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Secretaria da Educação (SEEDF)

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Programa Na Moral realiza primeiro encontro de 2026 com gestores

Com foco em integridade, ética e cidadania, a Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), realizou nesta sexta-feira (27) o primeiro encontro do ano do programa Na Moral. Coordenada pela Assessoria Especial de Cultura de Paz, a iniciativa incentiva valores como honestidade e responsabilidade entre estudantes da rede pública. O evento, realizado no Sesi Lab, reuniu 102 gestores responsáveis pela implementação do projeto nas escolas em 2026. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou o papel da escola na transformação social e na prevenção da violência, reforçando a importância da formação ética no cotidiano escolar e pedindo o engajamento dos diretores na consolidação do programa. “É na escola que transformamos vidas. Quando um jovem segue pelo caminho da violência, é porque a sociedade falhou. Precisamos formar cidadãos que respeitem o outro e saibam lidar com frustrações. A rede é de vocês. Abracem o Na Moral, porque é com valores e integridade que vamos construir um futuro melhor”, acrescentou. Encontro reforçou a importância da escola na formação ética dos estudantes e no fortalecimento do programa Na Moral na rede pública | Fotos: Mary Leal/SEEDF Paz nas escolas A chefe da Assessoria de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, ressaltou o compromisso da secretaria com a construção de ambientes mais seguros e acolhedores, destacando o Na Moral como eixo central dessa estratégia: “A Assessoria de Cultura de Paz atua na convivência, na segurança e na promoção da paz, com destaque para o programa Na Moral, que trabalha valores e virtudes. A presença de vocês hoje neste evento nos enche de alegria e nos mostra que faremos lindos projetos ao longo do ano”. A diretora do Centro de Ensino Fundamental 14 de Ceilândia, Klelie Ligianne do Nascimento, afirmou que a chegada do programa atende a um interesse antigo da comunidade escolar. A unidade atende cerca de 700 estudantes do 6º ao 9º ano, com idades entre 11 e 15 anos: “O Na Moral é muito importante para a nossa escola. A gente já queria participar e fiquei muito feliz com essa oportunidade. O projeto ajuda a desenvolver habilidades e a tratar temas importantes para os nossos alunos e para toda a comunidade escolar”. A diretora Klelie Ligianne do Nascimento falou sobre a importância do projeto para a formação dos estudantes do CEF 14 de Ceilândia O programa Fruto da parceria entre SEEDF e MPDFT, o Na Moral surgiu a partir de palestras nas escolas e evoluiu para uma metodologia dinâmica, com atividades práticas e formato gamificado voltado ao ensino de valores e integridade. Durante o encontro, a promotora de Justiça Luciana Asper ressaltou a importância da iniciativa e o impacto da atuação conjunta entre as instituições. “Sou muito grata pela parceria com a Secretaria de Educação. Tenho 33 anos de Ministério Público e, por muito tempo, pensei em desistir. Mas quando justiça e educação caminham juntas, tudo muda. Hoje, temos mais segurança, esperança e a certeza de que vale a pena continuar”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Rede pública de ensino do DF inicia ano letivo de 2026 com novas escolas

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) iniciou o ano letivo de 2026 nesta quinta-feira (12), com novas escolas integrando o total de 988 unidades escolares ativas: 712 da rede pública, 77 unidades conveniadas, 73 centros de educação da primeira infância (Cepis) e 126 que atendem beneficiários do Cartão Creche. O ano começou com ações voltadas ao fortalecimento da infraestrutura escolar, com entrega de unidades reformadas, construção de novas escolas e ampliação de prédios já existentes, facilitando o acesso e qualificando os espaços de aprendizagem em diferentes regiões administrativas. O CEF 01 do Jardins Mangueiral foi uma das novas escolas que começaram a funcionar no início do ano letivo de 2026 | Foto: André Amendoeira/SEEDF Entre as novas unidades entregues neste ano estão o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 do Jardins Mangueiral, a Escola Classe (EC) 59 de Ceilândia e a EC 401 do Itapoã. Além dessas entregas, diversas escolas da rede receberam novos blocos de salas de aula, já aptos a receber os estudantes desde o primeiro dia de aula. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, visitou o CEF 01 do Jardins Mangueiral e abriu o ano letivo de 2026 conhecendo a nova escola em funcionamento. A gestora destacou a expectativa positiva para o ano: "A gente tem feito e continua fazendo muitas entregas bacanas. Esta escola, por exemplo, é um exemplo disso: um projeto arrojado, belo e moderno". "Mas o importante é que a rede pública começa o ano letivo de 2026 consolidada, com a nomeação de 3 mil novos professores, e estamos com zero carência na rede. Temos ainda a ampliação de programas do ano anterior, como o Pontes para o Mundo, e a implementação de novos, como o Programa de Educação Socioemocional, além do planejamento de outras iniciativas", complementou. [LEIA_TAMBEM]Planejamento O retorno às aulas contempla todos os estudantes da rede pública, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e os Centros Interescolares de Línguas (CILs). Nas creches, o atendimento começou de forma antecipada, na última segunda-feira (9). Os calendários escolares da rede pública podem ser consultados no site oficial da Secretaria de Educação. Desde dezembro de 2025, a SEEDF intensificou os preparativos para o início do ano letivo de 2026, que irá acolher 448.103 estudantes esperados na rede pública. A mobilização envolveu equipes de diferentes áreas da pasta, que atuam de forma integrada para garantir infraestrutura adequada, organização pedagógica, alocação de profissionais e a continuidade do ensino com qualidade, eficiência e segurança nas unidades escolares. O trabalho articulado busca assegurar que todas as escolas estejam preparadas para receber estudantes e profissionais desde o primeiro dia de aula, fortalecendo o compromisso com uma educação pública acessível e de qualidade. Para este ano, a secretaria nomeou 3 mil professores da carreira de Magistério Público, que já entram em exercício no início do ano letivo. Os novos docentes são candidatos aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. Ao longo da vigência do certame, a SEEDF já convocou, além desses 3 mil professores, um total de 5.239 novos servidores das carreiras de Magistério Público e Gestão de Políticas Públicas e Gestão Educacional (PPGE).  Diversos projetos focados no bem-estar dos estudantes serão desenvolvidos ao longo do ano de 2026 Saúde e bem-estar O início do ano letivo também marca o fortalecimento de um eixo estratégico voltado à saúde, ao bem-estar e à proteção integral dos alunos. A Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, em articulação com a Assessoria Especial de Cultura de Paz, estruturou um conjunto de projetos com foco na promoção da saúde mental, na prevenção de violências e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Em janeiro, equipes das duas áreas reuniram-se para alinhar as iniciativas que serão desenvolvidas ao longo de 2026 nas unidades da rede pública. O objetivo é antecipar riscos, fortalecer vínculos e contribuir para ambientes escolares mais seguros, acolhedores e saudáveis. Entre as novidades está o projeto ECA em Movimento, que passa a integrar pela primeira vez o portfólio de ações da rede pública do DF, reforçando a educação em direitos e o Estatuto da Criança e do Adolescente como instrumento de cidadania no cotidiano escolar. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Veja o novo cronograma de entregas do Cartão Uniforme Escolar

