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Centro Integrado de Operações de Brasília

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Distribuidora de energia elétrica fará plantão durante eleições

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Neste domingo (25/10), durante o segundo turno das eleições de 2026, a Neoenergia Brasília manterá equipes de plantão na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) . A operação especial, realizada também no primeiro turno, tem como objetivo acompanhar, em tempo real, as condições do sistema elétrico e garantir agilidade na resposta a eventuais ocorrências durante a votação e a apuração dos votos. No primeiro turno, a avaliação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) foi de que a votação transcorreu dentro da normalidade em relação ao fornecimento de energia elétrica nos locais de votação. Ao longo de todo o dia, não houve interrupção do processo por questões relacionadas a energia. Equipes da distribuidora vão ajudar a monitorar mais de 600 locais de votação no DF | Foto: Divulgação/Neoenergia A atuação no segundo turno contará com profissionais mobilizados na sede do TSE, no Centro de Operações Integradas (COI) da distribuidora e no QG de Solução, além de representantes em comunicação direta com o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). O monitoramento contínuo permitirá identificar eventuais ocorrências, direcionar equipes de campo e agilizar a tomada de decisões. No Distrito Federal, a operação contempla os 614 locais de votação e a estrutura necessária para atender os mais de 2,2 milhões de eleitores aptos a votar. Para esse período, a companhia reforçou em mais de 35% o contingente de técnicos de campo e ampliou em 30% a equipe do COI. Os profissionais foram distribuídos estrategicamente, considerando a concentração de eleitores, o tempo de deslocamento e a situação dos circuitos elétricos. Planejamento  A preparação para as eleições incluiu mais de 6 mil intervenções na rede elétrica e ações de manejo da vegetação em áreas com maior concentração de eleitores. A distribuidora também inspecionou circuitos que atendem instalações estratégicas, como o TSE, o TRE-DF e a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), além de estruturas utilizadas pelas juntas apuradoras e importantes locais de votação. As pendências identificadas durante as inspeções foram corrigidas. Na rede de subtransmissão, foram inspecionados mais de 1.800 quilômetros de linhas e 100% das subestações. A companhia promoveu ainda mais de 143 manutenções preventivas e corretivas, além de obras de ampliação, renovação e digitalização de ativos em cinco subestações. As medidas fazem parte da preparação para reduzir riscos de ocorrências e assegurar maior confiabilidade ao sistema elétrico em um momento de grande relevância para o funcionamento das instituições democráticas. A atuação da Neoenergia Brasília durante as eleições é reforçada pelo Acordo de Cooperação Técnica firmado com o TRE-DF. A parceria prevê inspeções preventivas, manejo da vegetação, reforço no atendimento e suspensão de desligamentos programados nos dias que antecedem e durante a votação. A distribuidora também mantém um canal direto de comunicação com a Justiça Eleitoral para agilizar o atendimento em caso de ocorrências e disponibiliza orientações aos responsáveis pelos locais de votação.   *Com informações da Neoenergia

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Rede integra órgãos do DF para localizar desaparecidos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A primeira sessão da Rede Integrada de Atendimento Humanizado ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap) reuniu, na segunda-feira (21/9), no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), representantes de órgãos de segurança, saúde, assistência social, justiça e direitos humanos. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Integração e Segurança Cidadã (Sisec), a iniciativa busca tornar mais rápida e integrada a resposta do estado aos casos de desaparecimento e ampliar o acolhimento às famílias.  A Polícia Civil do DF é um dos órgãos que participam da rede de resgate de pessoas desaparecidas | Foto: Arquivo/Agência Brasília Participaram do encontro representantes das polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), do Corpo de Bombeiros (CBMDF), das secretarias de Saúde (SES-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). Durante a reunião, foram apresentados o cenário dos desaparecimentos no DF, os avanços após a instituição da política distrital pelo Decreto nº 47.653/2025 e as principais frentes de atuação da rede. Entre os encaminhamentos, estão a definição de pontos focais pelas instituições, a formalização de fluxos de trabalho e o aprimoramento do compartilhamento de informações. Também foi discutido o uso de tecnologias, como o DF-360, para apoiar ações de busca, localização e identificação. A proposta é reduzir o tempo de resposta desde o registro do desaparecimento e ampliar a capacidade de atuação integrada dos órgãos. A Ridesap está organizada em quatro eixos: Prevenção e mobilização social; Busca, localização e identificação; Proteção, assistência e atenção humanizada; e Dados, tecnologia e informação. A atuação considera ainda públicos que podem estar em maior situação de vulnerabilidade, como crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, migrantes, vítimas de violência e possíveis vítimas de tráfico de pessoas. Além da localização, a rede prevê o fortalecimento do atendimento às famílias, com orientação, encaminhamentos e apoio articulado entre os serviços públicos. Como próximos passos, estão previstas novas reuniões para acompanhar os encaminhamentos, consolidar os fluxos entre as instituições, ampliar a integração de dados e fortalecer a política distrital de enfrentamento ao desaparecimento de pessoas.   *Com informações da SSP-DF  

