Sábado (18) tem vacinação em quase 20 regiões do DF
Profissionais da saúde estarão em 17 regiões administrativas (RAs) neste sábado (18), prontos para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste site. Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A falta desta última, porém, não impede a imunização. Disponibilidade Haverá doses para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela. Jovens de 10 a 14 anos, por sua vez, têm indicações para a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários. No domingo (19) não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (20).
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Encontro em Brasília debaterá inovações na área de saúde e tecnologia
De sexta-feira (22) a domingo (24), o V Encontro Internacional de Inovação em Saúde, o Inovatec 2024, retorna ao Centro de Convenções Ulysses Gui, em Brasília, para discutir as mais recentes inovações na área de saúde e tecnologia. Durante três dias, o evento reunirá alguns dos principais especialistas nacionais e internacionais para discutir temas como bioeconomia, sustentabilidade, inteligência artificial, neurociência e novas terapias e tem apoio financeiro da FAPDF. O evento quer promover a popularização da ciência e da tecnologia, a disseminação de conhecimento científico com excelência, estimulando o ecossistema de inovação e propiciando a união entre os setores profissionais e acadêmicos, público e privado, do Brasil e do exterior. O evento é voltado para estudantes e profissionais de áreas como medicina, biomedicina, farmácia, fisioterapia, psicologia e engenharia, mas também é aberto a todos os interessados da comunidade. Ingressos variam de gratuitos a pacotes completos com acesso às palestras, certificação e workshops práticos. As inscrições podem ser feitas até 20 de novembro no site oficial do Inovatec, onde também é possível conferir a programação completa. O evento quer promover a popularização da ciência e da tecnologia, a disseminação de conhecimento científico com excelência | Foto: Divulgação/FAPDF Estão entre os realizadores o Instituto Amigos do Futuro e a People&Science Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O Inovatec conta ainda com apoio de instituições como Senado Federal, Correios e Telégrafos, Sociedade de Hotelaria Hospitalar e Facilities do DF e conselhos Regional e Federal de Farmácia, entre outros. Entre os palestrantes, um dos destaques será a farmacêutica Janete Vaz, cofundadora do Grupo Sabin, que abrirá a programação abordando o tema “Empreendedorismo feminino na saúde”. Nuno Santos, do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa, falará sobre nanotecnologia e terapias avançadas, com foco no tratamento de AVC, enquanto Roberto Figueiredo, popularmente conhecido como Dr. Bactéria, abordará práticas de prevenção em saúde e comandará um podcast ao vivo. Além das palestras e painéis, o Inovatec oferecerá minicursos técnico-científicos que abordarão áreas cruciais como nanotecnologia, estética avançada e saúde mental. Esses minicursos têm vagas limitadas e garantem certificação. A programação incluirá, ainda, um coquetel de abertura, coffee breaks e atrações culturais, como uma exposição de arte e ciência que celebra artistas brasileiros. Serviço V Encontro Internacional de Inovação em Saúde – Inovatec 2024 ⇒ Data: De sexta (22) a domingo (24) ⇒ Local: Ala Oeste do Ulysses Centro de Convenções, Brasília ⇒ Ingressos: disponíveis neste link – de entrada gratuita a pacotes completos. *Com informações da FAPDF
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Divulgado resultado da seleção de projetos voltados a pessoas idosas
A Subsecretaria de Políticas para Idoso (Subidoso), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), divulgou o resultado provisório da seleção de projetos para promoção, defesa e garantia dos direitos da pessoa idosa, financiados pelo Fundo dos Direitos do Idoso do Distrito Federal (FDI-DF). Ao todo, quatro propostas foram selecionadas e 12, desclassificadas. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem auxiliar no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos | Foto: Divulgação/Sejus-DF Os nomes das instituições e as respectivas pontuações em áreas como comunicação e engajamento com a comunidade foram divulgados no Edital nº 06, no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (18). A partir desta publicação, foram abertos cinco dias para questionamento e recurso das organizações da sociedade civil (OSCs), o que pode ser feito pelo e-mail comissao.viver60@sejus.df.gov.br, ou via protocolo da Sejus, mediante requerimento. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem complementar as políticas públicas no DF relacionadas à temática, auxiliando no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos, promovendo a participação social. Os projetos são voltados ao atendimento social, educacional e de saúde. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a participação em atividades sociais proporciona à pessoa idosa um ambiente de convivência social, de integração e de cidadania. “A nossa proposta é promover atendimentos e serviços que propiciam bem-estar e qualidade de vida para a pessoa idosa. Esse é mais um resultado da gestão do governo do DF em prol dessa população”, afirma a titular da Sejus. O investimento previsto no edital será de R$ 2.580.764,30. Entre as ações previstas estão conversas, atendimento e acolhimento humanizado dos idosos e familiares, atividades laborais, profissionalizantes e culturais, além de iniciativas que promovam a valorização e o respeito ao idoso. *Com informações da Sejus-DF
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Ação de acolhimento atende 19 pessoas em situação de rua no DF nesta semana
Nesta semana, as ações de acolhimento que integram o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atenderam 19 pessoas em oito diferentes pontos do Distrito Federal. Coordenado pela Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF), a operação passou pelas regiões administrativas do Gama, Taguatinga e Sobradinho oferecendo serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento. Cinco cães também foram assistidos por equipes da vigilância ambiental. As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF | Foto: Vinicius Saiki/Agência Brasília No total, foram desconstruídas cinco estruturas precárias e utilizados seis caminhões para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Somente nesta sexta-feira (25), as equipes passaram em dois pontos na região de Sobradinho, onde atenderam três pessoas e retiraram um caminhão de entulho dos locais. Durante as abordagens, as equipes do GDF oferecem diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais. Capital pioneira As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Participam das abordagens profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), do Departamento de Trânsito (Detran), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.
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Investimento de R$ 195 milhões leva infraestrutura e qualidade de vida aos moradores do Gama
Prestes a completar 64 anos, o Gama acumula uma série de melhorias nas áreas de educação, saúde, acessibilidade e mobilidade. De 2019 para cá, a região administrativa recebeu investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) de aproximadamente R$ 195 milhões. Os recursos viabilizam a execução de 113 obras de infraestrutura, trazendo benefícios aos 160 mil habitantes. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva”, afirma a administradora do Gama, Joseane Feitosa. Uma importante obra em curso é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com as melhorias na infraestrutura, moradores do Gama destacam que a região administrativa é diferenciada. A diarista Mariluz Alves Silva, 62, confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva” Joseane Feitosa, administradora do Gama “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. É uma região maravilhosa e que acolhe muitas pessoas. Minha família inteira mora aqui. A minha vida toda é aqui. Eu consigo resolver tudo na região sem precisar me deslocar para o Plano Piloto. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada. Quem bebe da água do Gama não esquece”, diz, com um sorriso no rosto. Quem também não sai do Gama por nada é o empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, 47. Mineiro, ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar. “A cidade vem evoluindo bastante, vem se destacando com novos moradores, novas moradias. Tem melhorado muito. Vim de Minas para cá com 17 anos e não trocaria o Gama para uma cidade porque já diz o ditado: ‘Quem ama mora no Gama’. E não só mora, como fica no Gama”, complementa. Nascido e criado na região administrativa, o corretor de imóveis Romeu Rodrigues dos Anjos Junior, 57, viu de perto a evolução de toda a infraestrutura. “A tendência da cidade é só crescer. O Gama tem evoluído bastante. Este GDF está olhando com mais carinho para a cidade. Claro que toda obra traz transtorno, mas eu creio que vai melhorar bastante. Já tem melhorado e é visível”, relata. