DF terá espaço especializado para estudantes com TEA e altas habilidades em Samambaia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) dará mais um importante passo na ampliação do atendimento educacional especializado aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação. Nesta sexta-feira (23/10), a medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) por meio do Decreto nº 49.608, de 22 de outubro de 2026. O documento estabelece a transferência da carga patrimonial do imóvel localizado em Samambaia, anteriormente vinculado à Secretaria de Saúde (SES-DF), para a Secretaria de Educação (SEEDF). Localizado na QR 301, Conjunto 4, Lote 1, em Samambaia, o espaço passará por uma reforma para receber uma estrutura voltada ao desenvolvimento das potencialidades dos estudantes, com ambientes adequados às diferentes necessidades educacionais. A proposta prevê a implantação de um centro especializado no atendimento a estudantes com TEA e de outro voltado aos estudantes com altas habilidades/superdotação. A iniciativa representa uma importante ampliação da oferta de atendimento educacional especializado na rede pública, fortalecendo as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem. Iniciativa amplia a oferta de atendimento educacional especializado na rede pública e fortalece as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem | Foto: Divulgação Com a transferência do imóvel, a Secretaria de Educação já adota as providências necessárias para a reforma, a implantação e o funcionamento do novo espaço. Desenvolvimento das potencialidades Conforme estabelece o decreto, a nova instituição terá caráter exclusivamente pedagógico, com atividades voltadas à promoção da aprendizagem, ao desenvolvimento das potencialidades e à participação dos estudantes no processo educacional. Entre as ações previstas estão o atendimento educacional especializado, o enriquecimento e o aprofundamento curricular, além de outras práticas pedagógicas compatíveis com as necessidades dos estudantes atendidos. O decreto estabelece ainda que a nova unidade será destinada exclusivamente a atividades educacionais, não abrangendo a prestação de serviços clínicos, terapêuticos ou médico-assistenciais. *Com informações da SEEDF
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Projeto Missão Inclusiva leva programação educativa, cultural, social e tecnológica ao Gama
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Entre 17 e 21 de agosto, o programa Missão Inclusiva leva games, tecnologia e acessibilidade a pessoas com deficiência no Centro de Ensino Especial 1 do Gama. A programação, das 8h às 17h, conta com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia. Durante esse período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas. Programação tem como foco geral ampliar as atividades inclusivas que envolvem tecnologia | Foto: Divulgação Um dos destaques é a palestra “Tecnologia assistiva e inovação: caminhos para uma educação mais inclusiva”, que será dividida em duas sessões: uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada. As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes. Oficinas e arenas A programação terá ainda dez oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, com a plataforma Construct. Com duração de 60 minutos por turma, as atividades terão deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas. Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade. Veja abaixo as especificidades. Arena Just Dance ⇒ Música e movimento estarão no centro da experiência, tendo como foco diversão, interação social e prática de atividades físicas. Arena Corrida ⇒ Cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida. Arena Console ⇒ Jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu ⇒ Consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos. Arena de Realidade Virtual (VR) ⇒ Experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais. A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas adotadas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado. A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. Missão Inclusiva → Data: 17 a 21 de agosto (segunda a sexta-feira) → Endereço: Centro de Ensino Especial 01 do Gama – Setor Central EQ 55/56, Gama → Horário: das 8h às 17h → Entrada: gratuita → Mais informações: www.instagram.com/missao_inclusiva.
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Nova lei institui Política Distrital de Atenção Integral à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicada, no Diário Oficial do Distrito Federal de 24/7, a Lei nº 7.936/2026, que institui a Política Distrital de Atenção Integral à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência. A norma tem como finalidade assegurar atendimento humanizado, acessível, contínuo, interdisciplinar e qualificado às pessoas com deficiência na rede pública e conveniada do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. O fortalecimento das ações de prevenção e promoção de saúde bucal faz parte dos objetivos da nova lei | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Entre as diretrizes e os objetivos previstos na lei estão a ampliação e a qualificação do acesso aos serviços odontológicos, a eliminação de barreiras nos serviços de saúde, a criação de protocolos específicos de atendimento, a instituição de fluxos prioritários, a integração entre diferentes áreas da saúde, a capacitação permanente dos profissionais e o fortalecimento de ações de prevenção e promoção da saúde bucal. A legislação também prevê medidas voltadas à acessibilidade no atendimento, como a adequação de ambientes, o uso de recursos de comunicação acessível e tecnologias assistivas, além da possibilidade de atendimento domiciliar, quando clinicamente indicado, e da promoção de campanhas educativas sobre saúde bucal da pessoa com deficiência. A Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência (SEPD) informa que a publicação da lei amplia o conjunto de normas voltadas à promoção dos direitos das pessoas com deficiência no Distrito Federal. A Secretaria orienta que cidadãos, familiares e cuidadores acompanhem as informações divulgadas pelos canais oficiais da rede pública de saúde sobre a oferta dos serviços odontológicos destinados a esse público. A Lei nº 7.936/2026 entrou em vigor na data de sua publicação. *Com informações da Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência
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Carreta da Inclusão leva serviços de acessibilidade e tecnologia ao Paranoá e Itapoã
A Carreta da Inclusão chega ao Paranoá e ao Itapoã entre os dias 23 e 26 deste mês (de terça a sexta-feira), levando serviços públicos, tecnologia e atividades voltadas à acessibilidade para pessoas com deficiência (PcD). A estrutura ficará instalada no estacionamento da Administração Regional do Paranoá, com atendimento gratuito das 9h às 16h. Ampliar as políticas públicas e o acesso a recursos que promovem inclusão social é a meta da Carreta da Inclusão | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Bem-Estar, tem o objetivo de aproximar políticas públicas da população e ampliar o acesso a recursos que promovem autonomia e inclusão social. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com estrutura de centro de atendimento móvel, a carreta disponibiliza serviços como a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (CIPcD) e da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), documentos que facilitam o acesso a direitos e benefícios previstos em lei. Serviços Durante o período de atendimento, os moradores também terão acesso a serviços da Defensoria Pública (DPDF), com orientação jurídica gratuita, além do suporte de equipes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do BRB Mobilidade, que vão oferecer informações sobre benefícios sociais e transporte público acessível. Outro destaque da programação é a Arena Gamer Inclusiva, espaço equipado com tecnologias adaptadas que possibilitam a participação de pessoas com diferentes limitações físicas, utilizando o lazer e a inovação como ferramentas de interação e inclusão. