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Pilates

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Pilates no Hospital de Santa Maria oferece autocuidado a mães de crianças internadas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Para as mães que acompanham os filhos com condições crônicas complexas, a internação pode durar semanas ou até meses. Nesse período, a rotina se concentra nos cuidados com a criança, deixando pouco espaço para descanso, movimento e atenção à própria saúde. Foi a partir dessa realidade que a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizou, nesta segunda-feira (5/10), a primeira aula de Pilates voltada às mães de pacientes internados. A atividade foi conduzida pelos fisioterapeutas Matheus Adrian e Aline Leite, ambos com formação em Pilates, e reuniu exercícios de mobilidade, alongamento, respiração e relaxamento adaptados ao ambiente hospitalar. A proposta é começar com uma atividade mensal e, gradativamente, ampliar a frequência para uma vez por semana, conforme a demanda das famílias e a rotina assistencial da unidade. “Percebemos que essa era uma necessidade das próprias mães. Elas acompanham os filhos por longos períodos e, muitas vezes, não conseguem fazer nem uma caminhada. Para que possam continuar cuidando das crianças, também precisamos olhar para a saúde e a qualidade de vida delas”, explica o fisioterapeuta Matheus Adrian, da UCPPed. A proposta é começar com uma atividade mensal e, gradativamente, ampliar a frequência para uma vez por semana | Foto: Divulgação/IgesDF Movimento também é cuidado Além das aulas, os fisioterapeutas desenvolveram a cartilha “Movimento também é cuidado!”, com 12 exercícios simples que podem ser incorporados à rotina das mães durante a permanência no hospital. O material reúne alongamentos para pescoço, ombros, costas e membros inferiores, além de exercícios de mobilidade da coluna e do quadril, respiração e relaxamento. As atividades podem ser feitas sentadas ou em pé, sempre respeitando os limites de cada pessoa. “São mulheres que permanecem muito tempo dentro do hospital e nem sempre conseguem sair do setor para cuidar de si. Por isso, pensamos em movimentos simples, que possam ser incorporados à própria rotina e realizados próximos ao leito. Pequenas pausas para alongar, respirar e movimentar o corpo também são uma forma de autocuidado”, destaca a fisioterapeuta Aline Leite, da UCPPed. A intenção é que os exercícios sejam utilizados nos intervalos entre as aulas, especialmente pelas mães que permanecem por meses acompanhando os filhos. Uma pausa em meio à internação Para Dayse Carvalho, mãe de um menino de sete anos que está hospitalizado há cerca de dois meses e há aproximadamente 15 dias na UCPPed, participar da primeira aula trouxe alívio em meio a uma rotina cansativa e marcada por momentos difíceis. “Eu estava tensa e um pouco estressada. Foi incrível conseguir relaxar e aliviar a tensão. Percebi que estava precisando muito desse momento. Até pensei em recusar o convite, mas ainda bem que não fiz isso. Teria me arrependido. Valeu cada minuto”, conta Dayse. Jéssica Vieira encontrou na atividade uma oportunidade para fazer uma pausa. O filho está internado desde o nascimento, há seis meses, e há mais de um mês na UCPPed. Depois de meses acompanhando a rotina de cuidados do bebê, Jéssica conta que a atividade ajudou a aliviar, ainda que por alguns instantes, a tensão do dia a dia.  Legal, divertido e relaxante “Foi um momento muito legal, divertido e relaxante. Quando a gente passa tanto tempo dentro do hospital, a cabeça fica muito voltada para as preocupações com o filho. A atividade ajuda a distrair a mente, relaxar um pouco e sair, mesmo que por alguns instantes, dessa rotina”, relata. Na UCPPed, crianças e adolescentes com condições crônicas complexas podem precisar de internações prolongadas e da participação constante dos familiares. Além de acompanhar os filhos, mães e outros cuidadores aprendem como manter a assistência após a alta. Para a chefe do Serviço de Enfermagem da UCPPed, Raquel Caetano, reconhecer as necessidades de quem permanece ao lado da criança faz parte da humanização da assistência. “Essas mães participam intensamente do cuidado e, muitas vezes, permanecem conosco por meses. Quando criamos um espaço para que possam olhar para o próprio corpo e bem-estar, estamos cuidando também de quem sustenta essa rede ao lado da criança. Esse acolhimento faz parte da assistência que queremos oferecer”, destaca. “Quando a internação se prolonga, cuidar de quem permanece todos os dias ao lado do paciente também é parte do cuidado”, avalia Raquel. *Com informações do IgesDF

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Projeto escolar combate bullying por meio das artes marciais

