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Obra na Avenida Bernardo Sayão interrompe temporariamente a via de acesso a condomínios

Atenção, moradores dos condomínios, lojistas e comerciantes da Avenida Bernardo Sayão, na Colônia Agrícola do Guará Park: a partir desta segunda-feira (20), será interditada a via de acesso aos condomínios da Chácara 60 para a instalação de uma caixa de passagem em concreto armado. O acesso será feito pela via que passa pela Prefeitura do Guará Park.  Essa nova estrutura será responsável por receber as duas redes provenientes dos condomínios, direcionando-as para a bacia de detenção e, assim, eliminando os recorrentes alagamentos na avenida durante períodos chuvosos. As atividades seguem diariamente, das 7h às 17h, com sinalização adequada e acompanhamento técnico permanente, garantindo a segurança de trabalhadores e usuários da via. 

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Ponte JK terá faixas interditadas nesta quinta-feira (9)

Nesta quinta-feira (9), a faixa direita da Ponte JK no sentido Lago Sul será interditada. Pela manhã, das 9h30 às 11h30, ficará fechada a faixa da direita no sentido Lago Sul. Já à tarde, das 14h às 16h30, a interdição será no sentido contrário: na faixa da direita, no sentido Plano Piloto. A orientação aos condutores é optar por caminhos alternativos, passando pelas pontes Honestino Guimarães ou das Garças, a fim de evitar congestionamentos na Ponte JK.

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GDF na Sua Porta: Samambaia recebe pacote de obras que reforçam infraestrutura urbana

A Novacap mantém em andamento um conjunto de obras e serviços em Samambaia que promete transformar a infraestrutura urbana e ampliar os espaços de convivência da população. As intervenções integram o programa GDF na Sua Porta e somam mais de R$ 12,5 milhões em investimentos destinados à recuperação de equipamentos públicos, melhorias viárias e ampliação das áreas de lazer.  Entre os serviços executados pela Diretoria de Obras está a reforma e construção de calçadas na 1ª Avenida Norte. As equipes concluíram a concretagem do passeio público em um dos trechos e iniciaram uma nova frente de serviço. A obra é orçada em R$ 3,12 milhões. Diretoria de Cidades da Novacap está empenhada na construção de 60 parquinhos | Foto: Divulgação/Novacap “Nosso compromisso é com o dia a dia de quem vive na cidade” André Vaz, diretor de Obras da Novacap   Também seguem em andamento os trabalhos de reposição e instalação de meios-fios, com investimento de R$ 87,5 mil, além da reforma e desobstrução de bocas de lobo, serviço essencial para melhorar o escoamento das águas pluviais e reduzir os riscos de alagamentos, com aporte de R$ 300 mil. “Nosso compromisso é com o dia a dia de quem vive na cidade”, afirma o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz. Espaços de integração Já a Diretoria das Cidades coordena a recuperação e instalação de equipamentos de lazer e convivência. O maior investimento está na reforma e reconstrução de 60 parquinhos infantis, que recebem recursos de mais de R$ 3 milhões. Parte dos equipamentos já se encontra em fase de fabricação. [LEIA_TAMBEM]As ações também contemplam a manutenção de bases de pontos de encontro comunitário (PECs), recuperação de equipamentos de ginástica e implantação de novos mobiliários urbanos. Somadas, as iniciativas ultrapassam R$ 6,3 milhões em investimentos. “Os equipamentos públicos são espaços de encontro e integração social”, pontua o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “A recuperação de parquinhos, PECs e áreas de convivência permite que crianças, jovens e idosos tenham ambientes adequados para lazer, esporte e convivência, promove o bem-estar e pertencimento à cidade.”  Morador de Samambaia há mais de duas décadas, o motorista de aplicativo José Carlos Ferreira, de 48 anos, comemora: “Quando a gente vê uma calçada nova, os parquinhos recuperados e os espaços públicos recebendo melhorias percebe que a cidade recebe cuidados. Essas obras fazem diferença no dia a dia de quem mora aqui e ajudam a valorizar o bairro”.   *Com informações da Novacap

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Aprovado projeto de requalificação para trecho do Setor de Clubes Sul

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) aprovou o projeto de paisagismo e sistema viário para o Trecho 2 do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), no Plano Piloto. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), por meio da Portaria nº 63. A proposta contempla a qualificação de uma área pública da região, com 84.371,73 metros quadrados, por meio de intervenções voltadas à reorganização do sistema viário, à melhoria da acessibilidade e à valorização dos espaços livres. Paisagismo, sustentabilidade e fluxo ordenado O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres. Por se tratar de uma região que movimenta a cultura na cidade, com shows e outras apresentações, estão incluídas novas calçadas, travessias seguras e a integração entre diferentes áreas do setor, favorecendo a circulação e o uso mais qualificado do espaço urbano por pedestres. O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres | Foto: Divulgação/Seduh-DF A reorganização dos estacionamentos inclui a adequação de áreas já existentes e a criação de novos espaços públicos, ampliando e ordenando a oferta de vagas. Ao todo, estão previstas 694 vagas permanentes, sendo 36 destinadas a idosos e 16 a pessoas com deficiência, além de 912 vagas eventuais, ampliando a capacidade para até 1.606 vagas em períodos de maior demanda devido aos eventos realizados na região. O projeto também contempla 74 vagas para motos e 80 para bicicletas, incentivando diferentes modais de transporte. No campo do paisagismo, a proposta contempla a criação de áreas ajardinadas, além de espaços sombreados. Também estão previstas soluções de drenagem sustentável, como áreas permeáveis e jardins de chuva, que auxiliam na absorção das águas pluviais. O plano também inclui a instalação de mobiliário urbano, com bancos e lixeiras, além de estruturas de proteção para a vegetação existente. Próximos aos estacionamentos permanentes, estão previstos bicicletários equipados com paraciclos. Próximos passos Os documentos técnicos do projeto, incluindo o memorial descritivo, serão disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica (Sisduc), conforme os prazos previstos na legislação. Após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, a Seduh comunicará a Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) sobre a aprovação, para dar continuidade às ações no âmbito do Programa Adote uma Praça. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh)

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Com investimento de R$ 2,5 milhões para obras, Centro Olímpico do Paranoá atenderá 5 mil alunos

O Paranoá está prestes a ganhar um novo espaço dedicado ao esporte e à inclusão social com a construção do 13º Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Distrito Federal. A governadora Celina Leão visitou as obras da unidade nesta quinta-feira (16). "São duas etapas [da obra]. A primeira devemos entregar nos próximos dias. E vamos correr com a segunda", destacou Celina Leão. A primeira fase permitiu a geração de 40 empregos. O Centro Olímpico do Paranoá terá pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiuso e piscinas semiolímpicas e infantis, além de vestiários | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O Centro Olímpico do Paranoá terá pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiuso e piscinas semiolímpicas e infantis, além de vestiários. A primeira fase da obra foi conduzida pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e contemplou a construção de guarita, estacionamento, administração e campo sintético, com alambrado de 49 metros por 29 metros. O setor administrativo do espaço vai contar com salas de apoio, sala de aula, copa, sala de reuniões, sala de coordenação, sala de professores e áreas de convivência. Além disso, a infraestrutura será completada com drenagem, caixa d’água de 30 mil litros, pórtico de entrada com bicicletário, instalações elétricas e hidráulicas e estruturas de acessibilidade, como rampas, calçadas e estacionamento. O DF possui 12 unidades de centros olímpicos e paralímpicos, onde são atendidos 16.557 alunos, distribuídos em 32 modalidades. O COP do Paranoá tem sido erguido em um ponto estratégico, onde há crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade.

