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Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti-DF)

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Projeto Ciência na Estrada chega a Santa Maria

Santa Maria será a próxima parada do Ciência na Estrada, projeto itinerante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex). A iniciativa estará na região entre os dias 17 e 21 de junho, no estacionamento do Giraffas da CL 214, com uma programação gratuita que transforma ciência e tecnologia em experiências acessíveis para crianças, jovens e adultos. O projeto tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento científico, levando atrações interativas para diferentes regiões administrativas do DF. Com atividades que unem aprendizado, diversão e inovação, o público poderá vivenciar de perto conceitos de astronomia, tecnologia, realidade virtual, robótica e cultura digital. Com passagens por diversas RAs do Distrito Federal, o Ciência na Estrada fortalece a popularização científica e amplia oportunidades de contato com áreas estratégicas para o futuro | Foto: Divulgação Secti/DF “A ciência e a tecnologia precisam estar cada vez mais próximas das pessoas. Quando levamos projetos como o Ciência na Estrada para as regiões administrativas, conseguimos despertar a curiosidade, estimular novos talentos e mostrar que a inovação pode transformar vidas. Nosso objetivo é fazer com que crianças e jovens se reconheçam também como futuros cientistas, pesquisadores e profissionais da tecnologia”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. “A ciência e a tecnologia precisam estar cada vez mais próximas das pessoas. Quando levamos projetos como o Ciência na Estrada para as regiões administrativas, conseguimos despertar a curiosidade, estimular novos talentos e mostrar que a inovação pode transformar vidas." Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Entre as atrações está o ônibus Viagem Insólita, que proporciona uma simulação espacial em realidade virtual, levando os participantes a uma experiência imersiva pelo universo. Já o Einstein Júnior oferece oficinas práticas e experimentos científicos que estimulam a criatividade, o raciocínio lógico e a descoberta. A programação também conta com o Domo Planetário, que apresenta conteúdos sobre astronomia de forma envolvente; o Desafio Espacial, que incentiva o trabalho em equipe e a resolução de problemas; e a Arena Gamer, espaço dedicado à tecnologia, jogos e cultura digital. O público ainda poderá participar de atividades conduzidas pelo professor Umberto Mannarino, com dinâmicas educativas sobre ciência e inovação. [LEIA_TAMBEM] Com passagens por diversas RAs do Distrito Federal, o Ciência na Estrada fortalece a popularização científica e amplia oportunidades de contato com áreas estratégicas para o futuro, aproximando a população das novas tecnologias e incentivando o interesse por carreiras ligadas à ciência e à inovação. Serviço Ciência na Estrada – Santa Maria Data: 17 a 21 de junho Horário: das 14h às 19h Local: estacionamento do Giraffas – CL 214, Santa Maria Entrada gratuita, com retirada de ingressos pelo Sympla Mais informações: @ciencianaestradaoficial *Com informações da Secti-DF

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Com apoio do GDF, tecnologia em Libras amplia acesso de eleitores surdos a serviços do TRE-DF

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) avança na promoção da inclusão digital ao apoiar a implementação de soluções tecnológicas em Língua Brasileira de Sinais (Libras) no atendimento ao público do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). A iniciativa, em parceria com a ICOM (socialtech brasileira de serviços de inclusão e comunicação acessível para a comunidade surda), amplia o acesso de eleitores surdos aos serviços da Justiça Eleitoral, garantindo mais autonomia, acessibilidade e cidadania. Com a adoção da tecnologia, o tribunal passa a contar com intérpretes de Libras conectados em tempo real, que atuam na mediação da comunicação entre pessoas surdas e ouvintes, tanto em atendimentos presenciais quanto remotos. A solução permite que cidadãos tenham acesso facilitado a serviços como regularização do título eleitoral, orientações sobre procedimentos e participação em ações institucionais. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a transformação digital precisa estar diretamente conectada às necessidades da população. “A tecnologia só faz sentido quando aproxima, inclui e garante direitos. Ao apoiar iniciativas como essa, reforçamos o compromisso de construir um serviço público mais acessível, moderno e preparado para atender a todos”, destaca. A iniciativa está alinhada às diretrizes do Governo do Distrito Federal de modernização dos serviços públicos por meio da tecnologia, com foco na inclusão e no atendimento humanizado. A Secti-DF tem papel estratégico nesse processo ao fomentar soluções inovadoras que ampliam o alcance e a eficiência das políticas públicas. Além de beneficiar diretamente a comunidade surda, a implementação da ferramenta também contribui para a qualificação dos serviços oferecidos pelos órgãos públicos, promovendo mais eficiência, agilidade e equidade no atendimento. A ação integra um conjunto de iniciativas apoiadas pela Secti-DF que utilizam a inovação como instrumento de inclusão social, consolidando o Distrito Federal como referência em políticas públicas digitais com impacto real na vida das pessoas. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)

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Empresas do DF ganham consultoria e capacitação digital

