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Centro de Atenção Psicossocial (Caps)

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Um lugar à mesa: novo Centro Pop amplia o espaço para cuidar de pessoas e acolher histórias

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Antônio reparou nas mesas. Ao conhecer a nova sede do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), foi esse um dos detalhes que escolheu para explicar o que havia mudado. “Tem mesa para sentar, para comer.” Aos 41 anos, com uma trajetória nas ruas que começou, segundo ele, aos dez, Antônio Poena Duarte encontrou nas instalações uma resposta ao receio que sentia antes da transferência. “Eu pensei que ia ser uma mudança para pior, mas foi uma mudança para melhor.” A comparação veio da experiência de quem frequentou o espaço anterior, na Asa Sul, e conheceu suas limitações. Antônio recorda a exposição à chuva. No novo endereço, no Setor de Garagens Oficiais Norte (SGON), o refeitório comporta cerca de 180 pessoas sentadas. Antes, sem um local adequado para as refeições, havia quem comesse no chão ou na rua. A nova sede tem aproximadamente 4,2 mil metros quadrados e recebeu investimento de R$ 4,367 milhões | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília  Para Antônio, a diferença cabe em uma frase: “Aqui, a gente tem um lugar que a gente vai ser tratado como ser humano”. O secretário executivo da Secretaria de Desenvolvimento Social, Rafael Rodrigues Silveira, explica que oferecer melhores condições de atendimento motivou a mudança. A unidade anterior não tinha refeitório e dispunha de pouco espaço para oficinas. A transferência também permitiu adequar as instalações para os servidores. “Ficou um lugar muito mais digno para alimentação, muito mais humano”, afirma. A nova sede tem aproximadamente 4,2 mil metros quadrados e recebeu investimento de R$ 4,367 milhões para a adequação de um imóvel que já abrigava setores administrativos e de garagem da Sedes. A ocupação começou nesta quinta-feira (15/10), e a unidade tem capacidade para realizar cerca de 12 mil atendimentos por mês. Além do refeitório, reúne lavanderia, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, guarda de pertences, espaços para cursos e leitura, cinco salas de atendimento individual e canil para os cães dos usuários. “Aqui, a gente tem um lugar que a gente vai ser tratado como ser humano” Antônio Poena Duarte A estrutura muda. O vínculo que faz Antônio voltar ao Centro Pop vem de antes. Ele conta que já não dorme na rua: uma pessoa o recebeu em casa. Continua, porém, a frequentar o serviço onde encontrou apoio quando chegou sem recursos e com uso intenso de álcool e outras drogas. Também mantém tratamento em um Centro de Atenção Psicossocial (Caps). “Foi aqui que me acolheram, foi aqui que abriram as portas para mim”, afirma. O cuidado prossegue: “Estou tentando me recuperar, cara, é isso aí, a minha vida”. Os amigos que ficam Para Wagner Ignácio Ribeiro, que completa 64 anos em 31 de outubro, avaliar um lugar onde possa receber atendimento passa também por saber se seus animais terão espaço. Ele não abre mão deles. Quando perdeu a moradia, seus cães foram junto. A ruptura começou com o desemprego, por volta dos 56 ou 57 anos. Sem condições de pagar aluguel, veio o despejo. Wagner conta que olhou ao redor, procurou um canto e ali se estabeleceu com os animais. “São meus verdadeiros amigos, 24 horas do meu lado.” Os animais de estimação puderam acompanhar os tutores no novo Centro Pop Até então, diz, levava uma vida com pouco dinheiro, mas conseguia se manter. Ao precisar de ajuda, procurou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Gama, onde recebeu orientação para buscar o Centro Pop. Lembra do psicólogo que ouviu sua história e perguntou se ele gostaria de receber acompanhamento. Vieram o apoio para acessar benefícios e o cadastro habitacional. A casa ainda é uma espera. O café, o almoço, o banho e o atendimento fazem parte do presente. “A minha alimentação é aqui”, resume. Na nova sede, Wagner elogia a organização e a estrutura. Ao falar sobre os animais, explica por que um espaço para recebê-los tem importância: a impossibilidade de levá-los pode pesar na decisão de aceitar acolhimento. “Eu vou dispensar meu bichinho de estimação que anda comigo 24 horas, que está do meu lado 24 horas?”, pergunta, ao descrever o dilema. “A minha alimentação é aqui” ​​​​​​ Wagner Ignácio Ribeiro O novo Centro Pop dispõe de um canil para receber os animais durante a permanência de seus tutores. Para usuários como Wagner, essa estrutura permite buscar atendimento sem deixar para trás a companhia que permaneceu nos períodos mais difíceis. Cuidado no cotidiano O atendimento no Centro Pop parte da procura espontânea. Cada pessoa pode buscar o serviço de que precisa: tomar banho, guardar pertences, fazer uma refeição ou permanecer por mais tempo para participar das atividades. A equipe também orienta e encaminha os usuários para serviços de saúde, qualificação profissional e outras políticas públicas. A unidade fica no SGON, Quadra 4, Lote 3, e atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive nos feriados. Durante a semana, oferece acompanhamento socioassistencial e os serviços básicos. Aos sábados e domingos, mantém banho, lavanderia, guarda de pertences, alimentação e convivência, além de atendimento a situações emergenciais. Na vida de Wagner, essa rede passou a fazer parte da rotina depois que o desemprego o deixou sem condições de pagar o aluguel. Na de Antônio, continua presente mesmo após ele conseguir um lugar para dormir. Ter onde passar a noite não desfez o vínculo com quem o recebeu. “Eu nunca parei de andar aqui, eu sempre vou andar aqui”, diz Antônio. “Porque eu gosto daqui, foi aqui que me acolheu.”  

