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Novo complexo habitacional no Recanto das Emas vai realizar sonho da casa própria para 6,7 mil famílias

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, visitou, na manhã desta segunda-feira (13/7), as obras do Centro Urbano — Superquadras Recanto, no Recanto das Emas. O novo complexo habitacional vai contar com 6.756 moradias de um e dois quartos, além de áreas comerciais e infraestrutura completa. A iniciativa estimula a economia local por meio da contratação estimada de aproximadamente 7 mil trabalhadores diretos e indiretos. O empreendimento ocupa uma área na Avenida Central do Centro Urbano, no Lote 8, localizada entre as quadras 206 e 300, nas proximidades do fórum. Os apartamentos vão ser destinados a pessoas cadastradas nos programas habitacionais da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF). O público-alvo tem faixa de renda entre R$ 3,2 mil e 12 salários mínimos. Para a participação no programa, é necessário ser associado a uma entidade habitacional credenciada pela companhia, como associações e cooperativas. O novo complexo habitacional vai contar com 6.756 moradias de um e dois quartos, além de áreas comerciais e infraestrutura completa | Fotos: Fabio Cruz/Ascom Governadoria O terreno para a construção do complexo pertence à Codhab-DF. Com o andamento dos trabalhos, o GDF complementa as políticas públicas habitacionais no Recanto das Emas, de forma a consolidar o desenvolvimento urbano da região administrativa. As obras têm conclusão prevista para 2028, ano em que as primeiras moradias vão ser inauguradas. A construção do projeto fica a cargo do Consórcio REC, composto pelas construtoras Paulo Octávio Investimentos Imobiliários Ltda. e JC Gontijo Engenharia S.A. A iniciativa tem a parceria da Associação dos Inquilinos Unidos de Taguatinga (Aiutag).

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Endereçamento de 400 lotes abre caminho para moradia para pessoas com deficiência em Ceilândia

A espera por um lar seguro, acessível e definitivo ganhou contornos concretos neste domingo (28), com a solenidade de endereçamento de 400 lotes urbanizados no Setor R Norte da QNR 6, em Ceilândia, e a autorização de supressão vegetal local. O evento marca uma etapa de profunda transformação para centenas de famílias que aguardavam a chance de ter a casa própria, com foco prioritário em pessoas com deficiência (PcDs) inscritas no programa Morar Bem, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). A governadora Celina Leão participou da cerimônia e destacou a essência humana e transformadora de amparar quem mais precisa. “Nós tomamos uma decisão política de fazer as entregas dos lotes unifamiliares. É uma política de habitação que deu certo, é rápida, você entrega e o negócio realmente anda. O decreto que nós assinamos vai oportunizar no total 10 mil moradias de lotes unifamiliares. Isso é mudar a vida de 10 mil pessoas. Isso é o que faz realmente a política valer a pena, cuidar de quem mais precisa. E seguindo os critérios da lista da Codhab. É um processo burocrático, porque tem que passar pela Codhab e pela Terracap. Estou muito feliz de estar aqui fazendo essa entrega e tirando do papel aquilo que muita gente esperava há muito tempo. E nós não vamos entregar só o lote, não. Nós vamos entregar o lote com cheque moradia, para que vocês possam construir com dignidade”, afirmou a chefe do Executivo.  O endereçamento é uma etapa essencial para a organização de um território em projetos habitacionais. Na prática, é o momento em que cada lote passa a ter uma identificação oficial. Esse processo é importante porque permite o planejamento e o avanço das próximas fases de implantação do projeto, além de ser fundamental para facilitar o futuro acesso dos moradores aos serviços públicos. A governadora Celina Leão participou da cerimônia e destacou a essência humana e transformadora de amparar quem mais precisa | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Já a autorização de supressão vegetal é uma permissão legal obrigatória, emitida por órgãos ambientais, para que se possa retirar a vegetação nativa de um determinado terreno. Em projetos habitacionais, a supressão é necessária para "limpar" a área e prepará-la, de forma legal e ambientalmente responsável, para que as obras possam começar. A organização dos espaços definiu, nesta etapa, 50 lotes para cada um dos conjuntos de K a Q, e 25 lotes para os conjuntos J e R.  Processo Todo o projeto habitacional foi cuidadosamente abraçado para acolher as necessidades físicas e emocionais do público PcD. Por esse motivo, a iniciativa teve o acompanhamento do Movimento Habitacional e Cidadania das Pessoas com Deficiência do Distrito Federal (Mohciped), entidade que atua diretamente na orientação e no amparo dos futuros moradores.   Além disso, a área escolhida às margens da BR-070 não deixa as famílias desamparadas: a região já oferece infraestrutura pública essencial para garantir qualidade de vida, como unidades básicas de saúde (UBS 15 e 12), escolas classe (65 e 61), centros de ensino fundamental (27 e 24), o Cepi Ipê Amarelo e o Cras da Estação Cidadania. O presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, celebrou o fim de uma longa espera para as famílias. "Por anos e anos, essas pessoas que estão aqui esperaram a oportunidade de ter uma moradia. Eu vi aqui vários PcDs emocionados e com razão, porque a gente sabe o quanto vocês esperaram e aguardaram isso com ansiedade. Cada um de vocês que está aqui precisa da sua moradia e precisa que a mão do Estado, a mão do governo resolva a vida de vocês. Todo mundo que está aqui vai ter seu lote e vai viver em paz", destacou o gestor.  Novo capítulo A vida de Bárbara Kelly Gomes Pires, 45 anos, mudou quando ela se tornou pessoa com deficiência, há três anos. Mãe de dois, ela teve de se aposentar e hoje vive em uma residência cedida. “Saber que a gente vai ter a casa própria, que não tem que pagar aluguel, é maravilhoso”, contou. Para Bárbara, a conquista devolve a segurança para a família. “Você ter um lugar e poder dizer ‘é meu’ é muito gratificante. Fico sem unha de tanta ansiedade, mas fico feliz por mim e pelos demais que estão esperando essa chave logo chegar na mão”, comemorou.  Para a dona de casa Caccilda Neres Pessoa, 51, o endereço definitivo encerra 19 longos anos de espera e angústia financeira. Sobrevivendo com uma renda apertada, ela relata o peso que a falta de um teto próprio causa. “Eu ganho R$ 800 de pensão. Só dá mesmo para pagar o aluguel, que já inclui água e luz, e não dá para comprar nada de comer”, desabafou. Agora, o sofrimento abre espaço para o alívio. “A maioria dos PCDs como eu ganha até um salário mínimo e não dá para se manter e pagar aluguel. Então, hoje é um dia de alegria. Parece que eu estou sonhando. Deus, quando faz, faz bem feito”, celebrou Caccilda.  O mesmo sentimento tomou conta de Maria Edite Santos, 50, que aguardava na fila habitacional desde 2009 enquanto mora de aluguel. Refletindo o espírito coletivo das famílias amparadas, a dona de casa celebrou o impacto da entrega para toda a comunidade. “As pessoas que estavam sem casa, sem teto, agora vão ter um teto, uma casa, um endereço”, comemorou. Com a esperança renovada, Maria já projeta o futuro no novo local. “Estou só esperando a hora de construir tudinho para a gente entrar.” Meio ambiente como prioridade O avanço social na QNR 06 caminha de mãos dadas com o cuidado e o respeito à natureza. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância de unir o amparo humano à responsabilidade ecológica. "Nós estamos aqui hoje inaugurando um projeto social importantíssimo, que é um projeto de habitação para pessoas vulneráveis”, explicou. A construção desses novos lares exige, de forma responsável, uma contrapartida para a nossa biodiversidade. "Logicamente, para que haja moradia, você precisa de terreno e, com isso, a supressão da vegetação", acrescentou o gestor. Para Bárbara Kelly Gomes Pires, 45 anos, que é uma pessoa com deficiência, a conquista da casa própria devolve a segurança para a família Para garantir esse equilíbrio, o evento trouxe também uma medida voltada à proteção da vida do nosso ecossistema. "Nós [estamos] fazendo nesse mesmo ato a revisão do decreto que cria critérios claros para compensação florestal, porque é muito importante que você tenha a política de moradia, principalmente para as pessoas mais vulneráveis, mas que você observe o Cerrado. Você estabelece os critérios para compensação florestal e automaticamente você faz a política habitacional acontecer. Isso é o que eu chamo de desenvolvimento sustentável", concluiu Gomes.

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GDF entrega 256 moradias no Itapoã Parque

