Evento gratuito transforma universo dos games em uma experiência de ciência, tecnologia e inovação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal recebe, de 28 de agosto a 6 de setembro, o Capital Game Show 2026, evento gratuito que reúne games, tecnologia e experiências interativas no JK Shopping, em Taguatinga. A programação inclui oficinas de desenvolvimento de jogos, palestras, arenas gamer, exposição de videogames históricos e atividades voltadas à educação tecnológica e à inclusão. Com funcionamento das 10h às 22h, a expectativa é receber cerca de 2 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias. A proposta é utilizar a cultura gamer para aproximar o público de temas relacionados à ciência, à tecnologia e à inovação, além de apresentar possibilidades de formação e atuação profissional no setor. Um dos destaques é o Museu do Videogame Retrô, que apresenta a evolução dos consoles e das tecnologias digitais ao longo das décadas. A exposição permite conhecer diferentes gerações de equipamentos e acompanhar transformações no design, no hardware e na forma de interação com os jogos. Além da diversão, durante o Capital Game Show 2026, jovens poderão participar de oficinas de desenvolvimento de jogos, nas quais terão contato com conceitos de lógica, design e programação | Foto: Divulgação/Secti-DF A programação também terá oficinas de desenvolvimento de jogos, nas quais os participantes terão contato com conceitos de lógica, design e programação. Serão 10 turmas, com capacidade total para 100 participantes, com certificação das atividades formativas. O público poderá ainda experimentar diferentes ambientes, como Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance. As palestras diárias abordarão assuntos como inteligência artificial, desenvolvimento de jogos, streaming, segurança digital, computação em nuvem, realidade virtual e aumentada, tecnologias conectadas e novas profissões. Games como porta de entrada para a tecnologia Além do entretenimento, a programação apresenta o universo profissional que existe por trás dos jogos. Desenvolvimento de software, programação, design, arte digital, animação, audiovisual, inteligência artificial e produção de conteúdo são algumas das áreas relacionadas à indústria de games. A iniciativa busca mostrar, especialmente ao público jovem, que os jogos também podem despertar o interesse por conhecimentos e carreiras ligadas à tecnologia e à economia criativa. Acessibilidade A programação contará ainda com recursos de acessibilidade, como rampas de acesso, intérpretes de Libras, comunicação acessível e tecnologias adaptadas para pessoas com deficiência. Entre as atrações está um PlayStation 5 equipado com o controle adaptado PlayStation Access, recurso desenvolvido para ampliar a participação de pessoas com mobilidade reduzida nas experiências de jogos. Ao reunir diferentes gerações em torno da tecnologia, o Capital Game Show cria um espaço de experimentação, aprendizado e contato com diferentes aspectos da cultura digital. A programação contribui para ampliar o acesso da população a experiências relacionadas à ciência, tecnologia e inovação, áreas estratégicas para a formação e o desenvolvimento de novas habilidades. SERVIÇO: → Capital Game Show 2026 → Data: 28 de agosto a 6 de setembro de 2026 → Local: JK Shopping → Horário: 10h às 22h → Entrada: gratuita *Com informações da Secti-DF
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Reciclotech coloca Brasília entre as cidades mais inovadoras em premiação Ibero-americana
O programa Reciclotech, desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), conquistou reconhecimento internacional ao colocar Brasília entre as cidades mais inovadoras da Ibero-América. A iniciativa ficou em 5º lugar no Prêmio UCCI 2026 à Inovação Ibero-americana, promovido pela União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI). A premiação reúne projetos inovadores desenvolvidos por cidades ibero-americanas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população, o desenvolvimento sustentável e a criação de soluções voltadas para os principais desafios urbanos da atualidade. Nesta edição, 34 iniciativas de 15 cidades integrantes da UCCI participaram da disputa, evidenciando o alto nível de competitividade entre os projetos inscritos. O Reciclotech une economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF O Reciclotech foi destaque por aliar economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional, transformando resíduos eletrônicos em oportunidades de aprendizado, geração de renda e acesso à tecnologia para a população. O reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo perfil técnico do júri, composto por representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), da IE University, da Madrid Innovation (Câmara Municipal de Madrid) e da UCCI. [LEIA_TAMBEM]“Esse reconhecimento mostra que Brasília tem se consolidado como referência em inovação com impacto social. O Reciclotech é um exemplo de como tecnologia, sustentabilidade e inclusão podem caminhar juntas para transformar vidas e gerar oportunidades para a população do Distrito Federal. Estar entre os projetos reconhecidos internacionalmente fortalece ainda mais o compromisso da Secti em desenvolver iniciativas que tragam resultados concretos para a sociedade”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Como parte da premiação, o Governo do Distrito Federal foi convidado a apresentar o programa durante o Fórum das Cidades da IFEMA Madrid 2026, um dos principais encontros internacionais voltados à inovação urbana e desenvolvimento sustentável, que será realizado entre os dias 9 e 11 de junho, em Madri, na Espanha. *Com informações da Secti-DF
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Play Curso II oferece formação online gratuita e aposta na inclusão digital
As tendências do mercado tecnológico estão em constante crescimento e, para capacitar jovens a partir de 12 anos, o projeto Play Curso II abre as inscrições para os cursos voltados para o mundo audiovisual. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), tem a proposta de ampliar oportunidades com metodologia prática e acessível. “O objetivo é alcançar pessoas de diferentes regiões administrativas que queiram adquirir conhecimento para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico. É uma formação 100% online, mas que oferece a oportunidade de atividades práticas. E o mais importante é que não tem custo. É totalmente gratuito!”, afirma o secretário Rafael Vitorino. São oito oficinas disponibilizadas pelo Play Curso II: Fotografia Digital, Crie com IA: Edição de Fotos, Design e Inteligência Artificial, Roteiros Audiovisuais com Inteligência Artificial, Operação de Câmera, Edição de Vídeo, Inteligência Artificial no Dia a Dia e Desenvolvimento de Jogos Digitais com Roblox Studio. Cada oficina tem foco em desenvolver competências específicas para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico. Intérprete de Libras As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, e os participantes contam com suporte de materiais complementares digitais, como tutoriais, vídeos explicativos e fóruns de discussão, garantindo um aprendizado acessível e interativo. [LEIA_TAMBEM] Além da experiência prática, na qual os alunos têm a oportunidade de participar da produção de um curta-metragem, vivenciando na prática o universo audiovisual e fortalecendo suas habilidades criativas e profissionais, o projeto conta ainda com intérprete de Libras, reforçando o compromisso com a inclusão digital, a acessibilidade e a democratização do conhecimento, além de proporcionar um ambiente mais diverso, acolhedor e participativo para todos os envolvidos. Para a Secti-DF, investir em formação tecnológica e criativa é fortalecer o futuro dos jovens do Distrito Federal, ampliando o acesso à inovação, estimulando novos talentos e criando oportunidades reais de transformação social e profissional por meio da educação digital. SERVIÇO - Play Curso II - Inscreva-se gratuitamente: playcurso.com.br/inscricoes *Com informações da Secti-DF
