ambiente escolar. Para a moradora do Sol Nascente, o cuidado com o espaço também faz parte do processo educativo. A auxiliar de serviços gerais Josicleide da Silva é uma das responsáveis pela limpeza da Escola Classe (EC) 314 Sul: "Eu tenho muito orgulho do meu trabalho. As crianças chegam, veem tudo organizado, limpinho, e isso faz diferença" | Foto: Mary Leal/SEEDF “Eu tenho muito orgulho do meu trabalho. A gente sabe que a limpeza da escola é importante para que os alunos se sintam bem e acolhidos. As crianças chegam, veem tudo organizado, limpinho, e isso faz diferença. Para mim também é muito especial estar ali todos os dias. No ano passado, eu perdi meu esposo, e o carinho das crianças e o apoio da escola me ajudaram muito a seguir em frente.” Josicleide também explica que, apesar das dificuldades que muitas mulheres enfrentam ao longo da vida, é possível seguir em frente com coragem e determinação. Ela finaliza homenageando suas colegas de trabalho Stefani Graf de Jesus, Raimunda Almeida da Silva e Celma Lopes dos Santos. [LEIA_TAMBEM]“A mulher, às vezes, pensa que não vai conseguir superar as dificuldades da vida, mas consegue, sim. Quero que todas as mulheres acreditem em si mesmas, em especial as minhas colegas de trabalho. Que vocês sejam guerreiras e consigam vencer todos os obstáculos da vida! Feliz Dia das Mulheres!” Presença feminina na rede A secretaria conta atualmente com um quadro de 22.431 servidoras em atividade, o que representa 68,51% do total de profissionais da rede, que somam 32.742 servidores. A presença feminina também é predominante nos cargos de liderança. Dos 4.474 cargos comissionados existentes na secretaria, 2.977 são ocupados por mulheres, o equivalente a 66,54% das funções. A maior concentração feminina está em cargos como supervisão, vice-direção, direção e chefia de secretaria — funções diretamente ligadas à organização pedagógica e administrativa das unidades escolares. Entre os cargos comissionados ocupados por mulheres, destacam-se 1.231 supervisoras, 488 vice-diretoras, 479 diretoras e 438 chefes de secretaria, além de outras posições de gestão, como assessoras, gerentes e coordenadoras regionais. Arte: SEEDF Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a presença feminina é fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da rede pública de ensino. “A educação pública do Distrito Federal é construída diariamente pelo trabalho e pela dedicação de milhares de mulheres que atuam nas escolas e nas unidades administrativas. São profissionais que contribuem para garantir um ambiente acolhedor e uma educação de qualidade para nossos estudantes.” Um feito histórico para a educação no DF foi a nomeação da secretária Hélvia Paranaguá, na segunda-feira (2), para a presidência do Conselho Nacional de Educação. A conquista, justamente no início desse novo ciclo, reforça o papel do DF no cenário educacional brasileiro e amplia sua participação nas decisões que impactam diretamente as políticas públicas da área, destacando, mais uma vez, a presença e a liderança feminina em cargos de gestão. Paixão por ensinar Outra história que representa a presença feminina na educação pública é a da supervisora pedagógica Fernanda. Com 23 anos dedicados à educação, sendo dez deles na SEEDF, ela construiu sua trajetória movida pela paixão de ensinar. Formada em pedagogia e com início no magistério, a profissional conta que o interesse pela área surgiu ainda na infância, quando já demonstrava afinidade com o universo das crianças. Embora esteja fora da sala de aula há cerca de três anos, ela lembra com carinho da convivência diária com os estudantes: “Eu sempre fui apaixonada por crianças. Fiz magistério e depois segui para a Pedagogia, e esse caminho foi se confirmando ao longo da minha trajetória. O contato com os alunos é muito gratificante, porque acompanhamos o crescimento deles”. A supervisora pedagógica Fernanda Lopes Fernandes construiu sua trajetória na educação movida pela paixão de ensinar Para a servidora, a forte presença feminina na educação tem raízes históricas e culturais. “A presença majoritária de mulheres na educação, principalmente nas séries iniciais, tem muito de histórico e cultural. Durante muito tempo, a professora foi associada