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GDF lança mais um empreendimento no Recanto das Emas com 7 mil unidades para habilitados no Morar Bem

O Recanto das Emas vai ganhar mais um empreendimento habitacional erguido por este Governo do Distrito Federal (GDF). O Reserva do Parque, lançado neste sábado (28) pelo governador Ibaneis Rocha, prevê a construção de 7.020 apartamentos distribuídos em 13 condomínios verticais. Coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), o projeto contará com um investimento de mais de R$ 1 bilhão para construir as unidades e levar infraestrutura urbana ao local.  “Fizemos um levantamento sobre projetos habitacionais em andamento nas mais diversas cidades, além daqueles que já estão com projetos avançados para serem lançados nos próximos cinco anos”, declarou o governador Ibaneis Rocha, durante a entrega das unidades habitacionais. Governador visita o condomínio: “Hoje, com essas parcerias e o apoio do governo federal, conseguimos dar moradia de qualidade às famílias, em condomínios fechados, com toda a infraestrutura no Recanto das Emas, onde temos investido continuamente” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ibaneis aproveitou para falar mais sobre o planejamento do GDF: “Temos quase 100 mil imóveis a serem entregues no Distrito Federal. Se isso acontecesse de uma vez só, acabaríamos com a fila da Codhab imediatamente. Mas sabemos que as famílias crescem, os filhos precisam, e então é necessário mais moradia. Hoje, com essas parcerias e o apoio do governo federal, conseguimos dar moradia de qualidade às famílias, em condomínios fechados, com toda a infraestrutura no Recanto das Emas, onde temos investido continuamente”. Interior de um apartamento decorado: unidades terão dois quartos e suíte, com duas escolhas de metragem   Os apartamentos serão destinados a candidatos habilitados no programa Morar Bem, com renda familiar entre R$ 5 mil e 12 salários mínimos. Os beneficiários poderão contar com subsídios do Morar DF e do Minha Casa, Minha Vida. O empreendimento será construído às margens da BR-060 com a DF-001, em área de fácil acesso no Recanto das Emas. “O governo oferece opção legal, com preço justo e subsidiado, resolve a demanda de quem precisa de imóvel e ainda ajuda a organizar a cidade, evitando novas invasões e o crescimento desordenado” Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab Segundo a Codhab-DF, esse empreendimento, executado em parceria com entidades habitacionais, representa investimento superior a R$ 1 bilhão e prevê 7.020 unidades. Nesta etapa, 7 mil moradias serão lançadas no Recanto das Emas.    “É um projeto para a faixa 2, para aquela classe média que antes morava em áreas irregulares”, explicou o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. “O governo oferece opção legal, com preço justo e subsidiado, resolve a demanda de quem precisa de imóvel e ainda ajuda a organizar a cidade, evitando novas invasões e o crescimento desordenado.” Casa própria, um sonho possível Condomínio Jardim das Rosas: obras começam nesta primeira etapa do empreendimento, para construir quatro torres de 13 pavimentos Nesta primeira etapa, terão início as obras das primeiras 624 unidades do condomínio Jardim das Rosas, organizadas em quatro torres de 13 pavimentos. As unidades terão metragens de 46,36 metros quadrados e 50,11 metros quadrados, com dois quartos, sendo um com suíte. O residencial contará com infraestrutura de lazer e preparação para carregamento de veículos elétricos. A corretora de seguros Weslayne Gonçalo, de 32 anos, fez questão de acompanhar o lançamento do empreendimento que promete mudar a realidade dela e de sua família. “Desde o início eu sempre pensei na nossa segurança”, relatou a futura moradora do Reserva do Parque. “Eu queria no Recanto das Emas algo seguro e completo, com área de lazer. Eu e meu esposo estávamos havia um bom tempo procurando um imóvel, mas nada me chamava a atenção. Desde o momento em que visitamos aqui, a gente se apaixonou.” Fernanda de Olanda elogia o programa do GDF: “O subsídio me auxiliou bastante para decidir comprar o Reserva do Parque; a entrada foi bem-negociada e acessível. Se tiverem mais empreendimentos dessa forma, mais pessoas vão sair do aluguel e conseguir construir o sonho da casa própria”  Esperando o primeiro filho, a consultora de vendas Fernanda Oliveira de Olanda, 32, também comemorava a novidade: “Estou extremamente feliz, porque é a realização de um sonho. Representa mais uma etapa, mais um ciclo concluído na minha vida. O subsídio me auxiliou bastante para decidir comprar o Reserva do Parque; a entrada foi bem-negociada e acessível. Se tiverem mais empreendimentos dessa forma, mais pessoas vão sair do aluguel e conseguir construir o sonho da casa própria”.  Atualmente, este GDF dispõe de mais de 80 mil unidades habitacionais previstas em diferentes regiões administrativas, com previsão de entrega de 20 mil até o fim do ano. No Recanto das Emas, além do Reserva do Parque, o Subcentro soma 2,5 mil unidades em obras, com mil já entregues.  Mais de 13 mil famílias beneficiadas [LEIA_TAMBEM]Entre 2019 e este ano, até agora, foram entregues 13.659 unidades habitacionais em sete regiões administrativas — Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho e Sol Nascente. Considerando a média de quatro pessoas por família, mais de 40 mil pessoas já foram beneficiadas com a política habitacional nesse período. Entre os projetos em andamento estão o Itapoã Parque, com 12.112 unidades, além de empreendimentos em Samambaia, Sol Nascente e Santa Maria. A dona de casa Rita Maria de Sousa Barbosa Melo, 65, vislumbra a possibilidade de valorizar os imóveis na região: “Eu vejo como um grande investimento. Além de estarmos muito próximos de onde moramos atualmente, que é Samambaia, isso aqui valoriza muito a cidade. É muito bom ter esse apoio do governo, porque mais famílias têm onde morar, conseguem comprar sua moradia por um preço que tenha condições de pagar. Fico muito feliz". Moradias dignas Mais cedo, o governador Ibaneis Rocha também participou da entrega de 480 apartamentos no Itapoã Parque. As unidades fazem parte dos condomínios 29, 30 e 32. O empreendimento, executado pela Codhab em parceria com a construtora JC Gontijo, tem investimento de mais de R$ 1,65 bilhão, com recursos do governo federal. Os residenciais contam com áreas comuns, parque infantil, espaço fitness, churrasqueira e estacionamento.  

