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Grupo é criado para aprimorar gestão das Farmácias de Alto Custo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) criou, nesta terça-feira (25), o Grupo de Intervenção e Apoio à Gestão das Farmácias de Alto Custo. A iniciativa tem como objetivo otimizar e padronizar os processos de atendimento nas unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) da Asa Sul, de Ceilândia e do Gama. Instituído pela Ordem de Serviço nº 26/2026, o grupo vai atuar na identificação de gargalos e no acompanhamento de indicadores relacionados ao funcionamento das três unidades. Entre as prioridades estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas, com identificação das causas de eventuais demoras no atendimento e na entrega de medicamentos. A equipe técnica também vai avaliar a força de trabalho, buscando adequar a distribuição dos profissionais às necessidades de cada unidade e acompanhar a produtividade. Na área de logística, serão monitorados o abastecimento e os níveis de estoque, com medidas preventivas para reduzir o risco de desabastecimento. Entre as prioridades das novas medidas estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Outra frente de atuação será a padronização dos processos de trabalho, com a harmonização dos procedimentos adotados nas três Farmácias de Alto Custo do DF. Gestão baseada em indicadores O trabalho será orientado pelo acompanhamento sistemático de indicadores de desempenho. A proposta é identificar antecipadamente problemas assistenciais, administrativos ou logísticos e, a partir desse diagnóstico, estabelecer planos de ação específicos para cada situação. Vinculado à Assessoria de Gestão Estratégica da Subsecretaria de Assistência Farmacêutica e Logística (SAFLOG), o grupo terá caráter temporário e permanecerá em atividade pelo período necessário ao aprimoramento da gestão e do funcionamento das unidades. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Café com Projetos reúne 300 participantes para debater metodologias de gestão no DF

Expandir a cultura de gerenciamento de projetos dentro do Distrito Federal, trocar experiências e disseminar boas práticas aplicadas à realidade do setor público. Esses foram os objetivos do Café com Projetos, evento promovido nesta quinta-feira (9) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Project Management Institute (PMI-DF), no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. Encontro reuniu representantes de órgãos do GDF e da iniciativa privada, além de especialistas na área de gestão de projetos | Foto: Divulgação/Sedes-DF  Cerca de 300 pessoas participaram do encontro, entre servidores de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), da iniciativa privada e especialistas da área — convidados para conduzir a palestra “Gestão de Projetos na Prática”, que apresentou os conceitos fundamentais e exemplos, e o painel “Tecnologia e IA na Gestão de Projetos”, que discutiu o uso da inteligência artificial e os impactos na gestão de projetos. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social em exercício “Na etapa de iniciação, as ferramentas de inteligência artificial podem colaborar no planejamento, no desenvolvimento, por exemplo, de um plano de comunicação, de um cronograma, de uma estrutura analítica de projetos: é a automação, utilizando a IA, para tomada de decisão baseada em dados”, explica o presidente do PMI-DF, Matheus Rocha. “A prática que os palestrantes trouxeram mostra que os desafios vão existir, mas que há possibilidade de gestão para fazer boas entregas nos projetos.” Eficiência ampliada A gestão de projetos utiliza ferramentas tecnológicas para otimizar fluxos de trabalho e aumentar a eficiência e eficácia dos processos dentro de uma empresa ou órgão público, com resultados mais consistentes. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social em exercício, Jackeline Canhedo. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas, reforça: “Esse tipo de evento garante troca de experiências e apresenta propostas de uso da inteligência artificial no setor público, com aplicação de conceitos e metodologias de projetos que enriquecem a política pública de assistência social”. Gestão de projetos [LEIA_TAMBEM]O projeto é um esforço temporário — com início, meio e fim —  para entregar um produto, serviço ou resultado que a organização precisa. A gestão de projetos garante que esse resultado ocorra de forma planejada, estruturada para agregar o valor que o negócio precisa. A partir do planejamento, fundamental para o sucesso do projeto, cria-se uma estrutura que será trabalhada e definem-se quais são as atividades e o que é preciso fazer para cumprir essas metas. “As ferramentas apoiam o time do projeto a ter essa visibilidade do que precisa ser feito e quando precisa ser realizado”, aponta Matheus Rocha. “Com a gestão desse projeto, é possível acompanhar quando tem um risco que pode atrapalhar a entrega, ter um replanejamento de datas para cumprir o cronograma. Essas ferramentas ajudam o gerente de projetos a ter essa previsibilidade do que vai ser entregue, se há riscos, para que, se tiver ameaças, ele tenha condições de agir previamente e garantir que não haja prejuízo. Entre as ferramentas mais conhecidas estão o MS Project, Monday.com, ClickUp, Kanban e o Trello, que é muito utilizado pela simplicidade.”   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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IgesDF alcança 77% das metas em 2025 e fortalece gestão com foco no cidadão

Planejar, acompanhar resultados e corrigir fluxos antes que os problemas virem crise. Essa tem sido a linha de ação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completou, em 2025, o primeiro ano de execução do seu planejamento estratégico com avanços concretos na gestão e reflexos diretos no atendimento à população. Ao longo do ano, o instituto atingiu mais de 77% das metas estipuladas, realizou 12 reuniões operacionais, promoveu mais de 30 análises críticas, acompanhou mais de 40 indicadores estratégicos e estruturou quatro mapas de prioridades, ferramenta que organiza objetivos e direciona ações para cada área. Os resultados foram apresentados durante o Encontro de Balanço Estratégico 2025, realizado nesta terça-feira (10), que reuniu gestores para avaliar forças e fragilidades no comparativo entre 2024 e 2025 e alinhar os próximos passos do IgesDF. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua, o encontro marcou um momento simbólico de amadurecimento institucional. Para o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, o primeiro ciclo foi decisivo para ajustes e aprendizado. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua do IgesDF, o encontro marcou um momento simbólico para a Instituição | Foto: Divulgação/IgesDF “Foi um ano de muita calibração. Ajustamos rotas ao longo do caminho e tiramos lições importantes para avançar em 2026. A saúde é um sistema complexo e, por muito tempo, fomos levados apenas a apagar incêndios. O planejamento é o caminho para mitigar crises e alcançar resultados mais sustentáveis”, afirma. Gestão mais madura e orientada por indicadores Clayton destaca que investir em planejamento é fundamental para romper ciclos históricos de improviso na gestão pública. “Sem planejamento, ficamos presos à lógica de resolver problemas pontuais, sem mudar a realidade estrutural. A partir de 2026, o IgesDF passará a acompanhar cerca de 300 metas em todas as unidades, com processos contínuos de calibração ao longo do ano e maior peso para aquelas com maior impacto assistencial”, completa. O balanço estratégico evidenciou a evolução da maturidade gerencial do instituto, com análises mais qualificadas de forças e fragilidades. Para o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, a mudança já é perceptível no dia a dia das equipes. “Hoje, gestores e equipes conhecem suas metas, entendem o contrato de gestão e questionam resultados. Em 2024, isso não existia. O instituto evoluiu rapidamente, saindo da análise de números absolutos para discutir qualidade, valor e resultado assistencial”, avalia. Resultados que chegam ao cidadão Os avanços do planejamento estratégico já refletem diretamente no atendimento à população. Um dos destaques é a ouvidoria, que reduziu em 48% o prazo médio de resposta aos usuários, passando de 20 dias, limite máximo previsto na Lei nº 13.460/2017, para 10,3 dias. Essa lei estabelece regras de proteção e defesa dos direitos do cidadão que utiliza serviços públicos. No eixo de governança e integridade, mais de 4 mil colaboradores participaram de capacitações em compliance, termo usado para definir ações voltadas ao cumprimento de normas e à prevenção de irregularidades, um crescimento de 27% em relação a 2024. Já na comunicação institucional, o IgesDF registrou aumento expressivo no engajamento digital. O alcance nas redes sociais saltou de 65,5 milhões para 79,9 milhões, registrando crescimento de 22% na interação com a população. Ensino, pesquisa e inovação em alta A área de ensino e pesquisa também apresentou resultados significativos em 2025. O instituto publicou mais de 150 artigos científicos e ampliou em 19% os recursos captados pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), alcançando R$ 1,5 milhão em investimentos, um acréscimo de R$ 260 mil a mais do que no ano anterior. Para a titular da Diep, Emanuela Dourado, o planejamento estratégico foi essencial para engajar equipes e fortalecer a cultura institucional. “Muitas equipes sequer conheciam o contrato de gestão. Com o planejamento, passaram a entender seu papel dentro da Instituição. Isso gerou engajamento, motivação e uma competitividade saudável”, destaca. Guardiões das metas e próximos passos Outro ponto de destaque do ciclo 2025 foi a atuação dos Guardiões das Metas, grupo responsável por acompanhar e apoiar a execução das metas estratégicas nos setores. Segundo o coordenador de Planejamento Estratégico do IgesDF, Luiz Fillipe Rodrigues, a iniciativa aproximou o planejamento da rotina operacional das unidades. “Com os aprendizados do primeiro ano, o IgesDF inicia 2026 em um novo patamar de maturidade, com foco na gestão por indicadores, maior integração entre áreas, planejamento financeiro, orçamentário e de compras, além do aumento da eficiência assistencial”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Nova presidente do Conselho de Educação do DF toma posse defendendo mais inclusão na rede de ensino

