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Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS)

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Após reforma do GDF no Teatro Nacional, Orquestra Sinfônica completa um ano de retorno à casa com recorde de público

Há um ano, o silêncio que ecoava nos corredores do Teatro Nacional Claudio Santoro (TNCS) deu lugar ao "Lá de afinação" que marca o início de toda grande obra. Desde fevereiro de 2025, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) encerrou o longo intermezzo fora de casa para escrever um novo movimento na Sala Martins Pena. O resultado desse retorno tem sido uma melodia de sucesso absoluto, com lotação máxima em todas as apresentações, e prova que o coração clássico da capital nunca deixou de bater, apenas aguardava o comando da batuta. "É bom voltar para casa", afirma o maestro titular da OSTNCS, Cláudio Cohen, que vai completar 16 anos à frente do time. Os números do primeiro ano compõem uma partitura impressionante, à altura do altíssimo nível dos 75 músicos que fazem parte da orquestra. Estima-se que aproximadamente 24.111 pessoas tenham passado pela Martins Pena de lá para cá, volume que reflete o que o maestro chama de “grande demanda reprimida”. Para Cohen, a escassez dos anos de espera gerou uma valorização profunda do "produto cultural" oferecido pela orquestra. O Teatro Nacional estava fechado desde 2014 e foi reaberto por este GDF em dezembro de 2024, com a entrega da Martins Pena e seu foyer. As demais salas (a Villa-Lobos, tradicional palco da orquestra, e a Alberto Nepomuceno), além do foyer da Villa-Lobos e o Espaço Cultural Dercy Gonçalves, seguem em obras, com o início dos trabalhos autorizado no mês passado. O Teatro Nacional estava fechado desde 2014 e foi reaberto por este GDF em dezembro de 2024, com a entrega da Martins Pena e seu foyer | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A realidade do público presente supera a casa dos 24 mil. Isso porque, ocasionalmente, algumas pessoas entram sem "bipar" o ingresso no foyer, como autoridades e acompanhantes de músicos que entram pela garagem. Além disso, desde fevereiro do ano passado, houve alguns concertos da programação oficial feitos fora do Teatro Nacional, como no Teatro Poupex e outros locais ao ar livre, como na Ermida Dom Bosco, a Esplanada dos Ministérios e o Ginásio Nilson Nelson. Só nesses palcos “alternativos", estima-se que mais de 28 mil pessoas estiveram presentes. Afinando o novo velho lar O retorno ao Teatro Nacional não foi apenas uma mudança de endereço, mas uma renovação técnica que buscou a nota perfeita para os ouvidos brasilienses. A Sala Martins Pena passou por modernizações e redimensionamento estratégico, elevando a capacidade de 400 para 478 assentos. “Houve uma qualificação do espaço, com troca por materiais mais eficientes e modernos, cadeiras mais confortáveis, iluminação mais moderna e melhoras nas condições acústicas”, destaca o maestro. O regente explica que o aperfeiçoamento na acústica e no conforto, incluindo novos carpetes e o veludo das poltronas, transformou a recepção do público. Cohen classifica a reforma da mesa de iluminação como "supermoderna”, cita a reforma dos camarins e elogia as salas de convivência, que agora permitem mais conforto para os músicos estudarem e descansarem entre os ensaios. O maestro Cláudio Cohen está na orquestra desde o primeiro ensaio, em 1979, e é o maestro titular desde 2011 Recepção do público A disputa pelas poltronas é tão intensa que o maestro chega a brincar com a dificuldade matemática de acolher todos os interessados. Em um dos concertos recentes, foram registrados mais de 5 mil acessos simultâneos. "Infelizmente, ainda não consegui encontrar a mágica matemática de colocar 5 mil pessoas onde cabem pouco menos de 500", descontrai o maestro, satisfeito com o prestígio da instituição. Durante os mais de 10 anos em que o Teatro Nacional permaneceu fechado, a orquestra viveu uma fase itinerante. Cohen relembra com carinho a jornada por palcos como o Teatro Pedro Calmon, o Santuário Dom Bosco e o Cine Brasília, além de apresentações em hospitais, parques, clubes e até na Papuda. Cohen enfatizou que a orquestra, vinculada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), tem músicos com doutorado e mestrado no exterior. Os profissionais nunca pararam de tocar enquanto o teatro esteve fechado, mas o retorno à sede devolve a identidade ao grupo. O maestro comenta que sua linha de repertório se conecta diretamente com a alma da capital. “Eu entendo que Brasília é diversidade”, afirma, tal qual a música e os integrantes da orquestra. A linguagem da beleza é compreensível por todos, independentemente do catálogo do grupo, que viaja do rock sinfônico à música clássica alemã e chinesa. Cohen está na orquestra desde o primeiro ensaio, em 1979, e é o maestro titular desde 2011. O regente pontua que a orquestra vive um momento de crescimento, com melhores condições de trabalho e salariais, o que permite projetar turnês nacionais e internacionais. “A orquestra nunca parou”, relembra, enfatizando que, desde a fundação por Claudio Santoro, a instituição manteve a excelência, agora renovada pelo calor do público na casa definitiva. Programe-se As apresentações da Orquestra Sinfônica são semanais, às quintas-feiras, às 20h. A retirada de ingressos, que em geral é gratuita, deve ser feita pelo site Sympla. A distribuição ocorre em dois momentos. O primeiro lote é liberado nas quartas-feiras, às 18h, e o segundo, nas quintas-feiras, às 12h. Além das temporadas regulares no Teatro Nacional, a orquestra faz concertos extraordinários em outras regiões administrativas e parques aos fins de semana.

