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Restaurantes comunitários do Distrito Federal recebem o projeto Democratização do Reggae

O projeto Democratização do Reggae dá início, neste sábado (30), das 11h às 15h, a uma circulação cultural voltada aos frequentadores dos restaurantes comunitários do Distrito Federal. A primeira ação será em Samambaia, no Restaurante Comunitário Rorizão. O evento une apresentações musicais de artistas locais a uma feira de artesanato, promovendo acessibilidade cultural e fortalecimento comunitário.  A turnê do projeto Democratização do Reggae começa por Samambaia e deve passar por outros restaurantes comunitários | Foto: Divulgação/ Secec-DF A iniciativa conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e busca preencher uma lacuna de acesso a bens culturais em áreas habitadas por classes sociais mais vulneráveis. Além de Samambaia, o projeto prevê a passagem pelas estruturas dos restaurantes comunitários da Estrutural, de Águas Claras (Areal) e de Ceilândia, integrando a arte à rotina de alimentação dos usuários desses espaços.  "O fomento a projetos como o Democratização do Reggae, por meio do FAC, cumpre o papel fundamental do Estado de descentralizar os recursos públicos e democratizar o acesso à arte" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa "O fomento a projetos como o Democratização do Reggae, por meio do FAC, cumpre o papel fundamental do Estado de descentralizar os recursos públicos e democratizar o acesso à arte. Levar apresentações musicais e feiras de artesanato para dentro dos restaurantes comunitários significa reconhecer a identidade dessas populações, transformando espaços de assistência social também em polos de dignidade, acolhimento e inclusão cultural", afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A programação em Samambaia será conduzida pelo DJ Nono, colecionador de vinil, que executa a discotecagem na abertura e nos intervalos. A primeira atração musical do dia será o grupo Ritual Sonoro. Em seguida, apresenta-se o cantor e morador da cidade Wagner Gamma, acompanhado pelo Quarteto Reggae Jazz Band, com as participações especiais das cantoras Dayane Cardoso e Karol Lira.  Simultaneamente às apresentações artísticas, o restaurante recebe a Feira Preta. O espaço reúne artesãos da própria região administrativa e tem como propósito central valorizar a cultura local, além de incentivar o empreendedorismo e a troca econômica solidária entre os moradores da comunidade.  Projeto Democratização do Reggae Quando: sábado (30), das 11 às 15h Local: Restaurante Comunitário Rorizão (Samambaia). *Com informações da Secec-DF  

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Oficinas gratuitas de crochê abrem inscrições no Guará

Estão abertas as inscrições para a nova edição da Vigília Cultural de Artesanato, Empreendedorismo e Formação, com início previsto para o dia 11 de maio, no Guará. A iniciativa, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), oferece oficinas gratuitas de crochê voltadas à comunidade local, com foco na valorização cultural e na geração de renda. “Os investimentos do FAC-DF são fundamentais para garantir que iniciativas como esta saiam do papel e alcancem a população, fortalecendo a diversidade cultural do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. Para ele, o projeto demonstra como o recurso público, quando bem aplicado, promove não apenas a produção artística, mas também o acesso, a formação de público e o reconhecimento de diferentes expressões culturais que compõem a identidade da população. As oficinas de crochê da Vigília Cultural de Artesanato, Empreendedorismo e Formação começam no dia 11 de maio; nesta edição, as aulas serão ministradas no Guará | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As oficinas presenciais ocorrerão ao longo de um mês, de segunda a sexta-feira, nos turnos da manhã, tarde e noite, na Igreja São Paulo Apóstolo, localizada na QE 07. Ao todo, serão disponibilizadas 90 vagas, distribuídas em turmas de 15 alunos. Os participantes contarão com material completo fornecido pela organização, além de transporte gratuito. Segundo o coordenador-geral do projeto, Márcio Apolinário, a ação vai além do ensino técnico. “Essa é uma iniciativa que une capacitação prática, empoderamento comunitário e valorização da cultura local”, afirma. “Queremos transformar talentos em oportunidades reais de renda, preservando saberes tradicionais do artesanato.” [LEIA_TAMBEM]Durante as aulas, os participantes aprenderão a confeccionar peças em crochê, desenvolvendo habilidades manuais e cognitivas que estimulam a criatividade e fortalecem o potencial empreendedor. Atualmente, o Distrito Federal reúne cerca de 11 mil profissionais formalizados na área, que contribuem de forma significativa para o turismo, a cultura, a inclusão e o desenvolvimento regional. Além das atividades presenciais, o projeto também disponibilizará a gravação de uma oficina completa de crochê, com passo a passo detalhado, desde as técnicas iniciais até a finalização das peças. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui. Após o término das oficinas presenciais, as aulas serão disponibilizadas no YouTube.