A manhã deste sábado (27) marcou um novo capítulo na vida de 256 famílias do Distrito Federal, que receberam as tão sonhadas chaves de seus novos lares. O Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), entregou oficialmente os condomínios 19 e 20, na quadra 401 do Itapoã Parque. As obras, conduzidas pela construtora JC Gontijo Engenharia, receberam investimento de R$ 42,4 milhões. O evento de inauguração contou com a participação da governadora Celina Leão. “Quando a gente pensou nesse empreendimento, nós não pensamos só na moradia. Aqui tem escola, é uma cidade planejada. Hoje vocês estão tendo a oportunidade de ter um lar. E um lar é muito diferente de uma casa. Um lar é onde a gente sabe que a paz vai reinar. É isso que eu desejo para todos vocês, que esse lugar seja um lugar de alegria e de muita comunhão”, desejou a chefe do Executivo. Os residenciais foram projetados para atender a diferentes perfis familiares. No Condomínio 19, que fica no lote 03 (conjunto 02), as 128 famílias beneficiadas receberam apartamentos de 59,85 m². Cada unidade tem três quartos, sala, cozinha, área de serviço e banheiro social, com valor de venda estipulado em R$ 172,3 mil. O evento de inauguração contou com a participação da governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Já o Condomínio 20, erguido no lote 05, abriga mais 128 apartamentos, estes com 46,40 m². Avaliadas em R$ 168,2 mil, as unidades oferecem dois quartos, além da sala, cozinha, área de serviço e banheiro social. Juntos, os dois blocos somam mais de 14.700 m² de área construída.   A atendente Antônia Maria Pereira, 51 anos, se arrumou toda para participar da concretização de um sonho. Para ela, a entrega das chaves representa o fim de uma espera de duas décadas e o início de uma nova trajetória. A agora moradora do Itapoã expressou a emoção genuína de pisar no próprio apartamento pela primeira vez.   "É um sonho de uma vida inteira. Eu vim, fiz a vistoria, entrei, está tudo lindo, tudo maravilhoso, mas eu ainda não acredito", comemorou. Ela destacou que o apoio do GDF foi o que tornou essa conquista possível, após tantos anos de tentativas. "Se não fosse o governo, eu não tinha conseguido. Foi uma alavanca", agradeceu, já imaginando os móveis planejados e o quarto decorado que sempre sonhou. O impacto da entrega vai além das histórias individuais e reflete a magnitude do projeto no Distrito Federal. O presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, ressalta que o Itapoã Parque se consolidou como o maior empreendimento habitacional de interesse social do Brasil. “Aqui, com essas 256 unidades, chegamos a mais de 8,3 mil unidades já entregues nesse empreendimento, que totaliza mais de 12,1 mil unidades. É uma grande vitória. Aqui são pessoas que realmente precisam, a grande maioria ganha até cinco salários mínimos. Estamos chegando a quase 4 mil cheques-moradia entregues para as famílias que compraram esse empreendimento. Então, é um case de sucesso, é um orgulho do nosso governo, porque aqui a gente muda a vida, a gente transforma a realidade de pessoas e esse é o objetivo da Codhab, dar moradia a quem precisa, levar a pessoa para um canto seguro e realizar o sonho da primeira moradia”, destacou. Para a atendente Antônia Maria Pereira, 51 anos, a entrega das chaves representa o fim de uma espera de duas décadas e o início de uma nova trajetória Mudança de vida Apesar da pouca idade, Mateus Godinho Torres, 21, já sente o gostinho de alcançar a meta de uma vida toda. O auxiliar administrativo, que dividiu cada etapa do processo lado a lado com a mãe, descreveu a conquista do lar próprio como um dos grandes objetivos da trajetória. "Eu acho que dentre as muitas metas da vida, essa é a maior. Não só para mim, mas acho que para qualquer pessoa. Foi muita oração, muito choro, muita vontade e concretizar aqui hoje é muito especial", celebrou. Maravilhado com a infraestrutura da região, especialmente com a excelência das escolas e do comércio local, o jovem faz planos para o espaço que agora é dele. "O apartamento é lindo. Nossa, estou extremamente feliz. Cada detalhe é um sonho”, completa Mateus.

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Governadora visita obras de novo residencial habitacional em Samambaia

A governadora Celina Leão visitou, nesta quinta-feira (21), as obras do Residencial Joaquim Roriz, em Samambaia. O empreendimento, construído por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), terá 192 apartamentos destinados a famílias inscritas e habilitadas pela companhia, conforme os critérios da Lei nº 3.877/2006. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) entregou mais de 13,6 mil unidades habitacionais, beneficiando milhares de famílias que sonhavam com a casa própria. O Residencial Joaquim Roriz fica na QN 117, ao lado do Centro Olímpico da região administrativa e próximo à futura estação 37 da expansão do metrô. Ao lado, será erguido o Residencial Regina Célia, que contará com outras 192 unidades habitacionais. O nome foi escolhido em homenagem à liderança pioneira da cidade. Os dois prédios serão destinados a famílias com renda de até R$ 3,2 mil e fazem parte de um projeto maior do GDF, denominado “100 Ímpares”. A iniciativa é fruto de um trabalho da Codhab e associações habitacionais, com o apoio do Ministério das Cidades. A governadora Celina Leão esteve nas obras do Residencial Joaquim Roriz, em Samambaia | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Durante a visita ao Residencial Joaquim Roriz, a governadora ressaltou a importância de facilitar a aquisição da casa própria para a população. “A gente está ampliando moradia digna para quem mais precisa. São 7 mil unidades habitacionais com apoio da Codhab, além de um novo decreto que deve ser publicado com mais de dez mil lotes para pessoas da fila da Codhab que aguardam há muito tempo”, afirmou Celina Leão. A chefe do Executivo também destacou a chegada do programa GDF na Sua Porta em Samambaia. A iniciativa reúne diversos serviços do governo em um só lugar, facilitando o acesso dos cidadãos aos atendimentos. A estrutura foi montada no estacionamento do Complexo Cultural de Samambaia e fica disponível até esta sexta-feira (22). Durante o lançamento na cidade, Celina Leão assinou 27 ordens de serviço para promover as obras e manutenções mais demandadas pela população. “Estou em Samambaia desde segunda-feira cuidando das pessoas. Só de parquinho que nós estamos trocando, são 60. Praças que nós estamos iluminando, são dez. Limpando tudo, cuidando de tudo. Também assinamos a ordem de serviço da reforma de três UBSs (unidades básicas de saúde)”, relembrou. Durante a visita à obras do Residencial Joaquim Roriz, a governadora ressaltou a importância de facilitar a aquisição da casa própria para a população Moradia digna Os residenciais Joaquim Roriz e Regina Célia integram um projeto habitacional da Codhab vinculado ao programa Minha Casa Minha Vida. Cada uma das construções é executada com investimento estimado em R$ 32 milhões. O público prioritário dos dois prédios inclui famílias com renda de até R$ 3,2 mil, beneficiários do CadÚnico, Bolsa Família e BPC, além de mulheres vítimas de violência doméstica. O presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, explicou que o projeto "100 ímpares" vai atender diversos níveis de renda. Segundo ele, as outras etapas serão iniciadas em breve. "São empreendimentos para diversas faixas de renda e que vão totalizar quase 7 mil unidades. Esses dois primeiros prédios estão sendo construídos, já tem mais outros dois iniciando a obra e assim vai ser feito até a conclusão do empreendimento", disse.

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Cartão Material de Construção dá a chance de 250 famílias em situação de vulnerabilidade reconstruírem seus lares

Dois quartos, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e garagem: esta será a composição da casa nova do porteiro João Batista Carvalho, de 40 anos, morador do bairro Santa Luzia, na Estrutural. A residência está sendo erguida graças ao Cartão Material de Construção, criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para possibilitar que famílias em situação de vulnerabilidade social possam reconstruír ou reformar seus lares. João Batista com a família, nas obras da primeira residência própria: “Fiquei muito feliz quando soube que ia receber o cartão, porque chegou a hora de fazer a minha casa” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Desde a criação do cartão, em maio de 2025, até o momento, 249 famílias receberam o benefício, dos quais 197 são do Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, e 52 da Comunidade Santa Luzia. Cada família recebeu R$ 15 mil para a aquisição dos insumos necessários às obras. O total empenhado pelo programa, gerido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), ultrapassa R$ 3,7 milhões.   “Fiquei muito feliz quando soube que ia receber o cartão, porque chegou a hora de fazer a minha casa”, comemora João, que executa a obra com apoio de um familiar. “Nunca tive essa condição; já tentei de tudo, mas o dinheiro não dava. Esses R$ 15 mil foram uma bênção de Deus. Deu para comprar tijolo, cimento, tudo. Só tenho a agradecer mesmo porque nunca tive a oportunidade de construir.”  “O Cartão Material de Construção transforma a vida de quem o recebe. Isso é dignidade”  Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab Natural do Maranhão, ele chegou ao DF em 2007 e, desde então, residia na Estrutural, em estruturas de madeirite. Em maio de 2014, mudou-se para a Rua 64 de Santa Luzia e, agora, está construindo cada parede do seu novo lar, onde vai morar com os dois filhos. “Ter um lugarzinho é um sonho que todo mundo tem”, afirma. “Não vejo a hora de colocar o telhado e vir morar”. O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, ressalta que o principal objetivo do programa é garantir moradia digna à população. “O Cartão Material de Construção transforma a vida de quem o recebe”, aponta. “O antigo barraco de madeirite passa a ser de tijolos, o buraco na parede vira uma porta ou uma janela, o piso de terra batida passa a ser de cimento; o desespero de morar de maneira quase insalubre e improvisada, de um momento para o outro, se transforma no sonho de iniciar a construção de uma verdadeira casa própria. Isso é dignidade”. Critérios R$ 100 milhões Total de investimentos feitos pelo GDF no projeto de saneamento integrado de Santa Luzia Entre as emergências atendidas pelo projeto, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas elas devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias. [LEIA_TAMBEM]Mais informações podem ser obtidas no site da Codhab. Saneamento integrado Considerada uma das regiões mais vulneráveis do DF, Santa Luzia está em obras. Em novembro do ano passado, o GDF autorizou a construção de um sistema de saneamento integrado na comunidade, beneficiando mais de 20 mil pessoas. Com investimento de R$ 100 milhões, o projeto engloba construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções. Os serviços já foram executados na Rua 64 e seguem em andamento em outras áreas. O objetivo é oferecer água limpa, coleta e tratamento de esgoto, além de estruturas de captação e escoamento de águas pluviais para os moradores. O valor do sistema de saneamento básico foi financiado junto a um banco privado, aprovado pelo PAC Financiamentos, e será pago pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), responsável também por fiscalizar a empresa contratada.    

