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Recupera Cerrado

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Propostas para o programa Recupera Cerrado II devem ser enviadas até o dia 30

As organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em participar do Edital Funam nº 02/2025 têm até o dia 30 deste mês para enviar propostas. O edital visa selecionar parceria para executar o projeto “Recupera Cerrado II: Monitoramento e Gestão Adaptativa de Áreas em Recuperação”, com investimento de R$ 3.714.090,63 do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal. Parques e áreas de interesse ecológico são o foco do programa de recuperação ambiental | Foto: Divulgação/Sema-DF O projeto tem como objetivo qualificar as ações de recuperação do Cerrado em 218,35 hectares distribuídos em áreas estratégicas do Distrito Federal, incluindo as orlas Sul e Norte do Lago Paranoá, parques e áreas de relevante interesse ecológico (Aries) no Paranoá, Asa Sul, Riacho Fundo, Águas Claras e Brazlândia. As atividades incluem manutenção, monitoramento e replantio de espécies nativas do cerrado em áreas onde já foram realizados investimentos em recuperação ambiental. Planejamento “No Cerrado, não basta apenas plantar; é preciso dar manutenção, monitorar, cuidar e adaptar as estratégias de acordo com as necessidades de cada área” Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente “O Recupera Cerrado II é um projeto de continuidade que demonstra nosso planejamento de longo prazo”, reforça o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “No Cerrado, não basta apenas plantar; é preciso dar manutenção, monitorar, cuidar e adaptar as estratégias de acordo com as necessidades de cada área. Com essa parceria, vamos garantir a efetividade dos investimentos já realizados e contribuir para a preservação do nosso bioma.” A vice-governadora Celina Leão também vê boas perspectivas na parceria: “Este edital representa nosso compromisso com a proteção do Cerrado e com a gestão responsável dos recursos públicos já investidos na recuperação de nossas áreas verdes”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Queremos garantir que cada muda plantada tenha as condições necessárias para crescer e cumprir seu papel ecológico." [LEIA_TAMBEM]A parceria terá duração de 18 meses, podendo ser prorrogada por igual período. Os recursos serão desembolsados de acordo com o cumprimento das metas e plano de trabalho aprovado. A organização selecionada deverá apresentar contrapartida não financeira entre 10% e 20% do valor proposto. Como participar As OSCs interessadas devem cumprir os requisitos do edital e encaminhar sua proposta por meio de link de acesso à pasta em nuvem digital para o e-mail funam@sema.df.gov.br. As organizações participantes devem ter no mínimo dois anos de cadastro ativo no CNPJ e comprovar experiência em atividades relacionadas ao objeto da parceria. O edital completo, com todos os requisitos e critérios de seleção, está disponível no site da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF). A divulgação do resultado provisório está prevista para até dez dias úteis após o encerramento das inscrições.   *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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Recupera Cerrado retoma plantios na orla norte do Lago Paranoá

Com o fim do período intenso de seca no Distrito Federal, o Projeto Recupera Cerrado – Orla Norte do Lago Paranoá reiniciou suas atividades de plantio ainda neste mês de outubro. O objetivo é concluir a recuperação dos 40 hectares de áreas degradadas na parte norte da orla, iniciada em março deste ano, por meio de ações de recomposição de vegetação nativa do cerrado em áreas estratégicas. A nova etapa começa pelo Setor de Habitações Individuais Norte (SHIN), na QL 7-9, onde serão plantadas cerca de 1.500 mudas de árvores | Fotos: Ascom/ Sema-DF A nova etapa começa pelo Setor de Habitações Individuais Norte (SHIN), na QL 7-9, uma área que corresponde a 3,75 hectares. A previsão é de que cerca de 1.500 mudas de árvores sejam plantadas nessa área. A ação, realizada pelo Instituto Espinhaço, Fundação Banco do Brasil e Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria do Meio Ambiente e do Instituto Brasília Ambiental, também se estenderá pelo Setor de Mansões e Deck Norte. As áreas do Parque Ecológico do Lago Norte e do Parque das Garças já foram beneficiadas com o plantio e estão em fase de monitoramento e manutenção. [Olho texto=”“O esforço conjunto do GDF e seus parceiros é fundamental para o sucesso desse trabalho de restabelecimento da Área de Preservação Permanente (APP), especialmente no Lago Norte, que contou com recursos de compensação florestal na ordem de R$ 1,2 milhão”” assinatura=”José Sarney Filho, secretário de Meio Ambiente” esquerda_direita_centro=”direita”] “Essa retomada dos plantios na orla norte é fundamental para a consolidação das atividades iniciadas no começo de 2022. O Lago Paranoá atende várias dimensões importantes para a vida no Distrito Federal e as ações na orla e suas áreas de influência impactam diretamente na conservação do Lago Paranoá, contribuindo para que ele continue cumprindo suas funções ecológicas e ambientais”, aponta José Sarney Filho, secretário de Meio Ambiente. O compromisso do projeto com a recuperação da área também é reforçado pelo presidente do Instituto Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão. “O esforço conjunto do Governo do Distrito Federal e seus parceiros é fundamental para o sucesso desse trabalho de restabelecimento da Área de Preservação Permanente (APP), especialmente no Lago Norte, que contou com recursos de compensação florestal na ordem de R$ 1,2 milhão. Em breve, serão anunciadas novas ações complementares para fortalecer a conservação ambiental no DF”, informa o gestor. As áreas do Parque Ecológico do Lago Norte e do Parque das Garças já foram beneficiadas com o plantio e estão em fase de monitoramento e manutenção Além disso, a iniciativa promove a conscientização do uso correto e seguro das APPs, Unidades de Conservação (UCs), corredores ecológicos e demais áreas de proteção ambiental, realizando ações educativas periódicas com voluntários, jovens e crianças de toda a comunidade da região. “Tivemos um bom resultado com o plantio no Parque Ecológico do Lago Norte e no Parque das Garças, agora estamos avançando com o monitoramento e a manutenção. Todas as áreas em recuperação têm suas especificidades e desafios, mas foram selecionadas de forma estratégica com base em um criterioso estudo técnico para que essa intervenção ambiental seja promissora para a vida do Lago Paranoá”, explica Sérgio Nésio, coordenador do projeto pelo Instituto Espinhaço. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Recupera Cerrado – Orla Norte do Lago Paranoá é uma continuação do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas e Danos nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) da Orla do Lago Paranoá, do GDF, que já recuperou 75 hectares na orla sul, em trechos desde as proximidades da barragem do Paranoá até o Braço do Riacho Fundo, onde foram plantados 47 mil mudas de árvores nativas do cerrado, com recursos do Funam na ordem de R$ 2,4 milhões, provenientes do pagamento de multas ambientais. *Com informações da Secretaria de Meio Ambiente do DF  