Tomou posse, nesta quinta-feira (5), a nova presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), Eliana Moysés Mussi, que comandará a instituição no biênio de 22 de dezembro de 2025 a 21 de dezembro de 2027. A vice-presidência será exercida por Erenice Natália Soares de Carvalho. A cerimônia simbólica marcou o início de uma gestão que promete intensificar o debate sobre políticas educacionais inclusivas. “Quando falamos de rede pública e rede privada, precisamos pensar na articulação de um sistema de ensino verdadeiramente inclusivo. É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão”, afirmou a presidente Eliana Moysés Mussi. Eliana Moysés Mussi: "É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão" | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Durante a posse, foi apresentado um relatório sobre educação especial no sistema de ensino do Distrito Federal, produzido pela presidente eleita em parceria com a técnica Renata Antunes de Souza. O documento apontou conquistas e desafios da área. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a evolução das políticas de inclusão nas últimas décadas. “Temos uma boa discussão para fazer. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, buscava-se um mecanismo para garantir que as escolas privadas recebessem crianças com deficiência. Hoje, nenhuma escola pode mais recusá-las. Houve avanços importantes, mas ainda precisamos avançar mais. Esse diálogo é essencial para que possamos, juntos, fortalecer ainda mais a inclusão, especialmente diante de novos desafios que surgem ao longo do tempo", avaliou. "Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação A secretária também ressaltou a importância de parcerias interinstitucionais para ampliar a segurança e o acolhimento nas escolas. “Em relação à Lei Lucas, implementada pela Lei nº 13.722/2018, firmamos parceria com o Corpo de Bombeiros. Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar”, completou Hélvia Paranaguá. A nova gestão do Conselho de Educação do DF sinaliza prioridade para o fortalecimento das políticas de inclusão e o aprimoramento do diálogo entre as redes pública e privada de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Sete anos do IgesDF consolidam o Hospital de Base como referência em alta complexidade

Nesta sexta-feira (30), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) completa sete anos de existência. Nesse período, o instituto consolidou o Hospital de Base, maior unidade pública do Centro-Oeste, como referência em atendimento de alta complexidade. O hospital vem passando por um processo contínuo de reorganização de fluxos, modernização da estrutura e ampliação da capacidade assistencial, com impacto direto no atendimento à população. Ambulatório da unidade hospitalar, só em 2025, registrou média de 34 mil atendimentos mensais | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Ao longo desses sete anos, o IgesDF organizou processos, qualificou a gestão e criou condições para que o Hospital de Base funcione  com mais segurança e foco no atendimento ao cidadão”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. Para o superintendente do Hospital de Base, Paulo Saad, o modelo adotado contribuiu diretamente para a melhoria da assistência: “A padronização de rotinas e a reorganização dos fluxos assistenciais permitiram entregar um serviço mais resolutivo à população”. Ambulatórios e atendimento  Aquisição de tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, angiógrafos e acelerador nuclear ampliou a capacidade do hospital Com mais de 50 especialidades médicas, o ambulatório do Hospital de Base prestou uma média de 34 mil atendimentos por mês, apenas em 2025. Nos últimos anos, a unidade recebeu melhorias voltadas ao conforto dos pacientes e à organização do fluxo, como a instalação de novos assentos, cadeiras longarinas e telas informativas. Outro avanço importante foi a inauguração de um centro de infusão e de um bloco de oncologia, com 11 consultórios, o que dobrou a capacidade de atendimento ambulatorial. A unidade também passou a contar com equipamentos modernos para diagnóstico e tratamento, como tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, angiógrafos e acelerador nuclear. Nesse contexto de ampliação da assistência especializada, o hospital também entregou uma nova sala de hemodinâmica, voltada a procedimentos cardíacos e vasculares, com ampliação de leitos e salas de procedimentos, reforçando a segurança e a capacidade de resposta da unidade. Cirurgias, trauma e alta complexidade Referência na rede pública do Distrito Federal, o centro cirúrgico do Hospital de Base realizou mais de 15 mil cirurgias no último ano, em 17 especialidades diferentes. O número de salas cirúrgicas em funcionamento aumentou de seis para 16, ampliando a capacidade de atendimento, especialmente em cirurgias oncológicas. [LEIA_TAMBEM]Entre os investimentos estão a aquisição de aparelhos de alta tecnologia, como o equipamento de litotripsia extracorpórea por ondas de choque, utilizado para fragmentar cálculos renais sem necessidade de cirurgia, e o arco cirúrgico, essencial para procedimentos com visualização interna em tempo real. Outro marco foi a retomada das cirurgias cardíacas de peito aberto. Desde 2019, cerca de 1.600 procedimentos desse tipo já foram realizados na unidade, ampliando o acesso da população a tratamentos de alta complexidade. A adoção do projeto Lean, metodologia voltada à organização dos fluxos e à redução de desperdícios no centro cirúrgico, também contribuiu para tornar a agenda mais previsível, eficiente e segura. Desde a implementação, o hospital ampliou a capacidade de execução de procedimentos. No pronto-socorro, o fortalecimento da linha de cuidado ao trauma consolidou o Hospital de Base como referência nesse tipo de atendimento. Recentemente, o centro de trauma da unidade foi recomendado para receber uma certificação nacional de excelência, reforçando o compromisso com a qualidade assistencial e a segurança do paciente. Internação e cuidado multiprofissional “Seguiremos investindo em pessoas, processos e tecnologia para fortalecer essa referência da saúde pública no Distrito Federal” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Os 11 andares de internação passaram por melhorias estruturais e organizacionais desde 2019, com impacto direto no conforto e na segurança de pacientes e profissionais. A ampliação das equipes e a atuação integrada de profissionais de diferentes áreas fortaleceram o cuidado multiprofissional. A criação de um serviço específico de geriatria e a implantação da função de enfermeira rotineira em todas as especialidades contribuíram para a organização do cuidado, o acompanhamento de indicadores assistenciais e a articulação entre as equipes. “Os avanços do Hospital de Base mostram que uma gestão eficiente gera resultados concretos para a população”, enfatiza Cleber Monteiro. “Seguiremos investindo em pessoas, processos e tecnologia para fortalecer essa referência da saúde pública no Distrito Federal.”   *Com informações do IgesDF

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IgesDF completa sete anos e fortalece a urgência e emergência com modelo de gestão

