Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega ao Paranoá com serviços de saúde da mulher
Nesta sexta-feira (16), a carreta do programa Agora Tem Especialistas iniciou os atendimentos no Paranoá. A unidade itinerante está instalada no estacionamento do Hospital da Região Leste (HRL) e vai oferecer serviços voltados à prevenção e ao cuidado da saúde da mulher, com exames como mamografia e ultrassonografia. A carreta atende mulheres previamente reguladas — ou seja, que já estavam na fila de espera —, funcionando como uma porta adicional dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Na unidade móvel, iniciativa do Ministério da Saúde (MS), além dos exames de imagem, as pacientes também passam por consultas com médicos ginecologistas. Carreta permanecerá por 30 dias no estacionamento do Hospital da Região Leste, com oferta de mamografias, ultrassonografias e outros serviços | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Milton Pereira Junior, destacou que o objetivo é reduzir o tempo de espera pelos atendimentos especializados. “É importante destacar que, até hoje, registramos mais de 3 mil mulheres atendidas e mais de 6,5 mil exames. Aqui, a gente tem a consulta, a mamografia e o ultrassom, e faz até a biópsia”, declarou. [LEIA_TAMBEM]A superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo, ressaltou os benefícios da ação para a população local. “Aqui na Região Leste, observamos uma demanda por serviços maior devido às peculiaridades e à extensão do território. Essa carreta traz alívio para quem acompanha diariamente as filas”. A região engloba Paranoá, Itapoã, São Sebastião, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral. Gláucia Alves, de 46 anos, foi uma das pacientes atendidas e aprovou o serviço. “Achei excelente, foi muito rápido e todos foram muito atenciosos. Foi a primeira vez que venho nesses serviços de carreta e gostei. Amanhã volto para ver o resultado do exame”, comentou. A unidade permanecerá no Paranoá por 30 dias, com funcionamento de segunda a sábado. Não se trata de um serviço de porta aberta, sendo destinado exclusivamente a pacientes que já se encontravam nas filas da regulação. Gláucia Alves foi uma das pacientes atendidas: "Achei excelente, foi muito rápido e todos foram muito atenciosos. Foi a primeira vez que venho nesses serviços de carreta e gostei” Estrutura A carreta conta com consultórios climatizados para atendimentos clínicos e procedimentos de diagnóstico, além de salas de espera com capacidade para até 60 pessoas sentadas. Os consultórios itinerantes percorrem diferentes regiões administrativas (RAs) desde outubro do ano passado e já passaram por Taguatinga, Ceilândia e Planaltina. O programa Agora Tem Especialistas foi criado com o objetivo de ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera por exames e procedimentos. As unidades móveis de atendimento especializado realizam ações em municípios do Amazonas, Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Ler mais...
UTI do Hospital da Região Leste é reconhecida entre as mais eficientes do país
Entre as melhores do país e única da rede pública do Distrito Federal a alcançar esse reconhecimento, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Região Leste (HRL) conquistou no mês passado a certificação de UTI Eficiente, categoria que atesta boas práticas assistenciais aliadas ao uso adequado de recursos. UTI do Hospital da Região Leste é destaque na avaliação da Associação de Medicina Intensiva Brasileira | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A certificação foi concedida pelo programa UTIs Brasileiras, uma iniciativa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com a Epimed Solutions criada para reconhecer e premiar as UTIs que demonstraram excelência em desempenho e qualidade no atendimento a pacientes críticos ao longo de cada ano. Em 2025, cerca de 800 hospitais foram monitorados pelo programa. Desses, 332 alcançaram os melhores resultados e receberam o reconhecimento, sendo 115 na categoria UTI eficiente. Em comparação ao ciclo anterior, houve crescimento de 29,3% na participação de unidades públicas, passando de 58 para 75 unidades vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) entre os reconhecidos. Trabalho coletivo A conquista reflete uma combinação de fatores como equipe altamente dedicada, gestão participativa com o envolvimento de múltiplos profissionais e protocolos bem-definidos. Na prática, isso se traduz em mais segurança, decisões clínicas mais assertivas e melhores resultados para os pacientes. Sidney Sotero, chefe da UTI do HRL, comemora a distinção: “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores” “É o reconhecimento de uma equipe que se dedica a oferecer o melhor atendimento ao usuário do SUS, com foco na excelência da assistência”, afirma a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco. “O principal fator que contribuiu para essa certificação foi o espírito de coletividade e colaboração da equipe”, reforça o chefe da UTI do hospital, Sidney Sotero. “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores.” [LEIA_TAMBEM]A UTI do HRL conta com uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos e odontólogos intensivistas, entre outros. O setor possui dez leitos, sendo quatro destinados ao pós-operatório de cirurgias eletivas, incluindo procedimentos complexos, como cirurgias de coluna — área em que o hospital é referência na região Centro-Oeste. Entre os indicadores avaliados, um dos principais é a mortalidade ajustada, que analisa o risco de óbito dos pacientes internados. “A taxa de mortalidade ajustada na UTI do HRL é de aproximadamente 0,5, indicando que, a cada dois pacientes com expectativa de óbito, apenas um falece”, detalha Sotero. “Esse resultado reflete a qualidade da assistência, o cuidado e o empenho da equipe”. O programa Criado em 2015, o programa UTIs Brasileiras é considerado o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de terapia intensiva do mundo. O monitoramento contínuo permite reunir informações sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, caracterizando o perfil epidemiológico das UTIs no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Hmib e HRL estão em lista de melhores hospitais públicos do país