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GDF entrega 400 lotes a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), entregou 400 lotes a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade, na QNR 06 de Ceilândia. A entrega foi feita pelo governador Ibaneis Rocha nesta sexta-feira (27), em cerimônia na Praça do Buriti. "A maioria dessas famílias está inscrita no BPC [Benefício de Prestação Continuada, destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda], e esse benefício era consumido quase que todo pelo pagamento de aluguéis. Quando a gente tira essas pessoas do aluguel, nós estamos devolvendo também a dignidade de elas garantirem o seu sustento com mais tranquilidade. Então, essa entrega tem um sentido duplo, que é o da moradia, que é muito importante, mas também o de melhorar a renda dessas pessoas", destacou o chefe do Executivo. Cada lote tem 112,5 m². Eles integram um espaço que terá infraestrutura — escolas, centros de saúde e área de lazer — para atender mais de 17 mil pessoas na região. "São 400 lotes urbanizados na QNR 06, já com a garantia de um Cartão Material de Construção para iniciar suas obras com um projeto de arquitetura devidamente feito com as adaptações pela Codhab. E isso significa uma transformação, uma mudança de vida dessas pessoas que têm grandes desafios na vida, continuarão tendo muitos desafios, mas o desafio da casa própria foi resolvido na data de hoje", enfatizou o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. A entrega dos 400 lotes foi feita pelo governador Ibaneis Rocha nesta sexta-feira (27), em cerimônia na Praça do Buriti | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A emoção transcendeu o papel e emocionou o autônomo Leonardo Moreira, de 35 anos. O morador de Sol Nascente ansiava, ao lado da família, pelo sonho de sair do aluguel havia um ano e oito meses. "É muito importante. É dignidade. Moro de aluguel há mais de 25 anos. Esse lote vai ser muito importante. Porque nós recebemos só o BPC, não dá para nada o dinheiro. Esse lote vai dar para nós mais poder de compra, ajudar nas compras de casa", celebrou, ao resumir os sentimentos em gratidão: "É o sonho da casa própria saindo do papel". Mais entregas Além dos lotes, a Codhab também promoveu a entrega de 213 escrituras de regularização fundiária, 108 documentos de emissão de escritura pública para compra e venda de imóveis na antiga Sociedade de Habitação de Interesse Social (SHIS) e 500 passaportes do programa Morar DF (cheque-moradia). A emoção transcendeu o papel e emocionou o autônomo Leonardo Moreira, de 35 anos; o morador de Sol Nascente ansiava, ao lado da família, pelo sonho de sair do aluguel havia um ano e oito meses | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Com a entrega da escritura, o sonho da regularização finalmente chegou para o casal de bombeiros militares Werlene de Lourdes, 57, e Adélio Arcanjo, 56. Os moradores de Brazlândia esperavam o documento havia 26 anos e, agora, podem mostrar para os três filhos e para a neta a garantia de propriedade do imóvel. "Nós estamos muito ansiosos, com muita felicidade, já era muito tempo aguardando", compartilhou Adélio. "É gratificante demais. É uma luta que a gente vinha travando e, às vezes, perdia até a esperança e chegava a pensar em desistir, mas graças a Deus chegou o dia tão esperado e abençoado. Estamos muito felizes", comemorou Werlene.   Entregas habitacionais Os lotes na QR 06 foram aprovados em 2025. Os parcelamentos integram um projeto habitacional de grande porte, que prevê a construção de 5.690 unidades, divididas entre casas e apartamentos, com capacidade para abrigar mais de 17 mil pessoas. O terreno total ocupa 629.368,25 metros quadrados — o que equivale a mais de 60 campos de futebol —, divididos em 589 lotes — 480 exclusivos para moradia, dos quais 400 foram entregues nesta sexta-feira. A ação faz parte de um esforço contínuo de regularização fundiária no Distrito Federal. Desde 2019, o GDF já entregou 6.429 escrituras em diversas regiões administrativas. Com a entrega atual, o número total de documentos emitidos sobe para 6.750. Além disso, o Morar DF, programa criado em 2024, atingiu 6.832 passaportes emitidos, número que já contabiliza os 500 documentos entregues nesta nova etapa. Para ter acesso aos subsídios do programa, é necessário ter renda bruta mensal de até cinco salários mínimos e manter a habilitação regular na Codhab.

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Quinhentas famílias do Arapoanga recebem escrituras de moradia neste sábado (7)

O governador Ibaneis Rocha entregou, neste sábado (7), 500 escrituras a moradores de Arapoanga, em Planaltina, em mais uma etapa do programa Regulariza DF. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária. A cerimônia foi na Quadra 12 de Arapoanga, onde também está instalada a Carreta da Regularização, estrutura itinerante utilizada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) para atendimento à população e recebimento da documentação necessária à titulação dos imóveis. Na solenidade, o governador destacou que a regularização da área encerra um processo iniciado há décadas. “Eu conheço Arapoanga há mais de 30 anos. Quando essa ocupação começou, não havia ruas, documentação ou qualquer estrutura. Hoje temos a oportunidade de entregar as escrituras e garantir segurança jurídica às famílias que construíram suas casas aqui ao longo desse tempo”, afirmou. Segundo ele, o processo exigiu medidas administrativas e legislativas para permitir a titulação. “O governo desapropriou a área e levou o projeto para aprovação na Câmara Legislativa, que previa isenção aos moradores de débitos de IPTU e do imposto de transferência. Isso possibilitou que essas escrituras fossem entregues de forma gratuita. O trabalho continua. Ao final do processo, mais de 8 mil escrituras serão entregues aqui. Nosso governo tem trabalhado para ampliar o acesso à moradia e garantir tranquilidade às famílias”, defendeu Ibaneis Rocha.  Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília A vice-governadora Celina Leão ressaltou que a titulação também consolida o reconhecimento da cidade. “Durante muitos anos, Arapoanga foi tratada apenas como um bairro. Hoje é uma cidade reconhecida, que recebe investimentos e melhorias. A escritura representa segurança para as famílias que vivem aqui”, afirmou. De acordo com o diretor-presidente da Codhab-DF, Marcelo Fagundes Gomide, a entrega marca o início da titulação definitiva dos imóveis. “Ao todo, cerca de 2.800 imóveis da região passarão pelo processo de regularização”, explicou.   Para quem recebe até cinco salários mínimos tem a regularização feita gratuitamente. Além disso, houve perdão dos débitos de IPTU acumulados ao longo dos anos. Já para aqueles que têm renda acima desse limite, há descontos progressivos. Atendimento em Arapoanga Na região, a coleta de documentos e o atendimento aos moradores ocorreram com apoio da Carreta da Regularização, programa itinerante da Codhab voltado à orientação da população e à abertura dos processos de titulação. Para quem recebe até cinco salários mínimos tem a regularização feita gratuitamente A estrutura possui oito guichês de atendimento, instalações acessíveis e funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, além de atendimento aos sábados pela manhã. O investimento na iniciativa é de R$ 4,58 milhões para 12 meses de operação. A carreta já passou por regiões como São Sebastião, Brazlândia, Riacho Fundo II, Gama, Samambaia, Vila Planalto, Candangolândia, Planaltina e Setor Primavera. Somente no Arapoanga, os atendimentos ocorreram em diferentes períodos entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, permitindo a entrega de documentos e o avanço das etapas da regularização. Vida nova Entre os beneficiados está a dona de casa Nessi Gomes Ribeiro, de 58 anos, moradora da região há 25 anos. “Eu construí minha casa do nada e esperei 25 anos por esse documento. Hoje estou muito feliz. Agora posso dizer que sou proprietária da minha casa”, contou. Segundo ela, a escritura traz segurança para a família e abre espaço para melhorias no imóvel. “Eu sempre quis ampliar a casa, fazer reformas, mas tinha medo porque não tinha documento. Agora posso fazer isso com tranquilidade.” Outra moradora beneficiada foi Auricélia Pereira da Cruz, de 42 anos, que vive na região desde 1998. “É uma alegria muito grande ter a escritura do imóvel. A gente vive muito tempo na incerteza, sem saber o que pode acontecer. Agora é um alívio. Agora vamos poder reformar e organizar a casa do nosso jeito. É uma conquista muito importante para a família”, acrescentou. As escrituras entregues neste sábado representam a etapa final de um trabalho iniciado com a convocação dos moradores pela Codhab e a organização da documentação necessária para a titulação dos imóveis. A ação integra um conjunto mais amplo de iniciativas do governo. Desde 2019, o Distrito Federal emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária. A Carreta da Regularização já registrou 24.649 atendimentos em diferentes regiões administrativas. O projeto itinerante recebeu investimento de R$ 4,58 milhões para 12 meses de operação. Outras formas de regularização Além da titulação de imóveis urbanos, o governo também atua na regularização de ocupações em áreas públicas e rurais por meio de instrumentos como a Concessão de Direito de Uso (CDU) e a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU). Esses mecanismos permitem formalizar a ocupação e garantir segurança jurídica para moradores, produtores e empreendedores enquanto o processo definitivo é conduzido pelos órgãos responsáveis.

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Com mais 480 unidades entregues no Itapoã Parque, GDF torna real sonho da casa própria

O Governo do Distrito Federal (GDF) voltou a transformar o sonho da casa própria em realidade para centenas de famílias do Itapoã Parque. Neste sábado (28), o governador Ibaneis Rocha entregou mais 480 apartamentos. “Me alegra muito ver jovens recebendo suas chaves e começando a vida com segurança”, comemorou o chefe do Executivo. “Veja a qualidade deste condomínio: áreas verdes, espaços para as crianças, condomínios fechados, segurança e administração organizada. Isso transforma vidas.”  O governador visita uma das famílias contempladas com casa própria: “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As unidades fazem parte dos condomínios 29, 30 e 32 do Itapoã Parque, empreendimento coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), em parceria com a construtora JC Gontijo. O investimento é de mais de R$ 1,65 bilhão, com recursos do governo federal.   “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil”, ressaltou o governador. “Nós estamos falando de 12.112 unidades. O Itapoã Parque conta com todos os equipamentos necessários: Unidade Básica de Saúde [UBS], Centro de Referência Especializado de Assistência Social [Creas], escolas, creches, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês.” Cheque-moradia Ao todo, serão 76 condomínios, com 12.112 apartamentos “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade” Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, lembrou que grande parte dessas entregas foi possível graças ao subsídio do programa Morar DF (cheque-moradia), gerido pela pasta. Com ele, é possível reduzir os custos da entrada e facilitar o financiamento de unidades habitacionais. “Sabemos da dificuldade de quem mora de aluguel”, afirmou. “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade”, reforçou o gestor. Segundo ele, na região já foram entregues mais de 3.640 cheques-moradia. “São famílias que não conseguiriam comprar seu imóvel se não fosse o cheque-moradia, famílias que recebem menos de cinco salários mínimos”.  Sonho realizado Celia da Silva, que morou de aluguel durante 23 anos, comemorou a entrega: “Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei” Celia Maria da Silva, de 46 anos, foi uma das moradoras que receberam a chave da casa própria. Depois de 23 anos morando de aluguel, a auxiliar de limpeza conseguiu realizar seu sonho: “Vai desafogar muito as despesas. Vou trazer meu filho, meu marido e minha filha. Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei”. Luilma Rocha já tem planos, agora que mora em casa própria: “Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família” Receber as chaves também foi uma emoção para a consultora de vendas Luilma Rocha, 30: “A entrega está acontecendo até antes do prazo, e já estamos planejando tudo. Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família”. Cada residencial dispõe de área comum com guarita, parque infantil, espaço fitness, churrasqueira e estacionamento. Quando estiver 100% concluído, contará com 76 condomínios, com capacidade para abrigar cerca de 50 mil moradores distribuídos em 12.112 apartamentos.  Investimentos em infraestrutura Reconhecido como bairro, o Itapoã Parque já dispõe de uma escola classe com capacidade para atender 1,3 mil alunos, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, além da educação infantil. A região também possui um Centro de Referência de Assistência Social (Cras). [LEIA_TAMBEM]Durante a cerimônia, o governador anunciou novos investimentos em mobilidade urbana, incluindo a duplicação de vias para melhorar o acesso à região: “Segunda-feira [2], eu darei disponibilidade financeira para licitar a duplicação saindo ali do balão da Rota do Cavalo e ligando até o viaduto”. Ibaneis Rocha lembrou que, antes das obras viárias realizadas em sua gestão, moradores chegavam a gastar mais de duas horas no deslocamento até o Plano Piloto. “Hoje, vocês têm transporte de qualidade, vias largas, e acabou a história dos engarrafamentos”, ressaltou. “Tudo isso foi feito lá atrás, pensando em vocês, para que vocês morassem em um local completo”. O administrador regional do Itapoã, Dilson Bulhões, comemorou: “O GDF vem trazendo equipamentos públicos para a região. Temos academias ao ar livre, pontos de encontro comunitários, várias lojas estão em construção, o comércio local já foi licitado. O governo não está pensando apenas em habitação, mas também em mobilidade, educação, esporte e lazer para os moradores do Itapoã”.  

