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Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU)

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SLU capacita equipes que atuam na orientação sobre resíduos no DF

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu uma capacitação com as equipes de mobilização social que atuam diretamente nas ruas, residências e comércios do Distrito Federal, orientando a população sobre a separação correta dos resíduos e a participação na coleta seletiva. A atividade reuniu profissionais de mobilização das empresas responsáveis pela execução dos serviços de limpeza urbana no DF e também mobilizadores das 22 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas. A programação abordou o papel estratégico dessas equipes na política de gestão de resíduos sólidos do Distrito Federal, com foco na padronização das orientações repassadas à população e no fortalecimento da comunicação direta com os cidadãos. Durante o treinamento, foram apresentados conceitos básicos da gestão de resíduos, como a diferenciação entre lixo, resíduos e rejeitos, além de orientações sobre a hierarquia prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prioriza a não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento antes da disposição final. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas | Foto: Divulgação/SLU Também foram reforçadas informações sobre o funcionamento da coleta seletiva no DF, que depende da separação correta dos resíduos em duas frações: recicláveis secos e orgânicos/rejeitos. As equipes atuam diretamente na sensibilização da população sobre o descarte adequado e sobre os dias e horários da coleta em cada região administrativa, com apoio do aplicativo SLU Coleta DF. Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha, a capacitação reforça a integração entre as equipes. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade”, afirmou. Outro ponto apresentado foi o funcionamento da estrutura operacional do sistema de limpeza urbana, que inclui unidades como a Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul e da Asa Sul, responsáveis pelo processamento de parte dos resíduos orgânicos e pela produção de composto destinado à agricultura, além da Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que realiza o tratamento de resíduos da construção civil. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade” Cleilson Gadelha, diretor-presidente substituto do SLU O gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou o papel das equipes de mobilização como elo entre o serviço público e a população. “As equipes estão todos os dias em contato direto com os moradores e comerciantes. O objetivo da capacitação é garantir que as orientações sejam claras, padronizadas e alinhadas, para que a população receba a informação correta e consiga participar melhor da coleta seletiva e da gestão dos resíduos no Distrito Federal”, afirmou. Segundo ele, a atuação desses profissionais vai além da orientação pontual. “Esse trabalho contribui para mudanças de comportamento ao longo do tempo. Quando a informação chega de forma simples e consistente, a adesão da população às práticas corretas de descarte tende a aumentar”, completou.  O SLU conta com três empresas contratadas para execução dos serviços de limpeza urbana no Distrito Federal, além de 53 contratos com 31 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva e na triagem dos materiais recicláveis. A atuação integrada dessas equipes é considerada estratégica para ampliar os índices de reciclagem e fortalecer a gestão sustentável dos resíduos sólidos no DF. A capacitação integra o conjunto de ações permanentes do SLU voltadas à educação ambiental e à qualificação das equipes envolvidas na operação dos serviços, com foco na melhoria contínua da limpeza urbana e no incentivo à participação da população.   *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana

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DF Legal e SLU avançam em integração para combate ao descarte irregular de lixo

Representantes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) se reuniram nesta quinta-feira (26) para buscar formas ainda mais integradas de combater o descarte irregular de lixo e entulho em áreas públicas espalhadas pelo DF. O encontro serviu para cada um apresentar ideias de otimização das ações de fiscalização e limpeza, compartilhar conhecimento e apresentar soluções tecnológicas que facilitem o trabalho. Entre tudo o que ficou acertado, destaca-se a atualização da Instrução Normativa nº 4 de 2023. O texto atual já trata da utilização de um aplicativo por parte do SLU para que possa enviar a identificação de infratores diretamente à DF Legal, mas agora a intenção é prever também o compartilhamento de imagens de satélite. Reunião contou com representantes da DF Legal e do SLU | Foto: Divulgação/DF Legal Outro avanço será o compartilhamento das imagens do Centro de Controle Operacional (CCO) do SLU com a DF Legal e a busca para que, em conjunto, sejam contratadas mais câmeras para o monitoramento do território do Distrito Federal. “Essa é uma integração que será boa não só para os órgãos envolvidos, mas também para a população. O combate ao descarte irregular feito em conjunto se traduz em vizinhanças limpas e população mais saudável”, explicou o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira. Para o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, essa integração, aliada à tecnologia, trará ganhos significativos para a prestação dos serviços. “O SLU tem investido na modernização de seus sistemas; hoje, nossas unidades e operações já são monitoradas em tempo real. Vamos avançar ainda mais para viabilizar essa nova proposta e, assim, eliminar o descarte irregular no DF”, afirmou. *Com informações da DF Legal

