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Ações preventivas

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Bares e distribuidoras terão horário mantido durante a Copa do Mundo

Bares, restaurantes e distribuidoras de bebidas do Distrito Federal deverão seguir as regras previstas em licenças e normas vigentes durante a Copa do Mundo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a DF Legal, não há previsão de flexibilização das normas durante os jogos, inclusive nas partidas da Seleção Brasileira.  Bares e restaurantes devem adotar cuidados para evitar ocorrências como perturbação do sossego e conflitos interpessoais associados ao consumo de álcool | Fotos: Paulo H. Carvalho /Agência Brasília A principal orientação aos estabelecimentos é respeitar o horário de funcionamento autorizado. No caso das distribuidoras de bebidas alcoólicas, permanece em vigor a regra que limita o atendimento ao público ao período das 6h à meia-noite. “Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo, exigem atuação integrada, monitoramento constante e ações preventivas para garantir que a população possa celebrar com segurança e tranquilidade”, afirmou o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury.  “Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo, exigem atuação integrada, monitoramento constante e ações preventivas para garantir que a população possa celebrar com segurança e tranquilidade” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública  Segundo Patury, as forças de segurança atuarão de forma coordenada, com fiscalização integrada e campanhas educativas voltadas ao consumo responsável de bebidas alcoólicas, à segurança viária e à prevenção da perturbação do sossego. O acompanhamento das ocorrências e da movimentação de público contará com apoio da plataforma DF 360 – Segurança Integral. Licença de funcionamento De acordo com a DF Legal, as principais preocupações para o período são o descumprimento do horário de fechamento de bares e restaurantes, o acúmulo de ambulantes irregulares em torno de locais com maior concentração de público e a organização de eventos sem autorização. O órgão faz fiscalizações diárias em bares e restaurantes no período noturno. Durante o mundial, o trabalho será reforçado em pontos considerados críticos, principalmente nos dias de jogos da Seleção Brasileira. Flávio Monteiro, da Unidade de Fiscalização e Operações Especiais do DF Legal, explica que bares e restaurantes interessados em transmitir as partidas devem observar o horário previsto na licença de funcionamento. “Sabemos que há jogos que vão até um pouco mais tarde, mas, se eles vão acabar após o horário estabelecido, não é possível estender”, afirmou. Caso o estabelecimento queira montar uma estrutura maior, ocupar área pública, cobrar ingressos ou contratar bandas, a orientação é procurar a administração regional para obter licença específica. Sem a autorização, o evento pode ser encerrado, e o responsável fica sujeito a sanções. “Os bares e restaurantes devem se atentar às regras para evitar constrangimentos como a aplicação de multas e o fechamento compulsório do estabelecimento durante um evento. Basta seguir as normas já estabelecidas”, acrescentou Monteiro.  DF Legal fará fiscalizações diárias em bares e restaurantes durante o mundial. Principalmente, nos dias de jogos da Seleção Brasileira Orientações para o período [LEIA_TAMBEM] A SSP-DF orienta a população e os comerciantes a adotarem cuidados para evitar ocorrências comuns em períodos de maior movimento, como perturbação do sossego, furtos, conflitos interpessoais e acidentes de trânsito associados ao consumo de álcool. A orientação aos comerciantes é organizar filas, respeitar a capacidade do local, observar normas de acessibilidade e segurança, controlar o som e incentivar o uso de transporte por aplicativo, táxi ou motorista da rodada. À população, a recomendação é planejar o retorno para casa, não dirigir após consumo de álcool, cuidar dos pertences e acionar os órgãos competentes em caso de emergência. A SSP-DF informa que não há alteração nas regras de comercialização de bebidas alcoólicas ou nos horários de funcionamento em razão da Copa do Mundo. Eventuais ajustes operacionais serão comunicados oficialmente.

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Hran realiza 600 atendimentos para identificar lesões suspeitas de câncer de pele