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Publicado edital para construção de 303 moradias no Recanto das Emas

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), publicou nesta quarta-feira (15), o Edital de Convocação n.º 04/2025, que convida empresas construtoras e incorporadoras do ramo da construção civil a estabelecer parcerias para viabilizar empreendimentos habitacionais no DF. A triagem será feita com comprovada capacidade técnica para viabilizar planos de negócio com a Companhia. O edital integra a linha de atendimento de provisão subsidiada de unidades habitacionais novas de baixo custo em áreas urbanas. A contratação do empreendimento habitacional será feita junto ao agente financeiro, no âmbito do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) voltado para famílias de baixa renda no Brasil. O objetivo da ação é viabilizar moradias para atender famílias da Faixa Urbano 1 (limite de renda bruta familiar mensal de R$ 2.640) cadastradas na Codhab DF, residentes em localidades impactadas por situações que agravaram a necessidade habitacional. O edital integra a linha de atendimento de provisão subsidiada de unidades habitacionais novas de baixo custo em áreas urbanas | Foto: Divulgação/Codhab Nesta convocação, o projeto contempla a construção de 303 unidades habitacionais na Região Administrativa do Recanto das Emas (RA XV), especificamente na Quadra 117, conjunto 26, lotes 01 e 02. O empreendimento será erguido em terreno de propriedade do Distrito Federal, conforme condições detalhadas no edital. As empresas interessadas podem acessar o edital completo no site oficial da Codhab, na aba Editais, campo “Empresas — Convocação”. Ou diretamente pelo link. Os cadastros devem ser realizados exclusivamente pelo sistema eletrônico de Convocações, disponível neste endereço. O período de cadastramento estará aberto a partir das 8h do dia 15 de outubro de 2025 e se encerrará às 23h59 do dia 7 de novembro de 2025, no horário de Brasília. Com mais esta iniciativa, a Codhab reafirma seu compromisso em ampliar o acesso à moradia digna e fortalecer as políticas públicas voltadas à redução do déficit habitacional no Distrito Federal. *Com informações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF)

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Com R$ 8 milhões investidos, programa Melhorias Habitacionais já beneficiou mais de 200 famílias do DF

Criado para transformar residências em situações precárias em lares seguros e dignos, o Programa Melhorias Habitacionais, do Governo do Distrito Federal (GDF), já beneficiou 211 famílias desde 2019, com investimento que ultrapassa os R$ 8 milhões. A iniciativa, coordenada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), atende famílias de baixa renda que vivem em moradias improvisadas, sem ventilação, com infiltrações ou risco estrutural, oferecendo uma reforma completa para garantir melhores condições de vida. Entre as famílias beneficiadas está a da educadora social Maria da Conceição Corrêa Cordeiro, de 52 anos, moradora da Estrutural. Ela recebeu em junho a casa nova construída pelo programa. “Antes só tinha um muro, era sem janelas, sem ventilação. Era muito quente, apertada e cheia de problemas. Quando finalmente ficou tudo pronto, eu senti uma emoção gigante. Parecia que tinham lido meu pensamento e fizeram do jeito que eu sempre sonhei: dois quartos, banheiro no meio, sala, cozinha e uma área nos fundos. Exatamente como eu queria”, contou. Maria da Conceição Corrêa Cordeiro foi uma das beneficiadas e ganhou uma casa confortável: "Parecia que tinham lido meu pensamento e fizeram do jeito que eu sempre sonhei" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília  A educadora social lembra que, além do calor e da falta de espaço, convivia com mofo e até com escorpiões. “Isso prejudicava meu filho, que tem alergias. Eu não conseguia receber visitas porque não havia espaço. Agora é tudo diferente: a casa é clara, ventilada e organizada. Eu nunca teria condições de construir algo assim sozinha. É realmente uma bênção”, completou. Para os próximos meses, a Codhab pretende executar mais 160 novas melhorias habitacionais. A expectativa é que o potencial qualitativo seja ainda mais acentuado com a aprovação do aumento dos valores disponíveis para cada obra de melhoria. Qualidade de vida A Codhab identificou que o déficit habitacional do DF não se restringia à construção de novas moradias. Segundo estudos da companhia, muitas famílias viviam em locais insalubres, sem condições mínimas de ventilação, segurança elétrica ou hidráulica, o que impactava diretamente na saúde e na qualidade de vida. Foi nesse contexto que surgiu o programa Melhorias Habitacionais. "Transformamos moradias precárias em casas confortáveis, dignas e bem equipadas, mas a maior mudança a gente sabe que ocorre na vida de cada um" Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab “Transformamos moradias precárias em casas confortáveis, dignas e bem equipadas, mas a maior mudança a gente sabe que ocorre na vida de cada um que é atendido, muda a autoestima de cada um deles. Sempre vou repetir que esse é um dos programas mais bonitos e gratificantes da Codhab. Nele, temos a capacidade de modificar totalmente a vida dessas famílias. Ações como essa afirmam que proporcionar ambientes onde as famílias possam crescer com dignidade e tranquilidade é o objetivo deste governo”, defendeu o diretor-presidente da companhia, Marcelo Fagundes. De 2019 para cá, a iniciativa já recebeu o investimento total de R$ 8.032.730,72 para reformas e reconstruções de casas, em especial para famílias em situação de vulnerabilidade social. O programa, inspirado também em diretrizes nacionais e no Plano Distrital de Habitação de Interesse Social, surgiu para requalificar lares já existentes, reduzindo vulnerabilidades, prevenindo riscos e garantindo dignidade. Como solicitar Para ser declarada apta a receber o benefício, a família passa por um processo multidisciplinar relativamente curto. Primeiramente é necessário que a família demonstre interesse em participar do subprograma junto à Codhab. A família pode ser contemplada com reforma e ampliação, com a disponibilização de até R$ 50 mil Após isso, a família recebe a visita de uma assistente social, responsável por elaborar laudo e formulário social determinando a habilitação ou não. Se aprovada, a família passa para uma terceira etapa que consiste na visita técnica à moradia. O próximo passo é o desenvolvimento de projeto executivo, limitado por um teto orçamentário. Nessa etapa, é garantida a participação da família beneficiada durante todo o processo de elaboração do documento. A família pode ser contemplada com reforma e ampliação, com a disponibilização de até R$ 50 mil. Essa categoria se enquadra em situações de inadequação habitacional, que requeiram intervenções pontuais e menos complexas; ou com a reconstrução do espaço, com a disponibilização de até R$ 100 mil para casos de precariedade habitacional, que requeiram a demolição parcial ou total do imóvel. [LEIA_TAMBEM]Requisitos para participar do programa Ter renda familiar de até 3 salários mínimos; Residir no Distrito Federal há no mínimo 5 anos; Morar em área de interesse social regularizada ou passível de regularização (entre as atendidas pelo programa); Ser responsável pela residência (a casa não pode ser alugada ou cedida); Não possuir outro imóvel no Distrito Federal; A casa deve apresentar problemas relativos à salubridade e/ou segurança (tais como rachaduras/fissuras, ausência de estrutura, falhas na cobertura, possuir rede elétrica, hidráulica e/ou hidrossanitária inadequada, entre outros); Apresentação da documentação completa da família alvo do benefício.  

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Ação coordenada do GDF atende a mais de 30 pessoas em situação de rua nesta semana

As ações de acolhimento que integram o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenadas pela Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF), alcançaram 33 pessoas nesta semana. Os cidadãos receberam atendimento de diversas secretarias e receberam ofertas de serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação profissional, emprego, moradia e acolhimento. De sábado (7) até sexta-feira (12), as equipes passaram por 14 pontos do Plano Piloto, Taguatinga, Gama e, pela primeira vez, Santa Maria. Houve a remoção de 16 estruturas precárias e foram utilizados sete caminhões de entulho para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Durante a semana, foram utilizados sete caminhões de entulho para recolher os materiais inservíveis | Foto: Agência Brasília “Estar pela primeira vez em Santa Maria com as ações de acolhimento representa ampliar ainda mais a rede de cuidado que o GDF oferece à população em situação de rua”, enfatiza o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha. Desde o início da política, houve ações em diversas cidades, como Ceilândia, Águas Claras, Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia, Samambaia e Recanto das Emas. "Nosso compromisso é levar dignidade, escuta e oportunidades a todos os cantos do DF" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua O secretário continua: “Ao lado das iniciativas realizadas no Plano Piloto, Taguatinga e Gama, mostramos que cada território é importante e que ninguém será deixado para trás. Nosso compromisso é levar dignidade, escuta e oportunidades a todos os cantos do DF.” Em Taguatinga, as equipes atuaram nas adjacências do Centro Pop, enquanto no Plano Piloto a ação ocorreu em diversos pontos das asas Sul e Norte. No Gama, foram contempladas as imediações do Estádio Bezerrão, a área comercial da Quadra 15, margem da DF 290, entre outros. Já em Santa Maria, foram abordados cidadãos na EQ 216/316, CL 317, AC 115 e QR 116. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), de Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.

