Hemocentro prorroga prazo para cadastro de pacientes com doença falciforme no DF
Ter em mãos um documento que facilite o atendimento pode fazer toda a diferença na rotina de quem possui uma condição crônica. Pensando nisso, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) prorrogou o prazo para o cadastro de pacientes com doença falciforme atendidos pela rede pública de saúde do Distrito Federal. Até o dia 15 deste mês, é possível obter a carteirinha de identificação. Para solicitar, basta preencher um formulário eletrônico. Os dados informados serão utilizados na confecção do documento, com entrega prevista para o segundo semestre. A expectativa é ampliar de forma significativa o número de beneficiados: cerca de 50 carteirinhas já foram entregues em 2025, e, neste ano, a meta é ultrapassar mil pacientes. Nova versão do documento traz diretrizes específicas de classificação de risco para pacientes com doença falciforme e inclui um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site do Hemocentro | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Realizada em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), a iniciativa busca aumentar o alcance da ação e possibilitar que mais pessoas sejam contempladas. Atendimento rápido e assertivo A carteirinha funciona como uma aliada no cuidado, especialmente em situações de urgência e emergência, ao garantir que a condição do paciente seja identificada rapidamente. Isso contribui para decisões mais rápidas, seguras e adequadas por parte das equipes de saúde. Na nova versão do documento, há diretrizes específicas de classificação de risco para pessoas com doença falciforme e um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site da FHB. Nesse ambiente digital, ficam disponíveis protocolos de urgência, manual de classificação de risco, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e outros materiais técnicos de apoio. Doença falciforme O documento contribui para decisões mais rápidas, seguras e adequadas por parte das equipes de saúde A doença falciforme é uma das condições genéticas hereditárias mais comuns no Brasil. Ela ocorre devido a uma alteração na hemoglobina, proteína responsável por transportar oxigênio no sangue, fazendo com que as hemácias assumam formato de foice ou de lua minguante. Por esse motivo, é classificada como uma hemoglobinopatia. Pessoas com doença falciforme podem apresentar anemia, crises de dor e maior suscetibilidade a infecções, além do risco de complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC). Carteirinha de identificação em saúde Quem pode solicitar: pessoas com doença falciforme acompanhadas pela rede pública de saúde do DF ou seus responsáveis Como solicitar: preenchimento de formulário eletrônico Prazo: até o dia 15 deste mês Entrega: prevista para o segundo semestre. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Primeiro ciclo da Carreta da Inclusão teve mais de 11 mil atendimentos em seis cidades
Nos últimos meses, os serviços públicos voltados às pessoas com deficiência (PcDs) estiveram mais próximos dos cidadãos. Entre julho e setembro, seis cidades receberam o projeto itinerante Carreta da Inclusão, que ofereceu acesso a carteiras de identificação, atendimentos jurídicos e sociais, suporte de empregabilidade e experiências tecnológicas inclusivas. A iniciativa é promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das secretarias da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF). Gama, Samambaia e Santa Maria foram as regiões recordistas de atendimentos no projeto itinerante Carreta da Inclusão | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “É essencial o governo estar próximo à população; além de ampliar as cidades, queremos ter outros níveis de suporte e atendimentos para as pessoas com deficiência” Flávio Pereira dos Santos, secretário da Pessoa com Deficiência O primeiro ciclo do projeto contou com 11.125 atendimentos e entregou 2.802 carteiras de identificação da pessoa com deficiência. O projeto começou no Guará, onde foram prestados 1,2 mil atendimentos e retiradas 500 carteiras. Já o encerramento foi em Planaltina, onde foram registrados 1.813 atendimentos e entregues 470 documentos. Gama, Samambaia e Santa Maria foram as regiões recordistas de atendimentos, com 2.150, 2.139 e 2.048, respectivamente. O programa também passou pelo Recanto das Emas, com 1.175 atendimentos e 365 carteiras concedidas. Boa aceitação “O balanço foi muito positivo”, afirmou o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Pereira dos Santos. “Observamos que foi um programa muito bem-aceito pela comunidade – não só no retorno quantitativo, mas qualitativo, com feedbacks da qualidade do atendimento. Observamos que nas comunidades onde há uma população mais vulnerável houve mais procura.” Santos adiantou que a Carreta da Inclusão terá um novo ciclo ainda este ano, quando vai passar por Brazlândia, Ceilândia e São Sebastião. Para 2025, a expectativa é que o programa percorra dez regiões administrativas. “É essencial o governo estar próximo à população; além de ampliar as cidades, queremos ter outros níveis de suporte e atendimentos para as pessoas com deficiência”, reforçou o gestor. Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília Serviços Um dos destaques do projeto Carreta da Inclusão foi a arena gamer, onde os visitantes tinham acesso a jogos eletrônicos adaptados com tecnologia assistiva, free play e ao projeto Gamifica-DF, da Secti, com possibilidade de inscrição em cursos de capacitação gratuitos nas áreas de desenvolvimento de jogos, design e marketing. “A Carreta da Inclusão facilitou o acesso a uma enorme diversidade de serviços públicos, atendendo demandas de mobilidade, benefícios sociais, empregabilidade e dando acesso à tecnologia”, avaliou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman. “Isto demonstra o quanto a iniciativa foi bem-recebida em todas as localidades por onde passou.”