As portas do ambulatório do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) estiveram abertas neste sábado (13) em uma força-tarefa para o diagnóstico de câncer de pele. Ao longo de seis horas, das 9h às 15h, 600 atendimentos foram realizados com o objetivo de identificar precocemente lesões suspeitas de câncer de pele e orientar a população sobre prevenção e cuidados essenciais. Após consulta médica, 40 remoções cirúrgicas puderam ser realizadas de forma imediata na unidade de saúde. Outros 50 pacientes tiveram procedimentos agendados para os próximos meses, que serão efetuados, além do próprio Hran, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) ou no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB). Otávio Ruela, 90, e Maria das Dores de Souza, 86, foram os primeiros a serem atendidos. A posição foi garantida com o apoio de familiares que se revezaram na fila desde o fim da tarde anterior, sexta-feira (12). Logo nos primeiros minutos de atendimento, ambos entraram para a sala de cirurgia. Do lado de fora, quem os aguardava eram os filhos, o casal Edimar Ruela, 59, e Marilene Alves, 51. Otávio Ruela, 90, e Maria das Dores de Souza, 86, foram os primeiros a serem atendidos. Logo nos primeiros minutos de atendimento, ambos entraram para a sala de cirurgia | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF "Desde o início do ano que eu estou torcendo para esse dia chegar”, afirma o filho de Otávio na companhia da esposa. O pai teve lesões identificadas nos últimos meses, enquanto a sogra concluiu tratamento para câncer de pele há cerca de três anos. "A gente conhece alguns dos profissionais que estão aqui. Sabemos que nossos pais estão em boas mãos", garante Marilene. Voluntários A força-tarefa reuniu quase 60 médicos e outros 20 profissionais de diferentes formações. Neste grupo de voluntários, havia bastante comprometimento e paixão. "Eu nasci para cuidar de pessoas. Aqui é a minha casa", demonstrava a enfermeira Claudia Brito. Não à toa, foram quase trinta anos de atuação no Hran. Aposentada em 2014, os últimos 15 anos de profissão foram dedicados ao setor de dermatologia da unidade. Já tendo participado do Dezembro Laranja em anos anteriores, não teve dúvidas ao aceitar o convite para atuar como voluntária nesta edição. "Eu sou apaixonada por dermatologia. É o que eu gosto de fazer. Fui cada vez mais estudando… Essa paixão está aqui comigo até hoje", resume a profissional. Dezembro Laranja Os atendimentos gratuitos são uma das principais ações do Dezembro Laranja, coordenado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A campanha chama a atenção para a importância do autocuidado e da realização do check-up anual com o dermatologista, medidas essenciais para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele. Desde 1999, essa iniciativa já somou mais de 600 mil consultas e identificou mais de 75 mil casos de câncer cutâneos. Este ano são mais de 100 postos em todo o país e colaboração de mais de 2 mil médicos dermatologistas voluntários. Ao longo de seis horas, das 9h às 15h, 600 atendimentos foram realizados no Hran com o objetivo de identificar precocemente lesões suspeitas de câncer de pele Segundo a preceptora da residência de dermatologia do Hran e presidente da SBD no Distrito Federal, Letícia Oba, a força-tarefa contribui de modo determinante. "A intenção aqui é ser resolutivo. A gente já faz algumas cirurgias hoje, deixa outras agendadas. É uma forma de acelerar o acesso da população à assistência especializada", explica.   *Com informações da SES-DF

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Campanha Setembro em Flor atenta para a prevenção de cânceres ginecológicos

Em setembro, a Secretaria de Saúde (SES-DF), em parceria com o Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), lança a campanha Setembro em Flor, voltada à conscientização sobre a importância do acompanhamento ginecológico. Durante todo o mês, serão promovidas ações de prevenção e diagnóstico precoce dos cânceres que afetam o colo do útero, endométrio, ovários, vagina e vulva. Durante todo o mês, serão promovidas ações de prevenção e diagnóstico precoce dos cânceres que afetam o colo do útero, endométrio, ovários, vagina e vulva | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca de 30 mil mulheres brasileiras recebem anualmente diagnósticos de câncer ginecológico, sendo mais de 16 mil casos apenas de câncer de colo uterino. A doença é detectada pelo exame citopatológico, mais conhecido como papanicolau ou exame preventivo. Na rede SES-DF, o exame é ofertado pelas unidades básicas de saúde (UBSs) mediante agendamento. Gradualmente, o exame citopatológico será substituído pelo teste molecular de DNA-HPV, tecnologia inovadora voltada para o rastreamento do câncer de colo do útero. O novo teste representa um avanço no cuidado preventivo contra o câncer de colo de útero. Outra medida de prevenção é a vacinação contra o HPV (papilomavírus humano), maior causador do câncer de colo de útero ou câncer cervical. O imunizante está disponível gratuitamente nas unidades da SES-DF para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Contudo, até dezembro deste ano, jovens entre 15 e 19 anos também poderão tomar a dose. A vacina também é indicada para pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) ou aids, pacientes transplantados e pacientes oncológicos. A  oncologista ginecológica da SES-DF, Rayane Cardoso, afirma que é necessária uma abordagem abrangente e coordenada no cuidado da saúde feminina. “O acompanhamento ginecológico é fundamental para a prevenção de cânceres passíveis de rastreio”, frisa. Programação Para chamar a atenção para os cânceres ginecológicos e destacar a prevenção, a Secretaria de Saúde vai realizar diversos eventos durante todo o mês de setembro. Confira:  Legenda *Com informações da Secretaria de Saúde