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GDF remove 98 mil toneladas de entulho nos dois primeiros meses de 2026

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), retirou 98 mil toneladas de resíduos das ruas do Distrito Federal apenas em janeiro e fevereiro de 2026. O volume, composto majoritariamente por entulho descartado de forma irregular, segue uma tendência de crescimento: em todo o ano passado, foram removidas 678 mil toneladas, contra 654 mil toneladas em 2024. Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, as áreas com maior incidência de descarte incluem Plano Piloto, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Planaltina. Para ele, o aumento do descarte clandestino reflete a falta de conscientização da comunidade. “Infelizmente, se você pegar os dados, vê que está sempre aumentando. A população não usa os meios que o governo disponibiliza, que são as coletas porta a porta e a seletiva”, afirma. Araújo destaca que o lixo em áreas públicas causa prejuízos aos cofres públicos e gera riscos à saúde. “Quando o lixo é descartado em áreas públicas, vai cair em bocas de lobo, vai entupir e vai trazer prejuízos: o governo vai ter gastos maiores para desentupir a rede, por exemplo. Vai gerar também problemas de saúde pública, com diversos vetores, como o mosquito da dengue, ratos, répteis e outros insetos”, alerta. O GDF retirou 98 mil toneladas de entulho das ruas do DF em janeiro e fevereiro de 2026 | Foto: GDF Presente Papa-entulho Para combater o problema, o GDF conta com 26 unidades de papa-entulho espalhadas pela capital federal. Os instrumentos são espaços específicos para o recebimento de restos de construção civil e materiais volumosos. A rede será expandida e a meta é alcançar 43 itens. “Duas unidades prontas serão inauguradas pelo governo nos próximos meses: uma no Riacho Fundo e outra no Núcleo Bandeirante”, antecipa o subdiretor. A definição dos locais para novos equipamentos segue critérios técnicos baseados em pedidos via Ouvidoria e mapeamento de áreas com descarte reincidente. Araújo orienta que os cidadãos utilizem a tecnologia para localizar os pontos de entrega. “Pedimos que a população baixe o aplicativo SLU Coleta DF. Lá, vai saber o dia e o horário que o caminhão passa na porta e o endereço dos 26 papa-entulhos”, ressalta. Fiscalizações e multas A fiscalização, coordenada pela DF Legal, resultou em 1.663 vistorias, 241 notificações e 31 multas nos dois primeiros meses deste ano. No ano passado, foram 15.791 vistorias, 2.686 notificações e 295 multas — contra 16.003 vistorias, 3.032 notificações e 252 multas no ano anterior. As penalidades financeiras para quem comete crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Em um levantamento acumulado desde 2024, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) lidera o ranking de autuações com 137 registros, seguido por Brasília (80) e Vicente Pires (64). As penalidades financeiras para quem é flagrado cometendo o crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular. Para Araújo, a punição é um mecanismo educativo necessário. “A multa inibe bastante o descarte irregular”, avalia. Na outra ponta, as regiões com menos autuações da DF Legal incluem Paranoá, Recanto das Emas e Santa Maria, com três cada, e Brazlândia e Candangolândia, com duas cada. Educação ambiental Paralelamente à fiscalização da DF Legal, o SLU mantém equipes de educação ambiental que percorrem as 35 regiões administrativas do DF. Os servidores também visitam escolas, para garantir que os estudantes recebam corretamente as instruções. “A criança tem essa percepção e leva isso para casa, para o pai e para a mãe, para ter consciência ambiental”, conclui o subdiretor. O incentivo à educação ambiental e à coleta seletiva é feito com a peça de teatro O Garizito, encenada por servidores da instituição. A ideia é promover, de forma lúdica, a informação sobre a correta separação de resíduos e a importância da reciclagem. Escolas, instituições e organizações públicas e privadas podem pedir a apresentação do espetáculo, que tem cerca de 20 minutos de duração, por meio do portal do SLU, pelo e-mail agendamento@slu.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3213-0153, ramal 100.

