Resultados da pesquisa

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes)

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GDF lança programa de bolsas de doutorado com foco em saúde pública

Com foco na saúde pública e no enfrentamento de desafios reais da população, o Governo do Distrito Federal lançou, nesta terça-feira (5), o maior programa de bolsas de doutorado da história do DF. A iniciativa, com investimento de R$ 40,4 milhões, vai financiar 35 pesquisadores e prevê que cerca de metade dos projetos seja direcionada à área da saúde. O acordo de cooperação técnica entre o Executivo local e o governo federal para viabilizar o programa foi assinado nesta terça (5) pela governadora Celina Leão. O programa vai ofertar 35 bolsas para doutores no DF, com valor mensal de R$ 19,9 mil — sendo R$ 13 mil financiados pelo CNPq e R$ 6,9 mil pela FAPDF. Ao longo de quatro anos, o investimento total será de R$ 40,4 milhões. “Hoje é um dia muito importante porque a gente acredita em pesquisa, ciência e tecnologia. O objetivo é que 50% dessas bolsas sejam direcionadas para a saúde pública. O GDF fica muito feliz com essa parceria e queremos implementar nas nossas políticas públicas tudo o que for apurado nas pesquisas dos nossos futuros doutores”, afirmou a governadora. "O GDF fica muito feliz com essa parceria e queremos implementar nas nossas políticas públicas tudo o que for apurado nas pesquisas dos nossos futuros doutores”, afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Brasil (Profix-CB) é uma parceria entre o GDF, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Segundo o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, trata-se de um marco para a ciência no DF. “É a maior bolsa já paga aos doutores do Distrito Federal. E a gente está propondo que essas pesquisas sejam vinculadas e aplicadas a desafios reais. Parte desses projetos será direcionada à área da saúde, que concentra muitas demandas importantes”, destacou. “É a maior bolsa já paga aos doutores do Distrito Federal. E a gente está propondo que essas pesquisas sejam vinculadas e aplicadas a desafios reais. Parte desses projetos será direcionada à área da saúde, que concentra muitas demandas importantes”, destacou Leonardo Reisman, presidente da FAP-DF Além do incentivo direto aos pesquisadores, a iniciativa busca aproximar universidades, setor produtivo e poder público. “Esses doutores podem desenvolver suas pesquisas tanto nas universidades quanto dentro de empresas, o que fortalece a aplicação prática do conhecimento”, acrescentou Reisman. Retenção de talentos O programa também tem como objetivo evitar a saída de pesquisadores do país, fenômeno conhecido como “diáspora científica”. Para a diretora de cooperação institucional do CNPq, Dalila Andrade Oliveira, a iniciativa é estratégica. “Nós precisamos reter, no Brasil, os nossos pesquisadores. Muitos se formam aqui, fazem mestrado e doutorado, mas acabam deixando o país por falta de oportunidades. Esse programa surge justamente para enfrentar esse cenário e fortalecer a ciência nacional”, explicou. “Nós precisamos reter no Brasil os nossos pesquisadores. Muitos se formam aqui, fazem mestrado e doutorado, mas acabam deixando o país por falta de oportunidades", diz Dalila Andrade Oliveira, diretora do CNPq A parceria entre diferentes níveis de governo também foi destacada como essencial para o sucesso da iniciativa. “A cooperação com as fundações estaduais é fundamental, porque amplia a capilaridade do programa e fortalece o ecossistema de ciência e tecnologia no país”, completou. Parceria e impacto social O programa também conta com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que poderá complementar as bolsas com incentivos adicionais para pesquisadores vinculados à pós-graduação. "Essa parceria entre governo federal e governo local fortalece a ciência e garante que o conhecimento produzido chegue à população”, ressalta Luiz Antônio Pessan, diretor da Capes Para o diretor de programas e bolsas da instituição, Luiz Antônio Pessan, a união entre instituições é decisiva. “É importantíssimo manter esses pesquisadores no Brasil, criando oportunidades para que continuem desenvolvendo pesquisa e inovação. Essa parceria entre governo federal e governo local fortalece a ciência e garante que o conhecimento produzido chegue à população”, afirmou.