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Entenda o funcionamento dos alertas enviados aos celulares no DF pela Defesa Civil

Os alertas que aparecem diretamente na tela do celular acompanhados por um sinal sonoro fazem parte do sistema Defesa Civil Alerta (DCA), ferramenta utilizada para comunicar situações de risco à população de forma rápida e direcionada. No Distrito Federal, o sistema é coordenado pela Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), e envia mensagens georreferenciadas para aparelhos localizados em áreas previamente delimitadas.  Sistema de monitoramento de onde são enviados os alertas aos celulares pela Defesa Civil | Fotos: Divulgação/Defesa Civil Desde o início do uso da ferramenta, o sistema foi acionado duas vezes no DF. Antes de entrar em operação definitiva, o DCA passou por testes obrigatórios, incluindo uma demonstração realizada em 27 de setembro de 2025, quando um alerta foi disparado às 15h para verificar o funcionamento da tecnologia e familiarizar a população com o som da sirene. Já em janeiro deste ano, a ferramenta foi utilizada durante a implosão do antigo Torre Palace Hotel, no Setor Hoteleiro Sul. O alerta integrou o plano de segurança da operação para orientar as pessoas que estavam na área afetada.  “Enquanto o SMS permanece como ferramenta voltada para a prevenção e o monitoramento de eventos com maior antecedência, o DCA é destinado a ocorrências extremas, que demandam comunicação rápida, precisa e direcionada à população potencialmente afetada” Sandro Gomes Santos da Silva, secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil  De acordo com o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil, Sandro Gomes Santos da Silva, a utilização do sistema DCA representa uma evolução importante nos protocolos de comunicação de risco. “A tecnologia permite o envio simultâneo de mensagens para todos os dispositivos compatíveis localizados em uma área previamente delimitada, sem necessidade de cadastro prévio. Enquanto o SMS permanece como ferramenta voltada para a prevenção e o monitoramento de eventos com maior antecedência, o DCA é destinado a ocorrências extremas, que demandam comunicação rápida, precisa e direcionada à população potencialmente afetada”, destacou. Como funciona Os alertas podem ser emitidos somente por agentes da Defesa Civil previamente capacitados e cadastrados para operar a plataforma federal Idap. Antes de cada disparo, é realizado um processo de validação técnica que começa com a confirmação do risco por órgãos responsáveis pelo monitoramento ou por laudos especializados, dependendo da ocorrência. Após essa etapa, operadores habilitados definem o nível de severidade do evento, elaboram uma mensagem com orientações de autoproteção e delimitam geograficamente a área que receberá o aviso. Em seguida, a plataforma encaminha a mensagem às operadoras de telefonia, responsáveis pelo envio instantâneo por meio da tecnologia Cell Broadcast. Atualmente, a plataforma Idap ainda passa por testes e homologação de recursos de segurança. Por isso, a operação do sistema está sendo conduzida pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). No Distrito Federal, o monitoramento das ocorrências é realizado por equipes de plantão da Defesa Civil no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob).  SMS ou alerta sonoro? No Brasil, o serviço de alertas começou a ser implantado em outubro de 2017 e já está em vigor em nove estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste A Defesa Civil utiliza os sistemas de SMS e Defesa Civil Alerta de forma complementar. O SMS é empregado principalmente em ações preventivas e de monitoramento, como previsões de chuvas, ondas de calor, baixa umidade e outros fenômenos que permitem maior antecedência para preparação da população. Já o DCA é reservado para situações de maior gravidade, classificadas como severas ou extremas, incluindo tempestades intensas, enxurradas repentinas, risco de colapso de estruturas, deslizamentos, rompimentos de barragens e operações especiais que exigem ações imediatas e isolamento de áreas. [LEIA_TAMBEM]Uma das principais diferenças entre as ferramentas é que o DCA não exige cadastro prévio. A mensagem é enviada automaticamente para todos os celulares compatíveis localizados na área de risco, aparecendo em destaque na tela e podendo emitir som de sirene mesmo quando o aparelho está no modo silencioso. Além disso, o sistema permite delimitar com precisão a região afetada, evitando disparos desnecessários. Como cadastrar seu celular Para receber os alertas preventivos por SMS, é necessário fazer o cadastro junto à Defesa Civil do Distrito Federal. As orientações estão disponíveis na página da pasta, acessível por este link. O serviço começou a ser implantado no Brasil em outubro de 2017 e já está em vigor em nove estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os moradores do DF começaram a receber uma mensagem via SMS solicitando o cadastramento no serviço. Para fazer parte do sistema, basta responder à mensagem informando o CEP do interessado e, inclusive, é permitido cadastrar mais de um código postal. Os moradores que não receberem o contato podem enviar o CEP para o telefone da Defesa Civil Nacional, o 40199. Os alertas são gerados pelo Centro de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração, em parceria com os órgãos de Defesa Civil de estados e municípios.

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Aplicativo do Metrô-DF terá espaço para registro de denúncias sobre segurança a partir desta segunda-feira (15)

O aplicativo do Metrô-DF oferecerá uma nova funcionalidade à população a partir desta segunda-feira (15). As pessoas poderão registrar denúncias sobre segurança direto na plataforma, com atendimento em tempo real das 5h30 à 0h30 — período em que há usuários presentes nas estações e trens da companhia. O objetivo é reduzir o tempo de resposta e aplicação das ações necessárias à cada demanda. Para ter acesso ao serviço, é necessário atualizar o aplicativo, disponível para Android e iOS. Aplicativo permite o envio de denúncias sobre diferentes tipos de irregularidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com a gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, será possível fazer denúncias sobre casos de importunação sexual, furtos, roubos, comércio irregular, uso indevido de carro exclusivo e episódios de violência, entre outros. Ou seja, o recurso é destinado, especialmente, a questões de segurança. Problemas relacionados às estações e trens devem ser comunicados à Ouvidoria, por meio da aba Participa DF no app do Metrô-DF ou pelo site do órgão. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta” Paula Marinho, gerente de Segurança do Metrô-DF “Fizemos uma visita técnica ao metrô de São Paulo, que é o maior do Brasil, e absorvemos as informações para trazer esse serviço para o DF”, relata Paula Marinho. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta.” As denúncias, lembra ela, poderão ser feitas de modo anônimo ou não, conforme a preferência do usuário. Como proceder O recurso “Segurança” foi incluído na aba “Serviços”, junto ao “Achados e Perdidos”. O processo é intuitivo, e as etapas avançam conforme o usuário completa os campos. Primeiro, a pessoa deve informar se prefere o anonimato ou incluir dados pessoais. Depois, há espaço para indicar onde ocorreu o caso: se dentro de uma estação  qual estação e em que área (banheiro, plataforma de embarque etc) – ou em um trem. Por fim, vem a parte de detalhamento da situação e o envio da demanda. Centrode Monitoramento de Segurança do Metrô-DF recebe as denúncias e agiliza o atendimento  As denúncias são recebidas e tratadas pelo Centro de Monitoramento de Segurança do Metrô-DF. Os empregados da companhia recebem as notificações e, se necessário, podem abrir um bate-papo com o usuário para solicitar mais dados, como o número do trem ou ponto específico da ocorrência. Em seguida, cabe ao responsável pelo atendimento acionar a equipe da estação e, se necessário, as forças de segurança. “Essas informações são importantes para que a gente localize a pessoa no ambiente metroviário; se for na Estação Galeria, dentro do elevador, por exemplo, vamos mandar uma equipe direcionada para esse local”, esclarece Paula. “Quando há necessidade de um recurso adicional, fazemos contato direto com o nosso representante no Ciob [Centro Integrado de Operações de Brasília] para diminuir o tempo de resposta às ocorrências operacionais.” A gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, explica a vantagem do aplicativo:  “Agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda” A gerente ressalta, ainda, a importância da população evitar o registro de falsas