GDF investe R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar em seis anos
Ranny Rezende, 25 anos, estava desempregada quando se viu na situação de ter que comprar o material escolar da filha mais velha, Ana Clara, hoje com 6 anos, o que acabaria por comprometer outras contas da casa. “Iria prejudicar, porque eu sou mãe solo. Não sei se conseguiria comprar”, lembra. Mas ela conseguiu graças ao Cartão Material Escolar (CME), do qual já é beneficiária há três anos: “Ajuda bastante, porque é muito material, muita coisa que eles pedem na escola. Agora, sempre que vejo uma mãezinha que diz que não tem condição, eu falo desse programa.” Ana Clara Rezende conseguiu comprar a tão sonhada mochila rosa de rodinhas | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O CME do Distrito Federal oferece crédito anual para a compra de material escolar em papelarias credenciadas e atende estudantes da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio e do ensino especial. A iniciativa quase triplicou o número de beneficiários desde 2019 e, em seis anos, já soma mais de R$ 267 milhões investidos. O benefício garante que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso a itens essenciais para o estudo. Com isso, os alunos conseguem fazer uma compra de qualidade na papelaria, o que ajuda no desenvolvimento pedagógico ao longo do ano. “O Cartão Material Escolar é mais do que um benefício: é uma estratégia inteligente de política pública que garante equidade, fortalece a aprendizagem e movimenta a economia local. Ao assegurar que nossos estudantes tenham, desde o primeiro dia de aula, os insumos necessários para aprender, a Secretaria reafirma seu compromisso com o acesso, a permanência e o sucesso escolar. É gestão com propósito, eficiência e foco no que realmente importa: o estudante", destaca Iêdes Braga, secretária de Educação interina. O benefício é destinado a estudantes de 4 a 17 anos, matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Para a educação infantil, ensino especial e fundamental, cada estudante recebe R$ 320; no ensino médio, o valor é de R$ 240. E são, de fato, as crianças que podem comprar. Uma das vantagens do cartão — em detrimento de um kit com material escolar, por exemplo — é dar autonomia para que cada beneficiário possa escolher aquilo que deseja. Como foi o caso da pequena Ana Clara. "Ela ama ir [comprar], porque já está na fase de escolher o que quer, os desenhos que gosta. Este ano, além dos materiais, eu consegui comprar a mochila de rodinhas que ela estava querendo muito e ela ficou muito feliz", relata a mãe, Ranny. Silvia Maruno: "Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação" Isso faz toda a diferença do ponto de vista pedagógico. “Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação. E o Cartão Material Escolar proporciona o material e as ferramentas para que ela possa se organizar e fazer suas atividades, além de dar autonomia. A autoestima da criança é levada em conta, a partir do momento que ela vem para a escola com seus materiais, que ela tem a possibilidade de adquirir todo o material necessário. Os pais recebem o benefício, mas o grande beneficiado é o estudante”, define a professora Silvia Maruno, assessora especial da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia. Crescimento contínuo Em 2019, o programa beneficiava 64.652 estudantes. Desde então, o número de contemplados cresceu de forma consistente, chegando a 167.042 alunos em 2025. O valor total investido no programa também aumentou, passando de R$ 19.987.040 em 2019 para R$ 51.524.160 em 2025. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação A concessão é automática, não sendo necessário solicitar o cartão, que pode ser retirado no BRB mediante apresentação de documento de identificação com foto e CPF, após consulta no app GDF Social. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação. Alcance amplo O CME está presente em todas as regiões administrativas do DF. Em 2025, as áreas com maior número de beneficiários foram Ceilândia, com 31.321 alunos; Planaltina, com 16.924; Samambaia, com 15.690; Paranoá, com 12.077; e Recanto das Emas, com 11.386. Já as regiões com mais papelarias credenciadas para o programa são Ceilândia, com 89; Samambaia, com 59; e Taguatinga, com 59. Atualmente, o Distrito Federal conta com 572 papelarias habilitadas.
