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Setembro Amarelo: Saiba onde e como buscar apoio em saúde mental no DF

A campanha Setembro Amarelo traz a oportunidade de refletir sobre a importância de cuidar da saúde mental e reforçar as orientações de acesso aos serviços de suporte emocional. A rede pública de saúde do Distrito Federal dispõe de atendimento estruturado por níveis de complexidade, de acordo com a faixa etária e a gravidade de cada caso. O cuidado ocorre de modo contínuo ao longo de todo o ano, com foco no acolhimento, na prevenção de agravos e na abordagem não estigmatizante. A assistência conta com equipes multiprofissionais compostas por médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, enfermeiros, farmacêuticos e outros especialistas. Como apoio na identificação de sinais de sofrimento psíquico, o cidadão dispõe da assistente virtual SAMia, uma ferramenta digital e gratuita e em que o usuário é anônimo e que utiliza escalas validadas para indicar o serviço mais adequado. A rede de saúde do DF conta com equipes multiprofissionais com médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, enfermeiros e farmacêuticos para o atendimento de casos de saúde mental | Fotos: Divulgação Atenção primária e casos leves a moderados ⇒ As unidades básicas de saúde (UBSs) são a porta de entrada preferencial para o acolhimento de casos leves a moderados, a exemplo de sintomas de ansiedade, depressão e estresse. ⇒ Público atendido: crianças, adolescentes, adultos e idosos. ⇒ Forma de acesso: demanda espontânea, sem a necessidade de agendamento prévio para a recepção inicial. ⇒ Endereço e localização: a orientação é ir à UBS de referência da região de residência, com consulta de endereços na ferramenta Busca Saúde UBS. Se houver necessidade de conduta especializada, a própria equipe da UBS solicita o encaminhamento. Cuidados voltados ao público infantojuvenil Para crianças e adolescentes com sofrimento emocional de intensidade moderada, a atenção primária e secundária opera mediante acesso regulado, ou seja, é necessário passar por consulta na UBS para ser encaminhado. Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (ComPP): ⇒ Perfil: atende transtornos mentais e sofrimento de intensidade moderada. ⇒ Público: crianças de até 11 anos, 11 meses e 29 dias. ⇒ Acesso: regulado, com consulta e encaminhamento prévio pela UBS. ⇒ Endereço: Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN), Quadra 3, Conjunto 1, Bloco A. ⇒ Telefones: (61) 3449-4763 / (61) 98184-2216. O ComPP atende casos de transtornos mentais e sofrimento de intensidade moderada Adolescentro ⇒ Perfil: assistência multiprofissional para quadros moderados e necessidades do desenvolvimento juvenil. ⇒ Público: adolescentes de 12 a 17 anos, 11 meses e 29 dias. ⇒ Acesso: regulado via encaminhamento da UBS. ⇒ Endereço: SGAS 605, Lotes 33/34. ⇒ Telefones: (61) 3449-4748 / (61) 99271-6800. Nos casos de transtornos graves, persistentes ou crises psíquicas intensas para o público de até 17 anos e 11 meses, a referência são os centros de atenção psicossocial infantojuvenil (Capsis). O atendimento funciona por demanda espontânea (sem agendamento nem encaminhamento prévio), de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. ⇒ Capsi Asa Norte: SMHN, Quadra 3, Conj. 1, Bloco A | Telefones: (61) 3449-4754 / (61) 