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Hospital Regional de Samambaia (HRSam)

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Governadora anuncia reforma em unidades de saúde de Samambaia

A governadora Celina Leão visitou, nesta segunda-feira (18), o centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) e a Unidade Básica de Saúde (UBS) 4 da região administrativa. As passagens ocorreram para mapear demandas locais, por meio de conversas com colaboradores e pacientes, após o lançamento do programa GDF na Sua Porta, em Samambaia, no estacionamento do Complexo Cultural, que reúne todos os serviços do governo até sexta-feira (22).    A governadora Celina Leão visita o Centro Cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia A reforma da UBS 4 foi autorizada durante o evento, juntamente com as obras da UBS 1 e UBS 3. Segundo a chefe do Executivo, o objetivo é garantir a estrutura adequada para a assistência à população e o trabalho das equipes de saúde.  “É muito bom vir e ouvir as demandas dos profissionais, estar muito próximo deles e resolver os problemas” Celina Leão, governadora do DF   “Me contaram que é uma UBS que tem 100% de equipes completas, que é uma UBS escola. Então, conta com três preceptores, são seis equipes completas aqui em saúde, e isso agrega dois pontos muito importantes: o atendimento à população e a formação profissional, algo que a gente quer ampliar também no nosso governo, essa parceria com as nossas universidades.”   Hospital de Samambaia O centro cirúrgico do HRSam recebe intervenções na estrutura física, além da instalação de aparelhos de ar-condicionado e aquisição de foco cirúrgico, equipamento que ilumina a área operada durante os procedimentos. O hospital também passou por serviços nos leitos de internação, pintura da maternidade, do pronto-socorro e das enfermarias da clínica cirúrgica, além da instalação de televisores nesses espaços. Também houve troca de poltronas de internação, reforma da sala de medicação e instalação de novos aparelhos de ar-condicionado em diferentes setores.    Além de intervenções na estrutura física, o HRSam passou por reforma no centro cirúrgico e na radiologia, entre outras melhorias Na radiologia, os serviços alcançam o repouso da equipe, o consultório leito-dia e as salas de práticas integrativas. O conjunto de ações inclui ainda a ampliação do abrigo de resíduos e a instalação de monta-carga na cozinha, equipamento usado para transporte interno de materiais e alimentos. Atenção secundária As ações em Samambaia também chegaram às unidades de atenção secundária. Na Policlínica de Samambaia, foram adquiridas macas para exames, esfigmomanômetros e oxímetros. A unidade ampliou o serviço de psicologia infantil.  [LEIA_TAMBEM] Nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os reforços incluem equipamentos assistenciais e materiais para atividades terapêuticas. O Caps III de Samambaia recebeu desfibrilador externo automático, carrinho de parada, escada de dois degraus e materiais para oficinas. A unidade passou a contar com novo médico psiquiatra, ampliou a oferta de grupos e iniciou atividades ligadas à Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos. No Caps AD de Samambaia, voltado para o atendimento de pessoas com demandas relacionadas ao uso de álcool e outras drogas, foram adquiridos desfibrilador externo automático, carrinho de parada, camas hospitalares e outros itens de apoio ao serviço. Samambaia é a segunda região administrativa mais populosa do Distrito Federal, com 227.118 moradores, segundo a Pdad Ampliada 2024. A cidade integra a Região de Saúde Sudoeste, ao lado de Taguatinga, Águas Claras, Recanto das Emas, Vicente Pires e Água Quente.

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Centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia retoma funcionamento com ambiente reformado

O centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) agora conta com um espaço mais moderno, seguro e eficiente. Após três meses de obra, a unidade passou por adequações que ampliam e qualificam o atendimento prestado à população do Distrito Federal. Expectativa é ampliar a capacidade do centro cirúrgico do HRSam em 50%, permitindo mais procedimentos e maior resolutividade para os usuários do SUS | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Entre os principais avanços está a criação de mais duas salas de cirurgia, que aguardam a instalação do foco cirúrgico, equipamento de iluminação essencial para garantir visibilidade precisa do campo operatório. Com a ativação desses espaços, o hospital passará a contar com cinco salas desse tipo. A recuperação pós-anestésica também foi ampliada, passando de quatro para seis leitos, o que favorece maior fluidez no atendimento e mais conforto aos pacientes. O setor recebeu novo piso, pintura completa e está na etapa final de adequação da copa e do vestiário. Outra novidade foi a instalação do arco cirúrgico, que permitirá a realização do exame de Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE). Como a unidade já é referência em cirurgias de vesícula e hérnia, o novo equipamento possibilita o diagnóstico e o tratamento desses casos no próprio HRSam, ampliando a agilidade e a resolutividade da assistência. “Essas mudanças representam um salto na qualidade do cuidado, trazendo mais segurança, tecnologia e melhores condições de trabalho para as equipes, além de impactar diretamente a experiência dos pacientes”, destaca a diretora do HRSam, Elielma Almeida. Espaço de recuperação pós-anestésica foi ampliado, passando de quatro para seis leitos, o que favorece maior fluidez no atendimento e mais conforto aos pacientes Atendimento mantido durante as adequações Mesmo durante a reforma, o hospital manteve os atendimentos em obstetrícia, ginecologia e os serviços das três unidades de tratamento intensivo (UTIs). As cirurgias eletivas foram direcionadas ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde foram realizados 110 procedimentos, sendo 94 cirurgias de hérnia, 15 mastectomias e uma cirurgia de urgência de colecistectomia. A medida assegurou a continuidade da assistência e evitou impactos aos usuários. Com a retomada plena do centro cirúrgico, a expectativa é ampliar a capacidade do espaço em cerca de 50%, permitindo a realização de mais procedimentos e maior resolutividade para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Olívia Tavares, aposentada: “Fui muito bem acolhida, o atendimento foi rápido e o ambiente me trouxe tranquilidade durante todo o período. Estou muito satisfeita” Melhorias além do centro cirúrgico As melhorias no HRSam também contemplam a maternidade, que registrou média de 287 partos por mês e um total de 3,4 mil partos em 2025. Todas as 25 salas de enfermaria, cada uma com dois leitos, passarão por pintura. Quatro já estão concluídas e em funcionamento, com previsão de que todas estejam prontas no primeiro semestre deste ano. Outro avanço implementado no fim do ano passado foi o leito-dia, espaço destinado à antibioticoterapia e à administração de medicação para tratamento de anemia. Antes, esses atendimentos ocorriam no pronto-socorro. Com a nova organização, o serviço passou a contar com ambiente exclusivo para essa finalidade. [LEIA_TAMBEM]A aposentada Olívia Tavares, de 63 anos, que utilizou o serviço para receber medicação, relata a experiência. “Fui muito bem acolhida, o atendimento foi rápido e o ambiente me trouxe tranquilidade durante todo o período. Estou muito satisfeita.” Com média de 16 atendimentos diários, o leito-dia funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O agendamento é feito presencialmente no hospital, mediante apresentação da prescrição médica. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia é reformado e amplia atendimento