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Novas árvores do Parque da Cidade terão identificação por QR Code
As árvores recém-plantadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no Bosque dos Pinheiros, no Parque da Cidade, serão identificadas por QR codes. Além da identificação, os códigos também trarão informações científicas e curiosidades sobre cada espécie nativa do Cerrado implantada no maior parque urbano da América do Sul. O início do plantio foi nesta quinta-feira (25), com a presença do governador Ibaneis Rocha. Etiquetas de classificação ajudam a promover mais interesse da população em conhecer as espécies | Foto: Divulgação Os frequentadores terão à disposição uma gama de dados sobre cada árvore, incluindo nome científico, sinonímia botânica, família biológica, nomes populares, tipo de crescimento, época de floração e colheita dos frutos, além de peculiaridades únicas de cada espécie. Projeto-piloto Os serviços de plantio das mudas são executados por equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “A nossa ideia é trazer esse contato, esse interesse da população por conhecer melhor as espécies que estamos plantando no Parque da Cidade”, enfatiza o engenheiro florestal Tiago Alencar de Araújo. Segundo o servidor da Novacap, o modelo já é adotado em outros estados e será executado no parque como projeto-piloto. “Nosso diferencial para as outras unidades da Federação está na proporção, uma vez que pretendemos fazer a implementação em larga escala desses QR codes, expandido para todas as árvores da capital”, explica. Há, ainda, a previsão de adicionar outras funções. “Daqui a uns anos, quando a tecnologia estiver bem-consolidada, o objetivo será incorporar outras funcionalidades ao código, permitindo, por exemplo, agendar serviços de poda de árvores, se necessário”, adianta o engenheiro. Valorização do Cerrado [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em agosto do ano passado, o GDF iniciou a supressão dos pinheiros espalhados pelo Parque da Cidade. A ação foi o pontapé inicial no processo de retomada do projeto original de paisagismo do parque, elaborado por Roberto Burle Marx (1909 – 1994), referência no paisagismo modernista no Brasil. Os pinheiros do parque tinham mais de 40 anos. Por não serem nativos do Cerrado, as espécies têm uma vida útil menor e uma presença prejudicial ao ecossistema. Após a retirada, espécies típicas e outras adaptadas ao bioma do DF serão plantadas no local. Ao todo, estão sendo plantadas 300 árvores de 11 diferentes espécies nativas do bioma. Veja abaixo a relação completa. ? Pequizeiro – 6 mudas ? Pitangueira – 7 mudas ? Pau-brasil – 18 ? Louro-pardo – 25 ? Mutamba – 20 ? Ipê-branco – 45 ? Ipê-roxo – 40 ? Ipê-rosa – 30 ? Ipê-amarelo-peludo – 40 ? Ipê-caraíba (amarelo) – 50 ? Fisocalima – 19
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Auditores fiscais da ativa recebem novas identidades funcionais
Servidores da ativa da carreira de auditoria de atividades urbanas estiveram, entre estas segunda (11) e quarta (13), na sede da Secretaria DF Legal, para receberem a nova identidade funcional. Além dos auditores da própria pasta, foram agraciados aqueles que trabalham no Instituto Brasília Ambiental, na Vigilância Sanitária (Visa), na Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e na Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). As servidoras Sônia Maria Azevedo Andrade, Heraciuda Magalhães Cambuy Avila, Maria José de Souza Ribeiro e Mari Stenia Nogueira de Souza Santana retiraram suas novas identidades funcionais na sede da Secretaria DF Legal | Fotos: Ivonildo Lira/DF Legal Para o mutirão de entrega, foi montada uma estrutura no auditório da DF Legal. Dos cerca de 760 servidores esperados, 439 foram buscar o documento. Os auditores que não conseguiram fazer a retirada podem comparecer à Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep) da DF Legal, no SIA Trecho 03, Lotes 1545/1555, entre segunda e sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. “O colete, acompanhado da nova carteira de identidade funcional, protege o servidor público e dá ao cidadão mais segurança na hora da abordagem”, disse Mário Feliciano de Souza Filho Quem já recebeu a identidade destacou a satisfação com o documento. “Me sinto mais valorizado com a nova carteira de