Seminário debate direitos humanos e inclusão na rede pública
Educadores da rede pública de ensino do DF participaram, nesta quinta-feira (28), do IV Seminário de Direitos Humanos e Diversidade: Pluralidade e Inclusão na Educação. Promovido pela Secretaria de Educação (SEEDF), o encontro teve como foco debates sobre inclusão, diversidade e o enfrentamento das violências estruturais no ambiente escolar. Seminário teve como foco o respeito à diversidade e o combate à discriminação em ambiente escolar | Foto: Mary Leal/SEEDF “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso” Iêdes Braga, secretária de Educação interina A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatizou a importância de promover, desde a primeira infância, uma educação baseada no respeito às diferenças e na inclusão. Segundo ela, muitas pessoas cresceram em uma sociedade em que a exclusão era vista como algo comum, e a escola tem papel fundamental na construção de uma nova cultura de convivência e respeito. “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso”, declarou. “A escola tem um papel essencial na formação de cidadãos mais humanos, respeitosos e conscientes. Essas discussões precisam fazer parte do cotidiano das escolas. Temos orientações, cadernos e protocolos disponíveis para apoiar esse trabalho. É importante que os profissionais conheçam esses instrumentos e levem essa pauta para dentro das salas de aula.” Acolhimento no ambiente escolar A primeira mesa-redonda do seminário teve como tema “Violências estruturais e letramentos urgentes na educação: questões de gênero e diversidade na Secretaria de Educação”. O debate destacou a importância do respeito à diversidade e do combate a todas as formas de discriminação e violência no ambiente escolar. “É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações” Rúbia Estefânia da Silva, professora e pesquisadora Participaram da mesa a professora da rede pública de ensino e pesquisadora Rúbia Stefânia Pinto da Silva, que atua em estudos sobre o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes e políticas públicas educacionais, e o professor Leonardo da Cunha Mesquita Café, pesquisador das áreas de gênero, diversidade sexual e educação. Rúbia Stefânia alertou para situações de violência que fazem parte do cotidiano escolar e enfatizou a importância de a comunidade estar preparada para identificar e acolher os estudantes. A docente chamou a atenção para casos de assédio, compartilhamento de conteúdo íntimo, misoginia online, chantagem digital e sofrimento emocional enfrentado por crianças e adolescentes, especialmente meninas. “Essas violências estão dentro das escolas, e precisamos tratar esse assunto com seriedade”, pontuou. “Muitas vezes, os estudantes sofrem calados, têm vergonha e até deixam de frequentar a escola. É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações.” [LEIA_TAMBEM]A professora também defendeu o fortalecimento das equipes escolares para lidar com situações de violência e acolher os estudantes de forma adequada: “Precisamos trabalhar o respeito e enfrentar todos os tipos de violência, inclusive a digital, que hoje faz parte da realidade dos estudantes. A escola não pode se calar diante das denúncias. Como servidores públicos, temos o dever de acolher, ouvir e agir”. Reflexões em sala de aula Leonardo Café ressaltou que trabalhar questões de gênero na escola não significa criar conteúdo fora da realidade dos estudantes, mas promover reflexões no dia a dia escolar. Segundo ele, atitudes simples como combater piadas preconceituosas e incentivar atividades mais inclusivas, ajudam na construção de um ambiente mais respeitoso. “Falar sobre gênero na escola é fazer intervenções quando surgem situações de machismo, homofobia ou preconceito”, afirmou. “Não é inventar algo novo, mas transformar esses momentos em oportunidades de aprendizado e respeito. A escola precisa criar espaços mais inclusivos, onde diferentes vozes, corpos e experiências sejam reconhecidos.” *Com informações da Secretaria de Educação
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Brasília sedia reunião com secretários de Educação de todo o país para discutir ensino público
Brasília tornou-se, nesta segunda-feira (27), o centro das discussões sobre os rumos da educação pública no país com a realização da II Reunião Extraordinária de 2026 do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). O encontro segue até esta terça (28) e reúne gestores estaduais de Educação, representantes do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e de instituições parceiras. A programação do primeiro dia contou com a apresentação dos secretários estaduais de Educação, momento voltado à integração entre os gestores e ao alinhamento das principais pautas do setor. Representando a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), a secretária interina, Iêdes Soares Braga, falou da importância do encontro para a troca de experiências entre as redes de ensino. Iêdes Braga: "Esse é um espaço importante para compartilhar experiências, conhecer boas práticas e fortalecer o trabalho conjunto entre os estados e o Distrito Federal em favor da educação pública" | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF “Esse é um espaço importante para compartilhar experiências, conhecer boas práticas e fortalecer o trabalho conjunto entre os estados e o Distrito Federal em favor da educação pública”, afirmou Iêdes. Fundado em 1986, o Consed é uma associação que reúne as Secretarias de Educação dos estados e do DF. Entre seus principais objetivos estão a integração das redes estaduais de ensino, a colaboração entre as unidades federativas e a participação na construção de políticas nacionais para a educação. Abertura "Esperamos sair daqui com boas ideias para a educação brasileira, com debates importantes sobre temas da atualidade" Socorro Batista, professora A nova presidente do conselho, professora Socorro Batista, destacou a importância do diálogo entre os gestores públicos e da construção conjunta de soluções para os desafios educacionais do país. “Esperamos sair daqui com boas ideias para a educação brasileira, com debates importantes sobre temas da atualidade e que dizem respeito ao sistema de educação do país, como o Plano Nacional de Educação”. Na pauta do primeiro dia, foram discutidos temas como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como instrumento do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); o plano de trabalho do Grupo de Tecnologia do Consed para 2026; e o alinhamento entre os estados com a participação de integrantes do MEC e do Inep. Já nesta terça-feira (28), a agenda será voltada ao aprofundamento das discussões sobre o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e o programa Juros pela Educação. *Com informações da Secretaria de Educação
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Professor da rede pública do DF visita maior acelerador de partículas do mundo na Suíça
Levar o nome da educação pública do Distrito Federal a um dos maiores centros de pesquisa científica do mundo é motivo de orgulho para o professor Felipe Lemos Cabral, do Centro Educacional (CED) do Lago Sul. Escolhido entre mais de 100 candidatos de todo o país, o docente de física participa, na Suíça, de um programa internacional no Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN), instituição que abriga o maior acelerador de partículas do planeta, o Grande Colisor de Hádrons (LHC). A programação começou dia 17 de abril e segue até 27, com sete dias de atividades presenciais. Nesse período, os participantes visitam instalações científicas, acompanham palestras, oficinas práticas e atividades culturais. O professor conheceu de perto o LHC e dois dos principais experimentos em funcionamento no local: o LHCb e o CMS, equipamentos que contribuíram para a descoberta do bóson de Higgs, em 2012, um dos marcos da física moderna. Felipe Lemos Cabral: "entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade" | Foto: Arquivo Pessoal “Foi um momento de muita alegria e expectativa. Também entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade. Acredito que a minha trajetória profissional contribuiu para a seleção, com destaque para a experiência em eventos científicos, atuação em sala de aula nas escolas públicas do DF, gestão escolar e participação no Programa de Escola Intercultural Bilíngue do DF (Pebi)”, afirma Felipe. Para explicar de forma simples o que acontece em um acelerador de partículas, o professor resume que o objetivo é estudar a matéria que forma o universo. “O acelerador de partículas busca entender do que tudo é feito e como funciona. Ele estuda estruturas menores que um átomo, usando altas energias e colisões entre partículas”, explicou. Detector de partículas do CERN, na fronteira entre Suíça e França, integra o Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo e referência em pesquisas científicas | Foto: Divulgação/CERN Educação inovadora A estudante Sara Cerri, de 18 anos, do 3º ano do ensino médio do CED Lago Sul, falou sobre a importância do incentivo oferecido pelo professor Felipe e destacou a paixão dela pela física, área que pretende seguir no futuro. “Sou apaixonada pela disciplina e pretendo estudar essa área no futuro. Gosto de entender o que está acontecendo ao meu redor, como as coisas funcionam e os movimentos do mundo. Também quero agradecer ao professor Felipe, que sempre me incentiva, me ajuda muito e está ao meu lado sempre que preciso.” A aluna Giovanna Rosa, de 17 anos, acredita que a experiência internacional vivida pelo professor Felipe Lemos levará benefícios para toda a escola. Para ela, o contato com novas culturas, ideias e formas de ensino amplia a visão de mundo e fortalece a educação pública. “Essa experiência do professor Felipe vai agregar muito para a escola e para os estudantes, porque ele vai voltar com novos conhecimentos e novas formas de ensinar. Quando a gente tem contato com outras culturas e outras realidades, aprende coisas que