Resultados da pesquisa

Policlínica do Gama

Thumbnail

Policlínica do Gama passa a oferecer exame de espirometria infantil

Um novo serviço passou a integrar a rotina assistencial da Policlínica do Gama neste mês: a implantação da espirometria infantil, em atendimento a pedidos de famílias que acompanham crianças com problemas respiratórios. O exame tem como objetivo avaliar a função pulmonar e apoiar o diagnóstico e o monitoramento de doenças como asma e bronquite. Paciente utiliza um tubo bucal e um clipe nasal, fazendo manobras respiratórias orientadas para o exame | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “A chegada da espirometria infantil é um avanço importante, especialmente porque a policlínica já conta com pneumologia e alergologia”, afirma a técnica de enfermagem e espirometria da unidade hospitalar, Durci Leitão. “O paciente realiza o exame no mesmo local onde já é acompanhado pelo profissional, o que torna o cuidado mais integrado e eficiente.” Etapas do exame [LEIA_TAMBEM]A espirometria é um exame simples, indolor e não invasivo, indicado para crianças a partir dos seis anos de idade. Por meio da avaliação, os profissionais conseguem analisar como o ar entra e sai dos pulmões. Esse passo contribui para a identificação de alterações respiratórias e para a definição da conduta clínica. O acesso ao serviço ocorre mediante regulação pela Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente. De acordo com Durci Leitão, a criança não precisa estar em jejum e recebe todas as orientações antes de iniciar o procedimento. Durante o exame, o paciente utiliza um tubo bucal e um clipe nasal, fazendo manobras respiratórias orientadas pelo profissional.  Na primeira etapa, o teste é feito sem o uso de remédio. Em seguida, a criança recebe um broncodilatador, que ajuda a abrir as vias respiratórias. Após alguns minutos, o exame é repetido. “Essa comparação mostra como o pulmão reage ao medicamento e ajuda a médica a definir o diagnóstico e o tratamento”, explica a técnica. O exame é essencial para diferenciar doenças, como a asma, de outras condições, como alergias. Pacientes com asma precisam do laudo de espirometria para retirar medicamentos na Farmácia de Alto Custo Esse foi o caso da paciente Maria Júlia, 12, que foi submetida a espirometria pela primeira vez devido a crises alérgicas frequentes. Para a mãe, Claudiane Batista, 36, o exame representa um passo decisivo no cuidado da filha: “Ela já passou por vários tratamentos e ainda não tem um diagnóstico preciso; com esse exame, a expectativa é ter mais clareza sobre o quadro e direcionar ao melhor tratamento”. Requisito para medicação Além do suporte ao diagnóstico e ao acompanhamento clínico, o laudo da espirometria também é exigido para que pacientes com asma possam retirar medicamentos pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), conhecido como Farmácia de Alto Custo. Há quatro vagas diárias para o exame, que é disponibilizado de terça a sexta-feira, no período da manhã. Os resultados costumam ser vistos na mesma semana, com laudos emitidos às quintas-feiras. A meta é ampliar gradualmente o número de vagas, conforme a capacitação de novos profissionais. *Com informações da Secretaria de Saúde    

Ler mais...

Thumbnail

Policlínica do Gama registra 120 mil atendimentos em dez meses e amplia acesso à saúde especializada

Entre janeiro e outubro deste ano, a Policlínica do Gama alcançou 120 mil atendimentos, reunindo todas as especialidades. São cerca de 12 mil pacientes por mês, um aumento de 50% em comparação aos anos anteriores, quando a média mensal girava em torno de oito mil pessoas. A maioria dos serviços foi realizada por técnicos de enfermagem (26,86%), seguidos por profissionais das áreas de fisioterapia (18,93%), enfermagem (12,79%) e fonoaudiologia (7,80%). A gerente da Atenção Secundária da Policlínica do Gama, Raquel Carneiro, atribui o resultado satisfatório a um conjunto de fatores e ao empenho das equipes. “Abrimos mais serviços, a própria mudança de local, menos faltas dos pacientes, menos absenteísmo dos nossos servidores, tudo reforçou para esse resultado. Para diminuir as faltas dos pacientes, por exemplo, agora conversamos mais por mensagens, com diversas confirmações. Com isso, temos uma comunicação melhor”, comentou. As melhorias também são sentidas pelos pacientes, como Luiza Lima, 73 anos, que frequenta a unidade há três meses para troca de curativo por conta de uma queimadura na perna. “Aqui, trabalham muito bem. Marquei muitas consultas. Para qualquer coisa que preciso, todos são bem prestativos. O tratamento está sendo muito bom”, elogiou. Entre janeiro e outubro deste ano, a Policlínica do Gama alcançou 120 mil atendimentos | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Policlínica A policlínica é uma unidade de saúde especializada, ou seja, os pacientes são encaminhados por meio do Complexo Regulador. O local oferece atendimentos de cardiologia, neurologia, pediatria (geral, reumatologia, pneumologia, alergia, endocrinologia), endocrinologia, dermatologia, geriatria, neurologia, nefrologia, feridas complexas, pé diabético, otorrinolaringologia, ginecologia e reumatologia. A filha da Tatiane Silva, 36, por exemplo, foi encaminhada para o atendimento com pneumologista após um quadro severo de pneumonia. Na unidade, além da consulta, a pequena Mariana também realizou o teste de alergia. “Todo o atendimento foi feito na policlínica e eu gostei muito. Aqui é rápido, no sentido de chegar e esperar ser chamada, é muito rápido”, comentou a mãe. Reforma Inaugurada em dezembro de 2024, a Policlínica do Gama representa um marco na região por ampliar a assistência à população. São 24 consultórios e mais de 13 especialidades atendidas. O edifício tem três pavimentos, com mais de 2,7 mil m² de área construída. A entrada principal conta com rampa de acessibilidade e os atendimentos ocorrem no primeiro andar, com cada área de especialidade contando com recepção e enfermagem. Foram aprimorados ainda os banheiros adulto e infantil e um banheiro da família com fraldário. Todo o espaço passou por pintura, troca de piso, iluminação, cadeiras e placas de indicação novas. Outro diferencial é o espaço infantil com bonecas, carrinhos e peças pedagógicas onde as crianças brincam e se entretêm enquanto aguardam consulta. Além disso, o local inovou com a criação do Ambulatório da Dor. Um espaço dedicado a pessoas que sofrem com dores crônicas, persistentes e debilitantes. A equipe oferece uma abordagem multidisciplinar, com foco em terapias alternativas e não medicamentosas, priorizando a qualidade de vida dos pacientes. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Pediatria da Policlínica do Gama passa a contar com testes alérgicos