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Sedes oferta wi-fi gratuito em todas as unidades de assistência social do DF
Os cidadãos que estiverem em qualquer uma das unidades de assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) poderão se conectar gratuitamente à internet por meio do Wi-Fi Sedes. A cobertura, que anteriormente era parcial, agora abrange todas as instalações públicas que compõem a rede de proteção social do DF. O alcance do serviço é de cerca de 200 metros. Para utilizar a internet gratuita da Sedes é bem simples: basta ligar o Wi-Fi do dispositivo, encontrar a rede Wi-Fi Sedes e se conectar. Será solicitado o acesso por meio do Facebook, LinkedIn ou preenchendo um cadastro com nome, CPF e e-mail. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente (Sugip) da Sedes, Rodrigo Freitas, explica como a implementação do Wi-Fi nas unidades tem melhorado a vida de cidadãos e servidores. “A conexão do Wi-Fi Sedes permite não só soluções de mobilidade para os funcionários dentro das nossas unidades, mas também para que o cidadão sem acesso à internet em casa possa se conectar em uma unidade da Sedes”, pontua. A medida faz parte da política de transformação digital da pasta que, entre outros, modernizou todo o parque tecnológico da secretaria, com a troca dos computadores, além de reestruturar as redes de internet. “Todos sabemos que internet virou necessidade básica, que ela democratizou o conhecimento e trouxe mais cidadania a todos. Então, quando entregamos o Wi-Fi Sedes em nossas unidades, além de desburocratizar o acesso aos serviços públicos, também estamos incluindo digitalmente muitas famílias vulneráveis que não contam com internet em suas casas ou aparelhos”, destaca a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. *Com informações da Sedes-DF
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Com apoio do GDF, tecnologia em Libras amplia acesso de eleitores surdos a serviços do TRE-DF
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) avança na promoção da inclusão digital ao apoiar a implementação de soluções tecnológicas em Língua Brasileira de Sinais (Libras) no atendimento ao público do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). A iniciativa, em parceria com a ICOM (socialtech brasileira de serviços de inclusão e comunicação acessível para a comunidade surda), amplia o acesso de eleitores surdos aos serviços da Justiça Eleitoral, garantindo mais autonomia, acessibilidade e cidadania. Com a adoção da tecnologia, o tribunal passa a contar com intérpretes de Libras conectados em tempo real, que atuam na mediação da comunicação entre pessoas surdas e ouvintes, tanto em atendimentos presenciais quanto remotos. A solução permite que cidadãos tenham acesso facilitado a serviços como regularização do título eleitoral, orientações sobre procedimentos e participação em ações institucionais. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a transformação digital precisa estar diretamente conectada às necessidades da população. “A tecnologia só faz sentido quando aproxima, inclui e garante direitos. Ao apoiar iniciativas como essa, reforçamos o compromisso de construir um serviço público mais acessível, moderno e preparado para atender a todos”, destaca. A iniciativa está alinhada às diretrizes do Governo do Distrito Federal de modernização dos serviços públicos por meio da tecnologia, com foco na inclusão e no atendimento humanizado. A Secti-DF tem papel estratégico nesse processo ao fomentar soluções inovadoras que ampliam o alcance e a eficiência das políticas públicas. Além de beneficiar diretamente a comunidade surda, a implementação da ferramenta também contribui para a qualificação dos serviços oferecidos pelos órgãos públicos, promovendo mais eficiência, agilidade e equidade no atendimento. A ação integra um conjunto de iniciativas apoiadas pela Secti-DF que utilizam a inovação como instrumento de inclusão social, consolidando o Distrito Federal como referência em políticas públicas digitais com impacto real na vida das pessoas. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Wi-Fi Social atinge marca de 200 pontos no Distrito Federal
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) inaugurou o 200º ponto do programa Wi-Fi Social DF, marco da política de inclusão digital da capital. A iniciativa oferece internet gratuita em espaços públicos e se consolidou como uma das ações de maior impacto social do governo. A cerimônia ocorreu no Restaurante Comunitário do Sol Nascente, nesta terça-feira (17). “Um telefone com disponibilidade de internet é muito bom, porque aqui é um lugar onde as pessoas vão poder ler mensagens e fazer seus contatos, já que o restaurante comunitário é um espaço democrático”, ressaltou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A vice-governadora Celina Leão, juntamente com os titulares da Sedes-DF e da Secti-DF, participou da inauguração do 200º ponto de acesso à internet do programa Wi-Fi Social DF, no Restaurante Comunitário do Sol Nascente | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a marca representa um passo importante na redução das desigualdades digitais. “O Wi-Fi Social é uma política pública que transforma vidas, porque garante acesso a serviços digitais, informação e oportunidades. Esse ponto de número 200 coloca Brasília entre as três maiores regiões inclusivas do Brasil em termos de conectividade. É uma das cidades mais conectadas com internet gratuita”, afirmou. No evento, também foi celebrada a ampliação do número de refeições oferecidas pelo Restaurante Comunitário do Sol Nascente. A titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, destacou a importância da ação integrada para atender a população. “Além de assegurar refeições balanceadas a um preço popular, estamos promovendo a inclusão digital por meio do Wi-Fi Social, que garante internet gratuita à população. Isso possibilita, inclusive, a realização de pagamentos via Pix e outras transações, facilitando o dia a dia das famílias e ampliando seu acesso à cidadania", observou. [LEIA_TAMBEM]Frequentador do restaurante, o aposentado Antônio Honorário Pereira, de 74 anos, aprovou a iniciativa. “Internet de graça é bom demais. Ajuda muito a falar com as outras pessoas”, disse. Além de facilitar a comunicação, a conectividade gratuita fortalece a cidadania e apoia a economia local, ao permitir que estudantes, trabalhadores e pequenos empreendedores utilizem ferramentas digitais no dia a dia. Baseado em parceria público-privada e sem custos para o usuário, o programa seguirá em expansão, reforçando o compromisso da Secti-DF com uma cidade mais conectada, acessível e cheia de oportunidades. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Educa.Conecta: projeto leva internet e inclusão digital a escolas rurais do DF