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Com recursos de R$ 4 milhões, programa de pós-graduação da FAPDF é lançado em edital

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou  o edital do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG), que tem como foco a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de ensino superior do Distrito Federal. Programa estimula a formação de pesquisadores e a participação de estudantes na produção científica | Foto: Divulgação/FAPDF Com investimento de R$ 4 milhões, a iniciativa busca fortalecer a pós-graduação no DF, ampliar oportunidades de formação acadêmica e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa científica e da produção de conhecimento no território. [LEIA_TAMBEM]O edital é voltado a instituições públicas e privadas de ensino superior, com sede e administração no Distrito Federal, que possuam programas de pós-graduação stricto sensu próprios ou em convênio, autorizados ou credenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). O PDPG tem como objetivo estimular a formação de pesquisadores e incentivar a participação de estudantes em atividades de pesquisa, inovação e produção científica, contribuindo para o fortalecimento institucional da pós-graduação no DF. Distribuição dos recursos Os recursos previstos para o edital serão distribuídos em 60% para instituições públicas e 40% para instituições privadas. Caso haja menor demanda em um dos grupos, os valores poderão ser remanejados, garantindo melhor aproveitamento do investimento. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF” Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF As propostas institucionais devem ser submetidas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão da FAPDF (Sigfap), no período de 9 de fevereiro a 13 de março deste ano, conforme o cronograma estabelecido no edital. Cada proposta deverá ser apresentada por um coordenador com titulação mínima de doutor, vínculo ativo com a instituição proponente e cadastro atualizado no sistema da fundação. O edital terá vigência até 31 de dezembro deste ano, e as propostas selecionadas poderão ter execução de até 48 meses, conforme as regras estabelecidas. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF”, reforça o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. “O Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação fortalece os programas existentes, amplia oportunidades para estudantes e contribui para a formação de pesquisadores preparados para enfrentar desafios complexos da sociedade.” Clique aqui e confira todos os editais de 2026 da FAPDF.   *Com informações da FAPDF

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Revista Com Censo conquista Qualis A4 e reforça produção científica na educação do DF

A Revista Com Censo (RCC), vinculada à Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), alcançou a classificação Qualis A4, concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O reconhecimento posiciona o periódico entre as melhores revistas científicas nacionais na área da educação e representa um marco para a produção acadêmica desenvolvida no âmbito da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Acesse aqui todas as edições da Revista Com Censo. Ao comentar a conquista do Qualis A4, o editor-chefe da Revista Com Censo, professor doutor André Arantes, destacou que a classificação é resultado de um processo contínuo e coletivo, construído ao longo de mais de uma década. “O Qualis A4 é uma construção que vem sendo feita há mais de dez anos pelas várias equipes que passaram pela revista”, afirmou. Segundo ele, a regularidade da publicação, com edições trimestrais e volumes consistentes, foi fundamental para consolidar a credibilidade do periódico. “Ao longo de cerca de 13 anos, a revista foi se fortalecendo com publicações sólidas, com volumes regulares e dossiês que reúnem de dez a quinze artigos, o que vai dando substância científica ao periódico”, completou. O editor adjunto da 'Revista Com Censo', professor doutor Francisco da Silva, o editor-chefe, professor doutor André Arantes, e o editor adjunto, professor doutor Gilmário Costa | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF O editor-chefe também ressaltou que a qualificação reflete o cuidado editorial adotado pela revista em todas as etapas do processo de avaliação e divulgação dos trabalhos. “Sempre houve uma preocupação muito grande com a forma como a revista recebe os artigos, com o tratamento dado a esse material e com a previsibilidade dos prazos de publicação”, explicou. A conquista é resultado de um trabalho coletivo e contínuo construído ao longo de mais de uma década, envolvendo equipes editoriais, pareceristas, autores e colaboradores que contribuíram para a consolidação da revista como um espaço qualificado de difusão do conhecimento científico. Um periódico científico da rede pública Fundada em 2014 e publicada trimestralmente desde 2016, a Revista Com Censo é um periódico científico de acesso livre que adota o processo de avaliação por pares. A revista está vinculada à SEEDF e convida autores a submeterem artigos, relatos de experiência e resenhas relacionados aos campos da educação e da pedagogia. O foco editorial privilegia estudos originais sobre temas relevantes da educação pública, a administração e a estrutura dos sistemas educacionais, além do desenvolvimento de práticas e estratégias educacionais inovadoras. A RCC também incentiva o uso de estatísticas educacionais, especialmente dados censitários que subsidiam a formulação e a avaliação de políticas públicas de educação no Distrito Federal. Uma das principais características da 'Revista Com Censo' é o fato de ser uma revista de pesquisa construída majoritariamente por profissionais da própria rede pública de ensino Uma das principais características da Com Censo é o fato de ser uma revista de pesquisa construída majoritariamente por profissionais da própria rede pública de ensino. Professores em exercício em sala de aula, docentes afastados para cursos de mestrado, doutorado ou pós-doutorado e pesquisadores da educação encontram no periódico um espaço de valorização da prática pedagógica articulada à produção científica. Com Censo Jovem: iniciação científica desde a escola Além da Revista Com Censo, a Eape também mantém a Com Censo Jovem, um periódico independente que não integra a avaliação Qualis recebida pela RCC. Criada em 2022, a revista já publicou cinco números e é voltada ao público estudantil da rede pública. A revista estimula a iniciação científica dos alunos, que produzem textos com a orientação de professores da SEEDF. Enquanto a Revista Com Censo é dedicada majoritariamente à produção acadêmica dos docentes e pesquisadores, a Com Censo Jovem amplia o alcance da pesquisa científica ao incentivar o protagonismo estudantil desde a educação básica. A proposta da RCC é apoiar esses profissionais no processo de transformar experiências pedagógicas exitosas em textos científicos, contribuindo para a iniciação e o fortalecimento da cultura de pesquisa entre educadores da rede pública. *Com informações da SEEDF

