Cozinha hospitalar do Hran é reinaugurada, com investimento de R$ 1,3 milhão
O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) ganhou uma nova cozinha hospitalar. O espaço foi reinaugurado nesta terça-feira (8) pela governadora Celina Leão, após receber investimento de R$ 1.324.249,34 em obras e equipamentos. A obra contou ainda com R$ 500 mil em emenda parlamentar do deputado Robério Negreiros. Cozinha foi reformada com foco no reforço à segurança no preparo e distribuição das refeições, o que melhora a qualidade de alimentação dos pacientes | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A estrutura passou por uma reforma completa para reforçar a segurança no preparo e na distribuição de refeições. Essa é a sétima unidade da rede pública de saúde que recebe investimentos de reforma no refeitório. A governadora Celina Leão acompanhou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, durante a reinauguração: “É uma área muito importante, porque trata da alimentação de quem está internado e também de quem trabalha todos os dias dentro do hospital” “Entendemos que isso melhora a qualidade da alimentação oferecida ao paciente e também as condições de trabalho dos servidores da saúde”, afirmou a governadora. “É uma área muito importante, porque trata da alimentação de quem está internado e também de quem trabalha todos os dias dentro do hospital.” Adequação A intervenção incluiu reformulação total da rede elétrica, impermeabilização integral da área, substituição dos revestimentos de piso e parede e modernização dos equipamentos usados na rotina da cozinha. As mudanças atendem às normas sanitárias e operacionais e reforçaram a segurança na armazenagem e no preparo dos alimentos. “O investimento melhora o manejo dos alimentos servidos a pacientes e equipes e reforça uma área importante para o hospital, para o cuidado com o paciente e para as condições de trabalho dos servidores” Juracy Lacerda, secretário de Saúde Entre os novos equipamentos estão fogão industrial, freezers, panelas industriais, caixas térmicas, sistemas de banho-maria, bancadas de apoio, armários para os funcionários e cubas para preparo e higienização. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, anunciou que os trabalhos continuam em outras unidades de saúde. “O investimento melhora o manejo dos alimentos servidos a pacientes e equipes e reforça uma área importante para o hospital, para o cuidado com o paciente e para as condições de trabalho dos servidores”, disse. “O próximo a receber a reforma será o Hospital do Gama e, depois, o Hmib [Hospital Materno Infantil de Brasília]”. O superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto da Silva Júnior, enfatizou o alcance das intervenções: “Toda a rede elétrica e a hidráulica foram trocadas. Agora, temos um equipamento moderno para atender usuários e servidores, com melhores condições na hora da alimentação”. Um novo Hran desde 2019 [LEIA_TAMBEM]A reinauguração da cozinha se soma a outras intervenções executadas pelo GDF no Hran nos últimos anos. Em 2020, durante a pandemia, a Secretaria de Saúde (SES-DF) empenhou R$ 822,6 mil em reformas prediais, com pintura das fachadas, troca de letreiros, readequação da radiologia para instalação de um novo tomógrafo, reforma do box do pronto-socorro e manutenção das redes elétrica e hidráulica. Em 2023, o pronto-socorro e o centro cirúrgico passaram por modernização, com reforma das oito salas cirúrgicas e das áreas de recuperação anestésica, renovação de piso, paredes e teto, climatização, iluminação blindada, novos focos, mesas cirúrgicas e uma farmácia satélite. Em 2024, o GDF investiu mais R$ 2,8 milhões para reformar a ala de fissurados, com intervenções também na unidade odontológica, na de queimados e no centro cirúrgico ambulatorial. Já em 2025, o hospital ganhou uma usina fotovoltaica de R$ 1 milhão, capaz de gerar mais de 500 MWh por ano e suprir cerca de 15% do consumo da unidade.
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Região Central de Saúde ganha espaço para práticas integrativas
A Região de Saúde Central ー Asa Sul, Asa Norte, Cruzeiro, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, Granja do Torto e Vila Planalto ー ganhou, nesta quarta-feira (13), uma unidade do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis). Localizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Lago Norte, o espaço oferece atividades como acupuntura, auriculoterapia, tai chi chuan, yoga e lian gong, entre outras. O novo centro oferece atividades como acupuntura, auriculoterapia, tai chi chuan, yoga e lian gong, entre outras | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O centro contará com uma equipe multiprofissional responsável pelo atendimento, ensino, pesquisa e matriciamento das demais equipes da atenção primária. Todas essas frentes são necessárias, uma vez que as práticas integrativas abordam a saúde considerando a pessoa em sua dimensão física, mental, emocional, espiritual e social. No Distrito Federal, outros dois Cerpis já estão em funcionamento, um em Planaltina e outro em Santa Maria. São espaços que oferecem uma estrutura adaptada, com acolhimento humanizado e um leque de diversos grupos de práticas integrativas de saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Rede pública do DF oferta cuidado integral para hipertensão
