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Museu Vivo da Memória Candanga

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Roteiro cultural no DF tem teatro, percussão, exposições e atividades de férias

Teatro em Arniqueira, percussão em Ceilândia, exposições em museus e atividades de férias em biblioteca compõem a agenda cultural do Distrito Federal entre esta quinta-feira (23) e a próxima quarta-feira (29). O roteiro também inclui oficinas, clubes de leitura, aulas abertas, cinema universitário, apresentações musicais e a abertura de uma mostra dedicada a artistas de diferentes territórios da Amazônia. Em Arniqueira, o espetáculo Estranhoíntimo será apresentado de quinta-feira (23) a domingo (26), com entrada gratuita. A montagem parte da fusão das dramaturgias Amores Surdos, de Grace Passô, e Leão no Aquário, de Vinícius de Souza, para abordar relações familiares marcadas por afeto, conflito, convivência e distanciamento. As apresentações serão na administração regional da cidade (ADE Conjunto 02, lotes 33/34). Na quinta e na sexta-feira (24), as sessões ocorrerão às 20h. No sábado (25) e no domingo (26), haverá apresentações às 18h e às 20h. O espetáculo Estranhoíntimo estará em cartaz em Arniqueira, de quinta a domingo | Foto: Jordana Mascarenhas/Divulgação Em Ceilândia, a Praça da Feira Central recebe, no sábado, o evento Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF. A atividade é gratuita e tem classificação livre. A agenda combina apresentações da Orquestra Percussiva Batukenjé e oficinas de iniciação à percussão afro-brasileira, ministradas pelo mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. A programação em Ceilândia será dividida em dois períodos: Manhã Das 10h30 às 11h: apresentação da Orquestra Percussiva Batukenjé Das 11h às 12h: oficina gratuita de iniciação à percussão Tarde Das 14h às 14h30: apresentação da Orquestra Percussiva Batukenjé Das 14h30 às 15h30: oficina gratuita de iniciação à percussão A atividade Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante, na Praça da Feira Central de Ceilândia, combina apresentações da Orquestra Percussiva Batukenjé e oficinas de iniciação à percussão afro-brasileira | Foto: Divulgação No Espaço Cultural Renato Russo, as atividades desta quinta-feira se distribuem pela Galeria Rubens Valentim, pelo Galpão das Artes, pela Sala de Atividades, pela Sala Multiúso, pelo Galpão Hugo Rodas e pelo Teatro de Bolso. A agenda do dia inclui exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, oficina de cenografia do Festival Inclusivo, aulas de dança com Ricardo Lira e aulas de teatro 60+ do Grupo Viva a Vida, além do espetáculo Meduza, do Grupo Âmago. Na sexta-feira, o espaço terá exposição na Galeria Rubens Valentim, oficina de pintura com Roberta Camargo, oficina de pandeiro e espetáculo Maurice, no Galpão Hugo Rodas. No fim de semana, a agenda inclui o Festival Carona de Cinema Universitário, o projeto Em Cantos, com Célia Porto, o Sarau 8 ou 80 e novas sessões do espetáculo Maurice. A relação completa de atividades, salas e horários está disponível no site do espaço. O Espaço Cultural Renato Russo tem programação variada durante toda a semana | Foto: Agência Brasília Na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição Sertões segue no segundo andar até 31 de julho. A semana também terá visitas guiadas, contação de histórias, oficinas, cursos, clubes de leitura, sessão de psicodrama, patinação urbana e projeção mapeada na fachada. No Museu Nacional da República, parte das salas passa por troca de exposições ao longo da semana. Permanecem disponíveis ao público a mostra Dípticos, Arte e Curadoria, na Galeria 2, até 9 de agosto; Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos, na Galeria 3, até 30 de agosto; e O Thyssen Está de Visita, na área externa, até domingo. No Museu de Arte de Brasília (MAB), entre domingo (20) e segunda-feira (27), seguem a mostra de longa duração do acervo do MAB, na galeria principal; Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich, na Sala da Contemplação; e Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker, na Sala Multiúso. A galeria temporária e o hall estão em período de montagem para a exposição Poéticas Paranaenses — MAC-PR. O Museu Vivo da Memória Candanga mantém, até 31 de julho, exposições como Poeira, Lona e Concreto; A Importância da Mulher na Construção da Nova Capital; Candangos e Pioneiros: Ernesto Silva e Edson Porto; A Construção de Brasília — Fotografias de Jankiel Gonczarowska (1956–1970); Cerrado de Pau de Pedro; e Brasília Memória Viva — Fotografias de Joaquim Paiva. No Museu Vivo, as Oficinas Saber Fazer ensinam corte e costura, bordado, crochê, tricô e reciclagem de jeans Também no Museu Vivo, as Oficinas Saber Fazer funcionam de segunda a sexta-feira, com atividades de corte e costura, bordado, crochê, tricô, reciclagem de jeans, cursos, exposições e palestras. O projeto Poéticas da Meia-Noite — Fechaduras Abertas ocorre de segunda a sábado, das 9h às 13h. Aos sábados e domingos, há curso de capacitação em Técnicas de Resgate da Autoestima, das 8h às 17h. A atividade Aventura de Educação Ambiental, do Grupo de Escoteiros Hokma Guará — 35º DF, está prevista das 9h às 12h. O Museu Vivo da Memória Candanga fica na Via Epia Sul, Setor Juscelino Kubitschek, Lote D, Núcleo Bandeirante. O pessoal do Baque Dandalunda comanda atividades como o projeto Sonhos em Movimento, na Casa do Cantador Na Casa do Cantador, a semana terá ensaio e ações formativas do Baque Dandalunda na segunda-feira; aulas de balé do projeto Sonhos em Movimento na quarta, quinta e sexta-feira; e ensaio de canto do Coral Levando a Vida na quinta-feira. No domingo, o espaço recebe confraternização com feijoada e samba, das 8h às 18h. A Casa do Cantador fica na QNN Quadra 32, Área Especial G, Ceilândia Sul. O Memorial dos Povos Indígenas ficará fechado para visitação até terça-feira (28), por causa da troca de exposições. A abertura da Exposição dos Povos da Floresta está marcada para terça, das 19h às 21h. A visitação começa na quarta-feira (29) e segue até 27 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. A mostra reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, curtas-metragens, registros audiovisuais e experiências em realidade virtual de artistas indígenas, povos tradicionais e criadores de diferentes territórios da Amazônia. Entre os nomes presentes estão Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj Gavião, Graciano Wauto Am, Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno, Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz, Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá. Além das obras expostas, a agenda da Exposição dos Povos da Floresta inclui curtas-metragens de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará e quatro experiências em realidade virtual. A mostra também terá recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por QR Code.  