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população Pavimentação de vias Entre as obras do GDF que estão em andamento e vão beneficiar a população do Gama, uma delas é a pavimentação das vias vicinais 383 e 379, que ligam o Gama à comunidade rural do Jardim Serra Dourada, em Santo Antônio do Descoberto (GO). As rodovias têm um trecho total de 8 km de extensão e são importantes rotas de escoamento agrícola. Elas estão sendo pavimentadas pela primeira vez, com investimento de mais de R$ 13,5 milhões. A pavimentação das vicinais irá beneficiar diretamente 10 mil pessoas, entre moradores da região, produtores rurais e motoristas. Há mais de 2,4 mil produtores rurais na área, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater). Com estradas melhores, esses agricultores poderão transportar suas colheitas com mais eficiência e segurança, reduzindo perdas e aumentando a competitividade dos seus produtos no mercado. Mobilidade Outra importante obra em curso prestes a ser finalizada é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Sob gestão da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), os investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões. O empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, mineiro, diz que não sai do Gama por nada. Ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar O local passará a contar com 24 vagas para estacionamento dos ônibus e oito boxes somente no ponto que está em obras. Toda a obra tem acessibilidade, com piso tátil e corrimão para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência ou alguma dificuldade de locomoção. As adequações físicas e de logística estão sendo feitas para ampliar a capacidade operacional da Rodoviária do Gama, que conta com mais de 30 linhas de ônibus circulando pela cidade e saindo para outras regiões administrativas. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população. Estão sendo executados outros 10 km. Educação Na área da educação, a população do Gama está prestes a receber o primeiro Centro de Educação de Primeira Infância (Cepi). A nova unidade foi projetada para fornecer ambientes educacionais de alta qualidade para crianças de até 5 anos e 11 meses. O projeto é gerenciado pela Secretaria de Educação do DF e é uma importante iniciativa para a comunidade local, pois oferece espaços específicos para cada faixa etária. A diarista Mariluz Alves Silva confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa: “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada” Além disso, a cidade também será beneficiada com as obras de reconstrução do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Castello Branco, localizado no Setor Oeste do Gama. O espaço atenderá 1.120 alunos em dois turnos do ensino fundamental. Ao todo, são mais de 5,6 mil m² que contarão com 22 salas de aula, espaço dos professores, diretoria, biblioteca, auditório, laboratórios de informática, ciência, música, pedagogia, banheiros, refeitório, cozinha e área de alimentação. Na parte externa, uma quadra coberta será recuperada, com pintura do piso e instalação de traves e tabela de basquete. Saúde Ainda neste ano, a readequação do Fórum do Gama também será finalizada para funcionamento da policlínica da cidade, que deixará de usar o espaço do Hospital Regional do Gama. Entre os serviços oferecidos estão cardiologia, dermatologia, endocrinologia, geriatria, oftalmologia, psiquiatria, pneumologia, reumatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e outras. Com a estrutura do fórum otimizada e possibilidade de ofertar novos serviços, a unidade passará a ser a maior policlínica do DF e deve aprimorar os serviços prestados à população. O edifício possui três pavimentos, com 2.717 m² de área construída. A previsão de investimento total é de cerca de R$ 1,2 milhão. Em 2023, a Policlínica do Gama realizou uma média de 10 mil atendimentos mensais. As obras do novo Hospital do Gama estão planejadas para começar em 2025. O investimento total deve chegar a R$ 360 milhões. A unidade deve ser instalada próximo ao campus da UnB na cidade. Entre as obras já entregues, um dos destaques foi a reconstrução da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7, antigo Centro de Saúde 8 do Gama. O GDF investiu mais de R$ 8,1 milhões na recuperação do espaço, permitindo ampliar de 14 mil para 30 mil os atendimentos públicos aos moradores da região. Com uma área total de 1,8 mil metros quadrados, a UBS é a maior do Distrito Federal e um dos principais pontos de apoio da Região de Saúde Sul. Além da UBS 7 e do já existente Hospital Regional do Gama (HRG), a cidade também conta com uma unidade de pronto atendimento (UPA) apta a atender 4,5 mil pacientes. O espaço foi inaugurado em 2023 e contou com um investimento de R$ 5,3 milhões.
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Ação de acolhimento a pessoas em situação de rua percorre pontos em Taguatinga
As ações de acolhimento a pessoas em situação de rua promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) foram realizadas, na terça-feira (30) e nesta quarta-feira (31), em três áreas de Taguatinga, sendo duas próximas ao Centro Pop da cidade e outra na QS 3. Todos os locais contemplados já haviam sido visitados pelas equipes anteriormente em outras abordagens das equipes do GDF. Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Durante os dois dias, as operações resultaram em 10 atendimentos com oferta de serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento, além da desconstituição de uma estrutura precária e da remoção de quatro estruturas de lonas e madeira. Dois caminhões de entulho foram utilizados para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos Participam das abordagens profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), do Departamento de Trânsito (Detran), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF, coordenado pela Casa Civil. A próxima operação está prevista para quinta-feira (1º/8), em nove endereços distintos de Ceilândia. Política pública O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no ano passado. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel. Também são ofertadas políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e cadastramento para unidades habitacionais.
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‘Não há cidade no DF que não tenha investimento, graças à nossa capacidade’, afirma Ibaneis Rocha em entrevista
Em entrevista à rádio BandNews FM na manhã desta quarta-feira (19), o governador Ibaneis Rocha tratou de assuntos importantes do governo, entre eles as obras de viadutos e hospitais em andamento, bem como a do Teatro Nacional e a retomada da reforma do Autódromo de Brasília. Ao fazer um balanço das ações, Ibaneis Rocha cravou: “Não há cidade no DF que não tenha investimento, graças à nossa capacidade de pagamento.” O chefe do Executivo falou de obras como o Drenar DF e o Corredor Eixo Oeste, bem como projetos de passarelas e passagens subterrâneas. “Nós fizemos um plano de obras para o Distrito Federal que envolvia um plano de mobilidade, de reestruturação da cidade, de melhoria das vias, de melhoria das cidades, de implantação de infraestrutura básica em diversas cidades que não existia nada. Você pega vários bairros que foram construídos pelos governos anteriores, como é o caso do Paranoá Parque, que não tinham uma unidade de saúde, não tinham uma escola. Tudo isso foi implementado nessas regiões. Tivemos a oportunidade de fazer obras de arte que estavam paradas há muito tempo”, acrescentou o governador ao lembrar de entregas como os viadutos do Itapoã e Recanto das Emas/Riacho Fundo II. Veja os principais pontos da entrevista de Ibaneis Rocha para a BandNews FM “Só na área da educação, este ano nós vamos completar 51 escolas entregues”, contabiliza Ibaneis Rocha | Fotos: Renato Alves/ Agência Brasília Entregas na educação “Só na área da educação, este ano nós vamos completar 51 escolas entregues. Nós diminuímos a fila nas creches. Quando eu assumi o governo, eram 24 mil crianças aguardando uma vaga de creche. Hoje, nós temos pouco mais de 5 mil e o nosso projeto até o final do governo é zerar as vagas de creche no Distrito Federal”. Drenar DF “Temos programas importantes para a cidade que poucos governos teriam condições de fazer ou queriam fazer, como é o caso do Drenar DF, na Asa Norte. Entregamos a primeira etapa este ano, vamos acabar com as inundações no início da Asa Norte, um problema de décadas aqui no Distrito Federal, uma obra enterrada que quase ninguém vê, quando estão sendo investidos quase R$ 200 milhões com uma parceria com a Terracap”. Desafios na Saúde “Além desses quatro hospitais que nós estamos lançando, dois já estão em construção, o terceiro, de São Sebastião vem em seguida” Ibaneis Rocha, governador “Os profissionais são muito dedicados e colocam as vidas à disposição da comunidade. Mas, nós temos ainda muitas dificuldades. O DF passou por um período muito grande de falta de infraestrutura e nós estamos investindo agora, além desses quatro hospitais que nós estamos lançando, dois já estão em construção, o terceiro, de São Sebastião vem em seguida, nós estamos concluindo agora a parte de aprovação dos contratos junto à Caixa Econômica Federal. Temos para o ano que vem o lançamento do novo Hospital do Gama e está em construção o Hospital do Câncer, onde nós tivemos um problema com a empresa que estava construindo, ela quebrou, e nós tivemos que fazer uma nova licitação