Ação incentiva doação de brinquedos em campanha do Dia das Crianças
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental participa da Campanha Dia das Crianças 2026 — Uma volta ao mundo —, iniciativa coordenada pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social do Governo do Distrito Federal. A mobilização convida servidores, colaboradores e a comunidade a contribuírem com a arrecadação de brinquedos destinados a crianças atendidas por instituições parceiras. Neste ano, a campanha passou por ajustes no calendário e na organização das ações. A arrecadação segue até 30 de outubro, enquanto a entrega dos brinquedos será realizada posteriormente, após o período eleitoral. Como participar Servidores, colaboradores e a comunidade podem participar da campanha doando brinquedos novos ou em boas condições de conservação. No Brasília Ambiental, foram instaladas duas caixas coletoras para receber as doações: uma no térreo da sede do instituto e outra no Parque Ecológico Olhos D’Água. Vale lembrar a importância de higienizar os brinquedos de plástico, metal ou madeira com água e sabão ou álcool 70% e colocá-los em um saco plástico transparente, facilitando o manuseio. Os brinquedos arrecadados passam por triagem antes de serem destinados às instituições participantes, garantindo condições adequadas para as crianças que receberão as doações. A campanha reforça a importância da solidariedade e da participação coletiva. Mais do que arrecadar brinquedos, a iniciativa busca criar uma rede de colaboração capaz de proporcionar momentos de alegria e novas experiências para crianças do DF. Uma volta ao mundo Com o tema “Uma volta ao mundo”, a campanha propõe uma jornada de solidariedade por meio das doações. A programação prevê, ainda, ações pontuais em outubro com crianças de instituições parceiras, incluindo visitas a parques de diversões, atividades culturais e outras experiências. Para os pontos focais da campanha nos órgãos participantes, a orientação é divulgar e incentivar as doações, organizar os pontos de arrecadação e realizar a triagem dos brinquedos recebidos. No Brasília Ambiental, a campanha representa mais uma oportunidade de mobilizar servidores e a comunidade em torno de uma ação social, fortalecendo valores como solidariedade, cuidado e responsabilidade coletiva. Participe e faça parte dessa corrente de solidariedade! Cada ponto de arrecadação é uma ponte entre a solidariedade e uma criança. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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GDF participa de debate sobre unidades de conservação e turismo
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental marcou presença, na tarde desta terça-feira (22), na 26ª Semana Universitária (Semuni) da Universidade de Brasília (UnB), durante a realização da mesa redonda Gestão das Unidades de Conservação (parques) e o Turismo no Distrito Federal, com a participação social, realizado no módulo central do Centro de Excelência em Turismo (CET). O evento, que visa enriquecer as discussões e fortalecer a troca de conhecimento entre estudantes, pesquisadores e a comunidade, contou com a participação do superintendente de Unidades de Conservação, biodiversidade e Água do Instituto, Marcos João da Cunha, representando o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. “Nós temos unidades de conservação de uso sustentável que permitem a visitação e trazer isso para o contexto do turismo abre uma nova perspectiva de atração de público, de regiões mais afastadas ou até mesmo de outros estados, para que entendam mais sobre a importância da preservação da natureza”, disse o representante da autarquia. Durante sua apresentação na mesa, o superintendente falou sobre a experiência no cotidiano das unidades de conservação (UCs) do DF, os desafios e os parques ecológicos com maior vocação para o turismo. A mediação dos diálogos foi realizada pelo mestrando em turismo, Francisco Maciel, que também é agente de parques e unidades de conservação do Brasília Ambiental, atuando no Parque Ecológico do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico. “O Distrito Federal possui muitas unidades de conservação que são históricas, com relevância para a sociedade, que podem ser mais integradas, fomentadas no contexto do turismo”, opinou Maciel. A programação foi encerrada com a apresentação da diretora de gestão do conhecimento da Fundação Jardim Botânico de Brasília (FJBB), Priscila Rosa. A diretora falou sobre o histórico de criação da área, que é aberta à visitação do público, e sobre a Estação Ecológica, que compõe o complexo da unidade de conservação. A 26ª Semuni começou no dia 20 de setembro e segue até o dia 26 deste mês. O cronograma de atividades pode ser consultado nas redes sociais da UnB. *Com informações do Brasília Ambiental
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Parque Distrital das Águas, em Brazlândia, passa a ser unidade de conservação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Parque Distrital das Águas, localizado na região administrativa de Brazlândia, foi instituído pelo Governo do Distrito Federal por meio do decreto nº 49.364/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17/9). A novidade é resultado dos estudos técnicos e de consulta pública realizada pelo Instituto Brasília Ambiental junto à comunidade local, conduzidos entre final de 2025 e abril de 2026. O novo parque distrital surge com o objetivo de proteger os remanescentes de Cerrado e os recursos hídricos que alimentam o lago do rio Descoberto. É, também, uma condicionante técnica estabelecida junto ao órgão ambiental gestor federal (ICMBio) para viabilizar as alterações de zoneamento necessárias à expansão urbana sustentável e regular de Brazlândia. Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental A unidade de conservação conta com uma área total aproximada de 1,7 mil hectares e dispõe de rica fauna nativa variada, com destaque para as aves; flora nativa, com a ocorrência de espécies ameaçadas como Lessingianthus venosissimus (que faz parte de um grupo de plantas popularmente conhecidas como "vassourinhas"); e a Anemopaegma arvense (Catuaba). Protege, ainda, remanescentes das fitofisionomias vereda, cerrado sentido restrito, campo limpo, campo de murundus e mata de galeria. 1.700 hectares Área do Parque Distrital das Águas Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas sobre o Parque Distrital das Águas. O objetivo da área é conservar os remanescentes de vegetação nativa e proteger as áreas que desempenham funções hidrológicas relevantes para a infiltração e a recarga de aquíferos. O decreto define que essa faixa terá uma área total aproximada de 1.200 hectares. O Parque Distrital das Águas será administrado pelo Instituto Brasília Ambiental. Com esse decreto, o Distrito Federal passa a contar com 88 unidades de conservação, compreendendo aproximadamente entre 80% e 90% de áreas legalmente protegidas. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Governadora autoriza asfaltamento da Gleba 4 - Vista Bela
A governadora Celina Leão assinou, neste domingo (28), o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1, o que trará mais segurança, melhor trafegabilidade e o fim dos transtornos causados pela poeira no período de seca e pela lama durante as chuvas. “Fizemos uma reunião no Palácio do Buriti com várias lideranças, que apresentaram suas reivindicações. No dia seguinte, determinei uma visita técnica de todos os nossos secretários, levantamos as demandas e, em menos de 15 dias, já estamos assinando a ordem de serviço. Também destravamos as licenças ambientais necessárias para resolver esse problema”, explica a chefe do Executivo. Segundo Celina Leão, o governo está em ritmo acelerado, entregando as soluções com rapidez. “E aqui não é só o asfalto: estamos implantando mais de 18 quilômetros de iluminação pública, levando água regularizada e desenvolvendo diversas outras ações. Também definimos uma área para construir uma Unidade Básica de Saúde (UBS)”, concluiu. A governadora Celina Leão aproveitou para assinar, de uma vez, o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia, neste domingo (28) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A intervenção tem caráter de manutenção e, por ocorrer em uma via já consolidada, sem abertura de novos traçados ou supressão de vegetação nativa fora de áreas de preservação permanente (APP), recebeu do Instituto Brasília Ambiental a Dispensa de Licenciamento Ambiental, em razão do baixo impacto ecológico da obra. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que a análise para a autorização de obras considera os impactos ambientais em todo o Distrito Federal. Segundo ele, no caso do Vista Bela, a intervenção é de baixo impacto ambiental, o que permitiu agilizar a emissão da licença. “Não faz sentido segurar uma autorização ambiental quando isso acaba prejudicando a sociedade. Aqui, trata-se de uma melhoria na pavimentação. Estamos trabalhando para reduzir a burocracia e acelerar as entregas para a população”, afirmou. O gestor também destacou a publicação de um decreto sobre compensação florestal durante a agenda na QNR 6. “Todo impacto causado ao meio ambiente precisa ser compensado. Esse decreto estabelece critérios para que a compensação ambiental seja realizada em todas as obras de infraestrutura. Aqui, especificamente, trata-se de uma melhoria na pavimentação, com baixo impacto ambiental, e a sociedade merece esse investimento”, concluiu. Segundo o presidente da Associação de Moradores e Produtores Rurais do Incra 9, Robson da Silva, a pavimentação vai melhorar a qualidade de vida da comunidade e facilitar o trabalho dos produtores rurais. “No período de chuva, enfrentamos muita lama. Na seca, é essa poeira que todo mundo vê, o que dificulta muito a locomoção dos moradores. Além disso, esta é uma região de produtores rurais, integrante do Cinturão Verde de Brasília. Com a pavimentação, será muito mais fácil escoar a produção, transportar as mercadorias e levá-las aos pontos de comercialização. É uma melhoria que beneficia toda a comunidade”, afirmou. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1 Moradora do condomínio Vista Bela, que já conta com parte das vias pavimentadas, a servidora pública Ludmilla Duarte, 45 anos, lembra das dificuldades enfrentadas antes da chegada do asfalto, especialmente por causa da poeira e dos impactos na saúde da população. “A maioria das crianças desenvolveu asma ou bronquite por causa da poeira. A gente saía para trabalhar e precisava levar o sapato em uma sacolinha para calçar só quando chegava ao serviço, porque era insuportável. Nos meses de seca, com vento forte, a situação era muito difícil e o posto de saúde vivia cheio de pessoas com problemas respiratórios”, relata. Segundo Ludmilla, o trecho já pavimentado trouxe melhorias perceptíveis para a qualidade de vida dos moradores, e a expectativa é que os benefícios se estendam ao restante do condomínio com a conclusão das obras. “Vai ser muito bom. Eu trabalho em um posto de saúde e participo de um grupo de caminhada. Hoje não conseguimos fazer todo o percurso porque parte da via ainda não é asfaltada. Onde caminhamos atualmente é perigoso, pois há muito movimento de ônibus e carros. Com a pavimentação, teremos um trajeto mais seguro e poderemos ampliar o percurso do grupo”, afirma.
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