O cenário brasileiro em relação à hipertensão é mais crítico do que o da maioria das nações. É o que aponta o primeiro relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os efeitos globais da doença. Enquanto, na média global, 33% dos adultos entre 30 e 79 anos são afetados pela enfermidade, estima-se que, no Brasil, o índice alcança 45%, isto é, 50,7 milhões de pessoas. Desse total, 62% foram o diagnosticados, mas apenas 33% estão com a pressão controlada. Na UBS 15 de Planaltina, pacientes hipertensos e diabéticos participam de reuniões quinzenais com a equipe multiprofissional de atendimento | Foto: Jonathan Cantarelle/Agência Saúde No Distrito Federal, todas as 175 unidades básicas de saúde (UBSs) contam com equipes de Saúde da Família (eSF) capazes de oferecer o diagnóstico e dar início ao tratamento. É o caso da UBS 15 de Planaltina, onde ocorrem as reuniões de pacientes do Hiperdia, sistema de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e diabéticos. Atendimento multiprofissional Os encontros quinzenais com a equipe multiprofissional acolhem, em média, 20 pessoas. Além de ações diretamente relacionadas ao controle e ao tratamento individual, são também oferecidas orientações acerca dos fatores gerais que impactam no alto nível de pressão arterial. Há cinco anos, Darlan da Costa, 41 anos, recebeu o diagnóstico positivo para diabetes e hipertensão. O acompanhamento feito em consultas e atividades coletivas na UBS 15 de Planaltina é integrado à retirada dos medicamentos na farmácia da própria unidade. “Vejo que isso ajuda não só a mim, mas também aos demais participantes do grupo”, conta. “Nós, que somos diabéticos e hipertensos, precisamos mesmo ter maior atenção”. A doença [Olho texto=”“Muitas vezes, o primeiro sinal já é um infarto ou um acidente vascular cerebral” ” assinatura=”Edna Maria de Oliveira, referência técnica distrital em cardiologia da Secretaria de Saúde ” esquerda_direita_centro=”direita”] A pessoa é considerada hipertensa quando apresenta regularmente pressão arterial superior a 140 por 90 mmHg (14 por 9). Os sintomas costumam aparecer somente em estágios mais avançados ou quando a alteração ocorre abruptamente, mas sinalizam risco de várias outras doenças. Por isso, lembra a médica Edna Maria de Oliveira, referência técnica distrital (RTD) colaboradora de cardiologia da Secretaria de Saúde do DF (SES), é importante fazer a aferição regularmente, ao menos duas vezes ao ano. “Muitas vezes, o primeiro sinal já é um infarto ou um AVC [acidente vascular cerebral]”, alerta. Há cerca de um ano, as dores no peito e na cabeça e a dificuldade para dormir de Meri Cristina, 57, começaram a ser investigadas no Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão (Cedoh) da SES. O local é referência a pacientes de alto e muito alto risco residentes da Região Central de Saúde do DF – Asa Norte, Asa Sul, Varjão, Lago Norte, Lago Sul, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal e Vila Planalto. Com os riscos identificados pela equipe da UBS 3 da Asa Norte, na Vila Planalto, Meri foi encaminhada ao médico especialista. “Mantenho confiança no atendimento; a gente não pode desistir nunca”, afirma ela. Os cuidados A pressão alta é um dos fatores de risco predominantes no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que, por sua vez, são as principais causas de morte em todo o mundo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Embora a hipertensão não tenha cura, possui tratamento e pode ser controlada. O relatório da OMS indica que, se os níveis de tratamento projetados para o país forem alcançados, serão evitadas 365 mil mortes pela doença até 2040. Além dos medicamentos disponíveis, é importante adotar um estilo de vida saudável, com alimentação adequada, atividade física regular e alteração de hábitos relacionados ao fumo e à ingestão de álcool. “É preciso também se atentar a outros fatores de risco, como o diabetes e a obesidade”, pontua a cardiologista Edna Maria de Oliveira. Para encontrar a UBS de referência, basta digitar o CEP no portal InfoSaúde. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Parceria entre Hmib e UBSs amplia atendimento para casos leves
Com o aumento da procura por atendimento pediátrico impulsionado pela sazonalidade de doenças respiratórias, a atenção primária da Região Central de Saúde atua de forma integrada para ajudar a diminuir a alta demanda no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Diariamente, quatro unidades básicas de saúde (UBSs) cedem vagas da agenda de seus profissionais para atender pacientes classificados na cor verde pela unidade hospitalar. Em média, são disponibilizadas de 25 a 30 vagas nas UBSs por turno, um total de quase 60 vagas ao dia. Porém, em cada turno, cerca de 15 vagas têm sido utilizadas. Ao receber o total de vagas ofertadas, o Hmib oferece a alternativa aos responsáveis pelas crianças que aguardam atendimento. Caso aceitem, o transporte é feito pelo próprio hospital. Quatro UBSs, entre elas a UBS 2 da Asa Norte, cedem vagas da agenda de seus profissionais para atender pacientes classificados na cor verde pelo Hmib | Foto: Tony Winston/Agência Saúde DF Diretor de Atenção Primária da Região Central, Pedro Zancanaro explica que a classificação verde indica a necessidade de um atendimento de baixa complexidade. “Não é esperado que um paciente na cor verde precise de exames complementares. A orientação, no geral, é que pacientes com sintomas leves procurem sempre a atenção primária, por meio das UBSs”, relembra. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Esse tipo de parceria está prevista no Plano de Contingência para o Enfrentamento da Sazonalidade na Pediatria do DF. O objetivo é desafogar o fluxo na porta de emergência e aprimorar o atendimento com a adoção da metodologia da rota rápida, quando profissionais das atenções primária e secundária encaixam na sua rotina o atendimento de pacientes classificados nas emergências com pulseiras amarelas e verdes – média e baixa complexidade, respectivamente. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, determinou a execução da rota rápida até a redução da pressão sobre as emergências, prevista para ocorrer em julho, conforme o histórico epidemiológico no DF. Na pediatria, o foco é o enfrentamento do vírus sincicial respiratório (VSR), que acomete o público infantil neste período do ano. *Com informações da Secretaria de Saúde
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