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Aluguel Social completa um ano garantindo dignidade e um novo começo para mulheres e seus filhos 

Agência Brasília · ALUGUEL SOCIAL COMPLETA UM ANO GARANTINDO DIGNIDADE E UM NOVO COMEÇO PARA MULHERES E SEUS FILHOS Criado em 2024 pela Secretaria da Mulher (SMDF), o Programa Aluguel Social — que atualmente garante o benefício mensal de R$ 600 a 536 mulheres atendidas — sela o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com o acolhimento e apoio a vítimas de violência doméstica. Além do auxílio de R$ 600, programa encaminha beneficiárias a serviços de saúde e psicossociais | Foto: Divulgação/SMDF   “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A assistência oferecida vai além do apoio financeiro: as beneficiárias também são acompanhadas nas unidades da secretaria, onde recebem avaliação detalhada das demandas emocionais e sociais, permitindo o direcionamento para serviços que contribuem para a reconstrução da autonomia e do bem-estar. Libertação Moradora de Planaltina e mãe de cinco filhos, Ana Karina é a voz de uma entre várias mulheres que enfrentaram a difícil decisão de romper com um ciclo de violência. “Para mim, o Aluguel Social foi um ato extraordinário, porque garante que mulheres assim como eu não precisem mais se submeter à violência doméstica”, relata. “Foi uma libertação muito grande”, enfatiza. “Sou acompanhada em todas as áreas, e todos os profissionais me tratam bem — desde o recepcionista até a psicóloga. Me sinto segura. Se não fosse a Secretaria da Mulher, eu ainda estaria em um grande quadro de depressão e sozinha. Foi a equipe que me ajudou.”  “Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres” Celina Leão, vice-governadora A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembra que o benefício traduz a sensibilidade e o compromisso da gestão pública com a garantia dos direitos humanos: “Este programa é uma oportunidade concreta para que essas mulheres possam dar um novo passo em suas vidas, recuperando a autoestima e a esperança, elementos essenciais para que elas e seus filhos possam construir um futuro mais digno”. A vice-governadora Celina Leão reforça a importância da iniciativa: “O Aluguel Social representa o compromisso do GDF com a dignidade das mulheres que enfrentam situações difíceis. Ao completar um ano, o programa se consolida como uma iniciativa humanizada que transforma vidas. Cada chave entregue representa uma vitória, um passo rumo a um futuro mais justo, a uma sociedade que valoriza e protege as mulheres”. Encaminhamentos [LEIA_TAMBEM]O Aluguel Social também estimula o acesso a programas sociais complementares e ao cadastro em programas habitacionais, fortalecendo a rede de proteção e apoio. Entre as ações disponibilizadas estão a análise da composição familiar, o agendamento de consultas de acompanhamento, a elaboração do chamado mapa da vida e o suporte jurídico e assistencial. Conforme a necessidade de cada caso, o acompanhamento pode ser feito de forma mensal ou quinzenal, garantindo um suporte contínuo e personalizado. Para ter acesso ao benefício, é fundamental que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum dos equipamentos da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da SMDF. Têm prioridade os casos de mulheres acolhidas na Casa Abrigo e na Casa da Mulher Brasileira, assim como aquelas com filhos de até cinco anos, desde que atendam aos critérios exigidos para o recebimento do benefício.   *Com informações da Secretaria da Mulher  

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Cheque Moradia tem valor ampliado para R$ 16 mil

Desde 2024, a população do Distrito Federal tem um reforço no acesso à moradia, com o subsídio ofertado pelo Programa Morar DF (cheque moradia), gerido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab). Com ele, é possível reduzir os custos da entrada e facilitar o financiamento de unidades habitacionais. A novidade é que, nesta quinta-feira (21), Dia Nacional da Habitação, a companhia anunciou que o valor foi ampliado e as famílias beneficiadas terão R$ 16.079,27 para utilizarem nesse primeiro passo de aquisição.  O aumento do valor vem para acompanhar o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), indicador que mede a evolução dos custos da construção no Brasil, com foco em construções habitacionais. A atualização monetária ocorrerá anualmente para que o programa tenha valor compatível com a inflação e com as variações no custo da construção. Pode solicitar o benefício o candidato com renda familiar mensal de até 5 salários mínimos (R$ 7.060) e que não possui imóvel próprio no DF | Foto: Divulgação/Codhab-DF Para o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, o Cheque Moradia é a prova de que, com sensibilidade, bom senso e compromisso social, é possível criar programas de governo capazes de transformar positivamente a vida daqueles que mais necessitam.    100 mil é o número de habilitados na Codhab; 90% são de famílias de baixa renda “Milhares de famílias que recebem até 5 salários mínimos, antes excluídas do programa habitacional porque não conseguiam os recursos necessários ao pagamento da entrada inicial, agora com o auxílio do Cheque Moradia, conseguem realizar o sonho da casa própria”, destacou. “É uma ótima notícia já que sabemos que cada real importa para quem mais precisa”, acrescentou Fagundes sobre o aumento dos antigos R$ 15 mil para os atuais R$ 16.079,27, após a correção pelo INCC, nos termos previstos em lei. Atualmente, a Codhab conta com cerca de 100 mil habilitados, sendo que 90% são de famílias que ganham até cinco salários mínimos. O subsídio do Morar DF existe para enfrentar esse problema e atender as famílias de baixa renda, dando melhores condições na hora de adquirir uma moradia própria. [LEIA_TAMBEM]Recentemente, o programa recebeu um crédito suplementar de R$ 30 milhões, permitindo que ele atenda um número maior de moradores. Com esse valor, mais 2 mil pessoas terão facilidade para aquisição da casa própria. A iniciativa faz parte do compromisso do GDF com políticas públicas de habitação para famílias de baixa renda, buscando tornar a moradia mais acessível para quem não tem condições de arcar com a entrada do financiamento. Quem tem direito Pode solicitar o benefício o candidato com renda familiar mensal de até 5 salários mínimos (R$ 7.060) e que não possui imóvel próprio no DF. Além de atender aos requisitos de renda e ausência de imóvel, é necessário estar habilitado no programa Morar Bem para participar. O subsídio facilita o acesso ao crédito habitacional, reduzindo o peso inicial da entrada e acelerando potencialmente o processo de aquisição de moradia. Com a ampliação de recursos, a expectativa é ampliar o alcance do Morar DF, beneficiando mais pessoas e fortalecendo o conjunto de políticas públicas de habitação no DF. *Com informações da Codhab-DF

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GDF investiu mais de R$ 6 milhões para reformar moradias de famílias em situação de vulnerabilidade

Ter um lar digno vai muito além de um teto: é o ponto de partida para qualidade de vida, segurança e cidadania. Com esse propósito, o programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), beneficiou, nesta quinta-feira (26), mais cinco famílias do Setor Oeste da Estrutural com casas reformadas ou reconstruídas. O investimento nas moradias é de mais de R$ 288 mil. De 2019 para cá, o Governo do Distrito Federal (GDF) já impactou 204 famílias por meio da iniciativa, com recursos que somam mais de R$ 6 milhões. “Agora, está realizado o meu sonho. Ficou do jeito que eu esperava, estou muito grata porque sozinha não teria conseguido”, afirma a diarista Michelle Euche; reforma incluiu um novo quarto, que foi construído especialmente para o pai de Michelle, que sofreu um AVC | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Voltado para famílias com renda mensal de até três salários mínimos e moradores do DF há pelo menos cinco anos em áreas de interesse social regularizadas ou passíveis de regularização, o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, destaca o impacto do programa na vida das famílias atendidas. “É um dos projetos mais bonitos da Codhab, dá gosto de ver e de fazer. Aqui a gente transforma vidas de forma muito rápida. Quando entregamos uma casa reformada e readequada, estamos também transformando a vida da pessoa. Ela passa a viver com dignidade, com segurança, numa casa nova, o que aumenta a autoestima. Entregar cinco casas pode parecer pouco, mas para essas famílias é tudo”, destaca. Segundo o presidente, o projeto tem continuidade garantida. “Além dessas cinco casas que estamos entregando hoje, já temos previsão de atender mais 200 famílias neste próximo semestre, até o ano que vem. É um trabalho constante: encerramos a reforma de uma casa e já iniciamos outra”, explica. Marcelo ressaltou que o programa já alcança várias regiões do Distrito Federal e já atendeu famílias de São Sebastião, Estrutural e Sol Nascente. O atendimento às famílias no programa Melhorias Habitacionais começa pela inscrição no aplicativo, aberta em período específico. Depois, o assistente social visita o imóvel, coleta documentos e dados para verificar se a família atende aos critérios. Em seguida, o arquiteto faz o levantamento das necessidades, elabora o projeto e o apresenta ao morador para aprovação. Com o projeto aprovado, é contratada a empresa responsável pela obra. "Eu fiquei muito feliz, muito feliz mesmo. A casa está muito linda", comemora Nilzete Ferreira (à direita) As cinco casas reformadas estavam bastante degradadas quando foram avaliadas pela equipe, explica o técnico em edificações da Codhab, Rafael Moraes. “Uma delas precisou de ampliação porque o pai da moradora sofreu um AVC e vai precisar de cuidados intensivos em casa, então foi criado mais um quarto. Nas outras, fizemos melhorias habitacionais, requalificando os espaços e devolvendo a salubridade. Os quintais não tinham pavimento, as paredes internas estavam mofadas. Reformamos os banheiros, trocamos portas, janelas, forros, pintamos muros e paredes internas e externas. Houve troca dos azulejos da cozinha e do banheiro, das pias… Foi uma reforma completa, bem complexa”, detalhou. Ele reforça que a prioridade é atender as necessidades de quem vive no imóvel. “É um benefício concedido pelo Estado, mas é um direito da família. A assistência técnica para habitação de interesse social é um direito. A família tem que ser considerada; em qualquer projeto de arquitetura, o cliente é o que importa. Primeiro, a equipe social faz a avaliação da situação da família. Depois, a equipe técnica avalia o imóvel para, de acordo com a demanda, planejar a reforma. O morador é o primeiro interessado nisso.” A diarista Josiane Guimarães diz que a reforma superou suas expectativas  O processo de atendimento às famílias exige o papel fundamental da assistência social em todas as etapas. “O programa começa e termina com o assistente social. Nós fazemos a habilitação, verificamos a documentação, acolhemos a família, acompanhamos todo o processo e identificamos outras necessidades, como encaminhamentos para benefícios sociais”, explica a assistente social da Codhab/Diate. Segundo ela, quando a obra começa e a casa precisa ser desocupada, o assistente social encaminha a família ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para solicitar o auxílio aluguel, quando necessário, e articula o diálogo entre a empresa, o arquiteto e o morador. “Ao final, comunicamos a conclusão da obra e continuamos acompanhando a família.” Ela destaca que o trabalho vai além da moradia. “Muitas vezes nos deparamos com famílias que não precisam só da reforma da casa, mas também de orientações e encaminhamentos, porque desconhecem seus direitos. Encontramos situações de violência doméstica, problemas com drogas, e cabe ao assistente social fazer o acolhimento e o encaminhamento. Até orientamos como cuidar da casa e armazenar materiais de forma adequada. Esse é o nosso papel: estar junto da família durante todo o processo e depois da entrega da casa também.” Beneficiárias A emoção tomou conta de quem recebeu praticamente uma casa nova. Viver em um local com condições insalubres e inseguras, muitas vezes, era motivo de vergonha e baixa estima. Para a diarista Michelle Euche, 40, a reforma da casa foi a realização de um sonho. “Minha casa só tinha dois quartos e um corredor que vazava quando chovia. Ainda fizeram mais um quarto, que eu amei”, conta, emocionada. Desde 2019, o GDF já mudou a vida de 204 famílias por meio do programa Melhorias Habitacionais, com recursos que somam mais de R$ 6 milhões O novo quarto foi construído especialmente para o pai de Michelle, que sofreu um AVC. “Minha vida parecia um furacão. De novembro para cá, meu pai sofreu um acidente, caiu, e ficou na UTI. Eu ficava pensando: como é que ele ia vir pra cá naquela bagunça? Então pedi para fazerem o quarto, porque ele ia precisar quando saísse da UTI. Graças a Deus, ele saiu, e agora estou acompanhando ele no Guará. Quando ele voltar, já tem o quartinho dele, porque vai precisar muito de mim e da minha família.” Ela viveu na antiga casa desde 2010 e relata a emoção ao ver o imóvel reformado. “Quando bati o olho, falei: ‘Meu Deus, não acredito que é minha casa’. Era muito difícil pra gente conseguir reformar. Sempre que tentava fazer alguma coisa, acontecia outra e eu não conseguia. Agora, está realizado o meu sonho. Ficou do jeito que eu esperava, estou muito grata porque sozinha não teria conseguido.” “É um dos projetos mais bonitos da Codhab, dá gosto de ver e de fazer. Quando entregamos uma casa reformada e readequada, estamos também transformando a vida da pessoa", afirma o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes Além da criação de mais um quarto, a casa de Michelle teve sala e a cozinha ampliadas; portas e janelas substituídas; telhado revisado; forro trocado; piso todo revestido com cerâmica; revestimento do banheiro substituído; cozinha com novo revestimento cerâmico; muros internos rebocados e pintados; pergolado instalado na área externa; contrapiso executado; caixas de esgoto, sabão e gordura reparadas; e fachada e portão revitalizados com nova pintura. [LEIA_TAMBEM]Outra beneficiada pelo projeto Melhorias Habitacionais, Nilzete Ferreira, 49, que trabalha com serviços gerais, e mora no local com quatro dos sete filhos, conta com emoção como foi entrar na casa depois da reforma. “Eu fiquei muito feliz, muito feliz mesmo. A casa está muito linda. Do jeito que ela estava, muito feia, toda quebrada e detonada”, detalha. Para ela, a nova fase será marcada por mais tranquilidade. O projeto da casa de Nilzete priorizou tornar o ambiente livre de riscos à saúde. As melhorias incluíram a troca de todas as esquadrias, instalação de revestimento cerâmico no piso em todos os ambientes e nas paredes do banheiro, na pia da cozinha e no tanque. Houve também a criação de um novo quarto, ampliação da sala/cozinha e a troca de toda a instalação elétrica. O sentimento que define a reforma da casa da diarista Josiane Guimarães, 46, é gratidão. Ela recebeu o imóvel no Dia das Crianças de 2011 e se mudou no dia 13 de outubro daquele ano. Mora apenas com o filho e conta que a residência, antes muito simples, precisava de melhorias. Segundo ela, o projeto da reforma atendeu às necessidades da família. “Como somos só eu e meu filho, não aumentaram, mas ficou mais do que eu esperava. “Minha parte preferida é a pedra da cozinha. Nem sabia que ia ter isso. Estou muito feliz, muito mesmo”, destaca. A melhoria envolveu a substituição de portas e janelas, revisão do telhado e do forro, aplicação de revestimento cerâmico em todo o piso, instalação de revestimento cerâmico na cozinha, reboco e pintura dos muros internos, execução do contrapiso na área externa, reparo das caixas de esgoto, sabão e gordura, além da revitalização da fachada e pintura do portão.