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Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e transforma rotina escolar em Samambaia

Há três meses, a comunidade escolar de Samambaia comemorou a entrega da nova estrutura da Escola Classe (EC) 425. Com investimento de R$ 14 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a antiga “escola de lata” deu lugar a um prédio moderno, acessível e adequado às necessidades pedagógicas dos estudantes. A unidade, que funcionava em instalações provisórias desde 1991, agora atende 700 alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, um aumento em relação aos 600 que havia antes. Capacidade atual da escola é de aproximadamente 700 estudantes; direção manteve turmas reduzidas para garantir o atendimento a alunos atípicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias” Liliene de Souza, diretora da EC 425 Segundo a diretora da unidade, Liliene de Souza, a nova estrutura representa uma conquista esperada há mais de três décadas. Ela conta que a antiga escola havia sido construída de forma provisória, com blocos de madeira e apenas um pavimento térreo. “Se considerarmos turmas com 30 estudantes, poderíamos atender aproximadamente 1.100 crianças; entretanto, mantemos diversas turmas reduzidas para garantir o atendimento adequado aos nossos estudantes atípicos”, explica a gestora. “Por isso, neste momento, nossa capacidade é de cerca de 700 estudantes.” Estrutura reforçada A escola recebe estudantes da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, da faixa etária dos 4 aos 11 anos. O número de salas aumentou de 15 para 18, o que permitiu abrir cerca de 100 novas vagas. “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias”, ressalta Liliene. Uma quadra de esportes coberta faz parte das novas aquisições da escola Além do aumento de salas de aula, a escola também recebeu quadra de esportes coberta, laboratórios, biblioteca, auditório e estacionamento. Uma das professoras do espaço, Lannuccia Borges, conta que a mudança estrutural da unidade representa uma verdadeira virada de página. Ela relata que trabalha na escola há quatro anos, mas apenas neste ano pôde lecionar em um prédio novo e adequado. Antes da reforma, a realidade era muito diferente.   “Tínhamos uma estrutura bastante precária, que dificultava o nosso trabalho pedagógico e também a aprendizagem das crianças”, afirma. “Não basta o professor planejar e querer fazer um bom trabalho se não houver condições adequadas para isso.” A docente lembra que o termo “escola de lata” surgiu pela precariedade da antiga construção: “Eram janelas quebradas, portas que não fechavam, tetos que caíam quando chovia. As crianças tinham medo, e nós, professores, também, mas precisávamos demonstrar coragem para acolhê-las da melhor forma possível”. Nova realidade Elisete Pereira, professora e mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia: “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares” Mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia, a professora Elisete Pereira descreve o sentimento de impotência diante do cenário antigo. “Era muito triste ver meu filho estudando em um lugar sem segurança, sem conforto, sem uma quadra de esportes, sem espaços adequados”, lembra. “As salas eram quentes, pequenas e mal ventiladas. Como mãe, a gente quer o melhor para os filhos, e era doloroso saber que eles não tinham acesso a uma escola com estrutura digna. Muitas mães compartilhavam esse mesmo sentimento de tristeza e preocupação.” A professora Lannuccia Borges elogia a estrutura do novo prédio: “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender” Hoje, ela vive a realidade completamente diferente da nova EC 425, e com um vínculo ainda mais forte, agora como professora. “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares”, comemora. “Temos acessibilidade para cadeirantes, refeitório, biblioteca, salas amplas e arejadas. É um ambiente acolhedor, bonito, pensado para o aprendizado e o bem-estar das crianças”. Impacto Segundo Lannuccia Borges, a nova estrutura interfere diretamente no aprendizado. “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender”, pontua. “Cada aluno tem seu tempo, mas se o ambiente oferece conforto e recursos, o desenvolvimento é muito mais significativo.” [LEIA_TAMBEM]Com a nova estrutura, os benefícios não se limitam aos alunos. “Estamos todos mais motivados, gestão, coordenação e docentes”, afirma a professora. “Hoje temos salas amplas, arejadas, com armários, televisões e espaços adequados para projetos. Antes, chegávamos e não conseguíamos abrir o armário porque estava estragado. Agora, tudo funciona. Isso nos dá vontade de planejar mais, de inovar nas aulas”. Com obras coordenadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), agora o novo espaço conta com uma área total construída de 4.464,82 metros quadrados, para oferecer mais conforto e qualidade no ensino das crianças. São 18 salas de aula, laboratórios de informática e artes, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, depósito, área de recreação, parquinho e sanitários. A escola tem ainda 30 vagas de estacionamento e uma quadra coberta de 768 metros quadrados. A aluna Beatriz Fonseca, de 10 anos, também comemora o novo espaço de aprendizagem. Entre os novos espaços, ela conta o que mais chama atenção: “A biblioteca, o refeitório e os banheiros. Dá mais gosto vir para uma escola assim, maravilhosa”.  

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Setor de Oficinas Norte recebe obras com foco em mobilidade

O Setor de Oficinas Norte (SOF Norte) está passando por uma série de obras executadas pela Administração Regional do SIA, em parceria com a Novacap e com o programa RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). As intervenções incluem a construção de um novo calçamento, a recuperação de uma quadra e a reforma do balão viário já existente, com o objetivo de melhorar a mobilidade, garantir mais segurança e valorizar os espaços públicos da região. Um dos principais serviços está sendo executado no balão e nas calçadas, que ganharão recursos de acessibilidade | Foto: Divulgação/Administração Regional do SIA  As melhorias fazem parte de um conjunto de ações que buscam transformar a infraestrutura urbana do SOF Norte, oferecendo mais qualidade de vida para moradores, trabalhadores e todos que circulam pelo local diariamente. O novo calçamento vai ampliar a acessibilidade para pedestres, enquanto a recuperação da quadra vai proporcionar um ambiente mais adequado para práticas esportivas e atividades de convivência. Já a reforma do balão contribui para dar mais fluidez ao tráfego de veículos. [LEIA_TAMBEM]O programa RenovaDF também tem papel fundamental nessas entregas, unindo capacitação profissional à melhoria dos espaços urbanos. Os alunos em formação atuam diretamente nas obras, aprendendo na prática e deixando um legado de benefícios para a comunidade. “Estamos promovendo uma transformação importante no SOF Norte, com obras que vão além da infraestrutura: elas representam cuidado com a cidade, estímulo ao desenvolvimento econômico e social e valorização da comunidade local”, afirma o administrador regional do SIA, Bruno Oliveira. “Essas ações são resultado da união de esforços entre governo e programas parceiros.”   *Com informações da Administração Regional do SIA

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Com investimento de R$ 20 milhões, obra de ampliação do pronto-socorro de Brazlândia é retomada

