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Projeto apoiado pela FAPDF fortalece cuidado e autonomia de pessoas idosas por meio de jogos

Em um cenário de envelhecimento populacional e de crescente demanda por estratégias de cuidado em saúde mental, uma tecnologia desenvolvida no Distrito Federal propõe uma nova forma de promover bem-estar, autonomia e conexão social entre pessoas idosas. O projeto Lady Health 3.0: Longevidade Conectada e Psico Sustentabilidade utiliza jogos digitais, recursos interativos e estratégias de autocuidado para apoiar a saúde mental e fortalecer o envelhecimento ativo. A iniciativa é desenvolvida no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa UniSER, vinculado à Universidade de Brasília (UnB), sob coordenação da professora associada Margô Gomes de Oliveira Karnikowski. O projeto conta com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) por meio do edital FAPDF Learning. “O envelhecimento deixa de ser visto como um processo de declínio e passa a ser compreendido como uma fase de potencial desenvolvimento, mediada por tecnologia, conexão e cuidado integral” Margô Gomes de Oliveira Karnikowski, professora Para Margô, o apoio da FAPDF foi essencial: “O apoio da FAPDF foi fundamental para viabilizar o projeto, permitindo o desenvolvimento tecnológico, a realização de testes de usabilidade e a validação científica da plataforma”.  Segundo a pesquisadora, o fomento público cumpre papel estratégico ao propor soluções inovadoras voltadas a desafios sociais complexos, como o envelhecimento populacional e a saúde mental. “O envelhecimento deixa de ser visto como um processo de declínio e passa a ser compreendido como uma fase de potencial desenvolvimento, mediada por tecnologia, conexão e cuidado integral”, comenta. Testes finais A proposta do Lady Health 3.0: Longevidade Conectada e Psico Sustentabilidade dá continuidade ao desenvolvimento do Lady Health, agora em sua versão 3.0, com novos recursos digitais voltados para autocuidado, saúde mental, sustentabilidade e interação entre diferentes gerações. A tecnologia está classificada como TRL 8, sigla em inglês para Technology Readiness Level, indicador que mede o grau de maturidade de uma solução. Na prática, isso significa que o produto já está em fase de testes finais e transição para implementação no Distrito Federal, com potencial de aplicação em maior escala.   A versão atualizada do Lady Health tem novos recursos digitais voltados para autocuidado, saúde mental, sustentabilidade e interação entre diferentes gerações | Fotos: Divulgação/FAPDF Segundo a coordenadora, o aumento da longevidade exige novas formas de cuidado, capazes de considerar não apenas os aspectos físicos do envelhecimento, mas também as dimensões emocionais, sociais e ambientais da vida. “Mais do que prolongar a vida, torna-se imperativo qualificar essa experiência, incorporando abordagens inovadoras que integrem tecnologia, saúde mental e engajamento social”, afirma Margô. Jogos digitais a serviço do cuidado O Lady Health 3.0 utiliza princípios dos chamados serious games, jogos digitais desenvolvidos com propósito educativo, terapêutico e social. A proposta é criar uma plataforma gamificada capaz de estimular funções cognitivas, promover regulação emocional, incentivar hábitos saudáveis e ampliar o acesso a conteúdos de autocuidado. As atividades são pensadas para serem intuitivas, acessíveis e adequadas ao ritmo das pessoas idosas, respeitando diferentes níveis de familiaridade com o ambiente digital. A plataforma também prevê o acompanhamento de indicadores de saúde, permitindo que o autocuidado seja trabalhado de forma mais personalizada. As atividades são pensadas para serem intuitivas, acessíveis e adequadas ao ritmo das pessoas idosas, respeitando diferentes níveis de familiaridade com o ambiente digital A criação do Lady Health 3.0 parte da preocupação com questões como solidão, ansiedade e depressão, que podem afetar diretamente a qualidade de vida, a autonomia e a participação social da pessoa idosa. “A ideia central é transformar experiências de isolamento em experiências de conexão significativa, mediadas por tecnologias acessíveis”, destaca Margô. Tecnologia construída com pessoas idosas Um dos diferenciais do projeto é a participação direta de pessoas idosas no desenvolvimento da solução. A metodologia utiliza abordagens de processo de criação colaborativa em que os próprios usuários participam da concepção, avaliação e aprimoramento da tecnologia, e design centrado no usuário, que busca desenvolver soluções a partir das necessidades reais de quem irá utilizá-las. Esse modelo colaborativo ajuda a garantir que a plataforma seja construída a partir das necessidades reais do público que irá utilizá-la. A participação ativa dos usuários fortalece a usabilidade, aumenta a adesão à ferramenta e contribui para que os participantes se reconheçam como parte do processo de inovação. “A tecnologia deve ser construída com, e não apenas para, a pessoa idosa. Isso aumenta a usabilidade, a aderência e a relevância social da solução, além de fortalecer o senso de pertencimento e autonomia dos participantes”, afirma Margô. O projeto promove a interação entre diferentes gerações, aproximando pesquisadores, estudantes, profissionais e usuários Além de envolver pessoas idosas, o projeto promove a interação entre diferentes gerações, aproximando pesquisadores, estudantes, profissionais e usuários em torno de uma construção coletiva. Essa troca de saberes é considerada uma das estratégias para combater o isolamento social, ampliar vínculos e reduzir o etarismo. A proposta valoriza também experiências lúdicas e presenciais, como jogos de tabuleiro, dinâmicas recreativas e práticas colaborativas. Essas atividades ajudam a criar ambientes mais acolhedores, estimulam habilidades cognitivas e sociais e fortalecem a interação entre pessoas idosas, estudantes, pesquisadores e profissionais envolvidos no projeto.  Validação e impactos esperados O projeto está estruturado em etapas que incluem planejamento, desenvolvimento da plataforma, implementação e disseminação da tecnologia. Durante a execução, estão previstos testes de usabilidade e avaliações para medir a eficácia da solução como ferramenta de apoio ao cuidado e à educação em saúde. A plataforma deverá ser avaliada em ambientes educacionais e terapêuticos, com aplicação de instrumentos de pesquisa antes e depois da intervenção. A proposta prevê a análise de aspectos relacionados ao estado geral de saúde mental, bem-estar subjetivo, satisfação com a vida e experiência de uso da ferramenta. A iniciativa também prevê capacitações para profissionais das áreas de saúde e educação Entre os resultados esperados estão o fortalecimento da autonomia, a melhora da autoestima, o estímulo cognitivo, a ampliação da participação social e o apoio à promoção da saúde mental. A iniciativa também prevê capacitações para profissionais das áreas de saúde e educação, produção de um e-book sobre o desenvolvimento da ferramenta, submissão de artigo científico e criação de uma rede de profissionais interessados em saúde digital. [LEIA_TAMBEM]CITIG 2026 amplia disseminação do projeto Como desdobramento das ações de disseminação científica e tecnológica do Lady Health 3.0, o projeto se articula à realização do III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia (CITIG 2026), entre os dias 17 e 19 deste mês, no Centro Universitário Unieuro. O evento é voltado à integração entre envelhecimento, ciência, tecnologia, inovação e cuidado. O congresso representa um espaço de consolidação e circulação do conhecimento produzido a partir de iniciativas apoiadas pela FAPDF na área de tecnologia e longevidade, ampliando o alcance do Lady Health 3.0 e aproximando pesquisadores, profissionais, instituições e pessoas idosas em torno de soluções voltadas à autonomia, à saúde mental e à qualidade de vida. Ao integrar jogos digitais, saúde mental, sustentabilidade e participação intergeracional, o Lady Health 3.0 aponta para uma forma mais ativa, conectada e inclusiva de pensar a longevidade. *Com informações da FAPDF  