Esperar menos por atendimento, encontrar unidades mais organizadas, realizar exames com mais rapidez e receber cuidado com mais respeito — essas mudanças ajudam a traduzir, no dia a dia da população, o impacto do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completa sete anos em 2026, consolidado como referência de um novo modelo de gestão na saúde pública e como um dos principais pilares da rede de urgência e emergência. Criado para dar mais agilidade, eficiência e capacidade de resposta à saúde pública, o instituto ampliou atendimentos, modernizou unidades, reorganizou fluxos assistenciais e fortaleceu o cuidado prestado à população. Ao longo desse período, também incorporou tecnologia para acelerar diagnósticos e ampliar a resolutividade do Sistema Único de Saúde (SUS) no DF. O presidente do instituto, Cleber Monteiro (primeiro à direita), ressalta: “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente” | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  “A saúde não é estática; ela é dinâmica, urgente e lida com vidas”, enfatiza o presidente do instituto, Cleber Monteiro. “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente.” Instituída pela Lei Distrital nº 6.270, de 30 de janeiro de 2019, a organização surgiu a partir da transformação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), criado em 2017. A proposta foi garantir maior autonomia administrativa e financeira para unidades estratégicas da rede pública, permitindo mais rapidez em compras, contratações e na manutenção de serviços essenciais. Desde 2019, esse modelo passou a ser associado à reorganização de processos e ao fortalecimento de serviços em áreas críticas, com reflexos diretos na experiência do usuário e na capacidade de resposta da rede, especialmente em períodos de alta demanda. Expansão da rede  Nos primeiros anos de atuação, a gestão do IgesDF foi ampliada para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e para as unidades de pronto atendimento (UPAs). A expansão fortaleceu a rede de urgência e emergência do Distrito Federal, com padronização de processos, reforço das equipes e melhorias na infraestrutura das unidades que funcionam como porta de entrada do SUS. A partir de 2021, novas UPAs passaram a operar em regiões como Ceilândia, Paranoá, Brazlândia e Riacho Fundo II. Com funcionamento 24 horas, essas unidades aproximaram o atendimento da população, reduziram a sobrecarga dos hospitais regionais e contribuíram para a diminuição do tempo de espera. “A ampliação das UPAs leva a assistência mais perto de quem precisa, com mais resolutividade para os usuários do SUS”, pontua o vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. Investimentos em tecnologia e infraestrutura marcaram a atuação do IgesDF logo após a fase mais crítica da pandemia  Pouco tempo após sua criação, o instituto enfrentou um dos maiores desafios da história da saúde pública: a pandemia da covid-19. Nesse período, a unidade ampliou rapidamente leitos de UTI, contratou profissionais em caráter emergencial e adquiriu equipamentos essenciais, como respiradores e monitores. A capacidade de resposta ágil foi decisiva para garantir assistência à população em um cenário de colapso do sistema de saúde em todo o país. “Foi um momento de decisões difíceis e urgentes”, relembra Cleber Monteiro. “Cada leito aberto e cada profissional contratado representavam uma chance real de salvar vidas”. Com a superação da fase mais crítica da pandemia, o IgesDF intensificou os investimentos em tecnologia e infraestrutura. A aquisição de equipamentos de alta complexidade, como tomógrafos e ressonâncias magnéticas, ampliou a capacidade diagnóstica das unidades e contribuiu para a redução das filas por exames. Paralelamente, o IgesDF reforçou os programas de cirurgias eletivas para enfrentar a demanda reprimida, alcançando volumes históricos de procedimentos. “Mais tecnologia e melhores fluxos significam mais cirurgias realizadas, menos cancelamentos e mais qualidade no cuidado ao paciente”, explica o diretor de Atenção à Saúde, Edson Ferreira. Desempenho estratégico Em 2024, a incorporação do Hospital Cidade do Sol (HSol) marcou mais um avanço na expansão do instituto. A unidade passou a desempenhar papel estratégico no atendimento hospitalar, especialmente no suporte a pacientes clínicos e na retaguarda da rede, contribuindo para desafogar hospitais de maior complexidade. Sob a gestão do IgesDF, o hospital teve reorganização dos fluxos assistenciais, ampliação da capacidade de atendimento e fortalecimento das equipes multiprofissionais. Idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha (E), o programa Humanizar já fazia parte do instituto antes da Lei nº 15.126, que atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória Além das mudanças estruturais, a humanização do atendimento consolidou-se como eixo permanente da gestão. Projetos voltados ao acolhimento, à melhoria da ambiência hospitalar e à escuta qualificada dos pacientes passaram a integrar a rotina das unidades, impactando diretamente a forma como o cidadão é recebido no sistema público de saúde. Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória nos serviços de saúde. Quando a mudança entrou em vigor, o IgesDF já vivenciava essa realidade por meio do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Reorganização de fluxos “Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, ressalta: “O instituto estava à frente do seu tempo. Quando a lei mudou, o Humanizar já era uma realidade consolidada. Outras instituições nos procuram para entender como estruturamos esse modelo. Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado”. Ao completar sete anos no Distrito Federal, o instituto apresenta resultados que refletem modernização e reorganização da rede. Nos últimos dois anos, obras, novos equipamentos e ajustes nos processos assistenciais fortaleceram o atendimento no Hospital de Base (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Hospital Cidade do Sol (HSol) e nas 13 UPAs. No HBDF e no HRSM, a reorganização dos fluxos cirúrgicos aumentou a produtividade e reduziu cancelamentos. A instalação de equipamentos, como ressonância magnética, vídeo eletroencefalograma e angiógrafos, ampliou a autonomia das unidades e acelerou diagnósticos. Reformas modernizaram setores críticos, administrativos e refeitórios, preparando os hospitais para maior complexidade assistencial. No HRSM e no HSol, adaptações estruturais fortaleceram serviços existentes e ampliaram o escopo de atendimentos. [LEIA_TAMBEM]A tecnologia também ganhou protagonismo com a expansão da teleconsulta nas UPAs, encurtando encaminhamentos e elevando a resolutividade. Sistemas de videomonitoramento reforçaram a segurança, e o agendamento ambulatorial no HBDF tornou o fluxo mais organizado e previsível. Paralelamente, o Distrito Federal iniciou seu maior ciclo de expansão das UPAs, com seis unidades em obra e uma em contratação, totalizando 20 UPAs em funcionamento 24 horas em áreas de alta demanda. O cuidado humanizado seguiu avançando. Programas voltados à escuta e ao acolhimento de públicos sensíveis passaram a integrar a rotina assistencial. No HRSM, ambientes sensoriais melhoraram o atendimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Nas UPAs, o programa Humanizar aproximou equipes e usuários, enquanto a retaguarda psiquiátrica contribuiu para a redução do tempo de permanência em crises. Administração integrada Com isso, o IgesDF marca seu sétimo ano com uma rede mais estruturada, tecnológica e próxima da população. Os avanços se refletem no cotidiano de quem depende do SUS, com mais previsibilidade nas cirurgias, melhor distribuição das urgências pela cidade, ambientes mais adequados para públicos específicos e melhores condições de trabalho para os profissionais. “Quando falamos em sete anos do IgesDF, falamos de pessoas, de profissionais que sustentaram a saúde do DF nos momentos mais críticos e de pacientes que tiveram suas vidas transformadas por esse trabalho”, conclui Cleber Monteiro.   *Com informações do IgesDF

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Dos livros às festas populares: apoio do GDF transforma a cultura da capital