A obra de reforma e ampliação do pronto-socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBZ) foi retomada após ajustes no projeto e liberação da área a ser demolida. Iniciada oficialmente em 2024, a intervenção marca a primeira grande reforma da unidade desde sua construção. O contrato firmado entre a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a empresa Elshaday Engenharia prevê um investimento de R$ 20,2 milhões, com recursos oriundos de emendas parlamentares e do Banco do Brasil. Após ajustes no projeto e liberação da área a ser demolida, obras de reforma e ampliação do pronto-socorro em Brazlândia foram retomadas | Foto: Kiko Paz/Novacap De acordo com o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, a obra representa um avanço significativo para a saúde pública da região. “Ao final, a unidade está apta para aumentar a capacidade de atendimento”, destacou.  [LEIA_TAMBEM]O projeto contempla a ampliação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), além da reforma das unidades de Odontologia Ambulatorial, Análises Clínicas, Agência Transfusional e da subestação elétrica. Também será incluída uma nova Unidade de Cirurgia Ambulatorial. Serão demolidos cerca de 1,3 mil m² de área existente para dar lugar a aproximadamente 10 mil m² de área construída, sendo 2.880 m² de edificações e mais de 6,1 mil m² de novo estacionamento. A área total de funcionamento do hospital também será ampliada de 5 mil m² para 6 mil m². A ampliação do pronto-socorro de Brazlândia é uma ação estratégica para fortalecer a capacidade assistencial da rede pública de saúde. A obra foi planejada para garantir mais segurança, dignidade e qualidade no atendimento aos usuários, além de melhores condições de trabalho para as equipes assistenciais. "Atuamos em parceria com a Novacap para assegurar o cumprimento dos prazos e a conformidade com todas as exigências técnicas e regulatórias de uma estrutura hospitalar”, disse o subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Saúde (SES-DF), Leonídio Pinto Neto. A população local acompanha com expectativa o avanço da obra. “Essa obra vai ser muito importante aqui na região, pois me desloco até Ceilândia ou Taguatinga para ter atendimento. Com ela, serei atendido próximo de casa”, afirma o motorista de transporte escolar, José Amilton de Oliveira, de 65 anos, morador de Brazlândia. *Com informações da Novacap

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Retomada a licitação para construção do Hospital de São Sebastião

Governo do Distrito Federal · RETOMADA A LICITAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DE SÃO SEBASTIÃO A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) retomou  a licitação para construção do Hospital Regional de São Sebastião (HSS). Publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o certame visa à contratação de empresa ou consórcio para elaboração dos projetos básico e executivo de arquitetura e de engenharia, bem como a obtenção de licenças e outras aprovações e execução da obra. Terreno destinado a receber a unidade hospitalar na  AE 05, Área Especial, Alto Mangueiral | Foto: Kiko Paz/Novacap Com capacidade para 100 leitos, o hospital vai ficar na AE 05, Área Especial, Alto Mangueiral. A construção foi anunciada e reforçada pelo governador Ibaneis Rocha em agendas e compromissos, e agora é dado o primeiro grande passo. [LEIA_TAMBEM] “Hoje damos um passo fundamental para fortalecer o atendimento em saúde da região de São Sebastião. A retomada da licitação para construção desse hospital marca o início de um projeto que vai transformar o acesso à saúde para milhares de famílias. Vamos entregar uma unidade moderna e equipada para atender às necessidades da população com dignidade e eficiência”, afirma o subsecretário de Infraestrutura em Saúde da Secretaria de Saúde (SES-DF), Leonídio Pinto Neto. Publicada no ano passado, o edital passou por revisão no Tribunal de Contas do Distrito Federal e, agora, está de volta para que empresas interessadas possam concorrer. Com investimento de R$ 180 milhões, a licitação ocorre em 5 de agosto de 2025. Toda a documentação, o edital e anexos estão disponíveis nos sites www.novacap.df.gov.br e www.gov.br/compras. Estrutura moderna Estrutura do hospital que será construído em São Sebastião incluirá 100 leitos e centro cirúrgico  Dos 100 leitos disponíveis, 60 são dedicados à clínica médica adulta, 30 ao público infantil e dez leitos de UTI pediátrica. Já o centro cirúrgico vai contar com salas, um laboratório de apoio e diagnóstico por imagem, além de ambulatório com consultórios. Em sua estrutura, o futuro HSS vai ter ainda tecnologia avançada e sustentável. A construção está dentro dos moldes de captação de água para irrigação de áreas verdes, com energia solar, placas fotovoltaicas e segurança contra incêndio. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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GDF inicia recuperação asfáltica na Avenida Contorno, na Candangolândia

Para entregar mais conforto e mobilidade para a população, o Governo do Distrito Federal (GDF) está reconstruindo o pavimento asfáltico na Avenida do Contorno, na Candangolândia. O serviço começou com a fresagem do asfalto antigo e, nesta sexta-feira (2), as equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) trabalham na terraplanagem e na preparação do terreno para aplicar a massa asfáltica em um trecho de 1,3 mil metros lineares com largura de 6 metros. Equipes da Novacap preparam terreno para aplicar a massa asfáltica na Candangolândia | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A obra é um pedido antigo da comunidade e abrange desde o setor de chácaras da quadra 4 da Avenida Contorno até o viaduto da Candangolândia. O administrador regional, Marcos Paulo Alves da Silva, afirma que o trecho costumava ser muito movimentado, mas a via ficou tão degradada que os moradores passaram a evitá-la. Com a troca e recuperação da base do asfalto, o ganho é em acessibilidade e qualidade de vida para a população. “O Governo do Distrito Federal está trazendo dignidade, fluidez, embelezamento e a valorização do espaço. E, para muitos moradores da Candangolândia, essa é a rota mais curta para chegar em suas casas, então vai facilitar muito. E também estamos trabalhando na recuperação das calçadas, além do asfalto, para entregar tudo que a população precisa”, destaca. Qualidade de vida "Vai ser bem melhor para chegar nos lugares, inclusive na Igrejinha de Madeira que tem aqui perto e eu gosto tanto", afirma o aposentado Fortunato Ferreira de Souza O aposentado José Alberto Ribeiro, 71, mora há 20 anos na região e conta como era antes da obra chegar no trecho. “Aqui era um local inóspito, com um asfalto fraco. Três ou quatro chuvinhas e a rua já ficava cheia de buracos. Com as obras de agora evoluindo, a população que mora na vila vai ficar feliz pelo avanço na qualidade de vida”, afirma. [LEIA_TAMBEM] Para o aposentado Fortunato Ferreira de Souza, 66, a obra veio em boa hora. Cadeirante, ele tinha muitas dificuldades na hora de se locomover na via degradada. Ele demonstrou animação com a reconstrução da rua: “Estávamos precisando muito e agora chegou, só o ouro. Vai ser bem melhor para chegar nos lugares, inclusive na Igrejinha de Madeira que tem aqui perto e eu gosto tanto”. Formada em pedagogia, Maria Aparecida dos Santos, 45, reforça as boas expectativas para quando a obra estiver finalizada. “Estava bem ruim, cheio de buracos e com aquelas poças que formam principalmente na época da chuva. Era tanto buraco que as crianças iam brincar, andar de bicicleta ou patins aqui e acabava levando tombos. A obra vai melhorar a circulação das pessoas e até a parte visual da cidade”.

