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Governadora Celina Leão determina ampliação de programa de robótica após conquista de alunos da rede pública do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão determinou a ampliação do programa de robótica durante encontro, nesta quarta-feira (30/9), com estudantes da rede pública classificados para a etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). No Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), em Taguatinga, ela recebeu os integrantes da equipe PaTeC Itapoã 02, campeã estadual na categoria Resgate — Nível 2, e defendeu a formação tecnológica desde a escola. “Nós não podemos ter uma escola ultrapassada. Os meninos precisam sair da escola prontos para lidar com inteligência artificial, para lidar com robótica”, afirmou a governadora. “Esses jovens precisam de investimento e oportunidade. E é isso que nós determinamos agora para o nosso secretário, todos eles que estavam aqui, para ampliar esse programa.” Celina Leão: "Nós não podemos ter uma escola ultrapassada. Os meninos precisam sair da escola prontos para lidar com inteligência artificial, para lidar com robótica" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A equipe vencedora é formada por João Vítor Emídio Barbosa de Melo, Lara Mendes Pereira da Silva e Maria Luísa de Jesus — todos de 15 anos. Os estudantes conquistaram o primeiro lugar na etapa estadual, disputada em 5 de setembro, no Sesc Taguatinga Norte. Agora, vão representar o DF na fase nacional, de 23 a 29 de novembro, em João Pessoa (PB). Da programação à competição João Vítor começou a programar entre os 12 e os 13 anos. O interesse ganhou espaço para avançar no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTeC), onde se preparou para a competição. “A partir do PaTeC, eu fui integrado mais a esse mundo da robótica”, contou. Para o futuro, ele já tem uma direção: “O que eu planejo é ficar nessa área mesmo, da robótica, da programação, que é a área que mais me desperta interesse”. “Se não fosse pelo PaTeC, acho que a gente não teria chegado, alcançado esse resultado” João Vítor Emídio Barbosa de Melo, estudante Na prova de resgate, o robô precisa seguir uma linha ao longo de uma pista e recolher bolinhas que representam vítimas, para depois colocá-las nos locais determinados. João Vítor explicou que programou, com o professor, a visão computacional usada pela equipe — recurso que permite ao robô interpretar imagens para executar as tarefas. Durante o encontro, o estudante também pediu a continuidade do projeto. “Se não fosse pelo PaTeC, acho que a gente não teria chegado, alcançado esse resultado”, disse à governadora. Formação e reconhecimento O PaTeC é um projeto do Instituto Eixos desenvolvido em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF). A formação inclui robótica, programação em Python, raciocínio lógico e modelagem em três dimensões. O projeto já alcançou mais de 1.500 crianças e adolescentes da rede pública do Distrito Federal. Outra equipe do PaTeC reconhecida na etapa estadual foi a GryphosPaTeC-AHSD. Formado por Layla Saaid, Maria Luísa Miranda e Emily Vitória da Silva, o grupo recebeu o prêmio de Melhor Escola Pública na competição. Ao defender a expansão do ensino de robótica, Celina destacou a necessidade de articular as experiências existentes na rede. “Nós temos várias iniciativas em várias escolas públicas”, afirmou. A governadora defendeu um programa de estado que incorpore a robótica como ferramenta de atualização das escolas.  

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Centro de Controle do Metrô-DF ganha novos painéis para reforçar segurança e eficiência operacional

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) investe em tecnologia e instala 300 novos painéis no Centro de Controle Operacional (CCO), que fica na sede do Complexo Administrativo e Operacional (CAO) da companhia. É ali onde trabalham os profissionais responsáveis por monitorar todo o tráfego do metrô, todos os dias, durante 24 horas, de olho nas telas de computadores. Assim, os equipamentos de alta resolução de imagem, irão oferecer mais qualidade e precisão das informações, essenciais para garantir a segurança dos usuários e dos serviços do sistema metroviário. “Essa solução contempla não só a modernização da tecnologia, como também assegura a longevidade e eficácia dos painéis, contribuindo para a eficiência operacional e para a maior compreensão e agilidade das estratégias adotadas pela equipe”, afirma o presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral. “Além disso, o investimento substitui um sistema mais obsoleto, reduzindo os custos com as manutenções corretivas”, acrescenta. Os painéis foram instalados em formato de videowall, o que garante mais segurança e agilidade na hora de avaliar e interpretar os dados. A tecnologia permite visualizar, ao mesmo tempo, a situação do sistema de energia, dos pátios, das estações, de equipamentos, proporcionando uma visão global da operação. “Uma das vantagens desse novo formato é que ele possibilita exibir uma maior quantidade de imagens do sistema de Circuito Fechado de Televisão, aumentando a cobertura visual das estações, dos pátios e das demais instalações”, esclarece o diretor de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Márcio Aquino.  “O sistema poderá ser configurado conforme a situação operacional, dando prioridade à visualização de determinadas câmeras, alarmes, sistemas ou áreas”, afirma. Os painéis foram instalados em formato de videowall, o que garante mais segurança e agilidade na hora de avaliar e interpretar os dados | Foto: Paulo Barros/Divulgação A concentração das principais informações operacionais em um único ambiente visual – disponível, simultaneamente, para supervisores, controladores e demais profissionais envolvidos na operação – facilita a compreensão imediata do estado da linha e das ocorrências em andamento, melhorando a coordenação das ações e a tomada rápida de decisões. Isso reduz a necessidade de alternar diversas telas ou sistemas durante uma ocorrência no sistema. O novo layout ainda otimiza o acompanhamento da posição, da movimentação e do intervalo dos trens ao longo da linha, o que torna mais ágil a atuação para retomar a regularidade da operação. Por fim, a instalação dos novos painéis do Centro de Controle Operacional do Metrô–DF irá contribuir para o conforto e para a melhoria das condições de trabalho de toda a equipe. Os dados apresentados em telas, com imagens em alta resolução e em uma superfície maior, evitam a visualização nos monitores individuais, reduzindo a sobrecarga visual dos operadores. A leitura de diagramas, mapas, imagens e indicadores á distância, também otimizará a legibilidade e a ergonomia na rotina dos empregados. *Com informações da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF)

