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Departamento de Trânsito (Detran-DF)

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Blitz educativa celebra Dia Nacional do Ciclista

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quarta-feira (19), é comemorado o Dia Nacional do Ciclista. Em alusão à data, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará uma blitz educativa na ciclovia do Parque da Cidade, na altura do estacionamento n° 10, das 9h às 12h. A ação contará com a distribuição de material educativo e abordagem de pedestres, condutores e ciclistas. O objetivo é estimular comportamentos positivos no trânsito e o respeito às normas de circulação. Serviço Evento: Blitz Educativa - Dia Nacional do Ciclista Data: 19/8 Horário: das 9h às 12h Local: Parque da Cidade, ciclovia e via interna do estacionamento n° 10 *Com informações do Detran-DF

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Equipes do GDF trabalham no entorno do Autódromo de Brasília antes da reabertura do espaço

Os preparativos para a reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília se estendem para além do complexo esportivo. As áreas próximas ao local recebem uma ação de zeladoria promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Por meio do programa GDF Presente, que reúne vários órgãos de governo, estão sendo feitos serviços de limpeza e varrição, desobstrução das bocas de lobo, manutenção de meios-fios, pavimentação e pintura de sinalização vertical e horizontal. O trabalho foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha durante visita para acompanhar a reta final das obras do autódromo. “Nós vamos fazer uma limpeza geral nas áreas externas aqui e o paisagismo, para que fique uma área bem bonita para a comunidade. A intenção é que fique tudo pronto para a reinauguração”, disse. A ação teve início esta semana após uma reunião entre os órgãos. “Essa é uma ação de zeladoria das áreas adjacentes ao autódromo. Estamos preparando tudo para a reinauguração. É uma determinação do governador Ibaneis Rocha e do secretário [de Governo] José Humberto Pires de Araújo. Será um evento que vai receber muita gente do Brasil e de fora, então estamos executando tudo que é necessário”, explica o coordenador do Polo Central Adjacente 3, Alexandro César. O trabalho foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha durante visita para acompanhar a reta final das obras do autódromo | Foto: Divulgação/GDF Presente A operação começou pela limpeza da região, com a retirada de inservíveis, lixo verde e entulhos. Também foi iniciada a retirada de terra das pistas, a manutenção dos meios-fios e das caixas de águas pluviais e a pintura da sinalização das vias e das placas. Ainda serão feitos os serviços de manutenção asfáltica, poda e desobstrução das áreas adjacentes. Participam da ação equipes do GDF Presente, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran), da Administração Regional do Plano Piloto e da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). Autódromo Internacional de Brasília Inaugurado em 1974, o Autódromo de Brasília passou pela primeira grande reforma da sua história por meio do trabalho deste GDF. A obra foi dividida em três etapas. A primeira, prestes a ser entregue, teve investimento de R$ 60 milhões e foco na qualificação da pista, com a modernização do traçado, substituição completa do pavimento, criação de áreas de segurança e toda a terraplanagem e drenagem do espaço. Prevista para 2026, a segunda etapa contemplará a entrega definitiva de 40 boxes, do kartódromo e do centro médico, enquanto a terceira fase inclui a instalação de novos empreendimentos dentro do complexo, como lojas de carros e equipamentos esportivos, áreas de eventos e um Museu do Automobilismo. A expectativa é de que a reforma completa custe R$ 100 milhões.