O Centro de Ensino Médio (CEM) Urso Branco, no Núcleo Bandeirante, encontrou nas artes marciais uma ferramenta eficaz de transformação social. Criado em 2017, o projeto Quem Luta Não Briga reduziu significativamente os conflitos na escola, ampliou as modalidades ensinadas e tornou-se referência para outras instituições do Distrito Federal. Projeto Quem Luta Não Briga atende pessoas de 15 a 60 anos da comunidade escolar | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Mais de 500 alunos já passaram pelo projeto, que atende pessoas de 15 a 60 anos da comunidade escolar. “Em 2017, a comunidade do Núcleo Bandeirante enfrentava muitos conflitos, especialmente entre regiões próximas. Essas tensões chegavam à escola, transformando o ambiente em um foco de disputas de gênero, condição social e outros problemas”, explica o diretor Dreithe Thiago Ribeiro. A iniciativa, que começou com seis placas de tatame e aulas de jiu-jítsu, atualmente conta com um centro de lutas equipado, oferecendo também boxe, caratê, muay thai, judô, treino funcional e pilates. O supervisor pedagógico Eronildo Santiago, responsável pelo centro de lutas, ressalta o impacto do programa: “Tivemos uma formação ampla de alunos que se tornaram campeões, saíram de situações de violência doméstica e melhoraram o desempenho escolar”. Inclusão social O estudante Davi Rocha, de 13 anos, é faixa laranja de caratê. Ele ganhou confiança e autocontrole ao praticar a luta na escola O projeto também se destaca pela inclusão social. Alunos sem condições financeiras recebem doações de equipamentos. “Aqui, o aluno que não tem recursos tem total capacidade para treinar”, afirma Santiago. Entre os instrutores voluntários está o mestre de caratê Olivério Fernandes Borges, 74, um dos primeiros alunos da escola, fundada em 1963. Sua presença contínua ao longo de quase toda a história da instituição simboliza o compromisso de longo prazo com a educação e o desenvolvimento dos jovens. O estudante Davi Rocha de Carvalho, 13, aluno do 8º ano, é um dos beneficiados pela iniciativa. “Desde que comecei no caratê, aprendi a me controlar melhor e a confiar mais em mim. O projeto me ensinou que ser forte não é brigar, mas saber quando não brigar”, relata o adolescente. O diretor Dreithe também alerta para novos desafios, como o cyberbullying: “Hoje, com o acesso irrestrito que eles têm aos dispositivos digitais, os conflitos muitas vezes começam nas redes sociais para depois chegar à escola”. Ele recomenda que os pais observem o comportamento dos filhos nas plataformas digitais. O sucesso do Quem Luta Não Briga já inspira iniciativas semelhantes em outras unidades da rede pública do DF, demonstrando como projetos inovadores dentro da Secretaria de Educação podem transformar não apenas as escolas, mas comunidades inteiras. Várias faculdades já visitaram o projeto para estudá-lo como um caso de sucesso em intervenção socioeducativa. Às vésperas de completar uma década, o projeto mantém-se ativo, mesmo durante as férias escolares, oferecendo uma alternativa constante para jovens e adultos da comunidade. *Com informações da SEEDF  

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Centros olímpicos têm várias modalidades esportivas para mulheres

Os centros olímpicos e paralímpicos (COPs) do DF seguem com as inscrições abertas para quem quer investir em uma modalidade esportiva e cuidar da saúde. Em março, quando se homenageiam as mulheres, há diversos esportes com vagas para elas, como natação, hidroginástica, capoterapia, atividade física orientada, ginástica localizada e pilates, entre outras. Atividades aquáticas estão entre as práticas esportivas oferecidas nos COPs | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os centros atendem um público a partir dos 4 anos de idade, beneficiários de programas sociais, inclusive pessoas com deficiência (PcDs). Há unidades do COP em 11 regiões administrativas: Brazlândia, Ceilândia (Parque da Vaquejada e Setor O), Estrutural, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho e Planaltina. Todas as aulas são gratuitas. Inscrições “É importante trabalhar para fortalecer as políticas públicas voltadas às mulheres, especialmente neste mês de março”, afirma o secretário de Esporte e Lazer, Julio César Ribeiro. “Um dos nossos compromissos é melhorar o cuidado com a saúde por meio do esporte, e com certeza os centros olímpicos e paralímpicos são fundamentais nesse processo.” Para pessoas com deficiência, são nove modalidades ofertadas e disponíveis em todas as 12 unidades: atletismo, bocha, natação, programa de inclusão e projeto esportivo, além das estimulações básica, essencial, global I e global II . As inscrições podem ser feitas neste link. Já para o público em geral, basta acessar a página da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) ou comparecer presencialmente às unidades, caso a pessoa interessada não tenha acesso à internet. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Palestra contra a violência  Dentro da programação do mês da mulher, o COP de Brazlândia oferece um evento especial nesta quarta (15), das 9h às 12h. Haverá dança, palestras sobre a prevenção da violência doméstica, atendimentos nas áreas da saúde e espaço de empreendedorismo para elas.