98184-2495. ⇒ Capsi Taguatinga: QNF, Área Especial nº 24, Taguatinga Norte | Telefones: (61) 3449-6682 / (61) 99124-2067. ⇒ Capsi Recanto das Emas: Quadra 307, Área Especial 1 | Telefone: (61) 3449-6903. ⇒ Capsi Sobradinho: Quadra 4, Área Especial, Lote 6 | Telefones: (61) 3449-5643 / (61) 99444-1343. O acolhimento é destinado a pessoas de todas as idades Atendimento a adultos nos Caps Os centros de atenção psicossocial (Caps) prestam suporte a pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, além de atendimento especializado para demandas decorrentes do uso de álcool e outras drogas. A entrada ocorre por acolhimento direto e demanda espontânea. Caps II e Caps III (transtornos mentais graves e persistentes) ⇒ Público: adultos a partir de 18 anos nos Caps II e III (o Caps I, em Brazlândia, atende diversas faixas etárias). ⇒ Caps I Brazlândia (atendimento infantil, juvenil e adulto): Quadra 01, Área Especial 02, Setor Veredas | Telefones: (61) 2017-1300 / (61) 3449-6399. ⇒ Caps II Brasília: SHCE/Sul, Quadra 1409, Lote 01, Cruzeiro Novo | Telefones: (61) 3349-4755 / (61) 98184-2577. ⇒ Caps II Taguatinga: QNA 39, Área Especial 19, Taguatinga Norte | Telefones: (61) 3449-6680 / (61) 99294-0377. ⇒ Caps II Paranoá: Quadra 02, Conjunto K, Área Especial nº 01 | Telefones: (61) 3449-5317 / (61) 99103-7790. ⇒ Caps II Planaltina: Via W/L 04, Setor Hospitalar Oeste | Telefone: (61) 3449-5828. ⇒ Caps II Riacho Fundo: EPNB, km 04, Área Especial | Telefones: (61) 3449-5001 / (61) 3449-4998. ⇒ Caps III Gama: SNO, Quadra 02, Ponte Alta Norte. ⇒ Caps III Samambaia (aberto 24 horas): Quadra 302, Conjunto 05, Lote 01 | Telefone: (61) 3449-6906.  Caps AD (Álcool e outras drogas) ⇒ Público: adultos e jovens a partir de 16 anos. ⇒ Caps AD II Guará: QE 23, Área Especial S/N, subsolo do Centro de Saúde nº 02, Guará II | Telefone: (61) 2017-1145, ramais 3781, 3782 e 3783. ⇒ Caps AD II Itapoã: Quadra 378, Conjunto A, Área Especial nº 04, Del Lago | Telefones: (61) 3449-5315 / (61) 99113-0736. ⇒ Caps AD II Santa Maria: Quadra 312, Conjunto H, Casa 12 – Santa Maria Norte | Telefone: (61) 2017-1145, ramais 5640 e 5641. ⇒ Caps AD II Sobradinho II: AR 17, Chácara 14 | Telefones: (61) 2017-1145, ramal 2115 / (61) 99830-4348. ⇒ Caps AD III Brasília Candango (aberto 24 horas): Setor Comercial Sul, Quadra 05, Bloco B, Loja 73 | Telefone: (61) 3349-4751. ⇒ Caps AD III Ceilândia (aberto 24 horas): QNN 16, Área Especial (próximo à estação Guariroba) | Telefone: (61) 3449-6151. ⇒ Caps AD III Samambaia (aberto 24 horas): QS 107, Conjunto 7, lotes 3 e 4, Samambaia Sul | Telefone: (61) 3449-6902. O Hospital de Base é um dos centros de referência em atendimento de saúde mental do DF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Urgência, emergência e situações de crise Para quadros de risco iminente de suicídio, crises psiquiátricas graves ou tentativas de suicídio, o atendimento emergencial fica disponível 24 horas por dia nas seguintes estruturas: ⇒ Samu (192): acionamento telefônico de emergência em casos de risco iminente. ⇒ Unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais gerais: acolhimento contínuo para a estabilização de crises agudas. ⇒ Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e Hospital São Vicente de Paulo (HSVP): centros de referência para urgências e emergências psiquiátricas especializadas.