talvez nunca conheceria aqui. Eu vivi isso no Reino Unido e sei o quanto essa troca amplia a nossa visão de mundo e inspira novas conquistas pessoais, acadêmicas e profissionais”, afirma ela, que participou da primeira edição do projeto Pontes pelo Mundo. Estudantes do CED do Lago Sul, ao lado do diretor Vitor Rios, celebram a participação de Felipe Lemos Cabral em programa internacional de Física na Suíça | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF. Para o diretor do CED do Lago Sul, Vitor Rios, a participação de Felipe Lemos Cabral no programa internacional reforça o compromisso da escola com uma educação inovadora e conectada com o mundo. Segundo ele, o professor atua na unidade desde 2024, tendo uma boa relação com os estudantes e abertura para novas práticas pedagógicas. “Felipe chegou à escola em 2024 e rapidamente se destacou pelo trabalho com os alunos e pela disposição em buscar novas possibilidades de ensino. Temos certeza de que essa vivência internacional, com contato com professores de vários países e com a Física de ponta, vai enriquecer ainda mais as suas aulas. Aqui, valorizamos metodologias ativas, projetos e o protagonismo estudantil, em que o aluno também pesquisa e constrói conhecimento com a orientação do professor.” Ao retornar ao Brasil, o professor pretende compartilhar o conhecimento com estudantes e colegas da rede pública. “Essa experiência é transformadora. Estou mais preparado para aproximar a pesquisa científica dos meus alunos e mostrar novas possibilidades de carreira e estudo”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Delegação do Uzbequistão visita Centro Educacional 08 do Gama
A Secretaria de Educação (SEEDF) recebeu, na manhã desta terça-feira (7), autoridades educacionais do Uzbequistão, membros do Conselho do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A visita institucional ao Centro Educacional (CED) 08 do Gama integra a programação da 61ª reunião do conselho, realizada em Brasília entre os dias 7 e 10 deste mês, promovida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A agenda teve como objetivo apresentar práticas pedagógicas desenvolvidas na rede pública do Distrito Federal e fortalecer o intercâmbio internacional na área educacional. Durante a visita, o chefe do Instituto Nacional de Excelência Pedagógica do Uzbequistão, Abduvali Ismailov, destacou o interesse em compreender o funcionamento do sistema educacional brasileiro e suas estratégias de melhoria. O CED 08 do Gama recebeu autoridades educacionais do Uzbequistão, integrantes do Conselho do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Estávamos ansiosos para conhecer as iniciativas de uma escola local no Brasil e entender como o país tem desenvolvido suas políticas educacionais, especialmente a partir dos resultados do Pisa. Isso é muito relevante para nós, que somos de um país em rápido desenvolvimento e buscamos aprimorar nossas práticas com base em experiências bem-sucedidas”, afirmou. Ainda segundo o gestor, a evolução do Brasil nos indicadores educacionais chamou a atenção da delegação internacional. “Observamos que, ao longo do tempo, o Brasil utilizou os resultados do Pisa como base para implementar melhorias consistentes no sistema educacional, alcançando avanços importantes. Queremos compreender como novas metodologias e políticas são aplicadas na prática e como isso contribui para a qualidade da educação”, completou. [LEIA_TAMBEM]Projetos inovadores O diretor do CED 08 do Gama, Francisco Valdevino, ressaltou a importância da visita para a valorização da escola pública: “É uma grande honra para o CED 08 receber representantes do Inep e do Instituto Nacional de Educação do Uzbequistão. Este momento reafirma o papel da escola pública como espaço de transformação social e de busca permanente pela excelência”. A unidade escolar tem se consolidado como referência na rede pública do Distrito Federal, com resultados expressivos em avaliações educacionais. “Esse trabalho nos colocou entre as dez melhores escolas do Distrito Federal no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica [Ideb], com uma gestão pedagógica focada em acompanhamento contínuo, uso de dados e intervenções rápidas. Nossas práticas estão alinhadas às competências avaliadas pelo Pisa, priorizando o pensamento crítico e a resolução de problemas”, explicou o diretor. Além dos indicadores, o protagonismo estudantil também se destaca nas conquistas acadêmicas da escola. “Temos estudantes premiados anualmente na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas [Obmep], além de um número expressivo de aprovados na Universidade de Brasília [UnB]. Esses resultados refletem um trabalho coletivo, com professores comprometidos e uma cultura escolar que acredita no potencial de todos os estudantes”, afirmou Valdevino. O diretor do CED 08 do Gama, Francisco Valdevino, ressaltou a importância da visita para a valorização da escola pública: "É uma grande honra para o CED 08" Ensino integral e protagonismo estudantil Com 533 estudantes matriculados no ensino médio, o CED 08 do Gama funciona em regime de educação em tempo integral. A estrutura ampliada permite o desenvolvimento de projetos pedagógicos, científicos e de acolhimento, além de oferecer suporte contínuo à aprendizagem, com foco em avaliações como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A escola também investe em espaços de estudo e iniciativas voltadas para o bem-estar dos estudantes, fortalecendo um ambiente que estimula tanto o desempenho acadêmico quanto o protagonismo juvenil. No último ano, a escola conquistou o bicampeonato no Circuito de Ciências da SEEDF, com o projeto de extração de citronela voltado para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A iniciativa envolveu o cultivo da planta, a extração de óleos essenciais com materiais de baixo custo e a produção de soluções acessíveis para a comunidade. “A gente percebeu a gravidade dos casos de dengue no Distrito Federal e quis desenvolver algo que pudesse ajudar a diminuir esse problema. Foi assim que surgiu o projeto com a citronela, pensando em soluções acessíveis e de baixo custo, como velas, difusores e outros produtos que ajudam a afastar o mosquito”, explicou a estudante Júlia Damásio, 17 anos, ex-aluna do CED 08 e uma das responsáveis pela iniciativa. As estudantes Júlia Damásio e Cinthya Dourado, do CED 08 e responsáveis pela iniciativa que conquistou o primeiro lugar no circuito distrital de ciências Os pilares da avaliação A ação integrou a agenda institucional da SEEDF, com intermediação da diretora de Avaliação Educacional da pasta, Gizelle Xavier. A gestora destacou o caráter estratégico da iniciativa. “A visita reforça o intercâmbio de experiências e o reconhecimento das práticas pedagógicas desenvolvidas na rede pública do Distrito Federal”, apontou. “Essa troca contribui para o fortalecimento da cooperação entre os países participantes do Pisa e amplia o diálogo internacional na área educacional”. Gizelle explicou que o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes é um estudo comparativo internacional realizado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Diferentemente de avaliações tradicionais, que priorizam a memorização de conteúdos, o exame busca medir o nível de preparo de estudantes de 15 anos para os desafios da vida adulta e da cidadania”, destacou a gestora. A avaliação concentra-se em três áreas principais: leitura, matemática e ciências. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Programa Pontes para o Mundo abre 400 vagas de intercâmbio em inglês, espanhol e francês
Tripulação, preparar para a decolagem! A Secretaria de Educação (SEEDF) publicou, no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (30), o Edital nº 14, referente ao projeto Pontes para o Mundo. A edição de 2026 vai selecionar estudantes do segundo ano do ensino médio regular, da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e dos colégios militares para um intercâmbio internacional. Serão ofertadas 400 vagas, número quatro vezes maior que o da primeira edição do programa. “É uma grande alegria e um imenso orgulho testemunhar mais uma edição desse programa, que tem transformado a educação pública do Distrito Federal e ampliado horizontes para tantos jovens. Iniciamos essa trajetória com 102 estudantes e, neste ano, alcançamos um novo patamar ao proporcionar a 400 alunos uma experiência internacional enriquecedora”, disse a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que ressaltou outras inovações do programa. Em 2025, 102 alunos da rede pública passaram três meses estudando no Reino Unido | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “Avançamos ainda mais ao diversificar as oportunidades, incorporando o francês e o espanhol, e levando nossos estudantes a destinos como Canadá, França e Espanha — experiências que ampliam não apenas o aprendizado acadêmico, mas também a visão de mundo. Levo comigo a convicção de missão cumprida e a profunda satisfação de ver esse projeto crescer, abrir caminhos e conectar nossos jovens a um universo de possibilidades, sonhos e conquistas", completou Hélvia. Os alunos selecionados participarão de intercâmbio com duração de 13 a 16 semanas em países de língua inglesa, espanhola e francesa. Entre os destinos, estão Reino Unido, Canadá, Espanha e França. As inscrições estarão abertas desta terça-feira (31) a 13 de abril e devem ser feitas no site do programa, pelo estudante ou responsável legal. O prazo final, no último dia da inscrição, é até as 22h. Processo seletivo O coordenador do programa, David Nogueira, explicou que a edição de 2026 chega ampliada e mais diversa. “Esta edição traz muitas novidades, pois passamos a contar com a participação de estudantes das escolas militares do DF, como o Tiradentes e o Dom Pedro II, o que é motivo de grande alegria para esses alunos. Outra novidade é o lançamento do site do programa, um espaço completo onde pais e estudantes podem acessar informações, conhecer relatos de participantes da edição anterior e assistir ao documentário produzido pela Secretaria", explicou. [LEIA_TAMBEM]Durante o período no exterior, os alunos terão imersão em instituições educacionais e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades, com atividades realizadas na língua oficial do país de destino. O processo seletivo será dividido em etapas. A primeira consiste na análise documental, de caráter eliminatório e classificatório. Já a segunda etapa será a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras (inglês, espanhol e francês), marcada para 9 e 10 de maio. É importante que os estudantes fiquem atentos ao prazo de inscrição e mantenham o e-mail institucional com o domínio @estudante atualizado, pois é por meio dele que recebem a senha de acesso. Todas as regras, critérios de participação e detalhes do processo seletivo estão disponíveis no edital publicado no DODF. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Programa Carência Zero homenageia servidores da Educação no DF