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Brasil.IA certifica mais 714 alunos em quatro regiões do DF 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta sexta-feira (28/8), 714 alunos da sétima etapa do projeto Brasil.IA celebram uma nova conquista com a formatura na capacitação tecnológica gratuita que contempla diferentes regiões do Distrito Federal. Os certificados serão entregues a participantes de quatro regiões administrativas: 171 em Taguatinga, 208 no Gama, 194 em Santa Maria e 141 em Planaltina. As cerimônias serão realizadas simultaneamente em quatro escolas — CEF 03 de Taguatinga, CEF 05 do Gama, CEF 308 de Santa Maria e CEF 04 de Planaltina. Desde 2025, o projeto Brasil.IA já teve mais de 9 mil pessoas inscritas em todo o DF | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa amplia o acesso da população a conhecimentos cada vez mais presentes no cotidiano e no mercado de trabalho, com formação em inteligência artificial e competências digitais. Com uma proposta prática e acessível, o projeto aproxima jovens e adultos de novas ferramentas tecnológicas, estimula o desenvolvimento de habilidades e amplia as possibilidades de qualificação diante das transformações provocadas pela inteligência artificial e pela digitalização. Os números mostram o alcance da iniciativa. Em 2025, o Brasil.IA registrou mais de 9 mil inscrições, mais de 7 mil alunos matriculados e mais de 4 mil pessoas certificadas, passando por pelo menos 16 regiões administrativas do DF. A expansão permite que a formação chegue mais perto das comunidades, facilitando o acesso ao conhecimento sem que os participantes precisem se deslocar para regiões centrais. Com esta certificação, o Brasil.IA reforça seu papel na democratização da tecnologia e na criação de novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional. O avanço do projeto demonstra a importância de descentralizar a formação tecnológica e aproximar cada vez mais a população das possibilidades oferecidas pela ciência, tecnologia e inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação  

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Capital LAB inicia ciclo de incubação de 20 projetos e fortalece o empreendedorismo científico no Distrito Federal

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Nesta quarta-feira (15/7), o programa Capital LAB deu início ao ciclo de incubação dos 20 projetos selecionados. O evento, realizado na sede do programa, no Setor Comercial Sul, marcou o começo da etapa prática de desenvolvimento dos negócios, reunindo participantes e equipe técnica. Durante os próximos cinco meses, as equipes terão acesso a mentorias, consultorias, oficinas e acompanhamento especializado para desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em soluções para desafios da sociedade. Equipes selecionadas terão acompanhamento especializado durante os próximos cinco meses | Foto: Divulgação/Secti-DF O Capital LAB busca aproximar universidades, governo, empresas e pesquisadores, incentivando o empreendedorismo científico e transformando conhecimento em inovação. Além da incubação, o programa promove atividades de capacitação, hackathons, encontros com investidores e ações de difusão científica. Os 20 projetos foram escolhidos por meio de um processo seletivo que avaliou critérios como inovação, viabilidade, potencial de impacto e perfil das equipes. Ao longo da incubação, os participantes também contarão com infraestrutura de trabalho e suporte nas áreas jurídica, financeira, contábil e de comunicação. A iniciativa faz parte da estratégia de fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal. Ao longo de sua execução, o programa pretende alcançar diretamente mais de 4 mil pessoas por meio de capacitações, eventos, laboratórios universitários e ações voltadas para o empreendedorismo e para a inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica

Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec)  “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Programa Ciência em Ação leva tecnologia e inovação a Sobradinho 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Facilita, promove o Ciência em Ação 2026, que reúne tecnologia, inovação e experiências interativas, para toda a população. A iniciativa começou na terça-feira (30/6) e vai até esta quinta-feira (2), das 13h às 21h, no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com uma programação gratuita voltada a crianças, jovens, estudantes, famílias e toda a comunidade. O objetivo do evento é democratizar o acesso ao conhecimento científico e tecnológico, aproximando o público das ferramentas e habilidades que fazem parte da transformação digital. Durante os três dias de programação, os visitantes poderão participar de workshops, palestras, oficina de robótica, hackathon, torneio de jogos eletrônicos, jogos de tabuleiro e uma área de games no formato free to play (livres para jogar).  Evento reúne tecnologia, inovação e experiências interativas para toda a população | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ciência e a tecnologia precisam estar cada vez mais próximas das pessoas. Quando crianças, jovens e famílias têm contato com experiências inovadoras, abrimos portas para novas possibilidades e ajudamos a formar cidadãos preparados para os desafios do futuro”, destaca o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. A programação foi pensada para proporcionar experiências práticas e acessíveis, incentivando a criatividade, o pensamento crítico, a colaboração e a resolução de problemas. Mais do que uma atividade de lazer, o evento cria um ambiente de descoberta, no qual participantes podem experimentar novas tecnologias e compreender como elas impactam o cotidiano. Para a Secti-DF, iniciativas como o Ciência em Ação fortalecem o ecossistema de inovação do Distrito Federal ao despertar o interesse da população pela educação científica e tecnológica, promovendo inclusão digital, aprendizado e conexão entre comunidade, escolas, profissionais e iniciativas de inovação. SERVIÇO → Ciência em Ação 2026 → Data: até quinta-feira (2) → Horário: das 13h às 21h → Local: estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho → Entrada gratuita. *Com informações da Secti-DF