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Caps AD do DF utilizam crochê como terapia contra a dependência química

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas ilícitas ou lícitas seja, por si só, uma doença, e a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) da Secretaria de Saúde (SES-DF) possui diversos recursos para enfrentar esse problema no Distrito Federal. Com serviços que vão da atenção básica ao atendimento hospitalar, das consultas de rotina à emergência, há um expediente terapêutico que se mostra importante contra a dependência química: o crochê. “Quando trabalhamos com crochê, não ensinamos apenas a técnica. Trabalhamos a coordenação motora, o cérebro, novos aprendizados e conexões neurais", afirma a enfermeira Angelita Bandeira, que coordena a oficina de crochê do Centro de Atenção Psicossocial para Tratamento de Álcool e outras Drogas (Caps AD) II de Santa Maria — também conhecido como Caps Flor de Lótus. Na atividade, Bandeira explica que os participantes desenvolvem importantes habilidades como lidar com a frustração e ter persistência. "Isso porque, às vezes, não conseguimos fazer o ponto de primeira ou algo sai errado no meio do caminho, obrigando-nos a desmanchar o trabalho e recomeçar", conta. Além do grupo de crochê, a unidade de Santa Maria conta com oficinas de pintura, manutenção de horta e vários grupos de terapia coletiva, com diferentes temáticas e atividades | Fotos: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Para a profissional, a técnica serve também como meditação, serenando o ânimo de pacientes e servidores da unidade. “O crochê é igual à nossa vida: se você começar errado, lá na frente vai dar problema. Então, é melhor parar, respirar, desmanchar, recomeçar. A linha torna-se uma metáfora do agir. Se estou tensa, o ponto aperta; se estou tranquila, o ponto relaxa." Acesso à Raps As unidades básicas de saúde (UBSs) da SES-DF são a porta de entrada preferencial ao tratamento da população, responsáveis por cuidar de quadros psíquicos mais leves. Para casos de maior complexidade, a Raps conta com 18 centros de atenção psicossocial (Caps), destinados ao atendimento de pessoas com sofrimento mental grave, incluído aquele decorrente da dependência química. As unidades funcionam em regime de porta aberta, sem necessidade de agendamento prévio ou encaminhamento médico — clique aqui para localizar o Caps mais próximo. Os centros atuam de forma articulada com a Atenção Primária, serviços hospitalares, assistência social, sistema de justiça e demais políticas públicas. “O tratamento vai além da abordagem clínica. Entre outros aspectos, os Caps contribuem para a garantia do acesso à saúde, como direito constitucional, o fortalecimento da autonomia e protagonismo do usuário, a reconstrução de vínculos familiares e comunitários, a inserção e reinserção social, assim como a redução de estigmas”, detalha a gerente do Caps AD II de Santa Maria, Adriana Câmara. Além do grupo de crochê, a unidade de Santa Maria conta com oficinas de pintura, manutenção de horta e vários grupos de terapia coletiva, com diferentes temáticas e atividades. Álcool e outras drogas Além do grupo de crochê, a unidade de Santa Maria conta com oficinas de pintura, manutenção de horta e vários grupos de terapia coletiva, com diferentes temáticas e atividades No Caps AD II de Santa Maria, cerca de 90% dos usuários atendidos manifestam o abuso de bebida alcoólica, sendo esta a principal substância associada às demandas do serviço. “Trata-se de uma substância lícita, aceita culturalmente e presente em contextos sociais como festas familiares, encontros e celebrações, o que muitas vezes dificulta o reconhecimento do uso problemático e a adesão ao tratamento”, salienta Câmara.  A gerente pontua diversos impactos observados tanto no âmbito individual quanto comunitário, como perda de vínculos pessoais, sofrimento familiar, violência e sobrecarga dos serviços públicos. “A maior complexidade ocorre quando o indivíduo decide interromper o uso e enfrenta sintomas intensos de abstinência, o que exige acompanhamento profissional qualificado e suporte contínuo." Paciência e recomeço Embora a dependência química seja uma condição crônica — na qual busca-se, sobretudo, o “controle”, não a “cura” —, é sempre possível combater a doença. Alexandre Frazão está em tratamento há 16 anos contra o alcoolismo, uma luta constante. “O crochê, porém, me ajuda na concentração e eu esqueço do problema. O vício não tem cura, é preciso ficar no tratamento e ter constância."