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FAC lança edital de R$ 36 milhões para projetos culturais no DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (30), o Edital nº 06/2026 do Fundo de Apoio à Cultura (FAC I – Demais Áreas), que destina R$ 36 milhões ao fomento de projetos culturais no DF. A iniciativa abrange segmentos como música, teatro, dança, artes visuais, cultura popular, hip hop, gastronomia e patrimônio histórico e artístico, material e imaterial. O edital tem como objetivo incentivar a diversidade de manifestações culturais, promover a descentralização das ações e ampliar o acesso aos recursos públicos. Podem participar pessoas físicas e jurídicas com cadastro válido no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac), desde que atendam aos critérios estabelecidos. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, entre os dias 7 deste mês e 5 de junho, até as 23h59, por meio do site da Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic). Cada proponente poderá inscrever um projeto, salvo aqueles que participarem da modalidade de Concorrência Regionalizada, que também poderão submeter proposta à Ampla Concorrência. O Edital nº 06/2026 tem como objetivo incentivar a diversidade de manifestações culturais, promover a descentralização das ações e ampliar o acesso aos recursos públicos | Foto: Divulgação/Secec-DF Os valores de apoio variam conforme o perfil do proponente: até R$ 200 mil para pessoas físicas e até R$ 1,5 milhão para pessoas jurídicas. O edital também prevê cotas para ampliar a inclusão, com reserva de 25% das vagas para pessoas negras, 10% para pessoas indígenas e 5% para pessoas com deficiência. Os projetos serão analisados por comissões formadas por pareceristas especializados nas áreas artísticas e pelo Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Cultura (Cafac). [LEIA_TAMBEM]O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, destaca o papel da iniciativa na consolidação das políticas públicas para o setor. “O Fundo de Apoio à Cultura é um instrumento fundamental para garantir que os recursos públicos cheguem a quem produz cultura no Distrito Federal, valorizando a diversidade, fortalecendo as cadeias produtivas e ampliando o acesso da população às diferentes expressões artísticas”, afirma. Não serão aceitas propostas de produção audiovisual neste edital. Os projetos devem se enquadrar nas áreas e linhas de apoio previstas nos anexos do documento e atender às exigências de documentação, orçamento detalhado e plano de divulgação. O processo seletivo terá vigência de um ano a partir da publicação do resultado final, e os projetos contemplados receberão os recursos em regime antecipado, mediante assinatura de termo de ajuste e cumprimento das etapas de habilitação. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Projeto Avóz dos Tambores abre inscrições para oficinas gratuitas de percussão no Itapoã

A segunda edição do projeto Avóz dos Tambores está com inscrições abertas no Kanzuá do Batukenjé, no Itapoã, e segue até o preenchimento das vagas. A iniciativa, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), oferece oficinas gratuitas de percussão voltadas a pessoas com 60 anos ou mais e promove o envelhecimento ativo por meio da música, com impacto direto no bem-estar, na saúde e na integração social da população idosa. Pessoas com 60 anos ou mais podem se inscrever no projeto Avóz dos Tambores, que oferece aulas gratuitas de percussão | Foto: Jana Paniz “O Avóz dos Tambores traduz, de forma sensível e concreta, uma diretriz importante da política cultural do Distrito Federal: reconhecer a pessoa idosa como protagonista da vida cultural, promovendo acesso, convivência e bem-estar por meio da arte. Ao apoiar iniciativas como essa, a Secec-DF reafirma o compromisso com a valorização do envelhecimento ativo e com a cultura como instrumento de inclusão e fortalecimento comunitário”, ressalta o secretário interino de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. Para participar, basta comparecer ao local e preencher a ficha de inscrição. As aulas começaram no dia 16 de abril e ocorrem semanalmente, sempre às quintas-feiras, a partir das 15h, com duração de 1h30 por encontro. Ao longo de cinco meses, serão realizados 20 encontros. Mais do que o aprendizado técnico, a proposta busca estimular a expressão artística, fortalecer vínculos comunitários e promover ganhos físicos e emocionais por meio da música. [LEIA_TAMBEM]Segundo o arte-educador do projeto, Celín du Batuk do Batukenjé, na primeira edição a equipe realizou diversas conversas com os alunos, para que pudessem compartilhar experiências de vida. “O que eles relatam de mais transformador na vida deles é que se descobrem capazes de aprender a tocar instrumentos mesmo após os 60 anos. Já, para mim, é transformador estar inserido nesse grupo e poder acompanhar essa evolução, o brilho nos olhos e os sorrisos de cada aluno”, destaca Celín. Ele explica que o processo de aprendizagem é individual e não é determinado pela idade. “Alguns aprendem mais rápido por já terem experiências com musicalidade; outros estão tendo esse contato pela primeira vez. Assim, eu alinho as aulas de maneira que integre todos, para que possam aprender juntos, tanto os que têm mais facilidade quanto os que demandam mais atenção.”

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