e esperamos recomeçar a obra agora no segundo semestre. Então são coisas que vão mudar a vida da saúde do Distrito Federal”. Parque da Cidade vai ganhar restaurante “Nós estamos com a licitação da piscina de ondas, está sendo escolhida a empresa que vai reconstruir o espaço. A gente espera que seja uma obra rápida. Está sendo feita a licitação agora para que a gente tenha um restaurante dentro do Parque da Cidade para atender a comunidade que visita aqui. E a gente vai buscando melhorias em todas as áreas, inclusive na área da segurança, que era uma reclamação muito grande dentro do Parque da Cidade. Hoje, a gente já não vê mais incidentes dentro do Parque da Cidade em virtude da melhoria da segurança aqui dentro”. Entrega da reforma do Teatro Nacional “Temos uma programação de entrega do projeto no mês de outubro deste ano e a gente ainda quer fazer a licitação restante do Teatro Nacional este ano ainda. Nós vamos fazer [toda a reforma] com dinheiro do Distrito Federal e nós vamos fazer essa obra, é uma obra que vai demorar entre 3 e 4 anos, mas o lançamento da licitação ainda vai ser este ano. Nós estamos com a parte da sala Martins Pena em andamento e esperamos entregar ela até o ano que vem, reabrindo o teatro mesmo que parcialmente”. Obras na Epig O governador afirmou que as obras trazem transtornos, mas que “temos que lembrar que o DF passou muitos anos sem ter obras de infraestrutura” “Temos uma obra muito importante que está sendo realizada aqui na Epig, que vai entrar no Setor Gráfico, e é a ligação que faz toda a parte do BRT, que vai ligar até o Eixo Monumental. É uma obra que tem algumas obras de arte, nós fechamos essa semana já para iniciar, serão três meses de obra nesse trecho, onde vão acabar os sinais, nós vamos acabar com todos os sinais de trânsito que existem nessa região ali da Octogonal. Isso vai resolver todo o problema de congestionamento. São obras que trazem transtornos, mas nós temos que lembrar que o DF passou muitos anos sem ter obras de infraestrutura. Nessa obra da Epig, por exemplo, vamos trabalhar em três turnos, vamos trabalhar inclusive à noite, para poder fazer as coisas mais rápido”. Viaduto do Jardim Botânico “Lá na região da Esaf, nós vamos lançar o segundo balão, que é o que vem de São Sebastião, porque aí a gente resolve todo o problema de trânsito naquela região porque nós estamos com um crescimento habitacional muito grande ali na DF-140, principalmente depois do início da duplicação. Então, nós temos todo o trânsito saindo por ali. Existe a previsão de uma nova saída do Jardim Botânico, nós estamos negociando, talvez tenhamos que fazer algumas desapropriações. Existe a previsão de uma nova ponte também na região do Paranoá”. Investimento no metrô “Estamos investindo no transporte de massa. Já liberei os recursos agora para o início das obras do metrô de Samambaia, foram R$ 16 milhões da nossa contrapartida que já foram colocados à disposição. A empresa está montando o canteiro de obras. Temos um contrato pelo BNDES que deve ser assinado agora no mês de junho, que vai complementar os recursos da ordem de R$ 400 milhões para a expansão do metrô da Samambaia. E já tem, por exemplo, no início do ano que vem, o metrô de Ceilândia também em expansão. Então, nós estamos trabalhando com isso aí e estamos trabalhando também na renovação dos carros no metrô e o investimento é da ordem de R$ 800 milhões. Passagens subterrâneas e passarelas “Nós reformamos as passagens subterrâneas do Plano Piloto no ano passado. Entregamos todas com iluminação nova, piso novo, fizemos a limpeza, mas, infelizmente, nós temos um problema muito sério aqui que é o vandalismo. Eu estou pedindo à Secretaria de Segurança agora que coloque câmeras de monitoramento em cada uma dessas passarelas para que a gente traga mais segurança para essa população. Nós estamos fazendo estudos junto à Novacap e à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) para melhoria dessas passagens subterrâneas. O DER-DF vem fazendo levantamento das diversas passarelas que nós estamos implementando e eles indicaram que são em torno de 12 que nós precisamos fazer. São 4 ali no Itapoã e Itapoã Parque, onde foi criado o viaduto”. Retomada do Autódromo de Brasília “Nós tivemos problema com a empresa que foi contratada, por virtude da necessidade da qualidade do asfalto. Ontem foi o pregão para a contratação da nova empresa que vai fazer toda a reforma do autódromo. A gente espera o resultado dessa licitação que o BRB está fazendo. A perspectiva é que após a contratação da empresa o prazo de entrega seja de 90 dias. Então, existe uma expectativa ainda para esse ano para que a gente devolva o autódromo para a população. É um projeto que está dentro da nossa perspectiva, a gente espera muito a entrega desse autódromo. Talvez seja o último, juntamente com o Teatro Nacional, os dois últimos pontos de encontro da comunidade que estão fechados no DF, fechados há muito tempo, foram abandonados pelos governos anteriores”. Obras em todas as cidades “A gente vem fazendo obras em todas as cidades do DF. Fiz um grande projeto de modernização de Ceilândia. Foi uma cidade que ficou velha, ficou antiga. Nós estamos fazendo um grande projeto de calçadas, de asfalto nas principais vias das cidades. A gente espera agora que essa nova licitação terminar, a Helio Prates, para poder ter um corredor de ônibus ali melhorando a vida e o transporte para aquela população toda. A gente vem trabalhando em todas as cidades do Distrito Federal. Não há cidade no Distrito Federal que não tenha investimento. Isso graças à nossa capacidade. Nós tivemos essa capacidade de organizar as finanças do Distrito Federal. Quando nós assumimos, a Capacidade de Pagamento (Capag) era a D, que era a última. Hoje nós somos Capag A, o que nos permite tirar em torno de R$ 3 bilhões de financiamento para investimento no DF. E o nível de endividamento da nossa cidade é muito baixo. Então, a gente tem muito ainda o que investir”.
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Dengue: Cuidados preventivos continuam, mesmo com a seca no Distrito Federal
O Distrito Federal (DF) entrou na temporada de seca, mas os cuidados com o mosquito da dengue seguem independentemente das condições climáticas. Mesmo com a redução nos casos da doença entre os meses de abril e setembro, o Governo do Distrito Federal (GDF) continua com as estratégias preventivas nas regiões administrativas. Nesta sexta-feira (3), cerca de 15 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde percorreram as casas da QI 30, no Guará II. A quadra, com aproximadamente 700 residências e mais de 30 estabelecimentos comerciais, foi vistoriada pelos profissionais em busca de eventuais focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Mesmo com a redução nos casos da doença entre os meses de abril e setembro, o GDF continua com as estratégias preventivas nas regiões administrativas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Mesmo na seca, os locais podem oferecer criadouros viáveis para o mosquito, como caixas-d’água. Então, nós vamos continuar com o trabalho preventivo em todas as regiões do DF. Semana que vem, iniciaremos uma pesquisa amostral e, de acordo com os resultados, vamos definir o novo ciclo de visitação, com base nas áreas mais afetadas”, afirmou a diretora de Vigilância Ambiental em Saúde, Kenia Cristina de Oliveira. A aposentada Ione Madureira, 74, foi elogiada pelos profissionais como um exemplo de boas atitudes para impedir a proliferação do mosquito. “Todas as vezes que eles vêm aqui em casa são ótimos, olham tudo. É muito importante que façam esse serviço. Eu estou sempre de olho e cuidando da minha casa”, afirmou. Nesta sexta-feira (3), cerca de 15 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde percorreram as casas da QI 30, no Guará II Já a aposentada Olga Ferreira, 78, também fez questão de abrir as portas para os agentes: “Eu estava lá no final da rua quando vi que estava tendo a inspeção e voltei para poder recebê-los em minha casa. Eu tenho quase 80 anos, então mexer com planta é bom para ocupar a cabeça, por isso tenho muitos jarros. Mas não deixo pratinho embaixo e troco a água sempre. Eu adorei a visita deles”, pontuou. Outras ações Nos próximos dias, as equipes do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental do Guará instalarão 129 armadilhas para capturar os ovos do mosquito Aedes aegypti, as chamadas ovitrampas. Os locais foram selecionados de modo aleatório, distribuídos a uma distância de 300 metros cada, nas regiões do Guará e Guará II, Colônia Agrícola Águas Claras e Lúcio Costa. A armadilha é composta por um recipiente preto que contém uma mistura de levedo de cerveja, inseticida e água, além de um palete de madeira que funciona como anteparo – e é exatamente onde o inseto pousa para colocar os ovos. Na semana epidemiológica 15, que compreende o período entre 7 e 13 de abril, as armadilhas capturaram 1.615 ovos do mosquito, uma quantidade 45,8% menor do que a segunda semana de janeiro, na qual foram coletados 2.984 ovos por meio da ovitrampa. A Polícia Civil emitirá 150 Carteiras de Identidades Nacionais (CIN) gratuitas para os cidadãos, os interessados devem levar certidão do estado civil (original ou cópia autenticada) e o número do CPF. Horário para a retirada das certidões é das 08h às 14h.