Servidores da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que atuam no programa Carência Zero foram homenageados em um encontro realizado na quinta-feira (12), em Brazlândia. A iniciativa reconheceu o trabalho das equipes responsáveis por organizar a contratação e a alocação de professores nas escolas da rede pública. Realizado todos os anos, especialmente no período entre o fim de um ano letivo e o início do seguinte, o Carência Zero mobiliza diversas áreas da secretaria para garantir que as escolas iniciem as aulas com docentes em sala. A ação é coordenada pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep) e envolve principalmente a contratação de professores temporários, além de todo o processo administrativo necessário para cadastro e pagamento desses profissionais. Durante o encontro, a secretária de Educação Hélvia Paranaguá destacou o esforço das equipes responsáveis pelo programa e lembrou que, em anos anteriores, era comum que escolas enfrentassem falta de docentes por meses — cenário que começou a mudar com a criação do Carência Zero. “Hoje estamos aqui para celebrar quem trabalha para colocar professor em sala de aula. Houve um tempo em que muitas escolas passavam meses sem professores de algumas disciplinas. Com o Carência Zero, isso começou a mudar. É um trabalho intenso, que envolve muita gente, mas também é muito gratificante saber que os estudantes iniciam o ano letivo com seus professores. Meu sentimento é de gratidão a todos os servidores que fazem parte desse esforço coletivo”, afirmou a gestora. Encontro em Brazlândia homenageou servidores que atuam no programa Carência Zero, responsável por organizar a contratação de professores Trabalho coletivo A iniciativa é coordenada pela Sugep, em parceria com a Diretoria de Servidores Efetivos e Temporários (Diset) e outras áreas da secretaria que contribuem para a execução das atividades. Também participam as Unidades Regionais de Gestão de Pessoas (Unijeps) das 14 coordenações regionais de ensino, responsáveis por apoiar o processo de contratação nas regionais. Outro apoio importante vem dos chamados padrinhos e madrinhas do programa — servidores que atuam temporariamente nas regionais durante o período mais intenso de contratações. Eles ajudam na resolução de demandas e funcionam como ponte entre escolas, regionais e a administração central. [LEIA_TAMBEM]Durante o evento, servidores receberam certificados, troféus e placas de homenagem pelo trabalho realizado ao longo do programa. Também foi exibido um vídeo com registros das atividades desempenhadas pelas equipes durante o processo de contratação e organização dos professores. A programação contou ainda com uma palestra da professora aposentada Robervania Feitosa, atualmente coach, que abordou temas como saúde mental no trabalho e propósito profissional. A atividade incluiu uma dinâmica com os participantes. A assessora especial e webmaster Renata Lima também contribuiu para o funcionamento do programa ao organizar e atualizar a página do Carência Zero no site da SEEDF, onde são publicadas as convocações de professores. “Meu trabalho é manter a página do Carência Zero atualizada com as convocações de professores. Durante esse período, ficamos de prontidão para publicar as informações e ajudar a garantir que as escolas iniciem o ano letivo com docentes em sala de aula”, afirmou. Servidores receberam certificados, troféus e placas de homenagem em reconhecimento ao trabalho realizado ao longo do programa Novo sistema Uma das novidades deste ano foi a implementação do Educa.df, sistema criado dentro da estratégia de transformação digital da Secretaria de Educação. A ferramenta reúne informações de gestão de pessoas e de outras áreas da pasta em um único ambiente digital. A implantação representou um desafio adicional para as equipes envolvidas no programa, mas deve contribuir para tornar os processos mais ágeis e organizados. Atuação permanente O trabalho relacionado ao Carência Zero segue ao longo de todo o ano. Afastamentos, licenças e outras movimentações na rede exigem a convocação constante de novos professores temporários. O coordenador regional de ensino de Sobradinho, Isaac Aguiar de Castro, destacou que o programa é resultado de um esforço coletivo que envolve centenas de servidores. “Coordenar o Carência Zero é um grande desafio, mas também muito gratificante. Conseguimos colocar cerca de 14 mil professores em sala de aula em uma semana, graças ao trabalho de mais de 400 servidores que atuam diariamente para garantir educação de qualidade aos estudantes”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Revista ‘Com Censo Jovem’ abre espaço para artigos da 6ª edição
Estão abertas as submissões de trabalhos para a 6ª edição da revista Com Censo Jovem, publicação que incentiva a produção científica e a socialização de experiências pedagógicas desenvolvidas no contexto da educação básica. Professores e estudantes são convidados a compartilhar pesquisas, projetos e práticas que fortaleçam o conhecimento, a inovação e o protagonismo juvenil nas escolas. Arte: Divulgação/SEEDF “A revista Com Censo Jovem nasceu em 2022 com um propósito muito claro: fortalecer o letramento científico na educação básica e dar visibilidade à produção intelectual dos nossos estudantes, mostrando que a pesquisa nasce da curiosidade, das perguntas feitas em sala de aula e dos projetos desenvolvidos com a orientação dos professores”, resume a editora-chefe da revista, Dapheny Leandro. [LEIA_TAMBEM]Ao relembrar a trajetória das cinco edições já publicadas, ela ressalta o impacto formativo da iniciativa e reforça o convite para a nova chamada: “Mais do que publicar textos, a revista constrói percursos formativos, ensina a pesquisar, argumentar e escrever com rigor; e agora, na sexta edição, reafirma o compromisso com a educação pública, a ciência e o protagonismo juvenil, convidando estudantes e professores a fazerem parte dessa história”. A revista aceita artigos e relatos de experiências de todas as modalidades e etapas da educação básica. Os trabalhos podem ser enviados até 20 de abril, com previsão de publicação em outubro deste ano. As submissões devem ser efetuadas por meio deste site. *Com informações da Secretaria de Educação
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Professores recém-nomeados escolhem escolas onde irão atuar em 2026
Nesta segunda-feira (2), professores efetivos recém-nomeados da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participaram do processo de escolha de carências, definindo as unidades escolares onde irão iniciar as atividades na rede pública. A ação ocorreu na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) e marcou mais uma etapa do ingresso dos três mil docentes nomeados recentemente. Durante o encontro, o secretário de Educação em exercício, Isaias Aparecido, deu as boas-vindas aos novos servidores e ressaltou a importância do momento para a rede pública: “Este é um ato de acolhimento e também de compromisso. Cada professor que chega passa a somar esforços em uma rede que trabalha diariamente para garantir educação pública de qualidade, com dedicação e responsabilidade, contribuindo para o futuro do Distrito Federal.” A escolha dos locais de trabalho faz parte do projeto Carência Zero, que garante professores em sala de aula desde o primeiro dia do ano letivo | Fotos: Mary Leal/ SEEDF A iniciativa faz parte do programa Carência Zero, estratégia da Secretaria de Educação voltada à organização do ano letivo e à garantia de professores em sala de aula desde o primeiro dia. O programa estabelece critérios e prazos padronizados para o suprimento de carências de regência de classe em todas as Coordenações Regionais de Ensino (CREs). Reforço no quadro docente O processo de escolha ocorre após a publicação, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), das nomeações de três mil professores aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. A validade do certame foi prorrogada até julho de 2027, possibilitando novas convocações do cadastro de reserva. A subsecretária de Gestão de Pessoas da SEEDF, Ana Paula Aguiar, destacou o esforço institucional para viabilizar as nomeações e fortalecer o quadro efetivo: “Hoje é um dia muito importante para todos nós. Lutamos muito e foram nomeados três mil professores, que apresentaram a documentação e tomaram posse. Tanto eles quanto nós estamos realizando um desejo antigo de recomposição do quadro com servidores efetivos." Ana Paula Aguiar ressalta a importância da recomposição do quadro efetivo da rede pública: "Tanto eles quanto nós estamos realizando um desejo antigo de recomposição do quadro com servidores efetivos" [LEIA_TAMBEM]Ela explicou que a lotação inicial definida a partir da escolha dos professores é provisória e que, ao final do ano letivo de 2026, os profissionais poderão participar do remanejamento para definição da lotação definitiva. “A lotação inicial é provisória e, ao final do ano letivo de 2026, esses profissionais