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Dança, yoga e pilates são remédios na reabilitação de pacientes

Mais de 90 pessoas participam ativamente dos grupos de reabilitação e terapias alternativas na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3, do Recanto das Emas. O trabalho busca atender às demandas espontâneas para a prevenção e tratamento de diversos problemas. Diariamente, a população tem a oportunidade de se unir aos grupos de yoga, de alongamentos globais, de exercícios gerais, de caminhadas e de pilates. As atividades ajudam no diagnóstico precoce, monitoramento de agravos, promovendo educação em saúde e melhoria da qualidade de vida da população | Fotos: Divulgação / SES-DF Todas as atividades são desenvolvidas pelo Núcleo Ampliado em Saúde da Família (Nasf) da UBS, formado por especialistas como fisioterapeuta, nutricionista e terapeuta ocupacional. Além do atendimento de grupo, os casos identificados com problemas mais graves de reabilitação são encaminhados para atendimento individualizado. As ações desse núcleo dão suporte importante para as equipes de Saúde da Família, ajudando no diagnóstico precoce, no monitoramento de agravos, promovendo educação em saúde, e melhora da qualidade de vida da população. [Olho texto=”“O público-alvo é formado por indivíduos portadores de doenças crônicas ortopédicas, diabetes, hipertensão e obesidade. Abraçamos outras demandas também. Em poucas sessões, percebemos, nos relatos e exercícios, que os pacientes conseguem superar as dificuldades apresentadas”” assinatura=”Gilmara Hussey, fisioterapeuta” esquerda_direita_centro=”esquerda”] As turmas são conduzidas por esses profissionais do Nasf. A fisioterapeuta Gilmara Hussey é um deles e foca as atividades em demandas mais generalizadas para atender a um grupo maior. No entanto, quando há situações que precisam de uma atenção específica, a profissional realiza os encaminhamentos necessários. Para participar, é só comparecer no dia da atividade. Apenas o grupo de Qualidade de Vida tem inscrição prévia. “Focamos muito na prevenção. Mas, temos pacientes com vários perfis. O público-alvo é formado por indivíduos portadores de doenças crônicas ortopédicas, diabetes, hipertensão e obesidade. Abraçamos outras demandas também. Em poucas sessões, percebemos, nos relatos e exercícios, que os pacientes conseguem superar as dificuldades apresentadas. Quando eles sentem que estão mesmo melhorando, seguem conosco”, afirmou. [Olho texto=”“Recebi dicas para uma vida saudável e, de maneira simples, passei a mudar os meus hábitos. Fiz amigos e ir lá passou a fazer parte da minha rotina. O que temos aqui é uma riqueza e tudo gratuito. Hoje sou mais feliz e minha autoestima melhorou muito”” assinatura=”Sônia Valadares, paciente” esquerda_direita_centro=”direita”] A paciente Sônia Valadares é uma das usuárias da unidade que participa das ações alternativas. Estava com problema na coluna e com medicação diária para dor. No local, passou por atendimento e a participar dos grupos. Além disso, como dever de casa, aprendeu a fazer os exercícios de fortalecimento. Recebeu ainda dicas de alimentação e vida saudável. “Com as atividades na UBS, eu consegui me livrar da medicação, porque saí do sedentarismo e passei a me movimentar da maneira correta. Os profissionais são atenciosos e vão além do exercício. Recebi dicas para uma vida saudável e, de maneira simples, passei a mudar os meus hábitos. Fiz amigos e ir lá passou a fazer parte da minha rotina. O que temos aqui é uma riqueza e tudo gratuito. Hoje sou mais feliz e minha autoestima melhorou muito”, relatou. Além de exercícios, os participantes recebem dicas de alimentação e vida saudável Há também o grupo para a melhor idade, exclusivo para pessoas acima de 60 anos, que queiram melhorar as funções de memória, coordenação motora, força e alongamento, além da interação social, por meio da dança sênior, exercícios e alongamentos. Todo mês, a equipe tem ainda o Grupo de Qualidade de Vida. São quatro encontros realizados por meio das metodologias ativas e de inovação, fazendo com que os participantes reflitam e desenvolvam novas atitudes para mudança de hábitos e melhoria da qualidade de vida. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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