Preparando-se para o início do ano letivo de 2026, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) iniciou, em dezembro, a entrega do Cartão Uniforme Escolar. Quem integra o primeiro lote e não conseguiu retirar o benefício dentro do prazo terá uma nova oportunidade para resgatar o cartão. Os responsáveis poderão consultar a nova data, o horário e o local de retirada a partir desta terça-feira (27), no sistema GDF Social do Banco de Brasília (BRB). A retirada ocorrerá entre os dias 2 e 9 de fevereiro e atenderá 60.311 beneficiários que ainda não retiraram o benefício na primeira etapa. Para verificar o ponto de retirada, o responsável deve acessar o site do GDF Social, selecionar a opção “Consulta Cartão Uniforme Escolar”, preencher os dados solicitados e avançar. A plataforma informará o endereço exato onde o cartão estará disponível. Após o login, será possível conferir todos os detalhes sobre o processo. Retirada dos cartões do primeiro lote ocorre entre 2 e 9 de fevereiro | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Segundo lote A entrega do segundo lote está prevista para o período de 10 a 13 de fevereiro, com a lista de contemplados a ser divulgada em breve. O lote é destinado aos estudantes dos centros de ensino especial e àqueles que tiveram problemas na impressão do cartão dos responsáveis e, por isso, tiveram direito a uma nova emissão. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) da SEEDF, Fernanda Mateus, explica a importância de atenção aos prazos e ao uso correto do benefício: “Os pais e responsáveis devem ficar atentos ao cronograma e aos prazos para a retirada dos cartões. Após a entrega, é importante lembrar que o desbloqueio dos créditos deve ser feito pelo aplicativo BRB Social para que o benefício possa ser utilizado normalmente”. [LEIA_TAMBEM]Mais autonomia às famílias O benefício é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino até 2025 e garante um crédito de R$ 282,99 por aluno, para a compra de uniformes em mais de 90 malharias credenciadas no DF. Nos casos de famílias com mais de um estudante contemplado, será emitido um único cartão por responsável, reunindo o valor total dos créditos. A concessão ocorre de forma automática, desde que os dados cadastrais do estudante e do responsável estejam atualizados na escola. O Cartão Uniforme Escolar amplia a autonomia das famílias, facilita o planejamento das compras e contribui para a organização do início do ano letivo. A recomendação é que a retirada seja feita o quanto antes, a fim de evitar imprevistos. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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GDF lança política para combater racismo nas escolas

A Secretaria de Educação (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), instituiu a Política Distrital de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e Indígena (PDEERQI). A iniciativa alinha a rede pública do DF à política nacional antirracista para reforçar o enfrentamento ao racismo, valorizar a diversidade e garantir condições justas de aprendizagem para todos os estudantes. A medida atende a uma demanda histórica de educadores, movimentos sociais e comunidades tradicionais. A PDEERQI busca combater práticas discriminatórias e promover ambientes escolares seguros, inclusivos e acolhedores para todos | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Barros, explicou que o principal objetivo da nova política é assegurar que as escolas do DF incorporem, de forma contínua e qualificada, conteúdos e práticas voltados à valorização das culturas afro-brasileira, indígena, quilombola, cigana e de povos tradicionais. Consequentemente, a política contribuirá para o fortalecimento da aplicação das leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que tornaram obrigatório o ensino da história e da cultura africana, afro-brasileira e indígena. [LEIA_TAMBEM]A PDEERQI também busca combater práticas discriminatórias e promover ambientes escolares seguros, inclusivos e acolhedores para todos. “O compromisso é construir uma educação onde cada estudante se reconheça e seja respeitado”, afirmou a subsecretária. Entre as ações práticas previstas, destacam-se a implementação do Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo na Educação, lançado recentemente pela SEEDF em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e a criação do Selo Lélia Gonzalez, que vai reconhecer escolas e profissionais destacados em iniciativas antirracistas. Também estão previstos investimentos em formação de professores, produção de materiais didáticos e monitoramento das ações nas unidades escolares. A política inclui ainda maior articulação com universidades, órgãos públicos e movimentos sociais para fortalecer a pauta na rede. A Subin será a área responsável por coordenar as ações, que envolverão escolas, professores e comunidades. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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