poderão participar do remanejamento para definir a permanência definitiva. Refizemos todo o planejamento para garantir primeiro o encaminhamento dos efetivos e, a partir do dia seguinte, a alocação dos temporários, sem nenhum tipo de conflito”. Áreas com maior demanda As convocações contemplaram diversas áreas do conhecimento, com destaque para língua portuguesa, atividades, educação física e artes. Também houve nomeações para língua inglesa, biologia, geografia, história, filosofia, física, química, ciências naturais e sociologia, entre outras. A professora de língua portuguesa Julia Silva, que escolheu a CRE do Guará, relatou a experiência de quatro anos como docente temporária e a motivação para a escolha. “Atuei como professora temporária desde 2022, e nos últimos anos trabalhei no Riacho Fundo e no Riacho Fundo II, o que ficava muito distante da minha casa. Por isso, optei pelo Guará, que é mais perto e proporciona uma qualidade de vida melhor, com uma rotina mais tranquila”, destacou. Julia Silva: “Pretendo trabalhar para que os alunos da escola pública tenham a oportunidade de chegar ao ensino superior e de construir um futuro acadêmico e profissional” Julia também ressaltou a satisfação em ingressar como professora efetiva e o compromisso com a formação dos estudantes da rede pública. “Gosto muito de dar aulas e acredito que a Secretaria de Educação é um ótimo lugar para trabalhar. Estou feliz com essa nomeação e com as melhorias na carreira. No ensino médio, pretendo trabalhar para que os alunos da escola pública tenham a oportunidade de chegar ao ensino superior e de construir um futuro acadêmico e profissional”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação
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Educação pública do DF reduz fila de creches e leva alunos ao exterior em 2025
Escolas novas, ampliação de creches, estudantes no exterior e políticas voltadas à permanência escolar marcaram o ano de 2025 da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ao longo do ano, a Secretaria de de Educação do DF (SEEDF) consolidou ações para ampliar o acesso à educação, modernizar a infraestrutura e garantir mais oportunidades a estudantes e famílias. Entre os destaques estão a redução histórica da fila por uma vaga em creche pública, a criação do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo e o lançamento do Cartão Uniforme Escolar, que garante o acesso adequado de todos os estudantes da rede ao kit de sete peças de uniforme e fomenta a economia local. Um dos feitos da Secretaria de Educação em 2025 foi se aproximar mais de zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública | Foto: André Amendoeira/SEEDF Dentro da ampliação das escolas públicas do DF, o Governo do Distrito Federal trabalha desde 2019 para zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública. Em 2025, com a entrega e inauguração oficial de 9 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), com investimento de R$ 80,9 milhões, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 4,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento no próximo ano. "Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social. Quando garantimos uma vaga de qualidade, em tempo integral, estamos oferecendo dignidade para as famílias, segurança para as mães que trabalham e oportunidades iguais desde os primeiros anos de vida”, comemora a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O ensino regular também ganhou novas escolas. Foram concluídas seis unidades escolares, entre construções, reformas e reconstruções, com aporte de R$ 66,1 milhões. A rede recebeu blocos de salas de aula em 24 escolas, por meio de módulos educacionais, somando R$ 35,8 milhões em investimentos. Intercâmbio pelo mundo Ao garantir espaços novos, de qualidade e com segurança para que crianças e jovens estudem e se formem, o GDF aposta em uma formação de qualidade que abre portas no mundo acadêmico e profissional. A SEEDF lançou este ano o programa Pontes para o Mundo, com o objetivo de oferecer experiência internacional de ensino e inovação a estudantes da rede pública. Alunos da rede pública de ensino do DF passaram 17 semanas em intercâmbio em países de língua inglesa, como Inglaterra e Escócia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasíla A seleção ocorreu por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório. O intercâmbio teve duração de 17 semanas, com participação em instituições de países de língua inglesa, como Inglaterra, País de Gales e Escócia. Os intercambistas da primeira edição concluíram a experiência com formatura realizada em novembro, marcando um passo importante na formação acadêmica e cultural. Uniforme para todos [LEIA_TAMBEM]Para fechar o ano, a Secretaria de Educação lançou o Cartão Uniforme Escolar, que vai garantir o acesso a uniformes para estudantes da rede pública e deve beneficiar cerca de 420 mil alunos, com investimento superior a R$ 120 milhões e a confecção de aproximadamente 3 milhões de peças. Cada estudante receberá R$ 282,99, por meio de cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB), para a compra do uniforme em estabelecimentos credenciados. O valor será concedido conforme o número de estudantes vinculados ao mesmo responsável legal. *Com informações da Secretaria de Educação
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Medalha Anísio Teixeira celebra trajetória de 603 profissionais
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) entregou, nesta sexta-feira (14), a Medalha Mérito GDF Educação Anísio Teixeira. O evento, no auditório da Eape, homenageou 603 servidores e os cidadãos por méritos e excepcionais serviços prestados à rede pública de ensino do DF. "A gente precisa mudar uma nação, e não se muda uma nação sem passar pela educação" Celina Leão, vice-governadora A medalha representa a mais alta condecoração do órgão formulador das diretrizes educacionais da capital federal. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, representou o governador Ibaneis Rocha na cerimônia e destacou a importância do reconhecimento. “A medalha prestigia as pessoas que nos ajudam nessa área, que para mim é uma das principais do nosso governo: a educação pública. A gente precisa mudar uma nação, e não se muda uma nação sem passar pela educação. Estamos trabalhando nesse avanço todos os dias, construindo novas escolas, entregando creches, ampliando a nossa rede de atendimento, sempre com foco em educação de excelência e qualidade”, afirmou. A vice-governadora ressaltou, ainda, que o DF conta com os melhores profissionais de educação do Brasil: “Muitas pessoas foram escolhidas porque realmente fizeram a diferença na educação. Cada uma delas tem uma ação específica, uma trajetória, um olhar pela nossa educação pública”. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, enfatizou o legado de Anísio Teixeira. “Essa cerimônia representa o reconhecimento do compromisso e da dedicação de centenas de profissionais que construíram e continuam construindo a educação pública do Distrito Federal. A medalha carrega o nome de um dos maiores educadores brasileiros, responsável por idealizar o sistema educacional de Brasília. Homenagear esses servidores e cidadãos é valorizar quem acredita na transformação pela educação”, declarou. Homenageados A medalha reconhece o compromisso e a dedicação de centenas de profissionais que construíram e continuam construindo a educação pública do DF | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Entre os agraciados, a servidora Natanry Ludovico Lacerda Osório relembrou a participação direta na história da educação da capital. “Minha contribuição começou em 1959, quando fui contratada por Israel Pinheiro e alfabetizei a primeira turma de candanguinhos em Taguatinga. Já em 1960, fui transferida para a escola Caseb, onde fui oficialmente contratada pelo GDF. Tive a honra de alfabetizar a primeira turma de brasilienses na Escola Classe 308, dentro da proposta de ensino integral e educação inclusiva criada por Anísio Teixeira", relatou. [LEIA_TAMBEM]Agraciada com a medalha, Maria Cristina Mendes Gomes Machado, que concluiu o magistério na Escola Normal de Brasília em 1981, ressaltou a emoção especial de receber a medalha na Eape, onde iniciou sua trajetória. Após tomar posse em 1999, trabalhou na Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Samambaia, onde atua há 27 anos, participando de projetos como o Professor Nota 10 e do Programa Nacional de Alimentação Escolar. Atualmente, Cristina atua como coordenadora da Regional e dedicou a medalha a toda a equipe. Sobre a medalha A Medalha Mérito GDF Educação Anísio Teixeira foi instituída por meio do Decreto nº 44.620, de 13 de junho de 2023. A homenagem leva o nome de Anísio Spínola Teixeira, nascido em 12 de julho de 1900, criador e diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP). Com Darcy Ribeiro, idealizou a Universidade de Brasília, sendo reitor até 1964. Implantou o modelo de educação inovadora do Distrito Federal, tendo como destaque o conjunto Escola Parque/Escola Classe, reconhecido pela contribuição para a democratização da educação. Confira o Diário Oficial do Distrito Federal com todos os agraciados desta edição *Com informações da Secretaria de Educação do DF
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Merendeiras de Planaltina mostram ousadia e chegam à semifinal do Sabor de Escola
