Escola Superior de Ciências da Saúde lança novo site como marco de 25 anos
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) lançou, nesta sexta-feira (3), o novo site institucional, resultado de um projeto de extensão multiprofissional, que envolveu estudantes dos cursos de enfermagem e medicina, docentes e servidores da coordenação de tecnologia da informação (CTI) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade. Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade | Reprodução Referência nacional com metodologias ativas e integração total ao serviço, a Escs também está em busca de uma nova forma de se comunicar, não só com os estudantes, mas com aqueles que sonham em ingressar na escola ou que são atendidos pelos estudantes em seus projetos de extensão. A diretora da Escs, Viviane Peterle, que acompanhou toda a reformulação do site, acredita que “modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade”. Para ela, “as produções feitas pelos estudantes na comunidade precisam ter fácil acesso, cumprindo também com o princípio da transparência”. Com novos menus de navegação, o portal ajuda a contar a história da Escs que, em setembro, completa 25 anos de existência. A parte institucional do site abrange informações como infraestrutura, governança, documentos oficiais e as formas de entrar em contato com a escola. Também foram inseridos acessos rápidos para encontrar a biblioteca, o portal do aluno, a Escs virtual e os editais disponíveis. “Modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade” Viviane Peterle, diretora da Escs O site também conta com um menu de pesquisa e inovação que inclui o repositório científico, o programa de iniciação científica e o espaço do pesquisador. Uma das novidades é o guia do ingresso, que detalha a trajetória para aprovação nos cursos de medicina e enfermagem. O estudante do 2º ano de medicina Gustavo José Carreiro foi um dos responsáveis pela modernização do site. Para ele, “o desenvolvimento do novo portal foi, acima de tudo, uma forma de retribuir à Escs a excelência do ensino que recebemos”. Gustavo ressalta que “o maior objetivo foi criar uma plataforma que não apenas renove nossa identidade digital, mas que cumpra o papel fundamental de aproximar a instituição da sociedade, garantindo uma comunicação mais clara, acessível e humana”. O novo site da Escs é uma entrega da instituição para a comunidade acadêmica e população em geral, tendo em vista que as informações disponíveis podem auxiliar tanto os estudantes veteranos quanto os calouros e aqueles que buscam por ensino de qualidade e excelência em saúde. *Com informações da Fepecs
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Inaugurado primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste
A manhã desta quarta-feira (1º) será lembrada como um momento histórico e emocionante com a inauguração do primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (Cetea) da região Centro-Oeste. Vinculado à Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) e com recursos da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o novo espaço é um centro de pesquisas interdisciplinar e sem fins lucrativos, que conta com um corpo técnico diversificado para uma visão integral do autismo. Localizado na Estação 108 Sul do Metrô-DF, o Cetea possui papel fundamental no desenvolvimento de pesquisas científicas e clínicas e, por meio de 25 pesquisadores, realiza a sistematização de dados epidemiológicos e contribui para a formulação de políticas públicas voltadas para o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Também faz parte da missão do Cetea a capacitação profissional e educação em saúde, a fim de melhorar a assistência aos pacientes atendidos no Distrito Federal. 25 pesquisadores realizam a sistematização de dados epidemiológicos e contribuem para a formulação de políticas públicas voltadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) | Foto: Divulgação Fepecs “Hoje é o dia mais importante do ano para a Fepecs. Precisamos estudar melhor o autismo, produzir evidências científicas e pensar além da medicalização” Vanessa Dalva Guimarães, diretora-executiva do Cetea À frente da ESP/DF, o diretor Demétrio Gonçalves destacou que “participar deste momento é uma grande honra como gestor, pois se trata de uma emoção contagiante”. Segundo ele, “hoje não estamos inaugurando apenas um espaço físico, estamos consolidando um compromisso institucional com o conhecimento e a formação de profissionais, com a pesquisa e, sobretudo, com as pessoas que vivem no espectro autista e suas famílias”. O diretor agradeceu o empenho da equipe do Cetea e todo trabalho desenvolvido até agora. “Quero saudar todas as pessoas autistas presentes e dizer que vocês são o motivo do nosso trabalho”, disse emocionada a coordenadora do Cetea, Valdelice França. Psicóloga da Secretaria de Saúde (SES) e atuando há mais de 15 anos com crianças autistas, ela fez um