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Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) incentiva o desenvolvimento de uma tecnologia considerada estratégica para o setor aeroespacial brasileiro: o sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes. A pesquisa é realizada na Universidade de Brasília (UnB), no Laboratório de Propulsão Química (CPL), sob coordenação do professor Olexiy Shynkarenko. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil. A proposta tem como objetivo desenvolver e testar um sistema compacto de vetorização de empuxo em nível de maturidade tecnológica TRL 4, que corresponde à validação de componentes em ambiente de laboratório. Na prática, o empuxo é a força de propulsão gerada pelo motor para impulsionar o foguete. O sistema de vetorização de empuxo permite controlar a direção dessa força, corrigindo e orientando a trajetória durante o voo. Essa tecnologia é fundamental para veículos suborbitais, foguetes de sondagem e futuras aplicações em sistemas espaciais mais complexos.  Segundo o professor Olexiy Shynkarenko, coordenador do projeto e do Laboratório de Propulsão Química da UnB, a equipe já dominava estudos de propulsão híbrida em motores de pequeno porte. O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo, conhecido pela sigla TVC, foi o passo seguinte para avançar da propulsão estática para o controle ativo de voo. “A capacidade de controlar a trajetória é o que viabiliza veículos espaciais guiados”, destaca o pesquisador. A tecnologia tem importância estratégica porque o controle de voo é uma das etapas mais sensíveis do desenvolvimento aeroespacial. Em situações de baixa velocidade ou em ambientes de vácuo, por exemplo, o controle por superfícies aerodinâmicas não é suficiente. Nesses casos, direcionar o empuxo do motor se torna essencial para manter a trajetória planejada. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil | Fotos: Divulgação/FAPDF Além do impacto científico, o domínio dessa tecnologia também contribui para a soberania tecnológica do país. De acordo com o pesquisador, sistemas desse tipo costumam ter acesso restrito no mercado internacional, o que reforça a necessidade de desenvolver soluções nacionais para reduzir a dependência de fornecedores externos. Da simulação ao teste em laboratório O projeto envolve diferentes etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. O trabalho começa com cálculos estruturais e simulações computacionais, usados para prever o comportamento do fluxo de gases, das temperaturas e dos esforços mecânicos envolvidos. Depois, a equipe desenvolve a parte mecânica do sistema, realiza a prototipagem e faz testes de integração com eletrônica e atuadores. Na etapa final, o sistema é acoplado a um motor de foguete em bancada de testes, permitindo a realização de ensaios em condições próximas às necessárias para validar a tecnologia em ambiente laboratorial. Esse processo é o que caracteriza o avanço do projeto para o TRL 4, nível que indica a validação de um componente em laboratório. Outro ponto importante é a preocupação em utilizar materiais, componentes e capacidades industriais disponíveis no Brasil. A equipe priorizou componentes comerciais, ligas metálicas de fácil acesso e processos convencionais de fabricação, de forma a tornar o sistema mais viável para produção nacional e reduzir gargalos de importação. Impacto para o Distrito Federal e para o setor aeroespacial O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo pode fortalecer a posição do Brasil no setor aeroespacial ao permitir que projetos nacionais avancem da fabricação de componentes isolados para a engenharia de sistemas integrados. A pesquisa também pode abrir oportunidades para empresas nacionais, startups e indústrias de alta tecnologia. Isso porque o sistema envolve áreas como atuadores eletromecânicos, aquisição de dados, algoritmos de controle e integração mecatrônica, conhecimentos que também podem ser aplicados em automação, robótica e sistemas de posicionamento de precisão. Para o Distrito Federal, o projeto contribui diretamente para a formação de recursos humanos qualificados, especialmente na área de Engenharia Aeroespacial da UnB. A proposta também tem potencial para ampliar a produção científica, gerar cooperações com empresas do setor e fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação local. Sistema de vetorização de empuxo desenvolvido para controle de voo de foguetes. O apoio da FAPDF foi essencial para que a pesquisa avançasse. O fomento possibilitou a ampliação da infraestrutura do Laboratório de Propulsão Química da UnB e inseriu o Distrito Federal em atividades práticas de desenvolvimento de subsistemas aeroespaciais. Para o professor Olexiy, o investimento permitiu elevar a pesquisa a um novo patamar. “O fomento da FAPDF viabilizou a infraestrutura necessária para elevar a pesquisa de vetorização de empuxo à fase de testes físicos”, afirma. Segundo o pesquisador, atualmente a UnB se destaca por trabalhar com sistemas de vetorização de empuxo de dois graus de liberdade, o que amplia a capacidade de controle e coloca a universidade em posição relevante entre instituições brasileiras que atuam na área. Estratégia para o setor O avanço da pesquisa também se conecta a um movimento mais amplo de fortalecimento do setor aeroespacial no Distrito Federal. Na última semana, foi lançado oficialmente o hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), durante o SpaceBR Show 2026, realizado em São Paulo. A iniciativa, que tem a FAPDF e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, busca ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. O hub foi criado como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta reforça o ambiente de inovação no qual pesquisas como a de vetorização de empuxo estão inseridas, contribuindo para consolidar o Distrito Federal como um dos polos estratégicos do setor aeroespacial no país. Próximos passos A base técnica desenvolvida no projeto já começa a ser incorporada em novas pesquisas do laboratório. Um dos desdobramentos é o projeto SARA v3, apoiado pelo CNPq, que prevê um motor híbrido de 1 kN f, ou seja, com força de propulsão equivalente, aproximadamente, ao peso de 100 kg na Terra. A experiência acumulada com o apoio da FAPDF permitiu que esse novo motor fosse concebido já com suporte estrutural para vetorização de empuxo, preparando a tecnologia para futuras etapas de qualificação em bancada e integração em veículos experimentais. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Projeto High Tech Course abre inscrições para formação online em cursos voltados para a tecnologia

O Projeto High Tech Course, iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) junto com o Instituto Superar e Ilustrar Maestrias (Isim), oferece capacitação tecnológica gratuita para jovens e adultos a partir de 12 anos, com foco no desenvolvimento de competências voltadas às demandas da economia digital. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do formulário disponível no site oficial do projeto. As vagas são limitadas, com preenchimento por ordem de cadastro. As aulas começam em 20 de julho e seguem até 31 de dezembro, período em que os participantes terão acesso aos conteúdos e atividades formativas oferecidos pela plataforma. “A tecnologia está transformando a forma como vivemos, estudamos e trabalhamos. Por isso, investir na formação de novos talentos é fundamental para preparar nossos jovens e ampliar as oportunidades de inserção no mercado digital. O High Tech Course representa uma porta de entrada para que participantes de diferentes realidades possam desenvolver habilidades cada vez mais valorizadas e construir novas perspectivas profissionais”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Ao todo, serão oferecidos 24 cursos online gratuitos em áreas de alta demanda do mercado de trabalho, como programação e desenvolvimento de software, inteligência artificial, design gráfico e digital, desenvolvimento de games, marketing digital, criação de conteúdo para internet, empregabilidade e carreira, empreendedorismo digital, ferramentas tecnológicas para negócios e transformação digital. As aulas começam em 20 de julho e seguem até 31 de dezembro, período em que os participantes terão acesso aos conteúdos e atividades formativas oferecidos pela plataforma | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa deve atender até 1.008 participantes, que terão direito à certificação gratuita após a conclusão das atividades. O impacto total pode alcançar aproximadamente 1.460 pessoas, considerando não apenas os alunos diretamente beneficiados, mas também o alcance indireto nas comunidades e redes de relacionamento dos participantes. Além dos cursos, o projeto contará com o High Tech Cast, podcast voltado para disseminação de conteúdos sobre tecnologia, inovação e mercado digital, com 24 episódios previstos ao longo da execução. O projeto também prevê recursos de acessibilidade, como tradução e interpretação em Libras, legendagem, audiodescrição e ferramentas de acessibilidade digital. Para a Secti-DF, a iniciativa reforça o compromisso de democratizar o acesso à ciência, tecnologia e inovação, ampliando oportunidades de qualificação profissional e aproximando a população das novas demandas do mercado de trabalho. A ação contribui para o desenvolvimento do ecossistema de inovação do Distrito Federal e para a formação de uma geração mais preparada para os desafios da economia digital. High Tech Course Modalidade: online e gratuito Inscrições abertas até o preenchimento das vagas, neste link.  *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)

