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Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

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Abertas vagas para mestrado profissional em saúde da família

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), por meio da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), em associação com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), integra o conjunto de instituições de ensino superior que ofertam vagas para a Turma 6 do mestrado profissional em saúde da família em rede nacional (Profsaúde). Abertas no início deste mês, as inscrições podem ser feitas até 6 de março. Confira o formulário de inscrição. UnDF é uma das  instituições a oferecer oportunidades para profissionais da saúde | Foto: Divulgação/UnDF  O edital prevê 600 vagas em âmbito nacional, distribuídas entre 44 instituições de ensino superior e seis unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No âmbito da UnDF/Escs, serão ofertadas 12 vagas, destinadas a profissionais do Programa Mais Médicos pelo Brasil (PMMB) e a multiprofissionais da saúde. Aprovado em 2016 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Profsaúde tem como objetivo qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) que atuam na Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o país. Para se inscrever no processo seletivo, o candidato deve ser brasileiro residente no Brasil ou estrangeiro com residência legal no país, além de comprovar vínculo obrigatório com a Atenção Primária à Saúde. Distribuição de vagas Modalidade Vagas Programa Mais Médicos pelo Brasil 4 para ampla concorrência e 4 para ações afirmativas Multiprofissionais 2 para ampla concorrência e 2 para ações afirmativas   Enquadram-se em multiprofissionais candidatos com graduação em farmácia, fisioterapia, bacharelado em educação física, fonoaudiologia, nutrição, odontologia, psicologia, saúde coletiva, serviço social, terapia ocupacional e medicina. Ações afirmativas Dentro do quadro geral de vagas, serão contempladas reservas para ações afirmativas distribuídas em 30% para pessoas autodeclaradas negras (pretas e pardas), 5% para indígenas, 5% para quilombolas, 10% para pessoas com deficiência (PcD) e 5% para pessoas trans (travesti, transexual ou transgênero. Para participar é necessário enviar documentação específica a cada modalidade de vaga e os documentos exigidos pela instituição. Pessoas autodeclaradas pretas e pardas poderão ser convocadas para banca de heteroidentificação, enquanto PcDs também podem ser encaminhadas a uma etapa de avaliação psicossocial.  Processo seletivo  A seleção contará com três etapas principais: prova escrita, análise curricular e entrevista.  Como será cada etapa Sobre a etapa 1. Prova escrita Serão 2 questões sobre temas relacionados à APS, tendo como base as referências indicadas no anexo 4 do edital Etapa eliminatória Peso 1 Nota mínima: 6,0 Todas as pessoas aprovadas irão para a  próxima etapa 2. Análise do Currículo Lattes Os critérios de avaliação seguirão conforme o Roteiro para a análise de currículo, anexado no item 7 do edital Etapa classificatória Peso 5 Próxima etapa receberá até 4 vezes o número de vagas da instituição 3. Entrevista As perguntas serão feitas com base no currículo analisado com o objetivo de identificar motivações e as condições para a realização do curso Etapa classificatória Peso 4   Os resultados preliminares e finais serão publicados no site da Fepecs, seguindo as datas do cronograma. A classificação final será definida pelo limite de vagas de cada instituição de ensino superior, considerando a reserva para ações afirmativas. A duração prevista do curso de mestrado Profsaúde é de 18 a 24 meses, totalizando 975 horas. A estrutura do programa prevê nove encontros presenciais, além de atividades telepresenciais e tarefas desenvolvidas no ambiente virtual de aprendizagem. Ao se inscrever, o candidato assina um termo de compromisso declarando ter disponibilidade de tempo para participar de, no mínimo, todos os encontros presenciais e realizar as atividades acadêmicas previstas. [LEIA_TAMBEM] O programa Aprovado pela Capes/MEC em 2016, o Profsaúde é um programa de mestrado profissional financiado pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, em parceria com a Secretaria de Atenção Primária à Saúde. A rede nacional do programa reúne 44 instituições de ensino superior em todas as regiões do país, além de seis unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cada uma com reserva específica de vagas. Faça sua inscrição por meio deste link.    *Com informações da UnDF

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UBS 5 do Riacho Fundo II ganha horto agroflorestal 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Riacho Fundo II inaugurou, na quarta-feira (26), um horto agroflorestal medicinal biodinâmico. A iniciativa conjunta entre a Secretaria de Saúde (SES-DF) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já conta com quase 40 espaços de cultivo no Distrito Federal. O projeto envolve a recuperação de áreas ambientais por meio do plantio de diversos tipos de hortaliças, inclusive medicinais.  Atividades desenvolvidas no horto desencadeiam benefícios na saúde mental dos pacientes | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “O horto funciona como uma ferramenta para auxiliar no tratamento dos nossos pacientes, pois é um lugar em que trabalhamos a saúde de forma integral”, avalia Cinndy Wanzeller, nutricionista da equipe multidisciplinar (eMulti) da UBS 5 do Riacho Fundo II. “O contato com a terra traz diversos benefícios físicos e mentais, além de permitir a união entre membros da comunidade.”  Segundo a profissional, ao se envolverem em atividades ao ar livre, os usuários tendem a apresentar menos queixas de saúde. “A pressão arterial e a glicemia, por exemplo, ficam mais controladas; além disso, é também uma forma de trabalhar a educação alimentar”, explica. [LEIA_TAMBEM]Rosinaldo Moreira, 41 anos, esteve na implementação do horto e, em poucos minutos, sentiu uma diferença em seu estado de espírito: “Para mim, está sendo gratificante, porque a natureza faz isso com a gente: tem o poder de nos desestressar, de trazer paz. É um dia muito feliz, conheci tanta gente legal”. O sentimento de Rosinaldo não é à toa. O novo espaço vai muito além do cultivo de plantas. A proposta é integrar a prática de atividades físicas e terapias integrativas ao contato com a terra, resgatando saberes tradicionais e fortalecendo vínculos sociais. Rede de hortos  Agora, a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb) conta com 39 unidades. Desde 2018, a Rhamb segue como uma estratégia de descentralização do cultivo de plantas medicinais e de promoção da saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) do DF. Esses hortos são construídos junto à comunidade, a partir de princípios de agroecologia, agrofloresta e agricultura biodinâmica. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Evento marca pré-lançamento da Linha de Cuidado do HTLV no DF

