Paranoá Parque terá creche para atender até 188 crianças
Na manhã desta quinta-feira (16), a governadora Celina Leão vistoriou as obras do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Paranoá Parque. A unidade, destinada ao atendimento de 188 crianças de até 3 anos, recebe investimento superior a R$ 5,5 milhões. A construção segue o padrão do programa Proinfância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A creche terá mais de 1,7 mil metros quadrados de área construída, em terreno superior a 6 mil m². Entre as instalações, estão 10 salas de atividades para a educação infantil, sala multiúso, direção, secretaria, sala de professores, solários, fraldários, lactário, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto, playground, cozinha, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para os funcionários. "Mais do que construir um espaço físico, estamos ampliando oportunidades e cuidando do futuro das nossas crianças" Iêdes Braga, secretária de Educação interina “Visitar essa obra é reafirmar o nosso compromisso com uma educação pública de qualidade desde a primeira infância”, ressalta a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “Estamos acompanhando de perto cada etapa, com responsabilidade e garantindo que essa unidade seja entregue com segurança, qualidade e impacto real na vida das famílias. Aqui, mais do que construir um espaço físico, estamos ampliando oportunidades e cuidando do futuro das nossas crianças.” A obra contempla a implantação do projeto padrão de Cepi tipo 1 do programa Proinfância/FNDE. O espaço inclui estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência, idosos, motos e área de embarque e desembarque, além de guarita com sanitário, paraciclo, mastro de bandeiras, parquinho, pátio descoberto, bancos, lixeiras, postes de iluminação, torneiras de jardim, grelhas para captação de água pluvial, castelo d’água, central de gás, canteiros e área verde com tratamento paisagístico. O novo Cepi terá 10 salas de atividades dedicadas à educação infantil | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A visita ocorreu após agenda no Paranoá, onde a governadora Celina Leão entregou 15 novos micro-ônibus para atender a região administrativa e o Itapoã. Com os veículos, será possível ampliar o serviço das linhas circulares que conectam as duas cidades. Desde quarta-feira (15), o Paranoá também recebe o programa GDF na Sua Porta. Na abertura da ação na cidade, a governadora assinou mais de 30 ordens de serviço para obras e outras intervenções na região. Educação infantil Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido na expansão da rede de educação infantil. De lá para cá, o DF conta com 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, em uma política de ampliação de vagas para crianças de até 5 anos. Entre as inaugurações mais recentes estão o Cepi Bauru, na Estrutural, Cepi Seriema, no Recanto das Emas, e o Cepi Uruçu, no Riacho Fundo, entregues neste mês.
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GDF inaugura Cepi Inspira, em Ceilândia, com 188 vagas para primeira infância em tempo integral
O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou mais um Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) em Ceilândia. Localizado na QNO 18, o Cepi Inspira foi construído com investimento de R$ 5,7 milhões e já está em funcionamento. Com dez salas de aula e estrutura moderna, a unidade tem capacidade para 188 crianças de 4 meses a 3 anos completos em período integral. A inauguração oficial ocorreu nesta sexta-feira (20), em cerimônia com presença do governador Ibaneis Rocha. “A gente tem que colocar cada vez mais escolas e creches próximas dos locais onde as famílias moram. Com isso, a gente dá mais carinho para as nossas crianças e dá atenção às mães que têm a oportunidade de sair para trabalhar, porque as crianças aqui ficam das 7h às 17h e recebem cinco refeições em um ambiente extremamente saudável. Elas deixam as crianças com a certeza de que as coisas vão melhorar e que muitas podem sair para trabalhar e melhorar a renda das suas famílias. Então, creche é um investimento direto na criança, na educação, mas também nas mães que têm essa tranquilidade para sair para o trabalho”, destacou o chefe do Executivo. Ibaneis Rocha: "A gente tem que colocar cada vez mais escolas e creches próximas dos locais onde as famílias moram" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A obra foi executada pela empresa Sagres Engenharia, com fiscalização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida do GDF. A creche tem área construída de 1.311 m², com planta moderna e arejada, para oferecer conforto e segurança aos estudantes. A estrutura conta com salas de aula, espaço multiúso, sala de professores, cozinha, vestiários, banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PcD), lavanderia, rouparia, sala da secretaria, almoxarifado, lactário, fraldários, sala da direção, playground e pátio. Além disso, há um parquinho coberto com brinquedos em madeira e chão emborrachado. A secretária Hélvia Paranaguá ressaltou que o DF é a única unidade da Federação com 100% das creches públicas ou conveniadas com