Obras de mobilidade, com a construção do viaduto e ampliação da Epig, marcam sete anos de investimento no Sudoeste/Octogonal
Sudoeste e Octogonal, regiões planejadas como expansão próxima ao Plano Piloto, passam por um processo de reorganização urbana que acompanha o aumento da circulação diária e a consolidação do adensamento residencial. A principal transformação ocorre na Epig, que recebeu mais de R$ 160 milhões em intervenções com viadutos, corredor exclusivo de ônibus, novas rotatórias, drenagem, pavimentação e travessias para pedestres e ciclistas, reconfigurando o principal eixo de acesso à região. As intervenções também alcançaram o espaço urbano cotidiano. Calçadas acessíveis, iluminação em LED, paisagismo com espécies nativas e reestruturação de áreas de lazer ampliam segurança e conforto para moradores e usuários da região. Com a reorganização dos acessos e a melhoria das condições de uso dos espaços públicos, Sudoeste e Octogonal entram em uma nova etapa de integração ao sistema viário do Distrito Federal.
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Recapeamento da EPIG atinge a marca de 25% já executado
Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília As obras de recapeamento da Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG) já estão com 25% do total executado de acordo com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O trabalho, que está sendo realizado em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF), foi iniciado no fim de maio e recebeu investimento de R$ 8 milhões. A primeira parte da obra, chamada de fresagem, consiste na retirada do antigo asfalto que cobria a base da via. Esta etapa está sendo concluída nas faixas centrais e da esquerda nos dois sentidos da EPIG, preparando a pista para a imprimação, quando é aplicada a primeira camada asfáltica sobre a superfície. Até o momento, a Novacap não trabalha com a possibilidade de interdição total da via enquanto o recapeamento é realizado. “O DER/DF tem nos ajudado com intervenções pontuais na pista, principalmente nestas faixas onde está sendo feita a fresagem”, relata Sérgio Lemos, diretor de urbanização da Novacap. A companhia instalou placas de sinalização da obra ao longo de toda a extensão da EPIG em parceria com a Secretaria de Obras e Infraestrutura. Além disso, a Novacap também informa que a parte próxima aos acessos ao Parque da Cidade receberá reparos pontuais em virtude do novo viaduto da EPIG, que será construído na interseção da via com o Sudoeste e ao centro de lazer. O GDF já retomou a licitação do projeto, que será executado pela Secretaria de Obras. “A EPIG é uma artéria que estava cheia de obstruções, estamos colocando uns stents para que o fluxo melhore”, compara Sérgio Lemos. “E por ser uma das artérias mais importantes da nossa cidade, ligando a EPTG e a EPIA ao Eixo Monumental, melhorar a pavimentação dela é dar um padrão de vida melhor para quem trafega pela região”. Durabilidade O processo de recapeamento de uma via movimentada é importante porque traz o benefício da durabilidade: a previsão do corpo técnico da Novacap é de que a EPIG não precise passar por manutenção pelos próximos cinco anos. “A pavimentação de Brasília, no geral, é muito antiga, e precisa de tratamento, e algumas vias requerem um ainda mais intensivo, como o que está sendo feito na EPIG”, finaliza o diretor de urbanização da Novacap. * Com informações da Novacap e do DER/DF
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GDF retoma licitação para construir viaduto na Epig
O Governo do Distrito Federal retomou nesta semana a licitação para execução das obras do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig). As empresas interessadas em participar da concorrência podem acessar o edital completo e anexos no site da Novacap (http://sistemas.novacap.df.gov.br/licitacao/). A licitação vai ocorrer no dia 8 de junho. O investimento previsto é de R$ 26.043.415,11. O viaduto será construído na intersecção da Epig com o Sudoeste e o Parque da Cidade – local por onde passam, em média, 22 mil veículos por dia. “Com o viaduto, semáforos e retornos que interligam as duas vias serão retirados. Vai tirar o gargalo. O engarrafamento dentro do Parque da Cidade vai acabar, e a obra já dará mais fluidez ao trânsito”, explica o Secretário de Obras, Luciano Carvalho. Os trevos na Epig serão feitos em trincheiras, ou seja, de forma subterrânea. Com a mudança, quem sair do Parque da Cidade em direção ao Sudoeste não terá mais de passar por semáforos e retornos. Seguirá direto para a Avenida das Jaqueiras, passando embaixo da Epig. A obra também permitirá sair do Sudoeste, na altura da avenida, e pegar a Epig sentido Plano Piloto — e vice-versa — sem a necessidade de retorno. Corredor Como o viaduto faz parte de uma série de intervenções do corredor Eixo Oeste, os trabalhos incluirão o alargamento de vias para que, no futuro, haja em toda a Epig quatro faixas, uma delas exclusiva para BRT. O projeto do corredor Eixo Oeste — com 38,7 quilômetros de extensão — prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a Hélio Prates, a EPIS e a Estrada Parque Polícia Militar (ESPM), que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto. As obras são feitas por trechos uma vez que seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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Lançamento da licitação para supervisionar obras do viaduto da EPIG