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DF registrou 547 transplantes de órgãos e tecidos nos oito primeiros meses de 2024

Após bater o recorde de transplantes de órgãos e tecidos em 2023, o Distrito Federal busca manter ou superar os números do ano passado. Nos oito primeiros meses de 2024, foi registrado um aumento de cerca de 20% nos transplantes de medula óssea, que saltaram de 135 para 163. Um leve crescimento no número total de procedimentos também foi identificado no mesmo período, quando o DF subiu de 544 transplantes para 547, considerando os transplantes de córnea (207), fígado (81), rim (72) e coração (24). “O aumento no número total de transplantes esse ano em relação ao mesmo período de 2023 se deve, principalmente, ao transplante de medula óssea. Houve um aumento no número de hospitais credenciados que oferecem o serviço e uma maior produção nas unidades que já eram credenciadas”, explica a diretora da Central Estadual de Transplantes do DF (CET-DF), Gabriella Ribeiro Christmann. Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília Historicamente, os órgãos mais transplantados no DF são fígado, córnea e medula óssea. Além disso, a capital tem como característica o maior número de procedimentos com órgãos provenientes de outro estado, o que demanda uma logística diferenciada. O transporte é feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou pelo Departamento de Trânsito (Detran), com deslocamento terrestre e aéreo por meio de um termo de cooperação entre os órgãos com a SES-DF. “Desde 2015, o Detran coloca a aeronave à disposição para executar a captação dos órgãos para transplante no DF. Desde então, já foram transportados 84 órgãos, sendo neste ano, 16 corações, um fígado e um rim. Esse trabalho é importante por causa do tempo de isquemia dos órgãos. Quanto menor for esse tempo, mais saudável e maior a chance de aceitação do órgão pelo receptor”, revela o chefe da Unidade de Operação Aérea do Detran-DF, Sérgio Alexandre Martins Dolghi. Desafios O principal desafio em relação ao transplante de órgãos e tecidos é o engajamento da população. O Governo do Distrito Federal (GDF) tem feito campanhas de divulgação constantes para que o tema possa ser abordado nos ambientes familiares, conforme prevê a Lei Distrital nº 7.335, de 9 de novembro de 2023, que estabeleceu diretrizes e estratégias para a implementar a Política Distrital de Conscientização e Incentivo a Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos no Distrito Federal. O principal desafio em relação ao transplante de órgãos e tecidos é o engajamento da população | Foto: Davidyson Damascendo/IgesDF “Espera-se que haja um engajamento contínuo do poder público e das unidades que ofertam os procedimentos de transplantes nas ações relacionadas a doação e transplante, tanto assistencial quanto de campanhas. A CET mantém um contato próximo com as Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), para que haja a mudança na cultura hospitalar e um maior engajamento das equipes assistenciais na causa e para que sejam capazes de acolher os pacientes e as famílias da melhor forma possível”, afirma Gabriella Ribeiro Christmann. Para ser um doador, basta comunicar à família o desejo de fazer este procedimento. Há dois tipos: os vivos e os falecidos. Os vivos podem ser qualquer pessoa que concorde em doar o órgão, desde que não prejudique a própria saúde. Entre os órgãos que podem ser doados ainda em vida estão um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, somente parentes até o quarto grau podem ser doadores vivos, sendo necessária autorização judicial caso esteja fora do parentesco. Já os falecidos são as vítimas de lesões cerebrais irreversíveis, com morte encefálica comprovada após a realização de exames clínicos. Neste caso, é necessário que a família autorize a doação. Os órgãos doados vão para os pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, controlada por um sistema informatizado disponibilizado pelo Ministério da Saúde para a Central Estadual de Transplantes. O cadastro de potenciais receptores é realizado pelas próprias equipes habilitadas a realizar os transplantes nos estabelecimentos de saúde do DF, onde um médico consulta e realiza exames especializados para comprovar a necessidade. No DF, são realizados transplantes de coração, rim, fígado, córneas e medula óssea pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No Hospital de Base (HB), são feitos os procedimentos de rim e córnea. O Hospital Universitário de Brasília (HUB) realiza os transplantes de rim, córnea e medula óssea (autólogo). O Instituto de Cardiologia e Transplantes do DF (ICTDF) faz transplantes de coração, rim, fígado, córnea e medula óssea. O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realiza transplante de medula óssea autólogo pediátrico.