Promover a inclusão digital e fortalecer a educação pública em áreas mais afastadas do Distrito Federal são desafios que exigem soluções estruturantes, baseadas em ciência, inovação e políticas públicas eficazes. Nesse contexto, o projeto Educa.Conecta se destaca como uma iniciativa que alia pesquisa aplicada, tecnologia e impacto social, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). A iniciativa foi desenvolvida por meio do edital Demanda Induzida (2021) da FAPDF, voltado ao fomento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em áreas estratégicas, como ciência, tecnologia da informação, gestão pública e governo digital. O edital tem como foco apoiar projetos com potencial de gerar impacto social e subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências. Executado pela Universidade Católica de Brasília (UCB) sob a coordenação do professor doutor Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o Educa.Conecta tem como objetivo levar conectividade digital, energia sustentável e infraestrutura tecnológica a escolas públicas rurais do DF, criando condições para a ampliação do acesso às tecnologias da informação, a inovação pedagógica e a melhoria do desempenho educacional dos estudantes. Inclusão digital como estratégia de fortalecimento da educação A proposta do Educa.Conecta surgiu a partir da identificação de desafios relacionados ao acesso à internet e às tecnologias digitais no ambiente escolar, especialmente em unidades localizadas em áreas rurais. De acordo com Carlos Enrique, a experiência do ensino remoto implementado em 2020, durante a pandemia da covid-19, reforçou a importância da conectividade como elemento essencial para o processo educacional. Equipe técnica e pesquisadores em reunião de planejamento e acompanhamento das ações do projeto Educa.Conecta | Foto: Divulgação/Educa.Conecta “A conectividade e o acesso a recursos digitais são hoje componentes fundamentais para ampliar as possibilidades de aprendizagem e apoiar o trabalho pedagógico nas escolas”, destaca. Ao direcionar suas ações para escolas rurais, o projeto adota uma abordagem orientada à equidade, levando soluções tecnológicas a regiões que apresentam maiores desafios de infraestrutura e acesso, contribuindo para a ampliação de oportunidades educacionais. Tecnologia integrada à rotina escolar A implementação do Educa.Conecta teve início com a instalação de um laboratório tecnológico autossustentável nas escolas participantes. O espaço é equipado com computadores de alto desempenho, acesso à internet, garantindo autonomia energética e funcionamento contínuo dos equipamentos. Com a implantação da infraestrutura, a tecnologia passou a integrar a rotina escolar. Os alunos passaram a ter acesso regular ao laboratório, enquanto os professores incorporaram gradualmente o uso do espaço aos planos de aula. Diferentes disciplinas passaram a utilizar recursos digitais como apoio às atividades pedagógicas, ampliando as possibilidades de ensino e aprendizagem. Internet via satélite, energia sustentável e aprimoramento educacional Para assegurar conectividade em regiões onde a banda larga convencional não está disponível, o projeto adotou a internet via satélite, garantindo alcance, estabilidade e qualidade de sinal, independentemente da localização geográfica das escolas. Além disso, foram implantados sistemas de energia solar fotovoltaica, com baterias de alta capacidade, que asseguram o funcionamento dos equipamentos mesmo em locais com fornecimento elétrico instável. A solução contribui para a sustentabilidade ambiental e pode gerar redução de custos operacionais para as escolas. O Educa.Conecta também contempla ações de capacitação em iniciação digital para alunos e professores. As atividades são estruturadas a partir de diagnósticos prévios e organizadas de forma progressiva. Para os estudantes, as oficinas envolvem desde a familiarização com o computador até o uso da internet para pesquisas e acesso a conteúdos educacionais. Para os docentes, a formação combina capacitação técnica e pedagógica, apoiando a integração das tecnologias digitais ao processo de ensino-aprendizagem. Essas ações têm contribuído para maior engajamento dos alunos, diversificação das metodologias de ensino e fortalecimento das competências digitais da comunidade escolar. Impactos educacionais e sociais Com a chegada da conectividade e dos recursos digitais, o cotidiano escolar passou a incorporar novas práticas pedagógicas, como pesquisas online, uso de conteúdos multimídia e atividades interativas. Professores ampliaram suas estratégias de ensino, e os alunos demonstraram maior interesse e participação nas atividades escolares. Embora a conectividade esteja concentrada no ambiente escolar, os efeitos do projeto também se refletem nas famílias, a partir do fortalecimento do vínculo entre escola, estudantes e comunidade. A médio e longo prazos, a iniciativa tem potencial para contribuir com a melhoria do desempenho educacional, a permanência dos estudantes na escola e o fortalecimento da escola como espaço de inovação e inclusão digital. Além da implantação da infraestrutura, o projeto conta com uma estratégia consistente de monitoramento e avaliação de impacto, com produção de relatórios técnicos e artigos científicos que analisam os efeitos da conectividade digital sobre o desempenho educacional e indicadores socioeconômicos das comunidades atendidas. [LEIA_TAMBEM]Essa produção científica fortalece o caráter replicável do projeto e contribui para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à inclusão digital na educação, alinhando pesquisa, inovação e tomada de decisão baseada em evidências. Segundo o coordenador do Educa.Conecta, Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o fomento da Fundação foi decisivo para transformar a proposta em uma solução concreta para a educação pública rural. “O apoio da FAPDF foi essencial para que o projeto saísse do campo conceitual e se materializasse nas escolas. Sem esse investimento público, seria inviável implantar uma infraestrutura tecnológica desse porte, garantir conectividade estável e realizar o acompanhamento técnico e científico necessário para avaliar os impactos da iniciativa”, destaca. Com base nos resultados já observados, há expectativa de ampliação do Educa.Conecta para outras escolas e regiões do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), fortalecendo a inclusão digital como eixo estruturante da educação pública e ampliando o alcance das políticas públicas baseadas em evidências. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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GDF amplia alcance do Wi-Fi Social em Taguatinga e região
O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a cobertura do Wi-Fi Social para novos pontos estratégicos de Taguatinga e arredores, fortalecendo uma das iniciativas mais relevantes de inclusão digital da capital. Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o programa garante acesso gratuito à internet em espaços públicos, sem qualquer custo para o usuário. Com a ampliação do serviço, cada vez mais cidadãos podem ter acesso gratuito à internet no DF | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer” Rafael Vitorino, secretário de Ciêntia, Tecnologia e Inovação A política de acesso digital, já consolidada em áreas de grande circulação como rodoviárias, feiras, estações do metrô, praças e unidades de saúde, chega agora a nove novos endereços: Praça do Relógio, Feira dos Goianos, Feira dos Importados, Taguacenter, Praça do DI, Praça do Bicalho, Praça da Vila Dimas, Praça da Vila Mathias e Taguapark, abrangendo também a Colônia Agrícola Samambaia, em Taguatinga. “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Com o Wi-Fi Social, cidadãos conseguem realizar atividades essenciais, como acessar serviços do GDF, estudar, trabalhar e até mesmo ações do dia a dia, como utilizar mapas, aplicativos de transporte e comunicação.” [LEIA_TAMBEM]Ao levar internet gratuita a espaços comunitários, o programa fortalece a cidadania, estimula a permanência das pessoas em áreas de convivência e apoia o desenvolvimento econômico local, especialmente em feiras e centros comerciais, que dependem de fluxo constante de consumidores. Com essa expansão, o Wi-Fi Social segue se consolidando como uma política pública estratégica e essencial na construção de uma cidade mais inteligente, acessível e integrada às necessidades da população. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Projetos do GDF garantem direitos com inovação e inclusão digital a pessoas com deficiência