breve histórico de como surgiu o Cetea e descreveu a iniciativa como “uma proposta de trabalho que une pesquisa e assistência para transformar o estudo em inclusão”. Valdelice ressaltou também que o espaço representa uma “demanda de dedicação, pesquisa de ponta e, acima de tudo, sensibilidade”. Representando o secretário de Saúde, a coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da SES, Mabelle Roque, elogiou a ornamentação do evento e “o cuidado nos mínimos detalhes” e ressaltou que a criação do Cetea “simboliza a capacitação dos nossos profissionais para o manejo adequado do TEA e a possibilidade de novas evidências para fazer saúde pública”. [LEIA_TAMBEM] Relatos emocionantes Presente à mesa solene, Cibele Lopes se emocionou ao relatar a própria história. “Sou mãe de três filhos autistas e tudo mudou após a chegada deles”, disse com a voz embargada. Ela contou as dificuldades que enfrenta ao “precisar ser forte o tempo inteiro” e destacou que “quando falamos de autismo, não estamos falando apenas de diagnóstico, mas de mudança e reformulação da família”. Para ela, a criação de um espaço como o Cetea significa “conhecimento, ciência, pesquisa séria. E isso importa muito para nós, famílias atípicas, pois, no autismo, o tempo, a capacitação profissional e as pesquisas importam”. “Conhecimento, ciência, pesquisa séria. E isso importa muito para nós, famílias atípicas, pois, no autismo, o tempo, a capacitação profissional e as pesquisas importam” Cibele Lopes, mãe de três filhos autistas “O propósito principal do Cetea é tornar tudo mais claro, e que a inclusão não seja necessária, porque não terá nada de fora para ser incluído”, disse Fernando Pucci, que é autista, professor e faz parte da equipe do Cetea. Com conhecimento de causa, Fernando ressaltou que “pela força de vontade de todos aqui, surgirão coisas maravilhosas para todos nós”. Finalizando o evento, Marco Antônio Toccolini, representante da senadora Damares Alves, se descreveu como “avô atípico” ao receber, recentemente, o diagnóstico de autismo do neto. “Estou muito emocionado, porque agora é uma luta mais pessoal do que nunca, por inclusão, melhores condições, evidências científicas, avanço nas pesquisas e tecnológicos para os estudos sobre o TEA”. Especialista em educação especial desde 1994, ele diz que “Brasília é referência nesse tema e a criação do Cetea é um momento realmente histórico”. *Com informações da Fepecs
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Escola Superior de Ciências da Saúde divulga edital para Programa de Iniciação Científica
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) publicou edital para seleção de projetos que vão integrar o Programa de Iniciação Científica (PIC) e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic/CNPq), no período de setembro de 2026 a agosto de 2027. O programa tem como objetivo estimular o pensamento científico, a formação de recursos humanos qualificados e o desenvolvimento de projetos alinhados às demandas da saúde e da educação, aos projetos pedagógicos da instituição e às necessidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). A iniciação científica permite que os estudantes desenvolvam competências para identificar problemas reais presentes nos serviços e na comunidade, investigar suas causas e propor soluções fundamentadas nas melhores evidências científicas disponíveis, contribuindo para o aprimoramento das políticas e práticas em saúde. A iniciativa representa uma das mais importantes estratégias de fortalecimento da pesquisa científica na graduação, promovendo a inserção precoce dos estudantes dos cursos de medicina e enfermagem no universo da investigação científica e da produção de conhecimento voltado para as necessidades da população do DF. Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados | Foto: Divulgação/ESCS Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados. A submissão dos projetos é feita por meio dos orientadores, que poderão indicar até dois estudantes por projeto — um bolsista e um voluntário — em apenas uma categoria específica de bolsa. Todos os orientadores devem dispor de carga horária mínima de duas horas semanais por projeto para atividades de pesquisa. Para a diretora da Escs, Viviane Peterle, o programa representa um marco na formação dos futuros profissionais de saúde. “A iniciação científica é o primeiro grande contato do estudante com a produção de conhecimento científico. Ao participar de um projeto de pesquisa, o aluno aprende a formular perguntas relevantes, analisar evidências e transformar observações da prática em conhecimento capaz de impactar positivamente a assistência à saúde. Formamos profissionais mais críticos, preparados para tomar decisões baseadas em evidências e comprometidos com a melhoria contínua do SUS”, afirma. Novidades As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo Este ano, uma das novidades é o edital simplificado, que