Um verdadeiro festival de aromas, cores e sabores marcou a etapa da seletiva regional do Sabor de Escola de Planaltina, realizada no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 na quinta (2) e na sexta-feira (3). Entre as 20 competidoras, um dos destaques foi Rosilane Batista dos Santos, merendeira do Centro Educacional (CED) Vale do Amanhecer. Eleita pelos jurados como uma das duas semifinalistas, a cozinheira preparou uma receita que ganhou o nome de Ousada. “Como o nome já diz, eu fui ousada em transformar o cereal, que normalmente é doce, servido com leite, em uma farofa salgada com lombo suíno, molho de queijo, cebola e alho. As crianças adoraram, e isso me deixa muito confiante para a próxima etapa”, contou, animada. Rosilane transformou cereal matinal em farofa salgada para servir com lombo suíno, molho de queijo, cebola e alho | Fotos: Mary Leal/SEEDF Rosilane revelou que a inspiração nasceu justamente da curiosidade em reinventar os alimentos já presentes na merenda escolar. Ao perceber a boa recepção da ideia pelos estudantes, não teve dúvida em levar a receita ao concurso. “Eles sempre me apoiam, gostam muito de mim e eu gosto ainda mais deles. Então, quando vi que deu certo, pensei em ousar. E, graças a Deus, a aceitação foi enorme”, destacou. Outra semifinalista que se emocionou com a conquista foi Mislene Máximo dos Santos Rodrigues, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Cerâmicas Reunidas Dom Bosco. Participando pela primeira vez da disputa, ela encantou o público com o Chilli Escola, prato feito com feijão amassado, carne moída, lombo suíno, molho de tomate, manjericão e queijo muçarela. “Nossa, estou muito feliz com a vitória nessa etapa. É um prato que pode ser servido com arroz, pão ou cuscuz, e as crianças gostam demais”, explicou, sorridente. A inspiração de Mislene veio de uma experiência cheia de significado. “Eu pensei em uma criança muito especial para mim, que é bastante seletiva para comer. E a primeira coisa que ela pede é justamente o chilli. Quando surgiu o concurso, não tive dúvida de que esse prato seria a escolha certa. Ele é saboroso, nutritivo e tem um valor afetivo enorme”, contou a semifinalista. O prato de Mislene Rodrigues, Chilli Escola, leva feijão amassado, carne moída, lombo suíno, molho de tomate, manjericão e queijo mussarela Reconhecimento aos merendeiros A diretora do CEM 01 de Planaltina, Andréia Neves, reforçou a importância de valorizar os merendeiros e destacou a dimensão do trabalho desses profissionais no cotidiano da escola. “Em nossa escola, temos cerca de 3.800 alunos e servimos mais de 10 mil refeições por dia. Muitas vezes, são as únicas refeições que alguns estudantes terão, então cada prato preparado aqui é muito significativo”, frisou a gestora. [LEIA_TAMBEM]O Sabor de Escola é uma competição gastronômica criada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), com o objetivo de valorizar o trabalho das merendeiras e dos merendeiros da rede pública de ensino. A cada edição, o concurso mobiliza as 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs) em etapas locais, depois semifinais e, por fim, a grande final, que define os pratos campeões. “Esse projeto vem para abrilhantar e agradecer, com amor e carinho, o cuidado que os merendeiros têm em alimentar nossas crianças. Hoje elas são as estrelas da festa e merecem ser valorizadas todos os dias”, destacou Andréia. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus, também comemorou o sucesso da etapa regional, marcada pela inovação nos pratos e pelo apoio da comunidade escolar. “A plateia estava vibrante, com alunos vestidos de merendeiros, de avental e gorrinho, prestigiando a disputa. Os pratos estavam lindos, cheios de inovação, com uso de ingredientes frescos da agricultura familiar, hortaliças e temperos que deixam tudo mais colorido e saboroso. É uma verdadeira celebração da nossa alimentação escolar”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Dobradinha brasiliense nos 800 m masculino é destaque durante os Jogos da Juventude
A primeira sexta-feira (12) dos Jogos da Juventude foi marcada por diferentes cores de medalhas para a delegação do Distrito Federal. Estudantes da rede pública de ensino do DF brilharam nas modalidades de atletismo e ginástica artística e conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze. Com as conquistas, o DF soma seis ouros, cinco pratas e três bronzes na competição. Uma das medalhas de ouro é do estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Sobradinho, Josué Natividade, de 17 anos. Josué subiu no lugar mais alto do pódio após o ótimo desempenho nos 800 m. “Foi muito especial para mim. É meu primeiro ouro dos Jogos. Representar o DF aqui, em casa, foi bom demais”, celebrou. A delegação do Distrito Federal conquistou ouro e prata no atletismo na prova dos 800 m masculino | Foto: Victor Bandeira/SEEDF Com confiança e alegria, o vice-campeão nos 800 m, Henrique Alencar, de 17 anos, aluno do Centro Educacional (CED) Darcy Ribeiro, localizado no Paranoá, acumula diversas provas de atletismo no currículo. Antes de entrar para o mundo dos esportes, teve que superar bronquite, asma e pneumonia. Apesar de brasiliense, o atleta foi criado pela avó no interior do Maranhão até os 2 anos de idade e só depois voltou para Brasília. Aos 8 anos, Henrique começou a correr na Maratoninha da Caixa — chegou a ganhar 14 bicicletas com suas conquistas. Quando viu que poderia receber o benefício bolsa-atleta, investiu em treinar de forma mais intensa. O jovem maratonista já sofreu lesões durante as provas, mas mesmo assim, não desistiu. Hoje, ele é bicampeão nacional nos 1.500 m e nos 2.000 m, na categoria sub-18. Henrique Alencar (raia 4), do CED Darcy Ribeiro, se despede do último ano dos Jogos da Juventude Atualmente, Henrique treina no Centro de Atletismo de Sobradinho (Caso), no projeto de João Sena Bonfim, pai do medalhista olímpico da marcha atlética, Caio Bonfim. O jovem atleta é referência em provas longas e com obstáculos, mas ele tem se aventurado em provas mais curtas, nas quais precisa ter mais potência. “A minha primeira medalha nos Jogos da Juventude foi ano passado. Mas este ano, eu criei vergonha na cara e vou fazer as duas provas de fundo, tanto os 800 m, quanto os 3.000 m, eu estou confiante”. Marcha atlética Samuel Costa, do CED 02 do Paranoá está orgulhoso de sua trajetória e afirma que valeu a pena todo o esforço Mais um bronze também foi conquistado no atletismo, nos 5.000 m na marcha atlética, prova em que o DF foi destaque nos Jogos da Juventude 2025. Samuel Costa, de 17 anos, do CED 02 do Paranoá, foi o responsável pela conquista. Ele conta um pouco da rotina dele. “Eu acordo cedo, vou treinar, aí já tenho que tomar banho no estádio e ir pra escola. Depois vou pra academia e, em seguida, para casa". O medalhista de bronze dos Jogos da Juventude 2025 relembra algumas conquistas recentes. “Eu voltei semana passada do campeonato brasileiro sub-20, onde fui bronze, e em julho, fui campeão brasileiro sub-18, em Cuiabá (MT)”. Ouro na ginástica artística O estudante-atleta, José Miranda Pereira, recebeu a medalha de ouro do campeão mundial de ginástica artística, Arthur Zanetti. Ao lado, seu técnico, Carlos Augusto da Silva [LEIA_TAMBEM]Outro destaque da sexta-feira (12) foi o medalhista de ouro na ginástica artística, José Luís Pereira, aluno do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 102 Norte. O estudante-atleta recebeu a medalha do campeão olímpico e mundial nas argolas, Arthur Zanetti. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) tem um papel fundamental na trajetória dos atletas que participam dos Jogos da Juventude 2025, pois oferece estrutura, orientação técnica e incentivo constante para que os estudantes descubram e desenvolvam seus talentos esportivos. Mais do que formar competidores, essas iniciativas fortalecem valores como disciplina, superação e espírito de equipe, contribuindo para a formação integral dos jovens e para o fortalecimento da educação pública no DF. *Com informações da SEEDF
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Escolas do campo do Núcleo Bandeirante celebram projetos de destaque
Em comemoração ao Dia do Campo, celebrado no mês de abril, as escolas do campo da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Núcleo Bandeirante realizaram, na última semana, um evento para celebrar os projetos de destaques de cinco unidades escolares da área rural da região: Escola Classe (EC) Riacho Fundo, EC Agrovila, EC Ipê, EC Kanegae e Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê. Escolas comemoraram o Dia do Campo destacando o aprendizado da vida rural | Foto: Bruno Grossi/SEEDF Com atividades ao longo da manhã e da tarde, a programação integrou formação pedagógica, apresentações culturais e troca de experiências entre profissionais da educação rural. “Nosso principal objetivo é mostrar para a criança a valorização do campo, da natureza e como tirar os recursos dela com respeito e cuidado”, afirmou a diretora da EC Riacho Fundo, Etyenne de Souto. A escola promove o empreendedorismo sustentável, com os alunos produzindo itens a partir dos recursos naturais locais, como repelentes, sabonetes e velas, vendidos a preços simbólicos. Além de promover a troca de experiências entre os profissionais, o evento busca conectar as crianças do meio urbano às realidades e riquezas do campo. “O que a gente mostra é que aquilo que elas fazem lá, como jogar um papel no chão, acaba atingindo a natureza aqui, não tão distante”, explicou a diretora. Os projetos da escola também contemplam atividades voltadas para estudantes com transtorno do espectro autista (TEA), por meio de aulas de culinária que utilizam ingredientes colhidos na horta da escola. Entre as produções, estão em destaque o bolo de capim-santo e a geleia de amora feita com frutas colhidas no próprio quintal da unidade. [LEIA_TAMBEM]Com atividades realizadas em meio à natureza, os alunos participaram de todas as etapas do processo. “Eles tiveram contato direto com a natureza, colheram a amora no pé, experimentaram e produziram a geleia — ver esse resultado foi delicioso para eles, tanto pelo paladar quanto pela vivência”, descreveu a professora Gabrielly Oliveira, que atua com turmas da classe especial TEA. Socialização Toda sexta-feira, as classes especiais da escola se reúnem para preparar uma receita, criando um momento coletivo e acolhedor entre estudantes com diferentes necessidades educacionais. “Esse projeto contribui para o desenvolvimento socioemocional e para a socialização, além de ajudar na seletividade alimentar, porque