A vida dos brasilienses tem sido transformada por projetos que ampliam direitos e oportunidades das pessoas com deficiência: DF Libras – CIL Online e Carreta da Inclusão. As duas iniciativas são parcerias entre as Secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e unem inovação, acessibilidade e cidadania. O DF Libras – CIL Online, ferramenta desenvolvida em parceria com a Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME), já garantiu mais de 14 mil atendimentos desde 2023, oferecendo tradução simultânea em Libras por videochamada 24 horas por dia. Com tempo médio de espera de apenas 90 segundos, a solução já se tornou referência em acessibilidade em órgãos como as Secretarias de Saúde (SES-DF) e de Segurança Pública (SSP-DF) e a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). O Programa DF Libras ganhou reforço tecnológico com novo aplicativo | Fotos: Agência Brasília Agora, a plataforma ganha reforço tecnológico e expansão para novos canais digitais do GDF, além de uma equipe de 90 intérpretes, fortalecendo ainda mais o atendimento. Inclusão digital A Carreta da Inclusão chega à segunda edição em 2025 com investimento de R$ 1 milhão. A unidade móvel, equipada com oficinas, palestras, consultorias e tecnologias assistivas, percorrerá São Sebastião, Brazlândia, Sobradinho e Ceilândia. Mais do que acesso à tecnologia, a carreta oferece também serviços integrados como CadÚnico e BRB Mobilidade, além de incentivar práticas sustentáveis e a economia circular. A segunda edição da Carreta da Inclusão deste ano passará por São Sebastião, Brazlândia, Sobradinho e Ceilândia [LEIA_TAMBEM]“A Carreta da Inclusão é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal que leva tecnologia assistiva e serviços públicos diretamente às comunidades. Na primeira fase, percorremos seis regiões administrativas e realizamos mais de 11 mil atendimentos. Agora, seguimos para mais quatro regiões, reforçando nosso compromisso com a acessibilidade, a dignidade e a inclusão real das pessoas com deficiência” afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. O secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira, destaca esse compromisso já está sendo colocado em prática, com ações que mostram que a inclusão é uma construção coletiva, feita com inovação e equipes técnicas comprometidas. “A criação da secretaria é um avanço histórico para garantir mais visibilidade, direitos e oportunidades. Seguimos trabalhando por uma sociedade mais justa e acessível para todos.", declarou Ferreira. *Com informações da Secti-DF
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Cultura geek e esportes eletrônicos são destaques do e-Candangão 2025, que terá mais de R$ 40 mil em prêmios
Brasília recebe, entre os dias 17 e 20 de julho, a terceira edição do e-Candangão, festival que celebra os esportes eletrônicos, a cultura geek e a inclusão digital. O evento será realizado no Pátio Brasil Shopping, com entrada gratuita e programação intensa durante os quatro dias. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), em parceria com o Instituto Inside Brasil. Entre os dias 17 e 20 de julho, com entrada gratuita, a programação do e-Candangão inclui campeonatos de esportes eletrônicos e concurso de cosplay | Foto: Divulgação/SEL-DF Criado com o propósito de democratizar o acesso à tecnologia e às novas formas de entretenimento, o e-Candangão surgiu com estrutura simples, mas impactante. Desde sua primeira edição, permitiu que jovens de diversas regiões do DF tivessem contato com óculos de realidade virtual, simuladores de corrida e outras experiências imersivas. Agora, o evento retorna com estrutura ampliada, novas modalidades e uma expectativa de público superior a 50 mil pessoas. [LEIA_TAMBEM]“Mais do que premiar, o evento promove inclusão, incentiva talentos locais e amplia oportunidades para os jovens da nossa capital. Democratizar o acesso à tecnologia também é papel do esporte, e nós seguimos firmes nesse compromisso”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. A programação contará com campeonatos de Free Fire, Valorant, League of Legends, EAFC25 (FIFA), Just Dance, Street Fighter e Counter Strike 2, além de cosplay, K-pop, jogos de tabuleiro, games retrô e painéis com criadores de conteúdo. A edição 2025 também contará com uma atração surpresa, que será revelada ao longo do evento. As modalidades contarão com premiação total superior a R$ 40 mil. O destaque fica para o concurso de cosplay, que distribuirá R$ 10 mil em prêmios, e para o torneio de Free Fire, com diversas categorias e valores para os melhores colocados. Confira todas as premiações e modalidades no site do evento ou pelo Instagram @ecandangao_cup. Serviço e-Candangão 2025 → Data: 17 a 20 de julho → Horários: * 17 a 19/7 (quarta a sexta): das 11h às 20h * 20/7 (sábado): das 10h às 19h → Local: Pátio Brasil Shopping – Asa Sul, Brasília/DF → Entrada: Gratuita → Inscrições neste link. *Com informações da SEL-DF
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2024 foi o ano da expansão e da consolidação da inclusão digital no DF
Mais de 40 projetos impulsionaram o setor de ciência, tecnologia e inovação no Distrito Federal em 2024. O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), implementou políticas públicas voltadas à inclusão digital, conectividade e inovação. Para Leonardo Reisman, secretário da Secti-DF, “2024 foi o ano da expansão e consolidação da inclusão digital no DF, com iniciativas como Gamifica DF, Inova Tech e Reciclotech. Também promovemos grandes eventos, como a Campus Party, o Innova Summit e o Pixel Show. Em 2025, nosso objetivo é ampliar ainda mais essas políticas públicas”. O programa Gamifica DF, focado na inclusão digital, ofereceu cursos de design, desenvolvimento e marketing de jogos eletrônicos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Na área de sustentabilidade, o Reciclotech foi ampliado para cinco macrorregiões, alcançando números expressivos: 3.919 equipamentos recondicionados e mais de 2.065 alunos certificados. O impacto ambiental foi significativo, com resíduos recolhidos equivalentes a encher 830 caminhões, além de uma economia de 640 milhões de litros de água. O programa Gamifica DF, focado na inclusão digital, ofereceu cursos de design, desenvolvimento e marketing de jogos eletrônicos. Mais de 3.096 estudantes participaram das atividades presenciais e online. Em 2025, a iniciativa será expandida para Centros Olímpicos, Paralímpicos e escolas públicas, aumentando o alcance para outras regiões administrativas. Em comemoração aos 50 anos do Planetário, o espaço foi palco de exposições, oficinas e eventos como o Festival