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Núcleo Rural Alexandre Gusmão

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DF é agro: feiras da Goiaba, da Uva e do Morango têm edições de 2026 lançadas oficialmente

Nos últimos anos, o Distrito Federal vem se consolidando também como uma potência do agronegócio. Prova disso são as rotas da Uva e do Queijo, bem como as festas que celebram a produção de frutas no DF, que, só em 2025, reuniram mais de 2 milhões de pessoas. Neste ano, os três principais eventos do calendário — as feiras da Goiaba, da Uva e do Morango — foram lançados oficialmente de maneira conjunta, em evento que contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, nesta sexta-feira (13), na Granja do Torto. Ao anunciar a programação, o governador Ibaneis Rocha ressaltou:  “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília   “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Essas feiras são muito importantes para a cultura do Distrito Federal, para o desenvolvimento e, principalmente, para a fixação do homem no campo”, declarou o governador. “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores.” Somadas, as três festas foram responsáveis, no ano passado, pela geração de 50 mil empregos diretos e indiretos e movimentaram mais de R$ 500 milhões na economia do DF. “Brasília se consolida como a capital das frutas”, ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las. Então é importante a divulgação, é importante para o Distrito Federal, é importante para a cultura e para a economia do DF.” Feiras que expõem a produção local de goiaba, morango e uva são as maiores do DF e têm programação extensa | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Além de exposição e venda das frutas e de seus derivados por produtores, essas feiras também se destacam pela programação artística, com shows de artistas nacionais.   “São eventos muito interessantes, porque envolvem uma vocação que Brasília tem, que é da grande produtividade agrícola — a tecnologia que se emprega aqui no Distrito Federal no campo agrícola é muito forte, muito potente —, e isso aliado a grandes nomes da música brasileira, em um olhar também muito democrático, porque são shows gratuitos”, avaliou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “Então, são feiras que impactam muito a sociedade, tanto nos campos econômico, artístico e cultural quanto no social.” Programação Produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão José Luís Yamagata ressaltou: “A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A Feira da Goiaba de Brasília, que chega à 11ª edição, abre o calendário, já no próximo mês. O evento ocorre de 4 a 12 de abril, em Brazlândia. As atrações musicais confirmadas são Israel & Rodolfo (4/4), Pablo e Tuca Fernandes (5/4), Henry Freitas (10/4), Zezo (11/4) e Eduardo Costa (12/4). De 31 de julho a 9 de agosto, será a vez de Planaltina promover e sediar a 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília. Já a tradicional Feira do Morango de Brasília celebra sua 30ª edição de 4 a 13 de setembro, em Brazlândia. “É muito importante para mostrar a nossa produção”,  pontuou José Luís Yamagata, produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag). “Hoje, nós temos um mercado interno aqui no Distrito Federal, e uma parte nós mandamos para fora. A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área.“ Eduardo Campos, presidente da Associação Cresce-DF: “A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O presidente da Associação Cresce-DF, Eduardo Campos, que é produtor em Planaltina, reforçou: “A Feira da Uva, que é uma das mais novas, tem tomado uma proporção muito grande. Ela vem junto das feiras da Goiaba e do Morango, mostrando a importância do agro no Distrito Federal e a importância da família produtora para que esses frutos cresçam em várias vertentes, não somente na fruta em si, mas nos seus derivados. A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”. Produção A força das feiras acompanha o crescimento da fruticultura no Distrito Federal, atividade que ocupa cerca de 2.381 hectares e responde por uma produção superior a 40 mil toneladas por ano. Entre as principais culturas estão as de abacate, goiaba, banana, limão, tangerina, laranja, maracujá, manga, pitaia e uva, distribuídas por diversas regiões rurais da capital. 3.385,4 toneladas Total da produção de goiaba no DF em 2025 Na produção de uva, o DF contabilizou, em 2025, 39,43 hectares plantados, com colheita de 484,86 toneladas e atuação de 59 produtores. A cultura está presente em áreas como Planaltina, PAD-DF, Sobradinho e Vargem Bonita, em pequenas propriedades voltadas tanto ao consumo in natura quanto ao enoturismo e à agroindustrialização artesanal. O morango, por sua vez, segue com forte presença em Brazlândia, principal polo produtor do fruto no Distrito Federal. Neste ano, a cultura soma 131,9 hectares plantados, produção de 3.956,1 toneladas e 403 produtores na região. Já a goiaba tem produção concentrada em Alexandre Gusmão e Brazlândia. Em Alexandre Gusmão, são 181,18 hectares plantados, 3.385,4 toneladas produzidas e 87 produtores. Em Brazlândia, os números chegam a 233,2 hectares, 3.737,2 toneladas e 80 produtores, consolidando as duas regiões como referências no cultivo da fruta no DF. [LEIA_TAMBEM]No evento desta sexta, o governador Ibaneis Rocha também destacou os investimentos feitos em prol da população rural: “Nosso objetivo é incentivar para que eles tenham mais condições de trabalho. Entregamos recentemente mil kits de irrigação de 1 hectare, cada um, para que essas pessoas possam ter as suas áreas irrigadas e melhorem a sua produção. Além disso, investimos muito também na melhoria das estradas rurais, e muitas delas têm sido asfaltadas nas mais diversas regiões. Ao depositar confiança no homem do campo, a gente melhora a vida na cidade”. Calendário ► 11ª Feira da Goiaba de Brasília (Brazlândia) → 4 a 12 de abril Atrações • 4/4: Israel & Rodolffo • 5/4: Pablo e Tuca Fernandes • 10/4: Henry Freitas • 11/4: Zezo • 12/4: Eduardo Costa ► 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília (Planaltina) → 31 de julho a 9 de agosto ► 30ª Feira do Morango de Brasília (Brazlândia)  → 4 a 13 de setembro.    