eles mesmos produzem os alimentos e depois experimentam o que fizeram com as próprias mãos”, explicou Gabrielly Formação e memória Instituído pela portaria nº 419/2018 da Secretaria de Educação (SEEDF), o Dia do Campo é uma política pública voltada à valorização da educação do trabalho pedagógico nas escolas rurais, fortalecendo os princípios e matrizes que orientam essa modalidade de ensino. Além disso, o encontro amplia os espaços de formação continuada para docentes e promove o diálogo regionalizado entre as unidades escolares. A diretora do CED Vargem Bonita, Renata Cardoso, falou sobre os projetos mais recentes desenvolvidos em sua região. A escola está inserida em uma área de camponeses, onde há muitas chácaras, e os alunos vivem essa realidade no dia a dia. A comunidade escolar é composta majoritariamente por descendentes de imigrantes japoneses que formaram uma das primeiras colônias agrícolas do DF, o que reforça os vínculos com a terra e o cultivo. Renata destacou a implantação de um sistema de agrofloresta, que alia reflorestamento e produção de alimentos de forma sustentável, com participação dos estudantes. “Há cerca de dois anos começamos a agrofloresta na escola, e os alunos participam do plantio à colheita — contribuindo inclusive com a merenda escolar”, contou. Segundo ela, todas as ações pedagógicas estão voltadas ao fortalecimento da sustentabilidade como prática educativa. Valorização do campo O Dia do Campo se consolidou como espaço de integração, pertencimento e valorização da identidade do campo nas práticas escolares. “É um momento de partilha entre educadores e estudantes que vivem realidades específicas, mas igualmente ricas em saberes e experiências que fortalecem a educação pública no campo”, afirmou Simone Soares, gerente de Atenção à Educação do Campo da SEEDF. A gestora explicou que a Educação do Campo é uma modalidade de ensino instituída na legislação nacional desde 2003. Ela nasce a partir das demandas da população que vive nas zonas rurais do Brasil e que reivindica uma educação própria, que leve em conta os povos que vivem a partir do trabalho com a terra. “As escolas do campo são referências em seus territórios, e a relação próxima com a comunidade local gera o contexto do trabalho pedagógico”, pontuou Simone. *Com informações da Secretaria de Educação
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Estrutural ganhará nova escola para atender comunidade e ampliar oferta de vagas
A Secretaria de Educação do Distrito Federal anunciou a abertura de uma licitação para a construção de uma escola moderna e equipada na Vila Estrutural, próxima à Cidade do Automóvel. Com valor previsto de R$ 19.552.099,12, o Centro Educacional será erguido na Quadra 04, AE 02, em um terreno de mais de 10 mil metros quadrados, e visa suprir a demanda da comunidade local por um espaço escolar completo, seguro e adequado para os alunos do Ensino Fundamental. Serão 5.374,78 metros quadrados de área construída em dois pavimentos, incluindo rampas e escadas de fácil acesso | Foto: Divulgação/SEEDF A escola terá um projeto ambicioso: serão 5.374,78 metros quadrados de área construída em dois pavimentos, incluindo rampas e escadas de fácil acesso. A infraestrutura contará com 18 salas de aula, com capacidade para atender 1.200 estudantes nos dois turnos, além de áreas para atividades artísticas e culturais, como sala de música, grêmio estudantil, sala de artes plásticas e um auditório. Para atividades práticas, estão previstos laboratórios e uma sala multimídia, complementados por uma biblioteca ampla e salas de apoio pedagógico, oferecendo um espaço ideal para o desenvolvimento dos estudantes. Estão previstos laboratórios e uma sala multimídia, complementados por uma biblioteca ampla e salas de apoio pedagógico A nova unidade escolar ainda contará com instalações administrativas e um pátio coberto, além de cozinha industrial e refeitório para atender as necessidades alimentares dos estudantes. O projeto contempla vestiários e sanitários bem distribuídos, garantindo comodidade e higiene. Com uma estrutura completa, a escola também será equipada com um sistema de segurança, incluindo cercamento com gradil metálico, proporcionando mais tranquilidade para os estudantes e suas famílias. Segundo a Coordenação Regional de Ensino do Guará, a iniciativa é de grande importância para a Estrutural, uma região com grande demanda por vagas escolares. Com a nova escola, a expectativa é diminuir a necessidade de deslocamento dos estudantes para outras unidades próximas, facilitar o acesso à educação e promover um ambiente escolar estimulante e inclusivo. “Esse projeto atende a uma demanda fundamental da comunidade e representa um avanço significativo para o ensino público local”, declarou a coordenadora, Karine Silva. O edital de licitação já está disponível e, após a contratação de uma empresa de engenharia especializada, as obras devem ter início nos próximos meses. A construção do Centro Educacional promete ser um marco para a Vila Estrutural, beneficiando centenas de alunos e transformando a região com um novo polo educacional. *Com informações da SEEDF
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GDF vai investir R$ 2,2 bilhões a mais na carreira de magistério público até 2026
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 2,2 bilhões a mais na carreira do magistério público até 2026, valor que pode aumentar com novos pedidos da categoria. Esses valores representam a soma de aportes incrementados desde 2022 e incluem desde nomeações até gratificações, reajustes e incorporações aos vencimentos dos profissionais da rede pública de ensino. Cabe lembrar que, desde 2019, foram nomeados 2.521 servidores da carreira Magistério Público, reforçando o compromisso do governo com a educação pública. “Todos os candidatos aprovados no concurso de 2018 foram nomeados, ou seja, o governo zerou o banco de aprovados daquele concurso. Posteriormente, a Secretaria de Educação abriu um novo concurso, homologado em julho de 2023 e, passados seis meses, em 27 de dezembro do mesmo ano, o governador Ibaneis Rocha nomeou 100% das vagas previstas no edital. Agora, o GDF trabalha no cronograma de nomeação de todo o cadastro reserva ainda este ano”, detalha a subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação (Sugep), Ana Paula Aguiar. O impacto financeiro na carreira com os pleitos atendidos terá um aumento superior a 1.700% levando em consideração o período entre 2022 a 2026. Há dois anos, o valor incrementado ao total de investimento foi de R$ 52.560.031,57 e subiu para R$ 135.824.893,40 em 2023. Para este ano, a previsão é de mais R$ 466.714.935,06, atingindo R$ 669.605.661,73 em 2025 e R$ 951.196.189,48 em 2026. A soma de investimento no período chega a R$ 2.275.901.711,24. Os valores que o GDF está investindo na carreira do magistério público até 2026 representam a soma de aportes feitos desde 2022 e incluem desde nomeações até gratificações, reajustes e incorporações aos vencimentos dos profissionais da rede pública de ensino | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Esse montante diz respeito a pleitos já atendidos. São eles: – Nomeação de aprovados em concursos públicos (nomeação de 100% das vagas previstas em edital); – Ampliação dos períodos de recessos dos servidores nas escolas, nas regionais de ensino e na sede da pasta; – Isonomia nos percentuais de coordenação pedagógica; – Incorporação da gratificação pedagógica (Gaped e Gase) ao vencimento básico em 6 parcelas de 5% (2 parcelas já incorporadas); – Reajuste geral dos servidores de 18%; – Negociação dos dias parados sem corte de ponto; – Reajuste R$ 250 nas funções gratificadas escolares (diretor, vice-diretor, chefe de secretaria e supervisor), a partir de abril de 2022. Esses valores estavam congelados desde 2014; – Criação da gratificação de atividade de coordenação pedagógica (Gacop) no valor de R$ 300, a partir de abril de 2022; – Incorporação do auxílio-saúde, de R$ 200, ao vencimento dos professores efetivos e temporários; – O auxílio-alimentação dos servidores também foi reajustado, passando de R$ 394,50 para R$ 640, um aumento de 62%. Em uma única nomeação, em março do ano passado, quase 3 mil servidores passaram a integrar o quadro da secretaria. Foi a maior nomeação da história feita em um mesmo ano | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No entanto, há novos pedidos em andamento que devem contar com um investimento de R$ 1.332.159.096,66 entre 2024 e 2026. São eles: – Nomeação do cadastro reserva dos aprovados em concurso público – total de 3.104 professores e 80 orientadores educacionais com previsão de chamamento ainda em 2024; – Pagamento de 1 mês de LPA em pecúnia; – Atestado de acompanhamento para familiar de professor substituto; – Participação do Professor Substituto em 2 dias da Semana Pedagógica antes do início das aulas; – Ampliação de carga horária de 227 Professores e Orientadores Educacionais; – Preparação de novo concurso em andamento na Secretaria de Educação; – Alteração de tabelas salariais – aproximação de tabelas salariais para professores com níveis diferentes; – Consulta junto à Procuradoria-Geral do DF (PGDF) da viabilidade legal e orçamentária de aproveitamento do tempo de serviço como professor substituto no cargo efetivo. Nomeação de PPGE O GDF também nomeou 5.373 servidores para os cargos de apoio administrativo, secretário escolar, monitor e gestor, atualizada para a carreira de Política Pública e Gestão Educacional (PPGE), antiga Assistência à Educação. Em uma única nomeação, em março do ano passado, quase 3 mil servidores foram nomeados. Foi a maior nomeação da história feita em um mesmo ano. Segundo a Secretaria de Educação, o reforço desses profissionais colabora para um melhor ambiente aos professores e alunos. “Quando o governo valoriza e nomeia e recompõe o quadro de monitores e secretários escolares ele também dá qualidade de ensino e isso chega aos professores e estudantes”, acrescenta Ana Paula Aguiar.