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GDF que fez: ações do governo contribuem para melhorar a vida da população em diversas áreas
O Distrito Federal vive um tempo de ação. Nos últimos anos, a população tem se deparado, diariamente, com inúmeras obras e programas feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida daqueles que nasceram ou escolheram a capital federal para morar. Algumas obras são mais visíveis, como os novos viadutos — 11 foram construídos desde 2019 — e o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária deste GDF, que ajudou a desafogar o trânsito na região de Taguatinga. Ainda na mobilidade, houve a conclusão das obras na Saída Norte, que receberam o nome de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz; a criação do Corredor Eixo Oeste, ligando o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto; e a reconstrução do viaduto no Eixão Sul, que havia desabado em fevereiro de 2018. O Viaduto Luiz Carlos Botelho, no Sudoeste, é uma das obras entregues pelo GDF Para quem usa o transporte público, também não faltaram ações. Foram feitas, por exemplo, seis novas rodoviárias em diferentes regiões administrativas. Sem esquecer, é claro, do Vai de Graça, programa que garante tarifas gratuitas nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados, e que tem sido sucesso entre os brasilienses: em um ano, foram quase 40 milhões de viagens. Se o assunto é infraestrutura, não há como não falar do Drenar-DF, o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal, que pôs fim às enchentes no início da Asa Norte. Alagamentos, aliás, que eram um problema também em Vicente Pires. Eram, no passado. Hoje, a região administrativa virou exemplo de urbanização, após investimentos de R$ 420 milhões. O Drenar-DF pôs fim às enchentes no início da Asa Norte Quem também tem virado exemplo é o Sol Nascente/Pôr do Sol. A área foi uma das quatro novas regiões administrativas criadas desde 2019. Com uma administração regional própria, vieram mais obras, sobretudo de urbanização, a exemplo da pavimentação de vias, da construção de calçadas e dos serviços para captar água da chuva e evitar alagamentos. Água, saúde e segurança Direitos fundamentais, o acesso à água, a saúde, e a segurança também receberam grandes investimentos. A crise do desabastecimento, que levou a um inédito racionamento de água no DF, ficou para trás: foram feitas diversas obras hídricas, como a construção de adutoras e a interligação de reservatórios, para garantir que esse triste episódio não voltasse a ocorrer. Na saúde, além da contratação de profissionais e das obras em unidades já existentes, estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) para dar uma resposta rápida às necessidades dos cidadãos, em um local próximo de suas casas. Já na segurança, o DF voltou a ter delegacias dia e noite, funcionando 24 horas por dia. Educação e cultura Cartão Material Escolar tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social Na educação básica, desde 2019, foram feitas 13 novas escolas e 27 novos centros de educação da primeira infância (Cepi), onde pais e mães podem deixar os filhos pequenos com segurança enquanto trabalham. Aqueles que precisam também podem contar com uma ajuda para os gastos escolares: para eles, foram criados o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar. Já no ensino superior, o DF, depois de décadas de espera, enfim, ganhou uma universidade distrital para chamar de sua. A UnDF foi criada oficialmente em 2021, a fim de democratizar o acesso a cursos de graduação e pós-graduação. A cultura, por sua vez, viu espaços fechados há anos serem reabertos e modernizados, sendo o principal deles o Teatro Nacional Claudio Santoro. O equipamento voltou a abrir as portas em dezembro de 2021, com a entrega da sala Martins Pena, cuja restauração recebeu investimento de R$ 70 milhões. Agora, já estão autorizadas as obras em outros espaços, como a sala Villa-Lobos, onde serão investidos mais R$ 268,3 milhões. Casa, trabalho e comida no prato O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que "quem tem fome, tem pressa". É ele , aliás, quem dá nome a um selo concedido por dois anos consecutivos ao DF pelas ações de combate à insegurança alimentar. Entre essas ações, estão a construção de quatro novos restaurantes comunitários e o retorno do preço do almoço a R$ 1 nesses locais. Hoje, são, ao todo, 17 equipamentos do tipo em funcionamento, sendo que 14 oferecem café da manhã, almoço e jantar, de domingo a domingo. Para aqueles que cozinham em casa, foi criado o Cartão Gás, que oferece auxílio de R$ 100 para a compra do insumo. O GDF também tem garantido o direito à moradia para milhares de famílias. Desde 2019, foram entregues cerca de 14 mil unidades habitacionais em diferentes locais, como no Itapoã Parque, maior projeto habitacional em desenvolvimento no Brasil, premiado nacionalmente. E para quem procura o primeiro emprego ou uma nova chance, o DF também tem sido um lugar de oportunidades. Prova disso é a criação do RenovaDF. Um dos maiores programas de capacitação profissional do Brasil, ele oferece um curso e uma bolsa para auxílio financeiro para os participantes que, em troca, ajudam na recuperação de equipamentos públicos. Desde o lançamento, o Renova já formou mais de 30 mil alunos. Pessoas que só buscavam uma oportunidade e mostraram que, com dedicação, é possível fazer.
