Voluntários superam 1 milhão de lanches distribuídos a pacientes oncológicos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O que começou com a iniciativa de dois pais que acompanhavam o filho durante um tratamento oncológico já resultou na distribuição de mais de 1 milhão de lanches no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Há 38 anos, o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) faz da alimentação uma das formas de acolher pacientes e acompanhantes durante a rotina de tratamento. A iniciativa surgiu com a oferta de lanches e ampliou a atuação ao longo dos anos. Instituído oficialmente em 1994, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas, além de outros itens. Os lanches são preparados pelos próprios voluntários e servidos a pacientes que realizam radioterapia e quimioterapia. Os acompanhantes recebem a alimentação, composta por suco, café, sanduíches caseiros, pão de queijo, biscoitos, bolos e frutas. Além dos lanches preparados e distribuídos pelos próprios voluntários, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas | Foto: Divulgação/IgesDF “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo” Marias de Lourdes Gomes do Nascimento, ex-paciente e hoje voluntária no Hospital de Base Para a presidente do MAC, Lilian Rejane Müller da Silva, a atuação do grupo vai além da assistência material. “Nossa função aqui é, primeiro de tudo, sentar ao lado do paciente e conversar com eles. O importante do voluntariado é isso, é dar atenção para eles”, explica. Solidariedade que se multiplica Maria de Lourdes Gomes do Nascimento conheceu o trabalho do MAC enquanto fazia tratamento de leucemia no Hospital de Base. Depois de receber alta, voltou à unidade e se inscreveu como voluntária. Há 16 anos, passou de paciente acolhida a integrante do grupo. “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo”, emociona-se Maria de Lourdes. Ivana Amaral conheceu o MAC enquanto acompanhava a filha, que é médica, no Hospital de Base. Foi nesse período que teve contato com a atuação dos voluntários e com o trabalho desenvolvido pelo grupo. “É um trabalho muito maravilhoso e enriquecedor. Todos estão aqui com o objetivo de ajudar o paciente, dando palavras de apoio”, relata. *Com informações do IgesDF
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DF disponibiliza banco de perucas para pessoas em tratamento contra o câncer
Mulheres em tratamento de saúde que causa a perda de cabelos contam com atendimento gratuito para doação de perucas no Distrito Federal. Para a prestação do serviço, há um banco com cerca de 300 perucas, renovado a cada dois meses. O atendimento ocorre diariamente, conforme a demanda, com limite de uma peça por pessoa. Doações de perucas ou mechas de cabelos podem ser feitas de manhã e à tarde | Foto: José Cruz/Agência Brasil As perucas são produzidas por voluntários a partir do reaproveitamento de cabelos naturais doados. A iniciativa reúne a confecção de próteses mamárias, cortes de cabelo e barba, além do fornecimento de toucas e lenços. Há necessidade de novos voluntários para a produção, que oferece capacitação para os interessados. Como doar Para a doação, a orientação é separar mechas com no mínimo 20 centímetros, prender os fios antes do corte e entregá-los secos, em saco ou envelope. Fios com química ou coloração também podem ser entregues. O recebimento das doações de cabelo ocorre das 8h30 às 12h e das 13h às 16h. Para confirmar os dias de atendimento, a orientação é entrar em contato pelo telefone (61) 3364-5467. A oficina também recebe insumos para a confecção das peças, como telas, linhas de náilon ou tecelagem, silicone adesivo selante, tecido do tipo voil, xampu e condicionador. Como acessar o serviço O atendimento é voltado a pessoas que passam por tratamento de saúde com perda de cabelo. O critério informado é estar preferencialmente sem cabelos e apresentar documento de identificação pessoal com foto e relatório médico atualizado, emitido nos últimos seis meses. O cadastro é feito na Sala de Acolhimento da Rede Feminina, situada no ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (Corredor 5). Após o registro, são apresentados os modelos, tamanhos e cores para escolha do beneficiário. Informações sobre serviços, voluntariado e doações também estão disponíveis neste site e no perfil oficial @redefemininabrasilia.
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Campanha Solidariedade Salva beneficia instituições sociais e leva apoio às comunidades
O Instituto Alimentando Vidas, o Instituto Reviver — localizado na Chácara Santa Luiza —, e a Administração Regional do Paranoá receberam doação de alimentos via campanha Solidariedade Salva, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) e capitaneada pelo primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro. Esta é mais uma ação de apoio do GDF a instituições e comunidades que atuam diretamente no acolhimento e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ação busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da cidadania e da segurança alimentar. A campanha Solidariedade Salva tem se consolidado como uma importante rede de mobilização social, conectando parceiros, voluntários, empresas e instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais solidária e humana. A campanha Solidariedade Salva atua na segurança alimentar e no incentivo a ações sociais em equipamentos públicos | Fotos: Divulgação/Ceiis Além de contribuir para o atendimento das famílias assistidas, a iniciativa fortalece organizações e equipamentos públicos que desempenham papel fundamental nas comunidades, oferecendo acolhimento, apoio e oportunidades para pessoas que enfrentam diferentes situações de vulnerabilidade. A ação reafirma o compromisso da Ceiis com o desenvolvimento social e com a construção de políticas que aproximam o poder público das necessidades reais da população, fortalecendo parcerias e ampliando o impacto positivo das ações sociais em todo o Distrito Federal. “Cada ação solidária carrega muito mais do que alimentos; leva acolhimento, dignidade e esperança para quem enfrenta momentos difíceis”, ressalta Fabrício Faleiro. “Ver instituições sendo fortalecidas e famílias sendo alcançadas nos mostra que pequenos gestos, quando feitos em conjunto, podem gerar grandes transformações sociais.” *Com informações da Ceiis
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Em reforço à Campanha do Agasalho do GDF, IgesDF lança Cabide Solidário
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026 instituída pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente, por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o cabide solidário nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Doações podem ser entregues nos pontos de coleta até 10 de julho | Foto: Divulgação/IgesDF “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF Até 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação. “Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas”, afirma a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos.” Cabide Solidário Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades terão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra”, resume a gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira. “Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente.” Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues reforça: “Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”. *Com informações do IgesDF