identificação porque nela, além de constar os meus dados pessoais e função, consta, também, o meu tipo sanguíneo”, afirmou Wilson Arcanjo, auditor há 30 anos. Sandro Roberto de Farias, da Coordenação de Habite-se e Acessibilidade da DF Legal, salienta a segurança que a nova cédula traz. “A nova identidade é importante porque, além de moderna, traz atualizações em relação à carteira anterior. Com ela, terei acesso a todo tipo de obras e edificações em geral. E vou fazer isso com muito mais segurança”. O servidor Mário Feliciano de Souza Filho, da Subsecretaria de Fiscalização de Resíduos Sólidos, lembra a importância de a população também poder reconhecer o servidor. “A identificação é superimportante, quando solicitada. O colete, acompanhado da nova carteira de identidade funcional, protege o servidor público e dá ao cidadão mais segurança na hora da abordagem. Estou feliz por isso”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Opinião semelhante tem Manoel Diógenes Lima da Silva, auditor da Vigilância Sanitária. “A nova carteira de identidade funcional traz tranquilidade tanto para o auditor fiscal quanto para o cidadão comum, alvo de fiscalização porque, em caso de dúvida, basta que ele acesse o QR Code para atestar a veracidade da mesma. Isso inibirá a ação de golpistas que, porventura, queiram se passar por um servidor público”. O documento tem fé pública em todo o território nacional conforme o Decreto nº 43.810, de 5 de outubro de 2022. Nesse primeiro momento, somente os auditores da ativa foram autorizados a receber as carteiras de identidade funcional e, em um segundo momento, em data a ser marcada, será a vez dos servidores aposentados. *Com informações da DF Legal
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Equipes de Consultório na Rua recebem novos uniformes
Na manhã desta quarta-feira (6), representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) entregaram os kits de uniforme às equipes de saúde do Consultório na Rua. São 228 acessórios, incluindo camisas, bonés, camisas de proteção solar, bolsas, capas de chuva e coletes. Atividades do Consultório na Rua abrangem prestação de serviços de saúde em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A pauta da Secretaria de Saúde é fortalecer esse atendimento, considerado primordial e que vem crescendo a cada dia na capital”, afirma o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Maurício Fiorenza. “Então, esses uniformes farão toda a diferença na identificação visual e criará um maior vínculo na área de atuação dessas equipes.” Ao todo, 39 equipes receberam os uniformes, adquiridos por meio de um termo de cooperação entre a SES e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). “Essa identificação é um grande avanço para nós, pois é uma representação da nossa equipe para que a população em situação de rua nos reconheça como prestadores de serviço que estão levando saúde até eles”, reforça a assistente social Adelina de Castro, que atua na Região de Saúde Oeste, abrangendo áreas de Ceilândia e Brazlândia. Saúde em movimento [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Consultório na Rua é constituído por equipes multiprofissionais que desenvolvem ações integrais de saúde para atender às necessidades da população em situação de rua. Os profissionais dessa área desenvolvem as atividades de forma itinerante e, quando necessário, em parceria com as equipes das unidades básicas de saúde (UBSs). Essas equipes podem ser compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, agentes sociais, técnicos ou auxiliares de enfermagem, técnicos em saúde bucal, cirurgiões-dentistas e profissionais de educação física ou com formação em arte e educação, dependendo da modalidade adotada em cada região administrativa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Adesivos identificam viaturas de combate a perigo químico
