DF é agro: feiras da Goiaba, da Uva e do Morango têm edições de 2026 lançadas oficialmente
Nos últimos anos, o Distrito Federal vem se consolidando também como uma potência do agronegócio. Prova disso são as rotas da Uva e do Queijo, bem como as festas que celebram a produção de frutas no DF, que, só em 2025, reuniram mais de 2 milhões de pessoas. Neste ano, os três principais eventos do calendário — as feiras da Goiaba, da Uva e do Morango — foram lançados oficialmente de maneira conjunta, em evento que contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, nesta sexta-feira (13), na Granja do Torto. Ao anunciar a programação, o governador Ibaneis Rocha ressaltou: “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Essas feiras são muito importantes para a cultura do Distrito Federal, para o desenvolvimento e, principalmente, para a fixação do homem no campo”, declarou o governador. “Brasília tem crescido muito na nossa produção rural, e nós, do Governo do Distrito Federal, temos feito um investimento direto na melhoria da vida dos produtores.” Somadas, as três festas foram responsáveis, no ano passado, pela geração de 50 mil empregos diretos e indiretos e movimentaram mais de R$ 500 milhões na economia do DF. “Brasília se consolida como a capital das frutas”, ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Essas festas geram milhares de empregos diretos no Distrito Federal e levam mais de 2 milhões de pessoas para conhecê-las. Então é importante a divulgação, é importante para o Distrito Federal, é importante para a cultura e para a economia do DF.” Feiras que expõem a produção local de goiaba, morango e uva são as maiores do DF e têm programação extensa | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Além de exposição e venda das frutas e de seus derivados por produtores, essas feiras também se destacam pela programação artística, com shows de artistas nacionais. “São eventos muito interessantes, porque envolvem uma vocação que Brasília tem, que é da grande produtividade agrícola — a tecnologia que se emprega aqui no Distrito Federal no campo agrícola é muito forte, muito potente —, e isso aliado a grandes nomes da música brasileira, em um olhar também muito democrático, porque são shows gratuitos”, avaliou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “Então, são feiras que impactam muito a sociedade, tanto nos campos econômico, artístico e cultural quanto no social.” Programação Produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão José Luís Yamagata ressaltou: “A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A Feira da Goiaba de Brasília, que chega à 11ª edição, abre o calendário, já no próximo mês. O evento ocorre de 4 a 12 de abril, em Brazlândia. As atrações musicais confirmadas são Israel & Rodolfo (4/4), Pablo e Tuca Fernandes (5/4), Henry Freitas (10/4), Zezo (11/4) e Eduardo Costa (12/4). De 31 de julho a 9 de agosto, será a vez de Planaltina promover e sediar a 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília. Já a tradicional Feira do Morango de Brasília celebra sua 30ª edição de 4 a 13 de setembro, em Brazlândia. “É muito importante para mostrar a nossa produção”, pontuou José Luís Yamagata, produtor rural em Brazlândia e presidente da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag). “Hoje, nós temos um mercado interno aqui no Distrito Federal, e uma parte nós mandamos para fora. A feira ajuda a escoar os produtos, além de gerar renda nessa área.“ Eduardo Campos, presidente da Associação Cresce-DF: “A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O presidente da Associação Cresce-DF, Eduardo Campos, que é produtor em Planaltina, reforçou: “A Feira da Uva, que é uma das mais novas, tem tomado uma proporção muito grande. Ela vem junto das feiras da Goiaba e do Morango, mostrando a importância do agro no Distrito Federal e a importância da família produtora para que esses frutos cresçam em várias vertentes, não somente na fruta em si, mas nos seus derivados. A gente vê a importância das feiras, e esse lançamento conjunto mostra como Brasília está propícia para o cultivo dessas frutas”. Produção A força das feiras acompanha o crescimento da fruticultura no Distrito Federal, atividade que ocupa cerca de 2.381 hectares e responde por uma produção superior a 40 mil toneladas por ano. Entre as principais culturas estão as de abacate, goiaba, banana, limão, tangerina, laranja, maracujá, manga, pitaia e uva, distribuídas por diversas regiões rurais da capital. 