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Ações educativas reforçam segurança e prevenção à criminalidade no DF

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) intensificou, no primeiro semestre deste ano, sua política de prevenção à criminalidade por meio de iniciativas educativas e interinstitucionais voltadas à promoção da cultura de paz, à valorização da vida e ao fortalecimento de redes de proteção social. Coordenadas pela Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec), por meio da Coordenação de Políticas de Segurança para a Juventude e Outros Grupos Vulneráveis (Cojuv), as ações impactaram diretamente mais de 4.500 pessoas. Com foco em crianças, adolescentes, idosos e servidores públicos, os projetos implementados nesse período integram a política de segurança integral. “Reconhecemos a prevenção como eixo estruturante das estratégias de segurança pública. Esse formato tem se consolidado como instrumento essencial para a redução da violência. Estamos investindo na formação cidadã, no diálogo e no fortalecimento de vínculos sociais como forma de enfrentar os fatores de risco e promover a segurança com inclusão e respeito”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Com foco em crianças, adolescentes, idosos e servidores públicos, os projetos implementados integram a política de segurança integral | Fotos: Divulgação/SSP-DF Para a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira, a prevenção qualificada é parte fundamental da estratégia de segurança pública do Distrito Federal. “Ao desenvolvermos ações com base em evidências, voltadas a públicos vulnerabilizados e integradas, ampliamos a efetividade da atuação de nossas políticas. Os resultados apresentados reforçam a importância de um modelo de prevenção qualificada”, afirma. Capacitação e transformação institucional Entre os destaques do semestre está o curso Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres, que capacitou mais de 400 servidores da SSP-DF, do Sistema Socioeducativo e do Detran-DF. A formação, de caráter obrigatório, tem como objetivo promover uma mudança institucional no enfrentamento à violência de gênero, reforçando posturas de acolhimento, escuta ativa e proteção às vítimas. As forças de segurança também realizam a capacitação. Cidadania Outro projeto de relevância é o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, que formou 720 estudantes da rede pública do ensino médio como multiplicadores da cultura de paz nas comunidades escolares. A formação incluiu palestras e oficinas sobre direitos humanos, mediação de conflitos, bullying, cyberbullying, violência sexual infantojuvenil e uso consciente das redes sociais. Ao final do processo, os alunos receberam certificados simbólicos, sendo reconhecidos como agentes de transformação em seus territórios. Entre os destaques do semestre está o curso Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres, que capacitou mais de 400 servidores da SSP-DF, do Sistema Socioeducativo e do Departamento de Trânsito (Detran) “O fortalecimento de vínculos com a comunidade escolar, órgãos públicos e sociedade civil tem sido fundamental para a construção de uma rede de proteção sólida e efetiva”, destaca o titular da Cojuv, Henrique Neuto Tavares. “Essa integração mostra que a política de segurança cidadã está avançando e gerando resultados transformadores”, completa. Para solicitar a apresentação da Turminha Mais Segura, a escola interessada deverá entrar em contato pelo email turminhamaissegura@gmail.com. Integralidade Outro projeto colocado em prática no primeiro semestre deste ano é o Turminha Mais Segura. Com foco no público infantil, o projeto utiliza linguagem lúdica e personagens animados. Ao todo, 2.800 crianças foram atendidas com atividades teatrais e dinâmicas voltadas à convivência cidadã e à prevenção da violência. Já o projeto Conectados e Protegidos, voltado à população idosa, promoveu oficinas de pintura e fotografia, trabalhando temas como valorização pessoal, protagonismo e prevenção à violência contra a pessoa idosa. Ao todo, mais de 480 participantes foram atendidos. Ações previstas Para o segundo semestre de 2025, está prevista a ampliação do número de turmas do curso Ressignificar, a expansão territorial do programa Promotores de Segurança Cidadã e o lançamento da segunda edição do Conectados e Protegidos, que trará como foco principal a proteção emocional e relacional da pessoa idosa. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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