ao papel de cuidadora, algo próximo da figura da ‘tia’. Muitas mulheres entraram na área ainda na época do magistério, quando nem era exigido o ensino superior, e essa característica acabou mantendo-se ao longo dos anos.” A educadora também falou sobre os desafios da educação, que fazem parte da rotina nas escolas. “Um dos grandes desafios hoje é que muitas famílias acabam terceirizando para a escola responsabilidades que antes eram mais presentes dentro de casa, como ensinar valores, respeito e convivência. Isso torna o trabalho ainda mais complexo, porque além de ensinar os conteúdos, também precisamos educar para a vida.” Mesmo diante das dificuldades, Fernanda afirma que a motivação continua sendo o impacto da educação na vida dos estudantes. “O que me motiva todos os dias é saber que estamos ajudando a formar pessoas. A educação tem esse poder de transformar vidas, e acompanhar o desenvolvimento das crianças é algo que dá sentido ao nosso trabalho”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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R$ 211 milhões para mudar a saúde, a educação e o lazer de quem vive em Samambaia

  Criada em 1989 para abrigar famílias vindas de áreas ocupadas irregularmente, Samambaia tornou-se a 12ª região administrativa do Distrito Federal e hoje é a segunda mais populosa, com cerca de 227 mil habitantes. Desde 2019, diversas ações têm transformado o cotidiano da população. Na educação, por exemplo, mais de R$ 65 milhões foram investidos na construção de cinco centros de educação da primeira infância (Cepis) e na reforma de unidades de ensino. A Escola Classe 425 é uma delas. Conhecida durante anos como Escola de Lata, por causa da estrutura improvisada que não atendia às necessidades dos estudantes, a unidade foi reconstruída do zero, com investimento de R$ 14 milhões, oferecendo espaços adequados e seguros para o aprendizado. Já a Escola Classe 408 passou por reforma completa, garantindo condições modernas para receber mais de 1.500 alunos. [LEIA_TAMBEM]As ruas e os espaços públicos também receberam atenção. Mais de 17 quilômetros de calçadas foram construídos ou reconstruídos, e a cidade passou a contar com três campos sintéticos, 14 quadras, duas praças, 34 parquinhos e áreas dedicadas a pets. Um novo Restaurante Comunitário começou a funcionar, servindo diariamente mais de 5 mil refeições, com aporte de R$ 7,5 milhões. Na saúde, a UBS 11 oferece atendimento médico e odontológico para mais de 14 mil moradores, após investimento de R$ 3,2 milhões. Além disso, quase 40% dos postes receberam lâmpadas de LED, garantindo economia de energia e mais segurança. A expansão da Linha 1 do Metrô, com investimento de quase R$ 350 milhões, já começou e vai incluir duas novas estações, facilitando o deslocamento da população para outras regiões do DF.

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Com investimento de R$ 14,1 milhões, CEF 01 do Jardins Mangueiral é inaugurado

O governador Ibaneis Rocha inaugurou, nesta terça-feira (24), o Centro de Ensino Fundamental 01 do Jardins Mangueiral. Trata-se da terceira unidade educacional entregue à região nesta gestão do Governo do Distrito Federal (GDF), que já construiu e colocou em funcionamento o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral e o Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) Flor do Cerrado. A nova escola amplia a rede pública no Jardim Botânico e oferece estrutura moderna, planejada para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento pedagógico dos estudantes. Com 20 salas de aula distribuídas em três pavimentos, o CEF 01 do Jardins Mangueiral foi inaugurado nesta terça (24) Segundo o chefe do Executivo, a unidade chega para resolver em definitivo um problema antigo de falta de equipamentos públicos na região. “Essa é uma escola que conta com uma estrutura totalmente recente, com um projeto muito bem feito, que vai atender a uma demanda da região que era muito importante. Todos os alunos eram transportados para as mais diversas escolas do DF porque quem construiu o bairro esqueceu que precisava de unidade de ensino. Agora está aí, entregue para a comunidade, e em breve teremos mais uma escola também a ser inaugurada”, afirmou Ibaneis Rocha. Com 