Aberto o aviso de licitação para restauro e ampliação do Catetinho e do Museu Vivo da Memória Candanga
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) publicou, na edição desta quarta-feira (19) do Diário Oficial do Distrito Federal, o aviso de licitação para contratação da empresa especializada que elaborará os projetos de restauro e ampliação do Museu do Catetinho no Park Way - SMPW, na rodovia BR-040, no Trevo do Gama, quadra 28, S/N, Gama/DF, e do Museu Vivo da Memória Candanga, situado no Setor JK, Lote D, Núcleo Bandeirante/DF. A abertura das propostas está marcada para 15 de outubro de 2026, às 9h, no Núcleo de Licitação da companhia. O valor estimado da contratação é de R$ 1.127.939,45. O Museu do Catetinho, localizado na antiga área do residencial presidencial, desempenha um papel fundamental na preservação da memória da construção de Brasília | Fotos: Divulgação/Novacap Valorização do Catetinho O Museu do Catetinho, localizado na antiga área do residencial presidencial, desempenha um papel fundamental na preservação da memória da construção de Brasília. Inaugurado durante a segunda visita presidencial ao sítio de Brasília, em 1956, foi o primeiro local de trabalho dos diretores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), assim como pelo próprio presidente da República durante suas visitas às obras da capital. O conjunto de edificações que compõem o Catetinho foi inserido no Livro do Tombo Histórico do patrimônio nacional, a pedido do próprio Juscelino Kubitschek. Atualmente, o conjunto arquitetônico abriga um rico acervo histórico e cultural. Por se tratar de um equipamento cultural, carregado de valores históricos, artísticos, socioculturais e imateriais, que o torna único e portador de identidade e de pertencimento social, o espaço recebe, em média, três mil visitantes por mês. De forma geral, conforme levantamentos técnicos preliminares e avaliações de conservação recentes, o Museu do Catetinho apresenta um estado de conservação regular. Esta condição, embora demande atenção e intervenção profissional, configura um cenário favorável à implementação de propostas de restauro e manutenção de caráter menos invasivo ao bem tombado. Essa classificação implica que as patologias e deteriorações existentes, embora presentes, não atingiram um nível crítico que exigisse intervenções de grande porte. Desta forma, as propostas de projeto poderão priorizar métodos e técnicas de restauro curativo e preventivo, focados na estabilização dos materiais originais, na correção de pontuais anomalias e na implementação de medidas preventivas para retardar o processo natural de degradação, como também de atualização tecnológica e de acessibilidade. O restauro é necessário também porque o museu não apresenta condições de acessibilidade em conformidade com a legislação vigente, e a contratação de projetos irá contribuir para tornar o acervo um equipamento cultural mais acessível. Cabe destacar que a elaboração destes projetos visa restaurar o Catetinho e entregar ao público um espaço de grande relevância cultural e histórica, com singularidade e autenticidade reconhecidas como Patrimônio Cultural do Distrito Federal. Além de garantir a unidade potencial, o uso e a fruição plena de todo o conjunto do museu, abarcando as edificações, o meio ambiente e as exposições museológicas, garantindo acessibilidade e segurança. A elaboração destes projetos visa restaurar o Catetinho e entregar ao público um espaço de grande relevância cultural e histórica, com singularidade e autenticidade reconhecidas como Patrimônio Cultural do Distrito Federal Valorização do Museu Vivo da Memória Candanga O Museu Vivo da Memória Candanga, localizado na antiga área do Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), desempenha um papel fundamental na preservação da memória da construção de Brasília. Inaugurado na década de 1950, o HJKO atendia os trabalhadores envolvidos nas obras da nova capital. Foi tombado pelo Decreto nº 9.036 de 13/11/1985 e Portaria nº 58/2015-MinC. Atualmente, o conjunto arquitetônico abriga um rico acervo histórico e cultural que promove atividades educativas e culturais num complexo arquitetônico que recebe, em média, aproximadamente dois mil visitantes/mês. Exatamente por se tratar de um equipamento cultural carregado de valores históricos, artísticos, socioculturais e imateriais que o torna único e portador de identidade e de pertencimento social, os procedimentos de conservação e restauro devem ser executados por mão de obra com perícia comprovada na área e, por isso, o processo de restauro do referido museu deve ser objeto de uma contratação individualizada e específica, que