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Governadora defende Brasília como hub tecnológico em reunião do Lide

A governadora Celina Leão defendeu, nesta quarta-feira (17), que Brasília tem condições de se consolidar como um dos principais polos tecnológicos do país. A declaração foi feita durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado”, declarou a chefe do Executivo. “Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende.” Com o tema “Inteligência artificial e o impacto na gestão pública e privada”, o encontro reuniu autoridades, especialistas e empresários para discutir o uso da tecnologia na tomada de decisões, na gestão de recursos e na prestação de serviços à população. Atualização constante A Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada em janeiro para coordenar todas as ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do DF Durante o discurso, Celina afirmou que o poder público precisa acompanhar as mudanças tecnológicas para não perder capacidade de resposta: “Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar”. A governadora também citou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada como uma das primeiras medidas da gestão na área. A pasta foi lançada em abril para coordenar ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do Distrito Federal. Segundo Celina, a centralização das soluções digitais permite reduzir compras duplicadas, integrar sistemas e usar dados para orientar decisões em diferentes áreas do governo. “Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro”, apontou. “Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema”. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo” Governadora Celina Leão A saúde pública também foi destaque no encontro. Por meio do programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, que conta com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), utilizam-se dados em tempo real e inteligência artificial para acompanhar a trajetória do paciente dentro da unidade de saúde, da entrada no hospital até a alta. “Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas”, garantiu Celina. “Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer.” Inteligência artificial e segurança pública Na segurança pública, Celina apontou o programa DF 360° como um dos exemplos do uso de inteligência artificial pelo governo. A plataforma integra videomonitoramento, dados operacionais e câmeras públicas e privadas para apoiar o trabalho das forças de segurança. “A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O DF 360° reúne recursos como leitura de placas, reconhecimento facial e compartilhamento de imagens entre Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF). A plataforma também permite o cadastramento voluntário de câmeras privadas, ampliando a capacidade de monitoramento em áreas comerciais, residenciais e de grande circulação. Outro ponto destacado foi o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic. Celina lembrou que o GDF trabalha na assinatura que deve permitir a instalação de 65 empresas no espaço destinado ao setor de inovação. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz”, resumiu. “A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo”. 

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Play Curso II incentiva o protagonismo juvenil com produção de documentário na etapa de encerramento

Fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela Ela, o projeto Play Curso II chega à fase final promovendo uma experiência prática que incentiva a criatividade, o trabalho em equipe, a comunicação e o desenvolvimento técnico por meio da produção de um documentário de caráter formativo.  Oficinas desenvolvidas no projeto tiveram a tecnologia como foco principal | Foto: Divulgação/Secti-DF Durante as atividades do projeto, foram desenvolvidas as oficinas Fotografia digital, Crie com IA: edição de fotos, Design e inteligência artificial, Roteiros audiovisuais com inteligência artificial, Operação de câmera, Edição de vídeo, Inteligência artificial no dia a dia e Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. O intuito do documentário, que será exibido em 30 de julho, é explorar as possibilidades existentes além do ato de jogar videogame, apresentando os games como uma importante expressão cultural, ferramenta de inovação tecnológica, oportunidade de carreira e um dos segmentos mais promissores da economia criativa. [LEIA_TAMBEM]Para o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino, o Play Curso II vai além da capacitação técnica: “O projeto desperta talentos, amplia horizontes e mostra aos jovens que a tecnologia e a economia criativa podem abrir portas para novas oportunidades profissionais e de transformação social. A produção deste documentário representa a aplicação prática de tudo o que foi aprendido, fortalecendo o protagonismo e a confiança desses participantes para construírem seus próprios caminhos”. O projeto contará com a participação de influenciadores ligados ao universo gamer, entre eles, o comunicador e criador de conteúdo Eldo Gomes, que vai participar das gravações do documentário. A iniciativa também tem caráter inclusivo e colaborativo, permitindo que alunos não residentes em Brasília tenham participação ativa na construção do projeto por meio do desenvolvimento remoto de roteiros e processos criativos. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação  

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Projeto Acelera Tech forma alunos em Santa Maria 

Em parceria com o Instituto Bem Viver DF, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) promove nesta sexta (6), em Santa Maria, a cerimônia de formatura da primeira etapa da segunda edição do projeto Acelera Tech. Projeto investe em capacitação nas áreas de tecnologia, inovação e economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Esta etapa marca o início de um cronograma que também contemplará outras regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal ao longo dos próximos meses. A iniciativa oferece formação em tecnologia e inovação, contribuindo para o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. “O Acelera Tech representa uma oportunidade concreta para que jovens e adultos desenvolvam novas habilidades e estejam mais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais digital”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia celebra a conclusão de mais uma etapa do projeto, que levou conhecimento e capacitação a jovens da região administrativa de Santa Maria, promovendo acesso a conteúdos voltados à tecnologia, inovação e economia digital. Durante o mês de maio, os alunos participaram de cursos nas áreas de informática, design gráfico e edição de vídeos mobile, adquirindo conhecimentos práticos voltados para a empregabilidade, para o empreendedorismo e para o uso estratégico das ferramentas digitais. Iniciativas como o Acelera Tech, reforça Rafael Vitorino, são estratégicas para ampliar o acesso à ciência e à tecnologia, estimular a formação de talentos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico do DF por meio da educação e da inovação.    *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Começa quinta edição do Lab Day 2026, que tem como foco energias renováveis 