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “A tecnologia precisa estar a serviço da população, ajudando a superar barreiras e garantindo que todos tenham acesso às oportunidades que ela oferece.” [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, lembra que a iniciativa fortalece a presença do poder público nas regiões administrativas. “Estamos levando atividades e serviços diretamente às cidades onde residem pessoas com deficiência. Isso é acessibilidade e garantia de direitos”. Criada em julho de 2024, a Carreta da Inclusão surgiu para ampliar o acesso aos serviços públicos voltados às pessoas com deficiência. A iniciativa integra tecnologia, mobilidade e inclusão em uma proposta inovadora e já impactou mais de 16 mil pessoas, com a entrega de milhares de carteiras de identificação para PcDs e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Carreta da Inclusão ⇒ Data: de 23 (terça) a 26 (sexta) deste mês ⇒ Horário: 9h às 16h ⇒ Local: estacionamento da Administração Regional do Paranoá ⇒ Regiões atendidas: Paranoá e Itapoã. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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GDF aproxima pessoas com deficiência de vagas de emprego e qualificação profissional
Conseguir uma oportunidade de trabalho ainda pode ser um desafio para muitas pessoas com deficiência (PcD) em diversos pontos do país. No Distrito Federal, a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) atua junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) com o objetivo de ampliar o acesso ao mercado por meio do cumprimento da Lei de Cotas, nº 8.213 de 1991, do encaminhamento de candidatos para vagas e da promoção de qualificação profissional. Andressa Magalhães, diretora de Inclusão Profissional da SEPD: “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida. Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa conecta empresas parceiras a pessoas cadastradas no banco de empregabilidade da secretaria. Atualmente, cerca de 5 mil candidatos integram o cadastro, que já resultou em mais de 2 mil currículos encaminhados e aproximadamente 270 contratações nos últimos dois anos e sete meses. Segundo a diretora de Inclusão Profissional da SEPD, Andressa Matias Magalhães, o trabalho começa quando as empresas firmam termos de cooperação com a secretaria e disponibilizam suas vagas. A partir daí, é feito um cruzamento entre os perfis cadastrados e as oportunidades oferecidas. “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida”, aponta a gestora. “Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas. O final feliz é ela ser aprovada e entrar no mercado de trabalho, isso muda a realidade das pessoas e das famílias”. Histórias reais O trabalho desenvolvido pela secretaria já transformou a rotina de pessoas que conseguiram uma colocação profissional. É o caso da operadora de teleatendimento Marilúcia Rodrigues de Queiroz, de 54 anos, que possui uma deformidade na coluna e foi encaminhada para uma vaga na BRB Serviços após se cadastrar na SEPD. A operadora de teleatendimento Marilúcia de Queiroz encontrou trabalho após fazer cadastro na SEPD: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia” Antes da contratação, Marilúcia buscava constantemente cursos de capacitação para ampliar as chances de ingresso no mercado. Hoje, há um mês no novo emprego, relata mudanças significativas na vida pessoal e profissional: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia. Trabalhando, você vê oportunidades, conversa com as pessoas e vivencia um mundo novo de inclusão”. A vigilante Ivana de Bellis aguarda encaminhamento para uma vaga: “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade” Entre quem busca uma oportunidade está a vigilante Ivana de Bellis, 58, que possui órteses nas pernas. Atualmente desempregada, ela aguarda o encaminhamento para uma vaga profissional. “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade para nós, que me deixa muito feliz, porque é uma qualidade de vida melhor para a gente por meio do emprego”, relata. “Foi muito fácil chegar aqui na estação 112. A gente é muito bem-atendida, além de o processo ser rápido, o que é muito importante para quem busca uma oportunidade”. Capacitação para empresas Além do encaminhamento para vagas, a SEPD atua no incentivo à qualificação profissional, preparando candidatos para atender às demandas das empresas e fortalecendo a inclusão produtiva no Distrito Federal. Como parte desse trabalho, a pasta vai promover, em 10 de julho, o projeto Capacitação Empresarial para Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Fruto de parceria com o Coletivo de Advogados com Deficiência do Distrito Federal, a ação contará com palestras de representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). [LEIA_TAMBEM]O evento ocorrerá a partir das 9h, no Instituto BRB, na Asa Norte, e será voltado a empresas e profissionais de recursos humanos. A proposta é orientar empregadores sobre acolhimento, acessibilidade e adaptações necessárias para garantir ambientes de trabalho mais inclusivos. De acordo com Andressa Magalhães, a capacitação ajudará a esclarecer dúvidas frequentes sobre o atendimento às pessoas com deficiência e sobre as adaptações necessárias para diferentes perfis de trabalhadores. “Esse evento trará orientações para empresas de como se trata uma pessoa com deficiência, quais as adaptações que precisam ser feitas para recebê-las e mantê-las confortáveis no ambiente de trabalho”, detalha. Cadastro Para concorrer às vagas destinadas a profissionais com deficiência mediadas pela SEPD, é preciso se inscrever no Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPCD). A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) e o Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência gerados por meio do CadPCD são documentos comprobatórios da condição especial para fins de participação nos processos seletivos. Após cadastrado e aprovado, é necessário preencher o formulário disponível na página da SEPD. Todas as informações fornecidas são tratadas com a mais rigorosa confidencialidade e serão utilizadas exclusivamente para fins de seleção e encaminhamento para vagas compatíveis.
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GDF fortalece diálogo com instituições para ampliar ações de inclusão social
O Gabinete da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, reforçou o compromisso com a inclusão social e a inovação nas políticas públicas nesta segunda-feira (15), durante reunião institucional para discutir a ampliação de oportunidades voltadas a pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade. Representantes da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social e do Instituto Olga Kos discutiram formas de ampliar a atuação nas políticas públicas | Foto: Divulgação/Chefia Executiva de Integração e Inovação Social “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população” Edivan Nascimento, assessor de Estratégia de Impacto Social “Colocamos nossa chefia à disposição para dialogar e apoiar ações que gerem impacto positivo para a população do Distrito Federal”, declarou a chefe-executiva de Integração e Inovação Social interina, Luciana Pedrosa de Lima. “O compromisso do Governo do Distrito Federal é com o fortalecimento de políticas públicas voltadas a esse público, e iniciativas que transformam vidas e promovem inclusão, como as apresentadas, merecem todo o apoio e reconhecimento para a construção de uma sociedade mais justa e acessível”, concluiu a gestora. Durante a reunião, a Assessoria Estratégica de Impacto Social também teve papel de destaque. O assessor, Edivan de Sousa Nascimento, apresentou as principais ações, iniciativas e projetos