Sábado (30) é dia de reforçar proteção, com vacinas disponíveis em 20 regiões administrativas
Quem precisar atualizar a caderneta de vacinação contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche ou outras doenças, tem uma oportunidade neste sábado (30). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49 pontos de atendimento em 20 regiões administrativas. Os endereços e horários podem ser consultados no site da pasta. Vacinas estão disponíveis para pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo os grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A ação contempla pessoas de todas as idades, seguindo as recomendações específicas para cada faixa etária e os grupos prioritários. Entre outros exemplos, jovens de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose de combate à gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo proteção contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. [LEIA_TAMBEM]Para o atendimento, é necessário apresentar um documento de identidade válido e com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto, independentemente do local de residência. No domingo (31), não haverá funcionamento. As mais de cem salas de vacinação retomam o atendimento normal na segunda-feira (1º). *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde do DF aplica mais de 340 mil vacinas contra gripe
Desde o início da campanha de vacinação deste ano, em 25 de março, o Distrito Federal já aplicou mais de 340 mil doses do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém a estratégia definida pelo Ministério da Saúde e disponibiliza o imunizante a grupos prioritários. Arte: Agência Saúde-DF “Todas as vacinas recebidas são distribuídas às unidades da SES-DF e utilizadas na sua totalidade nos grupos prioritários”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Nessa população, estima-se que mais de 1,1 milhão de pessoas precisam da vacina contra a influenza. A meta é chegar a 90% de indivíduos protegidos. Imunizantes deste ano oferecem proteção contra três variantes do vírus Influenza Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, pessoas com comorbidades e deficiências, indígenas e quilombolas, população privada de liberdade e uma série de profissionais, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. A vacina deste ano protege esses grupos contra três variantes do vírus: Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). A lista dos locais de imunização está disponível no site da SES-DF. Outros vírus e medicação [LEIA_TAMBEM]A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de 1 ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR. A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Sazonalidade exige atenção redobrada com crianças asmáticas e com alguma deficiência
Com a chegada dos meses mais secos no Distrito Federal, não é apenas o desconforto do clima que preocupa. Entre março e julho, a circulação de vírus respiratórios se intensifica e impacta diretamente a saúde infantil, especialmente de crianças asmáticas e com deficiência, que apresentam maior risco de agravamento e hospitalização. Como as crianças têm resposta imunológica imatura, o quadro de saúde logo evolui para gravidade | Fotos: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF Dados da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) mostram que, em 2025, foram registrados mais de 8,4 mil diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais 3.871 (46%) casos e 15 mortes correspondem a crianças menores de 1 ano de idade. Parte significativa dos casos graves corresponde a crianças menores de 5 anos. A resposta imunológica, ainda imatura nessa fase da vida, contribui para a rápida evolução dos quadros, especialmente diante de vírus mais agressivos. "Os principais sinais de gravidade em crianças asmáticas e com deficiência são cansaço visível para respirar, fala entrecortada, febre persistente e a criança pouco responsiva" Andréa Martha Rodrigues, médica especialista em asma “Os principais sinais de gravidade em crianças asmáticas e com deficiência são cansaço visível para respirar, fala entrecortada, febre persistente e a criança pouco responsiva”, alerta a referência técnica distrital de asma da SES-DF, Andréa Martha Rodrigues. Quando procurar atendimento Casos leves de crianças com asma costumam apresentar melhora nas primeiras 24 horas com uso de medicação prescrita pelo médico. No entanto, a ausência de resposta ao tratamento exige atenção imediata. “Se após o uso das medicações habituais não houver melhora ou surgirem sinais de alerta, é fundamental buscar atendimento. Casos leves devem ir às unidades básicas de saúde, enquanto os graves precisam de pronto-socorro”, orienta a especialista. Entre os casos que exigem maior vigilância estão os de crianças menores de 2 anos, principalmente bebês prematuros. Nessa faixa etária, o sistema imunológico ainda não está completamente desenvolvido, o que reduz a capacidade de defesa do organismo e favorece a progressão rápida da doença para quadros mais graves. Imunização De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), infecções virais respiratórias estão entre os principais fatores de desencadeamento de crises de asma. O rinovírus é o mais frequente, mas o vírus influenza também tem papel relevante ao agravar sintomas e aumentar o risco de complicações. A vacina é considerada a principal medida de prevenção da influenza [LEIA_TAMBEM]Outro ponto de atenção é a possibilidade de infecções bacterianas secundárias. Após um quadro viral, as vias aéreas ficam mais vulneráveis, o que pode levar a complicações como sinusite, otite e pneumonia, especialmente em crianças com doenças respiratórias prévias. A vacinação contra a influenza é considerada a principal medida de prevenção. Ao estimular a produção de anticorpos, a vacina fortalece a resposta do organismo e diminui o risco de internações. Crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias fazem parte do público prioritário para a vacinação contra influenza. Além da imunização, medidas como manter ambientes ventilados, evitar aglomerações e reforçar a higiene das mãos seguem como estratégias importantes para reduzir a transmissão. Confira os locais onde a vacina está disponível. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinação contra gripe, sarampo e febre amarela ocorre em 52 pontos do DF neste sábado (25)
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 52 locais de vacinação neste sábado (25). A lista inclui o Venâncio Shopping, no Plano Piloto; a Feira do Produtor, em Ceilândia; escolas no Sol Nascente e em São Sebastião; e 47 unidades básicas de saúde (UBSs) em 21 regiões administrativas. É possível se imunizar em qualquer um desses postos, independentemente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Para se vacinar, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O foco estará na proteção, principalmente, contra o vírus influenza. A vacina é aplicada em grupos considerados mais vulneráveis, de acordo com diretrizes do Ministério da Saúde. Estão incluídos crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; idosos a partir de 60 anos; pessoas com comorbidades ou deficiências; indígenas e quilombolas; e profissionais de diversas áreas. Mais informações aqui. Em todos os locais, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários. Nos casos de profissões, pode ser apresentado crachá, contracheque ou outro documento que comprove a atividade. Já para pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente, é necessário apresentar exames ou relatório médico. [LEIA_TAMBEM]Outras vacinas A ação deste sábado também incluirá outros imunizantes, aplicados conforme as faixas etárias. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber doses contra a dengue. Adultos podem ser vacinados contra sarampo e febre amarela. Já as crianças contam com uma série de vacinas, sempre aplicadas conforme o calendário de rotina. Não haverá atendimento no domingo (26). Já na segunda-feira (27), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal de funcionamento.