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Cartão Material de Construção ajuda moradora da Estrutural a reconstruir casa após incêndio
A mudança de realidade chegou à porta da moradora Maria Cristina Alves da Silva. A dona de casa recebeu, das mãos da governadora Celina Leão, o Cartão Material de Construção, benefício do Governo do Distrito Federal (GDF) voltado para reforma, ampliação ou renovação de moradias de famílias em situação de vulnerabilidade social. A entrega ocorreu em Santa Luzia, na Estrutural, durante visita da chefe do Executivo neste sábado (13). Maria Cristina, ao lado da governadora Celina Leão, lembrou o dia em que um incêndio destruiu sua casa: “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Por isso, hoje só tenho a agradecer” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao receber o benefício em mãos, Maria Cristina lembrou as perdas causadas pelo incêndio que atingiu a residência da família. “Estou emocionada, porque foi muito difícil”, relatou. “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Você já não tem nada, e a pouca coisa que você tinha estava queimada. É muito doloroso. Por isso, hoje só tenho a agradecer”. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo” Governadora Celina Leão Durante o encontro, a governadora afirmou que o programa busca oferecer melhores condições de habitabilidade às famílias contempladas, permitindo intervenções que aumentem a segurança, a salubridade e a qualidade de vida dentro das residências. Celina também relembrou a visita que fez à residência de Maria após o acidente e destacou a importância da atuação do Estado em momentos de vulnerabilidade social. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade, uma senhora idosa que estava aqui, o neto de quem ela cuida, os filhos dela dividindo esse espaço”, retomou. “Ela chorava muito, era muita tristeza, e eu falei para ela: ‘Agora nós vamos te ajudar e você vai construir de alvenaria’. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo.” Benefício Criado pelo GDF em maio de 2025, o Cartão Material de Construção garante até R$ 15 mil para a aquisição de material de construção a famílias em situação de vulnerabilidade que foram desalojadas ou desabrigadas em decorrência de situações de emergência ou calamidade pública. Entre as emergências atendidas pelo programa, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas essas condições devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). [LEIA_TAMBEM]Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias. Região em desenvolvimento Considerada uma das regiões mais vulneráveis do DF, Santa Luzia está em obras. Em novembro do ano passado, o GDF autorizou a construção de um sistema de saneamento integrado na comunidade, beneficiando mais de 20 mil pessoas. Com investimento de R$ 100 milhões, o projeto engloba construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções. O objetivo é oferecer água limpa, coleta e tratamento de esgoto, além de estruturas de captação e escoamento de águas pluviais para os moradores. O valor do sistema de saneamento básico foi financiado junto a um banco privado, aprovado pelo PAC Financiamentos, e será pago pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), responsável também por fiscalizar a empresa contratada.
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 26 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (13), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado e domingo: 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. SHCGN 710, atrás do prédio da Sicredi/Sabin; 4. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 5. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 6. SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a Mesquita Islâmica; 7. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 8. SHCGN 716, entre os blocos G e H; 9. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 10. SHCNW 302, interior da torre abandonada; 11. SQNW 702/703, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília; 12. Proximidades da Torre de TV; 13. Torre de TV, subsolo; 14. Setor Comercial Sul; 15. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 16. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 17. Centro Pop 903 Sul; 18. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 19. Via L4 Sul, túnel da passarela desativada do Pier 21; 20. Entre o Complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 21. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 22. Canteiro central da Epia, em frente à Primetek; 23. Rodoviária Interestadual; 24. Mata entre a Abin e a Rodoviária; 25. Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep; 26. Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep. *Com informações da DF Legal
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Bombeiros fazem transporte aeromédico interestadual de criança para tratamento em Brasília
Uma operação integrada entre órgãos do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul permitiu o transporte aeromédico de uma criança de dois anos, diagnosticada com encefalite viral, de Porto Alegre (RS), para continuidade do tratamento no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). A missão foi conduzida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), após articulação entre as secretarias de Saúde dos dois entes federativos e da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Grupo escalado para a operação utilizou uma aeronave especialmente configurada para operações aeromédicas | Fotos: Divulgação/CBMDF O pedido partiu da Secretaria de Saúde de Porto Alegre, encaminhado à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que acionou a SSP-DF para viabilizar a operação. A partir da demanda, o CBMDF mobilizou equipes técnicas e estruturou o planejamento logístico da missão. Em menos de 12 horas após o acionamento inicial, a aeronave Resgate 09, um modelo Grand Caravan EX configurado para operações aeromédicas, decolou de Brasília rumo ao Sul do país. A missão contou com três pilotos, um médico, um enfermeiro especialista em transporte aéreo e uma pediatra, que atuaram para garantir assistência intensiva contínua durante todo o deslocamento. Criança pôde contar com toda a assistência da equipe, composta por oficiais e profissionais de saúde O planejamento levou em consideração a complexidade clínica da paciente, transferida entre duas unidades de terapia intensiva — do Hospital de Clínicas de Porto Alegre ao Hospital da Criança de Brasília. [LEIA_TAMBEM]“Ter a serviço da população do Distrito Federal um efetivo capaz de cumprir prontamente qualquer missão que lhe seja determinada e, acima de tudo, executá-la de forma voluntária, demonstrando não só capacidade técnica, mas também empatia e amor ao próximo, é motivo de orgulho para todos nós, bombeiros militares”, enfatizou o comandante-geral do CBMDF, coronel Moisés Alves Barcelos. A operação incluiu escalas técnicas em Maringá (PR), tanto na ida quanto na volta, para garantir segurança e autonomia da aeronave. Após o pouso em Brasília, uma unidade de resgate do CBMDF realizou o transporte terrestre da criança, da mãe e da equipe médica até o Hospital da Criança.
