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Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF)

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Aberto edital para contratação de empresa especializada em gestão de resíduos de serviços de saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 008/2026 para a contratação de empresa especializada na gestão de resíduos de serviços de saúde. A iniciativa tem como objetivo reforçar a segurança sanitária e ambiental nas unidades administradas pelo Instituto. Responsável pela gestão das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal, além do Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e Hospital Cidade do Sol (HSol), o IgesDF lida diariamente com resíduos que exigem tratamento adequado e rigoroso controle. A destinação correta desses materiais é fundamental para prevenir riscos de contaminação, proteger profissionais e pacientes e preservar o meio ambiente. De acordo com o edital, os serviços incluem coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos, devendo ser executados conforme as normas técnicas e legislações vigentes, além de atender às especificações previstas no Elemento Técnico do processo de contratação. O período de acolhimento das propostas será de 23 a 27 de março, totalizando cinco dias úteis. Durante esse prazo, as empresas interessadas deverão cadastrar suas propostas e anexar a documentação de habilitação na plataforma Apoio Cotações. Todos os avisos e atualizações referentes ao processo de contratação serão publicados no site oficial do IgesDF. A recomendação é que os interessados acompanhem as informações e leiam atentamente o edital. Serviço Seleção de fornecedores: contratação de empresa especializada na gestão de resíduos de serviços de saúde Acolhimento das propostas: 23 a 27 de março de 2026 Plataforma: Apoio Cotações – Cotação nº 1482693 Cadastro e envio de propostas: Apoio Login Informações: compras.servicos@igesdf.org.br *Com informações do IgesDF

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Mais acessibilidade e cirurgias para ostomizados no Hospital de Base

Uma série de ações para melhorar o atendimento dos pacientes ostomizados foi anunciada pela diretora-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Mariela Souza de Jesus, após visita nesta terça-feira (21) às instalações da proctologia, onde esse público é atendido no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O chefe da Unidade de Proctologia do HBDF, João Batista Tajra, acompanhou a diretora-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, e a representante dos pacientes ostomizados, Ana Paula Batista Soledade, em visita ao Hospital de Base | Foto: Divulgação/Iges-DF “O nosso foco é promover ações voltadas para acessibilidade, ampliação de cirurgias, abastecimento de insumos e análise do parque tecnológico necessário para o atendimento desses pacientes”, afirmou a gestora. Ostomizados são aqueles pacientes submetidos a intervenção cirúrgica para criar um caminho alternativo para a saída de fezes ou urina, assim como auxiliar na respiração ou na alimentação. Durante a visita, Mariela Souza estava acompanhada de Ana Paula Batista Soledade, que preside o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Coddede), a Associação dos Ostomizados do DF e o Movimento dos Ostomizados do Brasil (MOBR). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diretora-presidente do Iges-DF contou com a expertise de Ana Soledade para identificar as melhorias que foram anunciadas após a visita. “Hoje, apresentamos barreiras e dificuldades encontradas por esses usuários. Também demos encaminhamentos importantes. Vejo que esse é o início para que possamos fortalecer o atendimento dessas pessoas, melhorando o padrão de cuidados e a acessibilidade, proporcionando melhor qualidade de vida”, disse. No final da visita, que também contou com a participação do chefe da Unidade de Proctologia, João Batista Tajra, a diretora-presidente do Iges-DF pediu um levantamento da quantidade de pacientes ostomizados atendidos no HBDF e que têm indicação para cirurgia de reversão (retirada de bolsa de colostomia), bem como um relatório de adaptações necessárias na infraestrutura. No caso dos ostomizados, uma das exigências é que os vasos sanitários sejam instalados com altura maior do que o normal, conforme normas de acessibilidade para esse público. *Com informações do Iges-DF

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Hospital de Santa Maria amplia espaço do PS Infantil