Está marcada para o dia 25 de maio a licitação para contratar a empresa responsável pela supervisão das obras do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG). O investimento previsto é de R$ 1.270.053,37. A contratada vai acompanhar os serviços de construção, assim como verificar a conformidade dos projetos, especificações técnicas da obra, planilhas, listas, cronogramas físico-financeiros, as normas técnicas e demais elementos exigidos no edital e contrato da respectiva obra. “A contratação deste serviço é de suma importância para a viabilidade da obra, uma vez que a construção de um viaduto exige alta complexidade técnica e financeira”, explica o Secretário de Obras, Luciano Carvalho. “Nossa meta é que a empresa responsável pela supervisão esteja contratada antes do início da construção do viaduto”, acrescenta. O viaduto será construído na intersecção da EPIG com o Sudoeste e o Parque da Cidade – local por onde passam, em média, 22 mil veículos por dia. “Com o viaduto, semáforos e retornos que interligam as duas vias serão retirados. Vai tirar o gargalo. O engarrafamento dentro do Parque da Cidade vai acabar e a obra já dará mais fluidez ao trânsito”, pontua o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras do GDF, Ricardo Terenzi. Os trevos na EPIG serão feitos em trincheiras, ou seja, de forma subterrânea. Com a mudança, quem sair do Parque da Cidade em direção ao Sudoeste não terá mais de passar por semáforos e retornos. Seguirá direto para a Avenida das Jaqueiras, passando embaixo da EPIG. A obra também permitirá sair do Sudoeste, na altura da avenida, e pegar a EPIG sentido Plano Piloto — e vice-versa — sem a necessidade de retorno. Corredor Eixo-Oeste Com 38,7 quilômetros de extensão, o projeto do corredor Eixo Oeste prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a Hélio Prates, a EPIG e a Estrada Parque Polícia Militar (ESPM), que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto. As obras são feitas por trechos uma vez que seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. * Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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Início da construção de viaduto na Epig é previsto para abril
As obras do primeiro viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) — que vai ligar o Sudoeste, na altura da Avenida das Jaqueiras, ao Parque da Cidade — estão previstas para iniciar em abril. Obras do viaduto na Epig devem começar em abril, e a conclusão está prevista para 10 meses depois. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília A licitação, com custo estimado em R$ 17,7 milhões, será lançada em fevereiro, de acordo com a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos. Os recursos foram liberados pela União nesta semana. Do total, R$ 3,8 milhões fazem parte de contrapartida do governo de Brasília. O prazo para término é de 10 meses após o início das obras, que depende do andamento da licitação. Com o viaduto, semáforos e retornos que interligam as duas vias serão retirados. “Vai tirar o gargalo. O engarrafamento dentro do Parque da Cidade vai acabar, e a obra já dará mais fluidez ao trânsito”, pontua o coordenador da Unidade de Projetos da Secretaria de Infraestrutura, Edson José Vieira. Os trevos na Epig serão feitos em trincheiras, ou seja, de forma subterrânea. A secretaria ressalta que toda a obra seguirá as normas urbanísticas. Por exemplo, com a distância mínima de 20 metros dos prédios. Com a mudança, quem sair do Parque da Cidade em direção ao Sudoeste não terá mais de passar por semáforos e retornos. Seguirá direto para a Avenida das Jaqueiras, passando embaixo da Epig. No sentido inverso, haverá apenas um retorno para acessar a pista do parque. A obra também permitirá sair do Sudoeste, na altura da avenida, e pegar a Epig sentido Plano Piloto — e vice-versa — sem a necessidade de retorno. Como o viaduto faz parte de uma série de intervenções do corredor Eixo Oeste, os trabalhos incluirão o alargamento de vias para que, no futuro, haja em toda a Epig quatro faixas, uma delas exclusiva para BRT. O corredor Eixo Oeste O projeto do corredor Eixo Oeste — com 38,7 quilômetros de extensão — prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a Hélio Prates, a Epig e a Estrada Parque Polícia Militar (ESPM), que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto. As obras são feitas por trechos por duas razões, de acordo com a secretaria. Uma delas é para aproveitar os recursos à medida que são liberados, e a outra porque seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. Edição: Marina Mercante
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