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GDF substitui restos de construção por cascalho em manutenção de vias não pavimentadas em São Sebastião e Brazlândia

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou em São Sebastião e Brazlândia a substituição dos restos de construção civil (RCC) triturados pelo cascalho na manutenção de vias não pavimentadas. A medida proporciona melhor assentamento do solo e maior trafegabilidade em períodos chuvosos, diminuindo os riscos de acidentes, além de maior durabilidade da pista. O RCC usado na manutenção das vias é fornecido pela usina do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Já o cascalho é extraído de jazidas localizadas nas regiões administrativas onde ocorrerão os serviços de manutenção das vias. Para isso, é preciso autorização do Instituto Brasília Ambiental, que segue uma série de diretrizes para a preservação do meio ambiente. Ação proporciona melhor assentamento do solo e maior trafegabilidade em períodos chuvosos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, explica que o RCC não tem produtividade suficiente para atender a todas as cidades. “Essa alternativa [o cascalho] é mais interessante porque não vem com os vícios e os problemas que tem o RCC, como ferros, pregos, etc. A integração dessa matéria do cascalho é muito mais fácil de ser feita do que o RCC”. Segundo o secretário, a medida vai melhorar as vias significativamente. “Por isso, estamos estimulando todas as administrações que têm, em suas áreas rurais, necessidade de reforçar suas vias, que façam a identificação das cascalheiras e entrem com o pedido de extração ao Instituto Brasília Ambiental para liberar a retirada desses cascalhos para as suas necessidades”, orienta. Bons resultados O subsecretário de Operações nas Cidades e coordenador do programa GDF Presente, Marco Aurélio Demes, afirma que a iniciativa já apresenta bons resultados em São Sebastião e Brazlândia, onde a Licença Ambiental possibilitou a extração local do material. Outras regiões administrativas, como Gama, Ceilândia, Santa Maria, Paranoá, Sobradinho II e Planaltina, estão com processos em andamento para obter a autorização e iniciar a utilização do cascalho. Ele conta que o GDF está avançando no processo de substituição ao fazer a manutenção de estradas não pavimentadas, especialmente aquelas que dão acesso a áreas rurais e escolas públicas. Segundo o subsecretário, o cascalho garante menor necessidade de retrabalho, além de reduzir custos com transporte, já que a extração é feita dentro da própria região. Ele acrescenta que o RCC continuará sendo utilizado em situações específicas, mas “o foco hoje é o cascalho, porque traz mais segurança, economia e qualidade para as estradas usadas pelos produtores rurais e pelo transporte escolar”. Subsecretário de Operações nas Cidades e coordenador do programa GDF Presente, Marco Aurélio Demes | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Mais de 30 mil pessoas beneficiadas De acordo com o administrador regional de São Sebastião, Roberto Medeiros Santos, cerca de 50 ruas e estradas rurais e ruas não pavimentadas da região administrativa (RA) já passaram pelo processo de recuperação com cascalho, beneficiando mais de 30 mil moradores. Ele afirma que a escolha pelo novo material trouxe ganhos imediatos. “Como a cascalheira fica a apenas 10 km da cidade, evitamos o desperdício de percorrer 60 km para buscar material na Estrutural”, destaca. Antes, a distância até a usina do SLU, localizada a mais de 50 km, dificultava a logística de transporte do RCC para aplicação local. “Esse trabalho garante boa condição para os produtores rurais escoarem sua produção e também para as chácaras que recebem visitantes aos fins de semana. Quando a estrada está em boas condições, a comunidade ganha em economia, turismo e saúde”, garante Roberto Medeiros Santos, administrador de São Sebastião | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Entre as vantagens apontadas, estão o aumento da durabilidade das estradas, a redução da poeira em áreas urbanas e a melhora no escoamento da produção agrícola. “Esse trabalho garante boa condição para os produtores rurais escoarem sua produção e também para as chácaras