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Novo Pdot planeja áreas para moradias dignas, acessíveis e inclusivas

  Moradia digna é um direito de todos, mas uma realidade distante de muitos. No Distrito Federal, o déficit habitacional atinge mais de 100 mil pessoas, conforme os dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Por isso, a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) tem como meta principal assegurar esse direito à população, transformando o cenário para tornar o território mais acessível, integrado e inclusivo. “A busca por moradias é central para o Pdot. Por isso, suprir o déficit habitacional e priorizar a população de baixa renda estão entre as maiores necessidades, identificando onde essas moradias podem ser construídas e como essas áreas serão usadas para atender a demanda habitacional”, explica o coordenador de Planejamento Territorial e Urbano da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Mário Pacheco. Isso é possível com um Plano Diretor analisando o Distrito Federal de forma estratégica, trazendo mudanças importantes sobre como o solo é usado e como a habitação é planejada, considerando as diferentes realidades e necessidades da população. “O Pdot busca um Distrito Federal mais socialmente justo para todos, começando pela moradia. Ele analisa detalhadamente o território, desenvolve propostas personalizadas para cada região e propõe ainda um ‘zoneamento inclusivo’ para promover a construção de moradias acessíveis a todos”, detalha o coordenador. Para isso, o Pdot apresenta várias formas de oferecer moradia, considerando que cada família e cada local do DF têm suas próprias características e necessidades. A ideia é aproveitar o que já existe de infraestrutura, crescer com planejamento e adotar soluções sob medida nas regiões. O Pdot apresenta várias formas de oferecer moradia, considerando que cada família e cada local do DF têm suas próprias características e necessidades | Foto: Divulgação/Seduh-DF Confira as formas de moradia propostas: I – Em bens imóveis (terrenos e construções): Essa parte se refere às moradias físicas, ou seja, onde a pessoa vai de fato morar. Podem ser: - Imóveis prontos: são casas ou apartamentos que já estão construídos. O governo pode comprar imóveis prontos ou recebê-los como parte de acordos (como contrapartidas de empreendedores) e destiná-los às famílias que precisam. É uma forma rápida de oferecer moradia, especialmente em áreas que já têm toda a infraestrutura e serviços. - Lotes urbanizados: são terrenos com toda a infraestrutura básica, como ruas, água, esgoto e luz. A construção da casa em si é responsabilidade da família ou de programas específicos. As famílias constroem suas casas de acordo com suas possibilidades e necessidades, de forma gradual e segura, dentro de um loteamento regularizado. II – Por meio de serviços: Define que o apoio à moradia pode vir também em forma de serviços, não apenas entregando um imóvel. Pode ser de três formas: - Locação social: é um tipo de aluguel subsidiado ou com condições especiais para famílias de baixa renda; - Assistência técnica de habitação de interesse social: é um serviço de apoio técnico (arquitetos, engenheiros) oferecido gratuitamente ou a baixo custo para famílias de baixa renda; - Moradia emergencial: solução rápida e temporária para famílias que perderam suas casas devido a desastres naturais, incêndios ou outras situações de emergência. “Ao combinar a oferta de imóveis prontos ou terrenos urbanizados com serviços como locação social, priorizando o uso inteligente do território, o Pdot busca garantir que mais famílias do Distrito Federal tenham acesso a um lar seguro e digno”, destaca Mário Pacheco. Oferta de Habitação de Interesse social Outra estratégia do Pdot diz respeito as áreas de Oferta de Habitação de Interesse Social, que são locais específicos no DF onde é prioritário promover a moradia para pessoas de baixa renda. O Plano Diretor as identifica para direcionar políticas públicas, incentivar a produção de moradias acessíveis e dignas. “O Pdot prevê provisão habitacional por vários meios. Um deles é o da Oferta de Habitação de Interesse Social, que nesse Plano Diretor está sendo proposto em áreas vazias, localizadas na área urbana consolidada, ou nas áreas adjacentes à cidade já consolidada”, informa o coordenador.     Confira as propostas: I – Vazios urbanos São terrenos vazios ou subutilizados, localizados em áreas que já possuem infraestrutura urbana, como água, esgoto, energia e transporte. A escolha é para aproveitar esses espaços para produção de novas moradias de interesse social e preencher a área urbana consolidada de forma sustentável, evitando a expansão desordenada e promovendo a inclusão social. II – Desenvolvimento Prioritário São áreas localizadas nas bordas das cidades ou em RAs em desenvolvimento, que podem ser planejadas para a criação de novos núcleos habitacionais, especialmente para atender à demanda futura e evitar a ocupação desordenada do território. Exemplos de novas áreas de Oferta Habitacional de Interesse Social - QNR 2 a 5 (Sol Nascente/Pôr do Sol) - Pôr do Sol (Sol Nascente/Pôr do Sol) - Expansão de Santa Maria (Santa Maria) - Kanegae (Riacho Fundo) - Serrana (Sobradinho) Como não se pode aplicar a mesma solução para todos os lugares, as propostas de habitação foram pensadas para cada porção do território, considerando a realidade de cada região administrativa (RA) e das Unidade de Planejamento Territorial (UPT) – grupos de RAs formados para organizar o planejamento e a gestão da oferta habitacional do DF. Para isso, foram levadas em conta características socioeconômicas, ambientais e urbanísticas, como: áreas vazias ou subutilizados com infraestrutura existente; terrenos sem uso ou prédios abandonados que seriam aproveitados; a qualidade e disponibilidade de serviços básicos; a presença de áreas de risco, assentamentos informais, ou a necessidade da população. “O objetivo é uma abordagem direcionada. Por exemplo, em uma região com grande demanda por moradia social e muitos vazios, a proposta pode ser a criação de novas Áreas de Habitação de Interesse Social. Já em outra, onde há edificações subutilizadas e infraestrutura instalada, a proposta foi de promover programas habitacionais ou estratégias como o zoneamento inclusivo”, explica Mário Pacheco. Zoneamento inclusivo O zoneamento é a forma como a cidade é dividida em "zonas" com regras específicas de uso e ocupação do solo. Já o zoneamento inclusivo é um instrumento trazido para o novo Pdot que busca usar essas regras para promover a inclusão social e o direito à moradia. Nas áreas onde incidir o zoneamento inclusivo, quando for implantado um novo empreendimento habitacional, ele deve destinar uma porcentagem das habitações para classes sociais de interesse social. “O destaque da proposta é que as áreas abrangidas pelo zoneamento inclusivo sejam dotadas de infraestrutura já instalada e próximas de corredores de transporte público”, pontua Mário Pacheco. São locais que, após análise, foram identificados como estratégicos para a produção de moradia de interesse social, complementando as áreas de Oferta de Habitação de Interesse Social. Podem ser para renovação urbana, requalificação ou com características específicas que as tornam aptas para esse fim. “É uma mudança de paradigma. Em vez de apenas orientar o que pode ser construído, o zoneamento inclusivo busca induzir e direcionar o desenvolvimento para a produção de moradia social”, pontua o coordenador de Planejamento Territorial e Urbano. Isso é feito através de ferramentas urbanísticas que permitem: - Construir mais ou mais alto, tornando a construção de moradias sociais mais viável e econômica. - Autorizar uma maior concentração de pessoas para residir nas áreas delimitadas pelo zoneamento inclusivo. - Incentivar que os prédios tenham tanto moradias quanto comércios ou serviços no térreo, criando áreas mais dinâmicas e que atendam às necessidades dos moradores. - Utilizar instrumentos de política urbana, como a Outorga Onerosa do Direito de Construir, prevista no Estatuto da Cidade, para financiar a habitação de interesse social. - Demandar que parte dos novos empreendimentos residenciais de grande porte seja destinada à habitação social. “Com essas medidas, o novo Pdot pretende transformar o DF em um lugar onde o direito à moradia digna seja uma realidade para todos, combatendo as desigualdades e tornando a cidade mais equitativa e integrada”, conclui o coordenador de Planejamento Territorial e Urbano da Seduh. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento de Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF)

