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Instituto Nacional de Meteorologia

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Com previsão de chuvas no DF, Defesa Civil reforça orientações de segurança e importância dos alertas à população

Com a previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas para os próximos dias no Distrito Federal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) reforça a importância da prevenção e dos cuidados para evitar acidentes durante o período chuvoso. O trabalho inclui o monitoramento permanente das condições meteorológicas, a identificação de possíveis situações de risco e, quando necessário, o envio de alertas diretamente aos celulares da população. Alertas são expedidos pela Defesa Civil para que a população adote procedimentos de segurança durante as chuvas | Foto: Divulgação/SSP-DF De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão para os próximos dias é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com possibilidade de aumento dos acumulados de chuva a partir do fim de semana. Embora a ocorrência de precipitações não signifique, necessariamente, a emissão de alertas, as equipes da Defesa Civil acompanham continuamente as condições do tempo para avaliar a necessidade de orientar os moradores de áreas que possam ser afetadas. “A segurança pública também envolve antecipar situações de perigo e proteger vidas antes que uma ocorrência aconteça” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atenção deve ser redobrada porque, durante o período chuvoso, as condições meteorológicas podem mudar rapidamente. Chuvas localizadas, acompanhadas ou não de rajadas de vento e descargas elétricas, podem provocar alagamentos, enxurradas, quedas de árvores, erosões e danos a edificações. Os riscos são maiores em regiões com deficiência de drenagem, próximas a córregos, encostas ou outros locais vulneráveis. “A segurança pública também envolve antecipar situações de perigo e proteger vidas antes que uma ocorrência aconteça”, lembra o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. “A Defesa Civil, que integra a estrutura da Secretaria de Segurança Pública, realiza um trabalho essencial de monitoramento, prevenção e orientação. Os alertas são uma ferramenta importante porque permitem que as pessoas recebam informações sobre possíveis riscos e adotem medidas para proteger a si mesmas e suas famílias. Mas é fundamental que cada cidadão também faça a sua parte, acompanhando os avisos e respeitando as recomendações de segurança.” Como funcionam os alertas A emissão dos avisos é resultado de um trabalho técnico executado pelas equipes de plantão da Defesa Civil, que acompanham informações meteorológicas, imagens de satélite e outros dados para identificar situações que possam representar ameaça à população. O órgão utiliza a Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), plataforma vinculada ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, para encaminhar mensagens de risco. Uma das modalidades é o envio de SMS aos celulares previamente cadastrados, com informações sobre a situação identificada e orientações de proteção. “É importante compreender que, ao receber uma mensagem, o cidadão deve levar a orientação a sério e evitar qualquer exposição desnecessária ao risco” Jarbas Delfino Gomes, gerente administrativo e de comunicação da Defesa Civil A decisão de emitir um alerta considera as condições observadas e a possibilidade de agravamento do risco. Isso significa que a simples previsão de chuva não determina, automaticamente, o envio de mensagens. Da mesma forma, os alertas podem ser direcionados a regiões específicas, conforme as características do evento e as áreas potencialmente afetadas. “Nem toda chuva representa uma situação de risco que justifique a emissão de um alerta”, pontua o gerente administrativo e de comunicação da Defesa Civil, Jarbas Delfino Gomes. “Nossas equipes acompanham permanentemente