desenvolvidos pelo Gabinete do primeiro-cavalheiro do DF e pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social. “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população”, ressaltou. Acessibilidade [LEIA_TAMBEM]Durante o encontro, foram apresentados projetos desenvolvidos pelo Instituto Olga Kos, que atua nas áreas de esporte, cultura, artes e pesquisa, promovendo inclusão e acessibilidade a pessoas com deficiência e públicos em situação de vulnerabilidade. “Nosso objetivo é ampliar ainda mais esse alcance”, afirmou o diretor-geral do instituto no DF, Gustavo Paulino. “Para isso, contamos com o apoio e a parceria do Governo de Brasília na construção de iniciativas que transformem vidas e fortaleçam a inclusão social”. Ao final do encontro, Luciana Pedrosa reafirmou que a união entre o poder público e a sociedade civil é uma das principais estratégias do Governo de Brasília para ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão social e garantir a efetividade das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e aos grupos em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais acessível, humana e igualitária para todos os cidadãos do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social
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Orgulho nas Quadras transforma Ceilândia em palco de celebração da diversidade
Mais de 200 pessoas ocuparam as quadras e arquibancadas da Praça dos Direitos, na QNN 13 de Ceilândia, na noite desta terça-feira (10), para participar do Orgulho nas Quadras, evento promovido pela Coordenação de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (COORLGBT), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Com dança, boxe, alongamento e torneios de vôlei e futebol, a iniciativa transformou o espaço em uma grande celebração da diversidade, do respeito e da convivência. O estudante Daniel Felipe participou do jogo: “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam” | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Promovida em alusão ao Mês da Visibilidade e do Orgulho LGBTQIA+, a ação reuniu um público de diferentes idades, gêneros, orientações sexuais, raças e pessoas com deficiência (PcDs), reafirmando o esporte como uma ferramenta de inclusão social e fortalecimento da cidadania. “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam”, resumiu o estudante Daniel Felipe, de 18 anos, morador do Setor O. “Somos todos iguais e podemos fazer tudo juntos. É um espaço diverso e sem preconceito.” Elias Siqueira: “Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade” Quem também aprovou a iniciativa foi Elias Siqueira, 17, morador de Ceilândia Norte: “É muito bom ver um espaço onde todo mundo pode participar, independentemente de quem seja. Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade.” Diversidade O Orgulho nas Quadras integra uma série de ações desenvolvidas pela COORLGBT para promover inclusão, cidadania e respeito à diversidade por meio do esporte. Nos últimos anos, a coordenação tem ampliado iniciativas que unem prática esportiva, convivência comunitária e acesso a serviços de apoio à população LGBTQIA+. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Entre elas está o programa Vozes Contra a Violência, elaborado em parceria com a Academia Newhit, no Guará II. A ação reuniu atividades voltadas para o enfrentamento da violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, com aulas de defesa pessoal, atendimentos jurídico e psicológico, orientações sobre empregabilidade e práticas integrativas de saúde. A iniciativa alcançou cerca de 100 participantes e reforçou a importância da informação e da preparação para enfrentar situações de violência e discriminação. Outro destaque é o Festival Desportivo Inclusivo, criado como um espaço permanente de liberdade, respeito e valorização da diversidade. A primeira edição, na Praça dos Direitos de Ceilândia, reuniu aproximadamente 500 participantes em modalidades como futebol, futsal e vôlei, além de apresentações culturais e uma ampla oferta de serviços gratuitos de assistência social, jurídica e de saúde. Transformação social [LEIA_TAMBEM]O sucesso da iniciativa motivou a segunda edição, promovida ao longo de quatro dias e encerrada em 1º de março, data em que é celebrado o Dia Mundial da Discriminação Zero. O festival reuniu mais de mil participantes entre atletas e público, com disputas de futebol society, futsal, vôlei de areia, vôlei de quadra e queimada LGBTQIA+. O coordenador da COORLGBT, Eduardo Felype Moraes Fonseca, ressalta que o esporte tem se mostrado uma ferramenta estratégica para aproximar pessoas e combater preconceitos. “O esporte cria oportunidades de convivência, promove o respeito às diferenças e fortalece vínculos comunitários”, afirma. “Quando ocupamos os espaços públicos com diversidade, inclusão e cidadania, mostramos que todos têm o direito de participar, pertencer e ser respeitados”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, enfatiza que as ações desenvolvidas pela pasta refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a promoção dos direitos humanos. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população”, resume. “Iniciativas como o Orgulho nas Quadras demonstram que o esporte é um instrumento poderoso de inclusão social, valorização da diversidade e fortalecimento da cidadania”. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Play Curso II incentiva o protagonismo juvenil com produção de documentário na etapa de encerramento
Fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela Ela, o projeto Play Curso II chega à fase final promovendo uma experiência prática que incentiva a criatividade, o trabalho em equipe, a comunicação e o desenvolvimento técnico por meio da produção de um documentário de caráter formativo. Oficinas desenvolvidas no projeto tiveram a tecnologia como foco principal | Foto: Divulgação/Secti-DF Durante as atividades do projeto, foram desenvolvidas as oficinas Fotografia digital, Crie com IA: edição de fotos, Design e inteligência artificial, Roteiros audiovisuais com inteligência artificial, Operação de câmera, Edição de vídeo, Inteligência artificial no dia a dia e Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. O intuito do documentário, que será exibido em 30 de julho, é explorar as possibilidades existentes além do ato de jogar videogame, apresentando os games como uma importante expressão cultural, ferramenta de inovação tecnológica, oportunidade de carreira e um dos segmentos mais promissores da economia criativa. [LEIA_TAMBEM]Para o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino, o Play Curso II vai além da capacitação técnica: “O projeto desperta talentos, amplia horizontes e mostra aos jovens que a tecnologia e a economia criativa podem abrir portas para novas oportunidades profissionais e de transformação social. A produção deste documentário representa a aplicação prática de tudo o que foi aprendido, fortalecendo o protagonismo e a confiança desses participantes para construírem seus próprios caminhos”. O projeto contará com a participação de influenciadores ligados ao universo gamer, entre eles, o comunicador e criador de conteúdo Eldo Gomes, que vai participar das gravações do documentário. A iniciativa também tem caráter inclusivo e colaborativo, permitindo que alunos não residentes em Brasília tenham participação ativa na construção do projeto por meio do desenvolvimento remoto de roteiros e processos criativos. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Mães atípicas compartilham desafios e fortalecem diálogo sobre inclusão no Riacho Fundo
A Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), trabalho liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, participou na última sexta-feira (29) do encontro "Maternidade Atípica — Quem Cuida de Quem Cuida?", realizado no auditório da Administração Regional do Riacho Fundo. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências. A programação abordou temas como direitos das pessoas com deficiência, acesso a terapias na rede pública, acolhimento familiar e cuidados com a saúde emocional das mães. Representando o Governo do Distrito Federal, a chefe executiva da Ceiis, Adriana Pinheiro, destacou a importância de ampliar os espaços de escuta e construção conjunta de políticas públicas voltadas às famílias atípicas. "Ouvir essas mães é fundamental para que possamos compreender suas necessidades reais e construir políticas públicas mais humanas, eficientes e acessíveis. O acolhimento começa pela escuta", ressaltou Adriana. Durante o encontro, diversas mães compartilharam suas histórias, experiências e desafios enfrentados na busca por atendimento especializado, inclusão social e garantia de direitos para seus filhos. Os relatos emocionaram os participantes e ressaltaram a necessidade de fortalecer a rede de apoio e ampliar a integração entre os órgãos públicos. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências | Foto: Divulgação/Ceiis A participação da Ceiis reforça o compromisso da nova gestão de aproximar o governo da população, criando canais permanentes de diálogo e promovendo ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade ou que necessitam de atenção especializada. Sob a liderança do primeiro-cavalheiro Fabrício Faleiro, a Ceiis tem desenvolvido iniciativas voltadas à integração social e ao fortalecimento das políticas públicas, com foco na escuta ativa da população e na articulação entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. O encontro também fortaleceu a construção da campanha permanente de acolhimento e integração social desenvolvida pela chefia, ampliando o diálogo com grupos que historicamente enfrentam desafios relacionados ao acesso a serviços, inclusão e suporte social. "Quando ouvimos as pessoas, conseguimos construir soluções mais próximas da realidade. Esse é o caminho para uma política pública mais humana e transformadora", destacou Adriana Pinheiro. A iniciativa reafirma a importância do trabalho conjunto entre governo, instituições e sociedade civil para promover inclusão, cidadania e mais qualidade de vida para as famílias do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis)
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Seminário debate direitos humanos e inclusão na rede pública
Educadores da rede pública de ensino do DF participaram, nesta quinta-feira (28), do IV Seminário de Direitos Humanos e Diversidade: Pluralidade e Inclusão na Educação. Promovido pela Secretaria de Educação (SEEDF), o encontro teve como foco debates sobre inclusão, diversidade e o enfrentamento das violências estruturais no ambiente escolar. Seminário teve como foco o respeito à diversidade e o combate à discriminação em ambiente escolar | Foto: Mary Leal/SEEDF “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso” Iêdes Braga, secretária de Educação interina A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatizou a importância de promover, desde a primeira infância, uma educação baseada no respeito às diferenças e na inclusão. Segundo ela, muitas pessoas cresceram em uma sociedade em que a exclusão era vista como algo comum, e a escola tem papel fundamental na construção de uma nova cultura de convivência e respeito. “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso”, declarou. “A escola tem um papel essencial na formação de cidadãos mais humanos, respeitosos e conscientes. Essas discussões precisam fazer parte do cotidiano das escolas. Temos orientações, cadernos e protocolos disponíveis para apoiar esse trabalho. É importante que os profissionais conheçam esses instrumentos e levem essa pauta para dentro das salas de aula.” Acolhimento no ambiente escolar A primeira mesa-redonda do seminário teve como tema “Violências estruturais e letramentos urgentes na educação: questões de gênero e diversidade na Secretaria de Educação”. O debate destacou a importância do respeito à diversidade e do combate a todas as formas de discriminação e violência no ambiente escolar. “É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações” Rúbia Estefânia da Silva, professora e pesquisadora Participaram da mesa a professora da rede pública de ensino e pesquisadora Rúbia Stefânia Pinto da Silva, que atua em estudos sobre o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes e políticas públicas educacionais, e o professor Leonardo da Cunha Mesquita Café, pesquisador das áreas de gênero, diversidade sexual e educação. Rúbia Stefânia alertou para situações de violência que fazem parte do cotidiano escolar e enfatizou a importância de a comunidade estar preparada para identificar e acolher os estudantes. A docente chamou a atenção para casos de assédio, compartilhamento de conteúdo íntimo, misoginia online, chantagem digital e sofrimento emocional enfrentado por crianças e adolescentes, especialmente meninas. “Essas violências estão dentro das escolas, e precisamos tratar esse assunto com seriedade”, pontuou. “Muitas vezes, os estudantes sofrem calados, têm vergonha e até deixam de frequentar a escola. É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações.” [LEIA_TAMBEM]A professora também defendeu o fortalecimento das equipes escolares para lidar com situações de violência e acolher os estudantes de forma adequada: “Precisamos trabalhar o respeito e enfrentar todos os tipos de violência, inclusive a digital, que hoje faz parte da realidade dos estudantes. A escola não pode se calar diante das denúncias. Como servidores públicos, temos o dever de acolher, ouvir e agir”. Reflexões em sala de aula Leonardo Café ressaltou que trabalhar questões de gênero na escola não significa criar conteúdo fora da realidade dos estudantes, mas promover reflexões no dia a dia escolar. Segundo ele, atitudes simples como combater piadas preconceituosas e incentivar atividades mais inclusivas, ajudam na construção de um ambiente mais respeitoso. “Falar sobre gênero na escola é fazer intervenções quando surgem situações de machismo, homofobia ou preconceito”, afirmou. “Não é inventar algo novo, mas transformar esses momentos em oportunidades de aprendizado e respeito. A escola precisa criar espaços mais inclusivos, onde diferentes vozes, corpos e experiências sejam reconhecidos.” *Com informações da Secretaria de Educação
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Pedagogos fortalecem aprendizagem e inspiram estudantes na rede pública do Distrito Federal
Nesta quarta-feira (20), comemora-se o Dia Nacional do Pedagogo, profissional essencial na formação e transformação da vida de crianças, jovens e adultos. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, 18.751 profissionais desta área atuam na promoção do desenvolvimento educacional, como professores efetivos, temporários e pedagogos-orientadores educacionais que contribuem diretamente para o fortalecimento da aprendizagem e da gestão pedagógica nas escolas. Andrea Costa e Silva, coordenadora pedagógica da EC 308 Sul, acompanha o interesse pelo curso de pedagogia nos alunos: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz” | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Há 13 anos na Secretaria de Educação (SEEDF), Andrea Costa e Silva é coordenadora pedagógica da Escola Classe (EC) 308 Sul e foi a vencedora do prêmio Docente Empreendedor 2025, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) DF, com o projeto “Integrando a inteligência artificial à prática pedagógica: um novo olhar para a educação”. Projetos desenvolvidos na EC 308 Sul estimulam nos estudantes o prazer pela leitura Na unidade escolar, Andrea coordena o projeto Leitura Prazer, trabalhando com estudantes do 2º e 3º ano do ensino fundamental. “A intenção é que eles gostem de ler, que a leitura não seja aquela coisa condicionada a fazer um teste, um texto; depois de um tempo, eles começaram a trazer os próprios livros”, relata. Em outro projeto da escola, o Sacola Literária, toda sexta-feira os estudantes levam um livro para casa e depois precisam responder a uma fichinha sobre o material selecionado. Já no Leitura Prazer, a pedagoga trabalha normalmente com dois livros: Feiurinha, de Pedro Bandeira, e O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, histórias sobre as quais são exibidos filmes para os estudantes. Mas outros livros da biblioteca também são escolhidos pelos alunos, assim como eles mesmos trazem de casa. Retorno positivo e influência Bela Barbalho e Catarina Mazzola, participaram de projetos de leitura e de tecnologia desenvolvidos na Escola Classe 308 Sul Bela Barbalho e Catarina Mazzola, ambas com dez anos e estudantes do 5º ano, foram alunas de Andrea em 2023 e em 2024 na EC 308 Sul. Bela participou do projeto de leitura, e Catarina, além desse, desenvolveu atividades no projeto de tecnologia. “No livro você consegue imaginar do seu jeito; cada um tem um jeito diferente de imaginar”, afirma Bela. “Esse projeto me engajou mais a ler; antes eu nem gostava muito, agora melhorou bastante minha leitura, eu presto atenção no livro.” 