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Chegada da influenza K reforça importância da vacinação
A confirmação da presença do vírus Influenza A (H3N2) subclado K no Distrito Federal não representou, até o momento, uma mudança no padrão dos casos de gripe no Distrito Federal. A morte de uma adolescente de 17 anos com a variante, porém, reforça a importância das vacinas para prevenir casos graves da doença e hospitalização. Rede de unidades básicas de saúde — algumas funcionam no período noturno e também aos sábados — é a principal porta de entrada para atendimento a pacientes com sintomas gripais | Foto: Sandro Araújo | Agência Saúde-DF Na rede pública, a vacinação contra a influenza, iniciada em 25 de março, já alcançou mais de 100 mil pessoas — a meta é chegar a 1,1 milhão. A imunização é gratuita e está disponível em diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). Este ano, a vacina protege contra três variantes do vírus. A vacina é voltada a grupos prioritários e considerados mais vulneráveis pelo Ministério da Saúde. Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; idosos a partir dos 60 anos; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; pessoas com comorbidades e deficiências; indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; e uma série de profissões, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. Outros vírus e medicação A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas de gestação, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. Idosos a partir dos 60 anos fazem parte do grupo ao qual se destina a vacina contra covid-19 O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de um ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR. A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos. Mudança no clima Casos de síndrome respiratória no DF, de janeiro até agora, passam de 1.600 | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre janeiro e 14 de abril deste ano, o DF registrou 1.627 casos de SRAG, dos quais 67 foram causados pelo vírus influenza, 199 pelo VSR, 303 pelo metapneumovírus, 537 pelo rinovírus, 71 por outros vírus respiratórios e 33 por covid-19. Em 434 casos, não foi especificado o tipo de vírus, e, em dois, houve a presença de outro agente. Há ao menos 175 codetecções com vírus distintos identificados de maneira simultânea. O crescimento dos casos de março a julho ocorre, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. [LEIA_TAMBEM]Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF acompanha o cenário na capital, incluindo o sequenciamento genético dos vírus em circulação. Até 15 de abril, a equipe laboratorial identificou o subtipo H3N2 (clado 3C.2a1b.2a.2a.3a.1 e subclado K) em 13 amostras de vírus influenza A. Onde buscar atendimento Os sintomas da influenza K podem ser confundidos com aqueles causados por outros vírus respiratórios e até outras variantes. Em caso de sinais leves, a orientação da SES-DF é buscar uma das 183 unidades básicas de saúde (UBSs). Desse total, 66 UBSs abrem nas manhãs de sábado, das 7h às 12h, enquanto nove funcionam de segunda a sexta-feira até as 22h. Se houver sintomas mais graves, recomenda-se procurar uma das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) ou os hospitais da rede SES-DF. O atendimento é feito por um protocolo de cores que define a gravidade do caso e o tempo de espera previsto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF aplica quase 60 mil doses de vacinas contra a gripe em três dias
De quarta-feira a sábado da semana passada, a Secretaria de Saúde (SES-DF) aplicou 58.984 vacinas contra o vírus Influenza, causador de quadros graves de gripe. Porém, quem for dos públicos prioritários, porém, ainda pode se imunizar, procurando uma das mais de cem salas de vacinação disponíveis no DF. Fazem parte dos grupos prioritários para vacinação contra a gripe as categorias de professores, trabalhadores de saúde e profissionais de forças armadas e de segurança | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “As unidades estão abastecidas e prontas para receber os pacientes”, assegura a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. A orientação é comparecer com documento de identificação e comprovante de que faz parte de um dos grupos prioritários. No caso dos profissionais, pode ser um contracheque ou crachá. Já pessoas com deficiências ou comorbidades podem levar exames ou relatórios médicos. A vacina contra o vírus Influenza tem duas características importantes. A primeira é sua atualização anual, conforme as cepas circulantes do vírus: em 2026, a vacina é trivalente, protegendo contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). Por esse motivo, a orientação é tomar a vacina anualmente. [LEIA_TAMBEM]A segunda característica é que a vacina pode ser aplicada em conjunto com outras. Por exemplo: uma criança de 4 anos, no grupo prioritário para receber a vacina contra a influenza, pode tomar o reforço contra a febre amarela, a tríplice bacteriana e a vacina contra a varicela na mesma ocasião, todas recomendadas para essa faixa etária. O mesmo vale para adultos, idosos e gestantes. "Convidamos a população para comparecer com sua caderneta de vacinação”, reforça Tereza Pereira. “As equipes estão preparadas para avaliar a situação vacinal e indicar o que pode ser aplicado.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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Prevenir, monitorar e atender são as estratégias do DF contra as viroses infantis
Vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2, responsável pela covid-19: estes são alguns dos causadores do histórico aumento do número de casos de infecções respiratórias em crianças, todos os anos no Distrito Federal, entre março e julho. O período de sazonalidade é causado por fatores como condições climáticas no período de transição de verão para outono e inverno. Para enfrentar esse desafio, a Secretaria de Saúde (SES-DF) vai colocar em ação um plano elaborado para prevenir casos, monitorar a circulação de cada vírus e oferecer tratamento rápido. Crianças com quadros graves de doenças respiratórias contam com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Os últimos anos reforçaram a importância do planejamento antecipado e da atuação integrada da rede de saúde”, aponta a médica Juliana Macêdo, coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da secretaria. “O objetivo é reduzir casos graves, evitar desassistência e garantir maior segurança às crianças e suas famílias.” O plano contempla as fases de preparação, mobilização, alerta, emergência e crise, conforme o número de casos registrados e de pacientes atendidos. “O foco está na