as condições meteorológicas e avaliam a evolução dos fenômenos para identificar quando é necessário comunicar à população. O alerta tem uma finalidade preventiva: dar às pessoas a oportunidade de reconhecer o perigo e adotar medidas de proteção. Por isso, é importante compreender que, ao receber uma mensagem, o cidadão deve levar a orientação a sério e evitar qualquer exposição desnecessária ao risco.” Como receber os avisos no celular O cadastramento para receber os alertas por SMS é gratuito e pode ser feito em poucos segundos. Basta enviar uma mensagem de texto com o CEP da residência, do trabalho ou de outra localidade de interesse para o número 40199. Após o cadastro, o cidadão poderá receber mensagens relacionadas a situações de risco na região informada. É possível cadastrar mais de um CEP, o que permite acompanhar também as condições de outros locais frequentados pela família. A recomendação é manter o cadastro por SMS atualizado e acompanhar as informações divulgadas pelos órgãos oficiais. Cuidados A Defesa Civil ressalta que atitudes simples podem fazer diferença na prevenção de acidentes. Durante as chuvas, a principal recomendação é evitar a exposição a situações de risco e não subestimar a força da água, dos ventos ou das descargas elétricas. Nas ruas e durante os deslocamentos, a orientação é evitar áreas alagadas, não atravessar enxurradas e procurar locais seguros quando houver chuva intensa. A água pode esconder buracos, bueiros abertos, fios energizados e outros obstáculos. Mesmo pontos que parecem apresentar pouca profundidade podem representar perigo, especialmente quando há correnteza. Motoristas também devem redobrar a atenção. A Defesa Civil recomenda não tentar atravessar vias alagadas, já que não é possível identificar com segurança a profundidade da água ou as condições do pavimento. Quando houver acúmulo significativo de água, a alternativa mais segura é interromper o deslocamento em local protegido ou procurar outra rota. Durante tempestades com raios, é fundamental evitar áreas abertas, como campos de futebol, estacionamentos e quadras esportivas. Também não se deve procurar abrigo debaixo de árvores isoladas, permanecer próximo a cercas metálicas, postes, redes elétricas ou estruturas que possam conduzir eletricidade. [LEIA_TAMBEM]Piscinas, lagos, rios e cachoeiras devem ser evitados durante as tempestades. Além do risco de descargas elétricas, rios e cachoeiras podem apresentar elevação repentina do volume de água, inclusive quando a chuva ocorre em regiões distantes. Dentro de casa, a atenção deve estar voltada às condições da estrutura e das instalações elétricas. Durante tempestades com raios, recomenda-se evitar aparelhos conectados à tomada e contato com instalações hidráulicas. Se houver entrada de água na residência, o fornecimento de energia deve ser desligado pelo disjuntor, desde que seja possível fazê-lo com segurança, sem contato com água ou superfícies molhadas. Em situações de ventos fortes, os moradores devem permanecer afastados de janelas e portas de vidro, procurar abrigo em um cômodo interno e evitar áreas com risco de destelhamento. A população também deve observar sinais que possam indicar comprometimento de estruturas ou do terreno, como rachaduras que aumentam, inclinação de muros, movimentação de terra e surgimento de infiltrações. Nessas situações, a orientação é evitar permanecer no local ameaçado e buscar avaliação dos órgãos competentes. Emergência Em situações que representem risco imediato à vida, como desabamentos, quedas de árvores com vítimas, inundações e outras ocorrências que exijam salvamento, deve-se acionar o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), pelo telefone 193. A Defesa Civil também pode ser acionada pelo número 199, para orientações e solicitações relacionadas a situações de risco, incluindo avaliações de possíveis problemas estruturais.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais

O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate. Região registra índices baixos de umidade relativa do ar, com temperaturas mais altas durante a tarde; condição aumenta risco de incêndios | Imagem: Divulgação  As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada. Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica. No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais. Ações de prevenção  Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs). A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios. Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem. Operação Verde Vivo  3.786 Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones. Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones. Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano. Impacto ambiental e legislação Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d'água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa. Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital. A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental. Orientações Recomenda-se hidratação constante durante todo esse período de seca | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública. ► Evitar o uso do fogo Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas. ► Descarte seguro Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias. ► Cuidados com faíscas Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes. ► Cuidados de saúde Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h. ► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.  

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GDF trabalha no feriado para corrigir estragos deixados pela chuva

Este domingo (30) foi de fortes chuvas no Distrito Federal e de prejuízos registrados na região central da capital. Um dos pontos mais afetados foi a área do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), na 608 Sul. Graças à efetiva atuação das equipes do Governo do Distrito Federal (GDF), em menos de uma hora a situação já estava controlada, sem danos aos equipamentos médicos e os serviços prestados à população não foram afetados. O Hmib reuniu mais de 40 funcionários das equipes de limpeza e manutenção para trabalharem no domingo; nesta segunda-feira foi realizada uma força-tarefa no local | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu no domingo, em duas horas, 26,6 milímetros no Plano Piloto. Cerca de 15 vezes mais do que foi registrado no Paranoá (1,8 mm), por exemplo. Com a tempestade, o excesso de água acumulou no telhado do prédio e vazou para dentro dos corredores do hospital, atingindo algumas áreas, como o estacionamento e o corredor que liga à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). [Olho texto=”“O atendimento não foi afetado apesar do grande volume de água. O corredor que foi afetado já está todo seco e limpo. Também não foi preciso transferir nenhum paciente”” assinatura=”Wander Preusse, diretor administrativo do Hmib ” esquerda_direita_centro=”direta”] Apesar do ocorrido, a rotina do hospital seguiu normalmente. “O atendimento não foi afetado apesar do grande volume de água. O corredor que foi afetado já está todo seco e limpo. Também não foi preciso transferir nenhum paciente”, explicou o diretor administrativo do Hmib, Wander Preusse. Segundo ele, a ventania ocasionou a obstrução do fluxo da água pluvial. “Por conta do grande volume de chuva e ventos, muitos galhos e folhas obstruíram as calhas das lajes e gerou um entupimento. Isso acabou levando água para dentro do hospital”, disse. As chuvas do domingo também afetaram algumas tesourinhas e passagens subterrâneas das asas Norte e Sul; o SLU atuou para liberar o trânsito de pedestres Mais de 40 funcionários que integram as equipes de limpeza e manutenção predial do Hmib estão desde o domingo (30) atuando nas áreas interna e externa do hospital. Na tarde desta segunda (1º), foi realizada uma força-tarefa no local. “Assim que tomamos conhecimento da situação, nós enviamos uma equipe. Fizemos uma avaliação da situação do telhado, na parte elétrica e de qualquer outro ponto que pudesse prejudicar no funcionamento da unidade”, explicou o subsecretário de infraestrutura em saúde, Luciano Miguel. Além disso, houve desentupimento das calhas, limpeza no telhado e desobstrução de bocas de lobo no estacionamento e em outras áreas adjacentes ao Hmib. Os serviços foram feitos pelas equipes da Novacap, Administração Regional do Plano Piloto, Secretaria de Obras, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Secretaria de Saúde e devem continuar nesta terça-feira (2) ?Força-tarefa [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além dos estragos deixados pela chuva no Hmib, outros pontos no DF foram afetados, como a Feira da Torre e as tesourinhas e passagens subterrâneas das asas Sul e Norte. Nesta segunda-feira (1º), as equipes do SLU limparam todas as passagens para pedestres do Plano Piloto, que foram afetadas pelas chuvas. Com relação aos alagamentos na Feira da Torre, está prevista uma operação nesta terça-feira (2) envolvendo a Novacap, para fazer avaliação e implementação no sistema de drenagem no local.

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Temperaturas elevadas dos últimos dias exigem cuidados especiais

O Distrito Federal registrou nesta terça-feira (14) a temperatura mais elevada desde o início do ano. No período mais quente, os termômetros chegaram a registrar 32.6º, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Este cenário deve permanecer até esta quinta-feira (16). Desta forma, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), alerta a população a adotar alguns cuidados neste período. Adultos devem aumentar cuidados nos horários mais críticos, usar chapéus e protetor solar | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O cuidado com idosos e crianças é a primeira orientação da pasta. “Eles sentem mais rapidamente os efeitos do calor, por isso a atenção com esses públicos deve ser ainda maior, mas é importante que todos estejam atentos”, ressalta o coordenador de Operações da Defesa Civil, Gabriel Motta. Crianças devem evitar exposição excessiva ao sol, adultos – como saem mais às ruas – devem aumentar os cuidados, com uso de chapéus e protetor solar. Já os idosos devem evitar esforço no período entre 10h e 15h. “Uma dica vale para todos: mantenham-se hidratados”, alerta o coordenador. Umidade A Defesa Civil não fez nenhum alerta em relação à umidade, que mesmo diante das temperaturas elevadas, permanecem satisfatórias. “A umidade chegou a 25%. Os alertas são emitidos caso a umidade fique abaixo de 20% por três dias consecutivos”, completa. Os alertas são enviados após cadastro prévio, enviando o CEP para o número 40199. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Orientações importantes – Manter uma boa hidratação (água, sucos naturais, água de coco etc). Sugerimos portar sempre que possível uma garrafa para reposição de líquidos – Umedecer periodicamente as narinas e os olhos com soro fisiológico – Utilizar hidratantes labiais e cremes corporais para evitar ressecamento – Utilizar umidificador, baldes ou bacias com água ou panos molhados para elevar a umidade do ar em casa – Manter a adequada limpeza dos ambientes, evitando acúmulo de pó e favorecimento de ácaros e fungos, a fim de reduzir crises alérgicas – Dar especial atenção às crianças e idosos, monitorando principalmente a questão de hidratação e doenças respiratórias – Reduzir ou suspender, se possível, as atividades físicas nos períodos mais quente do dia – Dar preferência a refeições leves – Usar roupas leves, chapéu ou boné – Ficar atento a previsão do tempo e, em caso de *alerta de baixa umidade*, intensificar os cuidados *Com informações da SSP-DF

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