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GDF investe R$ 13 milhões para conectar sistemas de Descoberto e Torto/Santa Maria e garantir água para várias regiões 

A Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) vai investir R$ 13 milhões em uma obra fundamental para conectar os sistemas de Descoberto e Torto/Santa Maria. A iniciativa permitirá levar água de um lugar para outro sempre que necessário, garantindo que várias regiões do DF sejam abastecidas sem interrupção, mesmo em períodos de seca. A preparação do local começa neste sábado (29); e, a partir de 5 de abril, o trânsito sofrerá alterações significativas na região (veja abaixo). As ações na adutora instalada na EPTG vão permitir que a companhia redistribua água entre os dois sistemas. Na prática, isso garante que a população tenha plena segurança hídrica: a Caesb poderá transferir até 1.000 litros de água por segundo de um sistema para outro. “Se um sistema tiver menos água, conseguimos compensar com outro que esteja mais cheio”, explica o presidente da companhia, Luis Antonio Reis.  “Isso garante o abastecimento contínuo para milhares de moradores e faz parte das várias ações da Caesb e do governo Ibaneis para melhorar a qualidade de vida da nossa população.” A obra vai melhorar a segurança do sistema de distribuição que abastece 15 setores habitacionais, como Guará, Núcleo Bandeirante e Estrutural. A adutora de água tratada de Taguatinga tem papel estratégico na integração entre os mananciais da Caesb, sendo importante caminho de conexão entre os sistemas de produção dos rios Descoberto e Corumbá e o centro de Brasília. Com cerca de 18 quilômetros de extensão, a adutora começa no viaduto de Taguatinga Centro e segue até o reservatório do Cruzeiro, no Eixo Monumental. A plena operação garantirá que a população continue sendo abastecida nas seguintes localidades: Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Park Way (quadras 1 a 5), Guará, Guará II, Cruzeiro, Octogonal, Sudoeste, Estrutural, Cidade do Automóvel, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA) e colônias agrícolas Águas Claras e Bernardo Sayão. *Com informações da Caesb

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Obras do GDF melhoram estrutura do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia

As obras de requalificação do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, já começam a ser percebidas pela comunidade. Frequentadores do espaço destacam que as melhorias na estrutura e na ampliação das áreas de lazer têm sido importantes para o local. Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, ganhou uma quadra de areia; GDF investe quase R$ 5 milhões para aperfeiçoar a estrutura do espaço | Fotos: Adriano Teixeira/Novacap A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) é a empresa responsável pela execução de diversos serviços no local, como a instalação de 14 pergolados, uma quadra de areia, 20 conjuntos compostos por uma mesa e quatro cadeiras de concreto, quatro duchas, além de 3 mil metros² de gradil e plantio de gramado e árvores no local. Morador da região e frequentador assíduo do parque, Jefferson Gomes acompanha de perto as mudanças. Segundo ele, a requalificação tem um impacto positivo na qualidade de vida da população. Jefferson Gomes diz que investimentos tornam o parque mais adequado para quem frequenta o local para esporte e lazer “Tenho percebido uma grande movimentação de máquinas e equipes de trabalho. Isso é ótimo. Antes, contávamos apenas com as pistas de cooper. Agora, vemos melhorias que tornam o espaço mais adequado para quem pratica exercícios, busca lazer ou simplesmente quer aproveitar um tempo ao ar livre”, relata. Considerando que o parque é o único de caráter urbano na Região Administrativa de Ceilândia, sua relevância para a comunidade local é inquestionável. “Essa parceria com a Novacap, possibilita a otimização dos recursos disponíveis, agilizando significativamente a entrega desses equipamentos à população”, explica Thays Evellyn, arquiteta e urbanista da Assessora da Coordenação de Licenciamento, Obras e Manutenção da administração regional local. Demanda da população Em maio de 2024, após uma longa espera de 29 anos, uma boa notícia para os moradores da região de Ceilândia. O plano de uso e ocupação estabelece uma área total de e 103.252,072 m² para o parque, dividindo o local em zonas diferentes. Na Zona A foram previstos novos equipamentos públicos e mobiliários voltados ao esporte e lazer.A Zona B é uma área de. Já a Zona C prevê a sede da administração do Parque, um ponto de apoio a Polícia Militar, anfiteatro. Entre os serviços executados, estão a instalação de 3 mil metros² de gradil e o plantio de gramado e árvores “É uma demanda antiga da população e nesta gestão estamos concretizando esse trabalho que é fundamental para a qualidade de vida e bem-estar dos moradores da região”, comemora o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap  

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Vila Telebrasília ganha primeira creche pública com capacidade para 188 crianças em período integral