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Café Som Viola celebra tradições juninas no Museu Vivo da Memória Candanga

O som da viola caipira e o clima das festas juninas vão tomar conta do Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, neste sábado (13), durante mais uma edição do Café Som Viola. O evento começa às 9h, com entrada gratuita e programação voltada para a valorização da cultura popular brasileira. Projeto tem shows musicais, apresentações culturais diversificadas e o café da manhã coletivo | Foto: Divulgação A iniciativa, que conta com incentivo do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), reúne apresentações musicais, roda de prosa e café da manhã colaborativo. “O Café Som Viola demonstra como o investimento público em cultura fortalece as tradições populares e amplia o acesso da população às manifestações que fazem parte da identidade do Distrito Federal”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. “A viola é o coração do projeto, mas a ideia é acolher diferentes formas de expressão, como poesia, dança, artesanato, literatura” Volmi Batista, idealizador do Café Som Viola A edição contará com apresentações da dupla Macedo & Mariano e do violeiro Idelbrando Calazancio. O projeto também abre espaço para manifestações como poesia, dança, literatura e artesanato. Os artistas convidados são reconhecidos pela valorização da música sertaneja raiz e da viola caipira. Com uma carreira que ultrapassa 20 anos, Idelbrando Calazancio possui mais de 100 obras registradas na Biblioteca Nacional. Já a dupla Macedo & Mariano atua desde 2005 na preservação da música de raiz, com apresentações em diferentes estados. [LEIA_TAMBEM]O idealizador do Café Som Viola, Volmi Batista, enfatiza que o projeto nasce com o propósito de valorizar a cultura de raiz. “As festas juninas fazem parte da nossa identidade e carregam memórias, tradição e sentimento de pertencimento”, afirma. “A viola é o coração do projeto, mas a ideia é acolher diferentes formas de expressão, como poesia, dança, artesanato, literatura”. O projeto surgiu para fortalecer os laços culturais entre as comunidades do Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Park Way. Ao longo do ano, estão previstas novas edições ligadas a datas comemorativas e manifestações da cultura popular. Café Som Viola ⇒ Data: sábado (13) ⇒ Horário: a partir das 9h ⇒ Local: Museu Vivo da Memória Candanga – Núcleo Bandeirante ⇒ Entrada gratuita e classificação livre.