900 mil Número aproximado de alunos matriculados em cursos de pedagogia no Brasil Catarina, por sua vez, identificou-se com um projeto que permite, a partir de um prompt de comando, criar seu próprio personagem virtual: “No de tecnologia, o que eu mais gostei foi quando nós criamos o avatar da gente, um autorretrato. Achei muito legal”. Segundo o levantamento mais recente do número de matrículas no curso de pedagogia, a graduação está entre as dez mais buscadas pelas pessoas que ingressam no nível superior de educação, com cerca de 900 mil alunos matriculados nas faculdades. Esses dados correspondem ao Censo da Educação Superior 2024, divulgado em setembro de 2025 pelo Instituto Anísio Teixeira (Inep), indicando que a carreira está em ascensão. Andrea Costa e Silva se entusiasma: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz”. Data comemorativa dos profissionais O dia 20 de maio passou a ser a data de homenagem aos pedagogos após a publicação da Lei nº 13.083/2015. O objetivo é promover a discussão sobre o papel da família e da escola no desenvolvimento das pessoas, principalmente de crianças. A discussão inclui a delimitação das responsabilidades de cada meio e, ao mesmo tempo, cria alternativas para oferecer um ensino de qualidade e humano. [LEIA_TAMBEM]O pedagogo tem sua atuação ligada à educação infantil e fundamental, atuando como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino, editoras e órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e ensino a distância. Sua atribuição central é a docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, que requer sólidos conhecimentos sobre os fundamentos da educação, sobre o desenvolvimento histórico e as relações com diversas áreas, assim como sobre estratégias para a internalização do conhecimento pedagógico em ambiente escolar. O profissional da pedagogia que atua como orientador educacional desempenha papel estratégico nas unidades escolares ao acompanhar trajetórias estudantis em todas as etapas e modalidades da educação básica, viabilizar o trabalho coletivo, criar e organizar mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, fortalecendo o vínculo entre escola e famílias e apoiando ações de inclusão, mediação de conflitos e desenvolvimento socioemocional. *Com informações da Secretaria de Educação
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Esporte inclusivo ganha reforço com entrega de 136 cadeiras de rodas para atletas do basquete
O esporte adaptado no Distrito Federal vem recebendo esforços contínuos para ampliar a inclusão e fortalecer o basquete em cadeira de rodas. Desde 2024, a Secretaria de Esporte e Lazer já entregou 136 cadeiras de rodas esportivas adaptadas para atletas da modalidade. A iniciativa integra uma série de ações que já recebeu mais de R$ 850 mil. Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, a iniciativa reforça uma política contínua de incentivo ao esporte paralímpico. “Hoje, entre as ações que realizamos na Secretaria de Esporte, sempre procuramos ter entre 30% e 40% do atendimento voltado a pessoas com deficiência. A gente tem atendido em várias frentes, tanto com a Bolsa Atleta, o Compete Brasília e esses fomentos, para que isso se potencialize”, afirma. Somente em junho do ano passado, foram repassados R$ 713.966,92 para ampliar o apoio ao basquete em cadeira de rodas e fortalecer a estrutura oferecida aos atletas. Segundo o vice-presidente da Federação de Basquete em Cadeira de Rodas, Marcelo Bezerra, os equipamentos possuem características específicas e são produzidos conforme as necessidades de cada atleta. Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, a iniciativa reforça uma política contínua de incentivo ao esporte paralímpico | Foto: Agência Brasil “Cada deficiência exige adaptações específicas. Eu, por exemplo, sou cadeirante paraplégico, então a minha cadeira é mais baixa que a de um atleta amputado. Outro ponto importante é que as cadeiras só podem ser usadas dentro da quadra. Elas ficam no local de treinamento, principalmente pela dificuldade de transporte”, explica. Marcelo Bezerra defende que a continuidade das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) tem contribuído para fortalecer a modalidade. “Os projetos são anuais. A gente entra com o pedido de recurso na Secretaria de Esporte para realizar os campeonatos e comprar equipamentos. O primeiro projeto garantiu 96 cadeiras, em 2024. O segundo viabilizou 40 cadeiras, em 2025. Agora, o terceiro está pedindo mais 12 cadeiras para 2026”, diz. Além da renovação dos equipamentos, os recursos também têm contribuído para ampliar o calendário de competições. “Ano passado, tivemos a Copa Brasília, que trouxe equipes de fora, como as de Goiás e Minas Gerais. Neste ano, teremos oito equipes na competição: quatro de Brasília e quatro de fora. A segunda edição da Copa Brasília será em setembro”, adianta. “Neste ano, a federação vai fazer um diferencial, com o apoio da Secretaria de Esporte: vamos realizar um Campeonato Regional do Centro-Oeste, em dezembro. Será uma edição inédita, reunindo equipes de Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul”, complementa. Estrutura e inclusão O GDF também tem ampliado o acesso ao esporte por meio dos centros olímpicos e paralímpicos (COPs). Renato Junqueira garante que as unidades oferecem atendimento especializado para pessoas com deficiência, com acompanhamento de profissionais e atividades voltadas ao desenvolvimento físico, motor e social. “Há acompanhamento específico de profissionais e monitores que têm a expertise para trabalhar as modalidades com os paraatletas, gerando inclusão. A gente pensa no alto rendimento, mas também pensa nas pessoas com deficiência que estão sendo incluídas por meio dos projetos”, ressalta o secretário. Atualmente, estão abertas 12.426 vagas distribuídas em 12 unidades espalhadas pelo DF, com inscrições disponíveis até 11 de dezembro pelo Sistema de Inscrição dos Centros Olímpicos e Paralímpicos. Distribuição das vagas por unidade Ceilândia (Setor O): 1.793 vagas Estrutural: 1.719 vagas Brazlândia: 1.354 vagas Planaltina: 1.297 vagas Samambaia: 1.265 vagas Ceilândia (P Norte): 853 vagas Recanto das Emas: 853 vagas Gama: 793 vagas Sobradinho: 713 vagas Santa Maria: 702 vagas São Sebastião: 664 vagas Riacho Fundo: 420 vagas
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Educação de Jovens e Adultos chega ao sistema prisional
