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Área de Proteção Ambiental

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Ação educativa reforça prevenção de incêndios florestais no Park Way

Quem passar pela feirinha da Quadra 14 do Park Way entre as 8h e as 12h desta sexta-feira (24) terá uma oportunidade de refletir sobre os riscos da queima de lixo e de restos de poda. Em iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF),  haverá uma ação educativa de prevenção a incêndios florestais, durante a qual os veículos serão abordados por equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).  Representantes de diferentes órgãos do GDF participam da mobilização | Foto: Divulgação/Sema-DF A iniciativa faz parte do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif) da secretaria, com apoio de órgãos como o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Caesb, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Fazenda Água Limpa, da Universidade de Brasília (UnB). [LEIA_TAMBEM]A mobilização busca reduzir os focos de incêndio e as áreas queimadas no Park Way, com atenção especial à Área de Proteção Ambiental (APA) do Gama e Cabeça de Veado, uma das regiões ambientalmente sensíveis do Distrito Federal. Também vão participar 30 estudantes do 5º ano do ensino fundamental do Centro Educacional de Vargem Bonita. Além de contribuir para a conscientização dos motoristas, os alunos atuam como multiplicadores de informação ambiental em suas comunidades, especialmente em áreas rurais onde muitos residem. O Ppcif reúne mais de 20 instituições, incluindo Instituto Brasília Ambiental, Defesa Civil, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Novacap, Marinha, Aeronáutica, Emater, Secretaria de Agricultura (Seagri-DF), Jardim Botânico de Brasília e Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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Flores brotam em meio a cenário devastado por incêndio florestal nas proximidades da Torre Digital

O que poderia ser um simples desabrochar de mudas no terreno da Área de Proteção Ambiental (APA) do Lago Paranoá, no mês da primavera, transformou-se num símbolo de resiliência. Semanas após a devastação da vegetação de Cerrado nas proximidades da Torre Digital, causada por um incêndio florestal de provável origem humana, pés de espécie Hippeastrum goianum, planta conhecida como Amarilis do Cerrado, brotaram, criando um contraste, onde algumas flores amarelas se misturam a árvores secas, troncos caídos e restos de fuligem. Flores da espécie ‘Hippeastrum goianum’ surpreenderam e brotaram em meio a cenário devastado por incêndios | Fotos: Matheus Ferreira/Divulgação A paisagem com ares pós-apocalípticos foi capturada pelo servidor público e fotógrafo amador Matheus Ferreira, que compartilha nas redes sociais imagens da riqueza do bioma brasiliense na página Árvores do Cerrado (@arvoresdocerrado). “Há quase um mês, essa área de Cerrado, composta por vegetação nativa, pegou fogo e tudo foi devastado. Ficou bem queimado. Algumas pessoas comentaram comigo que tinham visto algumas flores nascendo em meio à área queimada. Peguei minha máquina e fiquei procurando, até que encontrei esses dois pezinhos dessa flor”, recorda-se. O que mais impressionou Matheus foi o surgimento de plantas tão delicadas em meio a um cenário devastador, que ele descreveu como “de guerra”. “Para mim, é um símbolo de esperança e de renascimento. Apesar de tudo que as pessoas fazem para destruir a natureza, ela continua firme”, afirma. “Vejo isso como um sinal de esperança e de força do Cerrado. É um bioma de resistência que, mesmo diante de condições climáticas extremas, como falta de chuva e secura, vê florescer os ipês e tantas outras árvores nativas. Espero que fique uma mensagem para as pessoas de que nem tudo está perdido”, completa. Regeneração O fotógrato amador Matheus Ferreira vê o surgimento das flores como “um sinal de esperança e de força do Cerrado” A recuperação do Cerrado após a passagem do fogo costuma ser natural, especialmente nas áreas de vegetação nativa. No entanto, a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Instituto Brasília Ambiental, Marcela Verciani, afirma que cada local deve ser avaliado após as queimadas, considerando suas características. Algumas vegetações se regeneram sozinhas, enquanto outras necessitam de novos plantios. Essa avaliação é feita pelo órgão que gerencia 82 unidades de conservação, incluindo a APA do Lago Paranoá, considerada uma unidade de uso sustentável. “Nós sabemos que os incêndios nesta época do ano são provocados, pois não existem faíscas naturais. A forma como acontece o fogo é prejudicial, porque eleva a temperatura e cria labaredas grandes, o que resulta numa perda considerável de Cerrado. Por isso fazemos o apelo para que as pessoas não usem o fogo nos períodos críticos de seca extrema”, afirma Verciani. 193 Canal de emergência do CBMDF para denúncias de incêndios Neste ano, o Instituto Brasília Ambiental contratou 150 brigadistas para atuar em 12 bases durante o período crítico de incêndios e seca. Segundo a superintendente, o órgão elabora um projeto de lei para ser enviado à Câmara Legislativa do DF (CLDF), estabelecendo a contratação da brigada ao longo do ano e não por temporada. “O combate é importante, mas a prevenção tem tanta ou mais importância”, comenta. Ela cita ações como a criação de aceiros, roçadas e queimadas controladas no período mais ameno. Denuncie Com o aumento dos incêndios florestais na vegetação do Cerrado, o Governo do Distrito Federal (GDF) convoca a população a denunciar os casos. Os cidadãos devem entrar em contato imediatamente com o número 193, o canal de emergência do CBMDF. Durante a ligação, é necessário passar informações como a localização exata do fato e as proporções das chamas e, se possível, relatos sobre as condições de acesso ao local e sobre a presença de suspeitos de autoria do crime. De acordo com o artigo 41 da Lei 9.605/98, provocar incêndio em mata ou floresta é tipificado como crime ambiental. No caso de queimadas dentro das unidades de conservação do Distrito Federal, a orientação é acionar o Instituto Brasília Ambiental, que é responsável pela administração dos espaços. Desde julho, o órgão conta com um número exclusivo de denúncias de focos de incêndio, que é atendido pela central da Diretoria de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (DPCIF) pelo (61) 9224-7202. O telefone também é WhatsApp. Por ele, a população pode enviar mensagens e a localização do fogo. Combate a incêndios florestais → 193 (Corpo de Bombeiros) → (61) 9224-7202 (Instituto Brasília Ambiental) Informações sobre autores de incêndios florestais → 190 (Polícia Militar) → 197 (Polícia Civil)