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) é uma instituição que vai muito além de organizar shows ou exposições: ela é um pilar fundamental para preservar memória, fomentar talentos, promover diversidade cultural e gerar emprego e renda para milhares de brasilienses. De acordo com o titular da pasta, Claudio Abrantes, a Secec-DF é mais do que uma secretaria: é agente de transformação. “Funciona como ponte entre recursos públicos, iniciativa privada, artistas e o cidadão. Seu trabalho molda o presente da cultura brasiliense — e planta sementes para um futuro em que cultura, identidade e democracia estejam mais entrelaçadas”, ressaltou. Para quem passa pela cidade, mesmo sem notar — nos livros que lê, no museu que visita, no teatro reformado — muitos benefícios que hoje parecem invisíveis são frutos de programas, editais e políticas cujos reflexos ecoam na vida de muitos. De acordo com o titular da pasta, Claudio Abrantes, a Secec-DF é mais do que uma secretaria: é agente de transformação | Fotos: Divulgação/Secec-DF Veja o que a Secec-DF oferece: Apoio a projetos culturais A Secec-DF mantém diversos programas de incentivo cultural, entre eles o Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o Programa de Incentivo Fiscal à Cultura (LIC), os Termos de Fomento e o Programa Conexão Cultura DF. Esses mecanismos permitem que artistas, coletivos e produtores culturais realizem desde pequenas iniciativas locais até projetos maiores com circulação nacional e internacional. Espaços culturais sob gestão própria A Secec-DF administra espaços que são vitais para fruição, aprendizado e convivência cultural, como a Biblioteca Pública de Brasília, a Biblioteca Nacional de Brasília, museus, galerias, centros culturais, entre outros. Esses espaços oferecem não apenas acervo e eventos, mas também atividades educativas, leitura, pesquisa e acesso gratuito para a população. Preservação do patrimônio físico e imaterial Investimentos regulares têm sido feitos para manter e recuperar bens culturais, garantir segurança, acessibilidade e preservar acervos culturais. Exemplos são obras no Memorial dos Povos Indígenas, sinalização, sistemas de combate a incêndio, iluminação, reformas em equipamentos culturais e restauro de espaços importantes. A Secec-DF mantém diversos programas de incentivo cultural, entre eles o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) Impactos positivos para a sociedade brasiliense Descentralização e acesso democrático à cultura A Secec-DF tem buscado levar ações culturais e recursos para além do Plano Piloto, contemplando diversas regiões administrativas (RAs). Editais próprios têm linhas específicas que favorecem a interiorização das oportunidades. Espaços culturais são mantidos em regiões diversas, oferecendo acesso facilitado para quem mora longe do centro de Brasília. Políticas de formação, educação e identidade Além de entretenimento, a Secec-DF investe em programas de formação, leitura, educação patrimonial e cultural, inclusão, ações afirmativas, celebrações culturais locais (festivais, cultura popular, manifestações artísticas regionais) que ajudam a fortalecer a identidade brasiliense. Programas institucionalizados, como o Concertos Didáticos, visam integrar escolas e espaços culturais no processo de ensino, sensibilizando novos públicos. Programas de incentivo mais importantes · LIC (Lei de Incentivo à Cultura): permite que empresas destinem parte do ICMS ou ISS para patrocinar projetos culturais aprovados, com regras definidas para inscrição, execução e prestação de contas. Em 2025, há um valor de mais de R$ 14 milhões destinado a esse programa. · Conexão Cultura DF: edital contínuo que apoia circulação cultural, intercâmbio, capacitação, residências artísticas, participação em eventos nacionais e internacionais. · FAC (Fundo de Apoio à Cultura): um dos principais instrumentos, com editais diversos, apoio direto (a fundo perdido), recolhimento e destinação de recursos públicos para agentes culturais, linguagem plural e ações descentralizadas. · PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura): fomenta a cultura de forma contínua (não emergencial), com repasses federais para estados, DF e municípios, para apoiar trabalhadores da cultura, entidades, coletivos, pessoas físicas/jurídicas, em diferentes manifestações culturais. No caso da PNAB-DF, há um Plano de Aplicação de Recursos (PAR) anual, aprovado com participação cultural, consulta pública, que define metas, valores, atividades. · LPG (Lei Paulo Gustavo): criada durante a pandemia para mitigar impactos no setor cultural, ao mesmo tempo em que é usada como mecanismo de fomento cultural federal. Para a LPG, o DF recebeu recursos para distribuir entre editais culturais (audiovisual e demais áreas). Há uso de cotas afirmativas e inclusão de grupos minoritários no DF sob a LPG para garantir equidade. Além de entretenimento, a Secec-DF investe em programas de formação, leitura, educação patrimonial e cultural, inclusão, ações afirmativas, celebrações culturais locais Por que a Secec-DF é essencial mesmo quando “não se vê”? Mesmo que algumas ações da Secec-DF passem despercebidas no dia a dia, seus efeitos são estruturais: · Manter bibliotecas funcionando, museus abertos, acervos preservados: são serviços públicos que sustentam cultura, memória, leitura e aprendizagem. · Declarar editais, financiar projetos locais e decidir quem pode participar: isso garante que a cultura seja plural, representativa, diversa - e não apenas centralizada. · Possibilitar renda para artistas, artesãos, técnicos culturais, fornecedores de serviços culturais: quando um show acontece, quando um livro é lançado, quando uma oficina é ofertada, centenas de pessoas entram em ação. · Fomentar identidade, autoestima e pertencimento: quando jovens veem a sua cultura reconhecida, quando tradições populares são valorizadas, quando cultura local entra na sua região — isso muda a forma como se vê o lugar onde vive. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Publicado edital sobre gestão compartilhada do Espaço Cultural Renato Russo

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (7), a homologação do Edital 13/2025. O documento formaliza o chamamento público de organizações da sociedade civil (OSCs) para, em parceria com a pasta, executar a gestão compartilhada, o programa pedagógico e formativo, a programação e as operações do Espaço Cultural Renato Russo pelo período de 36 meses. O valor de referência ou de teto estimado no edital é de R$ 6,5 milhões | Foto: Divulgação/Secec-DF Compete à OSC vencedora planejar e organizar as atividades culturais da programação oficial do espaço, além de estruturação, desenvolvimento e execução de programa pedagógico/formativo adequado ao perfil e às diretrizes do equipamento. Devem ser levadas em conta atividades que estimulem a formação permanente e continuada, a pesquisa, experimentação e criação artística, a promoção e difusão cultural, entre outros itens especificados no edital. O valor de referência ou de teto estimado no edital é de R$ 6,5 milhões, com a seguinte previsão da Lei Orçamentária Anual: R$ 2,5 milhões do exercício de 2025, R$ 2 milhões do exercício de 2026 e R$ 2 milhões do exercício de 2027. *Com informações da Secec-DF  

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Secretário de Economia do DF, Ney Ferraz, pede exoneração do cargo