Poeira, pelos de animais, frutos do mar, metais e até picadas de insetos. Esses e outros elementos podem causar crises alérgicas em crianças, gerando desde coceiras e manchas na pele até dificuldades respiratórias. Para garantir diagnóstico preciso e tratamento adequado, a pediatria da Policlínica do Gama passou a oferecer dois exames: o Teste Cutâneo de Hipersensibilidade Imediata (prick test) e o Teste de Contato Padrão (patch test). Disponível desde agosto, o serviço atende a Região de Saúde Sul, que engloba Gama e Santa Maria. A unidade realiza, em média, 12 exames por dia. Entre os pacientes, está o pequeno Noah Noberto, de 1 ano e 2 meses, que passou pelo prick test. “O Noah tem pele sensível e já apresentou reações ao sabão em pó e à picada de mosquito. O teste é muito importante para entendermos melhor o que pode causar essas alergias”, conta a mãe, Wanderleia Noberto, 43. O pequeno Noah passou pelo prick test, que identifica a sensibilidade do paciente a diferentes alérgenos | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF  Testes Os exames são realizados por enfermeiros da unidade. O prick test diagnostica hipersensibilidade imediata a determinados alérgenos e auxilia no tratamento de doenças como rinite, asma e dermatite atópica. O teste é feito no antebraço, com pequenas quantidades de alérgenos aplicados na pele. Embora seja indolor, pode gerar desconforto nos pontos com reação positiva, manifestada por inchaço, coceira ou vermelhidão. O resultado é disponibilizado em, aproximadamente, 20 minutos. Já o patch test avalia substâncias que entram em contato direto com a pele, como cosméticos, perfumes, metais e produtos químicos. O procedimento utiliza adesivos com 30 alérgenos diferentes fixados nas costas do paciente. É preciso comparecer três vezes à unidade: a primeira para aplicação, a segunda após 48 horas para leitura inicial e marcação dos pontos e a terceira entre 72 e 96 horas, de acordo com a programação das atividades do serviço, para o resultado final.  Jeanne Alecrim: "Conseguimos definir estratégias individualizadas de cuidado, o que favorece o controle dos sintomas e proporciona mais qualidade de vida" Segundo a alergista e pneumopediatra da unidade, Jeanne Alecrim, os exames são fundamentais para o plano de tratamento. “Os testes permitem identificar quais substâncias estão associadas às alergias apresentadas pelo paciente. A partir desses resultados, conseguimos definir estratégias individualizadas de cuidado, o que favorece o controle dos sintomas e proporciona mais qualidade de vida”, ressalta. Cuidados Antes de realizar os exames, é necessário suspender o uso de antialérgicos e corticóides por até 10 dias. “Essa medida é essencial para que o exame seja realizado e para que as reações possam ser observadas de forma correta. Caso haja qualquer reação durante o exame, contamos com equipe e estrutura preparadas para agir de imediato”, explica a enfermeira da policlínica, Marilene Ribeiro. No patch test, a criança deve comparecer de banho tomado, pois não poderá molhar a região dos adesivos. Também é importante evitar sol, roupas apertadas, atividades físicas que provoquem suor intenso ou coçar o local, para que o material não se descole da pele. Acesso  [LEIA_TAMBEM]O acesso aos exames começa na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, que encaminha o paciente para a alergista da Policlínica do Gama. Após avaliação, os testes são solicitados e agendados. O prick test é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Já o patch test é aplicado às segundas, com retornos às quartas e sextas-feiras, nos mesmos horários. Além da policlínica do Gama, o serviço é realizado na Policlínica da Asa norte, localizada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), e no Hospital de Base (HBDF). O encaminhamento acontece por meio da regulação da SES-DF ou por outras especialidades das próprias unidades. *Com informações da Secretaria de Saúde

Ler mais...