A educação dentro do sistema prisional do Distrito Federal ganhou um novo formato. A Secretaria de Educação (SEEDF) abriu a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), ampliando o acesso ao ensino para pessoas privadas de liberdade. Laboratórios de informática já foram instalados nas sete unidades prisionais do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seape “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência” Lilian Sena, diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica A iniciativa foi viabilizada com a instalação de laboratórios de informática nas sete unidades prisionais do DF, com financiamento do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A estrutura permite que as atividades ocorram em ambiente controlado, conciliando segurança e acesso à tecnologia. “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência”, ressalta a diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica, Lilian Sena. O modelo foi construído a partir de um projeto pedagógico elaborado pelo Centro Educacional 01 de Brasília em conjunto com a equipe técnica da administração penitenciária. A proposta amplia o alcance das ações educacionais já existentes e busca garantir continuidade nos estudos dentro das unidades. Tecnologia e acesso [LEIA_TAMBEM]A experiência começou como projeto-piloto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Nessa primeira etapa, 11 estudantes passaram a ter acesso à formação básica com apoio de professores e uso de recursos digitais, o que amplia as possibilidades de inclusão educacional e tecnológica. “Além de ampliar a oferta educacional nas prisões, a EJA a distância possibilita uma formação básica de qualidade para os custodiados que não tinham acesso à educação no CPP”, explica a diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Telma Cristiane. “Os 11 estudantes contemplados neste primeiro momento terão acesso à tecnologia, com suporte de professores qualificados. Tenho a certeza de que esse tipo de formação terá um impacto muito positivo na vida desses estudantes ao inseri-los no mundo digital, abrindo possibilidades sociais e profissionais para eles.” A proposta se insere em uma política mais ampla de reintegração social por meio da educação. A avaliação é que o acesso ao ensino e às ferramentas digitais contribui para a construção de novas perspectivas fora do sistema prisional. “Nosso entendimento é que o sistema prisional deve ser, ao mesmo tempo, espaço de responsabilização e de reconstrução de trajetórias. Essa iniciativa reforça o compromisso da secretaria em expandir projetos de estudo, trabalho e inclusão digital em toda a rede prisional do DF”, afirma o diretor de Políticas Penitenciárias da Seape, George Yves. *Com informações da Secretaria de Educação
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UBS de Taguatinga fortalece acolhimento e orientação a famílias de crianças com autismo
Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga, equipes multiprofissionais (e-Multi) e de Saúde da Família (eSF) vêm transformando a realidade de mães e responsáveis por crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Chamado Tealogando, o grupo, que iniciou as atividades em 2024, se reúne mensalmente para dialogar e compartilhar orientações voltadas ao cuidado integral das famílias. Sueli Gomes levou o neto, Victor, para um encontro no Tealogando: “É muito importante que todas permaneçam para a gente estar unida e chegar aonde a gente quer chegar, que é lidar com o comportamento da criança com autismo” | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Na terça-feira (14), a quinta turma do projeto teve o primeiro encontro. Sueli Gomes, de 62 anos, participou da atividade ao lado do neto, Victor, 11, e falou sobre a expectativa em relação ao acompanhamento: “Aqui no grupo a gente vai poder ficar mais informada, e espero que, com as outras reuniões, a gente possa adquirir experiências para lidar melhor com essa situação. É muito difícil para mim, e eu creio que esteja sendo mais difícil ainda para meu neto”. “A UBS também serve de espaço para promoção, educação e acompanhamento em saúde” Susy Mashuda, fonoaudióloga e facilitadora do grupo Tealogando Sueli conta que a família observou os primeiros sinais do TEA na infância de Victor, em comportamentos incomuns, como ficar se batendo. “Creio que o grupo vai ajudar muito as mãezinhas que estão perdidas e não estão sabendo dar conta”, disse. “É muito importante que todas [as mães] permaneçam para a gente estar unida e chegar aonde a gente quer chegar, que é lidar com o comportamento da criança com autismo”. Espaço de convivência Uma das facilitadoras do grupo, a fonoaudióloga Suzy Mashuda lembra que a iniciativa surgiu a partir da demanda das próprias famílias por mais orientações sobre o transtorno. “A UBS também serve de espaço para promoção, educação e acompanhamento em saúde”, ressalta. “Elencamos vários temas, como comunicação, seletividade alimentar, medicação e fluxo da rede, e reunimos os pais e familiares”. Antes mesmo do início dos encontros coletivos, os profissionais da equipe fazem anamnese — uma entrevista completa, abordando diversos aspectos que ajudam a identificar o perfil da pessoa entrevistada — de cada família, mapeando as principais necessidades e traçando um perfil de cada criança. A proposta é tornar o acompanhamento mais direcionado e efetivo. “O grupo serve como espaço para troca entre as mães, resgatando e fortalecendo essa rede de apoio; o pouco que a gente troca com elas já traz resultados muito significativos”, especifica. Abril Azul [LEIA_TAMBEM]Em 2 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma data dedicada à ampliação do conhecimento sobre o transtorno, ao enfrentamento do preconceito e à promoção da inclusão das pessoas com o TEA na sociedade. Caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, além da presença de padrões de comportamentos repetitivos, o TEA já atinge cerca de 34,5 mil pessoas no Distrito Federal — número equivalente a 1,2% da população local, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2025, a rede de saúde pública do DF registrou 8.237 atendimentos individuais na Atenção Primária à Saúde, além de 134.987 procedimentos relacionados à TEA realizados na atenção especializada e na rede contratada. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Cinema inclusivo leva estudantes ao Cine Brasília em ação pedagógica
Uma manhã diferente, fora da rotina e cheia de descobertas. Foi assim que estudantes do Centro de Ensino Especial (CEE) 01 do Guará viveram a experiência desta quarta-feira (8), no Cine Brasília. Cerca de 40 estudantes participaram de uma sessão adaptada do projeto Cinema Inclusivo e Especial. Para muitos, mais do que assistir a um filme, foi a oportunidade de ocupar um espaço cultural da cidade e vivenciar algo novo. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, que aproxima estudantes da rede pública dos equipamentos culturais do Distrito Federal. A iniciativa é realizada em parceria entre as secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). No período da tarde, estudantes do CEE 01 de Santa Maria também participaram da programação. Estudantes do CEE 01 do Guará assistiram ao filme ‘Cara de um, focinho de outro’, no Cine Brasília | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Atentos ao enredo da animação Cara de um, focinho de outro, os pequenos acompanharam a história que traz valores, como a importância de preservar a natureza, a união, a amizade e o trabalho em equipe. “Eu acho uma experiência bem enriquecedora, muitas vezes eles não têm oportunidade de transitar nesses espaços culturais. Eu achei bacana, principalmente por ter uma adaptação, uma acessibilidade. Isso faz parte do desenvolvimento deles, esse acesso à cultura, arte, experiência de socialização, interação”, afirma a coordenadora pedagógica do CEE 01 do Guará, Bruna Ferraz. Territórios Culturais Illane Nogueira: "Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos" O projeto Territórios Culturais tem como objetivo incentivar a conexão entre as unidades escolares e os patrimônios culturais do DF, transformando esses espaços em extensões do processo educativo e fortalecendo o sentimento de pertencimento. “Nós temos um pré-agendamento, por meio das escolas que se inscreveram para o projeto, selecionamos as escolas de todas as coordenações regionais de ensino e o transporte traz os estudantes. Nós enviamos o material pedagógico dos Territórios Culturais para que os professores possam trabalhar os temas do filme a que os meninos vão assistir. Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos”, descreve a responsável pelo projeto, Ilane Nogueira. Coordenada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, a ação se repete há quatro anos e vem sendo ampliada para atender diferentes perfis de estudantes, sempre com atenção às necessidades de cada grupo. "Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais" Alex Vasconcelos, assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral “Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais. Então, escolhemos o público e vamos adequar a sessão para esse perfil. Hoje, estamos com a sessão à meia-luz, por conta da sensibilidade dos estudantes, som mais baixo, ar-condicionado não muito gelado. Se estamos recebendo deficiente auditivo, por exemplo, a gente busca ter uma janela de libras aberta, se for deficiente visual é necessário a audiodescrição”, destaca o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, Alex Vasconcelos. Conforme a Portaria nº 265, de 16 de agosto de 2016, são princípios básicos da Educação Patrimonial: memória, identidade, preservação, pluralismo, acessibilidade, valorização, formação e a abordagem inter, multi e transdisciplinar. Para participar do projeto, algumas orientações são importantes: realizar o agendamento prévio, verificar a classificação indicativa dos filmes, preparar os estudantes com atividades sobre cinema e patrimônio, além de orientar sobre roupas confortáveis, hidratação e alimentação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEE-DF)
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Detran-DF disciplina a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil
A edição desta quarta (25) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) traz uma publicação do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), a Instrução nº 111, que disciplina, no âmbito da autarquia, a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc). A segurança viária é um dos eixos fortalecidos pela parceria do Detran-DF com as organizações da sociedade civil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Saúde De acordo com a instrução, as parcerias firmadas entre a autarquia e as organizações da sociedade civil (OSCs) deverão prever ações que tenham como objetivo contribuir para reduzir as desigualdades sociais, raciais, de gênero e de inclusão da pessoa com deficiência, entre outras. “Ter um normativo que disciplina e instrumentaliza a formalização de parcerias com organizações da sociedade civil, respeitando seu marco regulatório, é uma conquista importante para o Detran-DF no fortalecimento das ações da autarquia em prol da segurança viária no DF”, comemora o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. [LEIA_TAMBEM]Entre as finalidades da celebração de parcerias, o documento aponta a integração do poder público distrital com instituições de ensino e pesquisa e empresas estabelecidas no DF, de modo a proporcionar a troca de conhecimentos, além de apoiar projetos e atividades de iniciativa da comunidade, selecionados mediante chamamento público ou indicadas como destino de recursos de emendas orçamentárias pelo Poder Legislativo. Propostas As propostas de abertura de Procedimento de Manifestação de Interesse Social (PMIS) poderão ser apresentadas pelas OSCs e por cidadãos. Basta encaminhar o material ao protocolo eletrônico do Detran-DF, pelo e-mail protocolo@detran.df.gov.br. Todas as propostas serão objeto de deliberação pelo diretor-geral da autarquia, e a decisão sobre a instauração ou não do PMIS será informada ao proponente via comunicação eletrônica e divulgação na página eletrônica do Detran-DF. A comunicação com as OSCs poderá ocorrer por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), divulgação na página eletrônica do Detran-DF, notificação presencial, telefone oficial, correio eletrônico, aplicativos de mensagens instantâneas, plataforma ou envio de correspondência física destinadas ao endereço eletrônico ou ao endereço físico informados no momento de registro em cadastro, inscrição em chamamento público ou apresentação de requerimento de parceria. Para conhecer as regras e os procedimentos necessários à realização de parcerias com o Detran-DF, acesse a Instrução nº 111/2026 na íntegra. *Com informações do Detran-DF
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Passe Livre Especial garante gratuidade no transporte público para mais de 57 mil pessoas com deficiência no DF
O acesso ao transporte público gratuito para pessoas com deficiência e doenças crônicas segue alcançando milhares de moradores no Distrito Federal. Atualmente, 57.639 beneficiários utilizam o Passe Livre Especial, programa que garante deslocamento sem custo no sistema público da capital. Só em 2025, foram registradas mais de 28 mil solicitações referentes ao benefício | Foto: Divulgação/BRB “O passe livre se torna um verdadeiro ponto de conexão social, permitindo que a pessoa com deficiência circule pela cidade e exerça plenamente sua cidadania” Willian Ferreira da Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência Segundo o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, o Passe Livre Especial representa uma ferramenta concreta de cidadania, que garante o direito de ir e vir com autonomia, dignidade e segurança. “Quando asseguramos a mobilidade, ampliamos também o acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação, trabalho e participação social”, afirma. O gestor lembra que o critério de renda deixou de ser um requisito obrigatório para a concessão do benefício, reforçando que o direito à mobilidade não deve depender da condição financeira. “O passe livre se torna, portanto, um verdadeiro ponto de conexão social, permitindo que a pessoa com deficiência circule pela cidade e exerça plenamente sua cidadania”, reforça. Ao longo de 2025, a demanda pelo benefício se manteve elevada. Foram 28.338 solicitações registradas no período, sendo 8.716 novos pedidos e 19.622 recadastramentos — etapa necessária para a manutenção do acesso. Quem tem direito O Passe Livre Especial é destinado a pessoas com deficiência física, sensorial ou mental e também àquelas diagnosticadas com doenças crônicas, como insuficiência renal e cardíaca, câncer, HIV, anemias congênitas – como a falciforme e a talassemia – e distúrbios de coagulação (hemofilia). O benefício permite a utilização gratuita do transporte público, com limite de até oito acessos diários. Nos casos em que há necessidade de acompanhante, o número pode chegar a 16 acessos por dia. [LEIA_TAMBEM]O uso do cartão é individual e condicionado às regras do programa. Situações como empréstimo a terceiros, venda do benefício ou utilização fora das finalidades previstas podem resultar em suspensão após apuração administrativa. Como solicitar A solicitação pode ser feita de forma digital, por meio do Sistema Passe Livre. O interessado deve preencher o cadastro e anexar documentos como laudo médico emitido por profissional com registro no DF, documento de identificação, CPF e comprovante de residência recente no Distrito Federal. Após a análise, o laudo é avaliado por um médico da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD). Com a aprovação, o cartão é emitido e disponibilizado para retirada em local informado ao beneficiário. Também há opção de atendimento presencial em posto da BRB Mobilidade, localizado na Estação 112 Sul do Metrô. A digitalização do processo reduziu a necessidade de deslocamentos presenciais e ampliou o acesso ao serviço, embora o prazo de emissão continue condicionado à análise documental e médica.