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Acolhe DF supera 800 atendimentos em dez meses e amplia ações
Em dez meses de atuação, o programa Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ultrapassou a marca de 800 atendimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até o dia 20 deste mês, foram registrados 806 atendimentos em diferentes regiões do Distrito Federal. Desse total, 279 pessoas aceitaram voluntariamente o encaminhamento para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. Ação também é promovida no formato itinerante, como as tendas de atendimento | Foto: Divulgação/Sejus-DF Somente nos últimos 30 dias, o programa contabilizou 106 atendimentos e 26 encaminhamentos para acolhimento e tratamento especializado. A iniciativa contempla principalmente pessoas em situação de rua e com dependência de álcool e outras drogas, por meio de abordagens humanizadas e escuta qualificada. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Na última semana, o Acolhe DF esteve na Asa Norte. No espaço, as equipes oferecem orientações à população, fazem abordagens sociais e encaminham pessoas que necessitam de atendimento. A partir de segunda-feira (25), o endereço dos serviços será a 702 Sul, ao lado da Igreja Dom Bosco. Contato com a comunidade Morador da Asa Norte há mais de 15 anos, o empresário Carlos Eduardo Martins elogia a presença das equipes na quadra: “A gente percebe que é um trabalho feito com respeito e diálogo. Ter essa equipe aqui na região traz mais segurança para os moradores e, principalmente, oferece uma oportunidade de ajuda para quem precisa. É uma ação muito importante para toda a comunidade”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirma que os números refletem o fortalecimento da política pública de acolhimento desenvolvida pela pasta. “O Acolhe DF tem mostrado resultados concretos porque trabalha com cuidado, dignidade e presença constante nas ruas”, aponta. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais”. [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno, enfatiza a importância da aproximação com a população: “A tenda itinerante fortalece esse contato direto com a comunidade e amplia nossa capacidade de identificar pessoas que precisam de apoio. O trabalho é construído com acolhimento, escuta ativa e respeito à individualidade de cada cidadão”. O programa conta com equipes multidisciplinares formadas por profissionais das áreas social e da saúde, que atuam em buscas ativas em pontos estratégicos do DF. Além do encaminhamento para tratamento, os acolhidos recebem acompanhamento psicossocial e apoio para reconstrução de vínculos familiares e comunitários. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Projeto Em-canto & Em-cordas, na Estrutural, celebra dois anos unindo música e solidariedade
Na Estrutural, região com a menor renda per capita do Distrito Federal, o som de violinos e vozes em coro tem sido, há dois anos, muito mais que uma atividade artística. É uma poderosa ferramenta de sobrevivência e mudança social. O projeto Em-canto & Em-cordas, do Instituto Reciclando Sons, entra agora na reta final, com encerramento previsto para julho de 2026. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e consolida um legado de 200 jovens atendidos e famílias fortalecidas por uma rede de apoio integral. Viabilizada com mais de R$ 1 milhão do Fundo da Criança e do Adolescente, a iniciativa usa a música para reduzir danos e prevenir riscos sociais. Além das melodias, o coração do projeto reside numa estrutura socioassistencial robusta, em que os jovens passam por momentos de acolhimento conduzidos por uma equipe de 20 profissionais, que inclui psicólogos, assistentes sociais, professores, monitores e arte-educadores. Meninos e meninas de 7 a 17 anos participam de atividades de canto, musicalização e informática pelo projeto Em-canto & Em-cordas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Três vezes por semana, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos participam, de manhã ou à tarde, de aulas de instrumentos de corda (violino, viola e violoncelo), musicalização infantil, canto coral e informática, além dos momentos de dinâmica psicossocial e de alimentação, com lanches oferecidos após todos os encontros. Dó, ré, mi, facilitação O diferencial é o suporte psicossocial que precede cada nota tocada — o projeto não apenas ensina a tocar um instrumento, mas amplia horizontes. Jovens como Jhonatas Levy, de 9 anos, e Maria Júlia Cardoso, de 10, raramente saíam da região administrativa e, agora, são presença frequente nos palcos. O grupo já se apresentou em locais como o Teatro Nacional Claudio Santoro, a Caixa Cultural, a Casa Thomas Jefferson e a Câmara Legislativa do DF. Maria Júlia Cardoso gosta de tocar o clássico 'Peixe Vivo' no violino Maria Júlia escolheu o violino pela beleza do instrumento. "Acho muito bonito", conta a aluna, ao descrever que adora se apresentar com o projeto. “Eu gosto das aulas e também dos acolhimentos. Minha mãe sempre quis me inscrever aqui, desde que eu era pequenininha. Tentamos várias vezes, até que conseguimos vaga”, revela, acrescentando que a música que mais gosta de tocar é o clássico Peixe Vivo. Jhonatas também escolheu o violino, mas por outro motivo. "É bem legal e é mais fácil de segurar, porque o violoncelo é muito grande e pesado. E eu sou pequenininho", conta o aluno, que sabe tocar de olhos fechados Anunciação, de Alceu Valença. "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam... E eu tenho várias amizades aqui", afirma o garoto. Jhonatas Levy conta o que o agrada no projeto: "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam" Mesmo acostumados a tocar nos grandes palcos do DF e cheios de desenvoltura, Maria Júlia e Jhonatas admitem que preferem quando a iluminação não permite a eles enxergar a plateia. Cultura como escudo e acolhimento Todos os dias, antes das aulas de instrumento ou canto, os jovens passam pelo acolhimento. Durante 15 minutos, a equipe trabalha temas como comunicação não violenta e inteligência emocional. "O acolhimento, na verdade, começa na hora que as crianças entram por essa porta até a hora em que saem", explica a psicóloga Maria Helena Gama, destacando que o espaço oferece proteção e identidade para meninos e meninas que, muitas vezes, enfrentam realidades de extrema vulnerabilidade em casa. "A gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver" Maria Helena Gama, psicóloga A psicóloga avalia que os momentos de acolhimentos são vitais para a saúde emocional dos alunos. "É uma forma de eles chegarem aqui, se sentirem acolhidos e protegidos nesse espaço. E a gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver", explica. O suporte contínuo foca na redução de danos e na prevenção de riscos sociais, e garante que a música seja o fio condutor para uma formação humana completa e cidadã. Trabalho que muda O exemplo mais vivo de transformação é o da assistente social Elinielma Nascimento, que foi aluna do projeto em 2005, formou-se na Universidade de Brasília (UnB) e retornou anos depois como profissional da equipe. “Voltei para compartilhar a tecnologia social que me acolheu na época", conta, emocionada, ao destacar o sentimento de gratidão. "Eu me sinto completa, porque eu era uma dessas crianças vulneráveis. E hoje eu posso ajudá-las a vencer”. Para Elinielma, sua presença serve de espelho. “É uma forma de a gente se aproximar. As famílias e crianças olham para mim e pensam: ‘Ela chegou e conseguiu. Eu também posso’”, completa. Impacto além das partituras Elinelma Nascimento foi aluna no projeto e agora participa das ações como assistente social O projeto transborda as salas de aula e alcança o cerne das famílias da Estrutural, muitas chefiadas por mães solo. Para essas mulheres, o instituto ofereceu cursos de gastronomia profissionalizante — o resultado é a geração de renda e autonomia. Além da capacitação, o suporte inclui segurança alimentar, com distribuição de cestas básicas, e doação de outros insumos básicos, como roupas e sapatos. As apresentações do projeto são planejadas como eventos socioculturais temáticos para toda a família. Em datas significativas, como o Setembro Amarelo e o Outubro Rosa, a música é acompanhada por ações de cuidado direto. Antes dos concertos, pais e alunos recebem atendimentos que variam de consultas com psicólogos, e musicoterapeutas a exames médicos e orientações de saúde específicas. Legado "A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social" Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons O Em-canto & Em-cordas é apenas um dos projetos do Instituto Reciclando Sons, que em 25 anos já atendeu 50 mil pessoas e formou 13 mil estudantes. Com o ciclo atual caminhando para a formatura, o instituto busca novos editais para garantir que o som da mudança não pare de ecoar na Estrutural. A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social - Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons "Foi uma experiência transformadora, uma verdadeira celebração de cidadania e cultura. Uma lindeza só! A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social", reflete Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons. "Nossos alunos já foram para a Europa, hoje são professores da Escola de Música, na orquestra da Força Aérea Brasileira, na UnB... Eles conseguiram entrar profissionalmente na música, que consegue quebrar barreiras sociais", conclui.