Thumbnail

Cuidados com o pé diabético: Conheça serviço da Policlínica do Gama

Uma ferida no dedão, de difícil cicatrização, seguida de infecção levou à amputação do pé e, depois, de parte da perna de Luzineide da Silva, 56 anos. Diagnosticada há 15 anos com diabetes tipo 2, ela agradece o acompanhamento que recebe há três anos no Ambulatório do Pé Diabético da Policlínica do Gama. “Me sinto acolhida. As enfermeiras e os médicos são experientes e humanos. Que bom que temos um local como esse aqui para cuidar da gente. Fiz a primeira amputação em janeiro de 2023 e a segunda em abril agora”. Luzineide está aguardando a cicatrização para receber uma prótese. O pé diabético é uma complicação do diabetes mellitus não controlado e ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés se transforma em lesão. Trata-se de um dos problemas mais graves decorrentes da doença, podendo levar à amputação do membro afetado. Luzineide da Silva, paciente do Ambulatório do Pé Diabético da Policlínica do Gama: "Me sinto acolhida. As enfermeiras e os médicos são experientes e humanos" | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF A gerente da Atenção Secundária da Policlínica do Gama, Raquel Carneiro, destaca que o acompanhamento regular e o autocuidado são as medidas mais importantes para evitar feridas e manter a doença sob controle. “É necessária a limpeza diária e a secagem adequada dos pés após o banho, especialmente entre os dedos, além de verificar se há machucados. Com a enfermidade, a sensibilidade reduz e as feridas não são percebidas”, afirma. Somente na Policlínica do Gama, de janeiro a junho de 2025, foram realizados 2.457 atendimentos Entre os cuidados indicados estão: usar hidratantes para evitar o ressecamento da pele; optar por calçados adequados, confortáveis e firmes; cortar as unhas de forma reta; verificar a temperatura da água do banho e evitar escalda-pés. Para prevenir complicações, é essencial manter o curativo limpo, fazer trocas regulares, manter a dieta equilibrada e controlar a glicemia. Com diagnóstico de diabetes tipo 2 e doença arterial obstrutiva periférica, Francisco Belarmino de Souza, 73 anos, passou por angioplastia e desbridamento (remoção de tecido necrosado) após a piora de uma ferida no calcanhar do pé direito. Na Policlínica do Gama, ele realiza a troca semanal dos curativos. “O tratamento aqui é excelente, a equipe é muito atenciosa e profissional. Os curativos são muito bem limpos. Estou bem satisfeito”, relata. A enfermeira Cíntia Pelegrini ressalta que o plano de cuidado envolve avaliação da ferida, escolha da cobertura adequada, troca do curativo e fixação correta, e monitoramento da cicatrização, entre outros cuidados contínuos. “Nossos pacientes são pessoas com histórico recente de amputação de membros inferiores, infecções, lesões nos pés com exposição óssea ou de tendões. É preciso acompanhamento regular com o médico, controlar o diabetes, manter o autocuidado, uma alimentação equilibrada, evitar cigarro e álcool. Se recomendado, atividade física pensada para cada caso”, explica. Francisco Belarmino de Souza frequenta a Policlínica do Gama semanalmente, para troca dos curativos: “O tratamento aqui é excelente, a equipe é muito atenciosa e profissional. Os curativos são muito bem limpos. Estou bem satisfeito” Programa Pé Diabético O programa Pé Diabético conta com equipes de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que oferecem assistência aos pacientes. Somente na Policlínica do Gama, de janeiro a junho de 2025, foram realizados 2.457 atendimentos. Os sintomas mais frequentes do pé diabético incluem fraqueza nas pernas; sensação de formigamento constante; queimação nos pés e tornozelos; dormência; dor e sensação de agulhadas; e perda da sensibilidade. [LEIA_TAMBEM]O atendimento inicial do paciente geralmente é feito na Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso seja necessário, ele é encaminhado para o serviço especializado. O programa também recebe pacientes em pós-operatório de procedimentos cirúrgicos, como amputações e desbridamentos. Além do Gama, a Secretaria de Saúde (SES-DF) oferece atendimento especializado nos Ambulatórios do Pé Diabético de Ceilândia, Taguatinga, Paranoá, Sobradinho, Planaltina, Guará e Plano Piloto, e no Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão (Cedoh). Nos ambulatórios, são realizados curativos, avaliação da ferida, verificação dos pulsos em membros inferiores, orientações para o autocuidado e acompanhamento pela equipe da unidade de saúde.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador