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Ministério da Educação

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Concurso da carreira de desenvolvimento e assistência social amplia oportunidades

Na edição desta quinta-feira (21) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e da Mulher (SMDF) publicaram uma portaria conjunta que altera os requisitos para provimento no cargo de educador social, uma das especialidades de nível superior do próximo concurso da carreira de desenvolvimento e assistência social.  Portaria publicada pela Sedes-DF e mais duas secretarias amplia as chances de candidatos aos cargos do segmento, permitindo o ingresso de profissionais originários de várias áreas de informação | Foto: Divulgação/Sedes-DF Com isso, fica autorizada a nomeação da pessoa aprovada com diploma de conclusão de curso superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação. Antes, o ingresso na carreira era restrito aos graduados em cursos com licenciatura. Na prática, a medida permitirá a concorrência de um número maior de candidatos ao cargo, que tem previstas 128 vagas imediatas e de cadastro reserva. A mudança, para valer efetivamente no concurso, ainda precisa ser publicada em retificação do edital no DODF, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Com a atualização da descrição funcional, passamos a contemplar atividades de natureza socioassistencial e comunitária, ampliando a possibilidade de ingresso de profissionais de diferentes áreas do conhecimento, sem comprometer a qualidade do atendimento prestado à população” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social As vagas serão distribuídas entre as três secretarias. A remuneração prevista para o cargo de educador social é de R$ 6.071,09, com gratificações aplicáveis conforme a lotação e vale-alimentação no valor de R$ 640. Para viabilizar o ingresso de candidatos com qualquer graduação, com garantia de segurança jurídica, a portaria também traz alterações na descrição do cargo de educador social, estabelecendo funções mais amplas de natureza socioassistencial e comunitária e excluindo atribuições específicas ligadas à educação social e atividades pedagógicas — que seriam apropriadas apenas para candidatos graduados em cursos com licenciatura, que são aqueles voltados à formação de professores. “A alteração traz mais coerência entre as atribuições do cargo e a realidade do trabalho desenvolvido nas unidades socioassistenciais”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. “Com a atualização da descrição funcional, passamos a contemplar atividades de natureza socioassistencial e comunitária, ampliando a possibilidade de ingresso de profissionais de diferentes áreas do conhecimento, sem comprometer a qualidade do atendimento prestado à população”, detalha a secretária. “Essa medida fortalece a carreira e amplia as oportunidades para os candidatos ao concurso.” Provas [LEIA_TAMBEM]As provas estão marcadas para 6 de setembro, em dois turnos: a de especialista (nível superior) será aplicada pela manhã, e a de técnico (nível médio), à tarde. São 529 vagas imediatas para a Sedes-DF, 368 para a SMDF e 300 para a Sejus-DF. As inscrições começam em 9 de junho e devem ser feitas no site do Instituto Quadrix, banca responsável pela organização do certame, com valores de R$ 84 para o cargo de técnico e R$ 113 para o de especialista, além de isenção de taxa para doadores de sangue, de medula óssea, beneficiários de programas sociais do GDF e hipossuficientes. Para os cargos de técnico, serão preenchidas vagas de agente social (133), cuidador social (32) e técnico administrativo (398). Já os de especialista abrangem as áreas de administração (47), ciências contábeis (42), comunicação social (14), direito e legislação (115), economia (9), educação social (32), estatística (10), nutrição (41), pedagogia (121), psicologia (75), serviço social (125) e sociologia (3). Confira a publicação da portaria conjunta. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Rede nacional amplia apoio à educação especial inclusiva

A Secretaria de Educação (SEEDF) participou, nesta quinta-feira (30), de uma reunião técnica sobre a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, iniciativa do Ministério da Educação que busca alinhar diretrizes e fortalecer a atuação de estados e municípios. Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão:  “Com a rede, conseguimos alinhar diretrizes, ampliar a formação de profissionais e oferecer suporte técnico qualificado às redes de ensino, respeitando as especificidades de cada território” | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Para a Secretaria de Educação, é fundamental contar com diretrizes claras, apoio técnico e formação continuada, garantindo que nossas escolas estejam preparadas para atender, com qualidade e equidade, todos os estudantes” Iêdes Braga, secretária interina de Educação O encontro apresentou a estrutura da nova rede e suas bases de funcionamento. A proposta é aprimorar a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, atualizada por decretos publicados em 2025, com foco na ampliação do atendimento e na qualificação das redes de ensino. “A consolidação dessa rede nacional representa um avanço estratégico para a educação inclusiva”, avaliou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “Para a Secretaria de Educação, é fundamental contar com diretrizes claras, apoio técnico e formação continuada, garantindo que nossas escolas estejam preparadas para atender, com qualidade e equidade, todos os estudantes.” Fortalecimento da educação inclusiva A rede nasce com o propósito de integrar esforços, fortalecer as capacidades locais e assegurar que nenhuma estudante ou nenhum estudante fique à margem do processo educacional”, enfatizou Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão. “Estamos falando de garantir direitos e transformar realidades por meio da educação.” Segundo ela, a articulação entre os entes federativos é central para o funcionamento da política: “A construção dessa política é coletiva e exige articulação permanente entre os entes federativos. Com a rede, conseguimos alinhar diretrizes, ampliar a formação de profissionais e oferecer suporte técnico qualificado às redes de ensino, respeitando as especificidades de cada território”. Política nacional e investimentos A política nacional tem como eixo assegurar o acesso à educação sem discriminação, com igualdade de oportunidades para estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades. A base legal inclui a Constituição, a Lei de Diretrizes e Bases e a Lei Brasileira de Inclusão. Lançado na reunião, o primeiro volume dos Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais tem orientações para apoio aos gestores na formulação de políticas públicas Desde 2023, o Ministério da Educação destinou R$ 2,3 bilhões à área, com investimentos para estruturação do atendimento educacional especializado e formação de professores. Entre as ações, está o repasse de recursos para salas de recursos multifuncionais, que somaram mais de R$ 650 milhões no período, com nova previsão de investimento para 2026. A estratégia também prevê a atuação de centros de referência em todos os estados e o apoio de articuladores intersetoriais na implementação das políticas e na formação de profissionais. Cadernos de gestão [LEIA_TAMBEM]Durante a reunião, foi lançado o primeiro volume dos Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, voltado para a educação especial inclusiva. O material reúne orientações para apoiar gestores na formulação e implementação de políticas públicas com foco na equidade. Os cadernos organizam diretrizes em sete dimensões da gestão educacional, como planejamento, financiamento, formação de profissionais e monitoramento. Elaborados com a colaboração de especialistas, foram criados para traduzir conceitos técnicos em instrumentos aplicáveis ao dia a dia das redes de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação     