Com uma alta demanda de crianças com doenças respiratórias, a pediatria do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) operou em 162% da capacidade ao longo do mês de maio. Os dados são da superintendência da unidade, que é administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). A capacidade física da pediatria é de seis leitos de box e 12 de observação no pronto-socorro. Na enfermaria, são 33 leitos, sendo 21 para pediatria geral e 12 para pacientes crônicos. [Olho texto=”“Com o aumento crescente da demanda por atendimento infantil, decidimos tornar esse pronto-socorro em infantil de baixa complexidade” ” assinatura=”Guilherme Porfírio, gerente geral de assistência do HRSM” esquerda_direita_centro=”direita”] O HRSM ativou recentemente um pronto-socorro específico para suspeita de dengue, que tem sido pouco procurado. “Com o aumento crescente da demanda por atendimento infantil, decidimos tornar esse pronto-socorro em infantil de baixa complexidade, com o objetivo de atender as crianças na fase inicial da doença e tentar evitar a progressão para fase mais grave, visando proporcionar maior conforto aos pacientes infantis e seus tutores”, explica o médico Guilherme Porfírio, gerente geral de assistência do HRSM. A diretora- presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, fala que, embora tente-se atender toda a demanda de saúde infantil diariamente, é sempre importante lembrar que o HRSM opera acima da sua capacidade por atender a solicitação de mais de uma região do DF e do entorno. “Não se medem esforços dos profissionais e gestores do hospital, por isso estamos ampliando o PS. É importante que os pais atentem-se às orientações dos médicos com medidas preventivas neste período do ano em que o número de doenças respiratórias aumenta”, informa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a chefe do Serviço de Pediatria do HRSM, Débora Cruvinel, a quantidade de atendimentos – acima do previsto para a estrutura física e de recursos humanos – é fruto do esforço que as equipes têm feito para dar assistência ao maior número de crianças possível. “Em vários dias, temos todos os leitos ocupados no pronto-socorro”, descreveu. Segundo a médica, há quatro pediatras em todos os períodos para atender no pronto-socorro, quantidade de pediatras adequada ao dimensionamento feito para a unidade. “Nossa dificuldade está em atender um número populacional maior do que a nossa capacidade física e técnica operacional. Atendemos todo entorno sul do Distrito Federal”, disse. Dados De acordo com o relatório da superintendência, a porcentagem de atendimentos na pediatria do HRSM compreende 56% de pacientes do DF e 44% do entorno sul. Desses, os mais prevalentes são: Novo Gama, 15%; Valparaíso, 15%; e 10%, Luziânia. Sazonalidade O aumento das doenças respiratórias é esperado nesta época do ano. Por isso, é importante que os pais estejam atentos às medidas preventivas simples que devem ser adotadas para evitar a transmissão dessas doenças, que têm como principais sintomas febre, tosse e coriza. Confira: – Aumente a frequência da oferta de água para maior hidratação do corpo; – Aumente a frequência da amamentação; – Evite aglomerações e ambientes fechados, onde há maior propagação de vírus e bactérias; – Mantenha os ambientes ventilados; – Higienize as mãos da criança com água e sabão; – Evite contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios; – Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e copos. *Com informações do Iges-DF  

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Hospital de Santa Maria celebra Dia Nacional de Doação de Leite Materno