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Duas mil obras públicas geraram 60 mil empregos no DF desde 2019
A capital de todos os brasileiros é também a capital do desenvolvimento e do trabalho. Desde 2019, duas mil obras públicas concluídas nos quatro cantos do Distrito Federal geraram cerca de 60 mil empregos, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que não ruiu aos efeitos da pandemia de covid-19. Construção do Túnel de Taguatinga, um investimento de R$ 275 milhões que impacta diretamente a vida de mais de 135 mil motoristas; obra foi inaugurada em junho de 2023 | Foto: Divulgação/Agência Brasília Ao investir nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) contribui para um ciclo vitorioso em parceria com a iniciativa privada. Quanto mais infraestrutura de saúde, educação, segurança e mobilidade, mais empresas de diferentes setores se sentem dispostas a aplicar recursos nas cidades e a contratar profissionais. No ambiente de negócios, isso é conhecido como ganha-ganha. Neste 1º de Maio, Dia do Trabalhador, o governador Ibaneis Rocha enalteceu as pessoas que amam, trabalham e geram emprego e renda no Distrito Federal. “A gente tem feito um grande investimento nesses últimos anos para gerar emprego e renda. Melhoramos toda a questão da tributação, estamos trazendo novas empresas, investindo em obras públicas, já são 2 mil obras públicas entregues nesses cinco anos de governo. Estamos focados em dar melhoria de emprego e renda para nossa população”, destacou o governador do DF. Desde 2019, o GDF investiu R$ 4.170.437.334,97 em obras públicas. Elas vão desde viadutos até unidades básicas de saúde, passando por ciclovias, calçadas, recuperação de canais de irrigação, drenagem, requalificação de avenidas urbanas e tantos outros equipamentos públicos. Os maiores aportes e quantidades de obras estão na mobilidade (629), infraestrutura e urbanização (538), social (518), cultura, esporte e lazer (248), saúde (59), educação (51) e segurança (14). Liberado no dia 20 de abril, o Viaduto do Itapoã/Paranoá foi a obra de número dois mil entregue à população desde 2019 | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília. Toda a gestão que foi feita no sentido de ajuste de contas, de melhorar a capacidade de pagamento do DF, de ouvir e identificar quais eram as prioridades do governo na área de infraestrutura está retratada nessas duas mil obras”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Um trabalho que permitiu ao GDF fazer tantas entregas, sendo a de número dois mil o viaduto do Itapoã/Paranoá, principal componente do Complexo Viário Leste. O elevado conecta a DF-250 à DF-015, interligando as duas regiões administrativas, e contribui significativamente para um deslocamento mais célere a mais de 60 mil pessoas diariamente. Em todo o complexo foram investidos mais de R$ 95 milhões, incluindo a duplicação da DF-250 e a pavimentação da DF-456. Construções como a do viaduto do Itapoã, de sete unidades de pronto atendimento (UPAs), de 13 creches e do Túnel de Taguatinga colaboraram para a geração de 60 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda. Empregos diretos são aqueles de profissionais contratados diretamente para trabalhar na obra; enquanto indiretos são aqueles de prestadoras de serviço que vão atuar numa obra, por exemplo, com o fornecimento de concreto. Já o efeito-renda tem uma atuação mais longe nessa cadeia produtiva de empregos. Um exemplo disso foi a troca do pavimento da Via Estrutural, em que se desenvolve a comunidade, facilita o deslocamento da população e de carga, reduz o tempo de transporte e isso também gera emprego e desenvolvimento. GDF entregou sete UPAs para reforçar o atendimento de saúde nas regiões administrativas | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Tudo isso é um esforço hercúleo de toda a equipe de governo para levar ao cidadão o melhor para ele desfrutar deste momento que nós também estamos desfrutando, que é o sentimento de que estamos fazendo a coisa certa para que o cidadão seja cada vez melhor atendido”, acrescenta José Humberto Pires de Araújo. Melhor ambiente de negócios “Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo” Thales Mendes, titular da Sedet Não sendo o fator único, mas bastante importante, a geração de postos de trabalho associadas às obras contribuiu para que o DF diminuísse o contingente de desempregados de 308 mil em janeiro de 2019 para 267 mil em março de 2024 segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Isso está ligado, claro, a outros fatores no cenário econômico. A melhoria nas condições de negócios e tributação e os programas de qualificação também foram fundamentais. Desde 2021, o GDF capacitou 83,7 mil pessoas apenas com os três principais programas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet): RenovaDF, Qualifica DF e Qualifica DF Móvel. Uma força fundamental durante e após a pandemia de covid-19, dando oportunidade a milhares de pessoas para obter uma nova qualificação ou aprimorar conhecimentos. “Nós conseguimos perceber uma relação muito próxima do alto índice de informalidade com a baixa qualificação profissional a partir do momento que os jovens saem do ensino médio, sendo o perfil do maior número desempregados no DF. A informalidade é por falta de qualificação e as pessoas buscam alternativas de caráter informal para serem inseridas no mercado de trabalho. Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo”, detalha o titular da Sedet, Thales Mendes. “Quanto maior o nível de qualificação profissional da população, principalmente a desempregada, há uma diminuição da informalidade no DF”, acrescenta. Junto da capacitação, o GDF também proporciona um cenário melhor aos empresários. Por meio do programa Prospera, estima-se que mais de 10 mil empregos tenham sido gerados. Voltado para microempreendedores urbanos e rurais, microempreendedores individuais, artesãos, prestadores de serviços autônomos, entre outros, o Prospera é um programa de crédito no qual os valores são liberados de maneira progressiva, de modo a evitar a inadimplência e garantir a renovação de crédito para o cliente. Nos balanços do Prospera, 70% dos empreendimentos apoiados relataram aumento na receita e na lucratividade, comprovando o sucesso. Em outras frentes, a Sedet também trabalha o Desenvolve DF, que substituiu o antigo Pró-DF, em que os empresários ganham desconto na aquisição dos terrenos para desenvolver o negócio e quanto mais empregos são gerados menos pagam pelo terreno. Já o Emprega-DF oferece benefícios fiscais de até 67% no ICMS para os participantes. Somado a isso, o GDF também criou programas como o Pró-Economia I e II, com a concessão de benefícios a diversos setores, como a redução e isenção de impostos e diversos convênios ICMS, e também três edições do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis). Somente com a edição de 2023, foram registrados R$ 946 milhões em dívidas renegociadas com o GDF e a adesão recorde de 78 mil contribuintes, entre pessoas físicas e jurídicas. Todo esse ambiente, aliados a esforços de outras áreas, ajudam a explicar como o GDF conseguiu, em cinco anos, chegar à marca de duas mil obras entregues e com tantas outras em andamento.
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Mulher nas Cidades leva serviços e capacitação profissional a Samambaia
“Oportunidade de crescimento”. É assim que a enfermeira Mariana Leão, 27 anos, define a passagem do Programa Mulher nas Cidades em Samambaia. Ela foi uma das participantes do curso de design de sobrancelhas e levou o certificado de conclusão para casa, nesta sexta-feira (12). “Passei aqui em frente com minha mãe, fiquei curiosa e no outro dia já estava estudando. Amei tudo: a estrutura é ótima, o curso é muito prático – já posso fazer a sobrancelha de todo mundo – e estou muito feliz com meu certificado, vou emoldurar e colocar na sala de casa”, contou ela. “O Mulher nas Cidades está promovendo a formação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade, o que é fundamental para promover a igualdade de oportunidades. Oferecer cursos próximos a essas mulheres facilita o acesso e contribui significativamente para sua capacitação e empoderamento, sendo essencial para a conquista da autonomia financeira” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O programa é gerido pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e atende o público feminino em sete eixos: Saúde, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Justiça e Cidadania, Educação, Cultura e Qualidade de Vida. Além dos serviços voltados às mulheres, o projeto também oferece atividades para crianças, como jogos educativos, salas de leitura e oficinas pedagógicas. “O Mulher nas Cidades está promovendo a formação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade, o que é fundamental para promover a igualdade de oportunidades. Oferecer cursos próximos a essas mulheres facilita o acesso e contribui significativamente para a capacitação e empoderamento, sendo essencial para a conquista da autonomia financeira”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. O Programa Mulher nas Cidades, que passou a semana em Samambaia, no estacionamento do Estádio Rorizão, atende o público feminino em sete eixos: Saúde, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Justiça e Cidadania, Educação, Cultura e Qualidade de Vida | Foto: Mateus D Santos/ Divulgação A subsecretária de Promoção da Mulher, Renata D’Aguiar, pontua que o objetivo do programa é propagar o acesso aos serviços governamentais. “Procuramos estar em regiões em que não temos equipamentos da secretaria, especificamente para a promoção de capacitação, palestras informativas e atendimentos de saúde”, afirmou. “Percebemos que a educação liberta. Muitas mulheres ainda não têm acesso a informações da nossa rede de proteção e, estando mais perto delas, podemos divulgar nossos serviços para que entendam que existe uma rede não só para abraçá-las e acolhê-las, mas também para que sejam fortalecidas e inseridas no mercado de trabalho”, analisou. As atividades do Mulher nas Cidades começaram em 5 de fevereiro e seguirão até 28 de junho, percorrendo, de forma itinerante, 12 regiões administrativas. O projeto já passou por Santa Maria, Estrutural, Paranoá, Itapoã, Ceilândia e Samambaia. Em breve, chegará em Planaltina, Arapoanga, Sobradinho II, São Sebastião, Guará e Brazlândia. Mariana Leão: “Fiz tudo, praticamente. Me ajudaram a resolver um problema jurídico, aprendi a fazer meu currículo, recebi massagem, ganhei o kit de higiene bucal, ganhei livros e ainda concluí o curso de design de sobrancelhas” Em Samambaia, as atividades ocorreram de segunda-feira (8) a sexta-feira (12), no estacionamento do Estádio Rorizão. A população teve acesso às áreas da odontologia, oftalmologia, clínica médica, além de vários cursos e palestras. Mariana, por exemplo, contou que aproveitou cada oportunidade: “Fiz tudo, praticamente. Me ajudaram a resolver um problema jurídico, aprendi a fazer meu currículo, recebi massagem, ganhei o kit de higiene bucal, ganhei livros e ainda concluí o curso de design de sobrancelhas”, celebra. A aposentada Sebastiana Lopes, 61, se formou nos cursos de corte de cabelo e de costura. Ela já oferece serviços nas duas áreas para conhecidos e familiares. “Vim aprender as novidades dos pontos, como fazer umas roupas mais modernas. A mesma coisa com o corte de cabelo, em que aprendi técnicas que não sabia, como posicionamento de tesoura”, conta. “Foi de uma importância muito grande para mim e para a nossa comunidade e região, despertando a mulher que estava em casa, inativa, para que pudesse vir aqui e olhar para si mesma, cuidar de si mesma”, completou. Veja os próximos locais que receberão o Mulher nas Cidades – Guará (22 a 26/4) Endereço: QE 25, Guará 2 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Arapoanga (6 a 10/5) Endereço: Avenida Erasmo de Castro (ao lado do estacionamento da administração regional). Horário: 9h às 18h – Planaltina (13 a 17/5) Endereço: Estacionamento do Ginásio Múltiplas Funções de Planaltina (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Sobradinho II (20 a 24/5) Endereço: AR 9, Quadra (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Brazlândia (3 a 7/6) Endereço: St. Tradicional, Qd. 16 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – São Sebastião (24 a 28/6) Endereço: Qd. 101, Conjunto 8 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h As inscrições são divulgadas no site e nas redes sociais da iniciativa. Também é possível se inscrever presencialmente, nas sedes das administrações regionais.