assegure a qualidade e a legitimidade do certame. Estruturalmente, o museu apresenta diversos tipos de danos referentes a intervenções anteriores, ação do tempo e intempéries naturais. Todos os edifícios apresentam sinais de deterioração avançada, comprometendo diversos elementos constitutivos, a exemplo de fundações, sistemas de drenagem, cobertura, instalações elétricas, estruturas de madeira, acondicionamento do acervo e infraestrutura de acessibilidade. Além disso, o conjunto de edifícios sofre com a infestação de insetos xilófagos (devoradores de madeira), causando danos irreversíveis à materialidade dos elementos constitutivos das casas e trazendo graves riscos de desmoronamentos e colapso estrutural, colocando em risco o patrimônio cultural e a segurança de usuários e funcionários. "É a história da nossa cidade que está em jogo. Não podemos arriscar perder nada do acervo por conta de falta de manutenção ou cuidado” Fernando Leite, diretor-presidente da Novacap O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, comemora a abertura do aviso de licitação. “É de suma importância que esses dois museus sejam restaurados o mais breve possível, e estamos empenhados nessa missão. Porque é a história da nossa cidade que está em jogo. Não podemos arriscar perder nada do acervo por conta de falta de manutenção ou cuidado”, explicou. *Com informações da Novacap
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Projeto Descobrindo Brasília leva crianças para imersão na história da capital federal
As casas de madeira que abrigaram o primeiro hospital de Brasília foram cenário para o aprendizado de mais de 20 crianças em situação de vulnerabilidade do Varjão. Os estudantes conheceram a história da construção da capital federal no Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC), e ainda passaram na Catedral e na Ponte JK, outros espaços icônicos do Quadradinho. O passeio ocorreu graças ao projeto Descobrindo Brasília, promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF). A iniciativa atenderá o dobro de crianças neste ano em comparação ao ano passado, quando foi criada. Serão 240 crianças em duas semanas de atividade. Os primeiros passeios ocorreram entre os dias 2 e 4 deste mês, com participação de projetos sociais de Samambaia, Água Quente e Santa Maria. Nesta semana, além do grupo Realizando Sonhos do Varjão, vão participar entidades do Itapoã e de Sobradinho II. O percurso também incluirá o Memorial dos Povos Indígenas e o Planetário de Brasília. “Levamos crianças que nunca tiveram condições de conhecer os pontos históricos da nossa cidade, criando memórias afetivas que estimulam o interesse pelo conhecimento”, destaca a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “Além disso, as visitas contribuem para mostrar às crianças que tudo tem um começo, um meio e um fim, que às vezes o caminho não vai ser fácil, mas que, com perseverança, elas podem chegar onde elas quiserem.” O passeio ocorreu graças ao projeto Descobrindo Brasília, promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Toda a experiência é gratuita e pensada para que seja inesquecível. As crianças são buscadas na sede dos projetos sociais por um ônibus do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e há distribuição de lanches, fornecidos pelo Sesi Fibra. As visitas são intermediadas por monitores e as aulas são breves, com apresentação de vídeos, para garantir a atenção e diversão dos pequenos cidadãos. “Trazemos as crianças para realmente conhecer a história de Brasília, passando em vários pontos históricos”, assegura o subsecretário da Seac-DF, José Roberto Paiva. Curiosidade O projeto ocorre em um período especial para os brasilienses: no dia 21 deste mês, Brasília completará 65 anos de existência. Para a estudante Sofia Rodrigues, a melhor parte do passeio foi justamente entender mais como tudo aconteceu, desde a decisão de trazer a capital para o interior do país até a construção dos primeiros prédios do Planalto Central. “O que mais gostei foram os vídeos que mostraram mais como era antigamente. Aprendi que as pessoas de antigamente, quando iam de ônibus, era muito cheio e tinham que ir pulando de ônibus. Aquele povo foi guerreiro mesmo, eu não ia dar conta não”, comenta. O estudante Guilherme Torres, 11 anos, adorou conhecer o dia a dia dos operários que ajudaram a erguer a capital do país e as tecnologias que usavam à época, como o lambe-lambe. “Os candangos são as pessoas que vieram em um caminhão para construir a cidade do zero e acho que fizeram um ótimo trabalho. E o lambe-lambe é uma câmera antiga que a gente bota a cabeça em um pano, sem lente”, explica o menino. “Achei interessante