traz uma abordagem ilustrativa do documento, com as principais informações a serem observadas pelos candidatos, além de um guia que explica como se inscrever, o que será aceito e o que não é permitido para a submissão dos projetos, bem como as obrigações dos participantes, etapas, recursos e disposições finais. A edição 2026/2027 também traz importantes avanços administrativos, resultado do processo de revisão e simplificação das normas institucionais que regem o programa. As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo. Para a diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Vanessa Dalva Guimarães, “a medida reforça o compromisso da Secretaria de Saúde por meio da Escs e da Fepecs com a modernização da gestão acadêmica e com a criação de condições cada vez mais favoráveis para o desenvolvimento da pesquisa científica entre estudantes e docentes”. [LEIA_TAMBEM]O novo edital disponibiliza bolsas financiadas tanto com recursos da Fepecs, vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF), quanto com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O investimento evidencia a confiança das instituições financiadoras na capacidade técnica e científica do corpo docente da Escs, composto por servidores altamente qualificados e comprometidos com a produção de conhecimento voltado à melhoria da saúde pública. Cronograma O período de inscrição vai do dia 29 deste mês a 7 de julho, na página do processo seletivo. A confirmação das inscrições será em 8 de julho, e os candidatos poderão interpor recursos em 9 de julho. A homologação do resultado está prevista para 27 de julho, e a convocação dos estudantes para a entrega de documentação será no período de 28 a 30 de julho. Já a assinatura do termo de compromisso e início das atividades têm previsão para 31 de julho. *Com informações da Fepecs
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Simpósio debate os desafios da formação técnica para o SUS
A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF) iniciou, nesta quarta-feira (17), o I Simpósio do Ensino Técnico, evento científico e institucional voltado à integração, à inovação e à valorização da formação técnica em saúde. A programação segue até esta quinta-feira (18), no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), reunindo estudantes, profissionais da saúde, servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e a comunidade em geral. A abertura do simpósio contou com uma fala da coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da ESP/DF (CPLE), Vanessa Dalva Guimarães, que representou a direção da Fepecs e destacou a realização do evento e a importância da criação da Lei da Preceptoria e do Programa de Ensino Técnico Associado às Residências em Saúde (Protec) no contexto da formação técnica. “Em 2019, nós aprovamos uma lei da preceptoria para que ela fosse ofertada para a residência, graduação e para o ensino técnico. Nós ficamos com essa lei aprovada sem regulamentação por muito tempo, até que recentemente pudemos implementar o Protec. Essa experiência que vocês estão vivenciando é nova, mas permite a vocês ter uma visão do mundo do trabalho ao ir aos cenários e aprender com quem faz acontecer”, destacou Vanessa. Durante o simpósio, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o evento, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS). Em uma dinâmica de acolhimento e integração, eles foram convidados a se levantar e ouvir reflexões sobre os conceitos apresentados, reforçando a importância desses conceitos para a formação dos profissionais de saúde. Na sequência, foi realizada a conferência magna "Os desafios contemporâneos da formação técnica e sua contribuição para o fortalecimento do SUS", ministrada pelo professor Nilceu Oliveira. A palestra trouxe reflexões sobre o papel estratégico da educação profissional na qualificação dos serviços de saúde e no fortalecimento do SUS. A programação do primeiro dia continuou com a Arena de Ideias, que debateu o tema "O futuro da formação técnica para o SUS", promovendo o diálogo entre especialistas, gestores, docentes e estudantes sobre perspectivas, desafios e oportunidades para o ensino técnico em saúde. Encerrando as atividades do primeiro dia, os participantes acompanharam a palestra "Habilidades atitudinais para o trabalho em saúde", proferida pela médica de família e comunidade Juliana Soares, que abordou competências comportamentais essenciais para a atuação dos profissionais no cuidado e na assistência à população. Segundo dia No segundo e último dia do simpósio, nesta quinta-feira, as atividades serão distribuídas em cinco eixos temáticos: Eixo Transversal, Eixo de Análises Clínicas, Eixo de Enfermagem, Eixo de Radiologia e Eixo de Saúde Bucal, com apresentações, debates e compartilhamento de experiências voltadas para o aprimoramento da formação técnica em saúde. *Com informações da Fepecs
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