Viaturas do Instituto Brasília Ambiental foram identificadas, esta semana, com adesivo do símbolo CD-P2R2 (Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos), que atua diretamente com produtos químicos. O adesivo com símbolo da CP-P2R2 identifica viaturas que atuam com emergências envolvendo produtos químicos | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental A identificação permite que as equipes tenham acesso mais rápido aos locais de ocorrência de emergências com produtos químicos que representem perigo. E foi promovida pela Superintendência de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento (Sufam), juntamente com a Gerência de Transporte (Getra), do Brasília Ambiental. A CD-P2R2 é composta por 17 órgãos da administração direta e indireta do GDF e também por três órgãos federais – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A comissão tem como objetivo a prevenção de ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos e tornar mais eficaz e efetivo o sistema de preparação e resposta a emergências químicas no DF. *Com informações do Brasília Ambiental
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“Eu amo a Estrutural”: novo letreiro celebra amor pela cidade
A entrada da Cidade Estrutural ganhou um novo elemento para deixá-la ainda mais bonita e ajudar na identificação de quem acessa a região por meio da Estrada Parque Ceilândia (EPCL), também conhecida como Via Estrutural. Um letreiro com os dizeres “Eu amo a Estrutural”, feito pela administração regional em parceria com entidades civis e comerciais da região, foi instalado no balão de entrada da cidade. O letreiro de identificação da RA recebeu pintura especial do artista plástico Herbert Vale, decorado com diversas cores e símbolos do DF, como o ipê amarelo e os azulejos de Athos Bulcão | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília [Olho texto=” “O letreiro é algo especial, mostra o carinho que temos pela cidade, é uma retribuição aos moradores”” assinatura=”Thaís Dantas, presidente do Conselho Comunitário da Estrutural” esquerda_direita_centro=”direita”] A frase é a mesma que orna letreiros de identificação de outras regiões administrativas, como Fercal e São Sebastião. A estrutura instalada na entrada da Cidade Estrutural foi feita de concreto, erguida em cima de uma base e recebeu uma pintura especial de Herbert Vale, artista plástico e servidor da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que decorou o letreiro com diversas cores e símbolos do DF, como o ipê amarelo e os azulejos de Athos Bulcão. A presidente do Conselho Comunitário da Estrutural, Thaís Dantas, conta que o projeto para instalação do letreiro teve início em 2019, mas teve que ser interrompido no ano passado por conta da pandemia. Nos últimos meses, o processo voltou a tramitar e, agora, saiu do papel e tomou forma. “É uma maneira de olhar mais para a comunidade, que ainda é muito esquecida. O letreiro é algo especial, mostra o carinho que temos pela cidade, é uma retribuição aos moradores”, afirma. [Olho texto=”“A gente imagina que a imagem do letreiro será bastante compartilhada nas redes sociais, além de um ponto ideal para registrar o amor pela cidade”” assinatura=”Vânia Gurgel, administradora do SCIA/Estrutural” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Entidade que representa diversas empresas que estão instaladas na Cidade do Automóvel, a Associação de Revendedores de Veículos do DF (Agenciauto/DF) também se envolveu no projeto e ajudou a financiar parte dele. Para José Rodrigues Neto, presidente da Agenciauto/DF, o letreiro será bom tanto para os moradores quanto para os comerciantes da região. “É muito bom poder ajudar e é um presente para as duas cidades, tanto a Estrutural quanto a Cidade do Automóvel. Todo mundo sabe onde é, mas fica ainda mais bonito com uma personalização”, ressalta. Para a administradora regional do SCIA/Estrutural, Vânia Gurgel, o letreiro vai representar ainda mais do que somente uma identificação para a região. “Além de embelezar a entrada da cidade e de desenvolver um sentimento de pertencimento dos moradores, o letreiro de identificação fixa é ainda um importante investimento de valorização para a Estrutural. A gente imagina que a imagem do letreiro será bastante compartilhada nas redes sociais, além de um ponto ideal para registrar o amor pela cidade”, enfatiza. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além do letreiro, a Estrutural também receberá outros investimentos do Governo do Distrito Federal. Um deles será um Batalhão da Polícia Militar, cuja licitação para construção já foi publicada no Diário Oficial. A Feira Permanente da cidade também foi incluída no rol de estruturas do tipo que irão receber serviços de manutenção e conservação.
