Encontro com o Cerrado 2026 reúne academia, sociedade e gestão pública na UnDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em alusão ao Mês do Cerrado, a sede da Universidade do Distrito Federal (UnDF), no Lago Norte, sediará, no próximo dia 30/9, o “Encontro com o Cerrado 2026: Universidade, território e oportunidades para o futuro”. O evento, concebido de forma colaborativa com o Conselho Deliberativo da Reserva da Biosfera do Cerrado/Unesco e diversas instituições parceiras, reunirá até 200 participantes. Com caráter estritamente técnico, acadêmico e propositivo, o seminário tem como eixo central o fortalecimento do diálogo intersetorial entre produtores rurais, comunidade científica, órgãos de gestão, controle e organizações da sociedade civil. A programação busca dar visibilidade a iniciativas de conservação, manejo sustentável e desenvolvimento territorial regenerativo no Distrito Federal e entorno. O evento, concebido de forma colaborativa, reunirá até 200 participantes | Foto: Divulgação/UnDF O evento está estruturado em três ambientes integrados, combinando debate conceitual, aprendizagem prática e contato direto com a sociobiodiversidade. Veja abaixo. - Plenária técnica e deliberativa: espaço dedicado ao debate de diretrizes estratégicas, governança colaborativa e resiliência territorial. O ponto alto da agenda deliberativa será a instauração da mesa técnica sobre a concepção da Escola do Cerrado, projeto articulado conjuntamente pela UnDF, IPEDF, Seagri, Emater-DF, Sema, Brasília Ambiental, MPF, SPU e demais órgãos. - Oficinas práticas paralelas: atividades focadas na troca de conhecimentos operacionais, incluindo coleta de sementes nativas, produção de mudas, manejo de áreas de restauração, convivência com a fauna silvestre e gestão territorial de mananciais. - Exposições e Espaço Sabores do Cerrado: feira de sociobiodiversidade com demonstração e comercialização de produtos da agricultura familiar e extrativismo sustentável, como derivados de baunilhas nativas, produtos da meliponicultura e artesanatos regionais. O encontro destaca o papel fundamental da Reserva da Biosfera do Cerrado (RBC) — reconhecida pela Unesco — como instrumento de planejamento e articulação territorial. O modelo reforça a integração entre a conservação ecossistêmica e o desenvolvimento socioeconômico sustentável, evidenciando o protagonismo dos produtores rurais e comunidades locais na preservação dos recursos hídricos e da biodiversidade do bioma. *Com informações da UnDF
Ler mais...
Mutirão reúne estudantes em ação de conservação do Cerrado no Parque Distrital Boca da Mata
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a organização sem fins lucrativos Argilando, promove, nesta quinta-feira, 20/8, a partir das 9h, atividade de educação ambiental e conservação com estudantes do Centro de Ensino Médio Paulo Freire, no Parque Distrital Boca da Mata, em Taguatinga/Samambaia. A programação prevê um mutirão de coleta de resíduos sólidos em uma área do Cerrado impactada pelo descarte irregular de materiais. A ação pretende transformar em prática os conhecimentos trabalhados durante as formações realizadas com os estudantes, aproximando a educação ambiental da realidade do território. Durante o mutirão, os participantes terão a oportunidade de conhecer a importância da conservação do Cerrado e contribuir diretamente para a recuperação de uma área afetada pela deposição inadequada de resíduos. Brigadistas também farão parte do encontro | Foto: Divulgação A atividade ganha relevância por ocorrer em uma região do Distrito Federal marcada pela intensa ocupação urbana e por impactos ambientais associados à geração e ao descarte de resíduos. A iniciativa busca estimular nos jovens o sentimento de pertencimento, responsabilidade socioambiental e cuidado com os espaços naturais. Também participam da ação o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o Instituto Federal de Brasília (IFB) – Campus Samambaia, o Instituto Cerrados (IC), o Coletivo Boca da Mata, o Instituto Cafuringa (Icaf) e o projeto Atitude Jovem, uma iniciativa da organização sem fins lucrativos Argilando, em parceria com a HCLTech Foundation. Estarão presentes os brigadistas florestais do Brasília Ambiental lotados no Parque Ecológico Saburo Onoyama, que contribuirão para o desenvolvimento da atividade e para as orientações relacionadas à conservação e à segurança durante o mutirão. Destinação dos resíduos Após a coleta, os resíduos serão encaminhados ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB), sob responsabilidade do SLU, reforçando a importância do manejo correto dos sólidos e dos impactos provocados pelo descarte irregular no meio ambiente. Além da limpeza da área, a atividade permitirá abordar, de maneira prática e lúdica, conteúdos relacionados à conservação do Cerrado, à biodiversidade e à importância dos recursos naturais. A proposta é mostrar aos estudantes que a conservação ambiental está diretamente relacionada ao cotidiano e que pequenas atitudes podem contribuir para a proteção dos ecossistemas e dos recursos naturais. *Com informações do Brasília Ambiental
Ler mais...