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e o Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, estão em levantamento inédito com os cem melhores hospitais públicos do Brasil. O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em parceria com a OPAS-OMS (Organização Pan-Americana de Saúde), Instituto Ética Saúde (IES), Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). “Com essa premiação, buscamos reconhecer e divulgar as melhores práticas de gestão e assistência à saúde na rede pública hospitalar do país, bem como promover a melhoria contínua da qualidade e da eficiência dos serviços públicos de saúde prestados à população”, afirma o médico Renilson Rehem, idealizador do projeto. A diretora do Hmib, Marina Silveira, destacou o reconhecimento do trabalho ético e comprometido de médicos, enfermeiros, equipes multiprofissionais, profissionais administrativos e colaboradores. “Isso é resultado de um esforço coletivo pautado na assistência humanizada, na qualificação contínua e no compromisso permanente com a saúde de gestantes, recém-nascidos, crianças e famílias que confiam em nosso cuidado. A unidade segue firme em sua missão de oferecer um serviço público de qualidade, seguro e resolutivo”, disse. Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) está em levantamento com os 100 melhores hospitais públicos do Brasil | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Para definição da lista, foram usados critérios de acreditação hospitalar, taxas de ocupação e taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de terapia intensiva e tempo médio de permanência dos pacientes internados, dentre outros. A superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco, também destacou o reconhecimento. “Isso é resultado do esforço diário de uma equipe multidisciplinar que se dedica com amor, profissionalismo e espírito de coletividade, porque acredita que pode fazer a diferença para o crescimento do SUS. Parabéns a todos servidores do HRL”. A lista considera serviços hospitalares dos governos federal, estadual ou municipal, com assistência 100% pelo SUS, sem nenhum tipo de atendimento por operadora de saúde. A seleção inclui hospitais gerais e hospitais especializados, com mais de 50 leitos e produção registrada no Ministério da Saúde. Confira a lista completa. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
Ler mais...
Hospital da Região Leste é o primeiro a receber anestesistas do programa OperaDF
A espera por cirurgias, em hospitais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) começou a ser reduzida com o programa OperaDF. O Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, foi o primeiro a receber anestesistas contratados pelo programa. O foco é agilizar a realização de cirurgias e diminuir o tempo de espera. “Esperamos atender com mais agilidade os casos de cirurgias eletivas ortopédicas e de coluna já autorizadas”, Alessandra Hilbert, diretora do HRL O quadro de anestesistas na unidade foi reforçado, permitindo ampliar as atividades no centro cirúrgico. Já na primeira semana, houve dez turnos de procedimentos a mais: enquanto anestesistas servidores da SES-DF atendiam casos urgentes, os contratados atuavam nas cirurgias eletivas. “Esperamos atender com mais agilidade os casos de cirurgias eletivas ortopédicas e de coluna já autorizadas”, afirma a diretora do HRL, Alessandra Hilbert. A medida já fez diferença para a auxiliar de serviços Natália Ferreira, 39 anos. Com uma fratura no braço, ela estava aguardando o procedimento cirúrgico, desmarcado por falta de anestesistas. “É muito ruim ficar internada em um hospital. Agora vou para casa, é uma grande alegria”, comemora. Procedimentos de alta complexidade Natália Ferreira da Silva comemora a alta hospitalar, após passar por cirurgia ortopédica no HRL | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A diretora do HRL explica que o objetivo é atender à demanda de procedimentos de grande porte. “Na maioria dos hospitais, em um único turno de sala cirúrgica, é possível realizar de duas a três cirurgias. Mas aqui no HRL somos referência de ortopedia, que inclui operações complexas, como a de coluna, por exemplo, que pode chegar a dez horas”, detalha. O HRL conta com cirurgiões qualificados e equipamentos de última geração, como microscópios, carrinhos de anestesia e radioscopia. “Temos tudo o que há de melhor no centro cirúrgico para receber esses pacientes”, assegura a diretora. Além de beneficiar os usuários, a expectativa é levar melhorias a todos os setores do hospital. Segundo Hilbert, um dos impactos será liberar leitos ocupados por pacientes aguardando cirurgias. “Hoje, para casos não urgentes, estamos atendendo com três, quatro dias de espera, principalmente por conta dos exames preparatórios.” Anestesistas A Secretaria de Saúde contratou 5,4 mil horas de plantões de anestesistas; HRL foi o primeiro hospital beneficiado [LEIA_TAMBEM]O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, lembra que a contratação de anestesistas tem sido cada vez mais difícil na rede pública. “Anestesia é uma área de difícil provimento. Fazemos o concurso, mas não há interessados. Com a contratação do serviço de profissionais da rede complementar, pretendemos preencher em parte essa lacuna e melhorar o atendimento oferecido à nossa população”, explica. São 5,4 mil horas de plantões de anestesistas à disposição da SES-DF por meio do programa OperaDF. Além do HRL, os hospitais regionais da Asa Norte (Hran), de Ceilândia (HRC), de Planaltina (HRPl), de Taguatinga (HRT) e o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) receberão o reforço. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
Ler mais...