que recebem visitantes aos fins de semana. Quando a estrada está em boas condições, a comunidade ganha em economia, turismo e saúde”, ressalta o administrador, lembrando que a ação é fruto de parceria entre a Seagri, a Novacap e a Administração Regional. População satisfeita Moradora de São Sebastião há 12 anos, a comerciante Mileide Rodrigues da Silva comemora as intervenções nas vias da região, que antes sofriam com buracos, poeira constante e alagamentos. “Aqui sempre foi muito sofrido, tinha muita poeira e buraco. Agora, com o cascalho que estão colocando, a gente espera que melhore, porque antes até carro era arrastado quando chovia forte”, relata. Segundo ela, o impacto da poeira na rotina era um dos principais problemas enfrentados pela comunidade. “A gente acabava de limpar a casa e logo estava tudo sujo de novo. Eu mesma vivia empoeirada. Essa obra é bem-vinda, vai ser boa para todos nós”, destaca Mileide. “É isso que a gente estava querendo, que a situação aqui fique melhor para a população”, conclui. Comerciante Mileide Rodrigues da Silva comemora obras na região de São Sebastião | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A cabeleireira Albertina Gonçalves de Farias mora na cidade desde 2019. Ela conta que, na época da chuva, a situação ficava precária. “As ruas ficavam alagadas e muitas vezes não tinha como o pessoal passar de carro para chegar em casa”, relata. Segundo ela, a aplicação do cascalho no lugar do RCC deve trazer benefícios: “Eu creio que vai melhorar, porque o cascalho segura mais e a chuva não leva tão fácil”, prevê. Albertina afirma que a poeira também afetava o dia a dia dos moradores. “Quando a gente ia para o ponto de ônibus, não conseguia ficar com o pé limpo”, lembra. De acordo com a Administração Regional de São Sebastião, a cascalheira utilizada recentemente em São Sebastião já atingiu o limite autorizado pelo Instituto Brasília Ambiental. Um novo espaço está em processo de regularização para atender às próximas demandas.  Licenciamento ambiental  A superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Nathália Almeida, conta que o instituto tem recebido diversos pedidos de licenciamento para a extração de cascalho. Para viabilizar a prática, o instituto criou em agosto modalidade de licença por adesão e compromisso (LAC), para atividades urbanas e de infraestrutura. A modalidade estabelece condicionantes pré-definidas que exige que os administradores sigam regras ambientais definidas pelo órgão. O processo inclui a identificação da área de extração e a autorização formal para a retirada. Pela legislação, o material só pode ser usado na mesma região administrativa de onde é retirado. Entre os critérios, também estão a proibição de extração em áreas de vegetação nativa ou de reserva legal e a preferência por pequenas caixas de empréstimo (jazidas), próximas ao local de uso, para reduzir impactos e custos de transporte. “Áreas com sensibilidade ambiental não estão elegíveis. Estamos autorizando a retirada apenas onde o impacto é menor e a recuperação futura é viável”, destaca a superintendente. Nathália afirma que a solução busca assegurar que as estradas continuem transitáveis, sobretudo em áreas que dão acesso a escolas. “A ideia é que, com o cascalho, essa manutenção continue sendo eficiente, com menor impacto possível”, explica. [LEIA_TAMBEM]Padronização e agilidade O LAC padroniza processos de licenciamento em atividades com impactos ambientais conhecidos e protocolos de mitigação claros, permitindo maior previsibilidade, isonomia e eficiência. Em alguns casos, os pedidos passam a contar com fila de análise diferenciada, o que confere mais agilidade. No segmento urbano, 26 atividades já podem ser licenciadas por meio do LAC, entre elas terraplanagem, pontos de abastecimento, marinas e centrais dosadoras de concreto. Veja abaixo as etapas da recuperação da via: - Limpeza da via: remoção da areia solta da base da estrada com motoniveladora; - Umidificação da via: aplicação de água com caminhão-pipa; - Aplicação de material de base: utilização de cascalho; - Compactação do solo: passagem de máquinas pesadas e caminhões sobre o material britado umedecido.

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