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Educação comemora os 35 anos de pioneirismo da Eape
A Subsecretaria de Educação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) celebra esta semana 35 anos de pioneirismo na formação continuada dos profissionais que atuam na educação pública do Distrito Federal. Para comemorar, uma programação especial levará várias atividades aos servidores. Na manhã desta segunda-feira (7), durante a abertura da Semana de Formação Continuada, perante autoridades e cerca de 200 profissionais, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, elogiou o trabalho desenvolvido na instituição. Durante a abertura da semana comemorativa, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, comemorou: “A oferta de cursos pela Eape caminha junto aos anseios da sociedade” | Foto: André Amendoeira/SEE “O profissional da educação precisa constantemente passar por formação, e isso se reflete com os alunos”, declarou a secretária. “A oferta de cursos pela Eape caminha junto aos anseios da sociedade. Hoje temos cursos que ajudam no enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, projetos que trabalham a ética e a cidadania e cursos na área de tecnologia, entre outros. Por isso, a Eape é tão atual e tão importante na Secretaria de Educação.” A escola A Escola de Aperfeiçoamento de Pessoal foi criada em 10 de agosto de 1988, mas teve o nome modificado para Escola de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação (Eape). Ao longo dos 35 anos, a escola de formação continuada tornou-se um símbolo de excelência e compromisso com a educação. [Olho texto=”“A Eape é a única escola em que os próprios professores da rede pública passam por um processo seletivo e são os responsáveis pelas formações de outros profissionais da rede” ” assinatura=”Maria das Graças de Paula Machado, subsecretária de Formação Continuada do DF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Seus cursos articulam-se com as principais políticas públicas da área educacional e, por ano, mais de 100 cursos (com cargas de 60 horas, 90 horas, 120 horas e 180 horas) são oferecidos aos profissionais da rede. A maioria da formação ocorre no formato de ensino híbrido. Desde que foi fundada, a Eape tem se dedicado a oferecer cursos, workshops, palestras e outras iniciativas que visam aperfeiçoar as habilidades pedagógicas dos docentes. Além disso, acompanha as mudanças no campo da educação, adaptando-se às novas tecnologias, metodologias e demandas da sociedade, sempre com o objetivo de promover uma aprendizagem significativa e inclusiva. Aumento da procura A subsecretária de Formação Continuada, Maria das Graças de Paula Machado, destaca que, no início da gestão do governador Ibaneis Rocha, a Eape saiu de um atendimento de 500 cursistas/ano para a média anual de 17 mil. “Até o fim de 2022, foram realizadas 197 ações de formação continuada, e essa formação se reflete na sala de aula”, ressalta a gestora. “Além disso, a Eape é a única escola em que os próprios professores da rede pública passam por um processo seletivo e são os responsáveis pelas formações de outros profissionais da rede.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A equipe de formadores é composta por especialistas, mestres e doutores – como a professora Danielle Reis, que fez mestrado e agora é uma das novas formadoras da Eape no curso de alfabetização, leitura e escrita. “Aqui na Eape, posso compartilhar, como docente, meu conhecimento, porque a qualidade da educação básica parte da formação continuada, então temos que potencializar essa formação para que os professores busquem esse conhecimento e melhorem cada vez mais a sua prática”, afirma Danielle. Veja a programação completa da semana comemorativa ao aniversário da Eape. *Com informações da Secretaria de Educação
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Educação ganha o reforço de cerca de três mil servidores
A educação pública do Distrito Federal vai ganhar o reforço de 2.953 servidores. Nesta terça-feira (7), a governadora em exercício Celina Leão assinou a nomeação de 1.861 mil monitores de gestão educacional e de 1.092 aprovados para outras carreiras. O ato ocorreu no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contou com a presença de boa parte dos futuros profissionais da rede. Futuros profissionais da rede pública de ensino do DF lotaram o Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães para participar da solenidade com a governadora em exercício, Celina Leão | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Foram nomeados 1.861 monitores de gestão educacional, 686 secretários escolares, 400 de apoio administrativo, dois de arquivologia, dois de comunicação social e dois de direito e legislação. Já na gestão Ibaneis Rocha, entre 2019 e 2023, foram nomeados 16.769 servidores aprovados em concurso público para cargos efetivos no Governo do Distrito Federal (GDF). Um reforço que vem em boa hora para a pasta que reúne o maior número de profissionais entre todas as secretarias do DF, com mais de 66 mil servidores ativos, inativos, pensionistas e outros. Nas salas de aula, os números também são superlativos, com mais de 475 mil estudantes matriculados. [Olho texto=”“As pessoas com deficiência precisam de um atendimento de qualidade na educação pública, elas precisam de vocês. E, se vocês estão felizes, imagina as mães e familiares desses alunos. A comunidade escolar está muito mais feliz”” assinatura=”Celina Leão, governadora em exercício” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo a governadora em exercício, a chegada desses servidores vai atender um público que precisa de um acompanhamento próximo dos estudantes, como é o caso dos alunos com algum tipo de deficiência, atualmente estimados em 28 mil em toda a rede. “As pessoas com deficiência precisam de um atendimento de qualidade na educação pública, elas precisam de vocês. E, se vocês estão felizes, imagina as mães e familiares desses alunos. A comunidade escolar está muito mais feliz”, disse. Ainda segundo a governadora, a Educação é parte essencial no orçamento do governo e, por isso, recebe prioridade. “Estamos alocando R$ 180 milhões para a remuneração anual desses servidores. É uma grande nomeação e uma espera de tantos anos. Eles chegam para atender uma procura cada vez maior por vagas na rede pública”, complementa. Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a educação é uma grande rede que, para funcionar da melhor forma, precisa de um corpo de funcionários completo. “A nossa missão é cuidar de gente, dos nossos estudantes. Para cuidar bem deles, nós precisamos de todos os profissionais da Educação, desde o vigilante, passando pela merendeira até os monitores, professores, técnicos de gestão escolar e os demais. É uma rede formada por muita gente”, lembra. “É uma alegria muito grande porque, sempre que convocamos novos servidores, isso significa melhoria no atendimento aos alunos”. [Olho texto=”“Comecei a estudar em 2016 e fiz a prova no ano seguinte. Não estava esperando essa nomeação, e ela veio como um presente nesse momento da vida. Atuo como professora temporária e, agora, entrar na rede vai mudar a minha vida. Sei da necessidade de monitores nas escolas e entro para somar”” assinatura=”Andreia Alves, monitora de gestão educacional” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os servidores nomeados cuidam de áreas diversas, entre elas da parte administrativa, de apoio e suporte. Os monitores, por exemplo, chegam para cuidar de 28 mil alunos com algum tipo de deficiência. Já os secretários são responsáveis pelos dados e matrículas dos estudantes, enquanto os técnicos são alocados em áreas administrativas nas regionais de ensino. Aprovada para o cargo de apoio administrativo da carreira de Assistência à Educação, Rovânia Araújo estudou durante três anos até passar no concurso. Tempo que, agora, faz valer todo o esforço. “Deixei uma bebê na creche, foi um momento doloroso e que valeu muito. Entro de coração aberto e com muita gratidão para trabalhar na Secretaria de Educação”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Futura colega de Rovânia, Andreia Alves também foi aprovada para monitora de gestão educacional. A profissional já atua na secretaria, de forma temporária, e agora comemora o cargo efetivo. “Comecei a estudar em 2016 e fiz a prova no ano seguinte. Não estava esperando essa nomeação, e ela veio como um presente nesse momento da vida. Atuo como professora temporária e, agora, entrar na rede vai mudar a minha vida. Sei da necessidade de monitores nas escolas e entro para somar”, afirma.