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF), está prestes a entregar à população o novo centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam). Fechado desde agosto para reforma, o espaço retorna com capacidade ampliada em 50%, segundo a pasta. Entre janeiro e junho deste ano, cerca de mil cirurgias foram feitas no local, e, durante o período de interdição, os pacientes já convocados para operar receberam assistência no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde 110 procedimentos puderam ser feitos. Obras feitas no hospital não impediram o atendimento aos pacientes; cirurgias eletivas foram feitas, provisoriamente, no HRT | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Mesmo durante a renovação, o hospital não deixou de prestar assistência. Segundo a diretora hospitalar Elielma Almeida, foram mantidos os atendimentos de obstetrícia, ginecologia e os serviços das três UTIs da unidade. As cirurgias eletivas foram efetuadas provisoriamente no HRT, para onde a equipe, composta por médicos, cirurgiões, enfermeiros, anestesistas e técnicos de enfermagem, foi deslocada, a fim de dar continuidade aos procedimentos. Após operarem em Taguatinga, os pacientes retornaram ao HRSam para a recuperação.   Atendimento ampliado Com a entrega das novas salas, haverá aumento do número de cirurgias e também a incorporação de um equipamento de arco cirúrgico, que permite procedimentos como colangiografia, pancreatografia, ressonância intraoperatória e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), com o objetivo de ampliar a capacidade diagnóstica e terapêutica do hospital. Novas salas de cirurgia vão receber ainda equipamentos mais modernos A direção explica que o preparo para o exame de CPRE, um dos principais avanços dessa reforma, é igual ao de uma cirurgia. Antes, o CPRE era feito apenas no Hospital de Base, hoje administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), e no Hospital Regional de Taguatinga. Agora, o HRSam passa a oferecer o serviço. Como a unidade já é referência em cirurgias de vesícula e hérnia, o novo equipamento permite diagnosticar e tratar esses casos no próprio hospital, que traz mais agilidade e resolutividade ao atendimento. O centro cirúrgico do HRSam faz cirurgias de colecistectomia, hernioplastia, vasectomia e procedimentos ginecológicos, como histerectomia, sling, correções do períneo e laqueadura tubária. Além disso, a equipe oferece suporte aos pacientes de UTI, casos de pós-operatório vindos de outros hospitais e cirurgias de emergência e traqueostomias quando necessário. Ampliação A enfermeira Aparecida Silva comemora as reformas: “Estamos muito satisfeitos, porque agora podemos oferecer um atendimento maior, com qualidade, e garantir uma assistência ainda melhor aos pacientes” A diretora administrativa da Região de Saúde Sudoeste, Izabela Alves, explica que os espaços onde agora funcionam as novas salas estavam sendo utilizados anteriormente para áreas administrativas, mas foram totalmente adaptados para atender às necessidades do centro cirúrgico. Um dos principais avanços foi a adequação e ampliação da infraestrutura, especialmente da sala necessária para o CPRE. Outro ponto destacado pela diretora é a ampliação da sala de recuperação anestésica. Como antes havia menos salas de cirurgia, também era menor a capacidade de recuperação. Agora, com a devolução desses espaços à função original, foi possível aumentar esse suporte essencial. Isso garante fluxo, segurança e qualidade no pós-operatório, evitando gargalos. “Não adianta ter várias salas de cirurgia se não há onde recuperar adequadamente o paciente”, explica. Sobre a finalização da obra, ela informa que a parte assistencial já está praticamente concluída. Faltam apenas ajustes finais de base de apoio. Os equipamentos das novas salas mais específicas já estão em produção e chegarão em breve. Como são equipamentos confeccionados sob medida, não podem simplesmente ser instalados, pois exigem gabarito, medições precisas e montagem técnica especializada. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o centro cirúrgico passou por uma ampla reforma da Central de Materiais Esterilizados (CME), que recebeu novo sistema de ar-condicionado, gases medicinais, estrutura física e painéis técnicos. Todo o piso da área também foi renovado, para garantir mais segurança e conforto aos pacientes. Quem precisou se deslocar para o Hospital de Taguatinga durante a manutenção corretiva comemora o retorno ao HRSam. A enfermeira Aparecida Keilly Silva conta que, apesar da boa recepção na unidade temporária, nada se compara à sensação de estar “de volta para casa”. Ela destaca que o centro cirúrgico está mais amplo, com mais salas abertas e mais leitos na sala de recuperação pós-anestésica. “Estamos muito satisfeitos, porque agora podemos oferecer um atendimento maior, com qualidade, e garantir uma assistência ainda melhor aos pacientes”, afirma. Quem aguarda cirurgia também vê com bons olhos a transformação do hospital. A paciente Ana Paula Martins, 50 anos, ainda realiza os últimos exames antes de marcar o procedimento e afirma que a nova ala representa um avanço importante. Para ela, a mudança, com salas novas, ar-condicionado, piso renovado e mais leitos, traz esperança e agilidade. “É tudo novo, inovador”, celebra. “Isso é importante para acelerar as cirurgias. Tem muita gente esperando”. Ana Paula acredita que a reestruturação ajudará a reduzir a fila e melhorar o atendimento para todos.  

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Cozinhas reformadas nos hospitais do DF garantem mais qualidade e segurança alimentar para pacientes