3.385,4 toneladas Total da produção de goiaba no DF em 2025 Na produção de uva, o DF contabilizou, em 2025, 39,43 hectares plantados, com colheita de 484,86 toneladas e atuação de 59 produtores. A cultura está presente em áreas como Planaltina, PAD-DF, Sobradinho e Vargem Bonita, em pequenas propriedades voltadas tanto ao consumo in natura quanto ao enoturismo e à agroindustrialização artesanal. O morango, por sua vez, segue com forte presença em Brazlândia, principal polo produtor do fruto no Distrito Federal. Neste ano, a cultura soma 131,9 hectares plantados, produção de 3.956,1 toneladas e 403 produtores na região. Já a goiaba tem produção concentrada em Alexandre Gusmão e Brazlândia. Em Alexandre Gusmão, são 181,18 hectares plantados, 3.385,4 toneladas produzidas e 87 produtores. Em Brazlândia, os números chegam a 233,2 hectares, 3.737,2 toneladas e 80 produtores, consolidando as duas regiões como referências no cultivo da fruta no DF. [LEIA_TAMBEM]No evento desta sexta, o governador Ibaneis Rocha também destacou os investimentos feitos em prol da população rural: “Nosso objetivo é incentivar para que eles tenham mais condições de trabalho. Entregamos recentemente mil kits de irrigação de 1 hectare, cada um, para que essas pessoas possam ter as suas áreas irrigadas e melhorem a sua produção. Além disso, investimos muito também na melhoria das estradas rurais, e muitas delas têm sido asfaltadas nas mais diversas regiões. Ao depositar confiança no homem do campo, a gente melhora a vida na cidade”. Calendário ► 11ª Feira da Goiaba de Brasília (Brazlândia) → 4 a 12 de abril Atrações • 4/4: Israel & Rodolffo • 5/4: Pablo e Tuca Fernandes • 10/4: Henry Freitas • 11/4: Zezo • 12/4: Eduardo Costa ► 6ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília (Planaltina) → 31 de julho a 9 de agosto ► 30ª Feira do Morango de Brasília (Brazlândia) → 4 a 13 de setembro.
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Período de colheita da soja é aberto oficialmente no Distrito Federal
Começa nesta quinta-feira (26), oficialmente, a temporada oficial de colheita da soja no DF, conforme decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha durante a AgroBrasília 2025 referente ao evento promovido pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o dia oficial para o início da colheita representa um reconhecimento à principal atividade agrícola do Distrito Federal. “A soja ocupa papel estratégico na economia rural da capital do país. Essa celebração do início da colheita valoriza o trabalho árduo de produtores e trabalhadores do campo, e também fortalece o diálogo entre o governo e as entidades que representam o setor”, afirmou o governador. Segundo Ibaneis Rocha, as perspectivas para a safra 2025/2026 são bastante positivas. “A área cultivada no DF deve crescer 5% em relação à safra anterior e alcançar 94,1 mil hectares. Estamos falando de uma produção estimada em mais de 330 mil toneladas de grãos, que gera empregos e movimenta a nossa economia”, detalhou. Estimativa é que a produção de soja no DF cresça em torno de 4% e 5% este ano | Foto: Divulgação/Seagri-DF “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar” Rafael Bueno, secretário de Agricultura Clima favorece Segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvilmento Rural, Rafael Bueno, as condições climáticas têm favorecido a produção. “Em 2025, chuvas regulares, lavouras com boa sanidade e alta produtividade resultaram em uma produção recorde de soja no DF”, lembra. “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar. A estimativa do setor é de um incremento entre 4% e 5% sobre a produção total de soja do DF”. O plantio foi feito entre o fim de outubro e o início de novembro do ano passado. Planaltina, Pipiripau, Rio Preto, São Sebastião, Sobradinho e o PAD-DF se destacam pela alta produtividade e adoção de tecnologias e boas práticas agrícolas, reforçando o protagonismo do DF no agronegócio nacional. “Apesar do atraso inicial das chuvas, elas se regularizaram ao longo do ciclo, garantindo excelentes condições para o desenvolvimento da lavoura”, afirma o produtor José Brilhante Neto, da região do PAD-DF e presidente do Sindicato Rural do DF. “A tendência é de aumento significativo na produtividade nesta safra.” “A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O engenheiro agrônomo e produtor Cláudio Malinski também avalia como positiva a regularidade das chuvas: “A semeadura foi concluída após a normalização das precipitações no fim de novembro, o que favoreceu a germinação e o desenvolvimento das lavouras. Ao que tudo indica, vamos bater recorde de produtividade”. Cadeia produtiva Dados mais recentes apontam que, nas áreas irrigadas, a soja está em fase de formação de vagens, enquanto nas áreas de sequeiro há lavouras do estágio vegetativo ao reprodutivo. De modo geral, as condições são consideradas satisfatórias. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta o impacto econômico da cultura: “O início da colheita reafirma a força de uma cadeia produtiva estratégica, com participação expressiva no VBP [Valor Bruto da Produção Agropecuária] do DF. A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região.” Na safra 2024/2025, segundo a Emater-DF, a área plantada superou 72 mil hectares, com produção acima de 320 mil toneladas de grãos, sendo cerca da metade destinada ao mercado de grãos comerciais. [LEIA_TAMBEM]“Falar da agricultura é falar de desafio”, enfatiza o produtor rural Silvano Borghelot, do Núcleo Rural Tabatinga e Cariru. “Este ano foi muito bom climaticamente no DF e, graças a Deus, teremos boa produtividade.” Segundo o produtor, a chuva atrasa a colheita dos materiais precoces, mas favorece o milho safrinha (segunda safra do milho): “O agricultor é abençoado, mas precisa enfrentar os desafios do mercado e do clima.” Produção e mercado Atualmente, cerca de 1.031 produtores cultivam soja em aproximadamente 600 propriedades cadastradas no Sistema de Informações em Defesa Agropecuária do Distrito Federal (Siagro-DF). O DF conta com mais de 83 mil hectares plantados e atende tanto ao mercado interno quanto a outros estados e ao mercado externo. O Distrito Federal já exporta soja para o Paquistão, consolidando sua presença no comércio internacional de grãos. Com tecnologia, gestão eficiente e alto nível produtivo, a leguminosa oleaginosa reafirma sua posição como principal motor do agronegócio do Distrito Federal, fortalecendo a economia rural e ampliando a competitividade da capital no cenário nacional. *Com informações da Seagri-DF
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Primeiro espumante da capital chega para brindar as festas de fim de ano
Com a chegada do Natal e do ano-novo, Brasília ganha mais um motivo para brindar. A capital entrou no mapa dos espumantes nacionais com o lançamento do BSB Rosé, primeiro espumante produzido no Distrito Federal. O rótulo, nas versões brut e nature, é assinado pela Vinícola Brasília e simboliza um marco para a vitivinicultura local, especialmente para as comemorações das festas de fim de ano. "O lançamento do espumante da Vinícola Brasília simboliza a força do enoturismo no Distrito Federal e reforça a capital como um destino que valoriza a produção local, a inovação e as experiências gastronômicas" Cristiano Araújo, secretário de Turismo “O lançamento do espumante da Vinícola Brasília simboliza a força do enoturismo no Distrito Federal e reforça a capital como um destino que valoriza a produção local, a inovação e as experiências gastronômicas. Iniciativas como essa agregam valor ao turismo, movimentam a economia e oferecem mais um motivo para brasilienses e visitantes celebrarem o fim de ano na cidade”, afirma o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo. Rota das Uvas Além da enocultura, o BSB Rosé movimenta a economia e o turismo no DF | Foto: Divulgação O BSB Rosé é resultado do trabalho de dez famílias produtoras que integram o projeto coletivo da Vinícola Brasília. A vinícola integra a Rota das Uvas, iniciativa lançada em 2024 que busca fomentar o turismo rural e fortalecer a cadeia produtiva do vinho no Cerrado. Além do novo espumante, o empreendimento comercializa rótulos como Sauvignon Blanc Cobogó, Rosé Pilotis, Malbec Syrah Croqui e Syrah Monumental, que ficou entre os 16 melhores na avaliação nacional de vinhos. Sabor do Cerrado [LEIA_TAMBEM]Elaborado com uvas syrah cultivadas no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), o espumante apresenta coloração rosada brilhante, perlage fina, aromas frescos e acidez equilibrada. A proposta é valorizar as características do Cerrado e fortalecer a produção agrícola do Distrito Federal. As duas versões se diferenciam pela dosagem de açúcar. A versão nature não recebe adição de açúcar. Já a versão brut leva uma dosagem mínima, que confere mais cremosidade à bebida. A recomendação é servir entre 8°C e 10°C. Os espumantes estão disponíveis para compra na própria vinícola e pelo WhatsApp (61) 98407-5802.