antecipação das medidas, no reforço da capacidade de resposta e na integração do atendimento, além da intensificação das ações de prevenção e comunicação com a população”, explica a gestora. Prevenção A vacinação é uma das principais medidas preventivas no combate às síndromes respiratórias agudas graves | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Na primeira fase, destacam-se as medidas preventivas. Além de orientações gerais à população, como evitar a circulação em caso de doenças respiratórias, é indicada a vacinação contra os vírus influenza e covid-19, atividades que já fazem parte do dia a dia da SES-DF. “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis” Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, já foram aplicadas mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. De acordo com os levantamentos populacionais, porém, apenas 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos foram vacinadas, percentual abaixo da meta de 90%. A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis”, orienta. “Todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de seis a 12 meses”. Neste mês também foi iniciada a aplicação do nirsevimabe e do palivizumabe, medicamentos que protegem contra o vírus sincicial respiratório, indicados para bebês que nasceram prematuros. “O nirsevimabe e o palivizumabe representam avanços relevantes na prevenção das formas graves de infecção pelo VSR [Vírus Sincicial Respiratório], principal causa de bronquiolite e importante motivo de hospitalização em lactentes”, detalha Julliana Macêdo. Monitoramento Para o monitoramento do número de casos, o DF conta, hoje, com dez unidades-sentinela. Nesses locais, distribuídos conforme as concentrações demográficas, há a coleta de amostras de pacientes com sintomas gripais a fim de detectar quais vírus estão em circulação. Os exames são enviados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Isso ajuda tanto a definir condutas de atendimento quanto a detectar eventuais cepas novas. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente” Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF mantém o monitoramento constante dos casos, incluindo o acompanhamento da situação em outras partes do Brasil e até em outros países. O registro de casos no próprio Distrito Federal também permite compreender o cenário local. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da secretaria. Entre 2023 e 2025, o número de casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus Sars-CoV-2, da covid-19, caiu de 965 para 472. Já os casos provocados pelo vírus Influenza subiram de 373 para 1.421. O trabalho no laboratório também tem sido mais preciso: em 2023, 61% dos casos foram classificados como de vírus “não especificado” — índice que, em 2025, ficou em 27%. Atendimento Conforme o plano de enfrentamento ao período de sazonalidade das infecções respiratórias virais na pediatria, a rede pública do Distrito Federal conta atualmente com 182 unidades básicas de saúde (UBSs). De 2019 até agora, 13 unidades foram entregues novas ou reformadas. Outras duas estão próximas da conclusão. As UBSs são a principal porta de acesso aos serviços de saúde e atendem pacientes com sintomas leves, sem necessidade de ir até hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs). [LEIA_TAMBEM]Além disso, as UPAs de Ceilândia I, São Sebastião, Recanto das Emas e Sobradinho ofertam atendimento especializado em pediatria. Há pronto-socorro infantil, ainda, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em oito hospitais regionais, localizados em Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Taguatinga e Santa Maria. Para casos mais complexos, há 128 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (Utip), sendo 16 no Hmib, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), 20 no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), 58 no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) e dez no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) — este último de administração federal —, além de 19 já disponíveis nos hospitais Santa Marta e Anchieta Ceilândia, a partir do credenciamento para prestação de serviços. Há ainda 39 leitos de isolamento respiratório. Juliana Macêdo lembra que, além da ampliação do número de leitos, há capacitação constante de servidores, reforço de equipes e novos métodos de trabalho: “Seguem em curso estratégias de reorganização de fluxos, qualificação da rede e otimização da capacidade instalada”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Zoológico e parques do DF terão vacinas no Dia D contra a febre amarela
Neste sábado (31), Dia D de vacinação contra a febre amarela, pontos de grande circulação de pessoas foram escolhidos para a população se imunizar: Jardim Zoológico de Brasília, Parque Olhos d'Água (Asa Norte), Parque Ezechias Heringer (Guará) e Parque Ecológico de Águas Claras. Ao todo, serão 37 locais de aplicação, tanto em áreas urbanas quanto rurais, com destaque para o Clube Termas Solar, em Ceilândia, e o pátio da Polícia Rodoviária Federal na BR-040, em Santa Maria. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Equipes de saúde estão preparadas para verificar a situação vacinal de cada pessoa e recomendar a aplicação de imunizantes, conforme a necessidade | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O objetivo do Dia D é atender cerca de 40 mil pessoas que não têm registros de imunização contra a febre amarela. Para isso, o recomendado é levar documento de identificação com foto e a caderneta de vacinação. Porém, caso esta última tenha sido extraviada, as equipes da SES-DF estão preparadas para buscar registros nos sistemas online ou aplicar os imunizantes previstos. Nos locais de vacinação também haverá disponibilidade de doses contra outras doenças, como covid-19, tétano, gripe/influenza (para pessoas a partir dos 6 meses de idade), papilomavírus humano (HPV) e, em algumas salas, dengue. Todas serão aplicadas conforme o previsto no calendário de rotina. Quem precisa da dose contra a febre amarela? Para crianças de 9 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, a administração é de uma dose inicial aos 9 meses, seguida de outra de reforço aos 4 anos. Aquelas a partir dos 5 anos, que possuam histórico de uma dose aplicada antes dessa idade, devem completar o esquema vacinal com a de reforço. Entre crianças de 5 anos ou mais e adultos até 59 anos, 11 meses e 29 dias, a recomendação é uma dose única do imunizante. No caso de gestantes e de mulheres que amamentam crianças menores de 6 meses, a vacinação é indicada apenas àquelas que residem ou precisam deslocar-se para áreas onde esteja confirmada a circulação do vírus da febre