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Operação DF Livre de Carcaças remove carros na Papuda e no Guará
A Operação DF Livre de Carcaças foi realizada no Complexo Penitenciário da Papuda nesta quarta-feira (10) e no Guará no dia anterior. No total, foram retirados de circulação dois caminhões, três ônibus e 65 estruturas de carros velhos que estavam abandonados. Após solicitação da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), as equipes, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), estiveram na Papuda e retiraram dois caminhões e três ônibus que estavam sem condições de uso e estacionados ali há mais de 15 anos. A ação DF Livre de Carcaças, além de retirar carros velhos das ruas, entra no combate à dengue | Edição: Divulgação/SSP-DF “Trazer esta operação para o sistema penitenciário tem uma simbologia muito grande e mostra a atuação conjunta e a integralidade que tem guiado a segurança pública, por meio do programa DF Mais Seguro. Essas carcaças estão aqui há anos e a retirada mostra que o governador Ibaneis (Rocha) tem feito um trabalho no sentido de utilizar toda a estrutura do governo para combater desordens e reduzir os casos de dengue no DF”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Agradeço a todos os órgãos participantes, em especial ao DER-DF, que possibilitou a retirada de veículos mais complicados de serem retirados, devido ao tamanho”, completa. O secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, lembra que “as carcaças estão aqui nessa região há um bom tempo causando um desconforto para custodiados e servidores, além de servir de foco para o mosquito da dengue. Com essa ação integrada à SSP-DF e ao DER para retirar estas carcaças, nós damos um passo a mais nas ações de combate à dengue dentro do sistema prisional.” “Os números baixos de casos de dengue aqui no complexo da Papuda ratificam a afirmação de que as ações da Seape e dos policiais penais estão no rumo certo” Wenderson Teles, secretário de Administração Penitenciária De acordo com Teles, o número de casos confirmados de dengue não é elevado. “Os números baixos de casos de dengue aqui no complexo da Papuda ratificam a afirmação de que as ações da Seape e dos policiais penais estão no rumo certo. Portanto, a Seape continuará trabalhando neste sentido. A diretriz do governo Ibaneis é intensificar o combate aos casos de dengue em toda a capital”, destacou o secretário. Carros velhos Na terça-feira (9), a DF Livre de Carcaças, esteve no Guará, onde 65 estruturas de carros velhos foram removidas das ruas da cidade. A ação prossegue nas próximas semanas no Guará e contribui para aumento da sensação de segurança, além de intensificar o enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em 12 de março, equipes da Secretaria de Segurança Pública iniciaram o trabalho de notificação dos proprietários de carcaças nas ruas do Guará | Foto: Rafael Máximo/Administração Regional do Guará Em 12 de março, equipes da Secretaria de Segurança Pública iniciaram o trabalho de notificação dos proprietários de carcaças nas ruas do Guará. Nesse período, a situação de 32 pontos com veículos em estado de abandono foi resolvida. A operação retirou mais 33 carcaças das ruas do Guará, seja por remoção com guinchos dos órgãos do GDF ou recolhimento pelos respectivos donos. A operação, além de recolher carros abandonados, identifica desordens como mato alto, falta de iluminação, focos de dengue, entre outros fatores que incidem diretamente na prevenção criminal, na segurança pública e na saúde da população O administrador do Guará, Artur Nogueira, destaca que a operação é mais uma demanda atendida pela população na cidade. “A remoção de veículos abandonados é um dos principais pedidos que tenho recebido quando caminho pelo Guará e converso com a comunidade. O reforço no combate à dengue foi um dos principais objetivos dessa operação, que mais uma vez mostra a força do trabalho integrado do GDF na nossa cidade.” “O principal objetivo da ação não é apenas remover veículos ao depósito do Detran, mas sim conscientizar a população de que não abandone carcaças em via pública. Aqui no Guará, desde o mês de março, temos notificado proprietários e sensibilizado da importância desse trabalho com a comunidade em prol de uma cidade mais limpa e segura”, esclarece o coordenador da Operação DF Livre de Carcaças, major Luis Carlos Bedendo. Ação contínua O DF Livre de Carcaças é uma ação contínua de retirada de veículos abandonados por todo o DF e que acabam por causar transtornos na segurança pública e na saúde da população. Integram a DF Livre de Carcaças as administrações regionais, representantes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). As operações ocorrem semanalmente, seguindo um cronograma já pré-estabelecido.Nesta quinta (11), ela ocorre no Riacho Fundo II. Como ajudar A população também pode participar do programa denunciando e informando os locais em que se encontram veículos abandonados. As denúncias podem ser feitas pelo e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br. No contato, é importante informar o endereço dos veículos, ponto de referência e, se possível, enviar fotos. As informações também podem ser encaminhadas por meio da Ouvidoria do GDF, pelo site Participa DF ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. *Com informações da SSP-DF e da Administração Regional do Guará
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Projeto oferece ações de saúde mental e autocuidado a professores de Planaltina
O projeto Cuidando de Quem Educa, desenvolvido pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Planaltina, tem como foco fortalecer a saúde mental, praticar intervenções e autocuidado com os professores da rede pública do Distrito Federal. A iniciativa tem o apoio da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação do DF. Todos os educadores e profissionais da educação que estiveram presentes receberão certificado. O Projeto Cuidando de Quem Educa é uma iniciativa da Coordenação Regional de Ensino de Planaltina voltada para promover o bem-estar mental | Fotos: Mary Leal/SEEDF A subsecretária de Gestão de Pessoas da SEEDF, Ana Paula Aguiar, esteve presente no encontro desta terça-feira (9) e destacou o excelente trabalho feito pela CRE de Planaltina a seus docentes. “A Regional de Planaltina, muito preocupada com os servidores, olha para eles não como uma matrícula, mas como um ser humano cheio de bagagem. A própria Regional de Ensino acolhe as ações de qualidade de vida que são desenvolvidas pela Secretaria de Educação e hoje convidou os servidores a virem aqui para um momento de descompressão. É assim que a gente acredita que se fortalece os servidores da Secretaria de Educação”. A expectativa é de que o projeto Cuidando de Quem Educa seja levado a outras regionais de ensino. Atualmente, a iniciativa é desenvolvida por meio de ciclos trimestrais, totalizando oito encontros, atendendo 60 profissionais da educação a cada ciclo, sendo 30 no matutino e 30 no vespertino, com profissionais especializados, bate-papos e oficinas, ofertando um cardápio de cuidados e reciprocidade. “Lidamos com demandas que vêm de famílias, dos alunos, da própria comunidade. E quem cuida do professor? Foi pensando nisso que criamos esse projeto Cuidando de Quem Educa” Fernanda Perdigão, servidora da SEEDF Nesta terça, o tema do encontro foi “MoviMente: autoconhecimento através do corpo”, ministrado por Alessandra Rizzi, terapeuta educacional da Secretaria de Saúde do DF. “A ideia do projeto é fazer intervenções e imersões para mostrar ao professor como ele pode se cuidar no dia a dia. São professores que se inscreveram para estar aqui, que entendem que é importante cuidar da saúde mental, cuidar da qualidade de vida”, ressaltou a terapeuta. O projeto será ofertado uma vez por semana e contará com conversas, atividades laborais, práticas integrativas em saúde, com foco para o cuidado da saúde do professor. Logo no início do encontro, há um momento da acolhida, com lanche e fala dos coordenadores, explicando a dinâmica da atividade que será desenvolvida no dia. Em seguida, é a vez de praticar uma espécie de terapia coletiva, em que os membros se apresentam e, juntos, começam atividades integrativas. Acolhimento Todas as práticas desenvolvidas são pensadas na realidade do professor da rede pública. Fernanda Perdigão – servidora da SEEDF, pedagoga e enfermeira – comenta que diferentes demandas foram levadas em consideração na hora da criação do projeto. “Nós, da Regional de Planaltina, decidimos juntar os gestores de várias unidades e cada um foi apontando uma necessidade que existia em sua unidade. Pois lidamos com demandas que vêm de famílias, dos alunos, da própria comunidade. E quem cuida do professor? Foi pensando nisso que criamos esse projeto Cuidando de Quem Educa”, explicou. Por isso, diferentes profissionais e especialistas em saúde mental, como terapeutas, psicólogos e nutricionistas foram chamados para dar o acolhimento e suporte ao docente. A vice-diretora da Escola Classe 5 de Planaltina, Valquíria Monteiro, disse que as expectativas foram superadas A vice-diretora da Escola Classe 5 de Planaltina, Valquíria Monteiro, participou da primeira edição do projeto e retornou. Ela conta, emocionada, sobre a alegria de poder voltar e continuar com os avanços nas técnicas de saúde mental que aprendeu no primeiro encontro. “Eu vim cheia de expectativas e elas foram superadas, pois o primeiro encontro foi maravilhoso. Eu saí daqui com muitas concepções que eu ainda precisava mudar, mas eu não estava tendo coragem. Então, tudo que eu aprendi aqui, eu tentei colocar em prática essa semana e recebi grandes resultados. Todos os professores deveriam fazer”, destacou. A gestora elogia o olhar voltado ao profissional da educação. “Eu achei bastante interessante o tema Cuidando de Quem Educa. Porque eu já vi que era um olhar diferenciado para a gente (professor). É importante cuidar de você mesmo para depois cuidar do outro, porque como é que eu vou cuidar do outro, se eu não consigo cuidar de mim mesma?”, finalizou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Iniciada reforma de UBS em penitenciária feminina no Gama