Agência Brasília · SECRETÁRIO DE ECONOMIA DO DF, NEY FERRAZ, PEDE EXONERAÇÃO DO CARGO O secretário de Estado de Economia do Distrito Federal, Ney Ferraz, anunciou nesta sexta-feira (1º) seu pedido de exoneração do cargo. Em carta divulgada à imprensa, Ferraz afirmou que a decisão foi tomada por iniciativa própria, motivada por um "profundo senso de responsabilidade e respeito” ao trabalho conduzido pelo governador Ibaneis Rocha. O afastamento do governo, segundo ele, é necessário para enfrentar um “episódio pessoal extremamente doloroso”, marcado por acusações “infundadas e injustas”. Apesar disso, demonstrou confiança no sistema judiciário e afirmou acreditar que “tudo será devidamente esclarecido”. Ney Ferraz pediu exoneração do cargo de secretário de Economia nesta sexta (1º) | Foto: Divulgação/Seec Ferraz destacou os avanços obtidos durante sua gestão na pasta da Economia, citando o equilíbrio fiscal, a modernização da administração pública e o fortalecimento dos serviços essenciais. Entre as principais realizações, mencionou o pagamento em dia dos servidores, a criação do plano de saúde para o funcionalismo, a nomeação de mais de 30 mil servidores concursados e a ampliação da arrecadação sem aumento de impostos — com destaque para a redução do ITBI. “Adotamos medidas de fortalecimento da gestão dos recursos públicos e conduzimos, com transparência, uma política austera de equilíbrio entre responsabilidade fiscal e sensibilidade social”, recordou. [LEIA_TAMBEM]Servidor público federal, Ney Ferraz ainda reiterou sua lealdade ao governador Ibaneis Rocha, a quem atribuiu a liderança dos avanços obtidos no Distrito Federal. “Sigo com orgulho de fazer parte dessa gestão, que colocou o Distrito Federal no ranking das capitais com melhor qualidade do mundo. Isso é o legado do governador Ibaneis Rocha, que tem liderado com coragem, sensibilidade e visão de futuro a capital do Brasil. Minha lealdade e admiração por ele permanecem intactas”, frisou. Ele ainda agradeceu aos colegas pelos quatro anos à frente das finanças do GDF. “À equipe da Secretaria de Economia, minha gratidão. Aos colegas de governo, agradeço pelo companheirismo e confiança. À população do DF, reafirmo meu compromisso de continuar contribuindo, sempre, para o desenvolvimento da nossa capital — ainda que, por ora, de outra trincheira”, concluiu. A exoneração dele deve ser publicada na segunda-feira (4), no Diário Oficial do DF (DODF). Quem assume o comando da Secretaria de Economia é o auditor de controle interno, Daniel Izaias de Carvalho, atual diretor-presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas).

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Hospital Regional de Santa Maria recebe visita de gestores

Com foco no diálogo direto com as equipes, a diretoria do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) visitou, na quinta-feira (3), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A iniciativa marca uma nova fase de aproximação entre a gestão central e as unidades administradas pelo instituto. A exemplo desta visita, outras serão feitas em diferentes unidades de saúde pela diretoria do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF “Nós vamos percorrer todas as nossas unidades de saúde”, anunciou o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. “Vamos ouvir nossos colaboradores que estão na linha de frente identificar oportunidades de melhorias que possam qualificar ainda mais os serviços oferecidos à população.” O grupo percorreu diversas áreas da unidade, como o Centro Obstétrico, o Setor de Odontologia e o anexo, espaço que concentra setores administrativos e assistenciais e representa um importante reforço na estrutura física do hospital. “Observamos algumas estruturas específicas para entender demandas de remanejamento de equipes, adequação de ambientes e  melhorias que beneficiem diretamente o bem-estar de quem trabalha e de quem é atendido”, relatou o vice-presidente do instituto, Rubens Pimentel. “Nosso papel é garantir os recursos e o suporte necessários para que as unidades funcionem com excelência.” Cuidado com quem cuida A iniciativa também foi valorizada pelos colaboradores do hospital. “Essa proximidade com a alta gestão fortalece os projetos que já estão em curso e abre caminho para novas iniciativas”, declarou o gerente- geral de Assistência do HRSM, Anderson Rodrigues. “A população desta região e de toda a região Sul [de Saúde] pode ter certeza de que o nosso compromisso com a qualidade da assistência permanece firme  e continuará avançando”. Para a superintendente do HRSM, Eliane Abreu, a gestão mais próxima ajuda a viabilizar soluções. “Isso é essencial para seguirmos oferecendo uma assistência cada vez mais resolutiva e humanizada”, avaliou. “O Hospital de Santa Maria é feito por profissionais comprometidos e por uma comunidade que confia no nosso trabalho. Com esse apoio, temos certeza de que iremos ainda mais longe”. *Com informações do IgesDF  

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Segurança pública do DF fortalece transparência e planejamento com nova estrutura de governança

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta terça-feira (27), a primeira reunião do seu Comitê Interno de Governança (CIG), nova denominação do antigo comitê de governança da pasta, instituído oficialmente no início deste mês. A mudança alinha a estrutura da SSP-DF aos demais colegiados do Governo do Distrito Federal (GDF), fortalecendo a integração com as diretrizes do Conselho de Governança Pública do Distrito Federal (CGOV). Além da atualização do nome, o comitê teve a composição renovada para refletir as recomendações do CGOV, incorporando novos membros como a Secretaria Executiva de Governança e Integridade (Serins) e a Ouvidoria da pasta. A nova configuração amplia a capacidade de articulação interna e externa da SSP-DF e reforça a busca pela excelência na gestão pública, o que é fundamental para a prestação de um serviço cada vez melhor para a população do DF. Comitê Interno de Governança (CIG) da SSP-DF se reuniu pela primeira vez nesta terça (27) | Foto: Divulgação/SSP-DF O fortalecimento da governança interna é um passo fundamental para consolidar uma gestão moderna, responsável e focada em resultados, como afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “O CIG representa um avanço institucional importante na forma como planejamos e executamos nossas ações. Com ele, conseguimos mais clareza nos processos, mais alinhamento entre as áreas e mais eficiência na entrega dos resultados que a sociedade espera. Governança é uma diretriz estratégica da nossa gestão e é fundamental para a prestação de um serviço de excelência à população do DF”. [LEIA_TAMBEM]O comitê passa a se reunir mensalmente, com o novo formato, que foi publicado no último dia 6 de maio com a publicação da Portaria Nº35.  Os encontros contribuem diretamente para o avanço do planejamento estratégico, com impacto direto na execução de políticas e ações da pasta. “O grande objetivo dessa reunião é a de atualizar toda a alta gestão da estrutura da SSP-DF e de alinhar todos os setores com as estratégias que estamos conduzindo e fazer o monitoramento dos processos de controle do Programa de Segurança Integral e das demais ações estratégicas. A ideia é dar cada vez mais transparência a todo o processo de gestão”, destaca o secretário-executivo de Gestão Integrada, Bilmar Angelis, que é presidente substituto do colegiado. Durante a reunião, os participantes alinharam a alta gestão da SSP-DF às estratégias em curso, com destaque para o monitoramento das ações do Programa Segurança Integral, o nível de maturidade em governança a atualização do Plano Distrital de Segurança Pública e Defesa Social (PDISP) e a construção coletiva do novo planejamento estratégico da secretaria. Para o secretário-executivo do comitê, Ivan Siqueira, o alinhamento promovido pelo colegiado já apresenta resultados visíveis. “Além de dirimir questões de direcionamento da política na transversalidade natural da política pública, o nivelamento do conhecimento das ações estratégicas do Segurança Integral tem provocado uma melhor performance da SSP”, avalia. De acordo com a portaria que regulamenta o funcionamento do CIG, o comitê tem entre suas competências promover as melhores práticas de governança e compliance, implantar metodologias de gestão de riscos, validar planos setoriais — como o Plano de Contratações Anual (PCA), o Plano Anual de Capacitação (PAC) e o Plano Anual de Eventos (PAE), dentre outras. *Com informações da SSP-DF

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GDF lança Guia de Políticas Públicas durante Congresso Conseplan e reforça compromisso com gestão eficiente