20 salas de aula distribuídas em três pavimentos, a escola tem capacidade para atender até 700 alunos por turno. A unidade conta com 5.098,44 m² de área construída e recebeu investimento total de R$ 14.125.856,84. O espaço dispõe de sala de artes cênicas, sala de música, sala de leitura, sala de artes plásticas, sala multiúso, sala multimídia, grêmio estudantil, salas de apoio pedagógico, cozinha industrial e refeitório, vestiários e sanitários, salas administrativas, pátio coberto e laboratórios. Também conta com paraciclos, parquinho infantil e quadra poliesportiva coberta. “A inauguração do CEF 01 reafirma o nosso compromisso em levar escolas públicas de qualidade para todas as crianças do Distrito Federal, garantindo mais que o direito à educação, mas a um futuro melhor”, declarou a vice-governadora Celina Leão. Ibaneis Rocha: "Essa é uma escola que conta com uma estrutura totalmente recente, com um projeto muito bem feito, que vai atender a uma demanda da região que era muito importante" Estrutura para ensino e aprendizagem O CEF 01 foi projetado para oferecer ambientes amplos, seguros e preparados para o desenvolvimento educacional, contribuindo para melhores condições de ensino e aprendizagem na região do Jardins Mangueiral. Sobre os diferenciais, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou a proposta pedagógica dos espaços. “É uma escola com auditório, sala de artes, espaços diversificados e até área para o grêmio estudantil. Veio com uma proposta diferente para uma região que aguardava muito por essa entrega”, afirmou. De acordo com a secretária, o Mangueiral já conta com unidades que atendem dos anos iniciais ao ensino médio. Ela lembrou que, antes das construções, todos os estudantes do Mangueiral precisavam de transporte escolar para unidades no Jardim Botânico, Lago Norte e São Sebastião. “Era um transtorno grande para as famílias. Quando o bairro foi planejado, essas estruturas estavam previstas, mas só agora saíram do papel. Hoje, as crianças entram na creche e podem concluir o ensino médio aqui mesmo”, destacou. Quem aprovou a escola nova foram os estudantes Mariana Carvalho, de 11 anos, e Arthur Corado, de 10. Alunos do sexto ano, antes eles precisavam de transporte escolar para ir às aulas, mas essa realidade mudou. “Eu estou gostando bastante dos professores. Além de tudo, a escola é muito boa e o lanche é ótimo. Antes eu pegava ônibus para ir para a escola, era uma meia hora para ir. Agora já não preciso mais disso porque fica perto da minha casa. Eu também amei que tem ar-condicionado, a gente não passa mais calor”, elogiou Mariana. Já para Arthur, o grande ganho veio nos minutos de sono a mais conquistados com a escola próxima de casa. “Eu estudava na Asa Norte. Era muito longe para mim. Tinha dia que meu pai não conseguia me buscar, eu voltava com minha mãe e a gente pegava dois ônibus. Agora eu venho de bike, andando, e consigo dormir até um pouco mais tarde também”, comentou. A nova escola tem capacidade para atender até 700 alunos por turno, em ambientes amplos, seguros e preparados para o desenvolvimento educacional Ampliação da rede A nova unidade integra o conjunto de ações do GDF voltadas ao fortalecimento da infraestrutura educacional, com construção de escolas, ampliação de vagas e melhoria das condições de ensino em diversas regiões do Distrito Federal. Entre as obras entregues no Jardins Mangueiral está o primeiro Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) Flor do Cerrado, localizado na Praça de Atividades, com capacidade para atender 188 crianças de 4 meses a 4 anos em tempo integral. Para viabilizar o projeto, foram investidos mais de R$ 7,3 milhões. O governo também destinou mais de R$ 15,3 milhões para a construção do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, a primeira instituição de ensino erguida do zero para a comunidade local, que hoje ultrapassa 20 mil habitantes. Com estrutura instalada em um terreno de quase 6 mil m², a unidade tem capacidade para atender até 1,2 mil estudantes. Para o governador, a entrega reforça o planejamento para o futuro da educação. “Educação é prioridade. Cada nova escola entregue significa mais oportunidades e melhores perspectivas para nossas crianças e jovens”, concluiu.