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Com auxílios para mais de 500 universitários desde 2023, UnDF investe mais de R$ 6,7 milhões em assistência estudantil

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) destinou mais de R$ 6,7 milhões à Política de Assistência Estudantil (PAE), entre 2023 e 2025. O programa, criado pela Resolução nº 2/2023, tem como objetivo reduzir desigualdades sociais e assegurar a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica no ensino superior público e gratuito. Os auxílios contemplam quatro modalidades: permanência (R$ 660), saúde mental (R$ 450), transporte (R$ 400) e creche (R$ 485). Somados, eles beneficiam estudantes que atendem aos critérios estabelecidos em editais anuais. Os valores são recebidos mensalmente pelo estudante e cada edital tem duração máxima de 12 meses, com a exigência de novas inscrições a cada edital para que mais estudantes tenham oportunidade de contemplação. Desde 2023, mais de 500 universitários já foram atendidos e, neste ano, em torno de 100 estudantes estão recebendo os auxílios estudantis — que são distintos a depender da necessidade e da demanda que o aluno apresenta na universidade. Segundo a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, a assistência estudantil é essencial para garantir que os alunos cheguem até a conclusão dos cursos. “Seria um desinvestimento ofertar a vaga e não assegurar que o estudante consiga permanecer até o fim da graduação. Os auxílios são fundamentais para reduzir desigualdades e fortalecer a política nacional de assistência estudantil regulamentada em 2024”, afirmou. Segundo a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, a assistência estudantil é essencial para garantir que os alunos cheguem até a conclusão dos cursos Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Além dos auxílios financeiros, a PAE inclui a oferta de bolsas e programas de incentivo. Em 2024, foram concedidas 30 bolsas de iniciação científica e 36 de iniciação à docência por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), cada uma no valor de R$ 700 — totalizando um investimento anual de R$ 252 mil. Para 2025, estão previstas 60 bolsas de iniciação científica e 60 bolsas de extensão universitária, também de R$ 700 cada, com investimento anual de R$ 504 mil. Há, ainda, premiações do edital Hackathon Eco Tech, que vai destinar R$ 3,2 mil aos três projetos acadêmicos vencedores. O diretor de Assistência Estudantil e Humanização, Pedro Alencar, destaca que os benefícios acompanham a trajetória da universidade desde a criação. “A UnDF já surgiu preocupada em oferecer condições para que o estudante não só acesse, mas também conclua o curso. É um investimento no estudante para que ele consiga atingir o potencial dele, às vezes escondido pela falta de oportunidade. Esse potencial vira um retorno, porque a universidade tem uma preocupação gigantesca em devolver para o DF tudo que é investido aqui, para formar profissionais capacitados para atuar no futuro, formando novas políticas públicas”. Realizando sonhos Os beneficiários reforçam que os auxílios têm sido decisivos para a permanência na universidade. O estudante de pedagogia Thiago Mateus Sena, 22, mora em Formosa (GO) e recebe auxílio transporte. Ele lembra que, para frequentar a faculdade, primeiro é necessário que chegar até ela não seja um empecilho. “Se não fosse esse apoio, eu não estaria na UnDF. O auxílio cobre custos de deslocamento e alimentação, essenciais para que eu continue estudando. Ter um diploma de uma faculdade pública é muito forte, então