Internacional de Mídias Imersivas e Fulldome. O projeto comemorativo atraiu mais de 97.500 visitantes ao longo do ano. A sexta edição da Campus Party Brasília reuniu 145 mil pessoas no estádio Mané Garrincha, oferecendo mais de 500 palestras e workshops sobre cultura maker, inteligência artificial, games e empreendedorismo, com 400 horas de programação distribuídas entre a Área Open e a Arena Campus. Na área de sustentabilidade, o Reciclotech foi ampliado para cinco macrorregiões | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O Innova Summit, em sua quarta edição, contou com 38 mil participantes e 170 startups no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O evento movimentou a economia local, gerando projeções de R$ 150 milhões em negócios futuros. Brasília também recebeu, pela primeira vez, o festival Pixel Show, em novembro. O evento, focado em arte, tecnologia e criatividade, atraiu 15 mil participantes, incluindo profissionais da economia criativa, estudantes, pesquisadores e artistas. No final do ano, a Secti-DF inaugurou o Espaço de Inovação no Setor Comercial Sul, reforçando o desenvolvimento econômico, a capacitação profissional e os esforços de revitalização da região. Com esses avanços, 2024 consolidou o DF como um polo emergente de ciência, tecnologia e inovação. Em 2025, novas iniciativas estratégicas estão planejadas para transformar a região em uma referência nacional no setor. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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Segunda edição do Cyber Arena terá competições de e-sports e inclusão digital
A segunda edição do Cyber Arena 2024 proporciona uma experiência completa para quem curte o universo dos games. Promovido pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) em parceria com o Instituto Inside Brasil, o evento será realizado em dois períodos: de terça (5) a sexta (8), no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Recanto das Emas; e dos dias 12 a 15, no COP do Parque da Vaquejada. Ambos serão das 8h às 12h e das 14h às 18h, com entrada gratuita. Eventos como o Cyber Arena capacitam novos talentos e preparam cidadãos para o futuro digital | Foto: Divulgação/ SEL-DF O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, explica que o evento proporciona o desenvolvimento e a igualdade, colaborando para uma sociedade cada vez mais conectada. “Ao democratizar o acesso a recursos tecnológicos e criar um ambiente acolhedor para todos, eventos que envolvem os jogos eletrônicos se tornam uma ferramenta inclusiva para capacitar novos talentos e preparar cidadãos para o futuro digital”, declara. O evento inclui atrações variadas, como simuladores de corrida, transmissão de partidas ao vivo em telas gigantes e estações interativas. Além de estações free-to-play, salas de projeção e espaços de realidade virtual, o Cyber Arena 2024 marcará o início da temporada de colônia de férias dos COPs. Para esta edição, uma das grandes novidades será o lançamento de um podcast exclusivo sobre os bastidores dos e-sports, com entrevistas e discussões abordando o cenário dos games. *Com informações da SEL-DF
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Computadores doados pelo Reciclotech mudam realidade de alunos da rede pública
Sete de agosto foi um dia marcante para o Centro de Ensino Fundamental 102 Norte. Na data, a escola recebeu 25 computadores do programa Reciclotech. “Quando chegaram as máquinas, coincidentemente, os alunos estavam aqui no pátio e a gente foi, mostrou para eles, pediu para o pessoal da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação falar um pouquinho. Nossa, o que eles gritaram e ficaram felizes…”, lembra a diretora, Viviane Lima. Os alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 102 Norte receberam 25 computadores do programa Reciclotech, no dia 7 de agosto | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Lucas Brilhante, 13 anos, estava nesse momento e guarda a memória com carinho. “Foi um dia especial”, conta. “Foi muito legal, porque a gente começou a pesquisar [na internet] e isso está ajudando no desempenho da maioria dos alunos”. O CEF 102 Norte foi uma das diversas instituições contempladas pelo programa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), que funciona da seguinte maneira: o governo, por meio de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), recolhe materiais considerados lixo eletrônico, capacita jovens na área da informática – ensinando-os, entre outras coisas, a recondicionar os equipamentos recolhidos – e, depois, doa os computadores recondicionados a órgãos públicos ou entidades sem fins lucrativos que realizem projetos de inclusão digital. O estudante Lucas Brilhante elogia o programa da Secti-DF: “A gente começou a pesquisar [na internet] e isso está ajudando no desempenho da maioria dos alunos” Desde que foi criado, em 2020, o Reciclotech já formou 2.065 alunos, entregou 3.919 computadores e descartou corretamente 2.237 toneladas de inservíveis – a parte do lixo eletrônico que não pôde ser reaproveitada. Atualmente, são 102 PEVs para recolhimento dos materiais em todas as regiões administrativas. Já os Polos de Economia Criativa (PECs), onde são ministradas as aulas de qualificação, passaram de um para cinco, atendendo cinco macrorregiões do DF. “O mais legal do programa é a gente visitar uma escola como essa, que é uma escola-modelo aqui na Asa Norte, que recebeu esses equipamentos. Ou seja, esses computadores foram, em algum momento, despejados como lixo eletrônico; alunos trabalharam neles, foram certificados e recuperaram esses equipamentos; e, ao fim da cadeia, esses mesmos equipamentos estão aqui, servindo para outros alunos dessa escola acessarem a internet, tendo uma oportunidade de inclusão digital. Então, aqui a gente vê o fim da cadeia, a entrega de fato do Reciclotech”, destaca o secretário Leonardo Reisman, durante visita ao CEF 102 Norte. Impacto Hoje, os computadores doados pelo programa são usados para pesquisa, digitação e para o desenvolvimento de atividades lúdicas na unidade de ensino. “Essa geração está muito acostumada com tecnologia, eles amam aprender com tecnologia. Então, os estudantes gostariam de ter todas as aulas lá [na sala de informática]. O impacto para eles é muito legal, a motivação aumenta muito para a aprendizagem. Os professores veem que, quando é uma aula que vai utilizar a tecnologia, eles ficam muito mais motivados”, aponta a diretora. “Antes, a gente tinha dez computadores, inferiores a esses aqui, que a gente herdou ou recebeu de doações, porque a gente sempre foi atrás de parceiros que doassem. Mas doavam um ou dois. O Reciclotech trouxe 25 de uma vez e terminou dando um upgrade nesse laboratório que a gente tinha”, acrescenta o professor Rúben Reis, coordenador de Tecnologia Educacional do CEF 102 Norte. Com os computadores doados para o CEF 102, a aluna Valentina Carvalho teve contato pela primeira vez com programas como o Microsoft Word: “Eu nem sabia que existia e é o recurso básico dos trabalhos” Outros alunos reforçam a contribuição do programa para o ensino. “Eu gosto dos computadores e, como eu sou autista, eu acho que ajuda muito na questão da aprendizagem com essas ferramentas de trabalho”, relata Wendell Sousa, 11. “A gente não tinha como pesquisar, tinha que usar o celular; e a maioria das pessoas não tem celular com internet”, emenda Valentina Carvalho, 12, que ainda diz ter o Microsoft Word como maior aprendizado: “Eu nem sabia que existia e é o recurso básico dos trabalhos”.