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Manifestação de interesse para empreendimentos em Santa Maria é reaberta

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) reabriu, nesta segunda-feira (16), a manifestação de interesse para o Residencial Safira e o Residencial Turmalina, localizados em Santa Maria, nas quadras 104 e 110. O procedimento deve ser realizado, exclusivamente, pelo aplicativo Codhab Cidadão. O Residencial Safira e o Residencial Turmalina terão um total de 178 imóveis, cada um com 42,88 m² | Imagem: Divulgação/Codhab É fundamental que o candidato esteja com sua situação cadastral na companhia indicada como "Habilitado - documentação aprovada”. Ambos os empreendimentos são voltados às famílias com renda mensal entre R$ 1.800 e 12 salários mínimos.  [LEIA_TAMBEM]Para demonstrar o interesse, o candidato precisa acessar a aba de “notificações” do aplicativo. Se não conseguir, é porque não se encaixa nos requisitos dos empreendimentos. Os dois edifícios oferecem 89 unidades habitacionais, totalizando 178 imóveis, cada um com 42,88 m². Os apartamentos terão dois quartos, sala, cozinha, área de serviço e banheiro, o que proporcionará conforto e funcionalidade aos moradores.  O procedimento de manifestação visa agilizar o processo de indicação das unidades habitacionais, gerando uma oportunidade importante para as famílias que atendem aos critérios do programa habitacional. *Com informações da Codhab

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Programa Morar Bem tem 471 novos candidatos habilitados

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) anunciou, nesta quarta-feira (4), a habilitação de 471 novos candidatos no Programa Morar Bem. Agora, essas pessoas passam a integrar oficialmente a demanda ativa por moradia no Distrito Federal. As pessoas habilitadas no Programa Morar Bem podem ser indicadas para empreendimentos habitacionais do GDF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O candidato precisa cumprir os critérios exigidos pela Lei nº 3.877/2006, para ser habilitado. A documentação é analisada e, após a aprovação, o participante fica apto a ser indicado para os empreendimentos habitacionais do programa. Para saber se você está entre os habilitados, basta acessar o aplicativo Codhab Cidadão e verificar sua situação cadastral. O processo é rápido e pode ser feito diretamente pelo celular. Atenção ao cadastro: ele é o seu canal com a Codhab [LEIA_TAMBEM]Após a habilitação, é essencial que o candidato acompanhe regularmente a situação cadastral pelo aplicativo Codhab Cidadão. A indicação para um empreendimento depende da atualização constante de informações como renda, composição familiar e endereço. Esses dados são fundamentais para garantir que a indicação ocorra corretamente e dentro dos critérios do programa. Além disso, as notificações com convocações e prazos são feitas diretamente pelo aplicativo. Como se inscrever As inscrições para o Morar Bem seguem abertas o ano inteiro, tanto no site www.codhab.df.gov.br quanto pelo aplicativo Codhab Cidadão. Quem tiver dificuldades pode buscar atendimento presencial em um dos postos. O processo é simples, mas exige atenção: além de preencher os dados corretamente, é preciso mantê-los sempre atualizados para que o cadastro permaneça válido. *Com informações da Codhab-DF

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Moradores do Gama ganham quadra poliesportiva reformada pelo Adote uma Praça

Agência Brasília · MORADORES DO GAMA GANHAM QUADRA POLIESPORTIVA REFORMADA PELO ADOTE UMA PRAÇA O governador Ibaneis Rocha inaugurou, nesta sexta (30), uma quadra poliesportiva no Gama. A reforma do equipamento público faz parte de um conjunto de benfeitorias feitas na Quadra 3 da região administrativa, por meio do programa Adote uma Praça, coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe). A urbanização foi feita por uma construtora parceira do Governo do Distrito Federal (GDF), sem custos para o poder público. De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o principal objetivo do Adote uma Praça é aproximar a administração pública de entidades privadas em benefício da população: “Os empresários investem nesse programa para embelezar e trazer conforto para as famílias. O que nós pedimos é que esse investimento não seja só para o privado, mas que atenda toda a cidade, e é isso que acontece aqui. Então, é um projeto vitorioso no Distrito Federal e a gente tem que incentivar os empresários a cada vez mais melhorar os ambientes da nossa cidade.”  Ibaneis Rocha: "Os empresários investem nesse programa para embelezar e trazer conforto para as famílias" | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Além da quadra, foram recuperados outros equipamentos e estruturas, como a instalação de uma nova parada de ônibus e a pintura de faixas de pedestres, reforçando a segurança viária e a mobilidade urbana. A área adotada, que tem aproximadamente 13.660 m², está ao redor de prédios residenciais. “Aqui nesse espaço, temos três blocos com 432 apartamentos no total. A Quadra 3 do Setor Central do Gama tem 16,5 mil m² e foi toda urbanizada pela construtora Conbral por meio do programa Adote uma Praça, que vai beneficiar não só os moradores do residencial, como toda a comunidade. O termo de compromisso foi assinado em 2020 e o valor investido por nós, para execução do projeto, soma R$ 2 milhões. Todo o empreendimento é sustentável”, acrescentou o sócio e diretor-técnico da Conbral Engenharia, Paulo Muniz.  O termo de adoção tem vigência até abril de 2026. A proposta apresentada pela empresa inclui a manutenção da quadra poliesportiva, de pergolados, de um parquinho de areia, de academias ao ar livre, ciclovia, faixas de pedestres, jardins e estacionamento. A Quadra 3 do Setor Central do Gama tem 16,5 mil m² e foi toda urbanizada | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O Adote uma Praça estimula a manutenção de áreas urbanas por meio de parcerias com a iniciativa privada e a sociedade civil, promovendo o cuidado, a requalificação e a preservação dos espaços públicos. A proposta incentiva a apropriação cidadã desses locais, tornando-os ambientes de convivência e bem-estar para a população. De acordo com o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, desde a implementação, em 2019, o programa tem transformado o Distrito Federal. “Estamos falando de um investimento superior a R$ 50 milhões e mais de 140 espaços adotados pelo setor privado, que hoje fazem parte do desenvolvimento das cidades”, acrescentou o chefe da pasta.  Até o momento, são 440 propostas de adoção recebidas para renovar espaços em 24 regiões administrativas. A adesão pode partir de empresas, com reformas em áreas próximas a empreendimentos – desde que não utilizem o espaço para promoção publicitária –, ou pessoas físicas. Cada iniciativa é analisada pela Sepe e as administrações regionais. Comunidade satisfeita Raimundo Oliveira Filho: "As pessoas, sobretudo da minha faixa etária, precisam se exercitar. Quando nos deparamos com uma estrutura novinha assim, é muito gratificante" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Acompanhando as transformações no Gama ao longo das décadas, o aposentado Raimundo Oliveira Filho, 68 anos, está entusiasmado com o avanço no local. “Minha família se mudou para cá em 1960 e a gente acompanha esse quadro evolutivo. Essa entrega é mais um exemplo de que a cidade segue conservada e avançando”, comenta o aposentado, animado para usar a nova quadra. “As pessoas, sobretudo da minha faixa etária, precisam se exercitar. Quando nos deparamos com uma estrutura novinha assim, é muito gratificante”, diz. Recém-chegado ao prédio localizado na Quadra 3, o psicólogo Edson Almeida, 44 anos, também aprovou as mudanças. “Esse espaço coletivo com certeza foi algo que me chamou atenção. É muito positivo para todos. Manter tudo bem cuidado e limpo faz a diferença”, afirma.  Carol Araújo destaca que o novo espaço fortalece o senso coletivo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Para a arquiteta Carol Araújo, 25 anos, o novo espaço fortalece o senso de comunidade. “É uma área com muitos espaços verdes, onde conseguimos socializar e relaxar. Tenho uma sobrinha que brinca bastante aqui embaixo e, agora, com a quadra, vai ser ainda melhor para ela se divertir”, comemora. Já o vigilante Lázaro Junior Chaves, 24 anos, destaca que pretende aproveitar a nova infraestrutura sempre que possível. “Moro perto e sempre passo por aqui. Vai ser ótimo usar o espaço quando estiver disponível e eu conseguir uma folga do trabalho”, planeja. Desenvolvimento e expansão  [LEIA_TAMBEM]Depois de tantos investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) no Gama, como construção de creche pública e unidades de saúde e manutenção de vias e espaços públicos, é natural que a procura pela cidade aumente. A previsão é que o Gama, que hoje tem mais de 133 mil moradores, abrigue ainda mais gente. Essa expansão, segundo o governador Ibaneis Rocha, será tema de discussões pelos próximos meses. “Uma das áreas que estão sendo regularizadas e que vão servir como expansão no Gama é a região da Ponte Alta, que hoje tem muitas invasões, com muitas casas construídas já. A gente tem que dar um jeito de regularizar as que já existem e também abrir o caminho para que o privado possa investir no setor imobiliário, gerando emprego, renda e desenvolvimento para a cidade”, pontuou Ibaneis Rocha.