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Expomix Planaltina reúne mais de 130 mil pessoas e impulsiona economia local
A Expomix Planaltina encerrou sua programação consolidando-se como um dos maiores eventos culturais e solidários do Distrito Federal. Durante três dias, a cidade viveu uma verdadeira celebração de música, cultura e impacto social, reunindo mais de 130 mil pessoas e impulsionando a economia local, com geração de renda para ambulantes, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva. Além do grande sucesso de público, o evento se destacou pelo caráter solidário, com a arrecadação de mais de 85 toneladas de alimentos. As doações serão destinadas às organizações não governamentais ONG do Amor e o Sentido da Vida, que irão distribuir os mantimentos a comunidades em situação de vulnerabilidade nas regiões de Planaltina, Paranoá, Estrutural e Sol Nascente, reforçando o compromisso social da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]No palco, a Expomix apresentou uma programação de peso, com grandes nomes da música nacional, como Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandes e Matheus & Kauan, além de valorizar a cena regional com mais de 15 atrações locais, fortalecendo a cultura e dando visibilidade a talentos da cidade. O evento contou com a realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o apoio da Administração Regional de Planaltina, reforçando a importância da parceria entre o poder público e a iniciativa cultural para promover desenvolvimento, entretenimento e transformação social. “A Expomix evidencia como a política cultural pode atuar de forma estruturante, articulando desenvolvimento econômico, valorização dos artistas locais e compromisso social. É uma demonstração de que investir em cultura também é promover inclusão, fortalecer territórios e ampliar o alcance das ações públicas junto à população”, enfatizou o secretário interino da pasta, Fernando Modesto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Expomix reúne mais de 35 mil pessoas na primeira noite e arrecada 38 toneladas de alimentos
A primeira noite da Expomix, na sexta-feira (10), em Planaltina, foi marcada por grande público, emoção e solidariedade. O evento reuniu mais de 35 mil pessoas ao som do cantor Xand Avião, além de valorizar talentos locais que também subiram ao palco e animaram o público. Xand Avião foi destaque na abertura da Expomix, que segue até domingo (12) | Foto: Divulgação/Secec-DF Com uma estrutura preparada para receber milhares de visitantes, a Expomix mostrou sua força logo na abertura. Além do entretenimento, a noite também foi marcada pela solidariedade: foram arrecadadas 38 toneladas de alimentos. As doações, feitas pela ONG do Amor, serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto” Fernando Modesto, secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa Promovida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), a Expomix fortalece o acesso à cultura, incentivando a economia criativa e promovendo grandes experiências para a população. A iniciativa também conta com o apoio da Administração Regional de Planaltina, contribuindo para a valorização da cidade e o fortalecimento de eventos de grande porte na região. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto”, enfatizou o secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. [LEIA_TAMBEM]“Ao reunir um público expressivo e mobilizar a arrecadação de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade, a iniciativa reforça o papel da cultura como instrumento de inclusão, desenvolvimento local e fortalecimento dos vínculos comunitários no Distrito Federal”, complementou. A programação segue até este domingo (12), com uma agenda diversificada. Neste sábado (11), um dos shows mais aguardados é da cantora Lauana Prado. A abertura dos portões está prevista para as 18h, e a expectativa é de mais um recorde de público. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Saiba como é feita a pasteurização do leite materno
O leite materno doado percorre um caminho de intenso cuidado até chegar aos recém-nascidos que precisam desse alimento nos hospitais da rede pública. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto não sai da casa da doadora direto para a unidade neonatal: cada frasco passa por etapas técnicas que garantem um alimento seguro e nutritivo para os bebês internados. Cada lote do produto doado passa por rigorosa inspeção e tratamento nos bancos de leite humano do DF | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Quando recebemos o leite, sabemos que ali existe um gesto de solidariedade que pode mudar histórias”, afirma a coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF, Graça Cruz. “Nosso trabalho é assegurar que ele mantenha suas propriedades e seja oferecido com total segurança aos bebês.” “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite” Graça Cruz, coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF Ao chegar ao banco de leite humano, o produto é inspecionado. São avaliadas a integridade da embalagem, a presença de impurezas no frasco e as condições de armazenamento, incluindo a temperatura de congelamento desde a coleta domiciliar. Controle de qualidade O leite humano cru pode permanecer congelado por até 15 dias antes de ser pasteurizado — portanto, deve chegar ao banco até pelo menos dez dias, e os lotes são selecionados de acordo com a data de validade do produto. “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite”, reforça Graça Cruz. Após essa triagem, o leite selecionado é descongelado a 40°C, com equipamentos próprios. Mesmo após o descongelamento, ele é mantido sob refrigeração a 5°C, temperatura que ajuda a preservar suas características. Uma amostra é retirada para exames físico-químicos, como a medição da acidez Dornic, parâmetro que indica se o leite está apto para seguir à pasteurização. Também é feito o crematócrito, exame que identifica o valor calórico do leite e auxilia a equipe médica na definição da dieta de cada recém-nascido. O pequeno Benício foi um dos bebês que precisaram recorrer ao banco de leite humano logo nos primeiros dias de vida. Ele nasceu prematuro com 35 semanas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), pesando 1,8 kg. “Nem sempre a gente consegue produzir leite o suficiente, então esse gesto fez toda diferença para a saúde do meu filho”, relata a mãe, Maria Vitória de Medeiros, 24. Pasteurização Uma vez aprovado nas análises, o leite é reenvasado em frascos esterilizados e encaminhado para a pasteurizadora a 62,5°C por 30 minutos, temperatura e tempo definidos para eliminar microrganismos que poderiam afetar a saúde de prematuros e recém-nascidos de baixo peso. Segundo a