funcionamento em tempo integral “É um investimento de quase R$ 6 milhões e a gente fica muito feliz, porque são 188 crianças sendo assistidas aqui em uma região que precisava muito desse equipamento público”, exaltou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que ainda comentou a redução da fila por vagas em creches no Distrito Federal: “Os dados de hoje mostram que nós temos mais vaga do que meninos na fila e isso para a gente é uma grande satisfação.” Ainda conforme a secretária, hoje, o DF é a única unidade da Federação com 100% das creches públicas ou conveniadas com funcionamento em tempo integral. Aprendizado e diversão Assim como as outras creches públicas, o Cepi Inspira funciona em tempo integral, das 7h30 às 17h30. No período, os alunos têm acesso a cinco refeições e diversas atividades lúdicas e educativas, com o intuito de fomentar o desenvolvimento motor-cognitivo de cada um. As aulas na unidade iniciaram em novembro do ano passado. No Cepi Inspira, os alunos têm cinco refeições, atividades lúdicas e educativas | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Segundo a diretora do Cepi Inspira, Armesinda Santos, no local, as crianças participam de projetos pedagógicos que estimulam o aprendizado dentro e fora de sala de aula. Ela cita o Janela do Saber, em que a criança leva livros para ler com a família em casa. “Nosso objetivo é, desde cedo, proporcionar às crianças o contato com a leitura, com menos telas e mais coisas importantes para o aprendizado delas”, afirma. “Acredito que a comunidade está feliz com a creche, que é muito importante para educar e cuidar das crianças.” [LEIA_TAMBEM]As atividades têm estimulado o desenvolvimento da filha da monitora Jéssica Dantas, 30 anos. Ela conta que estava ansiosa pela abertura da creche, localizada a poucos metros da casa dela. “Não gasto nem dez minutos de lá para cá e tem sido muito bom para a Eloá na questão da fala, de dividir brinquedos, da alimentação, que aqui é bem saudável. Tem contação de história, hora do sono, e em casa a gente não consegue ter uma rotina tão certinha assim, em que ela faz atividades que são boas para o desenvolvimento dela.” Mãe da pequena Maria Cecília, 3, a auxiliar de limpeza Larissa Gomes, 30, também comemorou a construção do Cepi Inspira. “Está sendo ótimo para a rotina dela. Ela chega em casa cansadinha, toma banho e dorme tranquila. No outro dia, acorda pedindo para vir de novo porque aqui tem uma rotina muito boa. Aqui ela brinca, dorme, come, faz atividades”, comentou.
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Creches parceiras do GDF levam educação infantil a crianças do Recanto das Emas, de Brazlândia e de Água Quente
A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, participou, na manhã desta sexta-feira (6), da recepção das sete unidades mantidas por organizações parceiras responsáveis pelo atendimento à educação infantil no Recanto das Emas, Água Quente e Brazlândia. A visita à Associação Beneficente Coração de Cristo (Cocris) teve como objetivo fortalecer a parceria com as organizações da sociedade civil (OSCs), e conhecer de perto o atendimento ofertado às crianças. “As creches públicas e parceiras são fundamentais para garantir o direito à educação desde os primeiros anos de vida. Elas acolhem as crianças, apoiam as famílias e contribuem diretamente para o desenvolvimento integral, permitindo que pais e responsáveis tenham segurança para trabalhar e planejar o futuro”, afirmou a gestora. Hélvia Paranaguá: "As creches públicas e parceiras são fundamentais para garantir o direito à educação desde os primeiros anos de vida" | Fotos: Marco Delgado/SEEDF Atualmente, seis unidades são mantidas pela Cocris e uma pela Associação Filantrópica Pai Abraão, responsável pela Creche Rouxinol, localizada na região da Água Quente. Já as unidades da Cocris, são as creches Arara Canindé, Sabiá do Campo, Beija-Flor e Creche Cocris, no Recanto das Emas; Creche Pelicano, na Água Quente; e Creche Flamboyant, em Brazlândia. Juntas, elas atendem mais de 1.600 crianças da educação infantil, em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). Credenciada junto à SEEDF desde fevereiro de 2014, a Cocris realiza atendimento em tempo integral, das 7h às 17h, com quatro refeições planejadas por nutricionistas. O serviço é totalmente gratuito e inclui a oferta de agenda escolar e uniformes viabilizados por meio de repasses da Secretaria de Educação às OSCs. Em cada Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), são atendidas, em média, 191 crianças. Nas unidades em prédios próprios, são 320 crianças na matriz e 374 na unidade Pelicano. Reconhecimento ao trabalho desenvolvido A coordenadora administrativa da Cocris, Analécia Loiola, ressaltou o reconhecimento e a valorização das OSCs parceiras na atual gestão. “Nosso evento de hoje foi exatamente para agradecer à secretária Hélvia Paranaguá pela parceria na educação e pela importância que ela tem dado à educação infantil e às OSCs parceiras. Nunca fomos tão respeitados como estamos sendo agora, o que é um marco na história da educação”, destacou. A visita à Cocris teve como objetivo fortalecer a parceria com as organizações