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Aumento de casos de síndrome gripal exige atenção redobrada com crianças e idosos

O mês de março marcou o início de um período que preocupa muitos pais e responsáveis: a sazonalidade das infecções respiratórias virais. Tosses, corizas, dores de garganta, catarro, febre e diversos outros sintomas começam a aparecer com mais frequência nos lares, exigindo atenção redobrada com a prevenção e o cuidado. Estação atual é marcada pelo aumento das síndromes gripais, que podem ser identificadas a partir de vários sintomas | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  Esse período não está associado a uma única doença, mas ao aumento das chamadas síndromes gripais (SGs). Um indivíduo é classificado com SG se apresentar uma infecção respiratória, com início nos últimos sete dias, com pelo menos dois desses sintomas: tosse, coriza, dor de garganta, congestão nasal, febre, dor de cabeça, dor no corpo e calafrio. “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação” Camila Damasceno, médica da Secretaria de Saúde Nos casos mais graves, pode haver a evolução para a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que ocorre quando o paciente hospitalizado com SG apresenta agravamento, como dispneia (dificuldade de respirar), taquipneia (respiração rápida) e baixa saturação de oxigênio. Sintomas Camila Damasceno, médica e referência técnica distrital (RTD) de família e comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), aponta os principais sintomas aos quais a pessoa deve ficar atenta para procurar um serviço de emergência: “Se tiver alguma dificuldade para respirar, se a respiração está acelerada ou com chiado; se a pessoa estiver muito prostrada, se sentindo muito fraca, com sensação de desmaio”. A especialista orienta sobre o cuidado com as altas temperaturas do corpo: “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação”. Sintomas como convulsões ou confusão mental também são sinais de alerta. “Em caso de sintomas leves, o ideal é que a pessoa procure a Unidade Básica de Saúde (UBS), para que o enfermeiro ou médico avalie e oriente direito como será o tratamento”, reforça a médica. “Na presença de sinais de gravidade, a pessoa deve procurar o serviço de emergência, como uma UPA ou pronto-socorro, principalmente nos períodos em que a UBS estiver fechada.” Aumento [LEIA_TAMBEM]O alerta se intensifica diante de dados recentes. Nos últimos anos, foram notificados mais de 21 mil casos de SRAG em residentes do DF. De 2024 para 2025, houve um aumento de 25%, após um período de queda, sinalizando uma retomada da circulação viral — foram 6,5 mil casos, em 2024, e 8 mil casos, em 2025. O crescimento dos casos entre março e julho se dá, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. Alguns vírus apresentam melhor sobrevivência em temperaturas mais baixas. Mudanças de temperatura e a menor exposição ao sol também podem afetar o sistema imunológico. As faixas etárias mais suscetíveis à evolução para formas graves de infecções respiratórias agudas incluem crianças menores de cinco anos e idosos, devido à imaturidade ou declínio da resposta imunológica. Prevenção e cuidados A vacinação segue como a principal estratégia para prevenir casos graves contra os vírus respiratórios e reduzir a incidência, gravidade e número de mortes. Hábitos cotidianos também são fundamentais para reduzir a transmissão, como higienizar as mãos, dar preferência a ambientes naturalmente ventilados, isolar-se em casos suspeitos, manter o ambiente limpo e evitar aglomerações em locais fechados. Veja, abaixo, as vacinas oferecidas na rede pública de saúde do Distrito Federal. Arte: SES-DF *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)    

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Sexta edição da Caderneta da Pessoa Idosa traz atualizações e conteúdo ampliado

A nova Caderneta da Pessoa Idosa do Ministério da Saúde (MS) foi lançada com atualizações importantes, com avanços tanto na didática quanto no conteúdo do material. Em sua sexta edição, o documento passa a incluir informações sobre saúde mental, prevenção de violência, cuidados paliativos e seguridade social. Público idoso encontra, na nova versão da caderneta, recursos que facilitam o acesso a informações sobre educação em saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Essa versão recente representa um passo significativo para aprimorar a qualidade da assistência no SUS [Sistema Único de Saúde], especialmente no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS)”, afirma a gerente de Apoio à Saúde da Família da Secretaria de Saúde (SES-DF), Simone Lacerda.  Dentre as inovações, a gestora destaca a inclusão do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20), que permite avaliar condições de fragilidade e necessidades específicas de cada indivíduo. O documento contempla, ainda, conteúdos com fontes maiores para aumentar a legibilidade, além de utilizar ilustrações e QR codes — recursos que facilitam o acesso rápido a materiais complementares de educação em saúde, tanto para os usuários quanto para os profissionais. Apoio essencial [LEIA_TAMBEM]Simone Lacerda vê na caderneta uma ferramenta fundamental aos serviços da APS, ao registrar aspectos como medicamentos em uso, avaliação ambiental do domicílio, suporte sociofamiliar e testes complementares. “Isso significa que, na UBS [Unidade Básica de Saúde], temos uma visão completa do perfil de cada pessoa idosa, facilitando a identificação precoce de riscos e a elaboração de planos de cuidados personalizados, alinhados às necessidades de cada um e com acompanhamento longitudinal”, detalha.  A gestora defende que o diferencial da APS seja a chamada “capilaridade”, condição em que as UBSs e as equipes de Saúde da Família funcionam como elo entre o planejamento elaborado pelo MS e a garantia de cuidado integral ao maior número de usuários de saúde, em todos os territórios. “Essa estrutura é vital, especialmente porque a população idosa cresce significativamente a cada ano”, aponta. “No Distrito Federal, por exemplo, o Censo IBGE 2022 registra quase 365 mil indivíduos com 60 anos ou mais, o que corresponde a quase 13% da população total”.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Policlínica de Taguatinga celebra talentos da terceira idade