coordenadora, tempo e temperatura foram definidos por estudos realizados há mais de 40 anos, com o objetivo de eliminar 99,9% desses microrganismos. [LEIA_TAMBEM]Logo após esse período, o leite passa por resfriamento rápido até atingir 5°C. Em seguida, uma nova amostra é coletada para o controle microbiológico. O material fica incubado por 48 horas. Somente após resultado negativo para crescimento de microrganismos o leite é liberado para o estoque do BLH. Finalizado o processo, o líquido é separado individualmente de acordo com a prescrição do médico e do nutricionista para cada recém-nascido. O método garante também o não desperdício: um frasco de 250ml, por exemplo, pode suprir até dez bebês. Rede solidária O DF conta com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta. A Secretaria de Saúde (SES-DF) é responsável por dez bancos e três postos. Nesses locais, é feito o controle de qualidade, pasteurizar e distribuir o leite, também orientam famílias sobre o manejo da amamentação. Em 2025, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF (rBLH-DF) atendeu 16,9 mil recém-nascidos, entre prematuros e bebês com baixo peso. Para doar, basta ligar para 160, opção 4, ou acessar o portal Amamenta Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Medalha Mérito Hemocentro de Brasília será entregue nesta sexta (28)
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta sexta-feira (28), às 10h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a primeira cerimônia de entrega da medalha Mérito Hemocentro de Brasília. A honraria, criada neste ano, reconhece pessoas e instituições que contribuem para a promoção da doação de sangue e para o fortalecimento da hemorrede pública do Distrito Federal. Doar sangue significa a possibilidade de salvar até quatro vidas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários” Osnei Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília A nova medalha marca um passo institucional importante para a FHB, simbolizando o agradecimento a quem ajuda a manter o abastecimento de sangue da rede pública. Entre os homenageados estão cidadãos, servidores, autoridades e parceiros de diferentes áreas — públicos, privados, civis e militares — que atuam na mobilização social e na segurança transfusional do DF. “A hemorrede do DF só se fortalece porque existe uma rede de parceiros comprometidos com a vida”, enfatiza o presidente da FHB, Osnei Okumoto. “Esta homenagem celebra quem ajuda a garantir que o sangue chegue a quem mais precisa.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia integra a programação da Semana Nacional do Doador de Sangue, aberta na terça-feira (25) e com atividades programadas para até sábado (29). Este ano, o Hemocentro adota estética inspirada em videogames retrô e o tema “Doe sangue, desbloqueie 4 vidas”, reforçando que uma única doação pode salvar até quatro pessoas. A proposta remete aos jogos clássicos dos anos 1980 e 1990, em que cada fase vencida representa uma conquista — uma analogia aos doadores, descritos como heróis da vida real. “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários”, pontua Osnei Okumoto. “Cada doação tem impacto real na vida de quatro pessoas, e este gesto mantém nossa rede hospitalar funcionando.” *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília
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Crianças trocam brinquedos por mudas de plantas e espalham solidariedade na campanha Vem Brincar Comigo
A Escola Montessori, localizada na Asa Sul, foi palco de mais uma edição da campanha Vem Brincar Comigo, iniciativa da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que promove gestos de solidariedade entre as crianças. Durante os jogos escolares, os alunos foram convidados a participar de uma gincana solidária, doando brinquedos em troca de pontos na classificação do campeonato. A iniciativa movimentou toda a comunidade escolar e resultou na arrecadação de mais de 1 mil brinquedos, que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade social. Como gesto simbólico e educativo, cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Ao todo, 400 vasos foram distribuídos para o plantio no pátio da escola, transformando a ação em uma verdadeira lição de solidariedade, cuidado e sustentabilidade. Cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) | Foto: Adriano Teixeira/Novacap “A campanha Vem Brincar Comigo é uma oportunidade de despertar desde cedo o olhar solidário e o senso de responsabilidade social nas crianças. Ver escolas e parceiros como a Novacap engajados nessa causa mostra que, juntos, estamos formando uma geração mais consciente, generosa e comprometida com o próximo e com o meio ambiente. Cada brinquedo doado e cada muda plantada representam um gesto de amor e aprendizado”, destacou a idealizadora da campanha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância de unir solidariedade e consciência ambiental, proporcionando às crianças uma experiência ao mesmo tempo educativa e afetiva. Ele lembrou que a parceria com a Escola Maria Montessori já dura três anos e reforçou o compromisso da Companhia em fortalecer a campanha e ampliar seu alcance. “Estamos muito contentes com essa parceria. Nosso objetivo é continuar ajudando mais crianças a viverem a infância com alegria, como deve ser. Queremos mobilizar e sensibilizar outras escolas a participarem da iniciativa e contribuírem com doações. Além disso, ao receberem as mudinhas, os alunos também aprendem sobre o valor de cuidar da natureza e de cultivar o verde em seus próprios espaços. Cada plantinha simboliza a continuidade desse gesto de amor e responsabilidade com o meio ambiente e com o próximo”, destacou Leite. A professora Fabiana Oliveira destacou que a iniciativa reforça valores como o desapego, o respeito ao meio ambiente e o senso de comunidade, aproximando ainda mais a escola das ações sociais. “A arrecadação nasceu dos jogos escolares, um momento em que trabalhamos a alegria, o espírito de equipe e a solidariedade. Neste ano, mais uma vez, firmamos parceria com a Novacap: as crianças doaram brinquedos e, em troca, receberam mudas de plantas. Assim, aprendem sobre o valor de doar, cuidar da natureza e praticar o desapego com consciência”, explicou a professora de Educação Cósmica. *Com informações da Novacap
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Compartilha Amor ultrapassa 50 mil itens arrecadados e chega a 100 pontos de coleta no DF