amarela. Mesmo nessas situações, será necessária uma avaliação de profissionais de saúde. O DF não possui casos confirmados da doença. Quem estiver imunizado pode emitir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido por alguns países para a entrada em seus territórios. O documento é gratuito e não tem prazo de validade. Pessoas com histórico de alergias a ovo de galinha ou a gelatina devem passar por uma avaliação médica antes de receber a vacina. Nesses casos específicos, a recomendação é procurar o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). O atendimento é de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 11h30 e das 13h às 17h. Por fim, as pessoas com 60 anos ou mais podem ser imunizadas mediante solicitação médica, após avaliação individualizada do risco/benefício. Além do Dia D, a dose contra a febre amarela está disponível nos dias úteis em mais de cem salas de vacinação da SES-DF. Por que o Dia D? Embora o DF não apresente casos de febre amarela desde 2022, o sinal de alerta foi ligado após a morte de 23 micos e macacos em Goiás, entre setembro e janeiro deste ano, vítimas da doença. Os óbitos dos animais indicam a circulação do vírus nesta parte do país. Contudo, até o momento, não há áreas do DF com a confirmação da doença. A SES-DF ressalta que o contágio de febre amarela não ocorre por meio de macacos e micos, mas pela picada de mosquitos contaminados pelo vírus. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Casos de gripe aumentam entre crianças e reforçam alerta para cuidados com a doença
Com a chegada dos meses mais frios do ano, cresce o número de casos de gripe, especialmente entre crianças pequenas, que são as mais vulneráveis à doença. Foi o que aconteceu com Henry Miguel Rodrigues, de 3 anos, internado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) desde o último domingo (29). Diagnosticado com pneumonia, Henry Miguel Rodrigues está internado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) | Fotos: Divulgação/IgesDF A mãe, Brenda Rodrigues, procurou atendimento em uma unidade básica de saúde após uma semana de sintomas gripais: “A febre continuava muito alta e não cedia com os medicamentos. O médico solicitou radiografia e exame de sangue, e constatou pneumonia. Desde então, ele está internado e recebendo medicação intravenosa, o que deve durar alguns dias”. O pediatra Tiago Moisés dos Santos, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que a recuperação costuma levar de sete a dez dias. Já a tosse e o cansaço podem persistir por mais de duas semanas, dependendo da gravidade e da extensão do comprometimento pulmonar. Aumento de casos Desde janeiro até 28 de junho, o HRSM – unidade administrada pelo IgesDF e referência em pediatria – notificou 1.102 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 60% deles em crianças de 1 a 5 anos. Dentre os casos confirmados, 74,4% testaram positivo para influenza, com necessidade de internação em 27,3%. No mesmo período de 2024, foram registrados 446 casos – um aumento de mais de 147%. Arte: IgesDF Segundo o pediatra, a maioria dos exames laboratoriais aponta para a influenza do tipo A, considerada a mais agressiva entre os três tipos do vírus: A, B e C. “O tipo A pode evoluir de forma grave, com risco à vida do paciente. É o que mais compromete o sistema respiratório”, afirma. Ainda de acordo com o médico, crianças de até 5 anos são as mais suscetíveis. Os quadros mais graves, porém, costumam ocorrer em menores de 2 anos, principalmente quando há comorbidades, como cardiopatias, doenças neurológicas, imunossupressão ou diabetes. Sintomas e tratamento [LEIA_TAMBEM]Os principais sintomas da influenza A incluem febre acima de 38 °C, tosse seca (que pode evoluir para produtiva), dor de garganta ou queimação, nariz entupido, perda de paladar, coriza intensa e secreção nasal. A doença também pode causar dor muscular e nas articulações, fadiga extrema, dor de cabeça, calafrios e inflamação muscular – podendo dificultar até mesmo a locomoção da criança. “O vírus também pode atingir outros sistemas, como o digestivo, provocando episódios de diarreia e vômito. Nesses casos, a reidratação com supervisão médica é essencial”, alerta o pediatra. O tratamento baseia-se no uso de analgésicos e antitérmicos, hidratação intensa e, em alguns casos, antivirais. Repouso é fundamental. Em quadros mais graves, com comprometimento pulmonar, neurológico ou muscular, podem ocorrer sequelas se o tratamento não for iniciado rapidamente. A gripe também pode evoluir para pneumonia. Inicialmente viral, a infecção pode abrir caminho para uma infecção bacteriana mais agressiva. Em casos severos, pode haver acúmulo de líquido ao redor dos pulmões – o chamado derrame pleural –, que pode exigir drenagem cirúrgica. Após a alta, o paciente pode precisar de fisioterapia respiratória, com acompanhamento médico, até que a função pulmonar seja restabelecida. “O diagnóstico precoce é essencial para reduzir os riscos de complicações e sequelas”, reforça Tiago. Os principais sintomas da influenza A incluem febre acima de 38 °C, tosse seca, dor de garganta ou queimação, nariz entupido, perda de paladar, coriza intensa e secreção nasal Prevenção é a melhor proteção Medidas simples, como lavar as mãos com frequência, usar álcool em gel e evitar contato com pessoas gripadas, são eficazes na prevenção da influenza. Mas a principal forma de proteção continua sendo a vacinação. A recomendação é que toda a família esteja com a imunização em dia. A vacina está disponível nas unidades básicas de saúde do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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DF aplica mais de 594 mil doses contra gripe, mas índice é baixo entre grávidas