Na semana passada, Edilson Alves deu entrada no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) com febre, náuseas e dor. O diagnóstico veio rápido: infecção urinária com complicações nos rins e na bexiga. Desde então, ele se tornou um dos mais de 3 mil pacientes atendidos por mês que recebem, todos os dias, pelo menos seis refeições preparadas na cozinha do hospital — desjejum, colação, almoço, merenda, jantar e ceia. Edilson Alves, internado no Hospital Regional de Samambaia, elogia a alimentação: “Eu sou diabético, e aqui a alimentação é balanceada. O médico disse que o alimento é um remédio natural, e aqui é mesmo” | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Hoje no almoço, eu comi arroz, feijão, cenoura e carne”, relata o garçom aposentado, que recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “A comida chega quentinha, bem-preparada. Eu sou diabético, e aqui a alimentação é balanceada. Sempre tem um suco diferente. Já tomei de caju, uva, tamarindo. Tem muita variedade. O médico disse que o alimento é um remédio natural, e aqui é mesmo.” Na cozinha do HRSam são preparadas diariamente cerca de 1.218 refeições, das quais 954 se destinam a pacientes, servidores e acompanhantes A rotina de refeições mencionada por Edilson é resultado de um trabalho diário e estruturado. No HRSam, são preparadas 1.218 refeições por dia. Desse total, 954 são servidas a pacientes, servidores e acompanhantes, e o restante é enviado aos centros de atenção psicossocial (Caps) de Samambaia e do Recanto das Emas. Também são produzidos 306 lanches para setores fechados do hospital. Qualidade alimentar Segundo a nutricionista Rodeluzzi de Andrade, da Secretaria de Saúde (SES-DF), o trabalho começa muito antes de a refeição chegar à bandeja do paciente. “Nós prescrevemos a dieta de todos os internados e fiscalizamos a empresa terceirizada responsável pelo preparo”, explica. “O objetivo é garantir que o alimento chegue seguro, dentro do padrão e conforme a necessidade de cada paciente”. A nutricionista conta que a cozinha do hospital passou por uma ampliação importante em outubro de 2023. O antigo refeitório foi transferido para o andar térreo, abrindo espaço para reorganizar os setores internos. “Agora, conseguimos separar melhor cada área: saladas, panificação, dietas especiais e cozinha geral”, comemora. “Isso facilita a limpeza, melhora o fluxo de trabalho e aumenta a segurança dos funcionários”. Raimunda Soares relata que as refeições servidas no hospital ajudam a fortalecer seu organismo para o tratamento:  “Eu estou comendo para me levantar dessa cama” Ela destaca ainda que a nova estrutura permite mais controle sanitário e menos risco de contaminação. “Os pacientes do hospital já chegam debilitados e com imunidade baixa, por isso a alimentação precisa ser segura e adequada”, pontua a nutricionista. “Com o novo espaço, ficou mais fácil garantir isso. Com uma cozinha maior, é possível receber mais profissionais e dividir melhor as tarefas, o que ajuda a garantir que a dieta prescrita seja exatamente a que o paciente recebe”. Cura nutritiva A boa alimentação também tem sido essencial na recuperação de Raimunda Soares. Internada há mais de um mês, ela chegou ao HRSam em estado grave, com pedras na vesícula e dificuldade de se mover. Segundo ela, as refeições ajudam a fortalecer o corpo para o tratamento. “Tem dia [em] que é peixe, tem dia [em] que é frango, carne ao molho, bastante salada e sobremesa”, detalha. “Eu estou comendo para me levantar dessa cama”. A irmã dela, Francisca Pereira, que a acompanha desde o início da internação, lembra que a melhora é visível: “Os médicos disseram que só um milagre faria ela voltar, e aconteceu. Hoje ela fala, reconhece todo mundo e come sozinha. A comida aqui é saudável e variada, e isso ajudou muito na recuperação”. Estrutura ampliada Além do HRSam, outras cinco unidades da Secretaria de Saúde foram reformadas desde 2019 para garantir mais segurança alimentar, higiene e conforto aos servidores e pacientes. As unidades que receberam as melhorias são os hospitais Regional do Guará (HRGu), de Ceilândia (HRC), da Região Leste/Paranoá (HRL), de Sobradinho (HRS) e de Taguatinga (HRT) — com intervenção ainda em andamento —, que produzem, respectivamente, 600; 1,2 mil; 1,7 mil; 1,8 mil e 2,8 mil refeições por dia, todas seguindo padrões nutricionais. [LEIA_TAMBEM]Os hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) também estão recebendo melhorias. Em setembro, foi anunciada a reforma completa da cozinha do Hospital de Santa Maria (HRSM), com investimento previsto de R$ 8,2 milhões. A unidade é responsável pela preparação de cerca de 5,2 mil refeições diárias, que atendem pacientes, acompanhantes e colaboradores do próprio hospital, além de seis unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF e do Hospital Cidade do Sol (HSol). Entre as principais melhorias no HRSM estão a construção de um novo refeitório, a instalação de câmaras frigoríficas modernas, a readequação dos espaços internos e a implantação de sistemas de climatização e exaustão mecânica. O projeto inclui ainda revestimentos de alta performance em pisos, paredes e tetos, garantindo mais higiene e segurança alimentar. O prazo estimado para conclusão da obra é de nove meses. Em 2023, o Hospital de Base também passou por uma grande modernização em sua cozinha e refeitório, com investimento de R$ 675 mil. A unidade, que produz cerca de 6 mil refeições por dia, ganhou novas câmaras frias, piso industrial, revestimentos renovados e dutos de exaustão revisados. O espaço recebeu ainda aparelhos de ar-condicionado e melhorias na pintura e limpeza das áreas internas, garantindo mais conforto e segurança alimentar para pacientes e colaboradores.    

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