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Banda do CEF 11 do Gama projeta Distrito Federal no cenário musical escolar

A Banda Musical Luiz Antônio Fermiano, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 do Gama, brilhou no XXXII Campeonato Nacional de Bandas e Fanfarras, realizado no último sábado (29), em Macaé, no Rio de Janeiro (RJ). O grupo garantiu o primeiro lugar na categoria Banda Musical de Marcha Infantil, superando delegações de todo o país. O evento reuniu músicos de 14 estados e 53 municípios, atraindo um público superior a 8 mil pessoas, que acompanhou de perto a performance da banda gamense — a grande campeã nacional. Além do título principal, a Banda Luiz Antônio Fermiano se destacou nas subcategorias Banda de Música, Banda de Concerto e Pelotão de Bandeiras, ampliando ainda mais o reconhecimento do CEF 11 como uma das instituições de maior destaque do país no cenário de bandas escolares. Os alunos do CEF 11 do Gama garantiram o primeiro lugar na categoria Banda Musical de Marcha Infantil, superando delegações de todo o país | Foto: Leila dos Santos/SEEDF Projeto de musicalização transforma estudantes A banda é fruto do projeto musical do CEF 11, iniciado em 1999 pelo então diretor Luiz Antônio Fermiano — que empresta seu nome ao grupo. O que começou como uma fanfarra, apenas com percussão, evoluiu ao longo dos anos para uma banda musical completa, atualmente com cerca de 65 integrantes. Todos os estudantes do 6º ao 9º ano passam por um período de musicalização no contraturno escolar. Nessa etapa, aprendem história da música, leitura de partituras e iniciam os estudos com flauta doce. Posteriormente, cada aluno escolhe o instrumento que deseja tocar e pode integrar a banda. O projeto desperta tanto entusiasmo que ex-alunos, já no ensino médio, retornam à escola para continuar participando das atividades musicais. "É um projeto que deu certo e continua dando certo. Temos muito orgulho desse resultado, fruto de muito trabalho, dedicação e do apoio das famílias que confiam na escola" Leila Rodrigues, diretora do CEF 11 Parceiros fundamentais para a conquista A diretora do CEF 11, Leila Rodrigues dos Santos, celebrou o resultado e destacou o apoio institucional recebido. “Competimos com os melhores do país e estamos levando três troféus para nossa escola. Estamos muito orgulhosos com este título, que confirmou a força do nosso projeto”, afirmou. Leila ressaltou ainda o papel de parceiros essenciais para a participação no campeonato. “Não teríamos chegado até aqui sem o apoio do secretário-executivo de Educação do DF, Isaías Aparecido, que nos incentivou durante todo o ano, inclusive na aquisição dos novos uniformes da banda. O coordenador regional de ensino do Gama, professor Dalvani Zimmermann, também foi fundamental para esta conquista”, declarou a diretora. Próximo desafio: Sul-Americano Com a pontuação obtida no nacional, a banda já está classificada para o Campeonato Sul-Americano de Bandas e Fanfarras. O local da competição ainda está sendo definido entre Chile e Argentina, mas a escola já trabalha na preparação para esse novo desafio internacional. [LEIA_TAMBEM]“É um projeto que deu certo e continua dando certo. Temos muito orgulho desse resultado, fruto de muito trabalho, dedicação e do apoio das famílias que confiam na escola”, concluiu Leila Rodrigues. Os resultados do campeonato foram anunciados no mesmo dia das apresentações. A programação continuou no domingo (30) com as categorias seniores, das quais o CEF 11 não participa. O feito colocou o Gama em destaque nacionalmente e reforça a relevância da educação musical como ferramenta de transformação social, formação integral e disciplina para crianças e jovens da rede pública de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Projeto Letramento Racial completa um ano levando debate e práticas antirracistas a mais de 5 mil pessoas em todo o DF

Novembro é o Mês da Consciência Negra, período dedicado à reflexão e ao fortalecimento das ações de combate ao racismo e de valorização da cultura afro-brasileira. Mas, para a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o enfrentamento ao racismo é uma pauta permanente. Projeto Letramento Racial tem foco na abordagem às dimensões do racismo estrutural | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Este ano, a pasta — responsável por coordenar políticas públicas de promoção da igualdade racial — tem intensificado as ações de conscientização e formação sobre o tema. Entre as iniciativas de maior alcance está o projeto Letramento Racial, desenvolvido pela Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir), que completa um ano de existência justamente neste mês. A ação aborda o racismo