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Ponte do Incra 09 é entregue e leva mais segurança, mobilidade e desenvolvimento para a zona rural de Ceilândia

A comunidade rural de Ceilândia celebrou, nesta quarta-feira (26), a entrega oficial da nova ponte sobre o riacho do Incra 09, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão. A obra — realizada pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a Novacap e a Secretaria de Agricultura (Seagri-DF) — marca o fim de uma antiga espera e representa um avanço fundamental para quem vive e produz na região. A nova estrutura substitui a antiga ponte de madeira, antes vulnerável e construída há mais de 30 anos. Agora, os moradores passam a contar com uma ponte moderna, segura, com sistema de drenagem amplo e reforçado, guarda-corpos laterais, base ampliada e estrutura preparada para suportar o intenso fluxo de veículos, transporte escolar e, principalmente, o trânsito diário das famílias rurais. O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destacou a relevância da entrega e o impacto para a comunidade. “Hoje é um dia histórico para a área rural de Ceilândia. Essa ponte era um sonho antigo dos moradores, e agora entregamos uma estrutura totalmente nova, segura e duradoura. É uma obra feita com responsabilidade ambiental, muito diálogo com a comunidade e compromisso com quem vive e trabalha no campo. Essa entrega reforça o nosso propósito de cuidar de toda Ceilândia — urbana e rural — com obras que realmente transformam a vida das pessoas”, afirmou Dilson Resende. A nova estrutura substitui a antiga ponte de madeira, antes vulnerável e construída há mais de 30 anos | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia O engenheiro do DER-DF, Eli Câmara, que acompanhou a execução dos serviços, ressaltou a qualidade da estrutura. “A ponte foi construída para garantir segurança mesmo em períodos de chuva forte. A drenagem, as manilhas instaladas e os guarda-corpos laterais asseguram mais tranquilidade para toda a população que utiliza a via diariamente”, explicou. Impacto Cerca de 70 famílias que vivem na região serão impactadas diretamente pela nova obra. Os moradores comemoraram a conclusão da obra, destacando a importância da ponte para o deslocamento e para o escoamento da produção agrícola da região. “Essa ponte é o nosso caminho para tudo. Agora está pronta, firme e segura. É uma alegria para todos nós que dependemos dela todos os dias”, disse Omar Franco, morador da Gleba 4. Para a moradora Isabela Cristina Santana, que acompanhou e lutou pela melhoria, a entrega representa um marco importante: “Essa é uma conquista muito esperada por anos. A comunidade sonhava com essa ponte e hoje vemos esse sonho realizado”, disse agradecida. A construção da nova ponte levou cerca de 35 dias para ser concluída e seguiu todas as diretrizes de responsabilidade ambiental, garantindo uma execução ecologicamente correta e alinhada às boas práticas de preservação. Outro destaque é que a obra não gerou custos aos cofres públicos, resultado de uma parceria entre diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, que uniram esforços, mão de obra e materiais para viabilizar a entrega da estrutura à comunidade. Com a entrega da nova ponte, o tráfego volta completamente ao fluxo original, garantindo mais agilidade, segurança e conforto para motoristas, pedestres, estudantes e produtores rurais. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Obra da nova ponte no Incra 9 reforça segurança e mobilidade na zona rural de Ceilândia