A Vila Telebrasília ganhou a primeira creche pública da região. Com o objetivo de ampliar a oferta de vagas, o governador Ibaneis Rocha entregou o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Pitangueira com capacidade para atender 188 crianças em período integral. A partir de um investimento de R$ 4.807.580,15, o Governo do Distrito Federal (GDF) construiu uma estrutura moderna para crianças de até 5 anos e 11 meses, com dois blocos educacionais, playground, jardins e castelo-d’água.  Durante a inauguração, o governador Ibaneis Rocha reforçou o engajamento do GDF na educação: “Tenho certeza de que, com essa parceria com o governo federal, cumpriremos o nosso compromisso de não deixar nenhuma criança fora de creche até o final deste ano” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Esse é um compromisso do nosso governo e também do ministro Camilo Santana [da Educação], aqui representado pela Fernanda [Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação], para que a gente possa cada vez mais avançar no sentido de trazer todos os alunos para dentro das escolas públicas do Distrito Federal com qualidade”, declarou o governador. “Contem com a gente. Tenho certeza de que, com essa parceria com o governo federal, cumpriremos o nosso compromisso de não deixar nenhuma criança fora de creche até o final deste ano.” Educação de qualidade A cabeleireira Livia Cardoso comemorou: “Eu fiquei feliz demais quando conheci a creche, porque a gente vê que tudo foi pensado nos mínimos detalhes para as crianças” Entre as famílias beneficiadas com a entrega está a da cabeleireira Livia Cardoso, 42. Recém-chegada a Brasília, a mãe do pequeno Gustavo, 3, estava sem trabalhar por não ter com quem deixar o filho — uma realidade que mudou com a chegada do Cepi Pitangueira. “Eu fiquei feliz demais quando conheci a creche, porque a gente vê que tudo foi pensado nos mínimos detalhes para as crianças”, relatou Lívia, emocionada. “Eu não esperava por tudo isso. Mal sabia que ia conseguir uma vaga para meu filho. Viemos do Rio, e eu estava desempregada, mas agora que tenho onde deixar o Gustavo, já consegui um emprego e vou trabalhar na tranquilidade.” “Este Cepi é um marco muito grande para a cidade, porque tem uma estrutura de ponta. Agora meu filho tem uma rotina qualificada e estruturada para a sua faixa etária, e isso é muito bom” Juliana Rezende, psicopedagoga A emoção era justificável. A chegada do Cepi é uma importante iniciativa para a comunidade local, com espaços específicos para cada faixa etária. Com uma área de 1.317,99 m², o projeto inclui dois blocos distintos, A e B, interligados por uma circulação coberta e com um pátio também coberto. “Eu estava almejando muito por uma vaga nessa creche”, disse, aliviada, a psicopedagoga Juliana Rezende, 36. “Meu filho tem três anos e foi contemplado. Este Cepi é um marco muito grande para a cidade, porque tem uma estrutura de ponta. Agora meu filho tem uma rotina qualificada e estruturada para a sua faixa etária, e isso é muito bom.” Instalações “Muitas vezes as famílias não têm uma rede de apoio, então a creche é um ganho gigante para os pais e para a criança, que está bem-assistida, bem-alimentada. É um ganho para a mãe, para o bebê, para a família e para a sociedade” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O Bloco A inclui hall, secretaria, sala de professores/reuniões, direção, almoxarifado, sanitários acessíveis para adultos, lactário, refeitório, cozinha, lavanderia, rouparia, vestiários masculinos e femininos e copa para funcionários, entre outros ambientes. Já o Bloco B abriga duas salas de atividades para a Creche II – crianças de 1 ano a 1 ano e 11 meses – e para a Creche III, que contempla crianças de 2 anos a 3 anos e 11 meses. Ele também possui sanitários infantis, salas multiúso e quatro salas de pré-escola para crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses, além de depósitos. Ambientes são estruturados para garantir aos alunos todas as condições de uma boa aprendizagem Para o presidente da Associação de Moradores da Vila Telebrasília, Antonio Alberto dos Santos, esse é mais um pedido da comunidade que foi atendido por este GDF. “Estamos há 39 anos esperando por essa creche”, contou. “Há muito tempo, tínhamos uma que funcionava pelos próprios moradores, mas precisou fechar. Desde então, a gente aguardava por isso, e chegou o grande dia de a gente agradecer por terem trazido uma das melhores creches para a nossa cidade.  “Nós continuaremos trabalhando para ampliar o acesso às vagas em creche e garantir que todos tenham assegurado o seu direito à educação” Celina Leão, vice-governadora A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou o fato de o Cepi permitir acolhimento às crianças enquanto os pais podem se dedicar ao trabalho com tranquilidade. “Muitas vezes as famílias não têm uma rede de apoio, então a creche é um ganho gigante para os pais e para a criança, que está bem-assistida, bem-alimentada”, disse a gestora. “São cinco refeições por dia, e ela vai para casa só para dormir, já alimentada e de banho tomado. Todos os insumos são pagos pela Secretaria de Educação, então é um ganho para a mãe, para o bebê, para a família e para a sociedade.” Presente à inauguração, a vice-governadora Celina Leão também comemorou: “Inaugurar o primeiro Cepi da Vila Telebrasília é honrar o nosso compromisso com a educação de qualidade, trazendo os centros de ensino para cada vez mais perto da população que mais precisa. Nós continuaremos trabalhando para ampliar o acesso às vagas em creche e garantir que todos tenham assegurado o seu direito à educação”.  Redução na fila por vagas Desde 2019, o GDF tem ampliado a rede de educação infantil com a inauguração de novas unidades, o que resultou na redução da lista de espera por vagas na rede pública de 24 mil para aproximadamente 3 mil crianças. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância dessa expansão. “Nós já entregamos duas creches e temos mais 16 para inaugurar até o meio do ano”, lembrou a secretária de Educação. “Estamos licitando mais 11 Cepis e temos 33 em planejamento. Então, não vai faltar creche no Distrito Federal”. Nos últimos anos, foram inauguradas creches e Cepis em diversas regiões do DF, incluindo Samambaia, Ceilândia, Lago Norte, Planaltina e Santa Maria. Além disso, em 2023, o governo lançou as primeiras creches rurais do DF, ampliando ainda mais o alcance da educação infantil na capital. Infraestrutura Além da entrega do Cepi, o governador assinou a ordem de serviço para a construção de um calçadão na Vila Telebrasília. Com 2.100 metros de extensão e dois metros de largura, a nova estrutura será executada pela empresa Ladarte Engenharia e contará com paisagismo e urbanização para deixar a região mais acessível e agradável. O investimento é de aproximadamente R$ 620 mil.  Novacap dará início às obras de calçadas na Vila Telebrasília “A Vila Telebrasília é um local para o qual os ex-governadores, infelizmente, não olharam em momento nenhum para as obras que tem aqui, que foram realizadas por nós, como a entrega do campo sintético e agora do Cepi e calçadas que serão construídas”, pontuou o governador Ibaneis. “Estamos olhando para todas as cidades do Distrito Federal, e a Vila Telebrasília não será esquecida por nós.” O presidente da Novacap, Fernando Leite, aproveitou para anunciar: “Vamos iniciar as obras de calçadas aqui pela cidade já dentro do padrão implementado pela Novacap. São passeios de qualidade para valorizar muito o ambiente e deixá-lo mais harmonioso e familiar para a população da Vila Telebrasília”.

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GDF retoma licitação da nova etapa da reforma do Teatro Nacional

Após a suspensão da licitação para as obras de reforma do Teatro Nacional Claudio Santoro, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) acatou todas as justificativas apresentadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), permitindo a retomada do certame. Sanadas as principais questões encaminhadas pelo órgão de fiscalização, as explicações da equipe técnica da companhia foram aceitas, sem necessidade de alterações no edital. Obras serão retomadas, e nova sessão pública de licitação está marcada para o dia 27 deste mês | Foto: Kiko Paz/Novacap R$ 315,6 milhões Estimativa de investimento para reforma e restauro do Teatro Nacional Claudio Santoro A suspensão ocorreu às vésperas da sessão pública de licitação, que estava agendada para 28 de fevereiro. A nova data da sessão pública foi definida para o dia 27 deste mês. Segundo a Diretoria de Planejamento e Projetos da Novacap, os principais questionamentos da Corte estavam relacionados à modalidade da licitação, orçamento e matriz de riscos. A equipe técnica declarou a consistência dos critérios adotados, resultando na manutenção das condições originalmente previstas. Compromisso com a cultura “A decisão do TCDF mostra a solidez do trabalho técnico da Novacap”, avalia o diretor de Planejamento e Projetos da companhia, Carlos Alberto Spies. “Todos os questionamentos foram respondidos e as nossas justificativas aceitas, garantindo que o processo pudesse seguir sem prejuízo à continuidade das obras de restauro do Teatro Nacional.” Com um investimento estimado de R$ 315,6 milhões, a licitação compreende a etapa 2 (foyer da Sala Villa-Lobos, Espaço Cultural Dercy Gonçalves e Sala Alberto Nepomuceno) e a etapa 3 (Sala Villa-Lobos) das obras de reforma e restauro do Teatro Nacional Claudio Santoro. Após um fechamento de quase uma década, o Teatro Nacional retomou as atividades da Sala Martins Pena – uma das prioridades na agenda cultural do Distrito Federal. Com a retomada da licitação, a expectativa é que as obras possam avançar sem novos entraves, devolvendo à população um dos mais importantes espaços culturais da capital. *Com informações da Novacap