Um choro baixinho, mas um coração forte. Essa é a realidade de muitos dos bebês que nascem prematuramente e precisam de cuidados intensivos para estarem aptos à alta hospitalar. Dentro desses cuidados, a nutrição com leite materno, muitas vezes doado por lactantes que não a mãe, é fundamental para a plena recuperação dos bebês. William dos Santos é um dos pequenos que está internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há 40 dias e que é alimentado pelo Banco de Leite Humano do HRSM. William nasceu no sexto mês de gestação com apenas 956 gramas, e hoje pesa 1,3 kg, mas precisa chegar aos dois quilos para ir para casa. Por enquanto, o leite chega a ele por uma sonda de alimentação, já que o sistema gastrointestinal dele é muito imaturo. Nos primeiros dias de vida, dois mililitros de leite materno servidos a cada três horas eram suficientes. Hoje, William consome 24 mililitros. A mãe de William, Laissa dos Santos, 18 anos, mora em Luziânia e trabalha como auxiliar de cozinha. Ela conta que William nasceu antes do previsto por causa do descolamento da placenta. “São poucos os momentos em que posso segurá-lo nos braços. Não posso amamentá-lo diretamente, mas o leite que produzo eu entrego ao banco de leite, porque sei da importância disso para a vida dele e para a de outros bebês também”, diz. [Numeralha titulo_grande=”280.435″ texto=”Quantidade de litros de leite que o Banco de Leite do HRSM já coletou neste ano, até abril” esquerda_direita_centro=”direita”] Nem todas as mães de bebês prematuros produzem leite por causa do estresse gerado pela internação do filho. Por isso, há uma equipe especializada no tratamento do leite humano: coleta, preparo e distribuição. Desde as 7h, técnicas de enfermagem preparam potes e caixas de armazenamento que são entregues a uma dupla de bombeiros militares do DF responsável pela coleta do alimento na casa das mães doadoras. Eles saem do hospital por volta das 8h e, a partir daí, cronometram o tempo para que toda a rota de endereços das doadoras seja realizada em até seis horas, assegurando a qualidade do leite. Os prematuros são alimentados a cada três horas, e a quantidade é calculada baseada no tamanho e o correto desenvolvimento dos bebês. A técnica de enfermagem Luciene Alves de Melo explica que, para chegar até os bebês, o leite passa pelas etapas de coleta, armazenagem, testes de cheiro e de visão para observação do aspecto do leite, testes biológicos para detecção de micro-organismos, pasteurização, fracionamento e distribuição. “Além disso, as mães que fazem as doações são submetidas, a cada semestre, à testagem de doenças como HIV, sífilis e hepatite.” A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva trabalha há dez anos fazendo a coleta nas casas das doadoras. Ela conta que a rota é organizada de acordo com a proximidade dos endereços, melhorando a logística e otimizando o tempo. “Muitas vezes, acabo criando laços de amizade com as doadoras e conhecendo todos os filhos delas”, contou a bombeira. Quando a equipe chega à casa da doadora, os potes cheios são recolhidos e são entregues novos kits com recipientes vazios para que as mães façam a coleta. Nessa terça-feira (17), o recolhimento foi diferente. Em razão do Dia Nacional de Doação de Leite Humano, celebrado oficialmente em 19 de maio, as 13 doadoras visitadas receberam como homenagem um mini pote confeccionado de papel, simbolizando o frasco de leite materno. “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado”, explica a bombeira. A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva ressalta: “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado” | Fotos: Davidyson Damasceno Uma das mães homenageadas é Denise Raiane Gomes da Silva, 27 anos, moradora de Santa Maria que semanalmente doa entre 20 e 30 potes de aproximadamente 400 ml. Ela é mãe de Richard Ferreira da Silva, que está com dois meses de vida. Apenas na terça-feira, a doadora chegou a fornecer mais de seis litros. “Comecei a doar desde o início, porque produzia muito leite e eu sabia que tinha muito bebê precisando. Sinto muita gratidão e agradeço a Deus por ter tanto leite assim para o meu filho e para ajudar outros nenéns”, afirma. Outra mãe doadora assídua é Joice Cristinne Alves, 24 anos, moradora do Jardim Ingá e mãe de Maria Júlia Ribeiro, que está com dois meses de vida. “Eu resolvi doar porque minha filha nasceu no Hospital do Gama e vi muitas crianças necessitando de leite, várias mães não produziam o suficiente. Então, como eu tenho muito, divido. Em média, estou doando sete potes por semana”, frisa. Mãe de João Miguel Santos Cardoso, que tem dois meses de vida, a doadora Bruna Stephany da Silva, 23 anos, conta que trabalha como enfermeira e sabe muito bem a importância da doação. “O leite materno é um anticorpo pronto e é de extrema importância para os bebezinhos internados na UTI. Então, como eu não tenho dificuldade em ordenhar, faço a doação. Graças a Deus, tenho muito leite para o meu bebê e para outros que precisam.” Bancos de leite O DF conta com uma rede de 14 bancos de leite humano, sendo um deles do HRSM, que é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF). A chefe do Banco de Leite do HRSM, Maria Helena Santos, explica que o leite materno é muito importante para todos os bebês até os seis meses de vida em razão dos inúmeros anticorpos. “Sempre incentivamos o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e complementar até os dois anos. O leite materno é como se fosse uma vacina para o bebê, possui muitas propriedades benéficas e ajuda no desenvolvimento e crescimento”, cita a profissional. Segundo ela, em razão do HRSM ser uma unidade referência em gestação de alto risco, há muitos prematuros com baixo peso. “Para atender esses bebês, precisamos de um volume considerável de leite humano. Por isso, convidamos essas mães que têm volume excedente a fazerem a doação.” Dados O HRSM fornece leite materno para a Utin, que possui 20 leitos, a Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCo), que conta com dez leitos, a Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), com cinco leitos, além da pediatria, maternidade e centro obstétrico conforme a demanda. O Banco de Leite do HRSM já coletou neste ano, até abril, 280.435 litros de leite. Como doar As mães que desejarem contribuir com essa ação de solidariedade podem se cadastrar pelo site Amamenta Brasília, ligando no telefone 160 – opção 4, ou pelo telefone do Banco de Leite de Santa Maria: (61) 2017-1500, ramal 5529. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite mais próximo. Após o cadastro, uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) visita a residência para deixar o kit de doação (frascos, máscara e touca). O recolhimento é feito semanalmente, assim a mãe não precisa sair de casa para contribuir. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF  

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