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Após ultrapassar 500 alunos atendidos em três meses, Incubadora Digital terá também um ponto fixo
Criado em dezembro do ano passado, com o intuito de levar capacitação gratuita em tecnologia e empreendedorismo a todas as regiões administrativas, o projeto Incubadora Digital, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), já passou por sete das 35 cidades do Distrito Federal, tendo atendido mais de 500 alunos e emitido cerca de 200 certificados. Agora, a iniciativa anuncia uma novidade: a partir deste mês, ela ganhará um ponto avançado fixo, no Setor Comercial Sul, para quem quer aprofundar os conhecimentos. "A ideia da secretaria, junto com o Governo do Distrito Federal, é liderar um processo de transformação no Setor Comercial Sul, incubando pequenas startups ou alunos que querem abrir seu negócio. No posto avançado, eles vão conseguir se aprofundar em determinadas matérias do empreendedorismo digital e alavancar seus projetos", explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. "Dali vão surgir várias startups, vários negócios diferentes que vão ajudar o comércio local", acrescenta. O novo ponto fixo funcionará em uma área de aproximadamente 650 m², com capacidade para 20 estudantes por turno — serão três — na sala de formação e outras 30 pessoas no auditório. O espaço também contará com área administrativa, estúdio de podcast e refeitório. No local, serão oferecidos atividades e cursos como gestão de inovação e modelagem de negócios digitais; marketing digital e estratégias de venda online; e finanças para startups e empreendedores. Hoje, a Incubadora Digital é formada por duas carretas, com sala de aula e estúdio de podcast, que visitam diferentes regiões administrativas do DF, levando formação gratuita e para pessoas de todas as idades. Entre os cursos oferecidos, estão tecnologia e informática; marketing digital e produção de conteúdo; empreendedorismo e modelo de negócio; e drones e operações digitais. Hoje, a Incubadora Digital é formada por duas carretas, com sala de aula e estúdio de podcast, que visitam diferentes regiões administrativas do DF, levando formação gratuita e para pessoas de todas as idades | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília "A ideia foi justamente trazer para todas as regiões administrativas do DF cursos de capacitação na área de empreendedorismo digital, que foi uma necessidade que a gente identificou. Brasília é uma cidade que cada vez mais tem pequenos empreendedores, pequenas startups nascendo. Então, a gente traz esse projeto como uma forma de capacitar, de auxiliar esses jovens empreendedores, essas pessoas que querem conhecer um pouco da internet, do tráfego pago, de como tudo funciona. E dá essa alavancada", aponta Vitorino. As estruturas móveis já passaram por Planaltina, Arapoanga, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal e, mais recentemente, por Paranoá e Varjão/Lago Norte. Os próximos pontos de parada são Lago Sul/Jardim Botânico/São Sebastião e Riacho Fundo/Candangolândia (9/3 a 3/4); e Vicente Pires e Taguatinga (6/4 a 1º/5). A artista Rose Maria Alves, de 64 anos, foi uma das participantes da carreta no Lago Norte. A moradora de Sobradinho conta que não conseguiu fazer os cursos quando eles passaram por sua cidade, mas fez questão de seguir a estrutura itinerante na parada seguinte. "Hoje o mundo é movido por meio da internet. Então é muito importante aprender e eu encontrei esse espaço aqui, que está sendo bom para mim e para as outras pessoas que estão participando. E é para a vida toda", destaca. Já a advogada e assistente social Cleide Benedito, outra a participar dos cursos no Lago Norte, enfatiza o caráter descentralizado da iniciativa. "Aqui no Lago, nós temos também o Taquari, a Granja do Torto e todo o núcleo rural. Tem muita gente querendo aprender para implementar no seu trabalho. Eu estou amando a aula de tráfego pago, que é importante tanto para quem trabalha com imóveis quanto para quem trabalha com venda de chocolates, por exemplo. Nós já sentamos e conversamos e cada um está tendo uma ideia para melhorar seu negócio. O público de Brasília merece e precisa disso", arremata.
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Iniciativas do GDF para a juventude têm como foco inclusão e capacitação
Programas da Secretaria da Juventude (Sejuve-DF) têm marcado presença no âmbito da agenda voltada à capacitação e ao empoderamento da juventude; especialmente dos estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade. Programa Jovem Candango é uma das principais portas de entrada no mercado de trabalho | Foto: Divulgação/Sejuve-DF São iniciativas que focam educação financeira, inclusão digital, qualificação profissional e articulação com programas de inserção no mercado de trabalho. “A juventude precisa de oportunidades reais”, afirma o titular da Sejuve-DF, André Kubitschek. “Política pública precisa gerar impacto direto na vida das pessoas”. Dentre as ações da secretaria, o gestor destaca o workshop de educação financeira Futuro em Conta, criado com a meta de preparar os jovens para lidar com o dinheiro de forma consciente, abordando temas como planejamento financeiro, consumo responsável, definição de metas e noções básicas de empreendedorismo. Estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade são o foco. “Educação financeira é também uma ferramenta de autonomia, cidadania e transformação social”, enfatiza o secretário. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas” André Kubitschek, secretário da Juventude O programa Pró-Jovem Digital, por sua vez, é considerado estratégico para a inclusão da juventude do DF. Oferece capacitação em tecnologia, marketing digital, produção de conteúdo e abordagem de áreas ligadas à economia digital, preparando os jovens para um mercado cada vez mais conectado e competitivo. Na mesma linha funciona o programa Jovem Candango, uma das principais portas de entrada do jovem no mercado de trabalho, conectando experiência profissional, formação continuada e desenvolvimento pessoal. Formação, oportunidade e protagonismo juvenil são os fundamentos da secretaria, bem como a descentralização dos serviços. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas”, reforça André Kubitschek. Perspectivas [LEIA_TAMBEM]Para este ano, a Sejuve-DF planeja a expansão dos programas já iniciados, além da criação de novas ações voltadas ao primeiro emprego, ao empreendedorismo juvenil, à economia criativa, à formação de lideranças jovens e à educação financeira continuada. Também estão previstas iniciativas nas áreas de saúde emocional, cidadania e inovação social, além do fortalecimento de parcerias com a iniciativa privada, universidades, terceiro setor e parlamentares, por meio da proposição de emendas voltadas às políticas públicas de juventude. “A ideia é transformar essas ações em políticas públicas permanentes, com resultados duradouros”, lembra o secretário. “A Secretaria da Juventude está de portas abertas para ouvir, construir e caminhar junto com os jovens. A juventude de Brasília tem talento, criatividade e força. Nosso papel é abrir caminhos para que esse potencial se transforme em oportunidades reais.” *Com informações da Secretaria da Juventude
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Projeto 'Descobrindo Brasília e suas Regiões' tem inscrições abertas para visitas guiadas
A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) abriu, nesta quarta-feira, (7) as inscrições para a seleção de projetos sociais das regiões administrativas do DF de pessoas interessadas em participar do projeto Descobrindo Brasília e suas Regiões. A iniciativa é regulamentada pelo Edital de Seleção nº 03/2025 e tem como objetivo aproximar a população dos espaços públicos, históricos, culturais e arquitetônicos da capital federal. Aspectos da arquitetura, da história e da cultura do DF são o foco do projeto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal” Ana Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Ao todo, o projeto vai ofertar 2.275 vagas, distribuídas em 65 edições, com até 35 participantes por edição, beneficiando integrantes de projetos sociais que atendem diferentes faixas etárias: crianças, adolescentes, adultos e idosos. “As visitas guiadas são uma forma de fortalecer o vínculo da população com a cidade e com os espaços públicos”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal, especialmente para quem muitas vezes não tem oportunidade de vivenciar esses locais.” As inscrições estão disponíveis a partir desta quarta e podem ser feitas por meio do Portal da Comunidade, ou presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Seac-DF – Sala 104 do Anexo do Palácio do Buriti — e na Galeria dos Estados. Como participar [LEIA_TAMBEM]Para participar do processo seletivo, os projetos sociais devem estar cadastrados no Portal da Comunidade e desenvolver atividades voltadas às faixas etárias previstas no edital. A seleção ocorrerá por ordem cronológica de inscrição, desde que toda a documentação exigida seja apresentada de forma completa. O projeto promove visitas guiadas a espaços de reconhecida relevância histórica, cultural e arquitetônica do Distrito Federal. A iniciativa contribui para o fortalecimento do sentimento de pertencimento, a valorização do patrimônio público e a integração das comunidades às instituições da capital. O resultado da seleção dos projetos sociais será divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site oficial da Seac-DF. As atividades do projeto estão previstas para começar em fevereiro deste ano. Confira o edital completo. *Com informações da Seac-DF
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