Promovendo solidariedade e transformação social por meio da doação, a campanha Compartilha Amor celebra, neste mês de outubro, a marca de 100 pontos de coleta espalhados pelo Distrito Federal. A iniciativa é uma ação permanente da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), vinculada ao programa Voluntariado em Ação, criada para arrecadar roupas, calçados, brinquedos e acessórios destinados a famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças. Todos os itens passam por higienização, são organizados e, posteriormente, distribuídos gratuitamente nos brechós solidários que integram o projeto GDF Mais Perto do Cidadão. Em cada edição, as pessoas atendidas podem escolher até cinco peças para levar para casa, sem qualquer custo. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, celebrou o marco e destacou a generosidade da população do DF. “Cada local que se une ao Compartilha Amor amplia o alcance da solidariedade e ajuda a construir uma rede de apoio que leva dignidade a muitas famílias. É emocionante ver o brasiliense se mobilizar para fazer as doações — isso mostra a força da nossa comunidade”, afirmou. Além dos pontos de coleta já consolidados, como a rede de mercados Big Box e a Up Grade Nutrição Esportiva, a campanha ampliou sua rede de parceiros com novos estabelecimentos comerciais em diversas regiões do DF. Entre eles estão o Centro Universitário de Brasília (CEUB), a loja infantil Le Petit Kids Wear, a multimarcas Wish, a ótica Voriques, as lojas de brinquedos Ri Happy e o brechó Peça Rara — este último, após o sucesso na última edição do Varal Solidário Compartilha Amor, realizada na Rodoviária do Plano Piloto, que disponibilizou mais de 5 mil peças para cerca de 2 mil pessoas, agora integra oficialmente essa corrente de solidariedade. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Grupo de apoio em hospital fortalece homens em tratamento oncológico
Toda terça-feira, José Ferreira de Souza, de 77 anos, tem um compromisso marcado. Saindo do Sol Nascente, ele vai ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e encontra seus amigos. Lá, todos se sentam em uma roda, compartilham histórias e dão suporte um ao outro, pois enfrentam algo em comum: o câncer. Marisa Cordeiro acompanha o marido, Vilmar de Melo, no grupo: “Nós dois sentimos uma diferença grande. Ele começou a ver a vida de forma diferente” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Brasília José está em tratamento para câncer na próstata e, desde março, participa do grupo Fortalecer, no HRT. “É um lugar que encoraja o colega que está muito ruim”, afirma. “Tem gente que fica com trauma ou com depressão por causa da doença”. Com reuniões todas as terças a partir das 8h, o grupo é aberto. Para se inscrever, basta comparecer à área externa do setor de oncologia do HRT. A percepção de José em relação ao grupo é exatamente o objetivo da iniciativa: criar um espaço de convivência para homens que enfrentam câncer, por meio de diversas atividades, desde orientações de saúde até práticas integrativas. Aberto também a acompanhantes, o encontro tem a finalidade de levar conforto e apoio. Esperança Paciente em cuidados paliativos, Ary Bento da Cunha é outro participante assíduo: "Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça, tem que ficar lá no lugar dele" Residente em enfermagem e um dos condutores do Fortalecer, Leandro Menezes detalha que o grupo amplia a visão sobre viver e sobre a finitude da vida das pessoas diagnosticadas: “Sempre tentamos desmistificar os tabus de que o paciente com câncer não tem que fazer exercícios físicos ou tem que ficar isolado em casa. Aqui é um momento para desconstruir medos e construir esperança”. Foi assim que Ary Bento da Cunha, 75, se tornou um participante assíduo. O tempo de convivência permitiu que o artesão criasse laços de amizade fortes. “Sou paciente paliativo e gosto de comparecer para mostrar que o diagnóstico ainda não é o fim da vida”, enfatiza. “Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça; tem que ficar lá no lugar dele no corpo humano. Só me lembro que tenho quando o celular apita para eu tomar o remédio”. Acolhimento Um dos organizadores do Fortalecer, o dentista Willian Oliveira reforça que o grupo atua como um espaço seguro para que os homens encontrem acolhimento. “Realizamos diversas atividades, mas também deixamos o espaço em aberto; nesses momentos, eles trazem inúmeras questões sobre vida, morte, solidão, sensibilidade”, descreve. [LEIA_TAMBEM]Marisa Cordeiro, 65, acompanha o marido, Vilmar de Melo, 72, diagnosticado com câncer de próstata, em quase todos os encontros, e percebeu mudanças na saúde mental do esposo. “Nós dois sentimos uma diferença grande”, relata. “Ele começou a ver a vida de forma diferente. Os profissionais daqui também são ímpares e muito atenciosos”. Um dos condutores do grupo, o residente de psicologia José Antônio Carvalho pontua que ter um espaço de discussão fortalece o tratamento. “Há uma dificuldade de os homens buscarem ajuda e de se cuidarem, muito enraizada na estrutura do que é masculinidade”, aponta. “No entanto, é importante entender que se cuidar é ser homem. Se permitir trabalhar em conjunto e ser acolhido também é”. Agilização Por meio do programa “O câncer não espera. O GDF também não”, a Secretaria de Saúde (SES-DF) tem garantido atendimento mais rápido, coordenado e humanizado aos pacientes oncológicos. Nele, os pacientes são incluídos em lista de prioridade e encaminhados a uma fila única. O tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) inclui cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Os procedimentos têm início após o paciente ser avaliado por um oncologista. A porta de entrada ao serviço é sempre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Campanha Gari Sangue Bom vai a São Sebastião
A campanha Gari Sangue Bom chega à sua sétima edição nesta terça-feira (22), em São Sebastião. Das 8h até as 16h, o estacionamento da administração regional da cidade será palco de mais uma ação de mobilização comunitária pela doação de sangue. Fruto de parceria da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) com Caesb, Hemocentro de Brasília e Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a iniciativa coloca os garis como protagonistas - doando sangue e inspirando moradores locais a seguir o gesto de cidadania. Garis dão exemplo e estimulam a comunidade a doar sangue para manter adequados os estoques do Hemocentro | Foto: Divulgação/Seac-DF [LEIA_TAMBEM]Nas edições anteriores, o projeto registrou mais de 350 bolsas de sangue coletadas junto à comunidade. Além da coleta, o evento vai oferecer orientações de saúde e bem-estar, reforçando a importância social do ato de doar. A secretária Clara Roriz lembra que o ato de doar sangue tem grande importância: “Pode salvar vidas”. A iniciativa contempla o objetivo de manter os estoques sanguíneos adequados, especialmente em períodos críticos como o de férias. A meta é atrair tanto os garis quanto a comunidade em geral. Com histórias emocionantes e presença de lideranças, o Gari Sangue Bom reforça a solidariedade e a união em benefício da saúde pública do Distrito Federal. A campanha já passou por Ceilândia, Gama, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas e Estrutural. Gari Sangue Bom ► Data: terça-feira (22) ► Horário: Das 8h às 16h ► Local: Estacionamento da Administração Regional de São Sebastião. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade
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Secretarias se mobilizam para doações no último dia de arrecadação da Campanha do Agasalho Solidário 2025
Agência Brasília · SECRETARIAS SE MOBILIZAM PARA DOAÇÕES NO ÚLTIMO DIA DE ARRECADAÇÃO DA CAMPANHA DO AGASALHO SOLIDÁRIO 2025 No último dia da Campanha do Agasalho Solidário 2025, nesta quinta-feira (17), secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF) se reuniram para fazer a última grande doação. Como resultado do engajamento coletivo, mais de 17 mil peças, entre cobertores, roupas e lençóis, foram arrecadadas pela primeira-dama e idealizadora da iniciativa, Mayara Noronha Rocha. Coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a ação prevê a distribuição dos itens diretamente à população em situação de vulnerabilidade social e a instituições assistenciais. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz", destaca a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, idealizadora da Campanha do Agasalho, elogiando a participação da população | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A primeira-dama destacou o alcance da campanha e a resposta da população do DF. “No início da campanha, nossa meta era arrecadar 10 mil itens. Com essa entrega, já superamos 34 mil, mais que triplicando a meta inicial”, comemorou. Para ela, o maior resultado é perceber como a solidariedade tem se enraizado entre os brasilienses. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz. Sempre há aquela dúvida se a população manteria o mesmo engajamento do ano anterior, mas o que vimos em 2025 foi exatamente o contrário: superamos todas as expectativas”. Ela também ressaltou o papel das instituições públicas e privadas no fortalecimento da campanha. “A missão é justamente essa: envolver a população em ações sociais. Mais do que mobilizar os órgãos do GDF, é essencial trazer empresários e a sociedade civil para perto, para fazer com que os projetos sociais das secretarias funcionem de verdade e gerem impacto na vida das famílias em situação de vulnerabilidade”, afirmou. “Fico muito feliz e grata em ver esse caminho conjunto. É impossível esperar o sucesso de uma cidade ou de um país se não houver união entre a população, os empresários e o governo, todos caminhando juntos com o propósito de servir aqueles que mais precisam”. Alunos da Fábrica Social produziram materiais para doação A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) doou 17 mil itens para a Campanha do Agasalho Solidário. Segundo o titular da pasta, Thales Ferreira, essa doação é resultado direto do trabalho feito na Fábrica Social, iniciativa voltada à qualificação profissional. “Durante o processo de qualificação, os nossos alunos produzem materiais como cobertores e lençóis. Agora, esse esforço se materializa em mais de 12 mil cobertores destinados à rede pública de saúde, além de 3 mil lençóis e outros 2 mil cobertores que vão diretamente para a Campanha do Agasalho”, explicou. O secretário também destacou a importância da solidariedade como valor que caminha lado a lado com o desenvolvimento econômico do DF. “Não tenho dúvida de que uma cidade onde as pessoas são mais felizes também é mais produtiva. As empresas estão envolvidas nesse projeto, e o objetivo da Fábrica Social é exatamente formar pessoas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, afirmou. Ao comentar a entrega dos itens arrecadados, o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, agradeceu pelo esforço conjunto da doação para a pasta: “São 12 mil cobertores e 3 mil lençóis que farão diferença para os nossos pacientes internados, especialmente neste período mais frio. Sabemos que, dependendo do quadro clínico, o paciente pode apresentar hipotermia, portantoessa entrega será de grande importância para o tratamento de muitos deles”. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha entre os secretários Paco Britto, Ana Paula Marra, Sandro Avelar e Thales Mendes A iniciativa da Campanha do Agasalho está alinhada ao programa Segurança Integral, lançado pelo governador Ibaneis Rocha no final de 2023. “Esse é o nosso programa, essa é a nossa forma de fazer segurança pública: estando próximos da comunidade”, reforçou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Segundo ele, essa aproximação reflete diretamente nos números da criminalidade. “Quando estamos juntos da comunidade, o crime diminui significativamente. Não é à toa que o DF caminha, de forma firme e rápida, para se tornar a capital mais segura do Brasil”, concluiu. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, ressaltou que a doação de 350 itens foi possível graças à parceria com organismos internacionais. “É muito importante que eles participem, como já participam de outras campanhas, mas hoje estamos diante de uma ação principal: estamos levando calor à população que mais precisa nesse tempo frio em Brasília”, afirmou. “A iniciativa começou em 2019, e, como todos podem ver, a cada ano a quantidade de doações só aumenta”, prosseguiu Paco Segundo ele, o envolvimento das embaixadas e organismos internacionais tem sido fundamental, e muitas vezes os próprios funcionários dessas instituições participam ativamente das doações. “Às vezes, não são nem os representantes das embaixadas, mas os próprios funcionários, como os porteiros, copeiros, que se cotizam entre si para doar dois, três itens. Isso é muito gratificante.” Hotel social Durante o encerramento da Campanha do Agasalho Solidário 2025, a titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, destacou a importância da iniciativa e aproveitou a ocasião para destacar uma importante novidade na política de assistência social do DF: a inauguração do primeiro espaço de pernoite permanente voltado a pessoas em situação de rua. “Estamos dando um passo a mais: na próxima semana será inaugurado o Hotel Social, um local que oferecerá abrigo digno e acolhimento a quem vive nas ruas”, explicou. O espaço na área central de Brasília será destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua. São 200 vagas, com um diferencial: ele será o único em atividade no país a receber também animais de estimação. O hotel social ficará aberto das 19h às 8h. Os visitantes terão, além do local para dormir, banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã.