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no interior da penitenciária feminina do Gama. A fase de alvenaria e instalações elétrica e hidráulica já foi concluída. A estimativa é que a próxima etapa, de acabamentos, comece nos próximos 15 dias. Nesta quinta-feira (7), por meio de portaria conjunta publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), foram repassados R$ 405.921,02 à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela condução da obra, para as adequações. Na unidade de saúde da penitenciária, mulheres custodiadas recebem atendimento com equipe multiprofissional, testes rápidos e exames complementares | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com investimento que ultrapassa os R$ 3,2 milhões, o pacote de adequações considera as necessidades das mulheres privadas de liberdade: ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem e de espera e área para triagem. O ambiente será, ainda, adaptado à assistência médica, cujos serviços incluem análise preventiva, diagnóstico e tratamento das condições de saúde. O projeto deve proporcionar melhores condições aos trabalhadores e às usuárias, uma vez que diversas iniciativas necessitam de espaços adequados. “A equipe de Saúde desenvolve, por exemplo, grupos de gestantes e de mulheres trans, além de ofertar práticas integrativas. Como o local não estava mais abarcando tudo isso, propomos as mudanças”, explica a gerente de Saúde do Sistema Prisional (GESSP), Simone Kathia de Souza. A obra conta com ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem, área para triagem e salas de espera Atendimento Na unidade da penitenciária feminina, a UBS prisional tem equipe composta por médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistente social, farmacêutico, cirurgião dentista, técnico em saúde bucal, administrativo, gerente e supervisor. Além disso, conta com o apoio de médico ecografista, conforme a demanda. De acordo com a gerente, as mulheres têm acolhimento ampliado, com testes rápidos para vírus da imunodeficiência humana (HIV), sífilis, hepatites B e C, assim como exames complementares de covid-19, dengue, entre outros. “Nesse processo, também são realizadas as primeiras consultas com todos os profissionais da equipe e agendamento para preventivo de câncer do colo uterino, saúde bucal, mental etc.” Saúde prisional Instaurada pelo Ministério da Saúde (MS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) determina ações de saúde e segurança, voltadas à população privada de liberdade, que se encontra sob custódia em todo o itinerário carcerário. Na SES-DF, o modelo de gestão adotado está em consonância com as normativas do MS e oferta os serviços de Atenção Primária em cada estabelecimento penal da capital federal. Sempre com equipe multiprofissional definida pelos parâmetros da política, que considera ainda, locais e territorialização do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Unidades do DF recebem selo de Hospital Amigo da Criança
Nove unidades administradas pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) receberam nesta segunda-feira (4) o selo de Hospital Amigo da Criança, reconhecimento concedido pelo Ministério da Saúde pelos cuidados prestados a mães e bebês, com destaque para o incentivo ao aleitamento materno. A cerimônia foi realizada na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), com a presença de gestores e servidores envolvidos diretamente na iniciativa. Apoio ao aleitamento materno é um dos pré-requisitos para que uma unidade receba a certificação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Neste ano, foram habilitados os hospitais regionais de Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Gama e Asa Norte, além do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib). O Hospital Regional de Planaltina e a Casa de Parto de São Sebastião já estavam habilitados e também receberam o selo na cerimônia. Além das unidades da SES-DF, o Hospital Universitário de Brasília (HuB), sob administração federal, também foi reconhecido. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou a importância do trabalho de servidores de diversas áreas para assegurar um serviço de alta qualidade, incluindo profissionais terceirizados envolvidos no suporte. “Nada disso seria possível sem os servidores, sem a segurança, sem a limpeza do hospital”, detalha. Além disso, a gestão tem atuado para que o tema faça parte da prioridade das unidades de maneira constante. Evento reuniu representantes de unidades da Secretaria de Saúde certificados como Hospital Amigo da Criança A coordenadora de saúde da criança e do adolescente do Ministério da Saúde, Sônia Venâncio, informou que são 317 hospitais com essa certificação no Brasil e o Distrito Federal se destaca tanto pelo número de unidades reconhecidas quanto pelas múltiplas iniciativas desenvolvidas aqui, como os bancos de leite, as salas de amamentação e o incentivo ao método canguru. “Sempre temos no DF a referência de um local onde as coisas funcionam muito bem”, elogia. Para passar na avaliação, cada hospital precisa cumprir uma série de pré-requisitos, como o incentivo ao aleitamento materno e o cumprimento de normas quanto ao parto humanizado. Também são necessários o livre acesso de acompanhante de recém-nascido internado, além da garantia do contato pele a pele logo nos primeiros minutos de vida. A avaliação para o credenciamento ocorre a cada três anos e anualmente é monitorado o cumprimento dos critérios. Disponibilizar treinamento também faz parte dos requisitos. A cerimônia teve uma homenagem à vice-presidente da rede brasileira de bancos de leite, Miriam Santos. A médica pediatra iniciou sua trajetória na defesa do cuidado materno-infantil em 1991, no Hospital Regional de Taguatinga, e se aposentou da SES-DF no ano passado, como coordenadora de políticas de aleitamento materno. “O DF vai continuar sendo um exemplo e eu vou continuar tendo muito orgulho do trabalho”, disse a médica. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Pais devem ficar atentos ao peso na mochila dos estudantes
Em meio a expectativa e preparativos para o retorno às aulas da rede pública, marcado para 19 de fevereiro, pais e responsáveis devem estar atentos aos cuidados com o peso excessivo das mochilas que os estudantes carregam diariamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso das mochilas a menos de 10% do peso corporal, a fim de evitar eventuais riscos associados à postura inadequada. A OMS orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso de suas mochilas a menos de 10% do peso corporal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A fisioterapeuta Polyane Magalhães, da Policlínica do Hospital Regional do Gama (HRG), explica que a manutenção de uma postura inadequada no transporte de materiais escolares pode acarretar consequências sérias para a saúde a longo prazo, impactando o desenvolvimento físico e causando desconforto no dia a dia dos estudantes. “Os primeiros indicativos que temos dessa sobrecarga são as alterações posturais, como inclinações do tronco para frente, tensões nos ombros e na coluna cervical”, detalha. “E se a criança começar a se queixar de dor na coluna, o ideal é procurar um especialista”, completa. A servidora orienta aos pais que optem, no ato da compra do material escolar, pelas mochilas de duas alças. “Essas propiciam a distribuição correta do peso, diferentemente daquelas que contam com apenas uma alça transversal. Essas não são boas para a postura”, diz. [Olho texto=”O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Também é preciso estar atento à postura em sala de aula. O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto. Outro cuidado é evitar ficar sentado por longos períodos. “Aproveite os intervalos das aulas para se levantar, caminhar um pouco, esticar as pernas”, sugere a fisioterapeuta. As mesmas orientações valem para o uso de computadores e celulares em casa durante os estudos, onde é recomendado evitar sentar-se em flexão mantida, ou seja, curvada. “É importante frisar a importância da atividade física como aliada nesses casos, uma vez que o sedentarismo contribui para agravar os sintomas de dores e prejuízos funcionais”, completa.