As equipes de saúde do Distrito Federal chegaram a mais de 594 mil doses aplicadas contra a gripe, entre janeiro deste ano e 22 de junho. Porém, a procura por parte das gestantes ainda é baixa, com apenas 1,4 mil doses administradas. Mas será que a vacina da influenza é segura para a mãe e o bebê? Vacina contra gripe é segura para ser administrada em gestantes e puérperas | Foto Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde-DF A gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde (SES-DF), Tereza Luiza Pereira, afirma que a imunização é considerada a melhor estratégia para prevenção da gripe, reduzindo o risco de agravamento da doença, internações e número de óbitos. “A vacina contra a influenza é segura para ser administrada em gestantes e puérperas, apresentando poucos efeitos colaterais, como uma leve dor no braço e febre baixa, que desaparecem em um ou dois dias”, explica. [LEIA_TAMBEM]Segundo o Ministério da Saúde, a vacina pode ser administrada em qualquer idade gestacional e até 45 dias após o parto. Para se proteger, basta apresentar informações sobre a gestação ou um documento que comprove o puerpério. “Os vírus da influenza tipo A, principalmente os subtipos H1N1 e H3N2, tendem a ser mais agressivos e preocupantes para as gestantes. Eles estão associados a maiores taxas de hospitalização e complicações respiratórias. O tipo B é menos severo. Ainda assim, todo quadro gripal em grávidas deve ser levado muito a sério", reforça a gerente. Dentre as principais complicações que uma gestante pode enfrentar ao ter influenza estão pneumonia, insuficiência cardiorrespiratória, maior risco de parto prematuro e até óbito materno e/ou fetal. O foco da SES-DF é alcançar quem ainda não se vacinou. Além das gestantes, crianças e pessoas com comorbidades também estão entre os que mais preocupam as autoridades sanitárias. Toda a população do DF a partir de seis meses de idade pode se vacinar contra a gripe na rede pública. A dose está disponível em 164 salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs) e, para se imunizar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. *Com informações da SES-DF
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Campanha de vacinação contra influenza para profissionais de saúde chega à UPA Ceilândia I e ao HSol
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) iniciou, na manhã desta terça-feira (10) uma campanha interna de vacinação contra a Influenza para os profissionais da UPA Ceilândia I e do Hospital Cidade do Sol (HSol). Por conta da proximidade entre as unidades, os colaboradores do HSol também foram convidados a participar. A ação, organizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (Cipa), ocorre até as 19h e segue até esta quarta-feira (11). A ação de vacinação faz parte das atividades mensais promovidas pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (Cipa), com foco na segurança e saúde no ambiente de trabalho | Foto: Divulgação/IgesDF A iniciativa tem como objetivo proteger os trabalhadores da linha de frente contra doenças respiratórias, facilitar o acesso à vacina e reduzir afastamentos por gripe. Segundo a supervisora de enfermagem da UPA Ceilândia I, Leny Cátia Xavier, a campanha reforça o cuidado com os colaboradores. “Oferecer a vacinação no próprio ambiente de trabalho aumenta a adesão e demonstra nosso compromisso com a saúde da equipe”, destaca Leny. A gerente da UPA, Graziele Faria, reforça a importância da participação dos profissionais. “A doença está circulando, e precisamos garantir que nossos trabalhadores estejam protegidos”, destaca. [LEIA_TAMBEM]A campanha conta com 100 doses da vacina, fornecidas pela Secretaria de Saúde do DF, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVEP) da Região Oeste. A aplicação é feita por integrantes da Cipa com capacitação técnica. Para receber a dose, é necessário apresentar o cartão de vacinação. Caso a demanda ultrapasse o número inicial de doses, há possibilidade de reforço no estoque. A ação faz parte das atividades mensais promovidas pela Cipa, com foco na segurança e saúde no ambiente de trabalho. “Trabalhamos constantemente com ações preventivas. A vacinação é mais um passo nesse compromisso com o bem-estar da equipe”, destaca Leny. Em abril, o IgesDF realizou duas campanhas, uma no Hospital de Base e a outra no Hospital Regional de Santa Maria. Juntas, as duas unidades imunizaram 3,5 mil colaboradores. Foram disponibilizadas as vacinas contra influenza nos dois hospitais e no Hospital de Base também houve vacinação contra sarampo, com a tríplice viral. *Com informações do IgesDF
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Mais de 100 salas estão disponíveis para vacinação contra gripe no DF
A campanha de vacinação contra a gripe começou nesta terça-feira (25) no Distrito Federal. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Guará, o primeiro dia foi marcado por grande movimentação. Somente no período da manhã, cerca de 210 doses foram aplicadas, a maioria em idosos. “É essencial estar prevenido contra as doenças que circulam, especialmente a gripe”, ressaltou o brigadista Marconi Alves | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A gerente da unidade, Rosineide Antunes, destacou a importância da vacinação para reduzir a circulação do vírus e evitar a sobrecarga no sistema de saúde. “A população precisa se conscientizar de que a imunização é uma forma de proteção. Assim, evitamos emergências lotadas por casos de síndromes gripais”, afirmou. Entre os vacinados estava o brigadista Marconi Alves, de 51 anos, que aproveitou a oportunidade para se proteger contra a gripe. “É essencial estar prevenido contra as doenças que circulam, especialmente a gripe. Manter a saúde em dia é fundamental”, ressaltou. A aposentada Maria Salete Araújo, 73 anos, foi à UBS 1 para se vacinar contra a gripe A aposentada Maria Salete Araújo, de 73 anos, também esteve na UBS 1 para se vacinar e reforçou a importância da imunização. “Antes de tomar a vacina, eu gripava direto e ficava até com dor nas costelas de tanto tossir. Depois que comecei a vacinar, isso raramente acontece”, contou. Onde vacinar Os grupos prioritários podem procurar uma das mais de 100 salas de vacina disponíveis em diversas UBSs em todo o DF. Entre os públicos-alvo estão idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes pública e privada. Para atender a demanda, o primeiro lote com cerca de 80 mil doses da vacina contra a influenza foram entregues. Atualizada anualmente, a imunização deste ano protege contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem já se vacinou em anos anteriores deve comparecer para receber a nova dose. A aplicação pode ser feita junto a outras vacinas do calendário de rotina. Documentação necessária Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. Dependendo do grupo prioritário (veja a lista abaixo), pode ser exigido um comprovante da condição médica ou profissional, como crachá ou contracheque. Arte: Secretaria de Saúde *Com informações da SES-DF
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Influenza: vacinação contra gripe começa no DF