estrutural em suas múltiplas dimensões — como o racismo institucional, algorítmico e o colorismo —, estimulando a reflexão e o desenvolvimento de práticas antirracistas no dia a dia. Por meio de oficinas, palestras e formações interativas, o projeto já alcançou mais de 5 mil pessoas em mais de 50 ações educativas em órgãos públicos, empresas privadas, escolas e estabelecimentos comerciais. Bons resultados O vigilante Gilvan Rocha participou do curso: “Graças a esse aprendizado, agora tenho condições de identificar atitudes racistas no meu ambiente de trabalho”  O vigilante Gilvan Rocha, colaborador de um centro empresarial há mais de sete anos, define a experiência como transformadora: “Graças a esse aprendizado, agora tenho condições de identificar atitudes racistas no meu ambiente de trabalho. O tratamento com o público será de muito mais respeito e empatia.” “Por meio da educação, do diálogo e da escuta ativa, buscamos consolidar uma gestão que reconheça as desigualdades raciais e promova ações efetivas para superá-las”  Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A formação também tem sido bem-recebida por educadores da rede pública de ensino, que reconhecem a importância do tema na construção de espaços escolares mais inclusivos. “Esse curso é fundamental para ampliar nossa consciência e transformar nossa prática em sala de aula”, valoriza a professora Tatiana Brasileiro, supervisora pedagógica do CED 4. “Entender o racismo estrutural e saber como enfrentá-lo é um passo essencial para promover um ambiente mais acolhedor, respeitoso e representativo para todos os alunos.” O letramento racial começou atuando em órgãos públicos do Distrito Federal e da União, como o Senado Federal, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Casa Civil, e logo se expandiu para escolas públicas e privadas, o sistema socioeducativo, além de espaços culturais, esportivos e empresariais. As ações envolvem profissionais das áreas de saúde, segurança, recursos humanos, conservação, alimentação e atendimento, ampliando o alcance e o impacto social da iniciativa. Escuta ativa [LEIA_TAMBEM]“O racismo ainda é uma realidade que precisa ser enfrentada com políticas públicas contínuas e comprometidas”, enfatiza a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Por meio da educação, do diálogo e da escuta ativa, buscamos consolidar uma gestão que reconheça as desigualdades raciais e promova ações efetivas para superá-las.”  O subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, Juvenal Araújo, reforça que o projeto tem um papel essencial na construção de uma cultura de respeito e equidade: “O Letramento Racial é uma ferramenta transformadora, que provoca reflexão e conscientização. Nosso objetivo é fazer com que cada participante se torne um multiplicador do enfrentamento ao racismo, contribuindo para ambientes mais justos e inclusivos.” *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Delegação do DF desembarca em Uberlândia para a segunda etapa dos Jogos Escolares Brasileiros

A delegação do Distrito Federal desembarcou em Uberlândia (MG), nesta terça-feira (14), para a segunda etapa dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025. Composta por 88 estudantes-atletas e suas equipes técnicas, a comitiva participará de competições nas modalidades de atletismo, judô, ginástica rítmica, taekwondo e ciclismo. O grupo foi recepcionado no aeroporto por dirigentes da Secretaria de Educação (SEEDF) e seguiu para o Castelli Hall, centro esportivo do evento. “A viagem foi muito tranquila, extremamente rápida, e a conexão também correu bem. Estou bem animado para essa competição, pois venho me preparando desde janeiro, e minhas expectativas para este campeonato são altas”, contou Apolo Pereira, 13 anos, estudante do Colégio Vitória Régia e atleta de judô. Em Uberlândia, os atletas puderam aproveitar o Fun Zone, espaço de socialização criado para promover a integração e a troca cultural | Foto: João Pedro Eliseu/SEEDF Após a chegada, os estudantes seguiram para o centro de convivência do evento, onde finalizaram o credenciamento e almoçaram. Em seguida, puderam aproveitar o Fun Zone, espaço de socialização criado para promover a integração e a troca cultural entre os participantes. Com apresentações musicais e atividades interativas, o ambiente foi preparado para oferecer momentos de descontração e acolhimento. No local, os alunos podem jogar totó e pingue-pongue, interagir com atrações no palco e deixar mensagens em um grande mural coletivo, fortalecendo laços e o espírito esportivo que marcam os jogos. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Estudante de Ceilândia cruza fronteiras para estudar no exterior pelo Programa Pontes para o Mundo