A construção da nova ponte sobre o riacho do Incra 9, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, em Ceilândia, segue em ritmo acelerado e já ultrapassou 70% de conclusão. A obra — realizada pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Novacap e a Seagri-DF — representa um importante avanço para a mobilidade e a segurança de quem vive e trabalha na região. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental, com o cuidado de manter árvores nativas e reduzir o impacto sobre o curso d'água. Nos últimos dias, as equipes concluíram a instalação das grandes manilhas para drenagem das águas pluviais e avançaram na compactação do aterro e na finalização das alas de sustentação da ponte. A estrutura também contará com guarda-corpos laterais, garantindo mais segurança para motoristas, pedestres e transporte escolar que circulam diariamente pelo local. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental | Foto: Administração Regional de Ceilândia O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, ressaltou a importância da obra e o compromisso da gestão com a comunidade rural. “Essa é uma conquista muito esperada pelos moradores do Incra 9 e de toda a área rural de Ceilândia. Depois de anos de reivindicações, estamos entregando uma ponte segura, moderna e construída com responsabilidade ambiental. Essa obra simboliza o compromisso do GDF com a segurança, o desenvolvimento e a qualidade de vida das famílias que vivem e produzem nessa região”, ressaltou. O técnico do DER-DF, Wanderley de Oliveira Passos, responsável pela sinalização e edificações e que acompanha de perto a execução dos serviços, destacou a segurança da nova estrutura. “A estrutura foi planejada para suportar o intenso fluxo da região, especialmente durante o período de chuvas. Além disso, serão instalados guarda-corpos em ambos os lados da ponte, o que vai garantir mais segurança para quem trafega pelo local”, explicou Wanderley. Moradores também comemoram o avanço. “Esperamos há muito tempo por essa obra. Essa ponte é o nosso caminho para tudo — escola, trabalho, transporte da produção. É muito bom ver que agora vai sair do papel”, contou o produtor rural Gilson Fernandes Pessoa, morador da Gleba 4. Durante o período de execução, o tráfego segue com desvio sinalizado, garantindo o deslocamento seguro de veículos, pedestres, viaturas e ambulâncias. A Administração Regional de Ceilândia reforça que segue trabalhando com comprometimento e responsabilidade para melhorar a infraestrutura, a mobilidade e as condições de vida tanto na área urbana quanto na rural, promovendo mais integração e desenvolvimento para toda a cidade. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Produtores do Núcleo Rural Alexandre Gusmão aprendem sobre criação de abelhas com ferrão