Esta semana marca o início da vacinação contra a gripe no Distrito Federal. São mais de 100 salas abastecidas com o imunizante em diversas unidades básicas de saúde (UBSs). Ao todo, mais de 1,2 milhão de pessoas estão aptas para tomar a dose. Idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes públicas e privadas estão entre os grupos prioritários para a vacinação contra a influenza | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “A vacinação é a nossa principal ferramenta para diminuir complicações graves e internações causadas pela influenza. É fundamental que pessoas dos grupos prioritários busquem uma UBS. A imunização é um ato de cuidado consigo mesmo e com o outro”, reforça o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Cavalcante Júnior. Dentre os grupos prioritários, estão idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes públicas e privadas (veja no quadro ao final da matéria). Para atender a todos os públicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o DF já recebeu o primeiro lote com cerca de 80 mil doses contra a influenza. Por que se vacinar A vacina contra a gripe é atualizada anualmente, por isso pessoas que se vacinaram em anos anteriores devem garantir a nova dose | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Um estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos aponta que, no Brasil, a vacinação contra a influenza reduz em 35% o risco de hospitalização associada ao vírus entre grupos de alto risco. Para pessoas com comorbidades, a redução foi de 58,7%; para crianças pequenas e idosos a contenção foi de 39% e 31,2%, respectivamente. A dose contra a gripe é atualizada anualmente e, na deste ano, a proteção é garantida contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem se vacinou em anos anteriores, é importante comparecer e garantir a nova dose. A aplicação pode ser feita em conjunto com outras vacinas do calendário de rotina. O que levar Para se vacinar, é preciso levar documentação e caderneta de vacinas, se possível. Dependendo do grupo prioritário, pode ser necessário apresentar comprovante da situação médica ou profissional, como crachá ou contracheque. Quem pode se vacinar Além do grupo prioritário que já faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, o público-alvo também engloba outros perfis. Confira abaixo. Arte: Divulgação/SES-DF *Com informações da SES-DF
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DF recebe vacinas e inicia imunização contra a gripe nesta terça (25)
A partir desta terça-feira (25), a vacina contra a gripe (influenza) estará disponível em mais de 100 salas de vacinação do DF. A campanha é voltada a pessoas dos grupos prioritários, incluindo idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes pública e privada. Ao todo, mais de 1,2 milhão de pessoas no Distrito Federal estão aptas a receber a vacina. “Temos uma rede robusta de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e capacidade logística para assegurar o fornecimento das doses. Convocamos esses grupos para receber a vacina e garantir a proteção contra a doença”, afirma o secretário de Saúde, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior. O primeiro lote da vacina contra a dengue tem 80 mil doses e chegou ao DF nesta sexta-feira | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O Distrito Federal recebeu nesta sexta-feira (21) o primeiro lote de 80 mil doses, enviadas pelo Ministério da Saúde. O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregou os imunizantes pessoalmente na Rede de Frio da Secretaria de Saúde (SES-DF). Arte: Secretaria de Saúde “O imunizante reduz os casos graves e os óbitos. Com isso, não só salva vidas, como também contribui para a proteção de toda a comunidade, uma vez que diminui a capacidade de disseminação do vírus”, detalha o ministro. A vacina contra a gripe é atualizada anualmente a partir das cepas de maior circulação. A orientação é que, mesmo quem se imunizou em anos anteriores, compareça para garantir a nova dose. Em 2025, a proteção é garantida contra os vírus H1N1, H3N2 e B. O que levar na hora de se vacinar O imunizante contra a gripe pode ser administrado juntamente com outras vacinas Para tomar a dose, é necessário comparecer a um dos locais de vacinação com um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinas. A depender do grupo prioritário, pode ser necessário apresentar um comprovante da situação médica ou profissional, como crachá ou contracheque. O imunizante contra a gripe pode ser administrado juntamente com outras vacinas. Portanto, no local de vacinação, é possível atualizar mais de um esquema vacinal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Sazonalidade respiratória: HRSM alerta para a importância de cuidados preventivos e de vacinação
Com a sazonalidade das doenças respiratórias, que ocorre entre os meses de janeiro a junho, a busca por atendimento médico na emergência do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) tem sido cada dia maior. As crianças são as que mais sofrem com os vírus respiratórios. Em janeiro e fevereiro, o HRSM notificou 843 casos de síndromes respiratórias, dos quais 80,4% são em crianças de 1 a 9 anos de idade | Fotos: Davidyson Damasceno/Arquivo IgesDF De acordo com a chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima, é necessário intensificar as medidas de prevenção e controle, especialmente em relação à vacinação contra a influenza. “Também temos a questão da higiene das mãos, uso de máscara e evitar aglomerações. A Vigilância Epidemiológica do HRSM tem reforçado o monitoramento para que possamos detectar o mais precocemente e, assim, atuar de forma rápida e oportuna nestes casos”, afirma. Nos meses de janeiro e fevereiro, o HRSM notificou um total de 843 casos de síndromes respiratórias, entre graves e leves. Sendo que 80,4% dos casos são em crianças de 1 a 9 anos de idade. Os dados são do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep Gripe) e do aplicativo E-SUS, compilados pela Vigilância Epidemiológica do hospital. Predominância dos casos de síndrome respiratória atendidos no Hospital Regional de Santa Maria, em janeiro e fevereiro, é de influenza Entre as notificações das síndromes respiratórias agudas graves (SRAGs), em janeiro deste ano foram registrados 67 casos e em fevereiro, 120. Já os casos leves totalizaram 656 casos nos dois primeiros meses do ano. Foram 292 notificações em janeiro, sendo 6,5% dos casos por covid-19, e 364 em fevereiro, dos quais 7,6% foram notificados para o vírus SARS-CoV-2. No início de 2024, foi registrado um total de 66 notificações de SRAG, sendo 42 em janeiro e 24 em fevereiro. Já os casos leves notificados totalizaram 395, sendo 125 em janeiro e 270 em fevereiro. A chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM destaca que os dados mostram um aumento significativo nos casos de síndrome respiratória, principalmente as síndromes graves. “O aumento é perceptível, principalmente a partir da oitava semana, que é referente ao período de 16 a 22 de fevereiro, provavelmente porque é o período em que as crianças retornaram às escolas. E sendo que uma distribuição de 45% desses casos foram positivos para a influenza, 36,5% para outros vírus como o rinovírus e o restante, que é equivalente a 13% para covid-19. A distribuição dos casos indica que a predominância é a influenza”, afirma Larysse Lima. As SRAGs podem ser causadas por vários micro-organismos, como bactérias, vírus e fungos. Esses vírus podem ser influenza, sincicial, adenovírus e rinovírus. A consequência são infecções das vias aéreas como as gripes e os resfriados, pneumonias e bronquiolites. E, desde 2020, com o início da pandemia de covid-19, existe a infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2. *Com informações do IgesDF