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Mais de 500 foliões-mirins são identificados com pulseiras
Fausto Lana (à direita), com a esposa, Pauliane, e a filha, Júlia: “Ela é nosso bem mais precioso, e queremos que esteja bem-cuidada. Nos sentimos protegidos com esse serviço” | Fotos: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Aos dois anos de vida, a pequena Júlia precisou se esforçar para alcançar a mesa em que eram confeccionadas as pulseiras de identificação dos foliões-mirins. Vestida de Chiquinha, personagem da série mexicana Chaves, ela pode se divertir no primeiro Carnaval na capital de forma segura. Em dois dias, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) distribuiu mais de 500 desses adereços infantis e deve ter maior demanda nesta terça-feira (25), quando a festa termina. “A gente quer se divertir com segurança”, destaca o bancário Fausto Lana, 32 anos, pai de Júlia. “Ela [a filha] é nosso bem mais precioso, e queremos que ela esteja bem-cuidada. Nos sentimos protegidos com esse serviço”. Esta é a primeira vez que a família aproveita, junta, o Carnaval do DF. “Estamos gostando bastante. Os blocos infantis estão bem-policiados, sem briga ou confusão”, observa a mãe, Pauliane Lana, 37. Segurança para todos De sábado (22) a segunda-feira (24), cerca de 500 pulseiras foram distribuídas a crianças como Júlia nos blocos destinados ao público infantil. Nesta terça-feira, os militares vão dar assistência aos foliões-mirins no Baratinha, no estacionamento do Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade. Com expectativa de reunir cem mil pessoas, o bloquinho tradicional da capital deve dobrar a quantidade de identificações entregues. [Numeralha titulo_grande=”500″ texto=”Número de pulseirinhas distribuídas nos três primeiros dias de Carnaval” esquerda_direita_centro=”direita”] A ação é uma parceria da PMDF com Conselho Tutelar, Secretaria de Justiça (Sejus) e Secretaria de Segurança Pública (SSP). “Com isso, esperamos diminuir a quantidade de crianças perdidas, ou, no caso de ocorrência, que sejam localizadas logo, garantindo, assim, um Carnaval mais seguro”, esclarece o segundo-sargento Celso Ramos. “Basta um segundo de distração para a criança sair do campo de visão dos pais”, alerta o militar. Por isso, ele estimula que todos os foliões-mirins sejam identificados. Na pulseira, são colocados o nome da criança, o de um responsável e o telefone para contato. Em cor chamativa, é possível visualizar o adereço a distância. “É mais uma forma de proteção”, lembra. Crachá Pais ou responsáveis também podem utilizar o crachá oferecido pela corporação. O processo é fácil e rápido. Os dados devem ser preenchidos em formulário disponível no site da PMDF, que também pedirá uma foto atualizada da criança. Pronto, agora basta imprimir. Em dias úteis, os postos do Na Hora fazem a impressão dos crachás, mas, em virtude do ponto-facultativo e do feriado, o serviço está indisponível. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] SOS Criança Um serviço de emergência foi criado para ajudar na localização de crianças perdidas ou que estejam sob alguma situação de vulnerabilidade. O SOS Criança DF poderá ser acionado durante o Carnaval e funciona em caráter permanente por meio do WhatsApp (99212-7776). As informações são enviadas pelo aplicativo ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que faz o encaminhamento mais adequado para que a criança seja localizada e entregue aos responsáveis. Atenção às regras A Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF) estabelece regras para a presença dos foliões mirins em atrações do Carnaval. Em bailes e matinês, que devem terminar até as 20h, só será permitida a entrada de crianças e adolescentes – acompanhados pelos responsáveis. O mesmo se aplica aos bloquinhos. Os brincantes com até 16 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou responsáveis legais. Estes terão de portar documento de identificação oficial para fins de comprovação. Os agentes de proteção estarão presentes nos eventos carnavalescos para fiscalizar a entrada e a permanência do público infantojuvenil.
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