Um sonho que saiu do papel. Aos 17 anos, Letícia Joana Alves, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia, realizou a primeira viagem internacional antes mesmo de concluir o ensino médio. Ela foi uma das selecionadas do Pontes para o Mundo, programa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que oferece intercâmbio gratuito a estudantes da rede pública. Selecionada pelo programa Pontes para o Mundo, Letícia Joana vive o sonho de aperfeiçoar o inglês no País de Gales | Foto: Divulgação/SEEDF Na véspera do embarque, em 2 de setembro, Letícia mal conseguia dormir. Observava o movimento da rua em frente à casa onde mora, tentando assimilar o que estava prestes a viver. No dia seguinte, deixaria o país para vivenciar uma experiência de três meses no Reino Unido, destino que parecia distante para quem tinha o sonho, mas não os recursos financeiros. “Tudo aconteceu muito rápido. Eu estava sentada na calçada de casa, pensando no meu futuro, e no dia seguinte, embarcando para fora do país”, lembra a estudante. “Aqui no Reino Unido, os alunos têm muita autonomia. Eles tomam decisões, resolvem tudo sozinhos. No Brasil, a gente ainda não tem isso tão forte, mas o potencial é o mesmo”. [LEIA_TAMBEM]A comparação entre os dois mundos fez Letícia perceber o talento presente nas escolas públicas brasileiras e como a desigualdade limita sonhos. “Eu tive amigos com muito potencial, mas que precisaram deixar a escola para trabalhar. Se a gente tivesse a estrutura que tem aqui, de lá sairiam gênios, eu não tenho dúvida. O que me deixa mais feliz é saber que estão investindo na educação pública, e estar aqui, vivendo essa experiência, é a prova viva disso”, declarou. Inspiração de família O olhar maduro de Letícia vem de quem carrega uma história marcada por esforço e inspiração familiar. “Minha irmã faz Nutrição na UnB. Ela entrou pelo PAS, e foi com ela que aprendi o valor do estudo. Meus pais sempre disseram que é a única forma de mudar nossa realidade”, conta. A mãe, a promotora de vendas Marcilene de Lima, enfrentou dores e dificuldades sem deixar de ser exemplo. “Teve uma vez que ela machucou o braço e, mesmo com o atestado, a empresa não a deixou faltar. Ela trabalhou sentindo dor. E me disse: ‘Pra ter uma vida diferente, você tem que estudar’. Isso ficou na minha cabeça”, observa Letícia. Marcilene fala com emoção sobre a trajetória da filha e o orgulho que sente por suas conquistas: “A Letícia sempre foi uma criança muito falante, esperta e curiosa. Desde pequena, sempre se destacou nos estudos, sempre foi muito aplicada. Nossa família é composta por cinco pessoas: eu, meu esposo Jaílson Alves, que é pintor de automóvel, e três filhas. E nós cinco somos muito unidos. Em tudo o que acontece na nossa família, a gente está junto, um dando força para o outro”. A família da estudante: o pai, Jaílson Alves; as irmãs Lívia Michelle e Laura Miriam; a mãe, Marcilene de Lima; e Letícia | Foto: Arquivo pessoal Com a filha vivendo um novo capítulo longe de casa, Marcilene conta que o sentimento é de saudade, mas também de alegria e orgulho. “A gente conversa todos os dias. Está sendo difícil, porque nunca tínhamos nos separado, mas é uma coisa muito boa para ela, um futuro brilhante. É o que ela sempre quis, e a gente sempre deu força. Claro que tem dia que a saudade bate, mas estamos felizes por ela ter conseguido chegar onde chegou.” A estudante falou também sobre as lembranças de Ceilândia e as descobertas no Reino Unido. “Tudo que estou vivendo aqui está me mostrando que a vida pode ser melhor, mas também me dá mais vontade de ajudar a mudar a minha realidade, a realidade da minha família e até da minha cidade”, conta Letícia. “Eu amo a minha cultura. O jeito do brasileiro é único, a empatia, o calor humano, a força”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Arniqueira completa 6 anos com investimento em educação, mobilidade e segurança

Uma das regiões administrativas mais jovens do Quadradinho, Arniqueira completou seis anos na última quarta-feira (1º) e comemora com uma programação cultural gratuita, além de uma série de investimentos deste Governo do Distrito Federal (GDF). São obras de educação, saúde, mobilidade e infraestrutura que beneficiam diariamente mais de 44,7 mil moradores. “É uma cidade que todo mundo já ama e que é ainda mais amada depois do governo Ibaneis Rocha, que trouxe mais qualidade de vida e segurança para a população. Com a criação da região administrativa, nós conseguimos trazer equipamentos públicos para cá”, salienta a administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino. Na área de mobilidade e infraestrutura, houve a ampliação da linha de ônibus 959.2 (zebrinha) e a