Banco de Brasília lança prêmio para projetos sociais
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Organizações da sociedade civil que atuam na transformação social do Distrito Federal terão uma nova oportunidade para ampliar o alcance de suas iniciativas. O Instituto BRB lançou a segunda edição do Prêmio BRB de Impacto Social, desta vez com foco exclusivo no DF, destinando até R$ 200 mil para apoiar projetos que gerem impactos concretos em comunidades, territórios e populações em situação de vulnerabilidade. Segundo o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, mais do que reconhecer boas práticas, a iniciativa pretende financiar projetos capazes de responder a desafios reais do DF: "O modelo adotado pelo Instituto BRB combina apoio financeiro, planejamento, metas, indicadores e acompanhamento dos resultados, incentivando as organizações a fortalecerem sua capacidade de mensurar e demonstrar impacto". Após uma primeira edição de abrangência nacional, realizada em 2025, que premiou 18 projetos de diferentes regiões do país com um total de R$ 240 mil, o prêmio passa a concentrar esforços no fortalecimento do ecossistema social do Distrito Federal. A expectativa é apoiar até 15 projetos distribuídos em cinco categorias estratégicas. De acordo com o edital, cada categoria poderá contemplar até três projetos. Os vencedores receberão R$ 25 mil para o primeiro lugar, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro colocado, totalizando até R$ 40 mil por categoria. Podem se inscrever organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, constituídas como pessoa jurídica de direito privado e com CNPJ ativo há pelo menos dois anos na data de abertura das inscrições. O edital com todas as informações está disponível neste link. *Com informações do BRB
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 1.015 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 23 deste mês. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB; para saber se foi contemplado, o cidadão precisa fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários | Foto: Divulgação Sedes/DF “O DF Social é um importante complemento de renda para famílias em situação de vulnerabilidade no DF, mas é preciso lembrar que, primeiro, o beneficiário deve verificar se foi contemplado no programa; só após essa confirmação, ele deve abrir sua conta social no BRB, porque se trata de uma conta muito específica", explicou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. R$ 150 Valor mensal destinado aos beneficiários do programa DF Social O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. Saiba como abrir conta social no BRB Para abrir a conta social no BRB, o cidadão deve baixar o aplicativo Banco BRB no celular ou computador e estar com documentação pessoal em mãos, como RG e CNH. No aplicativo, clique em “abra sua conta” e escreva nome completo e CPF, número do celular com DDD, depois insira o código recebido por SMS. Leia o termos de privacidade, aceite e digite o e-mail para receber o link de validação de abertura de conta. Selecione o estado civil e digite a identificação do companheiro, aceite a declaração, ative a localização, registre sua foto para confirmar sua identidade no aplicativo e capture o documento RG ou CNH. Crie as senhas da conta, com GPS habilitado, clique em “enviar solicitação” para finalizar processo de abertura de conta no BRB. Aguarde o e-mail avisando que conta foi aberta e utilize o aplicativo Banco BRB normalmente. *Com informações da Sedes-DF
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Nomeações e reajustes seguem suspensos até adequação fiscal das contas do DF
Os concursos públicos, nomeações de aprovados e concessões de reajustes salariais no Distrito Federal permanecem suspensos até que o Governo do Distrito Federal (GDF) regularize seus indicadores fiscais e volte a cumprir os limites estabelecidos pela Constituição Federal. A informação foi reforçada pelo secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira, durante entrevista concedida à rádio CBN Brasília nesta sexta-feira (29). Segundo ele, as restrições não decorrem do empréstimo contratado junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para fortalecer o Banco de Brasília (BRB), mas sim do descumprimento do artigo 167-A da Constituição Federal. As restrições não decorrem do empréstimo contratado junto ao FGC para fortalecer o BRB, mas sim do descumprimento do artigo 167-A da Constituição Federal De acordo com o secretário, o GDF vem ultrapassando o limite constitucional que determina que as despesas correntes não podem comprometer mais de 95% das receitas correntes. Quando esse percentual é excedido, a legislação impõe uma série de vedações, entre elas a realização de concursos públicos, nomeações, criação de cargos e concessão de aumentos