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Primeira etapa de obras na Ponte JK terá instalação de novas juntas de dilatação

A Ponte Juscelino Kubitschek entra em obras a partir de abril. Essa é a previsão da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Em março próximo, as juntas de dilatação produzidas na Europa devem chegar ao Brasil. Essa primeira etapa da reforma da edificação conta com investimento de cerca de R$ 630 mil. Em 2024, ponte foi eleita um dos mais belos lugares do mundo pela revista Condé Nast Traveler, dos Estados Unidos “Trata-se do que há de mais moderno no mundo para essa finalidade. Nossa ponte vai passar por uma profunda revitalização, garantindo durabilidade e segurança ao local” Carlos Spies, diretor de Planejamento e Projetos da Novacap “Estivemos na cidade de Ossona, na Itália, nas últimas semanas, onde fomos conhecer o processo de produção desses equipamentos, a convite da empresa vencedora da licitação para instalação dessas juntas”, relata o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies. Ele relembra que a Ponte JK foi eleita, no ano passado, uma dos mais belos do mundo, pela revista norte-americana de viagens Condé Nast Traveler. Os especialistas fizeram uma visita técnica à fábrica da Agom, produtora das peças, e participaram de uma apresentação sobre os produtos e para troca de informações. Também conheceram novos equipamentos já utilizados na engenharia para construção e reforma de pontes e viadutos ao redor do mundo. Licitação “Trata-se do que há de mais moderno no mundo para essa finalidade”, ressalta Carlos Spies. “Nossa ponte vai passar por uma profunda revitalização, garantindo durabilidade e segurança ao local.” Concluída essa etapa, a próxima diz respeito à reforma da estrutura – inspeção, verificação, recuperação das fundações e blocos da ponte; trocas dos calços e cabos dos estais. A licitação para essas intervenções já estava na praça, mas durante reunião na tarde desta segunda-feira (17), técnicos do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e da Novacap discutiram as exigências e os questionamentos da Corte acerca da licitação para a segunda etapa da reforma do monumento. Após o encontro, ficou definido que a licitação vai sofrer alterações para contemplar os pedidos – para tanto, um novo edital começa a ser preparado. “Estamos alinhados com o Tribunal para readequar às solicitações; o  importante é que esse procedimento não compromete o início dos trabalhos”, afirma o diretor da Novacap. *Com informações da Novacap

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Epig tem trânsito alterado na saída do Parque da Cidade pela nova rotatória a partir desta terça (21)

A partir das 20h de terça-feira (21), a alça de acesso da nova rotatória do Parque da Cidade, que leva ao Setor de Indústrias Gráficas (SIG), será interditada. A medida é necessária para a construção das fundações das passarelas subterrâneas de pedestres, que fazem parte do projeto do corredor de ônibus na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig). Obra tem previsão de durar cerca de três meses; agentes de trânsito estarão no local para orientar motoristas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Com duração de aproximadamente três meses, a obra exige atenção dos motoristas. Quem precisar acessar o SIG deverá utilizar a alça de acesso à Epig localizada no viaduto Luiz Carlos Botelho Ferreira. “As passarelas subterrâneas garantirão travessias seguras e organizadas, especialmente quando o corredor de ônibus estiver em pleno funcionamento”, ressalta o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “É uma obra que prioriza a vida e a mobilidade de todos os usuários da Epig.” Durante o período de interdição, agentes de trânsito estarão no local para orientar os motoristas e minimizar os impactos no tráfego. A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) pede compreensão à população pelos eventuais transtornos e reforça a importância das obras para a melhoria da infraestrutura e segurança viária.  *Com informações da SODF

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Sondagem de solo auxiliou no planejamento das obras do Drenar DF

A sondagem de solo é um procedimento técnico vital de qualquer obra. A depender dos resultados obtidos com o estudo, um projeto pode chegar a ser inviabilizado. Graças à sondagem, é possível conhecer as características do terreno, como o tipo de solo, a profundidade, o comportamento, o perfil, o nível do lençol subterrâneo, caso haja, e a resistência do solo. O Drenar DF, maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), seguiu todas as normas vigentes para sondagem de solo. Concluído o estudo de sondagem, um relatório técnico especifica as descrições das camadas de solo que auxiliam no planejamento da obra | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A análise pode ser comparada com uma radiografia médica. Várias equipes vão a campo para estudar o terreno a ser usado. É com base nesses estudos que nós conseguimos traçar um cronograma de etapas a serem cumpridas”, explica o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. O projeto do Drenar DF possui 7,7 quilômetros de túneis que vão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção, localizada próxima ao Lago Paranoá. O solo mole foi o mais comum encontrado na extensão do programa A partir dos estudos, foram identificados três tipos de solo com os quais os operários iriam se deparar na etapa de escavação dos túneis: → Solo mole → Solo pouco rígido → Solo muito rígido Com um investimento de R$ 180 milhões, o projeto do Drenar DF possui 7,7 quilômetros de túneis que vão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção, localizada próxima ao Lago Paranoá. O solo mole foi o mais comum encontrado na extensão do programa. Como o estudo é realizado A sondagem do solo precisa ser realizada antes de se tomar qualquer decisão do projeto, como a escolha dos materiais e os custos da iniciativa. A técnica usa equipamentos especializados, como sondas de percussão, sondas de rotação ou sondas de cone, que são inseridas no solo para coletar amostras e medir as propriedades do terreno. As especificações de um projeto conseguem determinar a profundidade e a posição das sondagens a serem feitas. Mapas geológicos e dados sísmicos também podem ser usados. Concluído o estudo, um relatório técnico especifica as descrições das camadas de solo que auxiliam no planejamento da obra. Etapas Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16. Além do projeto de captação de águas pluviais, o Drenar prevê a criação do Parque Urbano Internacional da Paz, que abrigará a bacia de detenção do Drenar e uma praça. Com 5 mil m² de área livre, o espaço contará com esculturas e 249 árvores e arbustos, entre espécies para sombreamento, como magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas, e frutíferas, a exemplo da aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira. O projeto, desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e seguindo exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ainda inclui uma ciclovia de 1,1 km de extensão contornando o parque.  