[LEIA_TAMBEM] Terezinha de Jesus, por sua vez, combate a dependência do álcool há 20 anos. “Depois que comecei a fazer terapia, diminuí muito o consumo. Aqui a gente ouve, sente-se acolhido. O centro é um lugar onde você encontra pessoas iguais a você, um fortalece o outro. O conselho que eu deixo a quem também passa por isso é que procure ajuda. O alcoolismo é, sim, uma doença crônica, que vamos ter para o resto da vida. Todo dia é uma batalha."   *Com informações da SES-DF

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Show de Talentos proporciona inclusão e protagonismo no Caps AD de Ceilândia

Do gospel ao funk, do rap ao rock e, para completar, dança, poesia, artesanato e pintura. Foi assim o Show de Talentos realizado no Centro de Atenção Psicossocial para tratamento de Álcool e outras Drogas (Caps AD) de Ceilândia, nesta quinta-feira (15). Mais que arte e cultura, o evento foi uma busca por expressão e uma continuidade do tratamento. O evento também faz parte da Semana da Luta Antimanicomial. A canção 'Wish You Here' foi escolhida por Eliomar Ribeiro para refletir sobre os efeitos dos vícios | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF "Dançar para mim é poder continuar a minha vida. Agora tenho vida de novo, minha família novamente", contou Maria José Santana, 48, em tratamento no Caps AD de Ceilândia há oito meses. Já Francisco Adriano da Silva, 45, frequenta há 11 anos o Caps Candango, localizado no Setor Comercial Sul, mas fez questão de ir à unidade de Ceilândia. "É uma oportunidade de me integrar à comunidade", disse, depois de levantar o público com uma interpretação animada de "Mama África", de Chico César. [LEIA_TAMBEM]Também houve espaço para obras internacionais. Eliomar Ribeiro, 44, interpretou a canção Wish You Here, do grupo britânico Pink Floyd. Ele também fez questão de explicar a história da música, lançada há 50 anos. "É uma homenagem a um ex-integrante da banda que precisou se afastar da música por conta do abuso de substâncias. O vício priva as pessoas da convivência", explicou. Esse protagonismo dos pacientes era um dos objetivos esperados do evento, segundo a gerente do Centro de Atenção Psicossocial para tratamento de Álcool e outras Drogas de Ceilândia, Suelem Coimbra. "Também procuramos fortalecer os vínculos familiares e comunitários dos nossos pacientes", afirmou. A ação contou com a presença de famílias e dos mais de 50 servidores e residentes da equipe multiprofissional da unidade. Com mais de 400 pacientes em tratamento, o Caps AD de Ceilândia é uma das sete unidades no Distrito Federal especializadas para atendimento a pessoas a partir dos 16 anos que apresentam sofrimento psíquico intenso decorrente do uso de álcool e outras drogas. Também há unidades no Guará, em Santa Maria, Sobradinho, Itapoã, Samambaia e Plano Piloto. Unidades como o Caps AD se destacam por promover um tratamento alternativo ao modelo hospitalar. A proposta é oferecer cuidado humanizado, com liberdade, preservação de vínculos e promoção do respeito ao paciente. *Com informações da SES-DF  

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DF conta com rede para atendimento de dependentes químicos

Quando um hábito inicialmente divertido se torna um desafio pessoal? E onde procurar ajuda para enfrentar uma mudança necessária a fim de voltar a viver bem? Especialmente nesta segunda-feira (20), Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, as respostas para essas duas perguntas dependem de uma reflexão e ajudam a explicar como funciona a rede de atendimento mental da Secretaria de Saúde (SES). “Cada situação vai se desenhar de uma forma – é o que a gente chama de plano terapêutico singular”, pontua a assistente social Carla Sene, do Caps-AD do Setor Comercial Sul| Foto: Sandro Araújo/SES De acordo com a psicóloga Priscila Estrela, da Diretoria de Serviços