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Nova edição do Libertarte integra arte, cultura e economia solidária para o cuidado com a saúde mental

A segunda edição do programa Libertarte teve início na última quinta-feira (30). Voltado a gestores dos centros de atenção psicossocial (Caps) e a profissionais da área da saúde mental, a iniciativa integra arte, cultura e economia solidária para promover o cuidado em liberdade como princípio fundamental.  O objetivo é oferecer oficinas que mobilizem diversas linguagens artísticas e práticas manuais, como horta, pintura e músicas. A coordenadora-geral do projeto, Rosângela Fernandes Camapum, explica que o conhecimento reproduzido nas oficinas beneficia todos os usuários dos Caps. “Esse projeto visa levar arte e cultura para os usuários de saúde mental em todos os Caps na perspectiva da reforma psiquiátrica antimanicomial, levando o cuidado em liberdade e complementando a assistência médica de uma forma livre, onde os usuários protagonizam o próprio cuidado”, reforça. A partir das oficinas oferecidas pela programa, os usuários dos Caps protagonizam o próprio cuidado | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde DF Capacitação A diretora substituta de Atenção Psicossocial, Jamila Zgiet, destaca que as oficinas vão formar profissionais preparados para um cuidado terapêutico com foco na liberdade do usuário. “A ideia é a gente criar grupos que possam permanecer depois nos Caps, para que eles se aprofundem naquele tema e consigam continuar fazendo as oficinas sozinhas depois das saídas dos terapeutas”, explicou. Zgiet destaca que, com as oficinas, o usuário poderá garantir a continuidade do tratamento. “É uma atividade que tem um viés tanto terapêutico quanto de produção. Está tudo voltado para os usuários, para a autonomia, para eles terem realmente um potencial tanto terapêutico quanto de inserção e geração de renda e trabalho”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Projeto Parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília e a Secretaria de Saúde (SES-DF), a iniciativa irá contar com o trabalho de oficineiros dedicados a atividades artísticas e de produção. Esses profissionais serão responsáveis por colocar em prática as oficinas de arte, cultura e geração de renda, além de qualificar e ampliar o que já é realizado nos centros.   A diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio, enfatizou como a iniciativa tem sido replicada em outros estados do país. “Esse é um espaço de partilha de tecnologias sociais. O que a gente desenvolve com os profissionais da oficina levamos para outros locais, outros estados”, destacou. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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GDF investe R$ 3,5 milhões em novo Caps 24h do Gama destinado a pacientes com transtornos graves

O Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha na construção do novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do Gama, que atenderá casos de transtornos mentais graves e persistentes. Com investimento de R$ 3,5 milhões, a unidade está em fase final de obras, no Setor Norte da região. Com infraestrutura principal já pronta, unidade terá 740 metros quadrados de área edificada | Fotos: Arquivo/Agência Brasília A infraestrutura principal já está instalada, incluindo redes de água, gás, energia e telecomunicações. Do tipo III, modelo mais completo, esse Caps funcionará 24 horas por dia. A unidade oferece assistência contínua, inclusive aos finais de semana e feriados, para adultos a partir dos 18 anos. O atendimento contará com leitos de acolhimento breve para estabilização clínica. “Ampliar a rede com novas unidades é honrar o compromisso de dar mais acesso a essa política pública tão importante” Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental Construído em um terreno de 3,5 mil metros quadrados, o projeto prevê 740 metros quadrados de área edificada, com ambientação voltada à convivência e ao cuidado diário. O equipamento terá espaços de atendimento individual, salas coletivas, refeitório, farmácia, áreas externas de convivência e acessibilidade integral. De acordo com a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, a nova unidade demonstra o compromisso do governo com a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (Raps). “É o fortalecimento dessa política pública tão importante para todos nós”, afirma. “As demandas de saúde mental representam hoje um dos agravos à saúde que mais preocupam a população, então ampliar a rede com novas unidades é honrar o compromisso de dar mais acesso a essa política pública tão importante”. Demanda histórica e reforço na rede Ruber Gomes, diretor do Hospital Regional do Gama, comemora: “Por muitos anos, as famílias precisaram se deslocar até o Riacho Fundo em busca desse atendimento; agora, com esse Caps tipo III, a população será acolhida na própria região” A diretora regional de Atenção Secundária da Região Sul, Ângela Alves, explica que a implantação do Caps no Gama vem para somar à Rede de Atenção Psicossocial da região. “A equipe será multidisciplinar, formada por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais, entre outros profissionais”, enumera. O diretor do Hospital Regional do Gama (HRG), Ruber Paulo de Oliveira Gomes, lembra que o serviço atende uma demanda antiga. “Por muitos anos, as famílias precisaram se deslocar até o Riacho Fundo em busca desse atendimento; agora, com esse Caps tipo III, a população será acolhida na própria região”, observa. Estrutura pensada para acolher Loiane Cabral, diretora administrativa da Região Sul de Saúde: “A proximidade com a casa do usuário facilita o cuidado contínuo e reduz custos para as famílias” A diretora administrativa da Região Sul de Saúde, Loiane Cabral, destaca o caráter humanizado das instalações: “É uma edificação acolhedora, com jardins e referência residencial. Isso favorece o vínculo do paciente com o tratamento e com a equipe. A proximidade com a casa do usuário facilita o cuidado contínuo e reduz custos para as famílias. Muitos pacientes deixam de seguir o tratamento por não terem como pagar duas ou três passagens até o Riacho Fundo. Com o Caps aqui, isso muda. A proximidade com a residência é essencial”. [LEIA_TAMBEM]O engenheiro responsável pela obra, Pedro Henrique Florêncio Alves, confirma que o projeto tem diferenciais para promover o melhor acolhimento possível aos pacientes. “São ambientes amplos, com integração entre áreas internas e externas e espaços de convivência coletivos”, aponta. “É uma estrutura grande, pensada para acolher e atender diferentes demandas clínicas e terapêuticas”. Entre os ambientes previstos estão enfermarias femininas e masculinas, salas de atividades coletivas, cozinha completa, abrigo de resíduos e pátio interno. Rede de Atenção A Região de Saúde Sul já conta com um Caps voltado ao tratamento de álcool e outras drogas, em Santa Maria, que funciona em horário comercial. Com a chegada do Caps tipo III do Gama, a rede será ampliada, enquanto a oferta de cuidado especializado ganhará reforço. O Distrito Federal possui hoje 18 centros psicossociais em funcionamento, em diferentes modalidades. A previsão é que, após a conclusão das obras, seja iniciado o processo de contratação das equipes e definição dos fluxos internos de cuidado. Com isso, o GDF projeta ampliar o suporte em saúde mental na Região Sul e consolidar um modelo de atendimento humanizado, integrado e de acesso direto para quem mais necessita.  

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Cozinhas reformadas nos hospitais do DF garantem mais qualidade e segurança alimentar para pacientes