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Com investimento de R$ 3,6 milhões, Gama terá Centro de Atenção Psicossocial

Assinada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Secretaria de Saúde (SES-DF), a Portaria Conjunta nº 50, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (22), autoriza a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do Tipo III no Gama. A nova unidade será erguida no Setor Norte da cidade pela empresa vencedora do processo licitatório: a GP Construções e Reformas Ltda – EPP. A obra está orçada em R$ 3.685.840,94, e o início das atividades no canteiro de obras está previsto para a primeira quinzena de novembro. O terreno designado para o Caps possui uma área total de 3.500 m², enquanto o projeto arquitetônico prevê uma área construída de 741,23 m², visando a integração entre os espaços de atendimento e convivência. O Caps oferece atendimento intensivo de pessoas com transtornos mentais severos e persistentes, com modelo de tratamento que prioriza a inclusão social, a reintegração comunitária e o suporte contínuo | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde-DF O novo centro contará com uma infraestrutura ampla e moderna, distribuída para atender às necessidades específicas de usuários em tratamento psicossocial intensivo. Os ambientes internos e externos foram planejados para garantir o acolhimento, a acessibilidade e a funcionalidade, favorecendo o cuidado contínuo e especializado. O edifício terá áreas destinadas a diversos serviços, como o espaço de acolhimento para a recepção inicial dos pacientes, um posto de enfermagem e uma sala de medicação para administração de tratamentos médicos e apoio imediato. Além disso, haverá enfermarias femininas e masculinas com banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PcDs), proporcionando um ambiente seguro e acessível para todos os pacientes. Salas de atendimento individualizado e de atividades coletivas serão incluídas para suporte terapêutico e desenvolvimento de dinâmicas de grupo, enquanto os espaços administrativos e operacionais contarão com uma sala administrativa, farmácia, sala de utilidades, almoxarifado, refeitório, cozinha e área de higienização de utensílios. Também estão previstos espaços de convivência interna e externa, com jardins planejados para promover o bem-estar e a socialização dos pacientes. “O novo Caps no Gama representa o compromisso do GDF em fortalecer a assistência à saúde mental, criando um ambiente mais humanizado e adequado para atender uma população que muitas vezes enfrenta dificuldades no acesso a esses serviços”, afirma Fernando Leite, diretor-presidente da Novacap. “O investimento em saúde mental é uma prioridade. O governador Ibaneis Rocha determinou que os órgãos atuem juntos para proporcionar o melhor atendimento à população. Essa parceria com a Novacap é um passo importante para a criação da nova unidade”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A estrutura de um Caps é destinada ao atendimento intensivo de pessoas com transtornos mentais severos e persistentes, oferecendo um modelo de tratamento que prioriza a inclusão social, a reintegração comunitária e o suporte contínuo. *Com informações da Novacap  

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Com investimento de R$ 65 milhões, Park Sul ganha bacias de detenção e reforço na drenagem

Um conjunto de obras de drenagem e infraestrutura vai levar mais qualidade de vida para os moradores da Superquadra Park Sul, antigo Setor de Oficinas Sul, no Guará. Os serviços incluem a construção de quatro bacias de detenção com capacidade para abrigar 29 mil m³ de água – equivalente a 11 piscinas olímpicas. As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), investe R$ 65 milhões na construção das lagoas e de galerias pluviais, além da instalação de pavimento asfáltico, paisagismo, mobiliário urbano, calçadas e estacionamento público. As intervenções englobam os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS). As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Este GDF tem feito investimentos robustos para levar infraestrutura para a Superquadra Park Sul. Estamos aproveitando o período de estiagem para fazer as obras necessárias que vão acabar de uma vez por todas com os alagamentos na região e garantir segurança e conforto aos moradores”, observa a vice-governadora Celina Leão. “Isso inclui garantir iluminação pública, mobiliário urbano e sinalização nas ruas, além da pavimentação da via que liga a região à EPTG, o que vai melhorar o trânsito na região. É um trabalho amplo que tem como finalidade levar qualidade de vida à população”. “O que estamos entregando para o Park Sul é mais que infraestrutura. É segurança e tranquilidade para os moradores e motoristas que passam pela região, principalmente durante as chuvas. A área, que antes sofria com enchentes, agora está preparada para enfrentar esse período crítico com a robustez que a população merece”, destaca o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. As obras, que têm gerado cerca de 200 empregos diretos e indiretos, ocorrem em etapas. Atualmente, as equipes trabalham na escavação das bacias de detenção, na construção da rede pluvial e na pavimentação asfáltica das vias que já receberam a nova tubulação. A rede de drenagem terá extensão total de 6,7 mil metros, dos quais 4.530 metros já foram instalados. Em relação à pavimentação asfáltica, 16 mil m² do total de 75 mil m² estão prontos. O asfalto novo já cobre as quadras 7 a 19 e os trabalhos seguem em execução nas quadras 1 a 6. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos: “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora” O engenheiro da SODF, Marcelo Takahashi, explica que o volume pluvial será captado pela nova tubulação por meio de bocas de lobo, seguirá para a bacia, onde ficará por algumas horas para que haja o processo de decantação, até ser devolvido à natureza em menor velocidade, evitando assoreamento do corpo hídrico. “Estamos trabalhando na instalação da rede nas ruas que cortam as quadras do setor e, em breve, vamos iniciar o trabalho na avenida”. Takahashi acrescenta que “a rede antiga não atendia todos os setores, causando diversos problemas no período de chuvas, principalmente alagamentos. A nova rede e as bacias de detenção vão evitar que essas situações se repitam, e, junto com o novo pavimento, estacionamento e calçadas, vão proporcionar melhores condições de vida para os comerciantes e moradores da área”. Gilvan Sousa Dias, empresário, 41 anos: “Acho que vai realmente resolver o nosso problema” Após a finalização da rede de drenagem, o foco serão as obras de urbanização. Além da nova pavimentação, o setor receberá iluminação pública em LED, paisagismo – com previsão de plantio de 87 árvores e de 23 mil metros de grama -, mobiliário urbano, sinalizações horizontais e verticais, estacionamentos públicos, calçadas mais acessíveis, além de duas praças entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da Via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Para o empresário Gilvan Sousa Dias, 41 anos, as obras vão impactar no movimento de clientes durante os períodos chuvosos. Ele mantém uma loja de pintura automotiva na região há mais de uma década e já vivenciou episódios de alagamentos. “Acho que vai realmente resolver o nosso problema. Aqui, quando chove, fica muito ruim, as pessoas até evitam de vir. Com a obra pronta, acho que isso vai mudar e o movimento de clientes no comércio deve crescer”, avalia. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos, também será beneficiado com as ações feitas na Superquadra Park Sul, onde trabalha há 25 anos. Ele afirma que a intervenção urbana era uma demanda antiga da população que frequenta a área. “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora”, pontua. Dos valores investidos nas obras, R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF, enquanto os demais R$ 22,5 milhões são pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais na região e devem repassar os valores como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) passaram a ser chamados de Superquadra Park Sul em março deste ano. Anteriormente, a região era intitulada como Setor de Oficinas Sul. A nova nomenclatura foi oficializada pelo Decreto nº 45.599/2024, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

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