Cadastro aberto para artesãs atuarem na loja Cerrado Feminino
A Secretaria da Mulher (SMDF) está com inscrições abertas para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino, iniciativa que seleciona artesãs e manualistas para a comercialização de produtos em lojas colaborativas. As interessadas podem se inscrever neste link. O cadastro, realizado pela Subsecretaria de Promoção das Mulheres (SUBPM), é contínuo e integra o banco de vagas da pasta. A seleção contempla sete tipologias artesanais, com três mulheres escolhidas em cada categoria, definida por curadoria do Sebrae no Distrito Federal. Ao todo, 21 artesãs participam de cada ciclo, com permanência de três meses. Artesãs e manualistas do Distrito Federal podem se inscrever para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino | Foto: Divulgação/SMDF A proposta do programa é ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o empreendedorismo feminino e valorizar a produção artesanal autoral. Na primeira etapa, 106 mulheres foram selecionadas por chamamento público. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca o impacto da iniciativa. “O Cerrado Feminino conecta o trabalho das artesãs ao público, valorizando histórias, cultura e a força produtiva das mulheres”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Quem pode participar Podem se inscrever mulheres maiores de 18 anos, residentes no Distrito Federal, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis. Também é necessário ter interesse em comercializar em feiras e espaços institucionais. A seleção prioriza mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica ou vítimas de violência doméstica e familiar. Entre os critérios de pontuação estão renda familiar, inscrição no CadÚnico, condição de chefe de família ou mãe solo, presença de pessoas com deficiência na família e participação em cursos de qualificação. Também contam pontos a posse de carteiras profissionais do setor e experiências anteriores em capacitações. Podem se inscrever no programa mulheres maiores de 18 anos, residentes no DF, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis Capacitação e autonomia Além da venda dos produtos, as participantes têm acesso a cursos de capacitação e formação empreendedora, com foco na gestão e no fortalecimento dos pequenos negócios. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressalta o alcance social do programa. “A iniciativa abre caminhos para que mulheres superem barreiras e conquistem autonomia financeira com dignidade e reconhecimento”, pontua. Lojas em funcionamento A loja da Feira da Torre de TV, inaugurada em 2025, funciona aos fins de semana, das 9h às 17h, com produtos artesanais variados. Já a unidade do JK Shopping, aberta em março deste ano, reúne 40 expositoras e segue em funcionamento até 30 de abril, das 10h às 22h. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Talento feminino ganha vitrine em shopping com nova loja colaborativa do projeto Cerrado Feminino
O talento, a criatividade e a força do empreendedorismo feminino ganharam uma nova vitrine no Distrito Federal. Foi inaugurada neste sábado (14), no JK Shopping, a segunda loja colaborativa Cerrado Feminino, iniciativa da Secretaria da Mulher (SMDF) em parceria com o Sebrae no DF e o Instituto BRB, voltada à geração de renda, valorização da economia criativa e autonomia econômica das mulheres. O espaço reúne o trabalho de 40 artesãs e manualistas do Distrito Federal e Entorno, com produtos como costura criativa, crochê, bonecas artesanais, bolsas, acessórios e itens de decoração. A loja funcionará de 14 de março a 30 de abril, durante o horário de funcionamento do shopping, das 10h às 22h. Para a vice-governadora Celina Leão, a presença do projeto em um centro comercial amplia as oportunidades para as participantes. “Essa loja está instalada em um dos centros comerciais mais importantes do DF, ampliando a visibilidade e as oportunidades de vendas para as artesãs. O espaço Cerrado Feminino é resultado de uma ampla articulação institucional entre poder público e parceiros comprometidos com o fortalecimento do empreendedorismo feminino. A ação faz parte do fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres”, destacou. "O espaço Cerrado Feminino é resultado de uma ampla articulação institucional entre poder público e parceiros comprometidos com o fortalecimento do empreendedorismo feminino. A ação faz parte do fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres” Celina Leão, vice-governadora do DF Além do espaço para comercialização, as participantes também têm acesso a cursos de capacitação, aperfeiçoamento e formação empreendedora, oferecidos pelas instituições parceiras, fortalecendo a gestão dos pequenos negócios e incentivando o crescimento profissional das empreendedoras. Para muitas mulheres, o artesanato representa muito mais que uma atividade criativa: é um caminho de transformação de vida. É o caso da artesã e empreendedora Rosângela Mota, que encontrou no crochê uma forma de reconstruir sua trajetória profissional. “O que começou como algo para me distrair acabou se tornando a minha renda. Hoje tenho muito orgulho de, apesar das dificuldades de empreender como mulher, poder tirar renda do crochê de vestuário. E hoje contar com uma loja no shopping é a realização de um sonho, não só para mim, mas para todas as mulheres que estão expondo”, contou. A presença da loja em um shopping representa também um passo importante para o crescimento dos negócios das artesãs. O ambiente comercial amplia o contato com novos públicos, fortalece a visibilidade dos produtos e valoriza o trabalho artesanal, contribuindo para que essas mulheres consolidem seus empreendimentos. Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a nova etapa do projeto amplia oportunidades econômicas e valoriza a produção feminina. “Essa iniciativa é voltada para a inclusão produtiva e ao protagonismo feminino, conectando tradição, cultura e inovação. Além da exposição e comercialização, o projeto também promove capacitação profissional e fortalecimento da gestão dos negócios das participantes”, explicou. Parceiro da iniciativa, o Sebrae no DF também destacou a importância da união de esforços para ampliar as oportunidades para as empreendedoras. Para o gerente de Política Pública da instituição, Jorge Adriano, o momento simboliza um avanço importante para o empreendedorismo feminino no Distrito Federal. “Nesse momento, no mês da mulher, estar junto tem um significado muito grande para nós do Sebrae. Estamos construindo uma história linda e ainda temos muito espaço para avançar — e vamos fazer acontecer. Porque as mulheres do DF merecem espaços dignos para empreender”, afirmou. O espaço reúne o trabalho de 40 artesãs e manualistas do Distrito Federal e Entorno, com produtos como costura criativa, crochê, bonecas artesanais, bolsas, acessórios e itens de decoração | Foto: Divulgação/SMDF A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata d’Aguiar, ressaltou que o projeto gera impacto direto na vida das participantes. “A união dessas lideranças reforça o compromisso do GDF com a autonomia econômica feminina e a valorização do empreendedorismo feminino. Essa inauguração gera impactos reais na vida das artesãs e de suas famílias, promovendo geração de renda e independência financeira”, afirmou. Parceiro da iniciativa, o Instituto BRB também destacou o crescimento e a consolidação do projeto. Para a presidente da instituição, Karina Bruxel, o Cerrado Feminino deixou de ser apenas uma experiência piloto e passou a se consolidar como uma iniciativa permanente de incentivo ao empreendedorismo feminino. "Além da exposição e comercialização, o projeto também promove capacitação profissional e fortalecimento da gestão dos negócios das participantes” Giselle Ferreira, secretária da Mulher “Agora não é mais um projeto piloto, é uma iniciativa que chegou para ficar. É um projeto feito por várias mãos. Acreditamos que trabalhar com as mulheres, nesses oito anos de Instituto BRB, é uma das nossas principais vertentes. Estamos sonhando e planejando crescer ainda mais essa iniciativa, gerando renda e empoderamento feminino”, afirmou. Interessadas em participar das próximas edições devem acompanhar o site da Secretaria da Mulher, onde poderão ser publicados novos editais ao longo de 2026. Primeira loja colaborativa A primeira unidade da Loja Colaborativa Cerrado Feminino funciona na Feira da Torre de TV, um dos pontos turísticos mais tradicionais de Brasília. O espaço foi inaugurado em junho de 2025, também em parceria entre a Secretaria da Mulher, o Sebrae no DF e o Instituto BRB. Localizada nos boxes 95 e 96 do Bloco C, a loja abre aos sábados e domingos, das 9h às 17h, reunindo produtos que refletem a cultura do Cerrado e a identidade brasiliense, como bordados, cerâmicas, peças em macramê, roupas, bolsas e itens de decoração. Na primeira etapa do projeto, 80 mulheres foram selecionadas por chamamento público. A cada trimestre, um novo grupo de artesãs ocupa o espaço, garantindo rotatividade e ampliando as oportunidades de geração de renda para empreendedoras do DF. *Com informações da SMDF
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Criatividade que vira renda: nova loja colaborativa do projeto Cerrado Feminino amplia oportunidades para artesãs no DF
Transformar talento em renda e trabalho artesanal em autonomia financeira. É com esse objetivo que o projeto Cerrado Feminino ganha mais um espaço de visibilidade para o trabalho de mulheres artesãs do Distrito Federal. Neste sábado (14), às 10h, será inaugurada uma nova loja colaborativa no JK Shopping, em Taguatinga, ampliando as oportunidades para empreendedoras atendidas pelos programas da Secretaria da Mulher. “A inauguração de mais uma loja Cerrado Feminino representa muito mais do que um novo espaço de exposição. É um espaço de oportunidades, onde as artesãs podem transformar a criatividade em independência financeira. Quando uma mulher tem oportunidade de gerar sua própria renda, ela amplia suas escolhas e fortalece toda a sua família”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. O projeto Cerrado Feminino inaugura, neste sábado (14), mais uma loja, desta vez no JK Shopping, em Taguatinga | Foto: Arquivo/Agência Brasília O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida gratuitamente pelo shopping. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto BRB e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo a subsecretária de Promoção da Mulher, Renata D’Aguiar, cerca de 50 artesãs venderão suas peças no local. “O projeto tem mudado realidades, abrindo caminhos para mulheres que não viam o artesanato como fonte de independência financeira. Agora, elas conseguem trilhar esse caminho com o apoio da pasta”, comemora. Para apoiar o desenvolvimento das participantes, a Secretaria da Mulher oferece capacitação completa. “As artesãs participaram de cursos de aperfeiçoamento técnico, aulas de empreendedorismo e gestão e acompanhamento até conseguirem transformar o trabalho em renda própria. É uma oportunidade única. E estar no shopping, que funciona todos os dias, potencializa as vendas e aumenta a visibilidade do trabalho delas”, diz Renata D’Aguiar. O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida pelo shopping | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Empreendedorismo feminino A nova unidade surge após o sucesso da primeira loja colaborativa, inaugurada em junho do ano passado, na Feira da Torre de TV. O espaço, que funciona nos boxes 95 e 96 do Bloco C aos sábados e domingos, das 9h às 17h, já reuniu diversas artesãs do DF e se tornou uma vitrine importante para divulgar seus trabalhos. “Percebemos um impacto considerável. Com a identidade visual, o conceito e a curadoria, o movimento da loja da Feira da Torre aumentou. Houve crescimento significativo nas vendas, incentivando mais mulheres a participarem”, explica Renata D’Aguiar. [LEIA_TAMBEM]Com espaço maior, a expectativa da pasta é que a nova unidade no JK Shopping dê ainda mais visibilidade às artesãs e permita uma exposição ampliada de seus produtos. Entre os itens disponíveis estarão peças de vestuário em crochê, biojoias, produtos de costura criativa, bordados, bonecas de pano e artigos de decoração. Mulheres interessadas em integrar o projeto podem procurar a Secretaria da Mulher para solicitar a carteirinha de artesã. Após essa etapa, passam por um processo de curadoria e, se aprovadas, ficam aptas a participar das seleções para expor e comercializar seus produtos nas lojas colaborativas do Cerrado Feminino.
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Loja colaborativa do GDF fortalece o empreendedorismo feminino
Laços, cachepôs, caminhos de mesa e diversos itens de decoração compõem o novo estoque da loja colaborativa Cerrado Feminino. O espaço, montado pela Secretaria da Mulher (SMDF) na Feira da Torre de TV, renovou seus produtos para atrair mais clientes durante o período de festas de fim de ano. Dedicada ao empreendedorismo feminino, a loja funciona desde junho com apoio do Instituto BRB e do Sebrae-DF. O atendimento ocorre aos sábados e domingos, das 9h às 17h, nos boxes 95 e 96 do Bloco C. A Cerrado Feminino, loja colaborativa dedicada ao empreendedorismo feminino, renovou seu estoque para atrair mais clientes neste fim de ano | Foto: Divulgação/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, iniciativas como essa são essenciais para promover autonomia econômica. “Criar espaços onde as mulheres possam trabalhar com dignidade e construir sua própria renda é fundamental para romper ciclos de dependência e ampliar oportunidades. A Cerrado Feminino mostra o impacto real de políticas públicas bem direcionadas na vida dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Além do espaço cedido pelo Governo do Distrito Federal, as trabalhadoras têm acesso a cursos de capacitação, aperfeiçoamento, especialização e formação empreendedora oferecidos pelas instituições parceiras. “Nosso foco é em produtos que remetam, de alguma forma, ao Cerrado. Porém, nesse período natalino, nós nos inspiramos em presentes, brindes e lembrancinhas que ressaltem a data”, contou a artesã Lia Barroso, 55 anos. “Nós estávamos com muitos materiais parados e sem ter como comercializá-los. A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia”, destacou a artesã Luciene Alves dos Santos, 42 anos. Luciene Alves dos Santos, artesã: "A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia" O projeto também atua em diferentes aspectos do desenvolvimento profissional, incentivando nessas mulheres o espírito empreendedor. Este é o segundo ciclo de atividades, e pelo menos mais um está previsto. Interessadas em participar das próximas edições devem acompanhar o site da Secretaria da Mulher para a publicação de possíveis editais em 2026. “Aqui é mais que uma loja, é uma incubadora de empreendedorismo feminino. Durante os três meses de cada ciclo, elas mergulham em atividades que vão assegurar a cada uma delas a autonomia para seguir com seus projetos e ampliá-los para além da Cerrado Feminino”, afirmou a subsecretária de Promoção das Mulheres do GDF, Renata Daguiar. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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