Celebrar o envelhecimento ativo — com essa proposta, a equipe de gerontologia da Policlínica de Taguatinga promoveu o GerontoArte, encontro que reuniu pacientes, familiares, cuidadores e profissionais de saúde em uma programação voltada ao protagonismo dos idosos acompanhados pelo serviço. Carlos Pontes, que faz acompanhamento na policlínica, participou do encontro: “Foi uma experiência muito interessante poder me apresentar aqui hoje” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A programação da última semana teve homenagens, apresentações culturais e exposição de peças de artesanato produzidas pelos próprios pacientes. Ao fim de cada apresentação, foi entregue um certificado pela participação como forma de reconhecimento das habilidades individuais. Entre os participantes esteve o jornalista Carlos Pontes, de 79 anos, que fez um relato sobre suas vivências e a trajetória marcada por quase dez anos escrevendo artigos para um veículo de comunicação da cidade. “Foi uma experiência muito interessante poder me apresentar aqui hoje”, relatou ele, em acompanhamento na policlínica desde 2021.  Idosos e cuidadores A gerente da Policlínica, Valéria Soares, destacou o impacto da iniciativa: “Esse momento demonstra a importância dos idosos na sociedade, bem como a necessidade de atenção integral à saúde e ao bem-estar. Consideramos também o cuidador, figura essencial nesse contexto”. “Alguns participantes redescobrem, na terceira idade, uma nova forma de protagonismo em suas próprias histórias” Thiara Café, terapeuta ocupacional A terapeuta ocupacional Thiara Café reforçou: “Muitas vezes as obras de arte refletem suas histórias de vida, por meio da escrita, da poesia ou de outras formas de expressão. Alguns participantes redescobrem, na terceira idade, uma nova forma de protagonismo em suas próprias histórias”.  É o caso de Terezinha Lucas de Andrade, 81, que levou ao evento seus trabalhos em crochê e comemorou a oportunidade de participar: “É uma oportunidade valiosa que às vezes não temos. É muito bom estar aqui." Atendimento integral [LEIA_TAMBEM]A Policlínica de Taguatinga disponibiliza atendimento completo à pessoa idosa, oferecendo cuidado individual e coletivo. Há avaliações, reavaliações, encaminhamentos e contrarreferências à Atenção Primária. A unidade mantém, ainda, diferentes grupos de suporte. A terapia comunitária ocorre às quartas-feiras, às 8h, com rodas de bate-papo para fortalecer vínculos e lidar com desafios do cotidiano. O grupo de cuidadores se reúne às segundas-feiras, às 9h, com foco no manejo do estresse e nos impactos emocionais do cuidado contínuo. Já o grupo para homens funciona às quintas-feiras, às 15h, incentivando a participação masculina nas ações de saúde. O acesso aos grupos se dá por encaminhamento da equipe de gerontologia, conforme as necessidades identificadas em cada atendimento. A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, com pausa entre as 12h e as 13h. As primeiras consultas são agendadas pelas unidades básicas de saúde (UBSs), via Sistema de Regulação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Iniciativas de cultura, lazer, convivência e promoção da saúde beneficiarão mais de 9 mil idosos do DF

O extrato que formaliza a execução de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da convivência social, da saúde e da participação cultural de pessoas idosas em diferentes regiões do DF foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (28). A iniciativa, fruto de parceria da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) com o Instituto Líderes do Brasil, atenderá 9.360 idosos ao longo de 12 meses. Estimular a interação comunitária e valorizar o envelhecimento ativo estão entre os principais objetivos do programa | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF [LEIA_TAMBEM]As atividades serão desenvolvidas no Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, São Sebastião, Recanto das Emas e Itapoã, levando à população oficinas culturais, práticas físicas orientadas, ações de lazer e socioeducativas. O objetivo é promover bem-estar, estimular a interação comunitária e valorizar o envelhecimento ativo. Programa Viver 60+ As ações anunciadas vão reforçar e ampliar as atividades já desenvolvidas pelo programa Viver 60+, da Sejus-DF, que atua na promoção do envelhecimento ativo em diversas regiões do Distrito Federal. O programa oferece ginástica, dança, alongamento, rodas de bate-papo, oficinas de memória, integração social e atividades culturais, estimulando autonomia, fortalecimento de vínculos e qualidade de vida entre idosos. A programação contempla iniciativas integrativas que fortalecem vínculos sociais, ampliam oportunidades de participação e contribuem para a qualidade de vida. Com ações contínuas e diversificadas, o projeto amplia espaços de convivência e engajamento para a população idosa do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Cras Sobradinho I promove ação comunitária para pessoas idosas

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Sobradinho I encerrou o mês de outubro com a 2ª edição da ação comunitária “Envelhe-SER compartilhando histórias de uma vida”. O objetivo foi informar sobre os direitos da pessoa idosa e favorecer oportunidades de convivência com a comunidade, proporcionando momentos de lazer e cultura. O evento, realizado no dia 31, contou com um café da manhã especial, momento interativo com o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) de Sobradinho e uma apresentação musical feita pelas idosas. “Nossa missão é promover o bem-estar e a valorização da pessoa idosa por meio de atividades que fortaleçam os vínculos sociais, incentivando sua autonomia e proporcionando qualidade de vida”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras de Sobradinho I promoveu a 2ª edição da ação comunitária 'Envelhe-SER compartilhando histórias de uma vida' | Foto: Divulgação/Sedes-DF Além do clima de descontração e festa, o evento também foi marcado por momentos de aprendizado e orientação. A assistente social do Cras de Sobradinho, Fernanda Costa, realizou uma dinâmica sobre mitos e verdades, seguida por um bate-papo sobre proteção e direitos da pessoa idosa, mediada pela delegada Ângela Santos, da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). [LEIA_TAMBEM]O evento, que reuniu mais de 80 pessoas, encerrou o mês de comemorações em alusão ao Dia Internacional da Pessoa Idosa. Ao fim da atividade, cada participante recebeu um kit contendo edredom, toalha e alguns produtos de autocuidado. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é um equipamento público que funciona como porta de entrada da assistência social no Brasil, para famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade e risco social. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Projeto PIS Vida Saudável leva qualidade de vida a idosos

Com atividades como automassagem, alongamento e dança, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 6 de Taguatinga tem reunido um público de idosos em torno do projeto PIS Vida Saudável. Além das atividades presenciais na UBS, o grupo participa de passeios culturais e turísticos pelo Distrito Federal. Visita ao Parque Nacional: grupo mantém atividades de socialização, interagindo com público de diferentes idades | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF A equipe do PIS Vida Saudável já visitou o Parque da Água Mineral, onde os idosos puderam contemplar a natureza, fazer caminhadas e aproveitar o banho de piscina. No final de outubro, houve um passeio ao Catetinho, primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek. O lanche foi organizado pelos próprios usuários, que aproveitaram o momento de convivência e valorização da história da cidade. [LEIA_TAMBEM]“Nós observamos um aumento na satisfação e na melhora nos relatos de dor entre os frequentadores”, relatou a enfermeira Margareth Diniz, coordenadora do grupo, ao qual algumas pessoas são encaminhadas por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps). Iniciado em 2013, o projeto tem como foco as Práticas Integrativas em Saúde (PIS), que fortalecem a prevenção e o bem-estar integral. Há dois anos, as ações passaram a ser desenvolvidas em parceria com a equipe de fisioterapia, ampliando o foco na reabilitação dos idosos. Durante os passeios, os grupos também interagem com público de outras idades.  Além do estímulo físico, o grupo também trabalha o aspecto cognitivo e a interação social entre os participantes. As atividades buscam reduzir quadros de depressão, isolamento e ansiedade. “A equipe tem se dedicado à capacitação contínua, buscando aprimorar cada vez mais a qualidade do serviço oferecido”, afirma a médica da família Sara Viana, a UBS 6.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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População idosa amplia participação no mercado de trabalho do Distrito Federal

