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Jardim Zoológico de Brasília

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Zoológico de Brasília lança edital para serviços médico-veterinários

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) divulgou, nesta quarta-feira (22), no Diário Oficial do DF, edital de chamamento público com o objetivo de firmar termo de colaboração com uma Organização da Sociedade Civil (OSC). A entidade selecionada será responsável pela execução integrada dos serviços médico-veterinários prestados no Hospital Veterinário do Zoológico. O edital é direcionado a organizações com experiência comprovada na área. A colaboração prevê a realização de atividades como atendimento clínico e cirúrgico, manejo, internação, reabilitação e monitoramento da saúde dos animais, além de ações complementares que podem incluir o transporte de indivíduos, quando necessário. Os serviços deverão ser executados nas dependências do Hospital Veterinário e em outras instalações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília Os serviços deverão ser executados nas dependências do hospital veterinário e em outras instalações da FJZB, garantindo suporte integral aos animais sob responsabilidade da instituição. A parceria também contempla, quando pertinente, o atendimento a animais silvestres de vida livre que frequentam a área do zoológico, alinhado ao conceito de saúde única e à proteção sanitária dos animais. A iniciativa faz parte das ações da Fundação para fortalecer a qualidade dos serviços prestados, ampliar a capacidade de atendimento e garantir o bem-estar animal no Zoológico de Brasília. O valor estimado para a execução do objeto é de até R$ 7,2 milhões por exercício financeiro, conforme as condições estabelecidas no edital. As organizações interessadas deverão apresentar um plano de trabalho detalhado, conforme as diretrizes estabelecidas. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília

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Caju e Castanha são os nomes escolhidos para os filhotes de sauim-de-coleira do Zoo de Brasília

Os filhotes de sauim-de-coleira Saguinus bicolor nascidos no Zoológico de Brasília já têm nome definido. Após uma enquete aberta ao público nas redes sociais, Caju e Castanha foram os nomes mais votados, em uma mobilização que reuniu mais de 3.800 votos em apenas 24 horas. Na votação, o nome Caju, para o filhote macho, recebeu 1.063 votos, enquanto Castanha, para a fêmea, foi escolhido por 882 pessoas, consolidando a preferência do público e reforçando o engajamento dos visitantes com as ações do Zoo. Os filhotes nasceram em setembro de 2025, resultado de um manejo reprodutivo cuidadoso realizado pela equipe técnica do Zoológico de Brasília. Desde o nascimento, eles são acompanhados de perto por médicos-veterinários e biólogos, garantindo o desenvolvimento saudável e o bem-estar dos animais. Espécie ameaçada Os filhotes nasceram em setembro de 2025, resultado de um manejo reprodutivo cuidadoso realizado pela equipe técnica do Zoológico de Brasília | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília O sauim-de-coleira é um primata endêmico da região de Manaus (AM) e está classificado como criticamente ameaçado de extinção, principalmente devido à perda e fragmentação de habitat causadas pelo avanço urbano. Programas de conservação, como os desenvolvidos por zoológicos, são fundamentais para a manutenção da diversidade genética da espécie e para ações de educação ambiental junto à população. Para o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, a participação do público vai além da escolha de nomes. “A interação com a sociedade é essencial para aproximar as pessoas da causa da conservação. Quando o público participa, ele se sente parte do processo e passa a compreender melhor a importância de proteger espécies ameaçadas", destacou. A iniciativa reforça o Zoológico de Brasília como espaço de educação, pesquisa e conservação, mostrando que pequenas ações de engajamento podem gerar grande impacto na conscientização ambiental.   *Com informações do Zoológico de Brasília

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Zoológico de Brasília capacita equipe do Cetas-DF para criação de insetos