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GDF recebe doação de 1,2 mil itens de informática para reforço tecnológico e ampliação digital
Em mais uma importante parceria entre o Governo do Distrito Federal e o Tribunal Superior do Trabalho (TST), 860 monitores de vídeo e 330 microcomputadores foram doados pela corte trabalhista ao Executivo local nesta quarta-feira (25). Os equipamentos vão reforçar o aprendizado de aproximadamente 400 crianças, jovens e adolescentes alunos dos cursos de informática básica ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). “Vamos continuar trabalhando juntos para melhorar a capacitação e a vida desses estudantes que tanto precisam de acesso à informação e crescimento profissional”, disse o governador Ibaneis Rocha, que ressaltou a importância da parceria com o TST | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A doação entregue à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) será direcionada para as três Estações da Cidadania – duas em Ceilândia Norte e uma no Recanto das Emas – e para as Praças dos Direitos – uma em Ceilândia e outra no Itapoã. Presente na assinatura do termo de doação, no Salão Nobre do Gabinete da Presidência do tribunal, o governador Ibaneis Rocha destacou a parceria com o TST. “É uma alegria muito grande contar com o Tribunal Superior do Trabalho. Não é a primeira vez que eles fazem doação para o GDF, e vamos continuar trabalhando juntos para melhorar a capacitação e a vida desses estudantes que tanto precisam de acesso à informação e crescimento profissional”, defendeu o chefe do Executivo. Além desse aporte tecnológico para as regiões administrativas, o Museu Vivo da Memória Candanga será contemplado com 20 monitores de vídeo e 10 microcomputadores, que serão utilizados para digitalização de acervos e modernização dos processos internos. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, diz que os equipamentos vão contribuir para reforçar a inclusão digital de jovens “Estamos muito felizes de receber os equipamentos, que vão ser de grande valia para toda a comunidade e para o pleno funcionamento do museu”, acrescentou a secretária de Cultura e Economia Criativa em exercício, Patrícia Paraguassu. Segundo o presidente do TST, ministro Lelio Bentes Corrêa, o repasse dos equipamentos ao GDF visa democratizar o acesso à tecnologia entre crianças e adolescentes das três regiões administrativas: “ Esse ato é muito mais do que uma doação, ele simboliza essa comunhão de interesse, no sentido de levar à população do DF uma condição melhor de atendimento, sobretudo no que diz respeito à inclusão digital”. Inclusão digital Administradas pela Sejus, as Estações da Cidadania e as Praças dos Direitos são serviços que integram, no mesmo espaço, programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação profissional, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital em territórios de vulnerabilidade para desenvolvimento social e promoção de cidadania. “Nesses cinco equipamentos públicos da Sejus, os alunos são atendidos no contraturno escolar. A gente sabe que, na rede pública de ensino, eles já têm essa oportunidade de estudar informática, mas queremos capacitar ainda mais para fazer a inclusão digital desses jovens”, detalhou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Leonardo Reisman, a doação vem como um estímulo para que jovens ocupem posições de trabalhos na área: “Os equipamentos servem como uma estrutura tecnológica e para trilhar o caminho da inclusão digital. Dados mostram que há uma lacuna de 20 mil vagas no setor de tecnologia no DF, e esses programas de inclusão darão conta de grande parte dessas oportunidades”. Atualmente, o DF conta com três unidades de Estação da Cidadania, sendo duas em Ceilândia (QNM 28 e QNR 2) e uma no Recanto das Emas (Avenida Recanto das Emas, Quadra 113), onde também são realizados os serviços do programa CEU das Artes, parceria entre a Sejus e a Secretaria de Educação (SEE) para promoção de educação integral com difusão de cultura, esporte e lazer. Quanto à Praça dos Direitos, há uma em Ceilândia (QNN 13) e outra no Itapoã (Quadra 203, Del Lago II).
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Inscrições abertas para cursos gratuitos do programa Reciclotech em Ceilândia
O programa Reciclotech está com inscrições abertas para cursos gratuitos de informática básica, montagem e manutenção de computadores, manutenção de celulares e design gráfico. Os cursos são voltados para pessoas a partir de 14 anos, têm carga horária de 100 horas/aula cada e são divididos em duas trilhas distintas | Foto: Divulgação/Secti-DF As aulas serão ministradas no Polo de Economia Circular, localizado na QNM 18, Conjunto B, em Ceilândia Norte, nos turnos matutino (das 8h30 às 11h30) e vespertino (das 14h30 às 17h30). Os interessados podem se inscrever por meio deste link. Os cursos são voltados para pessoas a partir de 14 anos, têm carga horária de 100 horas/aula cada e são divididos em duas trilhas distintas, uma de informática básica e design, a outra de manutenção de celulares e computadores. Os participantes podem optar pela certificação individual ou em ambas. O programa Reciclotech foi ampliado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em abril de 2024 e agora está presente em cinco macrorregiões do Distrito Federal. Além de incentivar a economia circular, a reciclagem e a correta destinação do lixo eletrônico, a iniciativa promove a inclusão digital de jovens e adultos em áreas tecnológicas. Serviço Cursos do programa Reciclotech – Horários das aulas: das 8h30 às 11h30 ou das 14h30 às 17h30 – Local: Polo de Economia Circular (QNM 18, Conjunto B – Ceilândia Norte) – Inscrições: pelo Google Forms *Com informações da Secti-DF
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Assinado acordo para facilitar acesso da população à Justiça por meio eletrônico
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) assinou acordo de cooperação técnica com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) a fim de viabilizar o compartilhamento de serviços eletrônicos, atualmente disponibilizados pelo TJDFT, para a instalação de novos pontos de inclusão digital (PIDs) nas instituições. A solenidade de assinatura do termo ocorreu nesta segunda-feira (5), na sede do TRE-DF. Representantes da DPDF, do TRE-DF e do TJDFT assinaram acordo de cooperação técnica nesta segunda-feira (5) para reforçar a inclusão digital da população e facilitar o acesso à Justiça | Foto: Divulgação/DPDF O acordo visa à inclusão digital de pessoas que não têm acesso aos equipamentos necessários, permitindo que eles utilizem os serviços públicos por meio eletrônico, sem a necessidade de deslocamento físico. Entre os objetivos estão a ampliação dos serviços ofertados aos cidadãos, o fornecimento de condições para que a população acesse digitalmente os canais e os serviços disponibilizados pelas instituições e a viabilização da realização de atos exclusivamente de forma remota. “Além de garantir que mais pessoas