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Prêmio Candango de Literatura

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Aberto chamamento público para realização da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) abriu chamamento público para selecionar uma organização da sociedade civil (OSC) responsável pela execução da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura. O Edital nº 02/2026 foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta segunda-feira (30). A iniciativa prevê a celebração de termo de colaboração, com investimento estimado de até R$ 1,5 milhão, destinado à realização do prêmio, que contempla obras publicadas em língua portuguesa em diferentes países. A premiação abrange cinco categorias literárias — romance, conto, poesia, literatura infantil e Prêmio Brasília —, além de categorias voltadas à produção editorial, como capa e projeto gráfico, e projetos de incentivo à leitura. O edital estabelece que a organização selecionada será responsável por todas as etapas da premiação, desde a criação e a gestão dos editais específicos até a entrega final. Entre as atribuições estão a implementação de sistema online para inscrição e avaliação das obras, a contratação de jurados, a realização de eventos oficiais e a execução de estratégias de divulgação em âmbito local, nacional e internacional. O chamamento público para selecionar uma organização da sociedade civil (OSC) responsável pela execução da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura está aberto | Foto: Divulgação/Secec-DF A ação integra a política pública de leitura, escrita e oralidade do Distrito Federal, instituída por decreto, e busca fortalecer a produção literária, ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de leitores. O documento também prevê o encaminhamento das obras premiadas para bibliotecas públicas do DF, ampliando o alcance social da iniciativa. As inscrições estarão abertas desta terça-feira (31) a 29 de abril, por meio da plataforma digital de parcerias do Governo do Distrito Federal (GDF). As propostas serão avaliadas por comissão de seleção, com base em critérios técnicos, e deverão atingir, no mínimo, 65% da pontuação total para classificação. O processo segue as diretrizes do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc) e inclui etapas de habilitação documental, análise técnica, possibilidade de recursos e posterior celebração da parceria com a entidade selecionada. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa amplia o alcance das políticas públicas voltadas ao livro e à leitura. “O Prêmio Candango de Literatura é uma política estruturante que valoriza autores, fortalece o mercado editorial e amplia o acesso da população à leitura. Ao estabelecer essa parceria, garantimos uma execução qualificada, com transparência e participação social”, afirmou. O resultado do chamamento terá validade até 30 de dezembro deste ano, podendo ser prorrogado. A homologação final não garante a celebração da parceria, mas assegura que, caso ela ocorra, seguirá a ordem de classificação definida no processo seletivo. Edital de Chamamento Público nº 02/2026 | 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura Inscrições — De terça-feira (31), a partir das 14h, até as 14h de 29 de abril Local — Plataforma Parcerias GDF Mrosc Contatos — premiocandangodeliteratura@cultura.df.gov.br / 0800 644 9060 (Ouvidoria). *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília

Como parte das contrapartidas previstas em edital, os livros vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura, premiação realizada em outubro de 2025, foram doados à Biblioteca Nacional de Brasília. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes. O evento marcou a etapa final da segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, reafirmando o compromisso da premiação com a circulação do livro, o fortalecimento das bibliotecas públicas e a formação de leitores no Distrito Federal. Ao lado do secretário, estiveram presentes a diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha Rosario; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; a fiscal da Secec Andreza Ferreira; além de Maurício Melo Junior, Márcia Lages e Leda Simone Alves representando o Instituto Casa de Autores, organizador do prêmio realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). Para o secretário Claudio Abrantes, o recebimento das obras representa um avanço importante na consolidação do prêmio como política pública cultural. “É uma etapa fundamental de consolidação do Prêmio Candango de Literatura como uma política pública de incentivo, não só à escrita, mas também à leitura. Ele possibilita que mais pessoas tenham acesso a obras de referência, selecionadas por um júri técnico qualificado, que contribuem para a literatura em língua portuguesa em todo o mundo”, afirmou. Segundo o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, a iniciativa também amplia o acesso e valoriza novos autores. “A leitura dessas obras será gratuita à população, já