na hora que eles mostram os quartos, os cômodos. Não imaginava que era assim, me senti no de volta para o futuro.” O estudante Guilherme Torres, 11 anos, adorou conhecer o dia a dia dos operários que ajudaram a erguer a capital do país e as tecnologias que usavam à época, como o lambe-lambe Com entrada gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, o museu oferece a exposição permanente Poeira, Lona e Concreto, que narra a história da cidade desde os sonhos, os projetos, a construção, até os dias atuais. A mostra é composta por diferentes ambientações, com fotografias, textos, móveis e objetos do início de Brasília. O espaço passou por restauração completa em 2022. A educadora social do projeto do Varjão, Thamires Neves, destaca que a oportunidade fortaleceu os vínculos dos estudantes com a cidade. “Eles ficaram bastante animados para conhecer Brasília e algumas coisas que as pessoas mais velhas de casa já comentaram”, observa ela, que agradece a iniciativa do GDF. “Foi surpreendente viver essa experiência e ver a felicidade no rosto das nossas crianças é incrível.” Visite também As exposições do Museu Vivo da Memória Candanga podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Em horários agendados, o museu promove visitas guiadas que têm como foco a educação patrimonial e a história de Brasília. Instituições de ensino públicas e particulares interessadas devem preencher o formulário disponível neste site. É possível ainda combinar uma visita guiada ao museu diretamente com a gerência. Basta enviar o nome do solicitante e da instituição de ensino, telefone e e-mail para contato, endereço da escola, data e horário da visita, quantidade de visitantes (alunos, professores, monitores, motorista), faixa etária e série escolar dos alunos para o e-mail mvmc@cultura.df.gov.br. Serviço Museu Vivo da Memória Candanga Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h Endereço: Lote D Setor Juscelino Kubitschek – Núcleo Bandeirante Telefones: (61) 3301-3590 Acesse a programação completa do espaço no Instagram.
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A construção de Brasília e seus personagens em exposição
Está em cartaz até este domingo (30) a exposição Brasília 63 anos – a concretização de um sonho. Organizada a partir da obra da escritora e pioneira Mercedes Urquiza, a mostra apresenta uma viagem ao passado para resgatar um pouco da história da capital por meio de quadros, totens e fotos cedidos pelo Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC). Os trabalhos podem ser vistos no shopping Liberty Mall, na Asa Norte, entre as 9h e as 19h, diariamente. Totens em tamanho real mostram figuras fundamentais na história da capital federal, como Juscelino Kubitschek | Foto: Caio Martins/Secec Uma boa parcela do acervo fotográfico sobre a construção da capital foi disponibilizada pelo MVMC, além de totens em tamanho real de personalidades como o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o engenheiro Bernardo Sayão e candangos que trabalharam nas obras da cidade. “É uma oportunidade para que as pessoas possam conhecer a riqueza do acervo que temos no Museu da Memória Candanga”, resume o subsecretário de Patrimônio Cultural, Aquiles Brayner. “Muitos turistas vão até lá, mas pessoas de Brasília ainda têm baixa frequência.” O museu, com suas casinhas coloridas à beira da Estrada Parque Indústria Abastecimento (Epia), completa nesta quarta-feira (26) 33 anos de fundação, sendo uma fonte de valiosos registros sobre a criação de Brasília. “Disponibilizamos boa parte do acervo da exposição Poeira, Lona e Concreto que é permanente lá no museu. Fotos, peças e posters daquela época também podem ser vistos”, explica a gerente do MVMC, Eliane Falcão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Autora do livro A Trilha do Jaguar: na Alvorada de Brasília, Mercedes Urquiza ajudou a conceber o projeto e participou de um bate-papo recente com visitantes do museu. Sua obra, à venda no local, é uma autobiografia que conta a história da viagem de Buenos Aires até o Planalto Central, em 1957, quando a “capital da esperança” ainda nem constava no mapa brasileiro. Foram 48 dias a bordo de um Jeep acompanhada pelo marido, Hugo Maschwitz, e pelo cachorro da família. Uma vez em Brasília, ela nunca mais saiu daqui. Por fim, a exposição traz ainda imagens do premiado fotógrafo sueco Ake Borglund, que detalha por outros ângulos a construção da capital. Serviço Exposição: Brasília 63 anos – a concretização de um sonho ? Visitação: até o dia 30, das 9h às 19h ? Local: Shopping Liberty Mall – Setor Comercial Norte (SCN), Quadra 2 ? Classificação indicativa livre ? Entrada gratuita.