O número de idosos no Distrito Federal segue em crescimento e vem ganhando destaque na dinâmica do mercado de trabalho. Dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF), realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicam que, no biênio 2023–2024, a população com 60 anos ou mais representava pouco mais de um quinto dos habitantes em idade ativa, cerca de 523 mil pessoas. Desse total, 20% estão inseridos no mercado de trabalho, o equivalente a aproximadamente 105 mil idosos. Aumento da relação com o trabalho é indicativo de maior longevidade e ampliação das oportunidades voltadas a idosos | Foto: Divulgação/IPEDF A proporção desse grupo na força de trabalho aumentou em relação ao período anterior, passando de 19,1% para 20%. O avanço ocorre em um contexto de maior longevidade e de ampliação das oportunidades voltadas a essa faixa etária. “A pesquisa retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda” Lucia Garcia, economista do Dieese Segundo a pesquisa, os idosos ocupados concentram-se principalmente no setor de serviços, responsável por mais de dois terços das vagas dessa população, seguido do comércio e reparação (16,2%). A construção civil e a indústria de transformação também mantêm participação relevante, com cerca de 6% cada. Ocupações nos setores O levantamento mostra ainda que 47,6% dos idosos ocupados são assalariados, sendo 22,8% no setor público e 24,8% no privado. Outros 29,9% atuam como autônomos, e 7,8% são empregadores. O nível de ocupação dessa população cresceu 9% entre 2022 e 2024, impulsionado principalmente pelo comércio (alta de 23,1%) e pelos serviços (8,1%). [LEIA_TAMBEM]As mulheres representam 60,2% do total de idosos no DF, embora os homens predominem entre os economicamente ativos (57,4%). Entre os inativos, que somam 418 mil pessoas, a principal razão para não trabalhar é a aposentadoria (69,9%), seguida pelos afazeres domésticos (13,8%) e por outras atividades não laborais (15,5%). A maioria (85,9%) já teve experiência anterior de trabalho, e 72% deixaram o último emprego há mais de cinco anos. A jornada média semanal da população idosa ocupada é de 39 horas, com rendimento real mensal médio de R$ 5.778. Em relação à renda dos inativos, a PED-DF aponta que o valor médio das aposentadorias foi de R$ 5.476, enquanto o das pensões alcançou R$ 3.819. “A PED retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda”, avalia Lucia Garcia, técnica e economista do Dieese. “A relevância que vemos deste segmento nas esferas política, artística e intelectual, portanto, reflete um movimento mais amplo, que demanda políticas públicas e adaptação dos espaços organizacionais.” Veja o boletim.  *Com informações do IPEDF

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Rede de cuidados a idosos do Distrito Federal oferece atenção integral e foco em envelhecimento saudável

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem como prioridade a promoção do envelhecimento ativo e saudável. O primeiro ponto de contato para essa assistência é a Atenção Primária à Saúde (APS), oferecida nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) distribuídas por todas as regiões administrativas da capital. Para ampliar e qualificar o atendimento, a rede pública conta com dez Ambulatórios de Geriatria estrategicamente localizados. Nessas unidades, equipes multiprofissionais (eMulti) — formadas por geriatras, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e outros especialistas — realizam acompanhamentos personalizados. Além das consultas, a rede oferece ações como Práticas Integrativas em Saúde (PIS), Circuito Multissensorial para prevenção de quedas, grupos contra o tabagismo, atividades de promoção de hábitos saudáveis e programas voltados a doenças crônicas. No Brasil, estima-se que mais de 1,8 milhão de pessoas vivam com algum tipo de demência, sendo o Alzheimer a forma mais comum. Isso representa cerca de 12% da população idosa | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A disponibilidade dessas atividades varia de acordo com cada UBS. “Embora todas as equipes possam desenvolver ações voltadas à saúde do idoso, as unidades que contam com eMulti tendem a oferecer um número maior de atividades coletivas e atendimentos individuais”, explica a gerente de Apoio à Saúde da Família (Gasf) da SES-DF, Simone Lacerda. Alzheimer No Brasil, estima-se que mais de 1,8 milhão de pessoas vivam com algum tipo de demência, sendo o Alzheimer a forma mais comum. Isso representa cerca de 12% da população idosa, embora haja variações regionais. Até 2050, a projeção é que 5,7 milhões de indivíduos sejam diagnosticados no país, segundo Relatório Nacional de Demência do Ministério da Saúde. Diante do cenário, Lacerda reforça que os cuidados devem começar antes mesmo dos 60 anos, com foco na manutenção da autonomia, independência e participação social. “Nossa abordagem não se limita ao tratamento da doença. Trabalhamos com um modelo de atenção em rede, com equipes interdisciplinares, para garantir um cuidado integral, colocando a pessoa idosa no centro do processo.” A SES-DF conta com dez Ambulatórios de Geriatria e oferece práticas integrativas, circuito multissensorial contra quedas, grupos de combate ao tabagismo, atividades de promoção de hábitos saudáveis e programas voltados a doenças crônicas Os primeiros sinais da doença podem ser sutis e facilmente confundidos com outros problemas de saúde mental. Mudanças de comportamento, dificuldade para realizar tarefas cotidianas — cozinhar, dirigir ou pagar contas — e esquecimentos frequentes, como conversas recentes, estão entre os indícios. Além da memória, o Alzheimer afeta a linguagem, a capacidade de planejamento, a noção espacial e a percepção visual. Para pacientes diagnosticados precocemente, a recomendação é estimular a autonomia e adaptar atividades prazerosas e significativas à nova realidade. O acesso aos ambulatórios especializados ocorre por encaminhamento das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF), via Central de Regulação, ainda nas UBSs. Clique aqui e veja qual é a UBS mais próxima da sua casa. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Aplicativo Ativa Mente une tecnologia e saúde para promover qualidade de vida aos idosos