acessem a Justiça, a instalação de PIDs também possibilita uma prestação jurisdicional mais efetiva e em tempo razoável, uma vez que possibilita a realização de mais audiências de forma remota, por exemplo” Mário-Zam Belmiro Rosa, corregedor-geral do TJDFT Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, o acordo de cooperação técnica com o TRE-DF e o TJDFT vai trazer muitos benefícios à população em situação de vulnerabilidade. “Grande parte das pessoas que utilizam os serviços da Defensoria Pública não tem recursos para se deslocar aos fóruns e núcleos das instituições. A instalação de novos PIDs funcionará como mais uma ferramenta de acesso à Justiça, uma vez que facilitará a participação da população mais vulnerável no processo”, destacou. No mesmo sentido, o presidente do TRE-DF, desembargador Jair Soares, explica que o projeto de implantação e compartilhamento de tecnologias que viabilizam novos PIDs surge como resposta à realidade de muitos cidadãos. “Muitas pessoas precisam percorrer grandes distâncias para obter serviços jurídicos essenciais. Essa cooperação é essencial para a democratização do acesso à Justiça no DF”, pontuou. Para o desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa, corregedor-geral do TJDFT e representante do tribunal na solenidade, a ferramenta funciona também como uma forma de aproximar a população do Poder Judiciário. “Além de garantir que mais pessoas acessem a Justiça, a instalação de PIDs também possibilita uma prestação jurisdicional mais efetiva e em tempo razoável, uma vez que possibilita a realização de mais audiências de forma remota, por exemplo”, concluiu. Justiça 4.0 O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Programa Justiça 4.0, busca a transformação digital do Poder Judiciário como forma de ampliar o acesso à Justiça e permitir a efetiva aproximação com o cidadão. E a implementação de novos PIDs auxiliará na concretização dos objetivos da iniciativa. Entre os produtos previstos no programa estão o juízo 100% digital, no qual os atos processuais, inclusive as audiências, serão exclusivamente realizados por meio eletrônico e remoto; e o balcão virtual, que permite o atendimento imediato de partes e advogados pelos servidores do juízo por meio de ferramentas de videoconferência. *Com informações da DPDF
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Cruzeiro oferece curso de inclusão digital para idosos
Estão abertas as inscrições para o curso de capacitação Inclusão Digital para a Melhor Idade, que será realizado a partir do dia 19 de agosto, no Cruzeiro. Interessados com 60 anos ou mais têm até o dia 15 de agosto para se inscreverem, tanto de forma presencial, na administração regional da cidade, quanto online, pelo formulário disponível neste link. Arte: Administração Regional do Cruzeiro A ideia surgiu após reuniões com a comunidade, como uma forma de melhorar a qualidade de vida da população idosa, que muitas vezes encontra dificuldade para realizar tarefas cotidianas, como pagar contas pelo aplicativo do banco. “Nossa meta, como ordem do Governo do Distrito Federal, é olhar para todos. E temos trabalhado para garantir infraestrutura e acessibilidade para esse público, além de oferecermos práticas de lazer e cursos para ampliar os seus conhecimentos”, afirma o administrador do Cruzeiro, Gustavo Aires. As aulas serão todas as segundas e quartas-feiras. Uma sala da administração regional da cidade foi preparada exclusivamente para a qualificação, com computadores e professores capacitados, que fazem parte do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Cruzeiro. Inclusão Digital para a Melhor Idade • Inscrições – Até o dia 15 de agosto, na Administração do Cruzeiro (de segunda a sexta, das 9h às 17h) ou neste link • Início das aulas – 19 de agosto • Local do curso – Administração Regional do Cruzeiro *Com informações da Administração Regional do Cruzeiro
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Projeto ensina pessoas idosas 60+ a navegar com segurança na internet
Em meio a evolução tecnológica e o perigo de golpes cibernéticos, a parcela da população que não é familiarizada no meio digital acaba ficando mais vulnerável. Pensando nessas pessoas, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), trouxe o projeto Melhor Idade Conectada, no intuito de promover a inclusão digital para pessoas idosas 60+ com cursos gratuitos de usabilidade da internet. “O público-alvo são as pessoas a partir de 60 anos, pois os golpes virtuais têm explorado a vulnerabilidade dessa população quanto às atividades fraudulentas e ausência de familiaridade com certas tecnologias. A informação adequada e a denúncia são importantes para o enfrentamento dos crimes virtuais e proteção da população idosa” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Elaborado junto ao Instituto Inside Brasil, a iniciativa conta com um investimento de aproximadamente R$ 500 mil do GDF. Os cursos são itinerantes, com aulas ministradas em pontos de referência da cidade, como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou os Centros de Convivência (CECONs). A ação já passou por Samambaia e atualmente está na Ceilândia. “O público-alvo são as pessoas a partir de 60 anos, pois os golpes virtuais têm explorado a vulnerabilidade dessa população quanto às atividades fraudulentas e ausência de familiaridade com certas tecnologias. A informação adequada e a denúncia são importantes para o enfrentamento dos crimes virtuais e proteção da população idosa”, declarou a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani. O projeto Melhor Idade Conectada tem o intuito de promover a inclusão digital para pessoas idosas 60+ com cursos gratuitos de usabilidade da internet | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O curso teve início no dia 12 de março e já atendeu mais de 200 idosos de forma presencial e cerca de 600 por meio do WhatsApp. Entre os materiais disponibilizados estão informações sobre como se prevenir e evitar golpes bancários. Com os netos facilitando a conexão digital, a aposentada Maria de Fátima Pinto Batista, 70, diz que adora “curiar” na internet. “Sou muito esperta, mas quem não tem medo de cair nesses golpes? Inclusive, passou há pouco um caso de duas senhoras que caíram em um golpe de R$ 7 mil, um desespero. Por isso, o curso vai ajudar, espero que possamos sair daqui habilitados. A esperança é evoluir e passar para o próximo. Eu acho importante, porque a internet é um meio de comunicação mais rápido”, observou. A aposentada Maria de Fátima Pinto Batista adora “curiar” na internet, se acha esperta, mas tem medo de cair em golpes: “O curso vai ajudar, espero que possamos sair daqui habilitados. A esperança é evoluir e passar para o próximo” Inscrições e cronograma Com duração de três horas por dia, as aulas são adaptadas e buscam uma linguagem de fácil entendimento, em um formato de bate-papo onde os idosos possam compartilhar suas experiências e serem orientados. Os alunos que não puderem comparecer poderão receber as aulas