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Educação pública ganha novos 202 professores efetivos
Tendo os estudantes como prioridade total, a Secretaria de Educação deu posse a mais 202 professores efetivos, que, a partir da manhã desta quarta-feira (15), começam a fazer parte do magistério público do Distrito Federal. A cerimônia ocorreu na Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Com os familiares registrando tudo com os celulares, os novos membros do quadro efetivo da educação assumiram os cargos cheios de esperança e alegria. Marcos Carlos Carvalho, Ellen Graziele, Jéssica Martins e Ludmila Luna eram dos mais felizes com a nomeação e o início de uma nova etapa no magistério. Marcos Carlos Carvalho, Ellen Graziele, Jéssica Martins e Ludmila Luna, efetivados como professores da rede pública: amor pela educação | Fotos: Mary Leal, Ascom/SEEDF Esses quatro professores têm um ideal em comum após a posse: fazer o melhor trabalho em prol dos alunos da rede. Cada um dividiu um pouco da sua história de vida e fez questão de destacar a paixão por ensinar. Marcos Carlos resumiu o dia da posse como rito de passagem de um momento muito buscado e esperado. “Eu vim de escola pública e sei que chegou a hora de retribuir tudo que já foi feito por mim”, destaca o professor, que vai lecionar espanhol na rede pública. “É uma língua maravilhosa e rica”, se anima. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou com emoção da última posse do ano na Eape. “Hoje é dia de celebrar. Parabéns, professores! Que vocês sejam muitos felizes aqui na Secretaria de Educação. Sei que não é fácil ser professor, mas com muita luta a gente consegue avançar em vários pontos”, frisou. Secretaria de Educação deu posse a mais 202 professores efetivos nesta quarta-feira (15), na Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape); novos servidores receberam uma cartilha com várias informações para esse início da carreira Todos os novos professores passarão por um treinamento de acolhida, na própria Eape, entre 6 e 8 de janeiro. Nele, receberão as instruções e diretrizes do projeto pedagógico da educação pública no DF. “Boas expectativas para esse novo momento em que começo como efetiva, podendo seguir ajudando os estudantes”, afirma Ludmila Luna, que já havia trabalhado na Secretaria de Educação do DF como contrato temporário. [Olho texto=”Desde 2019, foram convocados 3.337 profissionais da educação” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Professora de História, Ellen Graziele conta que não consegue se imaginar em outro ofício que não seja dentro de uma sala de aula. “Meu objetivo é dar o melhor de mim. Eu realmente amo o que eu faço”, destacou. A colega Jéssica Martins completa: “É um dom ser professor. Eu tenho prazer de ver as crianças sendo alfabetizadas”, conta a professora. Ela revela ainda que deseja atuar com o ensino especial na rede pública, principalmente com alunos do espectro autista . Com essa última nomeação dos professores, foi zerado o cadastro reserva do concurso de efetivos. Foram 3.337 profissionais da educação convocados desde 2019 nas carreiras de assistência e magistério. Desafios e alegrias Para o recém-empossado professor Marcos Félix, o oficio de ser professor é um privilégio e uma responsabilidade Um privilégio e uma responsabilidade. Assim, resumiu o professor de filosofia Marcos Félix sobre o oficio de ser professor. Ele também foi um dos empossados nesta quarta-feira. “Todos os dias temos a oportunidade de construir novos processos de aprendizagem, ver algo novo, a alegria no olhar de uma criança a cada momento. Mas tudo isso com muita responsabilidade. Somos funcionários da própria sociedade”, argumenta o docente. Rafaela Xavier, que dá aulas de inglês, conta que foi uma professora da escola pública quem primeiro a inspirou a gostar da língua estrangeira. A partir dali, novos caminhos começaram a aparecer em sua vida. “Eu estou muito ansiosa para começar a dar aulas e mostrar para os alunos que há inúmeras possibilidades nesse mundo. Eu sou fruto da escola pública e fico feliz de voltar ao lugar de onde eu vim”, conta Rafaela. A professora já atuou como contrato temporário na rede pública no Centro de Ensino Médio 1 do Gama, e lá implementou um projeto de recuperação de aprendizagens on-line de inglês para os alunos do local. Ela pretende seguir com projetos inovadores e multidisciplinares com os estudantes da rede. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Durante a posse, os novos servidores receberam uma cartilha com várias informações para esse início da carreira na Secretaria, como estágio probatório, benefícios, código de ética, legislação, organograma da pasta e telefones úteis, entre outras. A subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação, Ana Paula Aguiar, destacou a importância dos novos professores que ingressam na educação pública do DF. “Ter vocês aqui é muito importante. Lembrem-se: vocês têm muitas vidas nas mãos, que lhes foram confiadas. O professor é um marco da vida dos alunos, um ponto de apoio. Algumas vezes, acaba sendo um dos únicos recursos e esperanças do aluno”, afirma. *Com informações da Secretaria de Educação
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Nomeados mais 52 professores para escolas públicas
Professores chamados em 2020 começaram a tomar posse em agosto | Foto: Mary Leal / Secretaria de Educação Mais 52 professores da educação básica foram nomeados nesta sexta-feira (18). As nomeações, publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), são para preencher as vagas dos aprovados que não assumiram o cargo quando foram chamados. Neste ano já foram nomeados 821 novos professores. Desde o começo da atual gestão já foram nomeados 1.679 profissionais da Carreira Magistério aprovados no concurso realizado em 2016 – mais do que o dobro do previsto no certame, que era de 800 vagas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os novos profissionais vão exercer as funções em teletrabalho, decorrência das medidas sanitárias contra o coronavírus, enquanto as atividades pedagógicas continuarem em caráter não presencial. Eles poderão desenvolver conteúdos para a plataforma Google Sala de Aula, gravar teleaulas ou elaborar material impresso a ser entregue aos estudantes. Posse A posse coletiva será no dia 18 de janeiro de 2021. O local e os horários serão definidos posteriormente, considerando as medidas para prevenção à Covid-19, entre elas o distanciamento. Depois da posse, o novo professor deverá entrar em contato com a escola na qual foi lotado para tratar do início do exercício na função. Ampliação da validade do concurso O concurso realizado em 2016 teve ampliação de validade. A vigência venceria neste ano, mas foi prorrogada para setembro de 2021. A prorrogação foi divulgada no DODF do dia 17 de julho. ? Acompanhe todas as orientações sobre a posse no Aviso nº 13/2020 da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), da Secretaria de Educação. * Com informações da Secretaria de Educação
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Educação: liberados mais R$ 1,79 milhão do Pdaf
O Pdaf pode ser utilizado para custeio de reparos nas escolas, como pintura e consertos em telhados e pisos. E para compra de materiais permanentes, como computadores e impressoras, que se incorporam ao patrimônio da unidade | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Mais investimento para a educação pública do Distrito Federal com a liberação de R$ 1,79 milhão do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). Com esse valor, a Secretaria de Educação do DF já disponibilizou cerca de R$ 130 milhões para as coordenações regionais de ensino e unidades escolares no ano de 2020. A publicação está no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (18). O montante desse Pdaf será destinado às coordenações regionais de ensino de Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga. Os recursos do Pdaf detalhados abaixo são provenientes de emenda parlamentar do deputado distrital Leandro Grass. CRE / UE Capital Custeio Total CRE Brazlândia R$ 25.000,00 R$ 60.000,00 R$ 85.000,00 CRE Ceilândia R$ 45.000,00 R$ 225.000,00 R$ 270.000,00 CRE Gama R$ 22.500,00 R$ 220.000,00 R$ 242.500,00 CRE Guará R$ 12.500,00 R$ 0,00 R$ 12.500,00 CRE Núcleo Bandeirante R$ 27.500,00 R$ 0,00 R$ 27.500,00 CRE Paranoá R$ 92.500,00 R$ 215.000,00 R$ 307.500,00 CRE Planaltina R$ 90.000,00 R$ 172.800,00 R$ 262.800,00 CRE Plano Piloto R$ 95.000,00 R$ 160.000,00 R$ 255.000,00 CRE Recanto das Emas R$ 52.500,00 R$ 0,00 R$ 52.500,00 CRE Samambaia R$ 12.500,00 R$ 70.000,00 R$ 82.500,00 CRE Santa Maria R$ 112.500,00 R$ 0,00 R$ 112.500,00 CRE São Sebastião R$ 10.000,00 R$ 0,00 R$ 10.000,00 CRE Taguatinga R$ 35.000,00 R$ 40.000,00 R$ 75.000,00 Total R$ 632.500,00 R$ 1.162.800,00 R$ 1.795.300,00 O Pdaf pode ser utilizado para custeio de pequenos reparos nas escolas, como pintura, consertos em telhados e pisos. Eles também podem ser utilizados para despesas de capital, a partir da compra de materiais permanentes, tais como computadores e impressoras, que se incorporam ao patrimônio da unidade. Como utilizar o Pdaf Para utilizar os valores liberados, as coordenações regionais de ensino devem iniciar processos no Sistema Eletrônico de Informação (SEI), contendo a portaria que descentralizou o recurso e o documento que aprova a destinação do investimento pelo Conselho Escolar. Além disso, é preciso comprovar a adimplência das unidades executoras (que utilizam os valores). A comprovação é feita por meio da prestação de contas anual dos exercícios anteriores e da regularidade das prestações de contas parciais do período em curso. Como os recursos são provenientes de emendas parlamentares, a execução deve ser efetivada no exercício referente ao primeiro pagamento. No entanto, caso haja saldo residual ou a execução não se complete, a utilização poderá ser autorizada pela Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav). Os recursos do Pdaf devem ser empenhados de acordo com a Lei Distrital nº 6.023/2017 e demais normativos que deliberam sobre o Programa. *Com informações da Secretaria de Educação
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