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Carro da Vacina percorre o Sol Nascente e atrai a população
“Olha o Carro da Vacina passando na sua rua!” O aviso, apregoado alto e bom som, convidava moradores do Trecho 3 do Sol Nascente a colocar o cartão de vacinação em dia. Com um megafone, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram rua a rua, e quem estava dentro de casa correu para ver do que se tratava. O pequeno cavaleiro Yuri da Silva fez questão de acompanhar o movimento: “Bom que não precisa ir até o posto de saúde para tomar a vacina” | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde Curioso, de cima de um cavalo, Yuri Daniel Carvalho da Silva, 12, filho da dona de casa Rejane Lopes da Silva, 45, acompanhou os passos da mãe, que foi se vacinar. “Achei legal”, disse. “Se dependesse de mim, eu me vacinava de novo. Bom que não precisa ir até o posto de saúde para tomar a vacina.” Rejane Silva: “Existem vários tipos de doenças, e é preciso se prevenir para não adoecer” Yuri e seus oito irmãos estão com o cartão de vacinação em dia. A mãe, elogiada pela equipe por cuidar bem da saúde das crianças, aproveitou para se imunizar contra tétano, hepatite e covid-19, além de fazer o acompanhamento das condicionalidades do Bolsa Família. “É importante manter tudo certo por causa da saúde”, afirmou Rejane. “Existem vários tipos de doenças, e é preciso se prevenir para não adoecer. Para mim, foi muito bom ter acesso a esse serviço na porta de casa, ainda mais com crianças.” Acesso ampliado “O intuito é garantir que essas pessoas atualizem sua situação vacinal e, assim, ampliar a cobertura do DF e da nossa região” Zildene Bitencourt, chefe da Vigilância Epidemiológica e Imunização da Região de Saúde Oeste O veículo da saúde conta com imunizantes, seringas, material de apoio e acesso ao sistema de registro de vacinação, o que permite verificar se a pessoa já tomou alguma dose e quando. Foram disponibilizados imunizantes do calendário vacinal adulto e infantil, com exceção das vacinas BCG e contra a dengue. De acordo com Zildene Bitencourt, chefe da Vigilância Epidemiológica e Imunização da Região de Saúde Oeste (Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol), a iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à vacinação. “Com essa ação, buscamos alcançar aqueles que, por algum motivo, não conseguiram ir às unidades básicas de saúde”, explica. “No Sol Nascente, há uma alta vulnerabilidade social. O intuito é garantir que essas pessoas atualizem sua situação vacinal e, assim, ampliar a cobertura do DF e da nossa região.” Gerente de Enfermagem da Atenção Primária da Região de Saúde Oeste, Alessandro Gutemberg detalhou o trabalho: “A gente bate de porta em porta, chamando a população para se vacinar e conferindo os cartões de vacinação. O que estiver faltando nós completamos. O importante é levar a imunização até as pessoas e reduzir as barreiras de acesso”. Comodidade Maria Alice Baiano foi se vacinar contra hepatite e covid-19: “Para mim, é muito cômodo estar em casa e a vacina chegar, sem precisar me deslocar” Também beneficiada pela abordagem, a cabeleireira Maria Alice Baiano, 48, se vacinou contra hepatite e covid-19. “Para mim, é muito cômodo estar em casa e a vacina chegar, sem precisar me deslocar”, comentou. “É um serviço muito bom e importante. Facilita muito, principalmente para crianças e idosos”. O marido, o pedreiro Ivanilton Pereira da Silva, 41, protegeu-se contra hepatite e febre amarela e também elogiou o serviço: “Achei ótimo, porque a dificuldade aqui é enorme. É complicado para nós, que moramos nessa área. Agradecemos esse serviço e a atenção com a comunidade”. De janeiro de 2022, quando foi implementado, até fevereiro deste ano, o Carro da Vacina teve 146 edições, aplicando um total de 18.797 doses contra a covid-19 e 38.854 doses de outras vacinas do calendário básico e da campanha contra a influenza. Em janeiro deste ano, foi incorporado o recadastramento do Bolsa Família durante as ações, beneficiando 164 famílias. Além disso, a entrega de kits odontológicos, iniciada em 2024, resultou na distribuição de 6.540 itens até fevereiro de 2025, acompanhada de orientação em saúde bucal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Sábado (19) é dia de vacinar contra a dengue e outras doenças
Dias de chuva à vista, e a população deve redobrar os cuidados contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Para evitar casos graves da doença, os moradores do Distrito Federal poderão levar crianças e adolescentes, de 10 a 14 anos, para tomar a vacina neste sábado (19), em diversos pontos disponibilizados pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Quem vai se imunizar deve levar documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação | Foto: Tony Winston/Arquivo Agência Saúde-DF Ao todo, serão 60 locais de atendimento, que também oferecerão doses contra a gripe (influenza), a covid-19 e outras doenças, conforme o indicado a cada faixa etária. Acesse a página da SES-DF para conferir os horários, os endereços e quais vacinas estarão disponíveis em cada lugar. A orientação é levar documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação. Entre os pontos de atendimento estão unidades básicas de saúde (UBSs) do Gama, Sobradinho, Fercal, Santa Maria, Ceilândia, Brazlândia, Asa Norte, Asa Sul, Cruzeiro, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Taguatinga, Samambaia e Recanto das Emas. O destaque vai para as ações fora das salas de vacina, no Instituto Filhos do Rei, no Sol Nascente; no Taguaparque, em Taguatinga; e no estacionamento do Banco do Brasil, no Recanto das Emas. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Unidade de saúde promove imunização de 486 colaboradores em 10 dias