pelo Whatsapp, por meio de vídeos institucionais curtos e dinâmicos. As inscrições de ambas as modalidades estão disponíveis no site do projeto. “Muitos idosos às vezes são sozinhos, por isso buscam a internet. Então é muito importante, até mesmo a confraternização aqui, porque às vezes eles trazem coisas que eles não perguntariam normalmente para os familiares porque têm vergonha ou até medo da impaciência. Aqui, eles podem desenvolver essa área”, reforçou a coordenadora do projeto, Idamis Alcântara. Idamis Alcântara, coordenadora do projeto: “Muitos idosos às vezes são sozinhos, por isso buscam a internet. Então, é muito importante, até mesmo a confraternização aqui, porque às vezes eles trazem coisas que eles não perguntariam normalmente para os familiares porque têm vergonha ou até medo da impaciência” O aposentado Salomão Pinheiro dos Santos, 70, foi um dos participantes das aulas ministradas nesta quinta-feira (14), na Ceilândia Norte. Por não ter nenhuma familiaridade com o meio digital, ele diz ter medo de clicar em qualquer coisa. Com o curso, ele espera ficar um pouco mais tranquilo em navegar na internet. “Minha netinha até me ensina, mas aqui é bom para a gente aprender sobre esses novos golpes que estão aparecendo”, declarou. Segundo o instrutor do curso, Jean Carlos de Souza Guimarães, grande parte dos golpes estão direcionados à população com mais de 60 anos para extrair benefícios do INSS. “Vamos alertar e passar alguns vídeos explicativos de como bloquear alguém nas redes sociais, como navegar com segurança ou até o que fazer se cair num golpe-pix”, detalhou. O presidente do instituto Inside Brasil, Robielisson Lima de Medeiros, acentua que o retorno tem sido interessante e os idosos têm relatado melhoras no aprendizado em relação a situações que eles não tinham conhecimento. “Veio para agregar e eles estão dispostos a compartilhar com os amigos as informações obtidas aqui no projeto”, afirmou. Confira a programação dos cursos presenciais no mês de março: → 20/3: Santa Maria Sul, Entrequadras 209/309, Área Especial B. Das 9h às 12h e das 14h às 17h → 21/3: Brazlândia, Área Especial 01 Norte, lotes M/N. Das 9h às 12h e das 14h às 17h → 22/3: Recanto das Emas, Avenida Ponte Alta, quadra 604, Área Especial. Das 8h às 9h e das 17h às 18h → 26/3: Recanto das Emas, Avenida Ponte Alta, quadra 604, Área Especial. Das 8h às 9h e das 15h30 às 16h30 → 27/3: Gama Leste, Centro de Convivência (CECON), E/Q 8/10, Área Especial. Horário a definir → 28/3: Riacho Fundo, Centro de Convivência (CECON), QS 12 a/E lote F. Das 9h às 12h
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GDF lança o projeto e-Sports neste sábado (27)
Neste sábado (27), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) lança o projeto e-Sports, às 14h, no Sol Nascente. A iniciativa tem como objetivo promover a inclusão digital de crianças e adolescentes da região e a democratização do acesso ao esporte eletrônico. Serão oferecidos cursos de inglês, programação, treinamentos voltados ao aprimoramento em jogos eletrônicos e atividades com educador físico. Aulas são voltadas ao mercado gamer, tanto para quem quer jogar profissionalmente quanto para amadores | Foto: Divulgação/Secti [Olho texto=”“Acreditamos que a inclusão digital e o acesso a diversas tecnologias expandem as oportunidades profissionais para as próximas gerações” ” assinatura=”Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Como parte do cuidado integral com os participantes, haverá sessões de atendimento psicoterapêutico com a psicóloga do projeto, tanto de forma individual quanto em grupo, conforme a necessidade do beneficiário. Capacitação “A Secti-DF considera a promoção da inclusão e da conectividade como um valor fundamental”, afirma o titular da pasta, Leonardo Reisman. “Acreditamos que a inclusão digital e o acesso a diversas tecnologias expandem as oportunidades profissionais para as próximas gerações.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto oferece toda a estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades. As aulas são ministradas por professores capacitados e visam à profissionalização dos jovens para o mercado gamer, tanto para jogar profissionalmente quanto para participar de campeonatos amadores. A participação é gratuita, e as inscrições podem ser feitas por meio de formulário online ou presencialmente, no Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 2, Conjunto A, Lote 10A – 1° andar.
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Tecnologia: Brasília chega ao 4º lugar no ranking de cidades empreendedoras
“Em 2023, Brasília subiu para a 4ª posição no ranking das cidades empreendedoras. Avançamos muito em quatro pilares essenciais: (1) inclusão digital, (2) infraestrutura de conectividade, captura e medição de dados, (3) estratégia de sustentabilidade e economia circular e (4) nas ações de popularização da ciência em nossa capital. No campo da inclusão digital, consolidamos e ampliamos o DF Inova Tech, com mais de 14.954 matrículas e 7.478 alunos formados em cursos de tecnologia. Lançamos uma turma exclusiva para as mulheres, com mais de 620 inscritas. Anunciamos também o curso de qualificação em Inteligência Artificial, que começará em fevereiro. Destaque também para as tecnologias assistivas, com o lançamento da plataforma DF Libras, que oferece atendimento para pessoas com deficiência auditiva nos órgãos públicos. Na conectividade e nos dados, destaque para a ampliação da oferta de internet gratuita para a população, com mais de 150 milhões de acessos e disponibilidade em 115 pontos distribuídos por todas as regiões administrativas. As ações de popularização da ciência tiveram grande repercussão | Foto: Divulgação/Secti-DF Lançamos também um projeto-piloto, no Parque da Cidade, como foco em esporte e qualidade de vida, para realizar a medição da qualidade do ar e da água por meio de sensores e Inteligência Artificial. Falando de sustentabilidade, o programa Reciclotech recolheu mais de 500 toneladas de lixo eletrônico para reciclagem ou recondicionamento. Além disso, mais de 1.800 equipamentos foram recebidos e estão sendo doados para os laboratórios de robótica das escolas da rede pública e projetos de inclusão digital. Em breve, a iniciativa será ampliada para atender cinco macrorregiões do Distrito Federal, com a consolidação do Polo Distrital de Economia Circular. As ações de popularização da ciência tiveram grande repercussão. O Planetário de Brasília, por exemplo, recebeu mais de 90 mil visitantes, com atividades como evento de observação do eclipse solar e oficinas pedagógicas e de Astronomia. Assim, encerramos 2023 certos de que ao final deste ano entregamos uma cidade mais inclusiva, conectada e inovadora. Nossa cidade, desde sua origem, tem sido símbolo de esperança, inovação e progresso. Que 2024 traga ainda mais conquistas e realizações para nossa história.” *Leonardo Reisman, secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal (Secti)
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