pavimentação das principais vias da cidade. A Avenida Brasília e a Avenida Principal de Arniqueira foram totalmente reformadas e houve a construção de mais de 6 km de calçadas e outros 19 km de ciclovias, que percorrem a região e conectam a cidades vizinhas. Também ocorreu a instalação de mais de 2 mil lâmpadas de LED, que oferecem maior visibilidade e segurança à população. Está em andamento a reforma da Avenida Vereda da Cruz e a construção da rede de galeria pluvial na descida do Mirante, no SHA 05, com o objetivo de reduzir os impactos das chuvas na região. Na área de mobilidade e infraestrutura, houve a ampliação da linha de ônibus 959.2 (zebrinha) e a pavimentação das principais vias da cidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em educação, destaque para a construção do Centro Educacional de Arniqueira, planejado para atender 1,5 mil estudantes dos ensinos fundamental II e médio da rede pública. O investimento é de cerca de R$ 13 milhões, com execução da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O terreno tem quase 8 mil metros quadrados e está localizado em uma área estratégica, próxima à sede da administração regional e à futura Unidade Básica de Saúde (UBS). Falando em saúde, Arniqueira ganhou a segunda farmácia da Atenção Primária neste mês. O espaço fica localizado na Clínica da Família e foi criado para facilitar o acesso aos medicamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde o início do funcionamento, em 25 de setembro, até esta quinta-feira (2), foram atendidas cerca de 200 receitas de medicamentos em geral. “Isso foi muito importante para nós que moramos aqui, principalmente para a população que mais precisa, e vai sair também agora a licitação da UBS”, revela a administradora regional. Além disso, o primeiro Restaurante Comunitário de Arniqueira foi inaugurado em 2023, com aporte de R$ 4,9 milhões. A unidade, localizada na QS 9, lote 3 do Areal, ao lado do antigo albergue, tem capacidade para servir cerca de 3,6 mil refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço e jantar, todos os dias da semana, tudo por apenas R$ 2. Cidade do coração Embora tenha sido reconhecida oficialmente como região administrativa apenas em 1º de outubro de 2019, Arniqueira tem uma história que remonta a mais de duas décadas. Um dos primeiros moradores da área foi o pedreiro José Heleno Pereira, 55 anos. Ele conta que trabalhou na construção das casas e acompanhou o avanço da comunidade. “Moro aqui desde 2004 e gosto de paixão mesmo, é é um lugar muito bom de se morar. Melhorou da água para o vinho porque antes a gente andava de pé a lama. Hoje tudo é asfaltado, tem iluminação, segurança”, avalia. As melhorias em infraestrutura chamaram a atenção da empresária Maria da Conceição Soares, 38, que escolheu Arniqueira para abrir um novo restaurante em 2019. “Montei o Bistrô Gastronomia por conta do potencial de crescimento que vi na cidade”, afirma ela, que antes morava em Sobradinho. “Nos últimos meses vi que foi melhorado os asfaltos, a nossa praça, o calçamento. Esses investimentos são bons tanto para nossas empresas como para nós, moradores.” A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino: “É uma cidade que todo mundo já ama e que é ainda mais amada depois do governo Ibaneis Rocha, que trouxe mais qualidade de vida e segurança para a população” Conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) Ampliada, Arniqueira concentra 44.774 pessoas, sendo 51,8% do sexo de nascimento feminino. A idade média é de 34,7 anos. A região tem área de 1.335,85 hectares, reunindo o Setor Habitacional Arniqueira, Areal e a Área de Desenvolvimento Econômico (ADE). Programação O aniversário de seis anos de Arniqueira terá uma grande comemoração. Entre esta sexta-feira (3) e domingo (5), ocorre o Circula Cultura, com apresentações e atividades culturais gratuitas em frente à sede da administração regional. Haverá shows de diversos artistas, como a cantora Luciana Luppy e a Banda Forró com Site, além de exposição de artesanatos e bazar, momento cívico, corte de bolo e brinquedos. Veja aqui a programação completa. No sábado (11), haverá uma ação social em parceria com a Polícia Civil em frente à administração regional, a partir das 9h, com emissão da carteira de identidade, corte de cabelo, esportes e mais. O mesmo local será palco de sarau literário no dia 17, às 19h, e de um evento do Outubro Rosa no dia 18, das 9h às 13h, com palestras, café da manhã, orientação jurídica, serviços estéticos, vacinação e aulas de dança. A comemoração finaliza no dia 26 no Parque Areal, com palestras sobre ecologia, brincadeiras infantis e caminhada-mutirão, a partir das 9h.

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