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GDF alinha ações do Programa Acolhe DF em reunião com secretariado
Agência Brasília · GDF ALINHA AÇÕES DO PROGRAMA ACOLHE DF EM REUNIÃO COM SECRETARIADO O Governo do Distrito Federal deu mais um passo para consolidar o programa Acolhe DF, criado por decreto nesta terça-feira (8). A governadora em exercício Celina Leão reuniu nesta quarta-feira (9) o secretariado no Salão Nobre do Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Durante o encontro, foram apresentadas as ações já desenvolvidas por diversas pastas e reforçada a integração entre secretarias e administrações regionais para a execução das ações e maior efetividade das iniciativas. A governadora em exercício Celina Leão reuniu o secretariado no Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com o decreto, o programa Acolhe DF será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, entre outros profissionais necessários para o pleno desenvolvimento do programa. A partir de agora, tanto as outras pastas do GDF como as administrações regionais deverão fazer a busca ativa dessas pessoas e encaminhá-las para os serviços de acolhimento, inclusão e garantia de direitos ofertados pelo poder público. A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa. “A partir de agora, passa a ser de responsabilidade de todas as secretarias e de todas as administrações regionais realizarem esse trabalho de busca ativa e o Governo do Distrito Federal está preparado para acolher e apoiar o desenvolvimento e reinserção social dessas pessoas”, disse. O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ressalta a importância de acolher, qualificar e orientar as pessoas em situação de rua como forma de promover a sua inserção no mercado de trabalho. Ele lembrou o Decreto nº 45.846/2024, que determina, entre outros, que 2% da mão de obra de empresas que firmem contrato com o GDF seja formada por pessoas em situação de rua. “É preciso conscientizar tanto a população de rua como os empresários. Temos todo um trabalho que passa pelo acolhimento, orientação e intermediação para que eles tenham condições de ocupar essas vagas”, destaca o secretário. A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, é necessário que o governo atue de forma integrada com todas as pastas, com todos os órgãos. “Precisamos conseguir cumprir, de fato, o decreto que coloca 2% das vagas de empresas que contratam com a administração pública para que sejam destinadas para pessoas em situação de rua. Para isso, é necessário a assistência social em conjunto com a qualificação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, para que a gente, de fato, consiga transformar e mudar a vida dessas pessoas”, ressaltou. Já a secretária de Justiça e Cidadania (Sejus), Marcela Passamani, ressalta que “além de apoiar o encaminhamento dos dependentes químicos para comunidades terapêuticas, também acompanhamos essas trajetórias de retomada da vida, articulando com outras pastas a inclusão em cursos profissionalizantes, como, por exemplo, no Renova-DF. A ideia é garantir não só o tratamento, mas também oportunidades reais de recomeço.”
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Acolhe DF: programa vai ampliar busca ativa e ofertar tratamento a pessoas em situação de rua dependentes químicas
Agência Brasília · ACOLHE DF - PROGRAMA VAI AMPLIAR BUSCA ATIVA E OFERTAR TRATAMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA A governadora em exercício Celina Leão assinou, nesta terça-feira (8), o decreto que cria o programa Acolhe DF, cujo intuito é fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas a esse público. Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior. "Na nossa primeira abordagem, nós já conseguimos sensibilizar algumas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem fazer curso de capacitação para realmente mudar essa situação de rua aqui do Distrito Federal. E nós queremos contar com o apoio de vocês, a população do Distrito Federal, para fazer o encaminhamento dessas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem sair definitivamente da situação de rua", ressaltou a governadora em exercício. O decreto que cria o programa Acolhe DF tem o intuito de fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas | Fotos: Luh Fiuza/VGDF "O GDF segue imbuído na missão de enfrentar todas as questões relacionadas à população em situação de rua e acolher este público. O decreto representa mais um avanço neste sentido, ele se soma às nossas ações que já vêm sendo executadas no Plano de Ação e representam acolhimento social e dignidade", destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital Para a População em Situação de Rua, no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]O texto do decreto reforça que o programa é destinado à atenção, acolhimento, tratamento, capacitação profissional e reinserção social da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade, e que será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, bem como outros profissionais necessários ao pleno desenvolvimento. Entre as diretrizes, estão o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais, o sigilo e a confidencialidade das informações pessoais dos acolhidos, e a não estigmatização da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade. Diferentes órgãos do GDF — como secretarias e administrações regionais — poderão fazer a busca ativa. Até então, essa ação era de competência exclusiva da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). As pessoas que, durante o acolhimento, manifestarem interesse pelo tratamento serão encaminhadas à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), com os casos mais graves sendo levados diretamente à Secretaria de Saúde. O tratamento será feito em entidades parceiras, que atuarão voluntariamente. Concluído esse processo, a Sejus ficará responsável pela reinserçao social, encaminhando os indivíduos a programas de alfabetização e escolarização, cursos de capacitação profissional e vagas de emprego, por meio da reserva de cargos públicos a pessoas em situação de rua e da parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior “Nós estamos juntando todas as pastas para poder fazer um atendimento ainda mais digno e respeitoso para as pessoas que estão em situação de rua hoje no Distrito Federal”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A gente pôde verificar nessa visita in loco também pessoas necessitando de uma atenção à saúde de forma mais integral. Então, essa ação é importante para que possamos desenhar toda uma linha de cuidado desses pacientes e proporcionar nova chance a essa população”, emendou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior.
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