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), em parceria com o Sebraelab e a Cotidiano Aceleradora, promove nesta terça (26) a quinta edição do Lab Day 2026, com o tema central voltado ao mercado de energias renováveis. O evento gratuito ocorre das 17h30 às 21h, no espaço do Sebraelab, localizado no próprio Biotic.  Labday 2026 tem atividades que contemplam públicos diversificados com interesse em tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/Biotic O Lab Day é um formato de evento corporativo e colaborativo que tem como foco a cultura de inovação, tecnologia e experimentação de ideias. Funcionando como um “dia de laboratório”, o projeto tem por objetivo aproximar quem cria a tecnologia de base científica (startups, cientistas e pesquisadores) do mercado tradicional e de investidores, transformando o conhecimento técnico em resultados econômicos e sustentáveis para a região. [LEIA_TAMBEM]O encontro desta terça-feira foi desenhado estrategicamente para conectar o ecossistema de inovação da capital federal a empresários, profissionais e empreendedores do setor. Com a correalização da Cotidiano Aceleradora, instituição de referência no fomento à cultura de startups, o evento ganha ainda mais força na identificação e no desenvolvimento de novos modelos de negócios focados em energia limpa. Ao longo da programação, o público terá acesso à apresentação de soluções tecnológicas de ponta voltadas para o segmento, além de um espaço dedicado ao networking qualificado e debates sobre as principais tendências do mercado. As vagas são limitadas, e os interessados em participar devem garantir a presença realizando a inscrição prévia no canal oficial do evento. Serviço ► Lab Day 2026 — Energias Renováveis • Data: terça-feira (26) • Horário: das 17h30 às 21h • Local: Sebraelab — Parque Tecnológico Biotic (Granja do Torto) • Evento aberto ao público em geral.  • As inscrições podem ser feitas neste link.  *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília   

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Projeto Gamifica certifica 80 alunos durante o GDF na Sua Porta

Fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto de Bombeiros de Responsabilidade Social (Ibres), o projeto Gamifica certificou,  nesta quinta-feira (21), 80 alunos de 11 a 15 anos dos centros de ensino fundamental (CEFs) 407 e  507 de Samambaia.  Acesso à formação tecnológica é o foco do projeto, que também investe em economia criativa | Foto: Divulgação/Secti-DF “O conhecimento abre portas e permite que esses jovens descubram seu potencial para construir o futuro que desejam” Leandro Reis, secretário-executivo da Secti-DF A capacitação abordou conhecimentos em produção audiovisual, comunicação digital, criatividade e novas tecnologias, preparando os participantes para um cenário cada vez mais conectado e dinâmico. As cerimônias de conclusão e certificação foram realizadas durante o programa GDF na Sua Porta, em Samambaia Sul. O evento faz parte da ampliação do Gamifica, com as carretas tecnológicas itinerantes que vão percorrer as 35 regiões administrativas do DF, promovendo capacitação gratuita em tecnologia, games e economia criativa. A iniciativa busca ampliar o acesso à formação tecnológica e criar novas oportunidades para jovens em diferentes regiões do DF. [LEIA_TAMBEM]“Quando investimos em capacitação tecnológica, estamos investindo em sonhos, talentos e possibilidades”, declarou o secretário-executivo Leandro Reis, que entregou os certificados. “O conhecimento abre portas e permite que esses jovens descubram seu potencial para construir o futuro que desejam.” Entre os estudantes certificados, a emoção e o entusiasmo marcaram a celebração. A aluna Lívia Leite, de 11 anos, elogiou a qualidade do curso e os conhecimentos adquiridos. “Eu achei tudo muito bom, porque tem muita qualidade e deu para aprender bastante coisa”, relatou. “Com certeza, vou aplicar os conhecimentos, principalmente de inteligência artificial”.   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação  

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Pixel Show abre com a expectativa de reunir mais de 20 mil pessoas

A abertura do Pixel Show Brasília 2026 marcou, nesta quinta-feira (21), o início de um dos grandes festivais de criatividade, inovação e economia criativa da América Latina. Realizado na Arena BRB Mané Garrincha, o evento segue nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), com expectativa de receber mais de 20 mil participantes ao longo da programação. Programação reúne material de interesse para diversos públicos até domingo (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Promovido em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos em Distribuição e Varejo, o festival reúne estudantes, profissionais, empreendedores, artistas, desenvolvedores, representantes de startups e entusiastas da tecnologia em um ambiente marcado por troca de conhecimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia criativa. “É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Durante a programação, há palestras, painéis temáticos, workshops, masterclasses, experiências imersivas, espaços maker, exposições, atividades educacionais, apresentações culturais, rodadas de networking e ativações tecnológicas. O evento também conta com ambientes voltados à criatividade, inovação, inteligência artificial, games, audiovisual, design e empreendedorismo. Polo de inovação Um dos destaques da abertura foi a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Conhecido por unir humor, improviso e tecnologia em seus projetos, o artista protagonizou um dos momentos mais aguardados do primeiro dia do festival, reforçando a proposta do Pixel Show de conectar criatividade, inovação e as transformações da sociedade contemporânea.  [LEIA_TAMBEM]“Eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” Entre os visitantes que participaram da abertura estava a estudante de design Ana Clara Rodrigues, de 22 anos, que ficou impressionada com as experiências tecnológicas apresentadas pelo festival. “É muito inspirador ver tantas soluções, tecnologias e ideias criativas reunidas em um único espaço”, disse. “A gente consegue enxergar possibilidades para o futuro e perceber como inovação e criatividade podem gerar oportunidades reais de trabalho, aprendizado e crescimento profissional. Estou ansiosa para participar das atividades dos próximos dias”. Em Brasília, o festival fortalece o posicionamento da capital como um território estratégico para iniciativas ligadas à tecnologia, à transformação digital e à economia criativa, promovendo capacitação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico.  *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Parque Tecnológico de Robótica abre chamamento público para startups do Distrito Federal