A Emater-DF ofereceu, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão (região administrativa de Brazlândia), um curso sobre apicultura – criação de abelhas com ferrão. A atividade exige mais cuidados, porém é mais lucrativa. Foram duas aulas: a primeira foi realizada na quinta-feira (8) e a última, nesta terça (12). Durante a oficina no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, o médico-veterinário Edilson Amaral demonstrou como fazer o manejo correto das colmeias | Fotos: Rinaldo Costa/Emater-DF O curso aborda todas as etapas da criação de abelhas e da produção de mel. A zootecnista Michelle Costa, uma das organizadoras da atividade, explica que o empreendedor deve redobrar a atenção no manejo dos animais. “É preciso usar todos os EPIs [equipamentos de proteção individual] adequados, além de observar as distâncias mínimas entre as colmeias e as casas e propriedades”, orienta. “Sabendo que as abelhas polinizam as frutas e hortaliças, já estou querendo plantar café, com a ampliação de conhecimentos que tive graças à Emater” Deuzimar Pimenta da Silva, produtor rural Além do mel, as abelhas com ferrão produzem cera, pólen, própolis e apitoxina — o veneno dos insetos, usado na fabricação de cosméticos e medicamentos. “A Apis melífera, como são chamadas as africanizadas, costumam entregar cerca de 30kg de mel por ano, uma média dez vezes maior que as abelhas nativas, sem ferrão”, acrescenta Michelle. Durante a atividade, o médico-veterinário Edilson Amaral demonstrou como fazer o manejo correto das colmeias, desde o período pré-safra até a pós-safra. “É importante observar os tipos de alimentação adequada em todas as etapas de produção”, ensina o extensionista. Edilson demonstrou também como processar a cera das abelhas de modo a introduzir nas colmeias para acelerar a produção do mel. Utilidade Com duas aulas, o curso orientou os participantes sobre todas as etapas da criação de abelhas e da produção de mel Para o produtor rural Deuzimar Pimenta da Silva, que possui uma chácara no Incra 7, em Alexandre Gusmão, as oficinas foram de grande utilidade. “Já tenho cinco enxames, e vejo a possibilidade de aumentar ainda mais a produção”, vislumbra. Deuzimar, que começou a criar abelhas por acaso, conseguiu extrair 13 kg de mel na primeira safra. “Na próxima, vou alcançar facilmente 40 kg”, planeja o produtor. Natural de Mara Rosa (GO), Deuzimar se diz um apaixonado pela natureza. “Sempre gostei de plantações, florada, e, sabendo que as abelhas polinizam as frutas e hortaliças, já estou querendo plantar café, com a ampliação de conhecimentos que tive graças à Emater”, afirma. Já o produtor Élvio Meireles, também do Incra 7, que trabalha com ovinos e aves exóticas, também iniciou na atividade da apicultura. “O curso foi ótimo para aumentar nosso conhecimento em aspectos técnicos, com apresentação de metodologias e equipamentos que podem facilitar o trabalho. A Emater abriu a visão sobre o leque de oportunidades que a apicultura oferece”, observa. A produtora Núbia Lourenço Meireles concorda com o marido: “Ainda estamos no início e a empresa tem o conhecimento necessário para nos dar apoio”, conclui. Saldo positivo A médica-veterinária Soliene Partata, uma das organizadoras da oficina junto com Edilson e Michelle, explica que a demanda surgiu dos produtores da região. “Percebemos que eles têm muito interesse e curiosidade sobre a cadeia produtiva do mel. O Distrito Federal é um mercado promissor, inclusive para outros produtos que as abelhas oferecem, como própolis, pólen e cera. E a Emater tem olhado de perto os empreendedores rurais, eles sabem que a qualquer momento podem nos procurar que estamos disponíveis para orientar e esclarecer”, conta a extensionista. Soliene acrescenta que a empresa tem lançado um olhar diferenciado para a criação de abelhas, tanto com ferrão quanto sem. “Recentemente adquirimos EPIs, fizemos doações de caixas para produtores interessados e estamos planejando oferecer mais cursos de capacitação, inclusive para os nossos técnicos”, encerra. *Com informações da Emater-DF  

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