Com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) estão desenvolvendo o aplicativo Ativa Mente, uma inovação em gerontotecnologia — área que integra envelhecimento humano e tecnologia para promover qualidade de vida na terceira idade. A proposta é voltada à promoção do autocuidado, da saúde cognitiva e do bem-estar de idosos com Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como diabetes e hipertensão. A iniciativa dá continuidade ao projeto Viva Bem, antes restrito ao acompanhamento de idosos com diabetes, e agora ampliado para um público mais diverso. O diferencial do Ativa Mente está na abordagem integral: além de funcionalidades já conhecidas, como lembretes de medicamentos e incentivo à prática de exercícios físicos, a nova versão incorpora estimulação cognitiva (memória, atenção e orientação), buscando preservar a autonomia do idoso e estimular corpo e mente de forma integrada. Do apoio à inovação O projeto foi contemplado pelo edital FAPDF Learning (2023), recebendo R$ 1 milhão em recursos. O investimento viabilizou a aquisição de equipamentos, o desenvolvimento tecnológico e a concessão de bolsas de pesquisa, assegurando condições para que a equipe multidisciplinar da UnB conduzisse o trabalho com rigor científico. Idoso participa das etapas de validação do aplicativo Ativa Mente, que estimula corpo e mente para promover qualidade de vida | Foto: Arquivo pessoal Participam do projeto docentes e discentes de diferentes áreas — enfermagem, ciência da computação, design, psicologia e educação física —, sob a coordenação da professora Silvana Schwerz Funghetto, especialista em envelhecimento humano e tecnologias educacionais. Segundo a pesquisadora, o aporte da FAPDF foi determinante: “O apoio da fundação permitiu estruturar todas as etapas do projeto, desde a análise inicial até a validação junto aos usuários. Trata-se de um investimento que não apenas fortalece a ciência local, mas também responde a uma demanda social urgente”. Rigor científico e validação tecnológica O desenvolvimento do aplicativo segue o método Design Instrucional Contextualizado (DIC), estruturado em cinco etapas (análise, design, desenvolvimento, implementação e avaliação). A validação envolve oficinas participativas e testes com idosos do Distrito Federal, assegurando que a tecnologia atenda às reais necessidades do público-alvo. Para garantir qualidade e confiabilidade, o projeto utiliza instrumentos reconhecidos internacionalmente: - SF-36, questionário de 36 itens que mede a qualidade de vida relacionada à saúde, avaliando aspectos como vitalidade, capacidade funcional, dor e saúde mental; - System Usability Scale (SUS), escala simples e consolidada que mensura a usabilidade de sistemas digitais a partir da experiência dos usuários; - Technology Acceptance Model (TAM), modelo que avalia a aceitação tecnológica considerando utilidade percebida e facilidade de uso. [LEIA_TAMBEM]O conceito de autocuidado — central no projeto — diz respeito à capacidade do idoso de gerir sua própria saúde de forma ativa, fortalecendo sua autonomia e reduzindo a dependência de serviços de alta complexidade. Impactos e relevância social A Ativa Mente deverá alcançar o nível máximo de maturidade tecnológica (TRL 9 — estágio que indica plena prontidão de uso), com registro de propriedade intelectual junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e disponibilização gratuita nas plataformas Google Play e Apple Store. Além de apoiar o autocuidado dos idosos, a ferramenta permitirá gerar relatórios analíticos que poderão subsidiar políticas públicas e estratégias de atenção primária em saúde, contribuindo para a redução de internações hospitalares e para a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS). O reconhecimento da inovação já começou. O projeto recebeu menção honrosa em 2º lugar no II Congresso Internacional de Tecnologia, Inovação e Gerontologia e no III Seminário Internacional de Inovação e Longevidade, realizados em São Paulo. Para a professora Silvana Schwerz Funghetto, a relevância da iniciativa vai além do desenvolvimento tecnológico: “O aplicativo não é apenas uma ferramenta de monitoramento, mas um aliado direto para que o idoso seja protagonista do seu cuidado, preservando sua independência e qualidade de vida por mais tempo”. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Mais de 100 vagas especiais são fiscalizadas em Taguatinga

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na manhã desta quarta-feira (13), uma operação de fiscalização em Taguatinga para coibir o uso irregular de vagas especiais destinadas a idosos, pessoas com deficiência (PcDs) e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). Ao todo, foram inspecionadas 104 vagas reservadas. Diversas irregularidades cometidas por motoristas foram constatadas nos estacionamentos durante a operação | Foto: Divulgação/Detran-DF  Durante a ação, dez condutores foram autuados por estacionar indevidamente nesses espaços, que são garantidos por lei para assegurar mobilidade e acessibilidade a quem tem direito. A operação resultou em 56 notificações.  [LEIA_TAMBEM]Além das infrações em vagas especiais, os agentes de trânsito registraram 18 notificações por veículos que impediam a livre movimentação, e outras 28 por desrespeito às placas de “Proibido estacionar” e “Proibido parar e estacionar”. Dois veículos foram removidos ao depósito. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar em vagas especiais sem credencial é infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47, perda de 7 pontos na CNH e remoção do veículo. *Com informações do Detran-DF  

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Mais de 150 idosos do Programa Viver 60+ participam de workshop sobre prevenção de quedas

Com foco na promoção da saúde, autonomia e qualidade de vida na terceira idade, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) realizou, no último final de semana, um workshop voltado à prevenção de quedas e acidentes domésticos com pessoas idosas. A ação, que integrou as atividades do Programa Viver 60+, reuniu mais de 150 idosos dos núcleos do Gama e de Santa Maria no Instituto Federal de Brasília (IFB). O evento contou com a presença de Yara Helena de Carvalho,  vice-presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 11ª Região (Crefito-11), que discutiu os principais fatores de risco e as medidas preventivas relacionadas às quedas na terceira idade.  Segundo a especialista, informar e conscientizar a pessoa idosa sobre os fatores de risco é essencial para a prevenção de quedas. “Comportamentos de autocuidado, como a prática regular de atividades físicas prazerosas, e adaptações simples no ambiente, como instalar barras no banheiro, fazem diferença. Quedas podem ser fatais, e preveni-las é fundamental para manter a independência, a autonomia e a qualidade de vida”, destaca. Elias Sérgio de Almeida: "Às vezes, a gente não sabe que um simples tapete ou um calçado errado pode causar uma queda. Aprender isso faz toda a diferença no nosso dia a dia" | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforçou o compromisso do programa com o cuidado integral da pessoa idosa. “Nós acreditamos em um envelhecimento ativo, com dignidade e informação. O Viver 60+ foi criado justamente para oferecer esse cuidado contínuo — com saúde física, emocional e social”. Projetos que salvam Elias Sérgio de Almeida, 65 anos, conta a importância da informação na prevenção de acidentes. “Essas orientações que recebemos aqui ajudam muito. Às vezes, a gente não sabe que um simples tapete ou um calçado errado pode causar uma queda. Aprender isso faz toda a diferença no nosso dia a dia”, destacou. Além da palestra, os idosos participaram de uma sessão de alongamento conduzida por um professor do Viver 60+, reforçando a importância da atividade física regular na manutenção do equilíbrio, força muscular e mobilidade. Maria do Carmo Oliveira chegou ao evento com dor, mas se sentiu melhor depois de uma sessão de alongamento [LEIA_TAMBEM]Maria do Carmo Oliveira, 77 anos, compartilha a relevância da prática da atividade física. “Movimentar o corpo é muito bom. Você pode até chegar com dor, mas sai novinho em folha. Cheguei com um pouco de dor, mas depois do alongamento, estou bem melhor”. Além do tema prevenção de quedas, o programa já promoveu diversas ações voltadas à saúde física, emocional e à proteção da pessoa idosa. Cerca de 10 mil pessoas idosas participaram das atividades realizadas ao longo do ano. As iniciativas incluem palestras sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e enfrentamento à violência contra a pessoa idosa. Em janeiro, o programa abordou o cuidado emocional com a campanha Janeiro Branco; em junho, a campanha Junho Violeta destacou a importância da conscientização e do combate à violência contra os idosos. *Com informações da Sejus

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Caminhada Movimente-se: Viver 60+ reúne dois mil idosos no Eixão do Lazer