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Formada parceria para recuperação de áreas degradadas

Trabalho de recuperação da Orla do Paranoá teve início em 2019, no Lago Sul | Foto: Brasília Ambiental O Instituto Espinhaço – Biodiversidade, Cultura e Desenvolvimento Socioambiental, de Minas Gerais, foi a instituição selecionada pelo edital Recupera Cerrado, lançado pela Fundação Banco do Brasil (FBB) em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) e o Brasília Ambiental para atuar na recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) degradadas na Orla Norte do Lago Paranoá. A ação terá investimento de R$ 1,42 milhão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O trabalho prevê recomposição florestal com espécies vegetais nativas (arbóreas, arbustivas e/ou herbáceas) e monitoramento. “No Lago Norte, a partir do edital da FBB, a meta principal é recuperar, no mínimo, 40 hectares, além de promover monitoramento, manutenção e ações de conscientização da população por meio de uma estratégia de comunicação”, afirma a subsecretária Assuntos Estratégicos da Sema, Márcia Coura. “O trabalho de recuperação da orla visa garantir que o Lago Paranoá cumpra as múltiplas funções ecossistêmicas, como estabilidade das margens, corredores ecológicos, biodiversidade, embelezamento de Brasília, amenização do clima, navegação e lazer”, completa. Lago Sul O trabalho de recuperação da Orla do Paranoá teve início em 2019, no Lago Sul, e envolve áreas de preservação permanente (APPs). A iniciativa foi uma resposta do Governo do Distrito Federal à ação civil pública do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que determinou a recuperação de APPs ocupadas ilegalmente ao longo da orla, e que foram desobstruídas com a retirada de cercas e muros. A iniciativa conta com investimento de R$ 2 milhões, recursos provenientes do Fundo Único do Meio Ambiente (Funam), e é executada pela Sema em parceria com o Instituto Rede Terra. A previsão é de que sejam recuperados 65 hectares, com ações nos 30 metros às margens do espelho d’água. O diagnóstico ambiental que subsidia o projeto identificou 321,83 hectares passíveis de recuperação na orla, o que inclui APPs, unidades de conservação e áreas públicas. A orla do Lago Paranoá tem um contorno total de 102,31 quilômetros, dos quais 50,31 quilômetros no Lago Sul e 52 quilômetros no Lago Norte.   * Com informações da Secretaria de Meio Ambiente

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Inscrições para o Recupera Cerrado são prorrogadas para o dia 23

O prazo para inscrição de propostas para o Recupera Cerrado foi prorrogado para 23 de julho. Inicialmente, a data limite prevista no edital era 4 de junho. O concurso vai selecionar projetos que sugiram soluções para recomposição da vegetação nativa de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais, preferencialmente nas bacias dos Rios Descoberto e São Bartolomeu. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos. O objetivo é contribuir para a preservação do bioma Cerrado, assim como melhorar a qualidade e a quantidade de oferta de água nas regiões recuperadas. O investimento de R$ 1 milhão dessa primeira etapa faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). O recurso será usado para: Aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões Práticas de controle da erosão visando a conservação do solo Pagamento de serviço de terceiros para a implementação de técnicas de recomposição vegetal Ações de mobilização e divulgação Capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização Gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto Construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente Compra de máquinas, veículos, caminhões, móveis, equipamentos de informática e de comunicação e software O Recupera Cerrado é resultado da parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do DF, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), a Fundação Banco do Brasil e o Serviço Florestal Brasileiro. Mais informações podem ser solicitadas até 16 de julho pelo e-mail chamadaspublicas@fbb.org.br.

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