que elas serão distribuídas na rede de bibliotecas públicas. Isso significa também divulgar o trabalho de escritores que muitas vezes estão começando, com tiragens ainda limitadas. A população do Distrito Federal passa a ter acesso a obras de qualidade já premiadas, escritas na nossa língua e que dialogam com a nossa realidade”, destacou. A entrega simbólica dos exemplares ocorreu nessa segunda-feira (23), no gabinete do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes | Foto: Divulgação/Secec-DF Cada vencedor das categorias literárias e editoriais doou 20 exemplares de sua obra, que passam a integrar o acervo da Biblioteca Nacional de Brasília, ampliando o acesso público à literatura contemporânea em língua portuguesa. As obras são: Sorriso Sorvete de Cereja, de Giovanna Ramundo (Editora Cambucá); A Viagem e Outros Contos, de Luís Pimentel (Editora Patuá); Lições da Miragem, de Ricardo Gil Soeiro (editora Assírio & Alvim); Nada Lá Fora e Aqui Dentro, de Juliana Monteiro (Editora Patuá); Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo, com criação de Leonardo Iaccarino (Editora Record) e Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira, com projeto de Jeferson Barbosa (Editora Mondru). Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com organização do Instituto Casa de Autores, o 2º Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições, de autores do Brasil e de outros 17 países, distribuídos por quatro continentes, consolidando o caráter internacional da premiação. A cerimônia de premiação ocorreu em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, quando foram anunciados os vencedores das sete categorias da edição: Vencedores do 2º Prêmio Candango de Literatura/Livros doados à Biblioteca Nacional de Brasília Melhor Romance Giovanna Ramundo — Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá) Melhor Livro de Contos Luís Pimentel — A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá) Melhor Livro de Poesia Ricardo Gil Soeiro (Portugal) — Lições da Miragem (Assírio & Alvim) Prêmio Brasília Juliana Monteiro — Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá) Melhor Capa Leonardo Iaccarino — Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record) Melhor Projeto Gráfico Jeferson Barbosa — Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru) Projeto de Incentivo à Leitura Sabrina Sanfelice — Sarau da Dalva e Estreloteca *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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2º Prêmio Candango de Literatura promove encontro virtual com vencedores da categoria 'Incentivo à Leitura'

A segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), segue rendendo bons capítulos, e um deles será apresentado em 12 de março. Trata-se da live "Conversas sobre leituras encruzilhadas", com Sabrina Sanfelice e Rafa Carvalho, representantes do Sarau da Dalva e da Estreloteca — Biblioteca Comunitária, vencedores da categoria Projeto de Incentivo à Leitura. Marcada para as 19h30 e aberta a quem se interessar, a live poderá ser acompanhada por meio do instagram do Prêmio Candango de Literatura. Mediada pela escritora Márcia Lages, o encontro virtual contará com a participação de Iris Borges, presidente da Casa de Autores — o instituto cultural responsável pela organização da premiação — e do curador do prêmio, o escritor João Anzanello Carrascoza. O objetivo é ampliar o debate sobre leitura, território e transformação social, além de atualizar o público sobre os próximos passos do projeto. A live do dia 12 será também um momento de atualização sobre as novidades do projeto Sarau da Dalva e Estreloteca — Biblioteca Comunitária, incluindo perspectivas de ampliação das ações, agora impulsionadas pelo reconhecimento nacional do prêmio. Mais do que premiar obras e iniciativas, o Prêmio Candango de Literatura reafirma seu compromisso com políticas de leitura que criam redes, fortalecem territórios e transformam bibliotecas comunitárias em verdadeiras constelações culturais. Realizada em 31 de outubro de 2025, a segunda edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes | Foto: Divulgação/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa dialoga com uma política pública que compreende a leitura como instrumento de cidadania. “O Prêmio Candango de Literatura integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do livro, da leitura e das bibliotecas no Distrito Federal. Ao reconhecer projetos como o Sarau da Dalva e a Estreloteca, reafirmamos que investir em leitura é investir em formação crítica, pertencimento e transformação social, valores que orientam a atuação da Secretaria e do Governo do Distrito Federal”, destaca. Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizada em 31 de outubro de 2025, a 2ª edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios em sete categorias. Em cerimônia oferecida em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, foram conhecidos os vencedores. A premiação foi estruturada em três eixos principais: pedagógico, literário e editorial. No pedagógico, a categoria Projeto de Incentivo à Leitura concedeu R$ 15 mil a Sabrina Sanfelice, pelo Sarau da Dalva e Estreloteca. No eixo literário, cada uma das categorias recebeu o valor de R$ 35 mil. Foram premiados Giovanna Ramundo, em Melhor Romance, por Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá); Luís Pimentel, em Melhor Livro de Contos, por A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá); Ricardo Gil Soeiro, de Portugal, em Melhor Livro de Poesia, por Lições da Miragem (Assírio & Alvim); e Juliana Monteiro, vencedora do Prêmio Brasília, por Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá). Já no segmento editorial, com premiação de R$ 20 mil por categoria, foram reconhecidos Leonardo Iaccarino, em Melhor Capa, pelo trabalho em Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), e Jeferson Barbosa, em Melhor Projeto Gráfico, por Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru). Como contrapartida, os vencedores dos eixos Literário e Editorial enviaram 10 exemplares de suas obras para a Biblioteca Nacional de Brasília, enquanto a vencedora do eixo Pedagógico contribuirá com a realização desta live. Sobre o Sarau da Dalva e Estreloteca: leitura como constelação comunitária O projeto vencedor do Prêmio Candango de Incentivo à Leitura é idealizado pelo Coletivo Cultural Comunitário Encruzilhada Estrela Dalva, que atua há 15 anos na periferia da zona leste de Campinas (SP). Composto majoritariamente por mulheres e pessoas negras, o coletivo promove ações culturais, pedagógicas e artísticas que fortalecem a identidade e ampliam o acesso à cultura em sua comunidade. Reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o grupo mantém uma biblioteca comunitária ativa, realiza saraus, encontros literários e formações, articulando arte, educação e cidadania. Seu conceito de “poesia expandida” traduz uma prática que ultrapassa o livro e se instala na vida cotidiana, na convivência e na construção coletiva. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Equipamentos e ações culturais ultrapassam 1 milhão de visitantes em 2025

Neste ano, a Subsecretaria do Patrimônio Cultural (Supac), órgão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), alcançou a marca de 1.097.225 visitantes em seus equipamentos e ações culturais, resultado de uma agenda intensa que somou 659 eventos ao longo do ano. Os números confirmam o papel estratégico da política de patrimônio cultural do Distrito Federal na ampliação do acesso à cultura, na valorização da memória e na ocupação qualificada dos espaços públicos. Museu Nacional da República recebeu, durante este ano, mais de 308 mil visitantes | Foto: Divulgação/Secec-DF A Supac esteve à frente de iniciativas de alcance simbólico e estrutural, como o Prêmio Candango de Literatura, o Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil, a Medalha do Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro e o Concurso Nacional de Arquitetura para o Memorial da Democracia. Em paralelo, a política de preservação avançou com a proteção de 437,20 km² de áreas tombadas, reforçando o compromisso com o patrimônio cultural do DF. Os equipamentos culturais administrados ou vinculados à subsecretaria registraram forte presença de público. O Museu Nacional da República recebeu 308.832 visitantes, com 134 eventos e 25 exposições. A Biblioteca Nacional de Brasília contabilizou 186.345 visitantes, enquanto o Centro Cultural Três Poderes reuniu 217.498 pessoas em 54 eventos, evidenciando a diversidade de públicos e linguagens. Políticas culturais [LEIA_TAMBEM]Outros espaços também tiveram desempenho expressivo, como o Teatro Nacional Claudio Santoro, com 80 mil visitantes em 140 eventos; a Casa do Cantador, que recebeu 30.694 pessoas; e o Complexo Cultural de Samambaia, responsável por 209 eventos e 56.346 visitantes, ampliando o acesso à cultura nas regiões administrativas. Museus como o Catetinho, o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília/Concha Acústica reforçaram a conexão entre história, arte e educação patrimonial. “O desempenho da Supac em 2025 reforça a importância do investimento contínuo em cultura e patrimônio como instrumentos de identidade, educação e desenvolvimento social, consolidando o DF como referência nacional na gestão de seus bens culturais”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. Na mesma linha, o subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, entende que os resultados refletem uma política cultural que combina preservação, acesso e pertencimento. “Esses números mostram que o patrimônio cultural do Distrito Federal está vivo, ocupado e fazendo sentido na vida das pessoas”, avalia. “Nosso foco foi abrir as portas, diversificar a programação e garantir que a população reconheça esses espaços como parte da sua história e do seu cotidiano. Cuidar do patrimônio é também cuidar das pessoas e da memória coletiva que nos une.” *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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