denúncias: “Contamos com a colaboração da população para que utilize isso da melhor maneira, que é um benefício para todos. Poderemos agir de forma mais pontual, mais rápida e adequada, proporcionando um melhor atendimento”. Antes do recurso, as comunicações sobre questões de segurança eram feitas pelo Participa DF ou presencialmente, quando um usuário solicitava socorro da equipe presente na estação. “Esses meios continuam em vigor, mas agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda”, lembra a gerente de Segurança do Metrô-DF. Dados Neste ano, já foram registrados 516 boletins de ocorrência (BOs) do Metrô-DF sobre crimes de natureza penal como importunação sexual, violência física, furto e roubo. O número é maior que o de 2024, que teve 483 boletins. Os casos também são anotados junto à Polícia Civil. A companhia mapeia ainda as infrações administrativas e problemas operacionais por meio do Relatório de Ocorrência (RC), como uso indevido de carro exclusivo, objetos esquecidos, manipulações fraudulentas no sistema, combate a incêndio, comércio irregular e comportamentos antissociais. Neste ano, já são 225 relatórios, menos do que em 2024, que alcançou 253 documentos. Também ocorreu uma leve queda nos índices de Recolhimento de Mercadoria, relativo ao comércio ilegal dentro dos trens e estações. Neste ano, até o momento, foram 40 casos deste tipo – quase a metade do ocorrido no ano passado, que teve 72 relatórios. Por fim, os casos encaminhados para outros órgãos – formalizados via Guia de Encaminhamento (GE), para situações como crianças perdidas, pessoas em vulnerabilidade social ou necessidade de apoio externo – mantiveram números baixos e estáveis: 44 em 2024 e 41 em 2025. Aplicativo Desenvolvido pela área de Tecnologia da Informação do Metrô-DF, o app foi lançado em 2019 e oferece uma série de funcionalidades aos usuários. Além do novo recurso, voltado para denúncias sobre segurança, a plataforma disponibiliza informações sobre os trens, notícias sobre a companhia e espaço para registro de sugestões, elogios e críticas por meio do Participa DF. [LEIA_TAMBEM]Com o aplicativo, os cidadãos podem programar suas viagens, sabendo o horário de chegada dos trens às estações ou receber alertas em tempo real sobre como está a operação do sistema. São enviadas notificações sobre a prestação do serviço – se está normal, com velocidade reduzida ou paralisada –, e qualquer evento importante que possa impactar a viagem. O usuário também tem acesso ao mapa das imediações das estações, com informações sobre disponibilidade de serviços públicos, bicicletas compartilhadas e caixas eletrônicos. Há, ainda, uma área específica para comunicar a perda de objetos ou documentos. Basta informar a data aproximada e a estação em que pode ter ocorrido a perda, além de uma descrição detalhada do item. Independentemente de a informação estar completamente certa, os colaboradores do Metrô vão procurar no sistema para verificar se há algum objeto cadastrado com características semelhantes. Tão logo a busca seja realizada, o usuário receberá a resposta – o status pode ser atualizado a qualquer momento por notificação pelo aplicativo. Clique aqui para baixar o aplicativo pelo iOS. Mais informações sobre o app estão disponíveis no site do Metrô-DF.

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