“Estou aproveitando bastante. Dancei muito e fiz vários exames, como glicemia e pressão”. Aos 94 anos, Elza Sousa Carvalho viveu, neste domingo (15), a experiência de participar de um grande evento voltado para pessoas idosas. Ao lado da amiga Lúcia Ferreira, 73, ela trocou a rotina por um dia animado na segunda edição do Movimente-se: Viver 60+, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), no Eixão do Lazer. As amigas Lúcia Ferreira e Elza Sousa Carvalho driblaram o frio para participar da segunda edição do Movimente-se: Viver 60+, neste domingo (15) | Fotos: Jhonatan Viera/Sejus-DF Lúcia também aprovou a experiência. “Estou adorando o dia! Tem muita programação variada, mas hoje vim para dançar, me divertir. Aproveitei e fiz a oficina de decoração”. Já o morador de Planaltina Elias Sérgio de Almeida, 65, destacou os benefícios para o corpo: “Você pode até chegar com dor, mas sai novinho em folha. Resolvi a minha com a massagem que recebi aqui. Equipe bem atenciosa”. [LEIA_TAMBEM]A caminhada reuniu cerca de dois mil idosos de várias regiões do Distrito Federal em um dia de autocuidado, informação e valorização da terceira idade. Os participantes tiveram acesso gratuito a serviços como aferição de pressão arterial, testes de glicemia, exames rápidos de HIV e hepatites B e C, massagens, ginástica laboral, oficina de flores, orientação jurídica, corte de cabelo e lanche. As mulheres do projeto Banco de Talentos, parte do programa Viver 60+, também marcaram presença, expondo e vendendo seus produtos. Para Maria Carmem Lurdes de Melo, 68, o evento foi mais do que uma oportunidade de negócios. “Além de vender, tive a chance de conhecer outras mulheres de diferentes regiões. É uma troca muito rica e cheia de afeto”, contou a moradora do Riacho Fundo. A ação integra o Junho Violeta, mês dedicado à conscientização sobre os direitos das pessoas idosas e ao combate à violência contra esse público. Para a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, o evento vai além da programação: “O Movimente-se é um convite à vida ativa, ao autocuidado e à convivência. Nosso compromisso é garantir que os idosos se sintam valorizados, protegidos e incluídos”. Morador de Planaltina, Elias Sérgio de Almeida elogiou a iniciativa: “Você pode até chegar com dor, mas sai novinho em folha. Resolvi a minha com a massagem que recebi aqui. Equipe bem atenciosa” Sobre o programa O Viver 60+ é voltado à promoção da qualidade de vida e do envelhecimento saudável. Em maio, foi instituído como política permanente de governo no DF, em reconhecimento à sua relevância social. Mais de sete mil pessoas idosas participam atualmente das atividades, que incluem oficinas de dança, yoga, ginástica, inclusão digital, rodas de conversa, atendimentos de saúde e ações educativas. A proposta é incentivar a autonomia, o bem-estar físico e emocional e o fortalecimento de vínculos sociais. A caminhada Movimente-se é parte dessa proposta e reforça o compromisso com um envelhecimento mais ativo e digno. A primeira edição foi realizada em junho de 2024, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, reunindo cerca de mil pessoas em uma manhã de celebração e movimento. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Equipe de teatro orienta idosos sobre segurança no trânsito nesta quinta (29), em Taguatinga

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal vai realizar, a partir das 9h desta quinta-feira (29), ação educativa no Centro de Convivência Bernardo Sayão, em Taguatinga. A atividade integra a programação do Maio Amarelo 2025 e visa orientar cerca de 50 idosos sobre os cuidados necessários para circular em via pública com segurança. Idosos do Centro de Convivência Bernardo Sayão, em Taguatinga, vão assistir, nesta quinta (29), apresentação da equipe de teatro do Detran-DF sobre segurança no trânsito | Foto: Divulgação/Detran-DF Para isso, a equipe de teatro fará a apresentação de espetáculo com foco no comportamento adequado dos idosos no interior de veículos, ao transitar de bicicletas e nos deslocamentos a pé pela cidade. [LEIA_TAMBEM]Pessoas com mais idade tendem a ter maior dificuldade de locomoção e diminuição dos reflexos, o que as torna mais propensas a se envolverem em atropelamentos e outros sinistros. Entre os pedestres mortos em 2024, 29% tinham 60 anos ou mais (24 dos 82 pedestres mortos). Por isso, redobrar a atenção e preferir utilizar as travessias sinalizadas são cuidados essenciais para garantir um transitar mais seguro. Serviço Ação educativa de trânsito para idosos → Data: Quinta-feira (29), a partir das 9h → Local: Centro de Convivência Bernardo Sayão – QNM 36/38 AE – Taguatinga *Com informações do Detran-DF

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Programa Viver 60+ é instituído como política permanente de governo

Governo do Distrito Federal · PROGRAMA VIVER 60+ É INSTITUÍDO COMO POLÍTICA PERMANENTE DE GOVERNO O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, instituiu oficialmente, nesta terça-feira (27), o programa Viver 60+ como política pública permanente de governo. A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 47.275, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), e representa um marco na consolidação de ações voltadas à promoção do envelhecimento saudável e à garantia de direitos da pessoa idosa no DF. "Mais do que um programa, o Viver 60+ é um instrumento de cuidado, inclusão e promoção de direitos, que permanecerá beneficiando milhares de pessoas", diz a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Viver 60+ tem como missão oferecer serviços públicos gratuitos e integrados, capazes de proporcionar qualidade de vida, bem-estar físico e emocional, inclusão social, além de prevenção e combate às violências contra a pessoa idosa. A iniciativa é estruturada em três grandes eixos de atuação: Saúde e qualidade de vida, Educação e capacitação e Cultura e lazer. As ações do programa acontecem em diversas regiões administrativas, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social, garantindo que o acolhimento e os serviços especializados cheguem a quem mais precisa. Entre os eixos de atuação do Viver 60+ estão saúde e qualidade de vida das pessoas idosas  Entre as atividades oferecidas estão práticas de promoção à saúde física e mental, oficinas educativas sobre direitos, prevenção de violências e desenvolvimento de habilidades e talentos, bem como eventos culturais e de lazer que estimulam a socialização e o fortalecimento de vínculos comunitários. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o decreto prevê a integração do Viver 60+ com outros programas da Sejus-DF, como o Direito Delas, e articulação com a rede socioassistencial do DF, potencializando o alcance e a efetividade das ações. Com a assinatura do decreto, o Viver 60+ passa a ser uma política institucionalizada, assegurando sua continuidade e expansão, independentemente de mudanças de governo. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora da ação, a publicação do decreto é uma vitória importante para a população idosa do DF. “Mais do que um programa, o Viver 60+ é um instrumento de cuidado, inclusão e promoção de direitos, que permanecerá beneficiando milhares de pessoas, independentemente de quem esteja no governo. É uma conquista da sociedade e uma demonstração de respeito às gerações que tanto contribuíram para o nosso DF”, afirma a secretária. *Com informações da Sejus-DF    

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Biblioteca Nacional de Brasília abre vagas para oficinas de redação para vestibular de público 60+

A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) está com inscrições abertas para novas turmas da oficina de redação voltada para o público idoso que vai concorrer a uma das vagas para os cursos de graduação na Universidade de Brasília (UnB), no âmbito do edital 60+. Biblioteca Nacional de Brasília oferece oficina de redação para idosos que queiram concorrer a um curso de graduação na UnB | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Serão disponibilizadas, ao todo, 120 vagas para os candidatos do vestibular. Não é preciso pagar taxa para participar das turmas, e as inscrições devem ser realizadas por formulário virtual. O aulão está programado para o dia 31 de maio, às 14h30, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília. [LEIA_TAMBEM]A diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha Rosário, ressalta a importância da iniciativa para permitir novas oportunidades ao público idoso. “A biblioteca tem como missão apoiar os estudos de todos os públicos em todas as etapas da vida e, por isso, não poderíamos deixar de oferecer o aulão de redação para o vestibular 60+, que já tem público cativo e que a cada edição, aumenta o número de alunos que conseguem uma vaga na UnB”, defende Marmenha.