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Assinada reestruturação da carreira dos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta sexta-feira (20), a reestruturação da carreira dos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS). O gesto ocorreu durante o evento oficial de inauguração de reabertura da Sala Martins Pena, com show da renomada orquestra brasiliense e da dupla Chitãozinho e Xororó. Na reabertura da Sala Martins Pena, nesta sexta-feira (20), o governador Ibaneis Rocha assinou a reestruturação da carreira dos músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília A reestruturação promove uma série de mudanças que adequa a rotina da orquestra sinfônica às necessidades profissionais desses artistas. A norma regulamenta a carga horária, a estrutura da orquestra, a revisão dos requisitos para promoção na carreira e a criação da licença artística. Além disso, garante a duplicação dos cargos gratificados e ajusta a divisão de tarefas e funções. “Fiz questão de sancionar essa lei hoje para mostrar o carinho que tenho por vocês e pelo que fazem pela nossa cidade e pelo nosso país”, afirmou o governador do DF, Ibaneis Rocha. A lei sancionada pelo governador Ibaneis Rocha regulamenta a carga horária, a estrutura da orquestra, a revisão dos requisitos para promoção na carreira e a criação da licença artística, por exemplo De autoria do Executivo, o PL 1.483/2024 atualizou a Lei n° 5.193, de 26 de setembro de 2013, que dispõe sobre a carreira de músico da OSTNCS, que é composta por instrumentistas de violinos I, violinos II, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas, trompetes,trombones, tuba, harpa, piano, tímpanos e percussão. Medida que foi enaltecida pelo secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “Esse retorno é importantíssimo para eles do ponto de vista sentimental, mas o governador Ibaneis Rocha, o GDF, fez mais. Ele implementou uma reestruturação da carreira que não acontecia há décadas. Então, a nossa orquestra que é tão qualificada, que toda semana tem os seus espetáculos lotados, que é tão querida pela sociedade do Distrito Federal, merecia esse reconhecimento”, afirmou Claudio Abrantes. A lei incorpora a gratificação de cessão de direito de imagem e som para fins de aposentadoria e a indenização pela cessão e manutenção de instrumentos musicais. Há, ainda, gratificação para os músicos que participarem de espetáculos extraordinários, compensando as horas extras trabalhadas, e indenização de vestimenta de gala.