Em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) lançou, nesta segunda-feira (18), o chamamento público para seleção de startups que têm como foco tecnologia, inovação e desenvolvimento de soluções inteligentes. Startups com projetos em desenvolvimento são o alvo do programa | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa busca conectar empreendedores, pesquisadores e negócios inovadores comprometidos com a transformação tecnológica, o fortalecimento do ecossistema regional de inovação e a geração de impacto social no Distrito Federal. O programa é destinado a startups em diferentes estágios de desenvolvimento e contempla projetos com potencial de escalabilidade, inovação e aplicação prática em áreas estratégicas da nova economia. As inscrições já estão abertas.  Quem pode participar Entre os segmentos contemplados pelo chamamento estão agrotechs, dronetechs, internet das coisas e telemetria, inteligência artificial, robótica e automação, climate techs, smart farming, geotecnologia, segurança inteligente, energia inteligente e educação tecnológica. [LEIA_TAMBEM]As startups selecionadas passarão a integrar o ecossistema de inovação do PaTec, tendo acesso à infraestrutura de coworking, sala exclusiva para startups, mentorias e networking com parceiros e investidores, além de oportunidades de conexão com editais e programas de inovação. A proposta do PaTec é consolidar um ambiente colaborativo capaz de impulsionar novos negócios, estimular soluções tecnológicas de impacto e fortalecer a cultura empreendedora e inovadora no DF. O PaTec Fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Eixos de Gestão, o PaTec está localizado na Quadra 2 do Setor Comercial Sul (SCS) e funciona como um hub de inovação, que oferece capacitação em pilotagem de drones, cultura maker, programação e robótica educacional para estudantes da rede pública.  Faça sua inscrição preenchendo este formulário.  *Com informações da Secti-DF  

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Projeto leva laserterapia às UTIs neonatais do DF 

Em uma unidade de terapia intensiva neonatal (Utin), cada procedimento exige precisão extrema. Recém-nascidos prematuros ou submetidos a cirurgias delicadas frequentemente enfrentam múltiplas punções, longos períodos de internação e processos complexos de recuperação. Foi nesse cenário que nasceu o projeto Luar (sigla para laserterapia e ultrassonografia na assistência ao recém-nascido), iniciativa fomentada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF).  Projeto Luar tem como foco a busca de alternativas menos invasivas para o tratamento de bebês | Foto: Divulgação/FAPDF A pesquisa é desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB), Faculdade de Ceilândia, sob coordenação da professora e pesquisadora Laiane Medeiros Ribeiro, doutora em ciências, docente do programa de pós-graduação em enfermagem da UnB e especialista em neonatologia, enfermagem pediátrica, tecnologia e inovação. “O projeto Luar nasceu para oferecer alternativas menos invasivas, mais seguras e mais humanizadas para bebês extremamente vulneráveis”, explica Laiane. “A proposta sempre foi aproximar ciência, tecnologia e assistência clínica para melhorar o cuidado neonatal.” Luz ajuda na cicatrização  Uma das frentes do estudo avalia o uso da laserterapia de baixa intensidade, técnica que utiliza feixes de luz com potência reduzida para estimular a regeneração dos tecidos. Diferentemente das aplicações de  laser cirúrgico — usados para corte ou cauterização —, esse tipo de laser atua de forma não invasiva, ativando mecanismos celulares ligados à cicatrização. No projeto, a tecnologia foi aplicada em recém-nascidos submetidos a cirurgias relacionadas a condições graves, como gastrosquise (malformação em que parte do intestino se desenvolve fora do abdômen do bebê), obstrução intestinal, enterocolite (inflamação grave do intestino) e anomalias anorretais, como alterações congênitas na formação do ânus e do reto. A redução no tempo de internação hospitalar é uma das vantagens da laserterapia, que ajuda a diminuir complicações pós-operatórias A luz utilizada é absorvida pelas células e estimula processos biológicos importantes, como aumento da produção de energia celular, redução da inflamação, formação de novos vasos sanguíneos e aceleração da produção de colágeno. Na prática, isso pode significar menos dor, menos edema e uma recuperação mais rápida. “A ferida inflama menos, cicatriza mais rápido e o bebê passa por menos desconforto”, enfatiza Laiane. Os resultados iniciais mostram que a laserterapia pode reduzir complicações pós-operatórias e diminuir o tempo de internação hospitalar — algo especialmente relevante em UTIs neonatais, onde cada dia de permanência representa riscos adicionais para o recém-nascido. Uso do ultrassom  A segunda frente do projeto Luar investiga o uso da ultrassonografia durante a inserção do cateter central de inserção periférica (Picc, na sigla original em inglês). Esse cateter é utilizado em recém-nascidos criticamente enfermos para administração de medicamentos, fluidos e nutrição parenteral por longos períodos. Embora essencial, o procedimento costuma ser complexo, principalmente em bebês prematuros, que possuem vasos extremamente pequenos e frágeis. Utilização da ultrassonografia agrega mais precisão ao processo de identificar complicações  Tradicionalmente, a inserção é feita por tentativa de punção e posterior confirmação radiológica. O problema é que múltiplas tentativas aumentam a dor, o estresse e o risco de complicações. Com a ultrassonografia à beira-leito, a equipe consegue visualizar os vasos em tempo real e acompanhar a passagem do cateter durante o procedimento. Além de dispensar parte da exposição à radiação, o método pode reduzir hematomas, tromboses, infiltrações e falhas no posicionamento do cateter. “A ultrassonografia permite maior precisão, reduz a necessidade de repetidas punções e ajuda a identificar complicações precocemente”, ressalta a pesquisadora. Tecnologia no cuidado neonatal Os estudos foram elaborados diretamente em UTIs neonatais de hospitais de referência do Distrito Federal, acompanhando recém-nascidos durante todo o período de internação. “A tecnologia, aliada ao cuidado humanizado e à liderança da enfermagem, pode transformar a neonatologia. Quando universidade, serviço de saúde e instituições de fomento trabalham juntas, conseguimos gerar impacto real na assistência” Laiane Ribeiro, pesquisadora da UnB No caso da laserterapia, as aplicações ocorreram no pós-operatório imediato, com monitoramento constante dos sinais vitais e registro fotográfico da evolução das feridas. Já no estudo sobre ultrassonografia, os profissionais acompanharam dezenas de inserções de Picc utilizando avaliação ultrassonográfica em tempo real. “Nosso objetivo nunca foi apenas incorporar tecnologia, mas tornar o cuidado mais seguro, preciso e menos doloroso para os recém-nascidos”, resume Laiane Ribeiro. Enfermagem como protagonista  O projeto também demonstra o papel da enfermagem na incorporação de novas tecnologias em saúde. Os enfermeiros envolvidos passaram por treinamentos teóricos e práticos para utilização tanto da laserterapia quanto da ultrassonografia aplicada ao Picc. A equipe desenvolveu protocolos clínicos, materiais educativos e fluxos assistenciais específicos para o ambiente neonatal. Segundo a pesquisadora, iniciativas desse tipo ajudam a aproximar universidade e serviço de saúde, fortalecendo práticas baseadas em evidências científicas. “A tecnologia, aliada ao cuidado humanizado e à liderança da enfermagem, pode transformar a neonatologia”, pontua Laiane. “Quando universidade, serviço de saúde e instituições de fomento trabalham juntas, conseguimos gerar impacto real na assistência.” Além da aplicação clínica, o projeto Luar contribuiu para a formação de mestres, doutores, especialistas e estudantes de graduação envolvidos nas pesquisas, fortalecendo a produção científica e a enfermagem baseada em evidências no DF. Ciência e formação  [LEIA_TAMBEM]Os recursos do edital permitiram a aquisição dos equipamentos utilizados nos estudos, incluindo aparelhos de laserterapia e ultrassom, além da compra de insumos, realização de treinamentos especializados e desenvolvimento de protocolos clínicos voltados ao cuidado neonatal. “Sem o fomento da FAPDF, a pesquisa não teria sido realizada na qualidade que conseguimos desenvolver”, enfatiza Laiane. “Esse apoio tornou possível transformar uma ideia em evidência científica com potencial de melhorar e até salvar vidas”. Os resultados vêm sendo apresentados em congressos científicos e publicados em revistas especializadas, ampliando o debate sobre inovação tecnológica aplicada à neonatologia. A equipe lembra que ainda há espaço para ampliar o uso dessas tecnologias na assistência neonatal brasileira. Entre os próximos passos estão estudos com amostras maiores, consolidação de protocolos clínicos e expansão das aplicações para outras condições neonatais. “O caminho ainda é longo, mas os resultados mostram que vale a pena investir em ciência aplicada ao cuidado neonatal”, conclui a coordenadora do projeto. “Tecnologias bem-utilizadas podem reduzir sofrimento, melhorar desfechos clínicos e transformar a experiência desses bebês e de suas famílias.”   *Com informações da FAPDF    