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UBS 1 de Vicente Pires promove passeio com foco na saúde mental

Cuidar da mente também é movimentar o corpo, sair da rotina e ocupar novos espaços. Foi com esse espírito que cerca de 30 idosos da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Vicente Pires participaram, nesta terça-feira (6), da ação Mentes em Movimento, promovida pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Grupo conheceu as instalações do Complexo Cultural da República | Fotos: Sandro Araújo/SES-DF A iniciativa teve como objetivo trabalhar a promoção de saúde com os usuários da terapia comunitária integrativa realizada na unidade. O grupo foi ao Complexo Cultural da República, onde participou de uma visita guiada que incluiu a Biblioteca Nacional de Brasília e o Museu Nacional da República, espaços que muitos dos participantes nunca haviam explorado. José Batista nunca havia ido à Biblioteca Nacional: “Desde que entrei no grupo, tudo melhorou para mim” Foi o caso do aposentado José Batista, 70. “Desde que entrei no grupo, tudo melhorou para mim”, contou. “Moro sozinho e hoje estou feliz da vida de poder conhecer esse lugar [a Biblioteca Nacional de Brasília]”. A aposentada Maria Batista, 75, que participa da turma há três anos, também compartilhou a sua experiência: “Esses passeios para nós, que temos problemas emocionais, ajudam muito. Podemos conhecer novas pessoas, e nos sentimos mais alegres”. Durante a visita, os idosos puderam conhecer a estrutura interna da biblioteca, aprender sobre seu acervo e funcionamento. No Museu Nacional, os participantes percorreram o espaço interagindo com elementos da história de Brasília. A iniciativa foi organizada pela equipe multiprofissional (e-Multi), em parceria com a equipe  de Saúde da Família (eSF) da unidade. Para a terapeuta ocupacional da unidade, Marília Mendes, a ação foi pensada dentro do planejamento terapêutico, aliando o cuidado à cultura e à vivência social. “A saúde não acontece só dentro da UBS”, pontuou. “Ao ocupar os espaços da cidade, fomentamos o acesso à cultura, à socialização e à troca entre os participantes. É nesse movimento que fortalecemos a promoção da saúde de forma integrada e comunitária”. Pertencimento A ideia do passeio surgiu durante um bate-papo na terapia comunitária integrativa, na semana do aniversário de Brasília. Na ocasião, alguns participantes comentaram que, apesar de viverem há anos na capital, ainda não conheciam seus principais pontos turísticos. Fatores como rotina, mobilidade reduzida ou até mesmo falta de recursos financeiros acabaram adiando essas visitas. [LEIA_TAMBEM] “A equipe acolheu o desejo do grupo e, com o apoio da gerência da unidade, conseguimos transformar a conversa em uma ação concreta de cuidado e integração com a cidade”, relatou a técnica em enfermagem da equipe, Carla Rego. “Esse passeio foi uma forma de ampliar horizontes e fortalecer vínculos.” Apesar de a maioria ser composta por idosos, o grupo, que se reúne semanalmente, é aberto a usuários maiores de 18 anos com demandas de saúde mental leve. “Os pacientes criam um vínculo muito grande e um sentimento de pertencimento na terapia comunitária”, ressaltou a psicóloga da e-multi, Sofia Lisboa. “Mesmo diante de desafios pessoais, eles conseguem acessar outras formas de cuidado, convivência e bem-estar”. A equipe planeja novas ações até o fim do ano. A proposta é seguir ouvindo os desejos dos usuários e transformá-los em experiências de cuidado, inclusão e transformação. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Profissionais da saúde e da assistência social debatem estratégias para idosos em acolhimento

Garantir um envelhecimento digno vai além de oferecer assistência básica. Exige olhar atento, políticas bem estruturadas e, principalmente, um trabalho conjunto entre diferentes áreas. Com esse propósito, profissionais da saúde e da assistência social se reuniram, nesta segunda-feira (31), no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), para a oficina “Dialogando sobre Cuidado como Proteção Integral (Sedes/SES) com ações transversais para pessoa idosa em acolhimento institucional”. A oficina visou fortalecer as ações de proteção e cuidado da pessoa idosa, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade | Fotos: Ed Ferreira/MPDFT Promovido pelas secretarias de Saúde (SES-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o evento teve como foco fortalecer a integração entre as equipes e aprimorar o atendimento prestado às pessoas idosas acolhidas em instituições de Longa Permanência (ILPIs). “Quando temos a possibilidade de unir forças, o futuro é certo. Falar da população idosa e implementar uma política pública que nos permita olhar para o futuro é fundamental. Essa oficina é um passo importante para garantir um serviço público de qualidade e que sirva de exemplo nacional”, afirmou a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps) da SES-DF, Sandra Araújo. Integração “Hoje temos a oportunidade de desenvolver soluções conjuntas. Precisamos lembrar que o idoso tem preferências, uma história de vida e merece respeito”, afirmou a fisioterapeuta da SES-DF Juliana Cunha A parceria entre as áreas da saúde e da assistência social foi um dos pontos centrais do evento. “Que a troca de conhecimentos fortaleça essa transversalidade e que possamos sair daqui com ideias concretas e uma política pública mais forte do que quando chegamos”, afirmou o subsecretário de Atenção Integral à Saúde (Sais) da SES-DF, Maurício Fiorenza. “As nossas unidades de acolhimento institucional atendem pessoas idosas que têm graus de dependência, que fazem uso de medicação e precisam dos serviços de saúde com uma certa constância. Então, ter esse diálogo, ter as equipes estabelecendo fluxos, contribui muito para qualificar o serviço”, completou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Esse diálogo é essencial para ampliar o alcance e a qualidade dos serviços prestados às pessoas idosas, que estão em situação de vulnerabilidade e precisam de apoio”, completou o subsecretário de Assistência Social (Subsas) da Sedes-DF, Coracy Chavante. A programação abordou temas fundamentais, como estratégias de cuidado, fortalecimento dos vínculos afetivos e desafios da proteção social. A fisioterapeuta da SES-DF Juliana Cunha apresentou o tema “Desafios e Estratégias na Proteção e Cuidado à Pessoa Idosa Institucionalizada” e destacou a importância da autonomia e do bem-estar no envelhecimento. “Hoje temos a oportunidade de desenvolver soluções conjuntas. Precisamos lembrar que o idoso tem preferências, uma história de vida e merece respeito. E não podemos esquecer do cuidador, que também precisa de suporte para garantir um atendimento de qualidade”, enfatizou. A oficina também incluiu a apresentação de experiências exitosas que estão transformando o cuidado à pessoa idosa no DF. Além disso, os participantes se dividiram em grupos para debater desafios e propor melhorias no atendimento às ILPIs. *Com informações da SES-DF  

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Instituições são premiadas por excelência no atendimento à população idosa do DF