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Primeiro lote do Cartão Material Escolar é creditado para mais de 76 mil famílias
A Secretaria de Educação (SEEDF) creditou, nesta segunda-feira (2), o primeiro lote do Cartão Material Escolar (CME) de 2026. O benefício contempla 76.454 responsáveis por 114.168 estudantes da rede pública de ensino, totalizando investimento de R$ 36.091.440. O pagamento foi destinado às famílias que já possuem o cartão, incluindo aquelas que tiveram cartões vencidos e que foram renovados pelo Banco de Brasília (BRB) para uso do benefício em 2026. Quem não recebeu o benefício deve aguardar o segundo lote, previsto para março, que atenderá os novos beneficiários que ainda não possuem o cartão. Após a liberação do crédito, as famílias poderão adquirir os itens da lista de material nas papelarias cadastradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A relação dos estabelecimentos credenciados está disponível no site da SEEDF. Com a liberação do crédito, as famílias já podem adquirir o material escolar nas papelarias cadastradas pelo GDF | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Têm direito ao subsídio os estudantes com idade entre 4 e 17 anos, matriculados regularmente na rede pública de ensino do DF. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e do ensino fundamental e R$ 240 para os do ensino médio. [LEIA_TAMBEM]Investimento total Para este ano, a previsão é que o programa atenda cerca de 172 mil estudantes, com investimento total estimado em R$ 52 milhões. O programa Cartão Material Escolar é destinado aos alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas unidades familiares sejam beneficiárias do Bolsa Família. Em caso de dúvidas, os responsáveis podem entrar em contato com a SEEDF ou verificar a situação do cadastro diretamente na escola onde o estudante está matriculado. *Com informações da Secretaria de Educação
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Saiba como ter acesso aos cartões Creche, Material Escolar e Uniforme da rede pública do DF
Com o início do ano letivo da rede pública do Distrito Federal marcado para fevereiro, famílias podem contar com três benefícios importantes para garantir o acesso e a permanência dos estudantes na escola: os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar. Os auxílios são coordenados pela Secretaria de Educação (SEEDF) e atendem a públicos distintos, desde a primeira infância até o ensino médio, com concessão automática ou mediante solicitação. Os programas atuam em frentes diferentes, mas complementares. Enquanto o Cartão Creche amplia o acesso à educação infantil, o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar asseguram que estudantes já matriculados tenham condições adequadas para adquirir itens essenciais para o início das atividades escolares. Na prática, as medidas ajudam a reduzir desigualdades, promovem autonomia dos alunos e fortalecem o vínculo com a escola desde o começo do ano letivo. Confira, nesta matéria elaborada pela Agência Brasília, as principais dúvidas sobre cada um dos benefícios. Os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar garantem o acesso e a permanência dos estudantes do Distrito Federal na escola | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Creche: mais acesso à educação infantil Criado para atender à demanda por vagas na educação infantil, o Cartão Creche é um auxílio financeiro mensal destinado ao pagamento de mensalidades em creches privadas credenciadas, enquanto a criança aguarda vaga na rede pública. O benefício atende a alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II. Para solicitar, o responsável legal deve fazer a pré-inscrição pelo telefone 156 ou pelo Portal Cidadão. Em seguida, é necessário comparecer à Unidade Regional de Planejamento Educacional e Tecnologia na Educação da Coordenação Regional de Ensino escolhida, com documentos da criança e do responsável, como certidão de nascimento, CPF, comprovante de residência e caderneta de saúde. As solicitações entram em um cadastro único e são classificadas conforme critérios