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Cultura popular e tecnologia chegam à Estrutural com o projeto Filhos da Terra

O projeto Filhos da Terra — Circuito de Educação Patrimonial segue sua programação no Distrito Federal e realiza, nos dias 14 e 15, uma série de atividades no CEF 2, na Cidade Estrutural. A iniciativa promove ações que integram cultura popular, tecnologia e educação patrimonial, com foco em estudantes de 10 a 15 anos do ensino fundamental I e II da rede pública. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF) e apoio do Instituto Neoenergia e da Neoenergia Brasília, o projeto prevê alcançar cerca de 2,5 mil estudantes em três regiões administrativas. O projeto Filhos da Terra proporciona o diálogo entre a educação e a tecnologia | Foto: Divulgação/Secec-DF “O projeto Filhos da Terra representa exatamente o que a secretaria acredita: que a cultura pode dialogar com a educação e a tecnologia para fortalecer o sentimento de pertencimento das novas gerações. Ao levar experiências de educação patrimonial para estudantes da rede pública, especialmente em cidades como a Estrutural, ampliamos o acesso à cultura e valorizamos as manifestações populares brasileiras como parte fundamental da nossa identidade coletiva”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A proposta pedagógica combina atividades presenciais e recursos digitais para aproximar os jovens do patrimônio imaterial brasileiro. A programação reúne apresentações de cultura popular, conversas, vivências interativas e experiências com jogos digitais educativos que abordam manifestações como o maracatu e a congada. Atividades culturais também farão parte do projeto Na quinta-feira (14), as atividades serão realizadas das 9h30 às 14h, com apresentação cultural do Grupo de Capoeira da Mestra Monica, que leva ao público expressões tradicionais como capoeira, maculelê e sambadeiras, promovendo o contato direto com manifestações culturais brasileiras e fortalecendo a valorização das identidades locais. Já na sexta-feira (15), a programação segue no período da tarde com conversas e atividades de jogos digitais, incentivando o diálogo, a troca de experiências e a interação dos estudantes com conteúdos educativos de forma dinâmica e participativa. Um dos destaques do projeto é a atividade Game On, que utiliza estratégias de gamificação para estimular o engajamento dos estudantes. Por meio de jogos digitais, os participantes exploram elementos simbólicos, personagens e narrativas de tradições populares brasileiras em uma experiência lúdica e educativa. O projeto também contempla a formação de professores e educadores Além das ações com os estudantes, o projeto contempla a formação de professores e educadores, com acesso a videoaulas que apresentam a metodologia e as trilhas de conhecimento propostas. Como suporte pedagógico, as escolas recebem exemplares da coleção Cadernos de Cultura, que reúne registros de manifestações tradicionais brasileiras e pode ser utilizada em atividades em sala de aula. Durante as atividades, são disponibilizados tablets com acesso à internet para garantir a participação dos estudantes nas experiências digitais. Os participantes também recebem materiais educativos, incluindo conteúdos sobre o uso consciente da energia, ampliando o alcance das ações para além do ambiente escolar. O projeto é idealizado pelo fotojornalista e produtor cultural Eraldo Peres, que há quase uma década desenvolve iniciativas voltadas à documentação e valorização das culturas populares brasileiras. O Filhos da Terra já foi reconhecido nacionalmente, tendo sido finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Educação de Jovens e Adultos chega ao sistema prisional

A educação dentro do sistema prisional do Distrito Federal ganhou um novo formato. A Secretaria de Educação (SEEDF) abriu a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), ampliando o acesso ao ensino para pessoas privadas de liberdade. Laboratórios de informática já foram instalados nas sete unidades prisionais do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seape “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência” Lilian Sena, diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica  A iniciativa foi viabilizada com a instalação de laboratórios de informática nas sete unidades prisionais do DF, com financiamento do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A estrutura permite que as atividades ocorram em ambiente controlado, conciliando segurança e acesso à tecnologia. “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência”, ressalta a diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica, Lilian Sena. O modelo foi construído a partir de um projeto pedagógico elaborado pelo Centro Educacional 01 de Brasília em conjunto com a equipe técnica da administração penitenciária. A proposta amplia o alcance das ações educacionais já existentes e busca garantir continuidade nos estudos dentro das unidades. Tecnologia e acesso  [LEIA_TAMBEM]A experiência começou como projeto-piloto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Nessa primeira etapa, 11 estudantes passaram a ter acesso à formação básica com apoio de professores e uso de recursos digitais, o que amplia as possibilidades de inclusão educacional e tecnológica. “Além de ampliar a oferta educacional nas prisões, a EJA a distância possibilita uma formação básica de qualidade para os custodiados que não tinham acesso à educação no CPP”, explica a diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Telma Cristiane. “Os 11 estudantes contemplados neste primeiro momento terão acesso à tecnologia, com suporte de professores qualificados. Tenho a certeza de que esse tipo de formação terá um impacto muito positivo na vida desses estudantes ao inseri-los no mundo digital, abrindo possibilidades sociais e profissionais para eles.” A proposta se insere em uma política mais ampla de reintegração social por meio da educação. A avaliação é que o acesso ao ensino e às ferramentas digitais contribui para a construção de novas perspectivas fora do sistema prisional. “Nosso entendimento é que o sistema prisional deve ser, ao mesmo tempo, espaço de responsabilização e de reconstrução de trajetórias. Essa iniciativa reforça o compromisso da secretaria em expandir projetos de estudo, trabalho e inclusão digital em toda a rede prisional do DF”, afirma o diretor de Políticas Penitenciárias da Seape, George Yves. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Ciência na Estrada recebe mais de 3 mil participantes na edição do Cruzeiro Velho 