salariais. "Já há mais de um ano, o GDF não pode fazer concursos, nem contratar ninguém, nem dar aumento de salário, porque não vem cumprindo o artigo 167-A da Constituição", afirmou o secretário durante a entrevista. Valdivino destacou que o acordo firmado entre o Governo do Distrito Federal, a União e o Supremo Tribunal Federal (STF), que viabilizou a operação financeira relacionada ao BRB, apenas reforça a necessidade de observância das regras fiscais já previstas na legislação. Segundo ele, as restrições existentes não foram criadas pelo empréstimo. "O governo federal apenas reforçou a exigência de cumprimento das regras de responsabilidade fiscal que já estão previstas na Constituição", explicou. "O governo federal apenas reforçou a exigência de cumprimento das regras de responsabilidade fiscal que já estão previstas na Constituição" Valdivino Oliveira, secretário de Economia do DF O secretário informou ainda que o GDF já iniciou um conjunto de medidas para reduzir despesas correntes, reorganizar o fluxo financeiro e recuperar a capacidade fiscal do Distrito Federal. As ações foram formalizadas pelos decretos nº 48.509/2026 e nº 48.549/2026, além da Portaria nº 363/2026. Entre as medidas adotadas estão o controle mais rigoroso dos gastos públicos, revisão de contratos e redução de despesas consideradas não essenciais, com o objetivo de restabelecer o equilíbrio das contas públicas. Segundo o secretário de Economia, a expectativa é que essas ações permitam ao Distrito Federal retornar ao cumprimento do artigo 167-A da Constituição até agosto. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)
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Acordo para o BRB avança após audiência no STF
A governadora Celina Leão afirmou, nesta terça-feira (26), que o Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal avançaram na construção de um acordo no STF para viabilizar uma solução financeira ao BRB. A declaração foi dada após audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), conduzida pelo ministro Luiz Fux. “O BRB é um banco que sustenta toda a estrutura do GDF. São mais de 10 milhões de correntistas. Quero agradecer ao governo federal pela capacidade de diálogo. O povo do Distrito Federal agradece esse acordo que começa a ser firmado na data de hoje”, afirmou. Celina Leão: "Os ativos que nós vendemos somam R$ 4 bilhões e a securitização da dívida chega ao total de R$ 8 bilhões. Agora, resolvemos uma parte muito importante com o apoio do governo federal" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Celina Leão destacou, ainda, que o banco já vem adotando medidas para reforçar a liquidez financeira. Entre elas, a venda de ativos e operações de securitização da dívida. “Os ativos que nós vendemos somam R$ 4 bilhões e a securitização da dívida chega ao total de R$ 8 bilhões. Agora, resolvemos uma parte muito importante com o apoio do governo federal”, disse. Acordo em construção A reunião no STF teve a condução do ministro Luiz Fux | Luiz Silveira/ STF Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o acordo prevê a construção de uma operação de crédito do GDF com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com participação de bancos públicos e privados e contragarantias do Governo do Distrito Federal. “Vai ser trabalhada uma operação de crédito a ser tomada pelo GDF com o FGC, com aval de um sindicato de bancos, envolvendo bancos públicos e privados, com contragarantias a serem prestadas pelo GDF”, explicou o ministro. “Vai ser trabalhada uma operação de crédito a ser tomada pelo GDF com o FGC, com aval de um sindicato de bancos, envolvendo bancos públicos e privados" Dario Durigan, ministro da Fazenda Dario Durigan também destacou que eventuais recursos recuperados pelas investigações deverão ser usados para recompor os cofres públicos. “Pedimos ao ministro Fux que eventuais entradas de recursos advindos das investigações, que apuram os atos ilícitos que estão na origem desse problema, prontamente ressarçam e recomponham os cofres do GDF e do próprio BRB”, disse. Solução financeira A reunião ocorreu após o GDF ingressar com ação no STF para pedir que o Tesouro Nacional garanta uma operação de crédito estimada em cerca de R$ 9 bilhões, negociada junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e bancos privados. [LEIA_TAMBEM]A audiência foi marcada a pedido do Ministério da Fazenda e da Advocacia-Geral da União (AGU), que manifestaram interesse na conciliação. “Essa reunião foi prontamente acatada pelo ministro Luiz Fux e foi realizada com muito êxito e com muito sucesso. Quero deixar aqui o firme compromisso do Governo Federal e as especificidades do acordo que está começando a ser desenhado”, garantiu o Advogado-Geral da União Substituto, Flávio Roman.
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