sociais e tempo de espera. [LEIA_TAMBEM]Entre janeiro e novembro de 2025, o Cartão Creche impactou a vida de mais de 87 mil beneficiários. Para isso, o GDF investiu R$ 85.357.864,70. Segundo a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Matheus, o benefício cumpre um papel estratégico. “Quando a gente fala do Cartão Creche, ele vem para realmente diminuir as filas de espera nas creches. Mesmo sendo uma instituição privada, a gente consegue inserir nossos alunos por meio do programa”, explicou. De 2019 para cá, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 1,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento para 2026. Isso só foi possível graças ao trabalho deste Governo do Distrito Federal na construção de novas creches, na ampliação da rede pública e no fortalecimento do Cartão Creche. O Cartão Creche atende alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Cartão Material Escolar: mais autonomia e igualdade O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra exclusiva de materiais em papelarias credenciadas. O benefício é automático para estudantes de 4 a 17 anos matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Os valores são de R$ 320 para educação infantil e ensino especial e de R$ 240 para o ensino médio. Não é necessário fazer solicitação; basta que o estudante esteja matriculado e com os dados atualizados. O cartão físico deve ser retirado no Banco de Brasília, após consulta no aplicativo GDF Social, mediante apresentação de documento com foto e CPF. Para Fernanda Matheus, o impacto vai além do apoio financeiro. “O material escolar é um benefício que traz um reconhecimento para o aluno na questão de conseguir escolher o próprio material. Ele vai até a papelaria e compra o caderno que quer, do personagem que quer. O aluno passa a ter o mesmo material que aquele que compra no particular”, acrescentou a subsecretária. Em 2025, o Cartão Material Escolar beneficiou mais de 167 mil alunos, demandando um investimento de R$ 51.524.160 por parte deste GDF. O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra de materiais em papelarias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Uniforme Escolar: mais pertencimento Recentemente anunciado pelo governador Ibaneis Rocha, o Cartão Uniforme Escolar começa a ter vigência no ano letivo de 2026. Ele é concedido automaticamente a todos os estudantes matriculados na educação básica da rede pública do DF, desde que os dados estejam atualizados na escola. Para 2026, o valor é de R$ 282,99 por estudante, destinado exclusivamente à compra das peças em malharias credenciadas. A retirada do cartão é feita no BRB, mediante apresentação de documento com foto e CPF do responsável. De acordo com a subsecretária, a entrega dos cartões começou em 22 de dezembro e segue até 21 de janeiro. Já o crédito estará disponível a partir do dia 26, garantindo tempo hábil antes do início das aulas, marcado para 12 de fevereiro. “O uniforme traz essa garantia de pertencimento ao aluno, porque ele vai experimentar a própria roupa, não vai ficar folgada ou pequena, e vai fazer os ajustes necessários”, explicou Fernanda Matheus. A previsão é que o Cartão Uniforme Escolar atenda todos os 442,3 mil alunos da rede pública de ensino. Para implementar o programa, este GDF prevê investir R$ 125.187.984,24 em 2026. Em 2026, o Cartão Uniforme Escolar vai conceder R$ 282,99 por estudante, destinado à compra das peças em malharias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília É possível acumular? O Cartão Creche não é acumulável com os demais, pois é destinado exclusivamente à primeira infância. Já os cartões Material Escolar e Uniforme podem ser utilizados conjuntamente, desde que o estudante atenda aos critérios de cada programa. A Secretaria de Educação orienta que as famílias mantenham sempre os dados atualizados nas escolas e nos sistemas oficiais para garantir o acesso aos benefícios, que têm papel fundamental na inclusão, no bem-estar e na permanência dos estudantes na rede pública de ensino do Distrito Federal.
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