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Museu Vivo da Memória Candanga celebra 36 anos com valorização dos pioneiros de Brasília

O Museu Vivo da Memória Candanga promove, no sábado (9), uma programação especial em comemoração aos seus 36 anos de atuação na preservação da história de Brasília. A celebração ocorrerá das 9h às 12h, no Núcleo Bandeirante, com entrada gratuita, reunindo atividades culturais, exposições e ações voltadas para a valorização da memória dos candangos que participaram da construção da capital. A programação terá como destaque a edição especial da Feira das Oficinas do Saber Fazer, iniciativa que incentiva o artesanato e os conhecimentos tradicionais desenvolvidos no Distrito Federal. O evento é realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). As comemorações pelos 36 anos do Museu Vivo da Memória Candanga serão voltadas para o resgate da história do início de Brasília | Foto: Divulgação/Secec-DF Além da feira de artesanato, o público poderá participar de uma conversa sobre memórias da construção de Brasília e acompanhar apresentações do projeto Café, Som e Viola, fomentado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC). O momento cultural busca resgatar referências musicais ligadas ao cotidiano dos pioneiros que chegaram ao DF durante a construção da capital. Os visitantes também terão acesso às exposições permanentes do museu, instaladas no antigo Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), primeiro hospital de Brasília. O espaço preserva documentos, objetos e narrativas ligados à trajetória dos trabalhadores que ajudaram a erguer a cidade. "O Museu Vivo da Memória Candanga é um espaço fundamental para preservar a história de Brasília e reconhecer a contribuição dos trabalhadores que construíram a nossa capital" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa “O Museu Vivo da Memória Candanga é um espaço fundamental para preservar a história de Brasília e reconhecer a contribuição dos trabalhadores que construíram a nossa capital. Celebrar esses 36 anos é reafirmar o compromisso do Governo do Distrito Federal com a memória, a cultura e a valorização da identidade brasiliense”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. Inaugurado em 26 de abril de 1990, o Museu Vivo da Memória Candanga consolidou-se como um dos principais equipamentos culturais voltados à preservação do patrimônio histórico do Distrito Federal. Ao longo dos anos, o espaço ampliou suas atividades e passou a sediar ações culturais e eventos fomentados pelo FAC. Comemoração dos 36 anos do Museu Vivo da Memória Candanga Data: sábado (9) Horário: das 9h às 12h Local: Museu Vivo da Memória Candanga Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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Estruturas invisíveis de Brasília são destaque em exposição dos 36 anos do Museu Vivo da Memória Candanga

O Museu Vivo da Memória Candanga, equipamento cultural vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), celebra, neste mês, 36 anos. Como parte da programação comemorativa, o espaço recebe a exposição Concreto Invisível, do artista Elmmiro, em cartaz até o dia 5 de maio, com entrada gratuita. Obra de Elmmiro abrange pintura, escultura e instalação | Foto: Divulgação “O Museu Vivo da Memória Candanga cumpre um papel fundamental ao manter viva a história de quem construiu Brasília e ao promover reflexões contemporâneas sobre esse processo”  Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa interino Reconhecido por preservar a memória dos trabalhadores candangos e os processos que deram origem à capital federal, o museu reafirma seu papel como espaço de reflexão sobre a construção da cidade, não apenas em sua dimensão física, mas também simbólica e social. A exposição se insere nesse contexto ao propor um olhar sensível sobre os elementos estruturais que sustentam Brasília, muitas vezes invisíveis na paisagem urbana e na narrativa histórica. Inspirada no conceito do concreto armado, em que a estrutura metálica assegura resistência sem estar aparente, a mostra desloca o foco do resultado final para aquilo que o sustenta. Ao articular pintura, escultura e instalação, Elmmiro desenvolve uma pesquisa visual baseada em princípios como tensão, compressão, equilíbrio e direção de forças, estabelecendo um diálogo entre arte, arquitetura e engenharia. [LEIA_TAMBEM]A proposta também dialoga com a tradição da arte concreta e neoconcreta brasileira, ao mesmo tempo em que se conecta diretamente com o território e a vocação do museu — instalado em um espaço histórico da construção de Brasília. Concreto Invisível amplia a leitura sobre essas camadas ao evidenciar processos e estruturas que permanecem ocultos. “O Museu Vivo da Memória Candanga cumpre um papel fundamental ao manter viva a história de quem construiu Brasília e ao promover reflexões contemporâneas sobre esse processo”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto. “Ao celebrar seus 36 anos com uma exposição que dialoga com a essência da cidade, reafirmamos nosso compromisso com a valorização da memória, da arte e da identidade cultural do Distrito Federal.” Exposição Concreto Invisível → Local: Museu Vivo da Memória Candanga → Visitação: até 5 de maio, com entrada gratuita.    *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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