Durante o segundo dia do Congresso do Conseplan, o destaque ficou para a apresentação do novo Guia de Políticas Públicas do GDF, lançado pela Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) durante o evento. A publicação, com 127 páginas, foi elaborada pela Subsecretaria de Planejamento Governamental (Suplan), vinculada à Secretaria Executiva de Finanças, Orçamento e Planejamento (Sefin) da Seec-DF. O guia traz orientações práticas para gestores públicos do DF na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas. “Esse guia é o resultado de um trabalho meticuloso e dedicado. Nosso objetivo é fornecer aos gestores uma ferramenta prática e abrangente, que os auxilie em todas as etapas do ciclo das políticas públicas”, explicou a subsecretária da Suplan, Luiza Londe. “Com o guia, queremos fortalecer a capacidade do governo em planejar, implementar e avaliar políticas públicas, promovendo um impacto positivo na vida dos cidadãos do Distrito Federal”, completou. O guia traz orientações práticas para gestores públicos do DF na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas | Foto: Divulgação/Seec-DF Para o secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento da Seec-DF, Thiago Conde, o congresso representa um momento de fortalecimento institucional e de valorização do planejamento como instrumento essencial à boa gestão pública. “No Distrito Federal, avançamos muito. Mantivemos o crescimento econômico com base na previsibilidade, no controle de gastos e no estímulo à atividade produtiva — sem onerar o contribuinte. Isso só foi possível porque planejamos com responsabilidade. Porque traçamos metas claras, ouvimos a sociedade e atuamos com base em dados, evidências e resultados. E é isso que queremos fortalecer com este congresso”, ressaltou. O congresso também premiará os melhores trabalhos apresentados, que poderão ser publicados na próxima edição da revista Planejamento e Futuro, do Conseplan, consolidando a proposta de difundir boas práticas e experiências bem-sucedidas no setor público. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

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GDF lança Estratégia de Governança Digital para modernizar serviços públicos até 2027

A Secretaria de Economia (Seec-DF) publicou, nesta terça-feira (22), no Diário Oficial do DF, a portaria nº 298/2025, que institui a Estratégia de Governança Digital do Distrito Federal (EGD/DF) para o período de 2024 a 2027. A medida estabelece diretrizes, objetivos e metas que devem orientar a transformação digital em toda a estrutura do Governo do Distrito Federal (GDF), abrangendo órgãos da administração direta, autarquias e fundações. Portais dão acesso a diversos serviços oferecidos pelos órgãos do GDF | Foto: Arquivo/Agência Brasília “A digitalização dos serviços públicos é uma prioridade do governo e tem impacto direto na vida das pessoas, que passam a contar com mais qualidade, acessibilidade e eficiência nos atendimentos do GDF” Wisney Oliveira, secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação Com foco em tornar a gestão pública mais inclusiva, eficiente, transparente, participativa e sustentável, a EGD/DF organiza suas ações em sete objetivos estratégicos, como ampliar a oferta de soluções digitais inovadoras, simplificar processos, fomentar o uso de tecnologias, fortalecer a governança de dados, integrar canais digitais e físicos e promover a cultura digital entre os servidores e cidadãos. A coordenação da EGD será feita por diversos órgãos, sob a coordenação da Secretaria de Economia, por meio da Secretaria-Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic), com apoio das demais unidades que compõem o Comitê Gestor de Transformação Digital (CGTD). Plano consolidado A estratégia será implementada por meio de planos setoriais e um plano consolidado, ambos com metas e indicadores que permitirão acompanhar os avanços em relatórios semestrais. A cada quatro anos, a EGD será revista para se manter alinhada ao Plano Plurianual (PPA) do governo. Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, Wisney Oliveira, a iniciativa representa um avanço necessário para modernizar a administração pública. “Com a EGD, estamos estruturando um modelo de gestão mais ágil, transparente e centrado no cidadão”, afirma. “A digitalização dos serviços públicos é uma prioridade do governo e tem impacto direto na vida das pessoas, que passam a contar com mais qualidade, acessibilidade e eficiência nos atendimentos do GDF”. A portaria reforça ainda a obrigatoriedade de todos os órgãos do GDF alinharem suas iniciativas digitais às diretrizes da estratégia, promovendo maior integração, eficiência e foco em resultados para a população do Distrito Federal. Confira os principais compromissos assumidos pelo GDF com execução estimada até 2027. ⇒ Aumentar em 30% o número de serviços digitais disponíveis no Portal do Cidadão até o final de 2026 ⇒ Alcançar nota média de satisfação de 4,5 nos serviços digitais até março de 2027 ⇒ Executar pelo menos 80% das ações previstas no plano de transformação digital consolidado ⇒ Instituir planos de transformação digital em 100% dos órgãos e entidades do GDF até dezembro de 2026 ⇒ Criar laboratórios de inovação em pelo menos metade dos órgãos até o final de 2026 ⇒ Publicar a Política de Governança de Dados até dezembro deste ano ⇒ Disponibilizar mais de 100 novos conjuntos de dados no Portal de Dados Abertos até 2026 ⇒ Promover ao menos cinco campanhas anuais de cultura digital até 2027 ⇒ Lançar o novo aplicativo E-GDF e um novo Portal de Serviços ao Cidadão. *Com informações da Secretaria de Economia

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Ferramentas estratégicas fortalecem a Atenção Primária à Saúde no Distrito Federal

Com o objetivo de fortalecer a gestão baseada em evidências e promover a qualificação da Atenção Primária à Saúde (APS), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), realizou, nesta semana (10), o seminário Futuro em Rede: a Atenção Primária à Saúde do DF que queremos. No encontro, foram apresentados o Mapa Social da Atenção Primária do DF, o Mapa Social Acompanhamento SUS e a nova Carteira de Serviços da APS, ferramentas que aprimoram o planejamento e a organização dos serviços de saúde. Realizada no auditório do MPDFT, a iniciativa, voltada para gestores da SES-DF, buscou promover maior transparência e eficiência no cuidado à população. Durante a abertura, o secretário de Saúde, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, enfatizou a importância do planejamento e do uso de dados como ferramenta para melhorar a gestão. Outro destaque do seminário foi o lançamento da nova Carteira de Serviços da APS do DF (CaSAPS-DF) | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF “Quando utilizamos a governança clínica como base, conseguimos identificar os diferentes níveis de risco da população e alocar os recursos de forma mais assertiva. Se fortalecermos a Atenção Primária, mitigamos grande parte dos problemas enfrentados no sistema de saúde”, afirmou. Mapa social O Mapa Social da Atenção Primária é um painel com dados detalhados sobre o funcionamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), possibilitando o monitoramento da cobertura e da qualidade dos serviços prestados. Já o Mapa Social Acompanhamento SUS, permite ao cidadão acompanhar o histórico de seus agendamentos e solicitações, como consultas, exames e cirurgias, no sistema de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS). O acesso pode ser feito pelo site Acompanhamento SUS – DF. “Com esses instrumentos, conseguimos visualizar de forma clara a realidade das nossas unidades de saúde, entender onde estão as necessidades e planejar ações mais efetivas. Além disso, as ferramentas promovem transparência e fortalecem o trabalho das equipes de saúde nos territórios”, esclareceu a coordenadora de Atenção Primária da Secretaria de Saúde, Sandra Araújo. Carteira de Serviços Outro destaque do seminário foi o lançamento da nova Carteira de Serviços da APS do DF (CaSAPS-DF), apresentada pela dentista da SES-DF, Marília Bizinoto. O documento, destinado aos gestores da pasta, detalha os serviços oferecidos nas UBSs e visa aprimorar o acesso, a coordenação do cuidado e a qualidade dos serviços na Atenção Primária. “A carteira já existia, mas agora passa por uma atualização importante. Ela segue as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica e traz com clareza a classificação dos serviços, o que permite identificar falhas e melhorar continuamente a assistência prestada”, ressaltou Bizinoto. O evento contou ainda com a presença do subsecretário de Atenção Integral à Saúde da SES-DF, Maurício Fiorenza, do presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito, e dos promotores de Justiça do MPDFT Hiza Maria Silva e Bernardo Matos. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Inas e GDF Saúde têm novo diretor-presidente