de Saúde Mental, o momento de pedir ajuda é quando o hábito começa a afetar o trabalho, a vida social e até os momentos de lazer. “O uso passa a ser disfuncional na vida de uma pessoa”, resume. Na prática, percebe-se que as substâncias psicoativas utilizadas com frequência causam transtornos, como o afastamento de amigos e parentes, problemas laborais e até danos à saúde física. Um exemplo típico é quando a pessoa abandona o hábito de beber eventualmente, como em dias de jogo do time preferido, e passa a só poder assistir a uma partida se estiver embriagada, chegando ao ponto de priorizar o vício. A mesma situação pode ocorrer em aniversários, festas e datas comemorativas: o sinal de alerta é quando nada parece fazer sentido se não estiver acompanhado da substância ligada ao vício – álcool, tabaco, drogas ilícitas. Porta de entrada [Olho texto=”“Quando fazemos o acolhimento desse indivíduo, acolhemos a família”” assinatura=”Ângela Sacramento, gerente de apoio à Saúde da Família” esquerda_direita_centro=”direita”] O primeiro passo é procurar uma das 175 unidades básicas de saúde (UBSs) espalhadas por todo o Distrito Federal. Ali, o paciente passará a ser acompanhado por profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF), como médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, entre outros especialistas. “É realizado um acompanhamento interdisciplinar, inclusive para detectar e tratar outras queixas de saúde”, explica a gerente de apoio à Saúde da Família, Ângela Sacramento. A pessoa pode passar por consultas e atividades em grupo, incluindo as práticas integrativas em saúde, como terapia comunitária e yoga. A UBS também fornece medicação e faz o acompanhamento necessário de várias outras doenças que possam ter sido desenvolvidas em decorrência do abuso de álcool, cigarro ou outras drogas. Para ser atendido, basta levar documento de identificação e comprovante de residência à UBS mais próxima. Ângela Sacramento também destaca a lógica de atuação com base no núcleo familiar. “Quando fazemos o acolhimento desse indivíduo, acolhemos a família”, afirma. A equipe da UBS também faz a interface com programas sociais, e se houver a identificação da necessidade de tratamento mais intenso, a pessoa pode ser encaminhada a uma das sete unidades do Centro de Atenção Psicossocial Especializado em Álcool e Drogas (Caps-AD). Atendimento especializado [Olho texto=”Ceilândia, Samambaia e Setor Comercial Sul têm unidades do Caps-AD em funcionamento 24 horas por dia” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] As unidades do Caps-AD do Guará, Santa Maria, Sobradinho, Itapoã, Ceilândia, Samambaia e do Setor Comercial Sul atendem pessoas a partir dos 16 anos com sofrimento intenso causado pelo uso de álcool e de outras drogas. O tratamento pode ir desde consultas e atividades coletivas a internação por períodos de até 14 dias. “Cada situação vai se desenhar de uma forma – é o que a gente chama de plano terapêutico singular”, detalha a assistente social Carla Sene, gerente do Caps-AD do Setor Comercial Sul, conhecido como Caps Candango. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O público de um Caps-AD é variado. Há pacientes encaminhados pelas UBSs, pessoas em situação de rua e aquelas que procuram atendimento diretamente na unidade. Em Ceilândia, Samambaia e no Setor Comercial Sul, o funcionamento é 24 horas, incluindo fins de semana e feriados. Com uma equipe especializada, esses locais fazem uma avaliação de cada paciente, de forma a identificar transtornos que tenham sido provocados ou agravados por abuso de drogas lícitas ou ilegais. No dia a dia de um Caps, os servidores identificam a situação geral da vida de um paciente, como sua rede de apoio e condições psicossociais. O principal alerta é para o fato de os dependentes do álcool adiarem o início do tratamento. “No caso do álcool, que é uma substância socialmente aceita, a pessoa demora para perceber o seu grau de dependência, e isso é muito grave”, alerta Carla Sene. Confira a localização e os serviços oferecidos pelos centros de atenção psicossocial do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde

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