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Escola pública do DF ganha 2º Núcleo de Inovação Educacional

A rede pública de ensino do Distrito Federal ganhou, nesta segunda-feira (16), mais um reforço na política de inovação pedagógica. A Secretaria de Educação (SEEDF) inaugurou o segundo Núcleo de Inovação do DF, instalado no Centro de Ensino Médio 804, no Recanto das Emas. O espaço amplia o uso de tecnologias na educação e viabiliza a produção de conteúdos digitais, fortalecendo a educação híbrida, que combina atividades presenciais e não presenciais. Durante a inauguração do segundo núcleo, a Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, anunciou que há a previsão de novas unidades | Foto: Mary Leal/SEEDF “O MEC tem se comprometido cada vez mais com esse espaço de ampliar possibilidades pedagógicas para garantir o direito de aprendizagem nas redes públicas de todo o país” Tereza Santos, diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Básica do MEC A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou o avanço da iniciativa e a intenção de ampliar o projeto. “Já articulamos com o MEC [Ministério da Educação] a chegada de novas unidades”, afirmou. A primeira unidade foi aberta em março de 2024, na sede da secretaria. Após dois anos, o programa avança para dentro de uma escola da rede pública, ampliando o acesso às ferramentas de inovação pedagógica. A iniciativa integra políticas públicas como o Plano Distrital de Educação, a Política Nacional de Educação Digital e o programa Horizontes Digitais. A proposta é garantir que estudantes e professores tenham acesso a metodologias ativas e ferramentas tecnológicas, com foco no protagonismo juvenil e na melhoria da aprendizagem. “O MEC tem se comprometido cada vez mais com esse espaço de ampliar possibilidades pedagógicas para garantir o direito de aprendizagem nas redes públicas de todo o país”, enfatizou a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Básica do MEC, Tereza Santos. Núcleos planejados [LEIA_TAMBEM]A coordenadora-geral de Ensino Médio do MEC, Valdirene Alves, avaliou como bem-sucedida a escolha de instalar o núcleo dentro do CEM 804: “Vocês acertaram quando indicaram uma escola. Os espaços, na política nacional de ensino médio, devem apoiar a implementação dos itinerários formativos”. O Distrito Federal integra a Rede de Inovação para a Educação Híbrida, iniciativa federal criada em 2022 em parceria com a Universidade Federal de Alagoas. “Em um ano e meio, conseguimos não só o planejamento, mas também o projeto e a execução das obras, e a gente sabe que não é fácil no nosso país”, pontuou o coordenador-geral da rede, Ibisem Bittencourt. Em todo o país, pontuou ele, 52 núcleos foram planejados e 47 já foram concluídos Com o novo núcleo, a expectativa é que os conteúdos produzidos passem a integrar os materiais pedagógicos da rede e as formações de professores. A estratégia também amplia o acesso à educação de qualidade, especialmente para estudantes do ensino médio noturno, e contribui para a formação de jovens preparados para os desafios da cidadania digital. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Colégio Militar Tiradentes se destaca entre os melhores do Brasil no Enem 2024

O Colégio Militar Tiradentes, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), foi oficialmente reconhecido como uma das 15 melhores instituições de ensino médio do Distrito Federal com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. A escola, que ocupa a 15ª colocação no ranking geral, é a única instituição pública de ensino do DF presente na lista divulgada - com os 15 primeiros lugares de cada unidade da Federação - pelo Ministério da Educação (MEC) na semana passada. Média de quase 660 pontos na avaliação do MEC reflete a excelência de ensino do colégio | Foto: Divulgação/Colégio Militar Tiradentes Localizado no Setor Policial Sul, o Colégio Militar Tiradentes obteve média de 659,42 pontos, considerando as quatro provas objetivas (Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza) e a redação. O resultado reforça o compromisso da PMDF com a excelência acadêmica e a formação cidadã dos jovens brasilienses. O Colégio Militar Tiradentes tem se consolidado como referência em disciplina, responsabilidade e alto desempenho educacional. O modelo pedagógico adotado na unidade valoriza a ética, o civismo e o respeito à hierarquia, alinhando-se aos valores da corporação. Além do conteúdo acadêmico de qualidade, os alunos têm acesso a programas de formação complementar, atividades cívicas e incentivo à prática esportiva. De acordo com a metodologia adotada pelo MEC, o ranking leva em conta a média das provas apenas dos estudantes que compareceram aos dois dias de aplicação do exame. Escolas com menos de dez participantes não entram no cálculo oficial. No caso do Colégio Militar Tiradentes, a nota reflete a dedicação dos estudantes, o empenho do corpo docente e o acompanhamento rigoroso da equipe pedagógica.   *Com informações da PMDF  

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