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Audiência pública virtual apresenta informações sobre o Projeto Moradia Primeiro nesta sexta (30)

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promove, nesta sexta-feira (30), às 14h30, uma audiência pública virtual para a apresentação do Projeto Moradia Primeiro. O evento visa esclarecer detalhes do edital do projeto, que vai selecionar entidade parceira responsável por oferecer moradia apoiada a pessoas em situação de rua no Distrito Federal.  "O Programa tem como objetivo integrar e complementar o atendimento a pessoas em situação de rua, com foco na parcela mais vulnerável que não é contemplada pelas políticas tradicionais de assistência social e habitacional", destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. "Essa iniciativa representa uma das respostas deste Governo do Distrito Federal às demandas específicas desse público." O Projeto Moradia Primeiro será realizado por meio da Sedes-DF em parceria com Organização da Sociedade Civil (OSC), com foco em pessoas em situação de rua que enfrentam agravos de saúde mental | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Instituído pela Portaria nº 453/2024 do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o projeto oferece moradia subsidiada individual, acompanhada de suporte socioassistencial, para pessoas em situação crônica de rua no Distrito Federal. A duração inicial da parceria é de seis meses, com a possibilidade de extensão para até cinco anos. A iniciativa é fundamentada nos princípios e na metodologia do Housing First/Moradia Primeiro. O projeto é voltado para pessoas em situação de rua que enfrentam agravos de saúde mental, incluindo aqueles relacionados ao uso de drogas. A prioridade é dada àquelas pessoas com um histórico mais extenso de vivência nas ruas e que estão expostas a situações de violência, ameaças de morte e vulnerabilidades complexas. A participação no projeto é voluntária, permitindo que os beneficiários se vinculem de forma consciente e desejada. As pessoas e famílias beneficiárias serão selecionadas por equipes técnicas locais, com base em critérios estabelecidos no projeto. Além disso, o público poderá acessar os serviços por meio de encaminhamentos do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), dos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop), do Consultório na Rua, dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e de outros órgãos de proteção social. [LEIA_TAMBEM]O serviço será realizado por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social em parceria com Organização da Sociedade Civil (OSC), que será responsável por desenvolver as atividades previstas no edital do projeto, devendo possuir experiência em atendimento a pessoas em situação de rua. Inscrição  As organizações interessadas devem entregar suas propostas, conforme os modelos do Edital, em formato digitalizado em pen drive, na Gerência de Protocolo da Sedes, no SEPN da 515 Norte, no dia 27 de junho de 2025, das 8h às 12h e de 14h às 18h. No ato da entrega, será feita a impressão de uma ficha de identificação que descreve os arquivos e os dados da OSC. Após a entrega, o pen drive deve ser colocado em um envelope lacrado com a ficha colada no verso. A Cerimônia de Abertura dos Envelopes ocorrerá no mesmo dia, às 18h30, onde as propostas serão conferidas pela Comissão de Seleção. O resultado provisório das propostas será divulgado em até 30 dias após o recebimento. As instituições selecionadas serão convocadas a apresentar documentos de habilitação após a conclusão do processo de seleção. *Com informações da Sedes-DF  

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GDF investe R$ 30 milhões para auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade na compra de material de construção

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou mais um programa de apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. Nesta quinta-feira (29), o governador Ibaneis Rocha sancionou o projeto de lei de autoria do Executivo que institui o Programa Material de Construção, a ser gerido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Trata-se de um auxílio financeiro no valor de R$ 15 mil para que pessoas desabrigadas em situação de emergência ou que estejam passando por estado de calamidade possam adquirir materiais de construção civil.  O governador Ibaneis Rocha disse, nesta quinta (29), que o Programa Material de Construção é mais uma ação para garantir moradia digna para as famílias em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O programa visa atender as necessidades emergenciais decorrentes de incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de áreas de risco. As situações emergenciais serão devidamente atestadas pela Defesa Civil em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Serão investidos R$ 30 milhões por este GDF até o final deste ano. As pessoas atingidas pelos incêndios na Quadra 406 do Recanto das Emas, em fevereiro e abril deste ano, serão as primeiras a serem cadastradas no programa. Serão beneficiadas 198 famílias que ganharam lotes urbanizados no Residencial Tamanduá.  O governador Ibaneis Rocha lembrou que a ideia do benefício surgiu exatamente na época dos incêndios que atingiram a região no Recanto das Emas, conhecida como Favelinha. “Nós levamos todo o pessoal de governo para dar toda a assistência àquelas famílias e tentar minimizar a dor de cada um. Quando chegou a solução de transferir essas famílias para um lugar definitivo me ocorreu a ideia de como essas pessoas iam construir a casa. Chamei o Marcelo [Fagundes, presidente da Codhab] e falei ‘vamos criar o Cartão Material de Construção’, com isso vamos dar dignidade a essas famílias”, afirmou.  O chefe do Executivo pontuou que essa é mais uma ação para garantir moradia digna para as famílias, que já contam com o Programa Morar DF, um subsídio de R$ 15 mil para dar entrada na casa própria. “Hoje, graças a Deus, tudo que é construído a gente consegue colocar na mão das pessoas que precisam de moradia”. De acordo com o governador, a previsão é que, em 2026, sejam destinados recursos na ordem de R$ 50 milhões. A segunda etapa deve contemplar Santa Luzia, na Estrutural, que está em fase de estruturação da infraestrutura e do saneamento básico. “Ano que vem queremos fazer a entrega para a comunidade de Santa Luzia, onde há também moradias muito precárias. Vamos entregar para cada um deles dignidade e a solução de um problema de pelo menos 30 a 40 anos”, anunciou. “Esse é um governo que se compromete. No dia em que estive no local dos incêndios, no Recanto das Emas, o governador já havia me falado qual seria a solução para aquela situação. E hoje isso se materializa para auxiliar essas famílias em situação de muita vulnerabilidade para construir suas casas. Todos esses benefícios que temos no governo hoje dão dignidade para a população do Distrito Federal”, pontuou a vice-governadora Celina Leão. Concessão do benefício “Esse projeto está vindo numa hora valorosa para dar dignidade a essas famílias”, afirma a líder comunitária Maria de Fátima Borges | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A iniciativa busca dar resposta rápida e efetiva às necessidades habitacionais emergenciais da população mais vulnerável, promovendo reconstrução com dignidade e segurança. “Estamos falando de um cartão que vai beneficiar aqueles que mais precisam, e precisam muito. Não estamos falando de entregar tijolo, telha e prego, estamos falando de afago, abraço amigo, cuidado e zelo com as pessoas, sobretudo no momento de desespero”, destacou o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. Serão beneficiadas famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos, que comprovem residência no Distrito Federal nos últimos cinco anos. O auxílio financeiro será concedido aos beneficiários uma única vez por meio de cartão a ser operado pelo Banco de Brasília (BRB). Os materiais poderão ser adquiridos nas empresas credenciadas a partir da lista de itens a ser publicada no site da Codhab. A regulamentação completa do programa será publicada nos próximos dias. Moradora da Quadra 406 do Recanto das Emas, a dona de casa e liderança comunitária Maria de Fátima Borges, 54 anos, comemorou o lançamento do programa. Ela diz que será um auxílio para que eles possam construir suas casas nos lotes do Residencial Tamanduá. “Nossa comunidade foi atingida por incêndios. Muitos perderam tudo. É muito frustrante ter que ficar levantando barraco em curto prazo”, disse. “Esse projeto está vindo numa hora valorosa para dar dignidade a essas famílias”. "Acredito que o programa vai permitir uma casa própria de estrutura", diz Benvinda Pereira da Silva | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Essa também é a expectativa da dona de casa Benvinda Pereira da Silva, 63 anos. “Nos últimos meses, tive a perda total do meu barraco. Toda vez precisamos reunir restos de obras para termos o nosso lar. Acredito que o programa vai permitir uma casa própria de estrutura”, comentou. Além de beneficiar a população, o auxílio financeiro também ajudará a movimentar a economia local. “O setor produtivo agradece este olhar cuidadoso, não só com o social, mas privilegiando e prestigiando nossos empreendedores das nossas regiões administrativas. Quando a gente pensa, há algum tempo atrás as compras públicas eram feitas em grandes ordens. Hoje, com esses programas, o governo prestigia os empreendedores, desde o MEI até as empresas”, destacou a superintendente do Sebrae-DF, Rose Rainha. Mais dignidade O Material de Construção junta-se a outras ações deste GDF que visam levar mais dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade, como o Programa Melhorias Habitacionais.  [LEIA_TAMBEM]Essa iniciativa também destina-se às famílias de baixa renda, asseguradas pela Lei Federal nº 11.888/2008, que têm direito à assistência técnica pública e gratuita de profissionais de arquitetura, urbanismo e engenharia para o projeto e a construção de habitação de interesse social.  Com reconstruções, reformas e ampliações de residências, o objetivo é promover dignidade e qualidade à casa e ao espaço público, alcançando aspectos de salubridade, acessibilidade e segurança. O serviço, também desenvolvido pela Codhab, contempla ações vinculadas à promoção da habitabilidade, como o padrão mínimo da edificação, qualidade de iluminação e ventilação, bem como ações para a requalificação do espaço público. Desde 2019, mais de 190 famílias foram beneficiadas com o Melhorias Habitacionais, com um investimento total que ultrapassa R$ 6,3 milhões. Para além das melhorias habitacionais, o GDF alcançou a marca de 10.193 apartamentos entregues desde 2019, beneficiando 40.772 pessoas. Itapoã Parque e São Sebastião são as duas regiões com maior número de novas moradias — 6.208 e 1.904, respectivamente.  Em seguida, vem o Sol Nascente, com 838 apartamentos. A previsão é que este número seja ainda maior nos próximos meses. Em setembro do ano passado, o governador Ibaneis Rocha assinou o contrato de construção de um novo residencial na região. Com investimento superior a R$ 94,5 milhões, o empreendimento será erguido na Quadra 105 do Trecho 2 e terá capacidade para abrigar 556 novas unidades habitacionais. A expectativa é que mais de 2,2 mil pessoas sejam beneficiadas com os apartamentos. *Colaborou Thaís Miranda

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