da sociedade civil Segundo Analécia, o encontro simboliza a gratidão pelo trabalho conjunto desenvolvido ao longo dos anos. “Hoje fizemos um singelo gesto de agradecimento pelo trabalho prestado à educação, em nome da Associação Beneficente Coração de Cristo, que atende seis unidades, mais de 1.600 famílias e conta com mais de 300 colaboradores no Recanto das Emas, Água Quente e Brazlândia”, completou. [LEIA_TAMBEM]Educação infantil como base do desenvolvimento Considerada a primeira etapa da educação básica, a educação infantil é um direito de todas as crianças de zero a cinco anos e tem como foco o desenvolvimento integral desde os primeiros anos de vida. A Secretaria de Educação do Distrito Federal compreende que cuidar e educar caminham juntos, integrando aspectos físicos, emocionais, sociais, culturais e cognitivos no cotidiano escolar. O trabalho pedagógico desenvolvido nas creches públicas e parceiras é orientado pelo Currículo em Movimento da Educação Infantil, que reconhece bebês e crianças como sujeitos de direitos e protagonistas de suas aprendizagens. As práticas educativas são norteadas por três eixos fundamentais: o brincar, como direito e forma de aprendizagem; a interação e o cuidado, presentes desde a alimentação escolar até o acolhimento afetivo; e o protagonismo infantil, que estimula a exploração, a imaginação e a escuta sensível das crianças. A SEEDF mantém diferentes formas de atendimento à educação infantil, incluindo instituições educacionais públicas da própria rede, Cepis geridos por OSCs, instituições educacionais parceiras que ofertam atendimento gratuito por meio de termos de colaboração, além do Cartão Creche. O compromisso da pasta é garantir uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa, com ambientes seguros e acolhedores, pensados para o bem-estar das crianças e de suas famílias. *Com informações da Secretaria de Educação
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Escola de São Sebastião usa sustentabilidade e recursos hídricos como ferramentas de aprendizagem
Na zona rural de São Sebastião, a Escola Classe (EC) São Bartolomeu conviveu durante muito tempo com os impactos do avanço urbano e do desmatamento na região. Há 15 anos, buscando preservar o bioma local e despertar a consciência sustentável nas novas gerações, a escola criou o projeto Viva Verde Vida, que se desdobrou em iniciativas pedagógicas e transformou a natureza em sala de aula a céu aberto. Os alunos Isaque Cardoso e Letícia Souza apresentaram um berçário de plantas no Circuito de Ciências | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “É como se o Cerrado fosse um grande alfabeto” Theodora Rodrigues, diretora da EC São Bartolomeu A diretora, Theodora Rodrigues, conta que os alunos aprendem educação ambiental aliada aos conteúdos de matemática, alfabetização e literatura. “Os subprojetos corroboram para a alfabetização tanto da língua materna quanto para matemática, por meio da quantificação das colheitas e dos plantios, do estudo do solo e da produção de textos a partir do que foi estudado; é como se o Cerrado fosse um grande alfabeto”, relata. Devido à natureza e localização, a escola possui espaços que se tornam verdadeiras ferramentas de aprendizagens. Com acesso a uma área de mata e trilhas, a EC São Bartolomeu incentiva o estudo da biodiversidade local, a identificação de espécies de flora e fauna e a compreensão dos ecossistemas para além das salas de aula. Recursos hídricos e reflorestamento Além do Viva Verde Vida, este ano a unidade idealizou o projeto Água se Planta, voltado à preservação dos recursos hídricos e o reflorestamento, em meio à crise climática vivida pelos brasilienses e testemunhada pelos funcionários e estudantes da rede. Inspirada por uma pesquisa do agricultor suíço Ernst Götsch em solo baiano, Theodora decidiu trazer esse conhecimento de maneira mais lúdica às crianças por meio dos livros infantis Os Rios Voadores, de Yana Marull, e Azul e Lindo: Planeta Terra Nossa Casa, de Ruth Rocha. [LEIA_TAMBEM]Como complemento à leitura, os pequenos visitaram um lago próximo à escola e plantaram um ipê para colocar em prática o aprendizado adquirido. Os alunos Letícia Sousa e Isaque Cardoso, ambos de 9 anos, foram os responsáveis por apresentar, no Circuito de Ciências, o berçário de plantas que as turmas criaram para representar o ato de “plantar água” – conceito que adotaram. “É quando as raízes da árvore sugam, que nem um canudinho, água debaixo da terra, e essa água é transpirada depois, virando vapor d’água que vai ajudar a formar as nuvens de chuva”, explica Letícia. Yana Marull visitou a comunidade escolar para contar a história de seu livro aos estudantes, o que fortaleceu ainda mais o processo pedagógico. “O conhecimento foi dominado de fato pelos alunos a ponto de, no Circuito de Ciências, o público se impressionar com a fala certeira deles”, relata a professora Luciana Miranda. “Mesmo depois da apresentação, eles ainda sabem o que são rios voadores. Então, o processo foi internalizado e levado para suas famílias e para mais pessoas”. *Com informações da Secretaria de Educação
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