O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas), responsável pela gestão do GDF Saúde — plano de saúde dos servidores do Distrito Federal —, tem um novo líder. Daniel Izaias de Carvalho, ex-secretário-executivo de Administração e Logística da Secretaria de Economia (Seec-DF), assume a presidência trazendo uma trajetória consolidada na administração pública. Daniel Izaias: “É importante reconhecer o trabalho realizado pelo Inas até o momento, que posicionou o plano entre os melhores do Distrito Federal e resultou na marca expressiva de mais de 100 mil beneficiários em apenas quatro anos” | Foto: Divulgação/Inas Formado em ciências contábeis e ciências econômicas, Daniel Izaias possui MBA em finanças e especializações em gestão pública e estatística, além de mestrado e doutorado em administração pública. Com mais de uma década de atuação no Governo do Distrito Federal (GDF), ele também já foi subsecretário de Administração Geral e atuou na Subsecretaria de Contabilidade e Gerência de Custos, além de ter coordenado a Assessoria de Gestão Estratégica da Secretaria de Administração da Seec-DF.  Passou ainda pela Secretaria de Planejamento e Gestão do DF, hoje Seec-DF, onde coordenou a Unidade de Parcerias Público-Privadas. Antes da carreira no GDF, Izaias trabalhou no setor bancário; e, há quase 20 anos, é professor universitário na União Pioneira de Integração Social (Upis).  Ao assumir a nova função, o gestor declarou: “É importante reconhecer o trabalho realizado pelo Inas até o momento, que posicionou o plano entre os melhores do Distrito Federal e resultou na marca expressiva de mais de 100 mil beneficiários em apenas quatro anos”, afirmou o novo presidente do instituto. “Nosso objetivo agora é aprimorar o atendimento e garantir a sustentabilidade do GDF Saúde, sempre focados no bem-estar dos servidores e seus familiares”. *Com informações do Inas

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GDF ganha guia para aprimorar a gestão de políticas públicas

A Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) publicou, nesta terça-feira (25), o Guia de Políticas Públicas do GDF. Trata-se de uma publicação de 127 páginas que orienta gestores na busca por soluções eficazes para a formulação de políticas públicas dentro do Governo do Distrito Federal. O guia foi elaborado pela Subsecretaria de Planejamento Governamental (Suplan), vinculada à Secretaria-Executiva de Finanças, Orçamento e Planejamento (Sefin) da Seec-DF. O departamento é o órgão central de planejamento governamental do Distrito Federal, responsável pela formulação de diretrizes, normas e procedimentos acerca do tema. O guia foi elaborado pela Subsecretaria de Planejamento Governamental (Suplan), vinculada à Secretaria-Executiva de Finanças, Orçamento e Planejamento (Sefin) da Seec-DF |  Foto: Arquivo/Agência Brasília “Esse guia é o resultado de um trabalho meticuloso e dedicado. Nosso objetivo é fornecer aos gestores uma ferramenta prática e abrangente, que os auxilie em todas as etapas do ciclo das políticas públicas”, explica a subsecretária da Suplan, Luiza Londe. “Com o guia, queremos fortalecer a capacidade do governo em planejar, implementar e avaliar políticas públicas, promovendo um impacto positivo na vida dos cidadãos do Distrito Federal”, complementa. A publicação reúne, de forma abrangente, conceitos, etapas e práticas essenciais para o ciclo das políticas públicas. O guia foi desenvolvido para fornecer diretrizes básicas para a formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, visando o desenvolvimento social, econômico e sustentável do DF. O secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento da Seec-DF, Thiago Conde, o guia é um recurso valioso para todos os interessados em contribuir para o desenvolvimento da região. “Como órgão central de planejamento governamental do GDF, é o nosso papel desenvolver materiais que auxiliem os formuladores de políticas a estruturá-las de forma a beneficiar a população do DF. Esse é um passo importante na busca por uma gestão pública mais eficiente, eficaz e transparente”, avalia. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

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Audiência pública discute contratação de instituição para gerir programa Jovem Candango

A Secretaria da Família e Juventude do Distrito Federal (SEFJ-DF) convida a população para participar da audiência pública que ocorrerá no dia 26 de março, às 14h, na sede da Secretaria, situada na Quadra 04, Edifício Luiz Carlos Botelho, auditório do 5º andar, no Setor Comercial Sul – Asa Sul. O evento tem como objetivo apresentar o estudo técnico preliminar referente à contratação de uma instituição sem fins lucrativos para a execução do programa Jovem Candango. Programa Jovem Candango oferece oportunidade a jovens, entre 14 e 22 anos, para atuarem em órgãos do GDF | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) no dia 7 de fevereiro, e a audiência é aberta a entidades interessadas, órgãos de controle, representantes da sociedade civil e demais interessados. Durante a reunião, serão fornecidas informações detalhadas sobre o estudo técnico preliminar, promovendo transparência e permitindo que os participantes contribuam com sugestões e esclarecimentos antes da formalização do processo de contratação. Atualmente, quase 2 mil jovens atuam nas áreas administrativas dos órgãos do GDF por meio do programa Jovem Candango. Os participantes recebem meio salário mínimo, 13º salário, férias, vale-transporte, vale-alimentação, seguro de vida, uniforme e crachá, trabalhando quatro horas diárias no contraturno escolar A audiência visa ampliar a participação das entidades interessadas e fomentar um debate sobre os requisitos necessários para a administração do Programa Jovem Candango. Entre os critérios, destaca-se a obrigatoriedade de estar devidamente inscrita no Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (CDCA/DF) e possuir registro e cursos validados no Cadastro Nacional de Aprendizagem da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. A instituição contratada será responsável pela seleção, recrutamento, gestão, formação e encaminhamento de até 3.600 jovens inscritos no programa para os locais designados pela Contratante. Rodrigo Delmasso, titular da pasta, enfatiza a importância da audiência para aproximar os interessados e ouvir as contribuições das entidades. “O programa Jovem Candango está transformando a realidade de milhares de jovens que buscam sua primeira oportunidade de emprego. É fundamental que, como poder público, possamos fornecer os meios adequados para a contratação da instituição que irá administrar o programa. O governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão têm um olhar sensível para essa iniciativa, dada sua relevância social, que começa no jovem e se estende a toda a sua estrutura familiar”, afirmou Delmasso. Sobre o programa Jovem Candango Atualmente, quase 2 mil jovens, com idades entre 14 e 22 anos, atuam nas áreas administrativas dos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) por meio do programa Jovem Candango. Os participantes recebem meio salário mínimo, 13º salário, férias, vale-transporte, vale-alimentação, seguro de vida, uniforme e crachá, trabalhando quatro horas diárias no contraturno escolar. Um dia da semana é reservado para cursos de aprimoramento oferecidos pela instituição contratada para gerir o programa. O programa também conta com um sistema de cotas que beneficia órfãos de mulheres vítimas de feminicídio, egressos do sistema socioeducativo, jovens em cumprimento de medida socioeducativa, e aqueles oriundos de programas governamentais de erradicação do trabalho infantil no DF. Além disso, são contemplados jovens acolhidos no Distrito Federal, conforme a medida de proteção prevista no artigo 101, inciso VII, da Lei Federal 8.069, de 13 de julho de 1990, que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente. O programa também inclui jovens com deficiência, participantes do Programa Bombeiro Mirim do Distrito Federal, residentes há, no mínimo, cinco anos em área rural. *Com informações da SEFJ-DF  

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Edilene Dias Cerqueira é a nova secretária extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal

A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal tem uma nova titular. A então subsecretária Edilene Dias Cerqueira assume o posto de Ricardo Villafane. A mudança foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (24). No mesmo ato, o governador Ibaneis Rocha nomeou Ivai Abimael Martins como subsecretário da pasta. Em março de 2023, o GDF criou a Subsecretaria de Proteção Animal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente e, em setembro de 2024, alterou a estrutura para Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal. O órgão é responsável exclusivamente pelos direitos e bem-estar de cães e gatos do DF. Em março de 2023, o GDF criou a Subsecretaria de Proteção Animal para atuar pelos direitos e o bem-estar de cães e gatos; estrutura foi alterada para Secretaria Extraordinária de Proteção Animal em setembro de 2024 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília São funções da secretaria elaborar políticas públicas e programas voltados para a proteção desses animais, bem como articular parcerias e gerenciar acordos relacionados ao manejo populacional, vacinação, atendimento veterinário e reabilitação em casos de maus-tratos. Quem é a nova secretária Graduada em secretariado executivo, pós-graduada em gestão pública e servidora pública desde 2003, Edilene Cerqueira é da carreira da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF (Seagri-DF) há mais de 20 anos.Ela já atuou como chefe da Unidade de Fauna no Instituto Brasília Ambiental, foi servidora em órgãos federais como Ministério da Cultura e Ministério da Assistência Social.