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Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional celebra aniversário de 45 anos com concerto especial

Nesta quinta-feira (21), às 20h, o Teatro Plínio Marcos será o palco de um concerto especial em celebração aos 45 anos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS). Fundada em 1978 pelo maestro Claudio Santoro, a orquestra rapidamente se tornou um dos principais pilares da música clássica no Brasil, promovendo a cultura e a educação musical. Santoro, que também foi um renomado compositor e maestro, teve um papel crucial na formação da orquestra, que leva seu nome e perpetua seu legado artístico. A regência será realizada pelo maestro Claudio Cohen, que tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da OSTNCS, continuando o trabalho de seu fundador Durante o concerto de aniversário, o público poderá apreciar obras significativas como Brasiliana, uma composição que reflete a rica diversidade cultural do Brasil. O programa também incluirá o Concerto para Piano em F, de George Gershwin, com o renomado solista Enrique Graff, e a Sinfonia nº 6, de Claudio Santoro, uma de suas últimas obras, que revela profunda conexão com as raízes brasileiras e a modernidade da música clássica. A regência será do maestro Claudio Cohen, que tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da OSTNCS, continuando o trabalho de seu fundador. Esta celebração não só homenageia a história da orquestra, mas também o impacto duradouro de Claudio Santoro na música erudita brasileira. Serviço Aniversário Claudio Santoro/OSTNCS 45 Anos ⇒ Data: quinta-feira (21) ⇒ Horário: 20h ⇒ Local: Teatro Plínio Marcos. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Programação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional inclui homenagens a Samambaia e Pixinguinha

O mês de outubro está repleto de eventos musicais em Brasília, com uma programação diversificada que inclui obras de renomados compositores e a participação de talentosos solistas. Com exceção do Concerto de Aniversário de Samambaia e do Concerto de Aniversário da Poupex, as apresentações ocorrerão no Teatro Plínio Marcos. O acesso aos espetáculos é livre. Confira a programação completa da OSTNCS no mês de outubro. Teatro Plínio Marcos terá apresentações, em outubro, como o Concerto de Câmara com músicos croatas e o Concerto França/Brasil | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília 3/10 Concerto Búlgaro o maestro Christo Pavlov conduzirá uma apresentação que inclui a Rhapsodie Vardar, de Pancho Vladiguerov, o Concerto para Trompa e Orquestra, de Reinhold Gliere, com o solista Nathan Yohan, e a Sinfonia de Ernest Chausson. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 20h → Acesso livre 10 e 11/10 Ciclo Beethoven O foco será em Beethoven e Bruckner, com a apresentação do Te Deum, de Anton Bruckner, sob a regência do maestro Felipe Ayala, celebrando os 200 anos de nascimento do compositor austríaco, e da Sinfonia nº 9, Op. 125, celebrando os 200 anos da estreia da obra em 1824, com a regência do maestro Claudio Cohen. Apresentações com os solistas Renata Dourado, Erika Kallina, Francisco Bento e Gustavo Rocha, além do Coro da Cia de Cantores Líricos de Brasília e do Coro CMAB. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 20h → Acesso livre 13/10 Concerto de Câmara Croácia Marko Zavišić, na clarineta, e Domagoj Gušćić, no piano, apresentarão um programa que inclui obras de Petar Bergamo, Johannes Brahms, Bruno Vlahek e Francis Poulenc. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 11h → Acesso livre 16/10 Concerto de Aniversário de Samambaia Celebrando o aniversário da região administrativa, o Centro Cultural de Samambaia será palco de uma apresentação temática com clássicos do cinema. → Local: Centro Cultural de Samambaia → Horário: 19h → Acesso livre 17/10 Concerto França/Brasil A maestra Nathalie Marin conduzirá obras de Louise Farrenc, Osvaldo Lacerda, Fernando Morais e Georges Bizet. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 20h → Acesso livre 18/10 Concerto de Aniversário da Poupex A Sinfonia nº 9 de Beethoven será apresentada sob a regência do maestro Claudio Cohen e com a participação dos mesmos solistas do Ciclo Beethoven. → Local: Teatro Poupex → Horário: 20h 24/10 Série Os Compositores – Antonin Dvorák O maestro Charles Olivieri Monroe homenageará o compositor tcheco, falecido há 120 anos, com o Concerto para Violoncelo e Orquestra e a Sinfonia nº 8. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 20h → Acesso livre 31/10 Projeto Pixinguinha Para encerrar o mês, Alaide Costa e a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a batuta do maestro Joaquim França, darão início ao novo ciclo do Projeto Pixinguinha. A entrada ocorrerá mediante a retirada de ingressos pelo Sympla neste link. → Local: Teatro Plínio Marcos → Horário: 20h *Com informações da Secec-DF  

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