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Museu Vivo da Memória Candanga completa 33 anos nesta quarta (26)
Espaço de preservação da história de Brasília, o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) completa 33 anos nesta quarta-feira (26). As casas de madeira colorida, que conservam o legado deixado pelos candangos na época da construção da capital federal, são usadas atualmente como palco de aprendizado e transformação. São oferecidas oficinas de segunda a sexta-feira, com professores voluntários, nos períodos matutino e vespertino. O leque de opções inclui cursos de crochê no lacre, corte e costura, teatro, macramê, gravura e xilogravura, bordado, costura criativa, argamassa (efeito madeira em madeirite), tecelagem e bordado em ponto russo. A disponibilidade das turmas deve ser consultada pelo telefone 3301-3590. As exposições no Museu Vivo da Memória Candanga podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A aposentada Auxiliadora Guenes, 70, é uma das professoras da oficina de corte e costura. Nascida em Pernambuco, veio para Brasília em 1968, acompanhando a família e, em tantos anos chamando o DF de casa, morou em diversas cidades. “Quando chegamos, era tudo mato. Existiam poucas cidades, além do Plano Piloto, mas passei por quase todas”, relembra. [Olho texto=”O MVMC abrigou a primeira unidade de saúde brasiliense, o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, criado para atender a todos que ajudavam a erguer a capital federal” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A aula promovida no museu é prática e aberta a quem quiser aprender, independentemente do sexo e da idade. “A pessoa chega com uma peça de roupa que lhe serve bem, colocamos em cima do papel, modelamos como ela preferir e vamos para o tecido, cortar e costurar”, explica Auxiliadora, que, juntamente com outra professora, comanda uma turma de cerca de 20 alunos. Legado O MVMC abrigou a primeira unidade de saúde brasiliense, o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), criado para atender a todos que ajudavam a erguer a capital federal. O complexo seguiu em funcionamento até 1974, quando foi fechado. Em 1990, o Governo do Distrito Federal (GDF) instituiu o tombamento do conjunto de casas, permitindo o processo de restauração do espaço. Em 26 de abril de 1990, o local foi reaberto e inaugurado como um símbolo histórico. Para a gerente do espaço, Eliane Falcão, o museu carrega uma missão importante, que tem sido cumprida com sucesso em 33 anos de existência: preservar o patrimônio do DF. “Aqui guardamos a história dos pioneiros, do candango, da nova capital. Aqueles que participaram da construção e ainda estão vivos ficam muito felizes em ver que contamos a história deles”, avalia. Composta por diferentes ambientações, a mostra ‘Poeira, Lona e Concreto’ resgata, em fotos, objetos e documentos, a época da chegada dos candangos | Foto: Divulgação/Secec Gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o museu oferece, além de oficinas gratuitas, exposições permanentes. Uma delas é Poeira, Lona e Concreto, que narra a história da cidade desde os sonhos, os projetos, a construção, até os dias atuais. A mostra é composta por diferentes ambientações, com fotografias, textos, móveis e objetos do início de Brasília. O espaço passou por restauração completa em 2022. Outras mostras disponíveis são A importância da mulher na construção da nova capital, O cerrado de Pau e Pedro, A construção de Brasília: fotos de Jankiel Gonczarowska, Brasília 63 anos – a concretização de um sonho e Candangos pioneiros: Ernesto Silva e Edson Porto. Visitas [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As exposições podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Em horários agendados, o museu promove visitas guiadas que têm como foco a educação patrimonial e a história de Brasília. “Em média, recebemos dois mil visitantes por mês, sendo que a maioria são estudantes do DF e de todo o Brasil”, informa Falcão. As visitas podem ser marcadas pelo projeto Territórios Culturais, fruto de parceria da Secec com a Secretaria de Educação (SEE). Para participar, instituições de ensino públicas e particulares interessadas devem preencher o formulário disponível neste site. É possível ainda combinar uma visita guiada ao museu diretamente com a gerência. Basta enviar o nome do solicitante e da instituição de ensino, telefone e e-mail para contato, endereço da escola, data e horário da visita, quantidade de visitantes (alunos, professores, monitores, motorista), faixa etária e série escolar dos alunos para o e-mail mvmc@cultura.df.gov.br. Serviço Museu Vivo da Memória Candanga ? Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h ? Endereço: Lote D Setor Juscelino Kubitschek – Núcleo Bandeirante ? Telefones: (61) 3301-3590 ? Acesse a programação completa do espaço no Instagram.
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