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Pavimentação da DF-285 transforma rotina no campo e impulsiona produção no PAD-DF
A pavimentação da DF-285, no Paranoá, transformou o dia a dia dos produtores rurais do Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF). A estrada, antes tomada pela poeira, lama e pelas dificuldades de acesso, agora garante mais segurança, rapidez e tranquilidade para quem vive do trabalho no campo. Executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com investimento de R$ 20,6 milhões, o trecho recebeu duas faixas de rolamento ao longo de 13,5 quilômetros. A obra representou uma transformação importante para a comunidade, segundo o produtor rural Luiz Ângelo Cappellesso. Ele conta que a família sempre viveu e trabalhou no campo, sendo pioneira na região do PAD-DF, no Jardim 2, onde cultivam grãos, criam gado e operam há muitos anos com irrigação por pivô central. Para ele, a obra foi a realização de um sonho, e destaca que, após o asfalto, tudo ficou mais fácil: o recebimento de insumos; a chegada de serviços públicos; a mobilidade de professores e profissionais de saúde; e, principalmente, o escoamento da produção. Ele reforça que as mudanças não impactaram apenas quem produz, mas toda a população local. As crianças passam a ir limpas para a escola, o transporte chega com mais facilidade e a qualidade de vida melhora de forma geral. Executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com investimento de R$ 20,6 milhões, o trecho recebeu duas faixas de rolamento ao longo de 13,5 quilômetros | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com 45 anos de história na região, o produtor lembra que o PAD-DF abriga uma diversidade produtiva robusta: grãos, bovinos, frangos, suínos e um hortifrúti forte, que chega a enviar cerca de quatro caminhões por feira para a Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF). “Um caminhão que sai daqui para o Ceasa precisa levar a verdura limpa e fresca; ela não pode chegar amassada por causa de estrada ruim. Por isso, o asfalto não é luxo para ninguém, é um benefício para todos, em qualquer situação”, afirma Cappellesso. Para o comerciante Valdir Mangoni, que vive e trabalha na região há 40 anos, a pavimentação da DF-285 trouxe mudanças profundas, especialmente na área da segurança e na rotina do comércio local. Ele conta que, antes do asfalto, havia muita dificuldade até para receber mercadorias, porque as empresas não entregavam no local. “Hoje nós temos toda a rede de empresas fazendo entrega aqui, até o frigorífico que traz carne para nós. Foi muito bom esse asfalto chegar até aqui, porque o sofrimento era muito forte”, relata. Emocionado ao lembrar da trajetória, Valdir explica que a emoção vem da história vivida na região e das dificuldades enfrentadas. “Houve um período em que começamos a trabalhar por conta própria, e aí vieram as dificuldades. Eu tinha que ir até a cidade comprar mercadoria, era uma correria danada. Não tínhamos funcionários, não tínhamos nada.” Com o tempo, porém, ele conseguiu estruturar o comércio e criar os filhos ali, e garantiu faculdade para cada um deles. Hoje, comemora o avanço da pavimentação, que segue em direção à divisa com Minas Gerais, e diz que a obra trouxe não apenas mais qualidade de vida, mas também alegria. “Graças a Deus, agora está tudo resolvido. É gratificante. E vamos esperando melhorias, quanto mais, melhor”, ressalta. “Graças a Deus, agora está tudo resolvido. É gratificante. E vamos esperando melhorias, quanto mais, melhor”, ressalta o comerciante Valdir Mangoni Além de melhorar a trafegabilidade para mais de 5 mil condutores de veículos que utilizam a DF-285, a obra beneficiou diretamente produtores do Núcleo Rural Jardim II e das cidades mineiras de Unaí, Cabeceira Grande, Buriti de Minas e Palmital, que também utilizam a via para escoar a produção agrícola. Para o administrador regional do Paranoá, Horácio Duarte de Lima Neto, a pavimentação da DF-285 é muito importante para a região. “Essa via é uma área forte na agricultura, e a melhoria da estrada facilita o escoamento da produção, divide o trânsito de outras vias já pavimentadas e ajuda no dia a dia da população, garantindo mais segurança, mais economia e qualidade de vida para todos.” Ampliação Em maio deste ano, o governador Ibaneis Rocha assinou a ordem de serviço para o início das obras de pavimentação asfáltica da DF-285. O ato integrou o conjunto de compromissos do chefe do Executivo durante visita à AgroBrasília. O projeto contempla a pavimentação e outros serviços ao longo de um trecho de 7,75 km de extensão, compreendido entre a VC-461 e a divisa com Minas Gerais. O superintendente de obras do DER-DF, Cristiano Cavalcante, explica que a pavimentação do trecho restante, do Jardim 2 até a divisa com Minas Gerais, na altura da ponte, já foi iniciada. Segundo ele, as chuvas recentes atrasaram um pouco o andamento, já que o período chuvoso dificulta a continuidade dos trabalhos, mas o serviço segue em execução. A previsão é que, no próximo ano, o DER entregue a obra e conclua totalmente a pavimentação da DF-285 até a fronteira com Minas Gerais. As obras incluem serviços de terraplanagem, drenagem e pavimentação, com investimentos de R$ 18,3 milhões. Ao todo, cerca de 20 mil condutores serão beneficiados pelas intervenções.
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