Com o objetivo de promover saúde e reduzir os riscos de propagação de doenças infecciosas, especialmente os vírus respiratórios, como influenza e SARS-CoV-2, o Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuepi) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) realizou a campanha “Profissional Seguro – Imunização em Dia”, que consiste na vacinação “in loco” dos colaboradores dentro de seus respectivos setores. Além de proteger os trabalhadores contra doenças que podem comprometer sua saúde, essa ação visa também prevenir o aumento da transmissibilidade de microrganismos entre os pacientes internados no HRSM | Foto: Divulgação/IgesDF Ao longo de dez tardes, a equipe conseguiu aplicar um total de 486 doses, sendo 225 vacinas contra covid-19, 215 contra influenza e 46 dTpa, que previne contra difteria, tétano e coqueluche. “Tendo em vista que umas das medidas mais eficazes de prevenção para alguns agravos é a vacinação, resolvemos fazer ação de imunização in loco no intuito de levar as vacinas até os colaboradores. Entendemos que, muitas vezes, o plantão é corrido e nem sempre eles conseguem ir até a nossa Sala de Vacina”, explica a chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima. Essa iniciativa fortalece diretamente as ações do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (Nucih), cuja colaboração com o Nuepi visa reforçar a imunização dos profissionais de saúde, reduzindo de forma significativa o risco de transmissão de patógenos no ambiente hospitalar. “Ao priorizar a imunização dos colaboradores, a iniciativa impacta positivamente tanto na saúde dos profissionais quanto na segurança dos pacientes, ao mitigar, através dessa ação, a incidência de infecções hospitalares”, afirma a chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM, Aldyennes Carvalho. Segundo ela, além de proteger os trabalhadores contra doenças que podem comprometer sua saúde, essa ação visa também prevenir o aumento da transmissibilidade de microrganismos entre os pacientes internados no HRSM. “Dessa forma, a vacinação fortalece a barreira de proteção coletiva, garantindo um ambiente hospitalar mais seguro e eficiente. Assim, manter a parceria entre os dois núcleos é fundamental para promover um ambiente hospitalar mais seguro, eficiente e resiliente frente a ameaças infecciosas”, ressalta. Após passar em todos os setores do HRSM, a vacinação está disponível na Sala de Vacina, localizada no anexo da unidade. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30. *Com informações do IgesDF
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GDF leva vacinação ao Tribunal de Contas do Distrito Federal
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu campanha de vacinação no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Foram disponibilizadas doses dos imunizantes contra difteria e tétano (dT), influenza, hepatite B e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), além de testes rápidos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como HIV, sífilis e hepatite B e C. A iniciativa, nesta quarta-feira (4), faz parte de ações externas da SES-DF, que levam vacinas para diferentes locais da cidade e, no TCDF, foram aplicadas 245 doses. Para o servidor do TCDF Marco Aurélio Aguiar, que foi imunizado contra hepatite e tétano, a imunização no local de trabalho economiza tempo, por não precisar ir até uma unidade básica de saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Um dos primeiros na fila de vacinação foi o servidor do TCDF Marco Aurélio Aguiar, que foi imunizado contra hepatite e tétano. Para ele, a imunização no local de trabalho economiza tempo, por não precisar ir até uma unidade básica de saúde (UBS). A estagiária Bruna Tavares também aproveitou o momento e atualizou seu cartão de vacinas com a vacina antitetânica. “Entendo a importância da vacinação, mas na correria do dia a dia, a gente acaba deixando para depois e esquecendo. Aqui fica muito acessível”, avalia. André Clemente, conselheiro e vice-presidente do TCDF, avalia que a vacinação é um programa de cuidado para a população e também para os servidores da casa: “Essa atenção que o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Saúde, está dando para os servidores do TCDF e para os trabalhadores de diversos órgãos, é uma lição de qualidade de vida” O conselheiro e vice-presidente da casa, André Clemente, avalia que a vacinação é um programa de cuidado para a população e também para os servidores do TCDF. “Essa atenção que o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Saúde, está dando para os servidores do TCDF e para os trabalhadores de diversos órgãos, é uma lição de qualidade de vida”, declara Clemente, que foi vacinado com os imunizantes de influenza, tríplice viral, dT e hepatite B. Além da UBS As ações externas da SES-DF aproximam o serviço de saúde da população e já levaram vacinas para vários pontos de grande circulação de pessoas, como feiras e exposições, shoppings, escolas, órgãos públicos do DF e do governo federal, além de comunidades do DF mais afastadas das UBSs, em especial em áreas rurais. Os esforços de levar vacinação para outros locais é um adicional que se somam às mais de 170 salas de vacinação espalhadas por todas as regiões administrativas. *Com informações da SES-DF
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Confira as vacinas disponíveis neste sábado (24)
A vacina contra gripe (influenza) estará disponível neste sábado (24) para bebês a partir de seis meses de idade, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Nos 42 locais de atendimento, também haverá aplicação de vacinas contra doenças como covid-19, dengue, coqueluche, tétano, sarampo e febre amarela, dentre outas. No site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) está a lista completa com os endereços, os horários e as vacinas disponíveis em cada local. Haverá vacinação em Planaltina, Itapoã, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente, Taguatinga, Vicente Pires, Núcleo Bandeirante, Estrutural, Guará, Candangolândia, Cruzeiro e Plano Piloto. Neste sábado, os horários de atendimento variam: há unidades básicas de saúde (UBSs) com atendimento até as 17h enquanto em outras é possível se vacinar até as 12h. É importante conferir o horário de sua UBS no link. Para todos os locais, a orientação é levar o documento de identidade com o CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Os profissionais da SES-DF irão analisar o histórico e fazer a atualização dos esquemas vacinais, conforme a faixa etária. Se necessário, mais de uma dose poderá ser aplicada na mesma ocasião. Não haverá vacinação no domingo (25). Na segunda (26), mais de cem salas de vacina reabrem para atendimento à população. Vacinação antirrábica No sábado, também haverá aplicação de vacina antirrábica para cães e gatos no Guará, no Recanto das Emas e em Vicente Pires. A lista com os endereços e os horários de atendimento está disponível no site da SES-DF. *Com informações da SES-DF
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