Nesta semana foi realizado o pré-lançamento da Linha de Cuidado do HTLV (Human T-cell Lymphotropic Virus) no Distrito Federal, documento que sistematiza a rede de serviços da Secretaria de Saúde (SES-DF) destinada a pessoas com a doença. O evento, realizado no prédio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília, contou com debates e palestras sobre temas como vigilância, manejo clínico, fluxos de atendimento e prevenção à transmissão do HTLV no DF. Participaram do encontro profissionais de saúde de diversos órgãos distritais e nacionais, além de membros da sociedade civil. À frente da Gerência de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist) da SES-DF, Beatriz Maciel, ressalta que o documento visa conciliar os diferentes níveis de atenção no âmbito dos cuidados a pessoas com HTLV. “Isso inclui atenção primária, atenção especializada e hospitalar, além do apoio diagnóstico e da vigilância epidemiológica, permitindo orientar todo o caminho do paciente, passando pelos estágios de prevenção, diagnóstico e tratamento dos sintomas da doença. Com o documento, quem for diagnosticado com HTLV no DF terá uma rede organizada para ser acolhido e cuidado”, informa. Participaram do encontro profissionais de saúde de diversos órgãos distritais e nacionais, além de membros da sociedade civil | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O texto está em fase final de elaboração, após passar por grupos de trabalho com profissionais de instituições como a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), o Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) e vários setores internos da SES-DF. “Da parte da secretaria, o próximo passo é o documento ser validado pela Assessoria de Redes de Atenção à Saúde (Aras), depois ser analisado no colegiado da Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (SAIS) e, por fim, ir para consulta pública. A participação social é um ponto muito relevante para a linha de cuidado”, reforça a gerente da Gevist. HTLV O HTLV é uma infecção sexualmente transmissível (IST) que pode ser passada por meio de relações sexuais sem preservativos, pelo compartilhamento de seringas e agulhas, pela transfusão de sangue contaminado ou, ainda, de mãe para filho durante a amamentação. Por este motivo, em 2024 a Lei nº 7.619 determinou a inclusão do teste de detecção do vírus na lista de exames obrigatórios no pré-natal das gestantes do Distrito Federal. No entanto, a SES-DF já realiza a triagem e o teste confirmatório no pré-natal, desde 2013. O patógeno pertence à mesma família do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e infecta os linfócitos T — células do sistema imunológico —, ocasionando uma infecção crônica que, por sua vez, pode causar processos inflamatórios em diversas partes do organismo ou até mesmo originar alguns tipos de câncer. Não há cura ou vacina para o HTLV, mas a rede da SES-DF oferece assistência para o controle de doenças causadas em decorrência da infecção. A maioria das pessoas infectadas pelo vírus não apresenta sinais ou sintomas durante toda a vida. Quando ocorrem, costumam estar associados a distúrbios em diversos órgãos — olhos, pele, sangue e nervos — assim como a problemas urológicos. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Tratamento inclusivo na Atenção Primária de Saúde do DF é tema de seminário

Debater a igualdade em uma Atenção Primária à Saúde (APS) mais inclusiva e culturalmente sensível. Esse foi o principal assunto do seminário Plurais Diálogos para a promoção de Equidade no Distrito Federal, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília, em parceria com a Secretaria de Saúde (SES-DF). O evento encerrou o curso Plurais – Educação Permanente para a Equidade no DF, nesta segunda-feira (25).  O encontro reuniu gestores, profissionais de saúde e da assistência social, educação, justiça e sociedade civil que desempenham trabalhos para promover equidade na capital. Promoção da equidade é foco de encontro entre profissionais de diferentes áreas | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF [LEIA_TAMBEM] "Trata-se de pensar na equidade como uma forma de atendimento, considerando princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde [SUS], como a universalidade, integralidade e igualdade. Só assim podemos entregar uma saúde de qualidade", reflete o subsecretário de Atenção à Saúde, Robinson Capucho Parpinelli.  Além de debates, o seminário trouxe projetos e práticas intersetoriais comprometidas com a promoção da equidade em saúde de todo o Brasil. São iniciativas que atuam na construção de uma saúde mais justa e acessível.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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