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Governador empossa novo secretário de Saúde

O governador Ibaneis Rocha empossou o novo secretário de Saúde, o médico Juracy Cavalcante Lacerda Júnior. O ato ocorreu na manhã desta segunda-feira (24), no gabinete do chefe do Executivo. Na ocasião, ele também recebeu o atual vice-presidente do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), Cléber Monteiro, nome que será indicado à presidência do instituto na terça-feira (25). Juracy Cavalcante Lacerda Júnior: “Temos que trabalhar em rede e atender a população, então vou me ambientar para juntar o time de gestores e, obviamente, vou contar muito com a colaboração de todos os servidores da pasta” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Temos que mostrar um gesto para os servidores da Saúde nesse exato momento, do nosso compromisso com o SUS fortalecido, com o sistema que precisa ser reformulado, mas permanecendo com os servidores públicos”, afirmou o governador.   “O Juracy é uma pessoa que conheço desde a infância e se preparou para este cargo de médico e para a gestão na área hospitalar; e o Cléber Monteiro, que será aprovado pela CLDF, é uma das pessoas que têm prestado inúmeros serviços ao DF e estava como vice-presidente, então conhece os servidores e o trabalho a ser desenvolvido” Governador Ibaneis Rocha Juracy Cavalcante foi anunciado como titular da pasta no dia 20 deste mês. Ele presidia o IgesDF e assumiu o lugar da médica Lucilene Florêncio, que pediu desligamento da secretaria. O governador Ibaneis voltou a agradecer à ex-titular da pasta pelos serviços prestados e falou sobre o novo secretário de Saúde e o nome indicado ao IgesDF. Prioridades “O Juracy é uma pessoa que conheço desde a infância e se preparou para este cargo de médico e para a gestão na área hospitalar; e o Cléber Monteiro, que será aprovado pela CLDF [Câmara Legislativa do Distrito Federal], é uma das pessoas que têm prestado inúmeros serviços ao DF e estava como vice-presidente, então conhece os servidores e o trabalho a ser desenvolvido”, ressaltou o governador.  “Meu tipo de gestão é sempre estando na ponta, indo aos locais, conhecer os problemas, conversar com os servidores e buscar soluções, sempre ouvindo a população e sempre ouvindo os nossos servidores” Cléber Monteiro, que será o novo presidente do IgesDF Nesta primeira semana de trabalho, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior vai definir as prioridades para a pasta, concentrando nos maiores gargalos e avaliando as necessidades de contratação. “Temos que trabalhar em rede e atender a população, então vou me ambientar para juntar o time de gestores, e o que pretendo fazer é um princípio de Pareto [teoria segundo a qual, para muitos trabalhos, 80% dos resultados advêm de 20% das causas], selecionar 20 grandes problemas com maior repetição para atacarmos de imediato – e, obviamente, eu vou contar muito com a colaboração de todos os servidores da pasta”, pontuou. Sistema Único de Saúde Juracy Cavalcante reforçou ser um defensor do Sistema Único de Saúde. “Não estou aqui para privatizar nada, como muitos têm dito; estou para agregar e dialogar”, ressaltou. Essa posição foi reforçada por Cléber Monteiro: “O serviço de saúde é essencial, e nós somos defensores do SUS; nada de privatização”. Indicado para presidir o IgesDF, Monteiro precisa passar pelo crivo da CLDF, rito necessário sempre que um nome é indicado para comandar o instituto. Caso aprovado, ele pretende continuar o trabalho de Juracy Cavalcante. “Meu tipo de gestão é sempre estando na ponta, indo aos locais, conhecer os problemas, conversar com os servidores e buscar soluções, sempre ouvindo a população e os nossos servidores”, declarou. 

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UBS 1 de Sobradinho adota nova ferramenta para aprimorar atendimento

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Sobradinho já começou a utilizar o Painel e-SUS APS – ferramenta criada para aperfeiçoar a gestão da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com a Fiocruz Campus Virtual, visa aprimorar o acompanhamento dos pacientes, facilitar o trabalho dos profissionais das UBSs, acompanhar as metas e gerir o novo modelo de financiamento federal. “Essa implementação é um passo importante para a modernização da gestão da Atenção Primária. A ferramenta não apenas otimiza o trabalho dos profissionais de saúde, como também proporciona um acompanhamento mais preciso das necessidades dos pacientes. A partir desse sistema, conseguimos melhorar a qualidade do atendimento e a coordenação entre as equipes, impactando diretamente na vida do usuário”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com a Fiocruz Campus Virtual, visa aprimorar o acompanhamento dos pacientes, facilitar o trabalho dos profissionais das UBSs, acompanhar as metas e gerir o novo modelo de financiamento federal | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF No Distrito Federal (DF), além da UBS 1 de Sobradinho, o projeto piloto inclui quatro unidades de cada uma das sete regiões de Saúde para a aplicação da tecnologia. A expectativa é que o sistema seja liberado para outros profissionais de todas as UBSs até o final de março deste ano. De acordo com a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps) da Secretaria de Saúde (SES-DF), Sandra Araújo, a ferramenta qualifica os processos de trabalho ao identificar as necessidades. “É um painel muito rico, porque dá condições de a gente verificar quais são as nossas fragilidades e também as nossas potencialidades na assistência. Então, ganha o usuário e o profissional”, explica. O sistema permite que toda a equipe de saúde da UBS – médicos, técnicos em enfermagem, enfermeiros e agentes comunitários – tenha acesso ao histórico do paciente e receba alertas de procedimentos e atendimentos necessários. Além de servir como ferramenta de registro, o painel compila as informações por meio de gráficos, atuando como um banco de dados que apoia a tomada de decisões tanto da gestão quanto da assistência. Como funciona O painel é dividido em duas partes. A primeira, focada em dados sociodemográficos, revela a distribuição de cidadãos cadastrados nas zonas urbana e rural, além da pirâmide etária e de gênero da população. A segunda é composta por painéis temáticos, que oferecem detalhes sobre diferentes aspectos da saúde. De acordo com o chefe da Coordenação Especial de Tecnologia de Informação em Saúde (Ctinf) da SES-DF, Anderson Freire, apesar dos desafios, o painel é o primeiro passo para implementar grandes melhorias na rede de saúde do DF. “ Devido ao fato de o DF possuir uma das maiores bases de dados do e-SUS no país, adaptar a estrutura tecnológica para garantir um alto desempenho na apresentação dessa grande quantidade de informações foi um grande desafio”, afirma. Presente na apresentação do painel em Sobradinho, na última semana, o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério de Saúde, Felipe Proenço de Oliveira, disse que o sistema também será implementado em outros municípios, com o objetivo de melhorar a gestão do trabalho e de atendimento. “É mais saúde da família, mais informação para o planejamento da gestão e das equipes de saúde da família. Quem ganha com isso é o usuário, que está sendo bem cuidado no Sistema Único de Saúde”, enfatiza. A técnica em enfermagem da UBS 1 de Sobradinho, Érika Lacerda da Silva, compartilhou que tem muitas expectativas com o painel. “As informações vão ajudar a direcionar o nosso trabalho, principalmente nos níveis de equipe, verificando qual a prioridade do nosso paciente, onde está faltando o atendimento”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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