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília promoveu um treinamento técnico para a equipe do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Distrito Federal, com foco na criação de insetos para alimentação e enriquecimento ambiental de animais silvestres sob cuidados humanos. A atividade foi conduzida pelo chefe do Núcleo de Artrópodes do Zoo, Renan Cassimiro, durante encontro realizado na quarta-feira (28). Durante a reunião, Renan destacou a grande diversidade de animais recebidos pelo Cetas-DF, entre eles indivíduos apreendidos do tráfico, vítimas de acidentes e aqueles em processo de reintrodução à natureza, cenários que demandam cuidados mais específicos com a alimentação. Segundo o chefe do Núcleo de Artrópodes, “é fundamental que a dieta desses animais seja a mais próxima possível da encontrada em ambiente natural, com qualidade nutricional adequada”, contexto no qual os insetos exercem papel essencial para a recuperação da saúde, bem como para o crescimento e a reabilitação, especialmente de animais que chegam em estado debilitado. A atividade foi conduzida pelo chefe do Núcleo de Artrópodes do Zoo, Renan Cassimiro | Foto: Mardônio Vieira/Zoológico de Brasília A proposta do Zoológico de Brasília, conforme explicou Renan, é “promover trocas de conhecimento com os Cetas de todo o país, áreas técnicas de outras instituições e universidades”, fortalecendo o manejo de insetos de forma simples, de baixo custo e com alto potencial reprodutivo. Além do suporte técnico, a equipe técnica do Zoológico de Brasília também tem atuado em parceria com outras instituições, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre do Distrito Federal (HFAUS), tanto com o fornecimento de insetos quanto com o treinamento de equipes, diante da crescente pesquisa desses organismos para a conservação e a saúde da fauna silvestre. Outras instituições interessadas em receber o apoio técnico da equipe do Zoológico de Brasília sobre o tema podem entrar em contato pelo seguinte número: (61) 98199-0271 (WhatsApp).   *Com informações do Zoológico de Brasília

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Zoológico de Brasília inaugura primeiro recinto de imersão com 15 espécies de aves brasileiras

O Zoológico de Brasília inaugura, nesta sexta (5), o seu primeiro recinto de imersão, um espaço que marca um novo momento para a instituição ao aproximar o público da biodiversidade brasileira de forma educativa e responsável. O aviário foi projetado para unir arquitetura, vegetação e bem-estar animal, criando um ambiente amplo onde as aves possam expressar comportamentos naturais, enquanto os visitantes vivenciam a experiência de caminhar dentro do habitat. O novo recinto abriga 15 espécies e 18 aves, todas brasileiras, além de borboletas e de tartarugas-tigre-d’água-sul-americanas, compondo um ambiente compartilhado entre aves e répteis. A visitação será aberta de quarta a domingo, das 9h30 às 15h, com grupos de até dez pessoas por vez, garantindo tranquilidade aos animais e melhor qualidade de experiência ao público. Entre as espécies presentes no aviário, a ararajuba se destaca pelo amarelo vibrante e por ser uma das aves mais ameaçadas de extinção no Brasil | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília Para o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, o aviário representa um avanço importante na missão educativa da instituição. “Queremos que as pessoas vivam uma experiência que vai além da observação. Aqui, o visitante entra no ambiente, percebe sons, cores e comportamentos das aves de perto e entende, na prática, por que a conservação da fauna brasileira é tão urgente”, afirma. Histórias da nossa biodiversidade Entre as espécies presentes no aviário, a ararajuba se destaca pelo amarelo vibrante e por ser uma das aves mais ameaçadas de extinção no Brasil. Já a jacutinga, de plumagem preta e branca, é uma grande aliada na dispersão de sementes na Mata Atlântica. O papagaio-de-peito-roxo, conhecido pelas penas arroxeadas no peito, é símbolo da Região Sul e enfrenta ameaças em seu habitat natural. Outro destaque é o mutum-de-penacho, uma ave de porte maior que se relaciona de forma intensa com os ambientes florestais, contribuindo para a dinâmica natural das áreas onde vive. Todas essas espécies ajudam a compor um espaço que reforça a importância da conservação e da educação ambiental, pilares da atuação do Zoológico de Brasília.     *Com informações do Zoológico de Brasília

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