Instituições que se destacaram no atendimento à população idosa foram homenageadas em uma solenidade especial, na tarde desta quinta-feira (27). O Conselho dos Direitos do Idoso do Distrito Federal (CDI-DF), vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), reconheceu o compromisso e a excelência de 12 entidades na promoção da dignidade e qualidade de vida dos idosos nos anos de 2023 e 2024. A iniciativa visa valorizar e incentivar boas práticas, assegurando que os direitos das pessoas idosas sejam respeitados e que os serviços prestados a esse público sejam de alta qualidade. A comissão de fiscalização e registro do CDI-DF conduziu um criterioso processo de avaliação para selecionar as homenageadas, considerando aspectos como infraestrutura, qualidade do atendimento, cumprimento das normas legais e compromisso com o bem-estar dos idosos. “Essas instituições desempenham um papel fundamental ao garantir que essa população tenha qualidade de vida, respeito e dignidade” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “Cuidar dos nossos idosos é uma responsabilidade de toda a sociedade. Essas instituições desempenham um papel fundamental ao garantir que essa população tenha qualidade de vida, respeito e dignidade. Esse reconhecimento é uma forma de agradecer pelo compromisso e incentivar que cada vez mais entidades se dediquem a esse trabalho essencial”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Maria de Lourdes da Silva Severina, 75 anos, presidente da Associação dos Idosos de Taguatinga, uma das homenageadas, expressou sua satisfação: “Essa homenagem é um reconhecimento de que nosso trabalho funciona muito bem. Atendemos mais de 200 idosos em atividades como ginástica, costura e natação. Muitas dessas pessoas estão aqui celebrando conosco esse prêmio”. Maria de Lourdes da Silva Severina, da Associação dos Idosos de Taguatinga, comemora: “Essa homenagem é um reconhecimento de que nosso trabalho funciona muito bem” | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A importância do registro O registro no CDI-DF é essencial para que as instituições sejam formalmente reconhecidas e possam receber suporte e supervisão do conselho. Essa regulamentação garante que os serviços prestados sigam padrões de qualidade e ética, além de possibilitar que as entidades tenham acesso a programas governamentais, recursos públicos e capacitações. “O acompanhamento contínuo das entidades garante que os serviços prestados aos idosos mantenham um padrão de excelência” Mauro Moreira, presidente do CDI-DF A comissão de fiscalização e registro do CDI-DF monitora e avalia as instituições para assegurar que elas atuem dentro das normas estabelecidas. Dessa forma, o conselho contribui para transparência, credibilidade e aprimoramento contínuo dos serviços voltados à pessoa idosa no Distrito Federal. “O acompanhamento contínuo das entidades garante que os serviços prestados aos idosos mantenham um padrão de excelência. Essa homenagem simboliza o reconhecimento público do esforço e dedicação dessas organizações em promover o bem-estar da população idosa”, afirma Mauro Moreira de Oliveira Freitas, presidente do CDI-DF. Confira as entidades reconhecidas 2023 → Reviver Espaço para Idoso – LTDA → Associação São Vicente de Paulo – Lar dos Velhinhos → Obras Assistenciais Bezerra de Menezes → Casa do Ceará em Brasília → Espaço Residencial para Idosos → Associação São Vicente de Paulo de Belo Horizonte – Luísa de Marilac → Instituto Social do Distrito Federal – ISDF 2024 → Associação Lar Batista Canaã → Instituto de Cuidados ao Idoso Marlena de Noriega – IDMAN → Associação dos Idosos de Taguatinga – AIT → Instituto Integridade → Vila Esperança *Com informações da Sejus-DF

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Moradores de Samambaia têm acesso a curso gratuito de organização doméstica

O surgimento de novas profissões tem aberto portas para quem busca independência financeira e oportunidades de empreender. A assistente administrativa Tainah Carvalho, 34, viu nesse cenário a chance de mudar de área e investir na organização doméstica. “Sempre gostei de organizar espaços, mas tinha dificuldade”, conta. “Comecei a pesquisar e vi que poderia ser uma atividade rentável, só não sabia como começar. Quando soube do curso Protagonista da Casa, vi uma oportunidade de aprender e me especializar”. Tainah Carvalho participou da capacitação da Sejus-DF: “Aprender a reconhecer o valor do nosso trabalho e receber dicas para organizar melhor a rotina foi essencial para mim” | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Tainah foi uma das dezenas de mulheres que participaram da capacitação oferecida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Ministrado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 12 de Samambaia, o curso tem o objetivo de ensinar técnicas de organização para diaristas, empregadas domésticas e donas de casa, ajudando-as a agregar valor ao seu trabalho e ampliar suas oportunidades no mercado. Geração de renda “Criamos esse projeto pensando inicialmente nas donas de casa, mas vimos muitas participantes transformando o aprendizado em uma profissão. A capacitação tem permitido que elas se posicionem no mercado como especialistas em organização” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania O curso, dividido em três módulos de duas horas cada, aborda temas como limpeza estratégica, organização de armários e métodos para otimizar espaços. A primeira aula, ministrada pela organizadora Bárbara Porto, tratou da valorização profissional e da importância do conhecimento para aumentar a renda. As participantes receberam material didático e, ao final do curso, ganharão um certificado de conclusão. “Os próximos módulos serão mais práticos, mas essa primeira aula foi muito impactante”, avalia Tainah. “Aprender a reconhecer o valor do nosso trabalho e receber dicas para organizar melhor a rotina foi essencial para mim”. “Criamos esse projeto pensando inicialmente nas donas de casa, mas vimos muitas participantes transformando o aprendizado em uma profissão”, observa a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A capacitação tem permitido que elas se posicionem no mercado como especialistas em organização.” Desde fevereiro, o Protagonista da Casa já percorreu Estrutural, Santa Maria e Paranoá, capacitando cerca de 400 pessoas por semana. Inclusão para o público idoso Ivanir Pereira teve acesso à capacitação por meio do projeto Viver 60+: “A professora nos ensinou sobre organização, mas também sobre amor próprio” O curso também foi oferecido a idosos do projeto Viver 60+, outra iniciativa da Sejus-DF voltada à inclusão e ao bem-estar da terceira idade. Para muitos participantes, as aulas foram uma oportunidade de aprendizado e até mesmo de ampliação da renda. A aposentada Ivanir Pereira, 60, fala sobre o impacto do curso em sua vida: “Fui mãe muito cedo, tive seis filhos e aos 28 anos e fiquei viúva. Nunca tive tempo para cuidar de mim ou da casa como gostaria. A professora nos ensinou sobre organização, mas também sobre amor próprio. Percebi que precisamos organizar o interior para conseguir organizar o exterior. Estou aprendendo muito”. Além de contribuir para a capacitação, o curso também tem um papel importante na saúde mental dos idosos. Para entender melhor a realidade dessa comunidade e prestar um atendimento mais humanizado, estagiários de medicina da UBS 12 participaram das aulas. “O curso é essencial porque, além de empoderar as mulheres, traz benefícios para a saúde mental”, avalia o estudante de medicina Wellington Castro, de 28 anos. “A população idosa tem crescido, e o autocuidado é fundamental. Capacitar essas pessoas e oferecer conhecimento contribui para a autoestima, inclusão social e bem-estar.” *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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