estar aqui é muito importante para mim e para a minha família. Várias portas se abrem pelo caminho que trilhamos na universidade, eu me enxergo formado em uma profissão que gosto e vai me trazer muitos frutos, assim como a universidade está me trazendo”, conta. Para a estudante de Letras-Inglês, Renata Queiroz, 25, o auxílio saúde mental é crucial para o sonho que é se formar. Após o período pandêmico, muitos alunos precisaram do auxílio, que custeia, por exemplo, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico. “Esse benefício mostra que a universidade se importa com quem somos de fato. Eu já abandonei outras faculdades porque não tinha dinheiro e nem saúde mental para estar lá, fatores que preciso por ser uma pessoa neuroatípica. É uma questão de permanecer e me formar equilibrada, com o diploma da UnDF, que foi a faculdade que me abraçou”. “Esse benefício mostra que a universidade se importa com quem somos de fato. Eu já abandonei outras faculdades porque não tinha dinheiro e nem saúde mental para estar lá, fatores que preciso por ser uma pessoa neuroatípica", pontuou Renata Queiroz, estudante de Letras Inglês Já o estudante de matemática Raimundo Nonato de Araújo Cunha, de 41 anos, concilia estudos com a criação do filho de um ano e dez meses. Com o auxílio creche para amparar o filho em um local de confiança e o auxílio permanência para complementar a pouca renda, Raimundo foi capaz de cursar a primeira graduação. “Sei que meu bebê está sendo cuidado em uma boa creche, então fico bem tranquilo nas minhas aulas. Sem esse apoio, eu não conseguiria continuar na graduação. Para mim é um sonho realizado, porque eu sempre quis fazer esse curso de matemática, ainda mais em uma universidade pública e 100% presencial. Eu decidi abraçar essa oportunidade, que é única”, relata. “Sei que meu bebê está sendo cuidado em uma boa creche, então fico bem tranquilo nas minhas aulas. Sem esse apoio, eu não conseguiria continuar na graduação. Para mim é um sonho realizado, porque eu sempre quis fazer esse curso de matemática, ainda mais em uma universidade pública e 100% presencial. Eu decidi abraçar essa oportunidade, que é única" Raimundo Nonato de Araújo Cunha, 41 anos, estudante de matemática Aumento no alcance A concessão dos auxílios tem crescido ao longo dos anos. No edital 2023/2024, foram contemplados 112 estudantes; no edital 2024/2025, o número subiu para 343; e, no edital 2025/2026, foram 339 beneficiários. Os auxílios são cumulativos, permitindo que um mesmo estudante receba mais de um tipo de auxílio, desde que respeitado o teto estabelecido em edital e o aluno cumpra a porcentagem de presença exigida para a continuidade do benefício. Em 2024 também foi instituído um sistema de lista de espera para atender à crescente demanda. Com cerca de 1.700 estudantes matriculados, a UnDF abriu as portas em 2023 e, desde então, já ampliou a oferta para 17 novos cursos de graduação, além dos já existentes de Medicina e Enfermagem. Em 2025, cerca de 100 alunos estão recebendo auxílios simultaneamente, conforme a demanda e o teto estabelecido nos editais. A universidade estuda formas de avaliar o impacto dos investimentos. Para a reitora Simone Benck, o retorno é claro: “Os auxílios garantem alimentação, transporte, saúde e cuidado com os filhos, o que reflete diretamente na permanência e no desempenho acadêmico dos estudantes. Ao consultar os estudantes, eles garantem que esses auxílios são fundamentais, além de um investimento que gera transformação individual e social”.

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