Entre os dias 22 e 26 deste mês, o projeto Ciência na Estrada reuniu mais de 3 mil pessoas na Feira Permanente do Cruzeiro Velho em torno de oficinas práticas, experiências imersivas e atividades educativas voltadas a diferentes faixas etárias. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex). Oficinas com experimentos científicos foram destaque na progamação do projeto | Foto: Divulgação/Secti-DF “Alcançar públicos de todas as idades, com interesse em temas como ciência e tecnologia, é gratificante”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “O projeto Ciência na Estrada tem um grande impacto que promove inovação, curiosidade e desperta o interesse para novos talentos na área, tudo de maneira envolvente e acessível.”  [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques da programação foi a oficina Einstein Jr., que levou experimentos e atividades científicas ao público infantil, despertando a curiosidade e incentivando o aprendizado por meio da prática.  Outra atração que fez sucesso foi o Ônibus Viagem Insólita, uma estrutura futurista que simulava uma nave espacial e oferecia experiências em realidade virtual 360 graus, além de conteúdos interativos e jogos digitais. O público também participou das atrações do Desafio Espacial, do Domo Planetário e da Arena Gamer, que ampliaram a conexão entre ciência, tecnologia e entretenimento. As atividades conduzidas pelo professor Umberto Mannarino também chamaram a atenção dos visitantes, reunindo palestras e experiências interativas que aproximaram ainda mais o público do conhecimento científico de maneira dinâmica e acessível.   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Hospital de Base capacita equipes em técnica a laser para tratar próstata

Uma nova técnica cirúrgica para o tratamento da próstata começa a ser estudada por profissionais do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O procedimento a laser é menos invasivo, reduz riscos durante a cirurgia e permite uma recuperação mais rápida para o paciente. A capacitação começou nesta sexta-feira (24) e segue até sábado (25), reunindo especialistas e equipes da unidade. O treinamento aborda uma cirurgia realizada com laser de alta potência, indicada principalmente para homens com hiperplasia prostática benigna — aumento da próstata que não é câncer, mas pode causar dificuldade para urinar, jato urinário fraco, sensação de bexiga sempre cheia e necessidade frequente de ir ao banheiro. Profissionais do Hospital de Base passam por treinamento para a utilização de nova técnica cirúrgica no tratamento da próstata | Fotos: Divulgação/IgesDF A técnica, chamada enucleação da próstata com laser, permite a retirada do excesso de tecido prostático com mais precisão e menor sangramento, reduzindo o tempo de internação e as chances de complicações no pós-operatório. O diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, destaca que a busca por novas tecnologias faz parte do compromisso do instituto com a qualidade da assistência. “Quando a eficácia, o benefício ao paciente e a viabilidade financeira são comprovados, começamos a estudar a incorporação dessas soluções. Estamos muito otimistas com os resultados e com as evidências já publicadas sobre essa técnica”, afirma. "A modernização da assistência é um caminho natural e necessário. Preparar nossas equipes para isso significa oferecer um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e resolutivo para a população" Paulo Saad, superintendente do HBDF Embora o equipamento ainda não esteja disponível na rede pública, a capacitação representa uma etapa importante para avaliar a possibilidade de incorporar essa tecnologia ao atendimento dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Capacitação prática Durante o curso, oito pacientes que aguardavam na fila de regulação foram atendidos e beneficiados com o procedimento. As cirurgias foram conduzidas pelo urologista Thiago Sato, referência nacional na técnica, com a participação de seis especialistas do corpo clínico do HBDF. Para ampliar o alcance do treinamento, os procedimentos foram transmitidos em tempo real para outros profissionais de saúde, que acompanharam as cirurgias e puderam esclarecer dúvidas durante as intervenções. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, destaca que a formação de profissionais qualificados faz parte do compromisso do IgesDF com a saúde pública. “A modernização da assistência é um caminho natural e necessário. Preparar nossas equipes para isso significa oferecer um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e resolutivo para a população”, acrescenta. Ainda que o equipamento ainda não esteja disponível na rede pública, a capacitação representa uma etapa importante para avaliar a possibilidade de incorporar a tecnologia ao SUS Técnica mais segura Realizado por via endoscópica, o procedimento dispensa cortes externos, o que reduz o risco de complicações e proporciona uma recuperação mais rápida ao paciente. O chefe do setor de Urologia do Hospital de Base, Bruno Pinheiro, afirma que a capacitação prepara os profissionais do HBDF para o momento em que o equipamento estiver disponível na rede pública. [LEIA_TAMBEM]“Essa tecnologia vai chegar ao SUS mais cedo ou mais tarde, e já estamos preparando nossos profissionais para utilizá-la. O Hospital de Base é referência em saúde em todo o Centro-Oeste e, quando ela for incorporada, estaremos prontos para oferecer esse atendimento”, explica. O especialista detalha que, atualmente, pacientes submetidos ao método convencional permanecem internados, em média, por quatro dias. Com o uso do laser, esse tempo pode ser reduzido significativamente. “Com essa técnica, em muitos casos, a alta pode acontecer já no dia seguinte”, pontua. Quando procurar atendimento Homens que apresentam sintomas como dificuldade para urinar, jato urinário fraco, aumento da frequência urinária, especialmente à noite, ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga devem procurar avaliação médica. O atendimento inicial pode ser realizado nas unidades básicas de saúde (UBSs), que fazem o encaminhamento para especialistas, quando necessário. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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