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Estatuto da Pessoa com Diabetes garante direitos no Distrito Federal
Já está em vigor no Distrito Federal o Estatuto da Pessoa com Diabetes, criado pela lei nº 7.409, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) do dia 18 deste mês. O estatuto assegura direitos aos pacientes diagnosticados com diabetes, como acesso aos serviços de saúde pública e prioridade de atendimento. Aproximadamente 115 mil pessoas fazem acompanhamento de diabetes nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). “A nova lei normatiza práticas que já adotamos no âmbito da Secretaria de Saúde. Temos o orgulho de termos aqui um tratamento que é referência nacional”, afirma a subsecretária de Assistência Integral à Saúde, Lara Nunes. Ela destaca o uso do Libre, equipamento para monitorar os níveis de glicemia no sangue. Os pacientes também contam com bombas de insulina. Pacientes com diabetes no DF têm acesso a tratamentos com o Libre e com bombas de insulina | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde O uso desses equipamentos é orientado pelos profissionais da SES-DF. O acompanhamento é feito em unidades especializadas no tratamento da doença, como o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh). A rede de 176 unidades básicas de saúde (UBSs) funciona tanto como porta de entrada quanto para o acompanhamento de quem está com a doença crônica controlada. Em caso de necessidade, o encaminhamento a um endocrinologista é rápido. “Todo paciente com diabetes tipo 1 é prioritário. Não há atraso para consulta com o especialista”, garante a endocrinologista Flávia Melo, referência técnica distrital da área. A SES-DF conta com 73 médicos endocrinologistas, 23 deles voltados para atendimentos pediátricos. Além disso, profissionais de diversas especialidades fazem o acompanhamento geral da saúde dos pacientes, e há ambulatórios para tratamento de complicações da doença, como o “pé diabético” e a retinopatia. Também são realizadas ações educativas, inclusive em escolas, em parceria com a Secretaria de Educação. A Secretaria de Saúde conta com 73 médicos endocrinologistas | Foto: Thaís Cavalcante/ Agência Saúde Diabetes: o que é e como evitar A diabetes é caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente e pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. A doença pode ter diversas causas, que determinam o seu tipo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diabetes tipo 1 atinge de 5% a 10% dos pacientes. Nesse caso, as células produtoras de insulina são destruídas pelo próprio corpo. Já os demais 90% são acometidos pelo tipo 2, quando há deficiência na produção de insulina ou resistência à insulina. Também há a diabetes gestacional, que pode ou não persistir após o parto. Além disso, determinados tipos de doenças, uso de medicação, drogas, produtos químicos ou problemas genéticos podem levar a um quadro de diabetes. A melhor forma de prevenir a diabetes é praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool, tabaco e drogas. Além disso, é fundamental fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Forma de divulgação da vacinação contra a covid-19 é atualizada
Seguindo as novas orientações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou a forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19. O endereço virtual continua o mesmo, porém há mudanças para o acesso à vacina. As ações de vacinação no DF envolvem pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Nas salas de vacina, é possível atualizar toda a caderneta de vacinação | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Não há mais a divulgação por primeira dose, segunda dose ou reforços, e sim apenas três listas. Na primeira, estão os locais de atendimento para todas as crianças de seis meses a menos de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), sendo apresentadas também orientações básicas, como o intervalo entre as três doses recomendadas para esta faixa etária. O segundo link é para os locais de vacinação onde são atendidas todas as crianças a partir dos 5 anos, adolescentes, adultos e idosos que não tenham tomado nenhuma dose ou recebido apenas uma vacina contra a covid-19. O terceiro link é para os grupos prioritários que estão elegíveis a receber o reforço da vacina bivalente em 2024, mesmo que tenham tomado reforços anteriormente. Na página estão listados esses grupos prioritários. Ainda para a covid-19, também há um link específico para locais com atendimento noturno, exclusivos para pessoas a partir dos 18 anos, conforme as vacinas preconizadas. Mudanças na forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19 seguem novas orientações do Ministério da Saúde Vale ressaltar que essas listas são atualizadas conforme o funcionamento das salas de vacina. A orientação é sempre acessar a página da Secretaria de Saúde antes de ir se vacinar. Outras vacinas A SES-DF também tem no seu site a lista de locais para a vacinação de rotina, aplicadas conforme o calendário de vacinação, e uma lista específica para o imunizante BCG. Já a vacina de influenza não está mais em oferta, depois do término da campanha de 2023. Por fim, é possível acessar a lista de locais para vacinação antirrábica de cães e gatos, disponível ao longo de todo o ano nos núcleos regionais de Vigilância Ambiental. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Novembro Azul: 175 unidades da rede pública do DF reforçam serviços
Criada para promover o cuidado geral com a saúde masculina, indo além do câncer de próstata, a campanha Novembro Azul ressalta a importância da rede de 175 unidades básicas de saúde (UBS) para o atendimento à população masculina. Por meio do CEP de residência, é possível identificar qual é a UBS de referência e ter acesso a toda a carteira de serviços ofertada pela rede pública da Secretaria de Saúde (SES-DF). “Os homens frequentam mais as unidades básicas nesse período e temos a impressão de que, a cada ano, a participação deles nos eventos é maior”, conta a diretora regional de Atenção Primária à Saúde da Região Leste, Janaína de Oliveira, responsável pelas atividades das UBSs do Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico, São Sebastião e Jardins Mangueiral. Além do atendimento diário, ações especiais foram organizadas – por todo o DF – para ampliar o acolhimento da população masculina. Entre as atividades estão palestras, recepções festivas (cafés e lanches), testagem e ações de acolhimento. Os horários das atividades dependem da unidade. Os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas em UBSs | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O desafio é enfrentar as resistências. “É um problema muitas vezes cultural. A mulher desde cedo é estimulada à prevenção. O homem tem dificuldade. Quando procura a assistência, é porque já está doente”, explica o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Oeste, Marcondes Mendes, à frente das UBSs de Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente. Por isso, uma das orientações para os profissionais é aproveitar todas as eventuais visitas desse público a uma UBS. O acompanhamento de um familiar ou a simples retirada de medicamento podem ser a oportunidade para uma abordagem. As equipes de Estratégia de Saúde da Família (eSF) também são instruídas a abordar a população masculina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Parte das unidades básicas – como as UBS 3 e 7 de Ceilândia – fazem atendimentos de segunda a sexta-feira até as 22h, o que também é um estímulo aos cuidados com a saúde. “Aqueles que têm dificuldades de acesso, por causa do trabalho, podem procurar essas UBSs com atendimento noturno”, pontua o diretor. Minoria nos atendimentos Segundo dados da SES-DF, em 2023, os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas de atenção primária, aquelas realizadas em UBSs. Esse índice inclui idosos, bebês e pacientes com doenças crônicas. Entre os homens de 20 a 59 anos, o índice cai para 28%, de acordo com dados do Ministério da Saúde para todo o país. Confira os locais com eventos especiais do Novembro Azul previstos até o fim do mês: Foto: Arquivo/ Agência Saúde 23 de novembro (quinta-feira) ? UBS 3 do Recanto das Emas ? UBS 4 do Recanto das Emas ? UBS 8 do Recanto das Emas ? UBS 5 de Ceilândia ? UBS 6 de Ceilândia ? UBS 7 de Ceilândia ? UBS 12 de Ceilândia ? UBS 13 de Ceilândia 24 de novembro (sexta-feira) ? UBS 3 de Taguatinga ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas ? UBS 3 de Ceilândia ? UBS 10 de Ceilândia 25 de novembro (sábado) ? UBS 1 do Guará ? UBS 1 do Areal ? UBS 2 do Areal ? UBS 12 de Samambaia ? UBS 5 do Recanto das Emas ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas 27 de novembro (segunda-feira) ? UBS 5 de Santa Maria 28 de novembro (terça-feira) ? UBS 1 do Cruzeiro ? UBS 1 de Vicente Pires ? UBS 1 de Samambaia ? UBS 11 de Samambaia ? UBS 16 de Ceilândia ? UBS 18 de Ceilândia 29 de novembro (quarta-feira) ? Terminal rodoviário do Núcleo Bandeirante ? UBS 2 de Taguatinga ? UBS 8 de Taguatinga ? UBS 2 de Samambaia ? UBS 3 de Samambaia ? UBS 6 de Samambaia ? UBS 7 de Samambaia ? UBS 8 de Samambaia ? UBS 10 de Samambaia ? UBS 4 de Santa Maria ? UBS 10 de Santa Maria Os endereços de cada unidade e horários de funcionamento podem ser consultados no InfoSaúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Grupo de dor crônica do HRSM cria rede de apoio a pacientes