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Começam as inscrições para o Habilitação Social; confira todos os detalhes

Destinado aos condutores em situação de vulnerabilidade, o Programa Habilitação Social disponibilizará 5 mil vagas para todo o Distrito Federal. A proposta do Departamento de Trânsito (Detran-DF) visa facilitar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para cidadãos de baixa renda, promovendo inclusão social e oportunidades de emprego. Em 2024, as inscrições poderão ser feitas de 18 de setembro a 18 de outubro. Para que não restem dúvidas entre os candidatos, a Agência Brasília reuniu os principais questionamentos levantados nas redes sociais sobre o Habilitação Social, abrangendo os serviços oferecidos, o processo de inscrição e as diferenças entre as modalidades do projeto. Em 2024, as inscrições poderão ser feitas de 18 de setembro a 18 de outubro | Foto: Divulgação/Detran-DF O que o programa oferece O Habilitação Social é executado em três fases: inscrição, seleção e processo de habilitação. Para participar, o candidato deve estar inscrito como titular ou dependente no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Entre os serviços oferecidos estão: – Obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para quem ainda não é habilitado e tem interesse; – Emissão da CNH definitiva; – Alteração de categorias; – Renovação de categorias; – Adição de categorias para quem já é habilitado e deseja incluir novos veículos; – As categorias se dividem em motocicletas, motonetas e triciclos (categoria A); carros, picapes e vans (categoria B); caminhões, caminhonetes e vans de carga (categoria C); ônibus e micro-ônibus com mais de 8 lugares para passageiros (categoria D); ou todos os veículos das outras categorias, combinações de veículos, tratores e veículos com mais de seis toneladas (categoria E). Das 5 mil vagas ofertadas, 2 mil são para a modalidade Estudante Habilitado e 3 mil para a modalidade Cidadão Habilitado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A evolução entre categorias é possível, desde que o beneficiado não solicite a mesma categoria mais de uma vez. É importante destacar que inscrever-se para a CNH definitiva é diferente da obtenção da carteira, pois, na primeira situação, o interessado já deve estar habilitado. Quem pode participar Entre os critérios para participar do programa estão: ter mais de 18 anos; ser titular ou dependente do CadÚnico; saber ler e escrever; ser penalmente imputável; residir no DF há pelo menos dois anos; não ter sofrido, nos últimos 12 meses, penalidades de trânsito graves ou gravíssimas, ou ser reincidente em penalidades médias; possuir CPF e carteira de identidade. Segundo Marcelo Granja, Gerente da Escola Pública de Trânsito, o programa social atende a um processo formativo e, além de promover a presença de condutores nas vias, abre oportunidades de emprego com as diversas categorias de habilitação. “Sabemos da dificuldade em adquirir uma CNH, que atualmente custa uma média de R$ 3 mil. Portanto, o objetivo é atender a comunidade e reforçar a circulação segura, proporcionando um mercado de trabalho mais aberto. O governo está oferecendo a possibilidade de regularização e abrindo oportunidades de emprego”, ressaltou. Quais são as modalidades Das 5 mil vagas ofertadas, 2 mil são para a modalidade Estudante Habilitado e 3 mil para a modalidade Cidadão Habilitado. Ambas oferecem os mesmos benefícios, com diferenças nos critérios de admissão. Na modalidade Estudante Habilitado, que corresponde a 40% das vagas, as inscrições são priorizadas para pessoas entre 18 e 25 anos que estudem em escola pública ou tenham bolsa integral em redes de ensino particulares. Além dos critérios já mencionados, o candidato precisa apresentar uma declaração de que cursou o ensino médio ou foi bolsista integral em rede de ensino particular. Há também a possibilidade de participar do programa por meio de vagas que valorizam os programas educativos do Detran-DF, como o curso de mecânica básica para mulheres, entre outros. Para se inscrever nesta modalidade e concorrer às vagas do programa Habilitação Social, qualquer participante com certificado pode entrar em contato com o departamento pelo número 3448-3923 ou pelo ramal da Escola Pública de Trânsito, 3924.

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