Foi lançado, nesta terça-feira (3), o Programa de Mentoria para Transformação Digital, uma iniciativa da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF). Com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF), que investiu R$ 900 mil, o objetivo do projeto é impulsionar o desenvolvimento digital de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) do setor industrial no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). Lançado na terça (3), o Programa de Mentoria para Transformação Digital vai impulsionar o desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas do setor industrial no DF e Entorno | Foto: Divulgação/FAPDF Com a participação de 60 empresas selecionadas por edital, o programa tem duração de seis meses e está dividido em cinco etapas. As atividades incluem diagnósticos de maturidade digital, capacitações mensais, mentorias personalizadas e acompanhamento técnico. O objetivo é preparar as empresas para adotar soluções tecnológicas que aumentem sua competitividade e promovam a sustentabilidade no cenário econômico atual. Segundo o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior, a transformação digital deixou de ser uma opção e tornou-se uma necessidade estratégica para o crescimento das empresas e para o fortalecimento da economia local. Já o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, ressaltou que 72 empresas se inscreveram para o evento de abertura, número superior ao de vagas disponíveis. “Esse programa atende a micro e pequenas empresas de Cnae [Classificação Nacional das Atividades Econômicas] industrial e tem, entre seus princípios, dar prioridade às mulheres empreendedoras”, completou. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Leonardo Reisman, destacou o potencial do programa: “Tenho certeza de que todos estarão em excelentes mãos, porque os programas da Fibra são de excelência”, disse. Ao final do projeto, será realizado um estudo para medir os impactos da iniciativa e identificar casos de sucesso. Os organizadores esperam que as empresas participantes sejam capazes de implementar novos modelos de negócios, utilizar ferramentas digitais com eficiência e se integrar ao ecossistema de inovação local. Além da Fibra, integram o comitê gestor a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), o Sebrae-DF, a Finatec e a Universidade de Brasília (UnB). *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF)  

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Computadores doados pelo Reciclotech mudam realidade de alunos da rede pública

Sete de agosto foi um dia marcante para o Centro de Ensino Fundamental 102 Norte. Na data, a escola recebeu 25 computadores do programa Reciclotech. “Quando chegaram as máquinas, coincidentemente, os alunos estavam aqui no pátio e a gente foi, mostrou para eles, pediu para o pessoal da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação falar um pouquinho. Nossa, o que eles gritaram e ficaram felizes…”, lembra a diretora, Viviane Lima. Os alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 102 Norte receberam 25 computadores do programa Reciclotech, no dia 7 de agosto | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Lucas Brilhante, 13 anos, estava nesse momento e guarda a memória com carinho. “Foi um dia especial”, conta. “Foi muito legal, porque a gente começou a pesquisar [na internet] e isso está ajudando no desempenho da maioria dos alunos”. O CEF 102 Norte foi uma das diversas instituições contempladas pelo programa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), que funciona da seguinte maneira: o governo, por meio de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), recolhe materiais considerados lixo eletrônico, capacita jovens na área da informática – ensinando-os, entre outras coisas, a recondicionar os equipamentos recolhidos – e, depois, doa os computadores recondicionados a órgãos públicos ou entidades sem fins lucrativos que realizem projetos de inclusão digital. O estudante Lucas Brilhante elogia o programa da Secti-DF: “A gente começou a pesquisar [na internet] e isso está ajudando no desempenho da maioria dos alunos” Desde que foi criado, em 2020, o Reciclotech já formou 2.065 alunos, entregou 3.919 computadores e descartou corretamente 2.237 toneladas de inservíveis – a parte do lixo eletrônico que não pôde ser reaproveitada. Atualmente, são 102 PEVs para recolhimento dos materiais em todas as regiões administrativas. Já os Polos de Economia Criativa (PECs), onde são ministradas as aulas de qualificação, passaram de um para cinco, atendendo cinco macrorregiões do DF. “O mais legal do programa é a gente visitar uma escola como essa, que é uma escola-modelo aqui na Asa Norte, que recebeu esses equipamentos. Ou seja, esses computadores foram, em algum momento, despejados como lixo eletrônico; alunos trabalharam neles, foram certificados e recuperaram esses equipamentos; e, ao fim da cadeia, esses mesmos equipamentos estão aqui, servindo para outros alunos dessa escola acessarem a internet, tendo uma oportunidade de inclusão digital. Então, aqui a gente vê o fim da cadeia, a entrega de fato do Reciclotech”, destaca o secretário Leonardo Reisman, durante visita ao CEF 102 Norte. Impacto Hoje, os computadores doados pelo programa são usados para pesquisa, digitação e para o desenvolvimento de atividades lúdicas na unidade de ensino. “Essa geração está muito acostumada com tecnologia, eles amam aprender com tecnologia. Então, os estudantes gostariam de ter todas as aulas lá [na sala de informática]. O impacto para eles é muito legal, a motivação aumenta muito para a aprendizagem. Os professores veem que, quando é uma aula que vai utilizar a tecnologia, eles ficam muito mais motivados”, aponta a diretora. “Antes, a gente tinha dez computadores, inferiores a esses aqui, que a gente herdou ou recebeu de doações, porque a gente sempre foi atrás de parceiros que doassem. Mas doavam um ou dois. O Reciclotech trouxe 25 de uma vez e terminou dando um upgrade nesse laboratório que a gente tinha”, acrescenta o professor Rúben Reis, coordenador de Tecnologia Educacional do CEF 102 Norte. Com os computadores doados para o CEF 102, a aluna Valentina Carvalho teve contato pela primeira vez com programas como o Microsoft Word: “Eu nem sabia que existia e é o recurso básico dos trabalhos” Outros alunos reforçam a contribuição do programa para o ensino. “Eu gosto dos computadores e, como eu sou autista, eu acho que ajuda muito na questão da aprendizagem com essas ferramentas de trabalho”, relata Wendell Sousa, 11. “A gente não tinha como pesquisar, tinha que usar o celular; e a maioria das pessoas não tem celular com internet”, emenda Valentina Carvalho, 12, que ainda diz ter o Microsoft Word como maior aprendizado: “Eu nem sabia que existia e é o recurso básico dos trabalhos”.

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