Na semana passada, Edilson Alves deu entrada no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) com febre, náuseas e dor. O diagnóstico veio rápido: infecção urinária com complicações nos rins e na bexiga. Desde então, ele se tornou um dos mais de 3 mil pacientes atendidos por mês que recebem, todos os dias, pelo menos seis refeições preparadas na cozinha do hospital — desjejum, colação, almoço, merenda, jantar e ceia. Edilson Alves, internado no Hospital Regional de Samambaia, elogia a alimentação: “Eu sou diabético, e aqui a alimentação é balanceada. O médico disse que o alimento é um remédio natural, e aqui é mesmo” | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Hoje no almoço, eu comi arroz, feijão, cenoura e carne”, relata o garçom aposentado, que recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “A comida chega quentinha, bem-preparada. Eu sou diabético, e aqui a alimentação é balanceada. Sempre tem um suco diferente. Já tomei de caju, uva, tamarindo. Tem muita variedade. O médico disse que o alimento é um remédio natural, e aqui é mesmo.” Na cozinha do HRSam são preparadas diariamente cerca de 1.218 refeições, das quais 954 se destinam a pacientes, servidores e acompanhantes A rotina de refeições mencionada por Edilson é resultado de um trabalho diário e estruturado. No HRSam, são preparadas 1.218 refeições por dia. Desse total, 954 são servidas a pacientes, servidores e acompanhantes, e o restante é enviado aos centros de atenção psicossocial (Caps) de Samambaia e do Recanto das Emas. Também são produzidos 306 lanches para setores fechados do hospital. Qualidade alimentar Segundo a nutricionista Rodeluzzi de Andrade, da Secretaria de Saúde (SES-DF), o trabalho começa muito antes de a refeição chegar à bandeja do paciente. “Nós prescrevemos a dieta de todos os internados e fiscalizamos a empresa terceirizada responsável pelo preparo”, explica. “O objetivo é garantir que o alimento chegue seguro, dentro do padrão e conforme a necessidade de cada paciente”. A nutricionista conta que a cozinha do hospital passou por uma ampliação importante em outubro de 2023. O antigo refeitório foi transferido para o andar térreo, abrindo espaço para reorganizar os setores internos. “Agora, conseguimos separar melhor cada área: saladas, panificação, dietas especiais e cozinha geral”, comemora. “Isso facilita a limpeza, melhora o fluxo de trabalho e aumenta a segurança dos funcionários”. Raimunda Soares relata que as refeições servidas no hospital ajudam a fortalecer seu organismo para o tratamento:  “Eu estou comendo para me levantar dessa cama” Ela destaca ainda que a nova estrutura permite mais controle sanitário e menos risco de contaminação. “Os pacientes do hospital já chegam debilitados e com imunidade baixa, por isso a alimentação precisa ser segura e adequada”, pontua a nutricionista. “Com o novo espaço, ficou mais fácil garantir isso. Com uma cozinha maior, é possível receber mais profissionais e dividir melhor as tarefas, o que ajuda a garantir que a dieta prescrita seja exatamente a que o paciente recebe”. Cura nutritiva A boa alimentação também tem sido essencial na recuperação de Raimunda Soares. Internada há mais de um mês, ela chegou ao HRSam em estado grave, com pedras na vesícula e dificuldade de se mover. Segundo ela, as refeições ajudam a fortalecer o corpo para o tratamento. “Tem dia [em] que é peixe, tem dia [em] que é frango, carne ao molho, bastante salada e sobremesa”, detalha. “Eu estou comendo para me levantar dessa cama”. A irmã dela, Francisca Pereira, que a acompanha desde o início da internação, lembra que a melhora é visível: “Os médicos disseram que só um milagre faria ela voltar, e aconteceu. Hoje ela fala, reconhece todo mundo e come sozinha. A comida aqui é saudável e variada, e isso ajudou muito na recuperação”. Estrutura ampliada Além do HRSam, outras cinco unidades da Secretaria de Saúde foram reformadas desde 2019 para garantir mais segurança alimentar, higiene e conforto aos servidores e pacientes. As unidades que receberam as melhorias são os hospitais Regional do Guará (HRGu), de Ceilândia (HRC), da Região Leste/Paranoá (HRL), de Sobradinho (HRS) e de Taguatinga (HRT) — com intervenção ainda em andamento —, que produzem, respectivamente, 600; 1,2 mil; 1,7 mil; 1,8 mil e 2,8 mil refeições por dia, todas seguindo padrões nutricionais. [LEIA_TAMBEM]Os hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) também estão recebendo melhorias. Em setembro, foi anunciada a reforma completa da cozinha do Hospital de Santa Maria (HRSM), com investimento previsto de R$ 8,2 milhões. A unidade é responsável pela preparação de cerca de 5,2 mil refeições diárias, que atendem pacientes, acompanhantes e colaboradores do próprio hospital, além de seis unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF e do Hospital Cidade do Sol (HSol). Entre as principais melhorias no HRSM estão a construção de um novo refeitório, a instalação de câmaras frigoríficas modernas, a readequação dos espaços internos e a implantação de sistemas de climatização e exaustão mecânica. O projeto inclui ainda revestimentos de alta performance em pisos, paredes e tetos, garantindo mais higiene e segurança alimentar. O prazo estimado para conclusão da obra é de nove meses. Em 2023, o Hospital de Base também passou por uma grande modernização em sua cozinha e refeitório, com investimento de R$ 675 mil. A unidade, que produz cerca de 6 mil refeições por dia, ganhou novas câmaras frias, piso industrial, revestimentos renovados e dutos de exaustão revisados. O espaço recebeu ainda aparelhos de ar-condicionado e melhorias na pintura e limpeza das áreas internas, garantindo mais conforto e segurança alimentar para pacientes e colaboradores.    

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