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Operação policial prende suspeito de provocar incêndio de grande proporção no Lago Oeste

Nesta quarta-feira (18), a Coordenação Especial de Proteção ao Meio Ambiente, à Ordem Urbanística e ao Animal (Cepema), por meio da Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema), deflagrou a Operação Curupira com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva em desfavor de um homem de 50 anos, investigado pela prática dos crimes de incêndio e de dano ambiental na região do Lago Oeste, fato ocorrido no dia 12 de agosto. Equipe da Dema identificou suspeito de provocar incêndio de grande proporção no Lago Oeste, que atingiu áreas de proteção ambiental | Foto: Divulgação/PCDF Segundo as investigações, o suspeito provocou uma grande queimada em sua propriedade e o fogo se alastrou por uma região situada no interior de duas áreas de proteção ambiental: APA do Cafuringa e APA do Planalto Central. As chamas atingiram cerca de 10 propriedades e foram registradas nove ocorrências policiais. De posse dessas informações, equipe da Dema realizou diversas diligências e conseguiu localizar indícios de autoria que recaem sobre o suspeito. O incêndio foi de grande proporção e o Instituto de Criminalística já realizou perícia no local a fim de quantificar a área queimada. Além disso, segundo apontou a investigação, o suspeito teria ameaçado com um facão servidores do ICMBio que foram ao local para tentar apagar as chamas. Com base nos elementos de investigação colhidos, foi possível indiciar o suspeito nos crimes de incêndio e de dano ambiental e, caso condenado, poderá cumprir uma pena de até 13 anos de prisão. Após as formalidades legais, o suspeito foi recolhido ao cárcere da Polícia Civil e agora permanece à disposição da Justiça. De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, os suspeitos serão investigados e, comprovada a ação, serão punidos com todo o rigor da lei. *Com informações da PCDF  

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GDF desobstrui área de proteção ambiental alvo de grilagem em Taguatinga

A Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) realizou, nesta quinta-feira (13), operação para desconstituir um parcelamento irregular do solo na QSC 19 de Taguatinga. As edificações se encontravam na Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) JK, a apenas 50 metros do córrego do Setor Primavera. A operação da DF Legal, com o apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), da Neoenergia, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), removeu quatro casas em construção, uma outra edificação em estágio inicial da base, 11 postes com ligação clandestina de luz e um ponto irregular de ligação de água. A pasta ainda apreendeu um portão de ferro, uma betoneira, dois caminhões de areia e brita, um com tijolos, além de ter desconstituído 400 metros de muro. Ao todo, foram retirados seis caminhões de entulho. Entre as construções irregulares na Arie JK, foram removidas quatro casas em construção e uma edificação em estágio inicial da base | Foto: Divulgação/Secretaria DF Legal [Numeralha titulo_grande=”6.703.050″ texto=”Total de m² de área pública desobstruídos no primeiro semestre deste ano pela DF Legal em 469 operações em todo o Distrito Federal” esquerda_direita_centro=”direita”] O local alvo da operação encontra-se fora da Área de Regularização de Interesse Específico (Arine) do Setor Primavera e dentro de uma zona de conservação de vida silvestre. O desmatamento para o parcelamento irregular ocorreu muito próximo ao limite do Parque Saburo Onoyama. Os grileiros avançaram pela mata ciliar do córrego e executaram obras que ficaram a apenas 50 metros do curso d’água. No primeiro semestre deste ano, a DF Legal já realizou 469 operações em todo o Distrito Federal e desobstruiu 6.703.050 m² de área pública. *Com informações da Secretaria DF Legal

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