GDF investirá R$ 3,7 milhões em nova etapa de recuperação do Cerrado
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 3.714.090,63 na execução do projeto Recupera Cerrado II, nova etapa das ações de recuperação do Cerrado iniciadas em 2019. A iniciativa será executada em regime de mútua cooperação com o Instituto Rede Terra, organização da sociedade civil selecionada por meio de chamamento público, e será integralmente custeada com recursos do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam-DF). Desde 2019, o GDF realizou ações de recuperação do Cerrado em aproximadamente 390 hectares de áreas públicas, localizadas em unidades de conservação e áreas de preservação permanente. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio. Isso se deve aos longos períodos de estiagem, que chegam a se estender por quase seis meses do ano, além dos desafios dos incêndios florestais e, no caso do DF, a forte pressão antrópica em algumas áreas públicas, além da predação pela fauna silvestre — como as capivaras. Para a governadora Celina Leão, a recuperação do Cerrado representa um compromisso com as próximas gerações e com a construção de um Distrito Federal mais sustentável. “Quem planta uma árvore está sempre olhando para o futuro. É um gesto que demonstra sensibilidade com a causa ambiental e responsabilidade com as próximas gerações. Com o Recupera Cerrado II, estamos garantindo que esse trabalho tenha continuidade, fortalecendo a preservação do nosso bioma, protegendo os recursos hídricos e promovendo mais qualidade de vida para a população”, afirma Celina Leão. As ações serão desenvolvidas ao longo de 18 meses em parques, unidades de conservação e áreas de preservação permanente localizadas nas orlas do Lago Paranoá. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio | Foto: Divulgação/Sema-DF Entre as metas previstas estão a manutenção das áreas plantadas desde 2019, além do plantio de novas 20 mil mudas nativas de grande porte, com altura entre um e dois metros, para preenchimento de falhas, e a semeadura direta de 2,6 toneladas de sementes nativas de árvores, arbustos e capim do Cerrado em 218 hectares. Durante a execução do projeto, as equipes em campo atuarão no controle de espécies exóticas invasoras, no controle de pragas, no coroamento das mudas, na adubação de cobertura e na irrigação sistemática durante os períodos de seca. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, as ações têm potencial para gerar benefícios ambientais e sociais. “A ampliação da cobertura vegetal contribui para a redução das ilhas de calor, o aumento da umidade do ar e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no Distrito Federal. A recomposição da vegetação nas margens das bacias hidrográficas também favorece a proteção da qualidade da água e a recarga do Lago Paranoá, além de auxiliar na manutenção da fauna nativa”, argumenta o secretário. A iniciativa é um reforço do alinhamento do GDF com as políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas. A recomposição da vegetação nativa em áreas estratégicas contribui para o sequestro de carbono, a regulação do microclima e o aumento da resiliência ambiental frente a eventos extremos, como secas prolongadas e incêndios florestais. Dessa forma, o Recupera Cerrado II amplia seu alcance para além da recuperação ecológica, consolidando-se como uma medida concreta de mitigação e adaptação às mudanças do clima, em sintonia com os benefícios ambientais já observados no projeto *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
Ler mais...
Servidores do GDF debatem parceria para educação ambiental e proteção do Cerrado
Representantes da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com a participação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), reuniram-se na terça-feira (2) para discutir a criação de uma parceria voltada para o desenvolvimento de ações de educação ambiental, manejo de fauna silvestre e proteção e conservação do Cerrado no Distrito Federal. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população. Os participantes também avaliaram possibilidades de apoio institucional e financeiro por meio do Fundo Único de Meio Ambiente (Funam), com o objetivo de viabilizar projetos alinhados à política ambiental do Distrito Federal. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou que a articulação entre os órgãos do GDF é essencial para ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas ao meio ambiente. "Quando diferentes áreas do governo trabalham de forma coordenada, conseguimos transformar planejamento em resultados concretos para a população. Essa parceria fortalece a capacidade do Estado de proteger o patrimônio ambiental do Distrito Federal e de desenvolver ações que geram benefícios permanentes para as atuais e futuras gerações", afirmou. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população | Foto: Divulgação/Sema-DF O secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Rafael Santana, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos para ampliar o alcance das políticas ambientais. "A integração entre a Sema e a PMDF fortalece as ações de educação ambiental, a proteção da fauna silvestre e a conservação do Cerrado. Quando os órgãos atuam de forma coordenada, conseguimos potencializar resultados e levar à população iniciativas cada vez mais efetivas em favor da sustentabilidade e da preservação dos nossos recursos naturais", comentou. O 2º tenente QOPM, Huggo de Alcântara Barros Bueno, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), destacou que o encontro contribuiu para ampliar a cooperação entre os órgãos. "A aproximação entre a PMDF e a Sema fortalece as ações de proteção ambiental no Distrito Federal e amplia as possibilidades de atuação conjunta em projetos de educação ambiental, conservação do Cerrado e preservação da fauna silvestre", disse. A reunião reforçou a integração entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e evidenciou a importância da atuação transversal na construção e execução de políticas ambientais. A cooperação entre a Sema e a PMDF poderá contribuir para a ampliação das ações de educação ambiental, o fortalecimento da proteção da fauna silvestre, a conservação do Cerrado e a promoção de iniciativas voltadas para o desenvolvimento sustentável, beneficiando diretamente a população do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
Ler mais...