No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma iniciativa muito aguardada se tornou realidade: o grupo de dor crônica. O espaço vai além do tratamento convencional, criando uma rede de apoio para pacientes que enfrentam diariamente desafios impostos por essa doença Em um contexto onde a dor crônica afeta aproximadamente 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, conforme dados da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), a linha de cuidados para pessoas com dores crônicas do HRSM se destaca como uma resposta inovadora. Grupo conta, entre outros profissionais, com psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais | Fotos: Divulgação/ IgesDF O grupo funciona no ambulatório e é formado por aproximadamente 15 participantes que se encontram semanalmente. As manhãs de quinta-feira são marcadas pela conexão e pelo compartilhamento de experiências e de conhecimento. Com o intuito de aprimorar a qualidade de vida diante das limitações físicas e dos desafios cotidianos impostos pela dor crônica, a abordagem adotada busca explorar diferentes estratégias ao longo de aproximadamente 12 encontros. Essas estratégias variam desde psicoeducação até técnicas de mindfulness, (prática terapêutica de concentração máxima no presente) com a colaboração de uma equipe de especialistas de diferentes áreas. [Olho texto=”“O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”” assinatura=”Paola Palatucci, psicóloga” esquerda_direita_centro=”direita”] Psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas unem forças para proporcionar estratégias de enfrentamento e conscientização do papel dos pacientes em seu próprio tratamento. A psicóloga Paola Palatucci, especialista em dor crônica e uma das mentes por trás do projeto, explica: “O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”. Albertina Fernandes, de 53 anos, membro do grupo desde o início, mencionou que usava remédios controlados para dor por mais de uma década. Desde que ingressou no grupo, reduziu o uso de algumas medicações. Ela comentou: “Estou me sentindo bem melhor. O grupo tem sido de grande ajuda; durmo melhor e estou bem emocionalmente. Só tenho a agradecer”. Paula Palatucci reforçou: “Trabalhamos higiene do sono, dietas anti-inflamatórias, psicoeducação e utilizamos técnicas de mindfulness para fortalecer a atenção concentrada dos pacientes, visando sempre estratégias de enfrentamento”. [Olho texto=”Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar na qual a fisioterapia também desempenha um papel significativo. Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia. O programa incorpora, ainda, a auriculoterapia, uma técnica derivada da acupuntura que aplica pressão em pontos específicos da orelha para tratar vários tipos de dores. Essa prática terapêutica visa não apenas ao bem-estar físico, mas também ao equilíbrio emocional. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A fisioterapeuta Alessandra Sandro Meireles enfatiza a importância da abordagem integral da equipe, ressaltando o compromisso em proporcionar não apenas um alívio imediato, mas uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes: “Todas as estratégias são apresentadas para que possam ser aplicadas no dia a dia, permitindo que os pacientes tenham consciência de seu papel ativo na melhoria de seu quadro clínico”. Desde os 20 anos, Suely Pinheiro Barreira, 61, convive com o desafio da fibromialgia, uma condição dolorosa e persistente. “Esse grupo está sendo uma maravilha; tenho aprendido como lidar com a dor da fibromialgia, porque é uma dor crônica, uma dor que você acha que não vai conseguir suportar. Eu tenho aprendido muito com toda a equipe e me sinto acolhida. Para mim tem dado resultado, tenho parado até de tomar alguns medicamentos fortes”, relata *Com informações do IgesDF
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Prevenção ao câncer de mama é aliada à aula de forró
O incentivo aos cuidados com a saúde pode (e deve) ser divertido. É o que mostra a iniciativa do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, que, no Outubro Rosa, uniu o forró ao alerta de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A última aula deste mês – que ocorre sempre às quartas-feiras – foi temática. O Forró das Rosas reuniu idosos e encheu o salão com passos habilidosos. A dança fortalece o sistema muscular, melhora a flexibilidade, diminui dores e aumenta a autoestima, segundo o enfermeiro Edmundo Bezerra da Secretaria de Saúde | Fotos: Rafaella Felix/Agência Saúde-DF “Forró é terapia, trabalha corpo e mente. E, neste mês, é uma oportunidade de trazer a conscientização para combate ao câncer de mama”, ressalta o enfermeiro e facilitador de práticas integrativas Edmundo Bezerra. Quem participou aprovou a iniciativa. “Isso é um remédio. Não falto, pois dançar é comigo mesmo”, conta Zilda da Costa, 73 anos. A moradora do Vale do Amanhecer participa das aulas de forró como terapia desde 2018, após amigas indicarem a atividade. “As dores que sentia nas pernas e na coluna melhoraram 100%. Gosto muito de forró. Eu amo isso aqui”. Em alusão ao Outubro Rosa, o Cerpis organizou também outras atividades com foco na prevenção ao câncer de mama, como prática de medicina chinesa, indicação do uso de plantas, auriculoterapia e roda de conversa sobre autoestima. Além de muito forró, o evento teve apresentações artísticas da comunidade com cantos, contos e premiação aos participantes melhor caracterizados. Maria Áurea da Conceição, 70 anos, fez questão de usar vestido, unha e maquiagem no tom rosa para combinar com a atividade. “Aqui é animado, a gente sai um pouquinho melhor. Faz bem para a saúde”, avalia. O companheiro dela, Fidêncio Espíndola, 73 anos, participa há um ano das aulas: “Gosto de vir, aqui a gente faz amizade. Cansa, mas é bom”. Interessados podem participar da terapia com forró toda quarta-feira, às 16h, na tenda do Cerpis, localizada ao lado do Hospital Regional de Planaltina (HRPl). As aulas são gratuitas e não necessitam de agendamento. O casal Maria Áurea, de 70 anos, e Fidêncio Espíndola, 73 anos, participam da terapia há mais de um ano e destacam a animação e amizades que fizeram nas aulas Quem dança, os males espanta Com problemas na coluna e após o falecimento do filho, Raulde Rosa da Cruz, 60 anos, recebeu a indicação de um médico para participar da terapia. “Vim, me identifiquei e não parei mais. Gosto do forró e da assistência. Entro aqui e saio mais feliz.” Ela conta que, depois de iniciar a atividade, hoje não precisa mais de remédio para dormir. Segundo o enfermeiro Bezerra, a dança fortalece o sistema muscular, melhora a postura e a flexibilidade, diminui dores e ajuda a manter o bom ritmo cardíaco e a pressão arterial, além de aumentar a autoestima. No local, as aulas de forró como forma de terapia ocorrem desde 2017 e, atualmente, cerca de 40 pessoas participam toda semana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “[As aulas de forró] Ajudam muito na saúde emocional, na interação. São formados vínculos afetivos entre os participantes e fortalece a proximidade com os servidores da Secretaria de Saúde [SES-DF]. Além disso, insere o paciente no cuidado com ele próprio”, destaca a técnica de enfermagem e facilitadora das práticas integrativas Rosane Natividade. Sobre o Cerpis Vinculado à SES-DF, o Cerpis de Planaltina funciona de segunda a sexta-feira e oferta ainda outras práticas integrativas. Por exemplo: yoga, técnica de redução de estresse, automassagem, artesanato, constelação familiar e práticas de medicina chinesa. Considerando todas as terapias, cerca de 800 pessoas são atendidas mensalmente no local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2017-1085. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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